Azelast Eye Drops

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Azelast Eye Drops

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Azelast Eye Drops

Propriedade Descrição
Princípio ativo Cloridrato de azelastina
Forma Solução oftálmica (Colírio)
Classe farmacológica Antagonista seletivo dos recetores H1 da histamina
Objetivo geral Alívio do prurido ocular alérgico
Origem Sintética (Derivado de ftalazinona)

Que tipo de medicamento é o Azelast Eye Drops?

O Azelast Eye Drops é um medicamento de substância ativa única, de origem sintética e sujeito a receita médica, classificado como um antagonista seletivo dos recetores H1 da histamina para administração tópica ocular. O produto é formulado como uma solução oftálmica estéril fornecida sob a forma de gotas para os olhos. A sua identidade fundamental baseia-se no seu princípio ativo, o cloridrato de azelastina, um derivado de ftalazinona de origem sintética. O cloridrato de azelastina é clinicamente reconhecido como um anti-histamínico de segunda geração, uma característica fundamental que frequentemente o diferencia de compostos mais antigos. O medicamento distingue-se especificamente pelo seu uso tópico ocular, contrastando com os anti-histamínicos orais, que necessitam de ser absorvidos sistemicamente.

O propósito da ação focada da azelastina

O objetivo terapêutico geral do Azelast Eye Drops é proporcionar um alívio direcionado dos principais sintomas de alergias oculares, contrariando diretamente os processos químicos da resposta alérgica. O alívio é obtido através do seu mecanismo de dupla ação, que envolve um potente antagonismo dos recetores H1 para bloquear os locais de ligação da histamina, a substância principal que desencadeia a comichão (prurido) de origem alérgica. Estudos farmacológicos confirmam amplamente que este mecanismo, juntamente com as propriedades de estabilização dos mastócitos do fármaco, o torna altamente adequado para o controlo de sintomas de alergia ocular. Esta combinação de neutralização e minimização da produção de agentes químicos assegura um efeito rápido e direcionado, levando à mitigação do desconforto que caracteriza condições como a conjuntivite alérgica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Azelast Eye Drops?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança da Solução Oftálmica de Cloridrato de Azelastina é caracterizado principalmente por reações adversas documentadas em registos oficiais, classificadas por frequência e pela respetiva categoria de sistema orgânico.

Reações Adversas Documentadas Oficialmente

A reação adversa local reportada com maior frequência é uma sensação transitória de ardor ou picada ocular. A reação adversa sistémica mais comum é a perceção de um paladar amargo na boca, acompanhada de cefaleias. Estes efeitos são tipicamente classificados como comuns, afetando entre 1% a 10% dos doentes em relatórios clínicos. Outras reações comuns podem incluir visão turva temporária, conjuntivite, dor ocular, fadiga e faringite, conforme listado nas categorias relevantes de afeções dos olhos, do sistema nervoso e perturbações gerais.

Reações Graves e Restrições de Segurança

As reações alérgicas estão documentadas como um evento adverso potencial, embora muito raro. O produto é formalmente contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ou suspeita a qualquer componente da formulação. O conservante na solução oftálmica, o cloreto de benzalcónio, é assinalado como um componente que pode ser absorvido pelas lentes de contacto moles.

Notas de Segurança para Populações Específicas

A segurança do medicamento foi estabelecida para crianças com idade igual ou superior a 3 anos. Relativamente à utilização durante a gravidez, o seu uso é apenas justificado se o benefício potencial para a paciente superar o risco potencial. Devido à sua excreção no leite em quantidades reduzidas, a utilização não é recomendada durante o período de aleitamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Manifestações de sobredosagem e perfil de risco

O perfil oficial do Azelast colírio aborda a sobredosagem com base na via de exposição. Não são conhecidas reações específicas após uma sobredosagem ocular localizada, e não se preveem reações sistémicas com a via de administração tópica. O principal risco identificado refere-se à intoxicação acidental, como no caso de ingestão oral. Nestas situações, a apresentação clínica expectável envolve perturbações do sistema nervoso central, uma manifestação observada em estudos com doses elevadas. Não existem notas explicitamente documentadas relativas a sobredosagem em populações específicas, tais como doentes pediátricos ou idosos.

Ação de emergência e gestão clínica

Devido ao potencial de efeitos sistémicos resultantes de uma intoxicação, a instrução estabelecida é procurar ajuda médica imediatamente perante qualquer suspeita de sobredosagem ou ingestão acidental. Está confirmado que não existe um antídoto conhecido para a azelastina. Por conseguinte, o tratamento de quaisquer sintomas resultantes deve ser estritamente sintomático e de suporte. Todas as ações devem estar alinhadas com a resposta de emergência recomendada para situações de suspeita de intoxicação.

Usos terapêuticos de Azelast Eye Drops

O que trata o Azelast Eye Drops: Principais Utilizações e Benefícios

A função primária do Azelast Eye Drops é proporcionar um alívio de suporte em situações que envolvam manifestações alérgicas oculares, especificamente os sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos. É habitualmente utilizado em áreas onde é necessário um apoio sintomático adicional, sendo considerado relevante em contextos marcados pelo aumento do desconforto ou tensão durante episódios agudos ou recorrentes. Conforme as especificações para o cloridrato de azelastina em solução oftálmica a 0,05%, o produto é utilizado para a gestão da comichão associada à conjuntivite alérgica.

O medicamento é frequentemente utilizado em condições fundamentais caracterizadas por períodos de agravamento dos sintomas, tais como a conjuntivite alérgica sazonal ou perene. O alívio sintomático oferecido ajuda a abordar o conjunto de sintomas associados ao desconforto físico, incluindo sintomas de prurido ocular (comichão), vermelhidão ocular, lacrimejo e inchaço das pálpebras.

“É aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, ajudando os pacientes a lidar de forma mais constante com episódios difíceis.”

Isto proporciona um alívio de suporte que, de um modo geral, auxilia os doentes a manterem uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais visíveis.


Facto Rápido: Gestão de Sintomas para Condições Oculares

Característica Contexto de Utilização
Principais Sintomas-Alvo Sintomas de comichão ocular, vermelhidão, lacrimejo e inchaço das pálpebras.
Indicações Comuns Conjuntivite Alérgica Sazonal (CAS) e Conjuntivite Alérgica Perene (CAP).
Benefício para o Doente Apoia o bem-estar geral e contribui para um melhor conforto durante períodos de aumento dos sintomas.

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização do Azelast colírio é estritamente definida por diretrizes relativas ao perfil demográfico do doente e a condições de saúde pré-existentes. O medicamento é contraindicado em pessoas com hipersensibilidade conhecida ou suspeita ao cloridrato de azelastina ou a qualquer um dos excipientes da formulação.

Elegibilidade Fisiológica e por Idade

No que respeita à idade, o uso está estabelecido para adultos. Para doentes pediátricos, a segurança e eficácia não foram estabelecidas em crianças com idade inferior a três anos em certas jurisdições. Noutras regiões, a utilização é permitida a partir dos quatro anos de idade para a conjuntivite alérgica sazonal e a partir dos doze anos para a conjuntivite alérgica perene. A utilização em idosos é geralmente permitida, uma vez que não foram observadas diferenças globais na segurança ou eficácia nesta população.

Quanto à gravidez e aleitamento, o medicamento não é recomendado para mulheres que estejam a amamentar. Durante a gravidez, a utilização é permitida apenas se o benefício potencial justificar o possível risco para o feto.

Restrições Baseadas em Condições de Saúde

O produto não se destina ao tratamento de infeções oculares. Além disso, a utilização requer precaução em indivíduos com olho seco ou distúrbios pré-existentes da córnea devido à presença do excipiente cloreto de benzalcónio. Os doentes que utilizam lentes de contacto moles devem removê-las antes da instilação, dado que o conservante pode ser absorvido pelas mesmas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As informações oficiais sobre a Solução Oftálmica de Cloridrato de Azelastina indicam que o perfil de interação do fármaco é significativamente limitado devido à exposição sistémica mínima após a administração tópica ocular. Após a aplicação no olho, os níveis plasmáticos do princípio ativo situam-se, geralmente, numa escala extremamente reduzida, o que é considerado insuficiente para resultar em interações medicamentosas sistémicas com relevância clínica.


Perfil de Interação Documentado

Tipo de Interação Estatuto (Documentação Oficial)
Interações Medicamentosas (Sistémicas) Nenhuma esperada ou formalmente documentada.
Interações Metabólicas (ex: Enzimas CYP) Não relevante. A exposição mínima significa que os estudos relativos à azelastina oral em doses elevadas não se aplicam.
Alimentos, Álcool, Produtos Herbais Nenhum conhecido ou documentado na rotulagem oficial.
Combinações Contraindicadas Nenhuma listada oficialmente.

Restrição Específica do Produto

A única restrição oficial relacionada com a coadministração envolve as lentes de contacto moles. Trata-se de uma condicionante temporal necessária devido ao conservante presente no colírio, o cloreto de benzalcónio.

As lentes de contacto moles devem ser removidas antes da instilação do colírio. Para evitar que as lentes absorvam o conservante, estas não devem ser reintroduzidas durante, pelo menos, 10 minutos após a administração da solução. Esta situação não constitui uma interação entre fármacos, mas sim uma restrição de procedimento decorrente de um excipiente.

Mecanismo de ação

O colírio de azelastina atua através de um mecanismo farmacodinâmico de dupla ação que influencia vias de sinalização fisiológica específicas nos tecidos oculares. Esta atividade intervém em vias reguladoras e sequências de transdução de sinal específicas.

Bloqueio do sinal da histamina: Antagonismo dos recetores H1

Este mecanismo primário foca-se no bloqueio competitivo imediato dos recetores H1 da histamina. Ao ocupar estes recetores nas células-alvo, a azelastina impede que o mediador inflamatório, a histamina, se ligue e inicie os seus eventos de sinalização característicos. Esta ação inibe o início da sinalização induzida pela histamina para a estimulação dos nervos sensoriais e para a vasodilatação localizada.

Estabilização da atividade das células imunitárias: Inibição da libertação de mediadores

O fármaco ativa adicionalmente mecanismos que regulam a atividade das células imunitárias, nomeadamente os mastócitos. Este processo de estabilização limita a desgranulação destas células, restringindo assim a libertação de uma cascata de substâncias inflamatórias, incluindo a histamina e os leucotrienos. O mecanismo envolve um feedback regulador dentro das vias visadas para influenciar a atividade global dos mediadores.

Informações sobre dosagem e administração

O Azelast colírio é uma solução oftálmica administrada estritamente por via tópica ocular, o que significa que o produto não está aprovado para utilização oral ou injetável. A unidade de aplicação padronizada é de uma gota instilada em cada olho afetado.

Dose Oficial e Frequência

Este medicamento é normalmente utilizado num esquema de duas vezes ao dia para o controlo da conjuntivite alérgica em adultos e doentes pediátricos elegíveis. Esta frequência de intervalo fixo estabelece a base oficial de utilização. As recomendações posológicas para a Azelastina 0,05% podem ser ajustadas em algumas jurisdições; certas diretrizes permitem que a frequência seja aumentada até quatro vezes ao dia, se considerado necessário.

Administração e Restrições Temporais

As instruções oficiais especificam regras de administração para determinadas populações. A idade mínima aprovada para o início do tratamento varia, começando aos 3 anos de idade ou mais em certas regiões, e aos 4 anos ou mais para uso sazonal (ou 12 anos ou mais para uso perene) noutras jurisdições.

A adesão ao procedimento inclui etapas obrigatórias relacionadas com as lentes de contacto. As lentes de contacto moles devem ser removidas antes da instilação devido à presença do conservante cloreto de benzalcónio. É especificado um período de espera obrigatório de, pelo menos, 10 a 15 minutos antes que as lentes de contacto moles possam ser reintroduzidas. Além disso, para a conjuntivite alérgica perene não sazonal, a duração máxima contínua de um tratamento pode estar limitada a 6 semanas. Caso uma dose seja esquecida, esta deve ser aplicada assim que houver memória do facto, mas nunca deve ser duplicada para compensar a aplicação omitida.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Colírio de Azelastina

Esta visão geral descreve os tipos de avaliações clínicas realizadas para o colírio de Azelastina, focando-se nos resultados monitorizados pelos investigadores e nas áreas de estudo que permanecem incompletas. Esta informação provém exclusivamente de documentos oficiais e de literatura científica revista por pares.


Base de Evidência para a Conjuntivite Alérgica

A principal avaliação clínica para o colírio de Azelastina incidiu sobre condições alérgicas oculares, habitualmente conhecidas como conjuntivite alérgica. Isto inclui afeções caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, tais como alergias oculares sazonais e perenes. A base de investigação inclui um alicerce de Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) de dupla ocultação e controlados por placebo.

Tipos de Estudos Utilizados para a Avaliação

A investigação foi realizada durante períodos de maior atividade sintomática para explorar as alterações dos sintomas a curto prazo. Isto inclui estudos ambientais, bem como ensaios que utilizam o modelo de Provocação Conjuntival por Antigénios, onde os estudos exploraram como os sintomas se alteravam ao longo do tempo imediatamente após a exposição. Foram também aplicados estudos comparativos em contextos de investigação envolvendo sintomas flutuantes ou instáveis, avaliando a eficácia do medicamento face a outros colírios para alergias disponíveis na altura.

Medição dos Resultados dos Estudos

Os estudos monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico. Os investigadores mediram principalmente dois indicadores: as pontuações de gravidade do prurido ocular (comichão) e as pontuações de gravidade da vermelhidão conjuntival. Estes são resultados reportados pelos doentes, descrevendo o desconforto percecionado. Para os estudos experimentais agudos, a investigação examinou o início da alteração medida e a duração da alteração observada.


Duração dos Resultados Medidos e Períodos de Acompanhamento Estudados

A evidência derivada dos cenários de investigação experimental aguda baseia-se em estudos que observam as respostas em intervalos de tempo definidos. Estes estudos reportaram medições do início da alteração medida em poucos minutos e observaram que os resultados medidos foram monitorizados por durações tipicamente em torno das 8 a 10 horas após uma única aplicação.

Os Ensaios Clínicos Aleatorizados ambientais centrais, utilizados na investigação de alterações de sintomas a curto prazo, tiveram durações de acompanhamento limitadas, abrangendo geralmente períodos de duas a oito semanas de utilização contínua.


Lacunas na Investigação e Incertezas

A investigação nos ensaios clínicos focou-se principalmente em adultos com antecedentes de conjuntivite alérgica. No entanto, o medicamento também foi avaliado em doentes pediátricos com idade igual ou superior a três anos. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes.

Como referido, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos porque as durações de acompanhamento foram limitadas a intervalos de curto prazo (até oito semanas). A evidência comparativa é limitada face à gama completa de tratamentos mais recentes para alergias oculares. Embora os estudos tenham explorado algumas diferenças em relação a opções mais antigas, os resultados foram mistos. Os dados para certas comparações permanecem insuficientes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o colírio de Azelastina (FAQ)

P: Quanto tempo demora o colírio de Azelastina a fazer efeito?

R: Os estudos que analisam o início do efeito indicam que a ação das gotas na prevenção da comichão ocular pode começar muito rapidamente. De acordo com dados de ensaios clínicos, foi observada uma alteração mensurável logo aos três minutos após a aplicação.

P: Qual é a duração habitual do efeito destas gotas?

R: A investigação e as informações oficiais referem que o efeito medido na comichão ocular dura um período significativo após uma única aplicação. Especificamente, os resultados foram monitorizados durante aproximadamente oito a dez horas.

P: Quais são os ingredientes presentes no colírio, além da substância ativa?

R: A solução contém a substância ativa cloridrato de azelastina. A formulação contém também o conservante cloreto de benzalcónio, juntamente com vários outros ingredientes inativos (excipientes) habitualmente listados nos documentos do produto, tais como edetato dissódico, hipromelose, sorbitol e hidróxido de sódio.

P: Os documentos oficiais especificam se as gotas devem ser mantidas no frigorífico?

R: As orientações oficiais especificam que o colírio deve ser conservado à temperatura ambiente. A informação regulamentar confirma que a refrigeração não é normalmente necessária, mas as gotas devem ser guardadas com o frasco na vertical e protegidas do calor.

P: O que dizem os doentes sobre o sabor que por vezes sentem após usar as gotas?

R: O efeito adverso sistémico mais comum reportado nos documentos oficiais é um sabor amargo na boca. Isto é descrito como ocorrendo quando as gotas drenam da superfície do olho através do sistema lacrimal para a parte posterior da garganta.

P: A substância ativa Azelastina está relacionada com outros medicamentos comuns para as alergias?

R: Sim, a Azelastina está oficialmente classificada como um antagonista dos recetores H1 da histamina. Isto significa que pertence à mesma classe geral de medicamentos conhecidos como anti-histamínicos, que atuam bloqueando os efeitos da histamina no organismo.

P: Existem restrições à condução ou ao uso de máquinas após utilizar o colírio?

R: Os documentos oficiais aconselham precaução em atividades como a condução. Dado que as gotas podem potencialmente causar efeitos secundários temporários, como irritação ocular ou visão turva, recomenda-se que aguarde até que a visão esteja nítida e estável antes de tentar conduzir ou operar máquinas.

P: O colírio de Azelastina é o mesmo que um colírio descongestionante?

R: Não, o colírio de Azelastina e as gotas descongestionantes funcionam de forma diferente. A Azelastina é um anti-histamínico e estabilizador de mastócitos que atua sobre a reação alérgica subjacente, enquanto os descongestionantes funcionam estreitando os vasos sanguíneos no olho para reduzir a vermelhidão visível.

P: É comum sentir um ligeiro ardor ao usar as gotas pela primeira vez?

R: O ardor ou sensação de picada ocular transitória é mencionado nos relatórios de segurança oficiais como a reação local mais frequentemente reportada. Este efeito é geralmente descrito como ligeiro e ocorreu numa percentagem significativa de doentes durante os relatórios clínicos.

P: Os documentos oficiais são claros sobre a utilização do colírio durante a amamentação?

R: A informação oficial indica que a Azelastina é excretada no leite humano em pequenas quantidades após a utilização ocular. Devido a esta evidência, os documentos regulamentares afirmam que a utilização durante o período de amamentação não é, geralmente, recomendada.

P: O que deve ser feito se alguém engolir acidentalmente o colírio?

R: Os folhetos informativos oficiais para o doente aconselham que, no caso de as gotas serem engolidas acidentalmente, deve ser procurado aconselhamento médico imediato. Isto envolve habitualmente contactar um médico ou o serviço de urgência de um hospital.

P: O colírio de Azelastina pode causar secura ocular?

R: Os relatórios oficiais de reações adversas listam sintomas como ardor, comichão ou secura ocular como efeitos secundários menos comuns. Os documentos oficiais referem que pode ser necessária precaução ao utilizar as gotas se a pessoa tiver condições pré-existentes de olho seco ou da córnea, devido à presença do conservante.

P: Qual é o perfil de risco deste colírio comparado com os sprays nasais com a mesma substância ativa?

R: O perfil de risco do colírio é considerado baixo em relação a efeitos fora do olho. Isto deve-se ao facto de ocorrer uma exposição sistémica mínima após a administração tópica ocular; o nível do fármaco na corrente sanguínea é considerado demasiado baixo para causar problemas sistémicos clinicamente relevantes.

P: A Azelastina foi estudada para outras condições além das alergias sazonais?

R: O medicamento está oficialmente indicado para a conjuntivite alérgica sazonal. No entanto, alguns documentos regulamentares também incluem uma indicação para a conjuntivite alérgica não sazonal (perene), que ocorre durante todo o ano.

P: Que informação está disponível sobre a utilização em idosos?

R: Os estudos clínicos demonstraram que as gotas não parecem causar efeitos secundários ou problemas diferentes em pessoas idosas em comparação com adultos mais jovens. Não há indicação oficial de necessidade de uma dosagem diferente ou de monitorização de segurança específica para a população idosa.

P: As gotas podem afetar o funcionamento de outros medicamentos tomados por via oral?

R: A informação regulamentar oficial indica que não são esperadas nem estão formalmente documentadas interações medicamentosas clinicamente relevantes. Isto deve-se ao facto de a quantidade de medicação absorvida pelo corpo após a aplicação das gotas ser muito pequena.

P: Por que razão o uso oficial está limitado a problemas oculares alérgicos?

R: O uso oficial está limitado ao tratamento de problemas oculares alérgicos porque a aprovação do fármaco baseia-se em ensaios clínicos que demonstraram especificamente a sua eficácia e segurança no alívio da comichão e dos sintomas associados à conjuntivite alérgica.

P: Existe menção na investigação ao uso do colírio antes do início da época das alergias?

R: Sim, algumas orientações regulamentares referem a possibilidade de uso profilático. Isto significa que, se a exposição ao alergénio for antecipada, o produto pode ser utilizado para gestão preventiva antes de a exposição ocorrer.

P: Existem casos relatados de interação do colírio com o álcool?

R: Os documentos regulamentares oficiais afirmam que não são conhecidas ou documentadas interações entre o colírio e alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

P: O colírio de Azelastina pode ser utilizado para irritação ocular não causada por alergias?

R: O medicamento é indicado especificamente para a comichão ocular relacionada com a conjuntivite alérgica. Os rótulos oficiais aconselham que não deve ser utilizado para tratar a irritação causada por lentes de contacto ou infeções oculares.

P: O que acontece se alguém se esquecer de uma aplicação programada?

R: A informação oficial para o doente refere que uma aplicação esquecida pode ser utilizada assim que for lembrada. No entanto, é explicitamente aconselhado nunca tomar uma dose dupla para compensar a aplicação esquecida.

P: Está descrito se o colírio de Azelastina é seguro para pessoas com síndrome do olho seco?

R: As gotas contêm o conservante cloreto de benzalcónio. Devido a este componente, alguns documentos oficiais referem que pode ser necessária precaução para doentes com condições pré-existentes, tais como olho seco ou distúrbios da córnea.

P: O que devem os doentes saber sobre o potencial de vermelhidão ocular com este colírio?

R: A vermelhidão ocular é monitorizada como um resultado terapêutico em estudos clínicos, mas também está listada nos relatórios oficiais como um efeito secundário pouco frequente, tendo sido relatado numa pequena percentagem de doentes (1% a 10%).

P: Qual é o período recomendado para eliminar o frasco após a abertura?

R: As orientações oficiais recomendam frequentemente eliminar o frasco 28 dias após a primeira abertura para ajudar a garantir que a solução permanece estéril e eficaz.

Como Azelast Eye Drops deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Azelast colírio

A solução oftálmica de azelastina deve ser conservada e manuseada de acordo com requisitos específicos para manter a sua integridade e esterilidade.

Condições de Armazenamento

O medicamento deve ser conservado a uma temperatura ambiente, tipicamente entre os 20 °C e os 25 °C, embora algumas embalagens permitam o armazenamento num intervalo entre os 2 °C e os 25 °C. É obrigatório proteger o produto do congelamento.

No caso dos recipientes multidose, o frasco deve ser guardado na posição vertical e mantido bem fechado quando não estiver a ser utilizado. Para evitar a contaminação, a ponta do conta-gotas não deve tocar em qualquer superfície.

Estabilidade e Eliminação

Os recipientes unidose, destinados a uma única utilização, devem ser eliminados imediatamente após a aplicação. Para segurança das crianças, o medicamento deve ser mantido fora da sua vista e do seu alcance. Os colírios não utilizados, com o prazo de validade expirado ou sobrantes devem ser eliminados em conformidade com os regulamentos locais de resíduos farmacêuticos e ambientais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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