Avicin

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Avicin

Propriedade Descrição
Princípio ativo Ofloxacina (Monoterapia)
Formas Comprimido oral, Xarope oral, Solução IV, Gotas oftálmicas
Classe farmacológica Antibiótico Fluoroquinolona
Uso comum Resolução de infeções bacterianas
Origem Sintética

Que tipo de medicamento é o Avicin (Ofloxacina)?

O Avicin é um medicamento sujeito a receita médica definido pelo seu princípio ativo, a Ofloxacina, que é um agente antimicrobiano sintético de largo espectro. Este medicamento pertence à classe farmacológica das fluoroquinolonas, sendo especificamente categorizado como um antibiótico quinolona de segunda geração. A literatura clínica sustenta consistentemente a eficácia desta classe contra uma vasta gama de espécies bacterianas, o que constitui a característica fundamental para a sua utilidade na medicina. Esta capacidade de largo espectro é altamente valorizada no tratamento de infeções onde os organismos causadores podem ser variados, como as que se encontram tipicamente nos tratos urinário ou respiratório.

Composição e Formas: Ofloxacina como Ingrediente Único

A composição fundamental do Avicin centra-se num único princípio ativo, a Ofloxacina, geralmente fornecido como uma monoterapia. A Ofloxacina é fabricada em diversas preparações farmacêuticas distintas para facilitar várias vias de administração, incluindo o comprimido oral convencional e um xarope oral líquido, bem como uma solução estéril para administração intravenosa e uma solução oftálmica tópica. A existência destas diversas formas farmacêuticas permite que os profissionais de saúde selecionem a preparação específica necessária para um tratamento sistémico ou direcionado, distinguindo a sua utilidade de medicamentos com forma única.

O Objetivo Geral da Ação Antimicrobiana do Avicin

O objetivo geral do Avicin é alcançar a resolução de infeções bacterianas subjacentes através da exercitação de um efeito bactericida definitivo. Confirmou-se que a sua ação se baseia na inibição dos processos de ADN bacteriano, que é o mecanismo exato que resulta na morte das bactérias patogénicas. Esta ação fisiológica direta assegura que o fármaco aborda a causa raiz da doença ao eliminar a fonte da infeção, um princípio clinicamente reconhecido para a resolução de enfermidades que exigem uma intervenção antimicrobiana robusta.

Quais efeitos secundários são possíveis com Avicin?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O Avicin está associado a um risco de efeitos secundários graves, incapacitantes e potencialmente permanentes que envolvem os tendões, músculos, articulações, nervos e o sistema nervoso central. Autoridades reguladoras têm imposto restrições significativas à sua utilização e exigem avisos de destaque para informar doentes e profissionais de saúde sobre estes riscos. Estas reações adversas podem ocorrer em simultâneo no mesmo doente e podem manifestar-se desde horas a semanas após o início do tratamento, persistindo por vezes durante meses ou anos após a sua interrupção.

Reações Adversas Graves e Clinicamente Significativas

Os efeitos secundários documentados mais graves incluem:

  • Tendinite e Rutura de Tendão: Inflamação ou rutura de tendões, que pode ocorrer durante o tratamento ou mesmo meses após a sua interrupção. Este risco é mais elevado em idosos, pessoas com insuficiência renal, recetores de transplantes e doentes a tomar corticosteroides sistémicos.
  • Neuropatia Periférica: Danos nos nervos fora do cérebro e da medula espinhal, resultando em dor, sensação de queimadura, formigueiro, dormência ou fraqueza nos braços ou pernas.
  • Efeitos no Sistema Nervoso Central: Estes incluem reações psiquiátricas (tais como ansiedade, confusão, depressão, alucinações e pensamentos suicidas) e convulsões.
  • Outros Eventos Graves: Exacerbação da fraqueza muscular em doentes com miastenia gravis, prolongamento do intervalo QT (uma anomalia do ritmo cardíaco), reações de hipersensibilidade graves e diarreia severa associada à bactéria Clostridium difficile.

Efeitos Secundários Comuns

As reações mais comuns podem incluir náuseas, diarreia, cefaleias (dores de cabeça), tonturas e dificuldades em dormir. Estas são tipicamente menos graves do que as reações listadas anteriormente.

Monitorização de Segurança

Devido ao potencial de danos irreversíveis, a recomendação oficial é que o tratamento seja interrompido imediatamente ao primeiro sinal de dor nos tendões, inflamação ou sintomas de neuropatia (como dormência ou sensação de picadas). O fármaco deve ser reservado para utilização em doentes que não possuam alternativas terapêuticas para determinadas infeções menos graves.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda médica

A sobredosagem de Avicin (Ofloxacina) está formalmente descrita na rotulagem regulamentar como podendo levar a sinais clínicos graves e toxicidade sistémica. As manifestações documentadas no sistema nervoso central (SNC) incluem convulsões, tremores e sintomas associados ao aumento da pressão intracraniana, a par de sinais comportamentais como confusão, atordoamento e agitação. A exposição aguda tem sido também associada a compromissos motores, tais como a ataxia e a prostração.

O perfil oficial destaca desfechos graves que podem colocar a vida em risco, incluindo arritmias ventriculares e Torsades de pointes, bem como o potencial para insuficiência renal aguda e lesão hepática grave. As entidades reguladoras determinam que os indivíduos devem procurar assistência médica imediata após uma suspeita de sobredosagem.

É necessária ajuda médica urgente ao observar sinais como batimento cardíaco acelerado, dificuldade respiratória aguda (dispneia), palpitações cardíacas de início recente ou inchaço sugestivo de angioedema. A gestão clínica é definida como um tratamento sintomático e de suporte, incluindo a garantia de uma hidratação adequada e observação clínica. A rotulagem oficial afirma que não se conhece um antídoto específico e observa que a monitorização por ECG é recomendada devido aos riscos cardíacos. Os avisos específicos para determinadas populações destacam o risco aumentado de rutura de tendão em doentes idosos e em recetores de transplantes.

Usos terapêuticos de Avicin

Para que serve o Avicin: principais utilizações e benefícios

O Avicin é aplicado em domínios terapêuticos onde é necessário um apoio sintomático adicional, focando-se principalmente no alívio de períodos de maior desconforto e no contributo para a estabilidade funcional. A relevância terapêutica deste medicamento é fundamentada pela investigação sobre os seus componentes, disponível através de bases de dados de literatura médica.

É comummente utilizado para auxiliar no controlo de sintomas relacionados com desconforto físico, atividade fisiológica acentuada e sobrecarga funcional visível. Isto aplica-se a condições caracterizadas por manifestações episódicas ou flutuantes e a situações que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis. O Avicin apoia os doentes durante episódios difíceis ao atenuar o mal-estar, sendo considerado relevante para a gestão destes sintomas, particularmente quando estes interferem com as atividades rotineiras.

Facto Rápido: Alívio para Sintomas Intensificados

O Avicin é frequentemente utilizado quando os sintomas se intensificam e é necessário um alívio de apoio a curto prazo, ajudando a manter uma sensação de estabilidade nos momentos em que os sintomas são mais percetíveis.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode utilizar Avicin (Ofloxacina) — Informação Regulamentar Oficial

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Populações para as quais o uso é permitido Adultos (18 anos ou mais) que não apresentem condições de contraindicação ou que exijam precaução especial.
Populações para as quais o uso não é recomendado Doentes para os quais outros antibióticos comummente recomendados sejam apropriados para o tratamento de infeções não complicadas, de acordo com as restrições regulamentares.
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com antecedentes de hipersensibilidade à Ofloxacina, a outros antibacterianos quinolónicos ou a qualquer um dos excipientes.
Regras de elegibilidade por idade Contraindicado em crianças e adolescentes em idade de crescimento. É necessária precaução especial para doentes com mais de 60 anos devido ao risco aumentado de lesão nos tendões.
Regras de elegibilidade por condição específica Contraindicado em doentes com antecedentes de epilepsia ou um distúrbio do Sistema Nervoso Central (SNC) existente com um limiar convulsivo diminuído.
Elegibilidade na gravidez e aleitamento Contraindicado tanto em mulheres grávidas como em mulheres a amamentar.
Restrições relacionadas com a elegibilidade Contraindicado em doentes com antecedentes de distúrbios nos tendões relacionados com a administração anterior de fluoroquinolonas. É necessária precaução especial em doentes com insuficiência renal ou disfunção hepática grave (doença hepática).

Declarações Oficiais de Elegibilidade:

O Avicin (Ofloxacina) está contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou a qualquer outro antibacteriano da classe das fluoroquinolonas. O uso sistémico de Ofloxacina está contraindicado em crianças, adolescentes em fase de crescimento, mulheres grávidas e mulheres em período de aleitamento.

O medicamento está contraindicado em doentes com antecedentes de epilepsia, distúrbios do SNC com limiar convulsivo diminuído ou antecedentes de distúrbios nos tendões associados ao uso de fluoroquinolonas. Recomenda-se precaução especial para idosos, doentes com insuficiência renal ou doentes a receber corticosteroides.

Ligação ao Perfil Geral de Elegibilidade

Os documentos regulamentares estabelecem a base de utilizadores elegíveis através da imposição de contraindicações absolutas em estados patológicos específicos, reações adversas prévias e populações-chave nos domínios do desenvolvimento e reprodução. O perfil completa-se definindo populações onde o uso é condicional, exigindo precaução especial devido ao aumento de fatores de risco como a idade ou a função renal, limitando assim estritamente o grupo de doentes que pode utilizar o fármaco.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Avicin com outros medicamentos e produtos

Os documentos reguladores oficiais do Avicin (Ofloxacina) detalham interações específicas com medicamentos e outros produtos, classificadas de acordo com os seus efeitos na exposição ao fármaco e os riscos fisiológicos partilhados.


Requisitos de Absorção e Intervalos de Toma

A administração conjunta com agentes que contenham catiões multivalentes pode reduzir significativamente a exposição sistémica ao Avicin devido à formação de quelatos não absorvíveis. Isto inclui antiácidos (magnésio, alumínio), sucralfato e preparações que contenham ferro ou zinco. Para gerir este efeito, as informações oficiais determinam que o Avicin deve ser administrado pelo menos duas horas antes ou duas horas depois de tomar estes produtos.

Efeitos Farmacocinéticos e Metabólicos

Está documentado que a Ofloxacina altera os níveis plasmáticos de certos fármacos administrados em simultâneo. Pode interferir com a depuração da Teofilina e da Cafeína, levando potencialmente a concentrações plasmáticas elevadas destas substâncias. Inversamente, medicamentos como o Probenecide podem reduzir a depuração da Ofloxacina através da inibição da secreção tubular renal, aumentando assim a própria exposição sistémica ao Avicin.

Riscos Farmacodinâmicos Aditivos

As interações baseadas em efeitos fisiológicos partilhados incluem o risco aditivo de prolongamento do intervalo QT quando combinado com antiarrítmicos das Classes IA e III. Existe também um potencial aumentado de estimulação do sistema nervoso central (SNC) ou convulsões quando a Ofloxacina é combinada com certos AINEs (anti-inflamatórios não esteroides), como o Fenbufeno. O uso conjunto com agentes antidiabéticos (insulina ou agentes orais) pode resultar em episódios documentados de distúrbios da glicémia (hipoglicémia ou hiperglicémia). A utilização combinada de Ofloxacina e corticosteroides está associada a um risco acrescido de danos nos tendões, um risco que é explicitamente mais elevado em doentes com mais de 60 anos de idade.

Mecanismo de ação

Mecanismo Molecular do Avicin (Ofloxacina)

O Avicin exerce o seu efeito através de um mecanismo farmacodinâmico específico que interfere com processos bacterianos essenciais. A molécula atua como um veneno das topoisomerases, o que significa que ataca e inibe seletivamente duas enzimas microbianas críticas: a DNA girase (Topoisomerase II) e a Topoisomerase IV. Estas enzimas são vitais para a gestão da estrutura topológica do ADN bacteriano, incluindo o superenrolamento para a replicação e a separação dos cromossomas-filhos durante a divisão celular.

O fármaco liga-se ao complexo transitório formado entre a enzima e o ADN bacteriano clivado. Esta interação estabiliza o complexo após as cadeias de ADN terem sido cortadas, mas impede a religação crucial do ADN, levando à acumulação rápida de quebras de cadeia dupla de ADN letais. Este dano desencadeia uma sequência de autodestruição irreversível, conhecida como cascata bactericida. A consequente erradicação definitiva das bactérias patogénicas suscetíveis é a única consequência fisiológica deste mecanismo. O seu efeito é condicionado pela Resistência Mediada pelo Alvo e pela Sobre-expressão das Bombas de Efluxo, que impedem o fármaco de atingir concentrações letais ou de manter a afinidade de ligação nos seus alvos.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração do Avicin (Ofloxacina)

O Avicin é administrado através de várias vias oficialmente aprovadas, dependendo da utilização pretendida: a via oral (comprimido ou xarope) e a perfusão intravenosa (IV) destinam-se ao tratamento sistémico, enquanto as vias tópica oftálmica (gotas para os olhos) e tópica ótica (gotas para os ouvidos) são utilizadas para efeitos localizados.


Dosagem Sistémica e Esquema Posológico

A administração sistémica envolve tipicamente doses unitárias que variam entre 200 mg e 400 mg. Para a maioria das indicações, a dose diária total não deve ultrapassar os 800 mg.

Doses diárias de 400 mg ou menos podem ser administradas numa toma única. No entanto, se a dose diária total for superior a 400 mg, esta deve ser dividida em duas partes iguais e administrada aproximadamente a cada 12 horas. Os comprimidos ou o xarope por via oral podem ser tomados com ou sem alimentos. A solução para via IV requer uma diluição adequada antes da utilização e deve ser administrada lentamente por perfusão durante 60 minutos.


Dosagem em Populações Específicas e Restrições

O ajuste da dose é necessário com base na função orgânica do doente. Doentes com insuficiência renal ou hepática podem necessitar de uma redução da dose ou de um prolongamento do intervalo entre tomas para uma vez a cada 24 horas, conforme especificado nas informações oficiais do medicamento. O uso sistémico de Avicin não é geralmente recomendado para crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos devido a considerações sobre o crescimento. A duração do tratamento depende da condição clínica e não deve exceder os dois meses.


Procedimento em Caso de Esquecimento de uma Dose

Se houver o esquecimento de uma dose sistémica, esta deve ser tomada logo que o utilizador se lembre. Contudo, se estiver quase na hora da toma seguinte, deve-se apenas tomar a dose agendada e nunca duplicar a dose.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos do Avicin (Ofloxacina)

A investigação que sustenta a utilização da Ofloxacina foca-se na sua atividade contra infeções bacterianas específicas em vários sistemas do organismo. Esta visão geral descreve os tipos de estudos clínicos realizados e a natureza dos parâmetros examinados, mantendo-se neutral quanto a recomendações ou resultados individuais de doentes.


Evidência para Infeções Bacterianas Sistémicas

A investigação clínica para o uso sistémico (oral e intravenoso) da Ofloxacina consiste principalmente em Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e diversos Estudos Comparativos Terapêuticos. Estes ensaios exploraram o uso do fármaco em doentes adultos numa variedade de tipos de infeção onde a causa é suspeita ou confirmada como sendo bactérias suscetíveis.

Investigação em Infeções do Trato Urinário (ITU)

Foram realizados estudos sobre a utilização da Ofloxacina tanto em ITUs não complicadas como complicadas. A investigação para esta indicação envolve frequentemente ensaios comparativos onde a Ofloxacina foi avaliada face a outros agentes antibacterianos estabelecidos. Os investigadores desenharam estes estudos para medir dois resultados fundamentais: a eliminação bacteriológica (do organismo causador da doença) e a resposta clínica, que acompanha as alterações observadas nos sinais físicos e sintomas ao longo de um intervalo de tempo definido.

Investigação em Infeções Respiratórias Inferiores e de Pele

Ensaios Controlados Aleatorizados e Ensaios Prospetivos Abertos também exploraram o papel da Ofloxacina em infeções do trato respiratório inferior, tais como certos tipos de pneumonia adquirida na comunidade, bem como infeções não complicadas da pele e das estruturas cutâneas. A investigação destaca alterações medidas em parâmetros clínicos quando a Ofloxacina foi avaliada contra estirpes suscetíveis confirmadas. Para estas indicações, a qualidade da evidência varia entre os estudos e existe evidência comparativa recente limitada face a alguns dos novos agentes atualmente disponíveis.


Evidência para Infeções de Aplicação Local (Oftálmica e Ótica)

Para infeções que requerem uma aplicação direcionada, a Ofloxacina foi avaliada em Estudos Aleatorizados de Não-Inferioridade que compararam a solução tópica oftálmica ou ótica com outros tratamentos locais ou com um veículo não ativo. A investigação foi conduzida especificamente para condições como conjuntivite bacteriana, úlceras da córnea e certas infeções nos ouvidos.


O que ainda é Incerto na Investigação sobre o Avicin

Fontes autoritárias sugerem que o cenário da evidência, embora extenso para os usos estabelecidos, não é isento de incertezas. Uma preocupação primordial que a investigação continua a examinar relaciona-se com os padrões de resistência antimicrobiana. Os dados demonstram padrões de resistência que são relevantes para a capacidade de generalização de resultados de estudos mais antigos. Além disso, embora a Ofloxacina tenha sido estudada para várias condições, a informação permanece limitada quanto aos resultados em doentes onde as bactérias responsáveis desenvolveram resistência.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Avicin (FAQ)

P: Posso tomar Avicin se estiver a tomar um multivitamínico? As orientações oficiais indicam que produtos contendo catiões multivalentes, como o ferro, zinco ou cálcio — frequentemente presentes em multivitamínicos ou antiácidos — podem reduzir significativamente a absorção do Avicin pelo organismo. Para gerir este efeito, a recomendação oficial é que o Avicin seja tomado pelo menos duas horas antes ou duas horas depois do consumo deste tipo de produtos.

P: Existem problemas conhecidos ao tomar Avicin com analgésicos comuns, como o ibuprofeno? Os avisos regulamentares indicam que o Avicin pertence a uma classe de medicamentos (fluoroquinolonas) que acarreta um risco documentado, embora pouco comum, de aumento da estimulação do sistema nervoso central ou convulsões quando utilizado em simultâneo com certos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Caso esteja a utilizar um AINE, deve consultar a rotulagem médica completa para verificar potenciais interações.

P: Existe uma versão genérica do Avicin disponível? Sim, Avicin é o nome comercial do medicamento cujo princípio ativo é a Ofloxacina. Ofloxacina é o nome genérico estabelecido para este agente antimicrobiano específico.

P: Quanto tempo duram, normalmente, os efeitos do Avicin? A informação farmacocinética oficial indica quanto tempo o fármaco permanece no organismo. A semivida de eliminação média da Ofloxacina, que é o tempo necessário para o corpo eliminar metade da concentração do medicamento, é descrita como sendo normalmente entre 8 a 9 horas.

P: Qual é o motivo mais comum para a prescrição de Avicin? Devido ao seu perfil de segurança, as agências reguladoras aconselham que este medicamento seja reservado apenas para doentes que não tenham opções de tratamento alternativas para infeções bacterianas específicas e menos graves. Este estatuto regulamentar significa que a sua utilização é intencionalmente restrita quando existem outros tratamentos disponíveis.

P: O que acontece se eu parar de tomar Avicin subitamente? As orientações regulamentares instruem os indivíduos a não interromperem a toma do fármaco sem consultar um profissional de saúde, a menos que sejam aconselhados a fazê-lo devido à ocorrência de efeitos secundários graves. Interromper o tratamento antimicrobiano demasiado cedo está associado ao potencial desenvolvimento de resistência antimicrobiana.

P: O que devo fazer se suspeitar que o Avicin está a causar um efeito secundário? A informação oficial de segurança aconselha a interrupção imediata da medicação e a procura de ajuda médica de emergência ao primeiro sinal de certas reações graves, tais como dor nos tendões, sintomas neurológicos (como dormência ou formigueiro) ou efeitos graves no sistema nervoso central. Para reações menos graves, a documentação oficial sugere a consulta de um profissional de saúde.

P: É seguro conduzir enquanto tomo Avicin? Os documentos regulamentares aconselham os indivíduos a evitar conduzir ou operar máquinas pesadas ou perigosas até saberem como a medicação os afeta. Esta precaução deve-se ao facto de o fármaco ter o potencial de causar tonturas ou comprometer a coordenação e as reações.

P: A investigação sobre o Avicin é recente ou o fármaco já existe há muito tempo? O princípio ativo, a Ofloxacina, foi aprovado pela primeira vez pela FDA dos EUA em 1990, o que indica um longo historial de utilização. No entanto, as agências reguladoras emitiram múltiplos avisos de segurança atualizados e novas limitações de uso para esta classe de antibióticos desde 2008, demonstrando que as orientações de segurança estão sujeitas a revisão contínua.

P: Posso utilizar Avicin se tiver hipertensão arterial? A documentação regulamentar refere que a hipertensão arterial é uma condição que pode exigir consideração especial ou precaução durante o tratamento. Esta advertência está relacionada com os riscos documentados de anomalias no ritmo cardíaco e efeitos secundários relacionados com a aorta, associados à classe deste fármaco.

P: Com que rapidez é o Avicin removido do corpo? Os dados farmacocinéticos oficiais indicam que o medicamento é eliminado principalmente através dos rins. Entre 65% a 80% de uma dose oral administrada é descrita como sendo excretada inalterada através dos rins nas 48 horas seguintes à toma.

P: Existem preocupações conhecidas sobre a toma de Avicin com álcool, mesmo em pequenas quantidades? A informação oficial de prescrição refere que não existem interações conhecidas documentadas entre este medicamento e o álcool.

P: E se eu tiver tomado acidentalmente duas doses de Avicin? Os sintomas de sobredosagem relatados incluem reações como sonolência, náuseas, tonturas, confusão e dificuldade na articulação das palavras. Se houver suspeita de sobredosagem, os utilizadores são instruídos a procurar ajuda médica de emergência imediatamente.

P: O Avicin pode afetar as pílulas contracetivas? Embora o risco de falha sistemática seja considerado baixo, o medicamento tem o potencial teórico de alterar as bactérias intestinais, que fazem parte do processo de absorção e reciclagem de estrogénio dos contracetivos hormonais orais. Os doentes são aconselhados a discutir esta potencial interação com o seu profissional de saúde.

P: Existem avisos específicos para quem opera máquinas pesadas enquanto toma Avicin? A documentação oficial aconselha a evitar a operação de maquinaria perigosa até que o utilizador saiba como o medicamento o afeta. Este aviso baseia-se no risco de o fármaco causar tonturas ou prejudicar a coordenação e os reflexos.

P: É verdade que o Avicin pode tornar a pele mais sensível ao sol? Sim, a documentação oficial de segurança confirma que o fármaco está documentado como causador de fotossensibilidade (um aumento da sensibilidade à luz solar ou à luz ultravioleta). Os doentes são oficialmente aconselhados a evitar a exposição solar desnecessária e a utilizar medidas de proteção, como protetor solar, durante o tratamento.

P: Há quanto tempo foi o Avicin aprovado para utilização? O princípio ativo, a Ofloxacina, foi aprovado pela primeira vez pela FDA dos EUA em dezembro de 1990. A sua utilização tem sido alvo de revisão regulamentar contínua desde essa data.

Como Avicin deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Avicin

As diretrizes regulamentares oficiais para o Avicin (Ofloxacina) enfatizam o controlo rigoroso do ambiente de conservação para manter a estabilidade deste medicamento.

Requisitos de Conservação

O medicamento deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 20 °C e os 25 °C, de forma a protegê-lo do calor excessivo. O produto deve ser mantido ao abrigo do congelamento, da luz direta e da humidade. É essencial manter o Avicin no recipiente original em que foi fornecido, garantindo que este permanece bem fechado. Como requisito obrigatório de segurança, todos os medicamentos devem ser mantidos fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Não devem ser guardados medicamentos que tenham ultrapassado o prazo de validade ou que já não sejam necessários para o tratamento. O procedimento oficial para descartar o Avicin não utilizado consiste em consultar um profissional de saúde ou um farmacêutico, de modo a obter as orientações adequadas sobre os métodos de eliminação seguros.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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