Aureomycin

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Aureomycin

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Aureomycin

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio activo Clortetraciclina (frequentemente como cloridrato)
Formas farmacêuticas Cápsulas, comprimidos, pomada, pomada oftálmica
Classe farmacológica Antibiótico da classe das tetraciclinas
Uso comum Combate a infecções bacterianas
Origem Derivado natural (Streptomyces aureofaciens)

O que é a Aureomicina e qual a sua Identidade Química?

A Aureomicina é o nome comercial de um medicamento que contém o princípio activo clortetraciclina, a qual é quimicamente definida como um derivado da tetraciclina. A clortetraciclina é um composto de origem natural, originalmente isolado a partir da bactéria Streptomyces aureofaciens. Este fármaco é um antibiótico de largo espectro que foi introduzido em 1948, estabelecendo-se como a primeira tetraciclina. Este estatuto pioneiro é clinicamente reconhecido por especialistas em doenças infecciosas por ter lançado as bases para toda a classe de antibióticos relacionados.

Esta substância de princípio activo único é frequentemente fornecida como cloridrato de clortetraciclina para assegurar a sua estabilidade. É preparada em diversas formas farmacêuticas, incluindo cápsulas e comprimidos para ingestão oral, e tanto pomada como pomada oftálmica para administração tópica. A disponibilidade de múltiplas formas permite um tratamento direccionado, como o uso da pomada oftálmica para infecções oculares superficiais, o que representa uma abordagem de formulação específica.


Classe Farmacológica e Finalidade da Clortetraciclina

A clortetraciclina é categorizada como um antibiótico e pertence especificamente ao grupo dos antibióticos da classe das tetraciclinas. A finalidade geral central deste fármaco é combater e resolver infecções bacterianas. Sendo um antibiótico de largo espectro, é comummente utilizada em cenários onde pode estar envolvida uma grande variedade de agentes patogénicos bacterianos.

O fármaco cumpre esta função actuando como um agente bacteriostático, o que significa que a sua acção principal não consiste em destruir as bactérias directamente, mas sim em interromper a sua capacidade de crescer, propagar-se e reproduzir-se. Estudos farmacológicos confirmam que este mecanismo específico, que envolve a inibição da síntese proteica, limita eficazmente a proliferação das bactérias. Esta distinção funcional — travar o crescimento em vez da eliminação directa — é uma característica fundamental da classe das tetraciclinas, distinguindo-as dos antibióticos bactericidas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Aureomycin?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança oficial da Clortetraciclina (Aureomicina) é estruturado com base em grupos definidos de reacções adversas e restrições estabelecidas para a sua classe. Esta estrutura fundamenta a compreensão dos riscos documentados do medicamento, os quais variam consoante a formulação.


Âmbito das Reacções Adversas

As reacções adversas mais comuns comunicadas para as formulações tópicas ou oftálmicas são tipicamente localizadas. Estas enquadram-se nas categorias de Doenças Oculares e Doenças Cutâneas e Tecidos Subcutâneos, incluindo ardor transitório, irritação ligeira, vermelhidão (eritema) e reacções de sensibilidade local no local de aplicação. Estão também documentadas reacções de hipersensibilidade.

Classificação Exemplos de Reacções
Reacções Locais Ardor transitório, irritação, vermelhidão, inchaço local, prurido (comichão)
Riscos Sistémicos da Classe Fotossensibilidade, Superinfecção

Efeitos Graves de Classe e Restrições Populacionais

Enquanto fármaco da classe das tetraciclinas, a clortetraciclina acarreta avisos relativos a condições potencialmente graves e riscos específicos para certas populações, cuja divulgação é necessária mesmo quando o produto é utilizado de forma tópica ou veterinária.

A utilização de tetraciclinas durante a segunda metade da gravidez, na primeira infância e na infância (até aos 8 anos de idade) pode causar a descoloração permanente dos dentes (amarelo-cinzento-acastanhado) e a inibição do crescimento ósseo. Além disso, esta classe está associada a reacções graves, tais como a Hipertensão Intracraniana Idiopática (Pseudotumor Cerebri) e colite grave (diarreia associada a Clostridioides difficile).

Os padrões relacionados com a exposição incluem um risco documentado de fotossensibilidade, que se traduz numa reacção exagerada ao escaldão solar, exigindo precaução relativamente à exposição à luz solar. É referido que o uso prolongado acarreta o risco de superinfecção devido ao crescimento excessivo de organismos não susceptíveis, incluindo fungos.

O medicamento é contra-indicado em casos de hipersensibilidade conhecida à substância activa, a outras tetraciclinas ou a qualquer componente da formulação específica.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem de Aureomicina e Quando Procurar Ajuda

A documentação regulamentar descreve o potencial de toxicidade sistémica associado a uma exposição elevada à classe das tetraciclinas, à qual a Aureomicina (clortetraciclina) pertence. As manifestações de sobredosagem podem incluir sintomas gerais como fraqueza, febre, fadiga, náuseas, dor abdominal e icterícia ligeira. Os dados laboratoriais podem revelar níveis elevados de aminotransferase sérica e fosfatase alcalina.

A toxicidade sistémica de nível elevado é classificada como potencialmente fatal, podendo conduzir a disfunção hepática grave, esteatose hepática aguda, insuficiência hepática aguda, disfunção renal e, subsequentemente, falência multiorgânica. O perfil destaca uma consideração específica para certas populações: o risco de síndrome de esteatose hepática aguda é superior em mulheres grávidas, particularmente durante o último trimestre ou no período pós-parto imediato.

No caso de uma exposição acidental, especialmente se o produto for ingerido, as normas regulamentares exigem uma acção imediata. É imperativo procurar ajuda médica ou contactar o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) imediatamente. Não existe um antídoto específico para a toxicidade por tetraciclinas, sendo também referido que a substância não é dialisável. A gestão clínica baseia-se na interrupção imediata do produto e na aplicação rigorosa de medidas de suporte, sendo que os casos graves exigem cuidados intensivos e a monitorização da função multiorgânica.

Usos terapêuticos de Aureomycin

A principal utilização terapêutica da Aureomicina é como antibiótico da classe das tetraciclinas, tendo o cloridrato de clortetraciclina como princípio activo. Actualmente, este medicamento não se encontra aprovado para uso humano sistémico nas principais jurisdições, mas é comummente utilizado na gestão de gado e aves. As suas principais indicações envolvem a utilização em situações que incluam certos sintomas de mal-estar associados a causas bacterianas. Estas utilizações aplicam-se em domínios onde é necessário suporte sintomático adicional, sendo relevantes em contextos marcados por um aumento do desconforto relacionado com estados inflamatórios ou irritativos e sintomas que criem um esforço fisiológico notório.

As utilizações específicas para as quais o produto pode prestar auxílio incluem a aplicação na abordagem de conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou disruptivos, tais como os associados à enterite bacteriana, pneumonia bacteriana (complexo de febre dos transportes), anaplasmose em bovinos e sinovite infecciosa em aves. De um modo geral, a Aureomicina apoia os pacientes durante episódios de desconforto acrescido e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional. Isto pode ajudar, genericamente, a aliviar a carga sintomática global em condições caracterizadas por períodos de sintomas intensos nas espécies animais para as quais o produto está rotulado.

“O produto apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas e pode ajudar os pacientes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas.”

Facto Rápido: Pode auxiliar em sintomas relacionados com desconforto físico.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Não Pode Utilizar Aureomicina?

A elegibilidade para a Aureomicina (clortetraciclina) é estritamente definida por documentos regulamentares, focando-se na fase de desenvolvimento, alergias e função orgânica. Este fármaco faz parte da classe das tetraciclinas e a sua utilização é regida por condicionantes de segurança oficiais.

Contra-indicações e Restrições

População/Condição Estado de Elegibilidade (Regulamentar)
Crianças com menos de 8 anos Proibido/Contra-indicado (Risco de descoloração permanente dos dentes e hipoplasia do esmalte)
Gravidez Proibido (Durante o segundo e terceiro trimestres)
Hipersensibilidade às Tetraciclinas Contra-indicado (Alergia conhecida a esta classe de fármacos)
Insuficiência Hepática Grave Contra-indicado

Utilização que Requer Cautela

Indivíduos com comprometimento pré-existente da função renal (rins) ou hepática (fígado) requerem uma avaliação cuidada. As informações oficiais indicam que o uso nestas populações pode ser restrito ou condicional, exigindo frequentemente ajustes na dose para evitar a acumulação do fármaco e potencial toxicidade. A Aureomicina é geralmente aprovada para utilização em adultos e adolescentes com mais de 8 anos de idade que não apresentem nenhuma das contra-indicações absolutas listadas acima.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interacções com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar oficial da Aureomicina (clortetraciclina) estabelece limitações específicas relativas a interacções, baseando-se principalmente em dois mecanismos fundamentais: a formação de complexos não absorvíveis e a alteração dos efeitos terapêuticos. Esta secção resume as interacções clinicamente significativas identificadas em fontes governamentais autorizadas.


Categorias de Interacções Documentadas

Categoria de Produto Interagente Implicação Prática Principal
Produtos contendo catiões metálicos (ex.: Antiácidos, Ferro, suplementos de Cálcio, Bismuto) Redução da absorção da Aureomicina, exigindo um intervalo obrigatório entre as administrações para manter níveis adequados do fármaco.
Anticoagulantes Orais (ex.: Varfarina, Acenocumarol) Potencial aumento do efeito anticoagulante devido à supressão da flora intestinal, exigindo uma monitorização rigorosa dos testes de coagulação (ex.: INR).
Penicilinas Potencial antagonismo do efeito bactericida, uma vez que os fármacos bacteriostáticos podem interferir com a acção de antibióticos bactericidas.
Retinóides Específicos (ex.: Acitretina, Bexaroteno) Risco acrescido de desenvolvimento de pseudotumor cerebri, resultando em recomendações para evitar a combinação ou contra-indicação.

Estas interacções documentadas determinam que a co-administração com preparações que contenham metais deve ser cuidadosamente espaçada no tempo. Além disso, pode ser necessário um ajuste da dose dos anticoagulantes orais, e certas combinações, particularmente com retinóides, são restringidas devido ao risco elevado de efeitos adversos graves.

Mecanismo de ação

Bloqueio Molecular da Síntese Proteica Bacteriana

A Aureomicina (clortetraciclina) actua através de uma ligação directa e reversível à subunidade ribossómica 30S da bactéria, obstruindo especificamente o sítio aceitador (A) do aminoacil-tRNA. Esta acção impede a incorporação de novos aminoácidos, o que interrompe a síntese subsequente de proteínas estruturais e enzimáticas.


Inibição da Via de Tradução e Bacteriostase

A inibição directa da fase de elongação da tradução define a cascata mecanística central do fármaco, na qual a interferência molecular conduz ao resultado fisiológico da supressão do crescimento. A consequência deste mecanismo é um efeito bacteriostático, o que significa que a capacidade de proliferação do organismo é travada.


Vias de Resistência e Limitações Mecanísticas

O mecanismo do fármaco é limitado quando as bactérias activam contramedidas, tais como a activação de proteínas de bombas de efluxo, que expulsam activamente a molécula, ou a produção de proteínas de protecção ribossómica, que impedem a ligação eficaz. Estes mecanismos de resistência adquirida diminuem directamente a concentração do fármaco no local de actuação, levando a uma concentração ineficaz do medicamento no sítio-alvo.

Informações sobre dosagem e administração

Âmbito da administração

Via de administração: A via de administração é oral, sendo o fármaco fornecido principalmente através de rações medicadas, cobertura sobre a ração (top-dress) ou na água de bebida, conforme autorizado por um médico veterinário.

Esquema posológico: A dose é altamente variável, dependendo da espécie animal, do peso corporal e da condição específica a tratar. A dose é tipicamente expressa em miligramas de clortetraciclina por libra de peso corporal por dia ou em gramas por tonelada de ração completa (por exemplo, 10 mg/lb de peso corporal/dia ou 70 mg/cabeça/dia). O tratamento é administrado continuamente durante um período curto e definido, como, por exemplo, por um período não superior a 5 dias ou continuamente durante 7 a 14 dias.

Momento da administração e relação com a alimentação: Quando administrado como cobertura sobre a ração, o suplemento medicado deve ser espalhado uniformemente para garantir que todos os animais possam consumir a dose necessária. As soluções para vitelos não devem ser administradas em leite ou substitutos de leite.

Requisitos de preparação: A Aureomycin na forma de Artigo Medicado de Tipo A requer uma diluição específica com ingredientes da ração para criar uma pré-mistura, que é depois minuciosamente misturada na ração medicada final de Tipo C. As soluções de pó solúvel para administração na água devem ser preparadas diariamente para garantir a frescura.

Regras de administração por grupo etário: O uso não está aprovado para fêmeas de gado leiteiro com 20 meses de idade ou mais, incluindo vacas secas. Aplicam-se dosagens específicas a classes distintas de idade e peso, tais como vitelos, gado em crescimento e gado de carne com mais de 700 libras.

Condições processuais especiais: O uso de rações ou água medicada contendo Aureomycin está sujeito a uma Directiva de Alimentos Medicados (VFD) ou Receita Médica (Rx) emitida por um médico veterinário licenciado. Esta condição é obrigatória e o produto deve ser utilizado estritamente conforme indicado no rótulo aprovado e na ordem da VFD, sendo o uso fora das indicações do rótulo estritamente proibido.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre a Aureomicina

A investigação que explora a utilização da Aureomicina (Clortetraciclina) abrange diferentes formulações, incluindo a sua função original como um antibiótico pioneiro e as suas utilizações tópicas e veterinárias modernas. A evidência disponível inclui ensaios controlados mais antigos e estudos de eficácia mais recentes, cada um focado em medidas específicas de alteração dentro de populações definidas. Os resultados fornecem um contexto, mas não oferecem previsões individuais para respostas particulares.


Evidência para Uso Tópico na Infeção Ocular por Clamídia

A investigação estudou a Aureomicina na sua forma de pomada oftálmica em contextos que envolvem infeções bacterianas do olho, especificamente as causadas pelo organismo Chlamydia trachomatis. Os estudos realizados durante períodos de maior atividade dos sintomas incluíram ensaios clínicos aleatorizados (ECA). Estes estudos examinaram resultados relacionados com o desconforto físico e procuraram medir padrões relacionados com a erradicação microbiológica. A qualidade da evidência varia, uma vez que grande parte dos dados provém de ensaios mais antigos que utilizaram amostras de tamanho reduzido (N aprox. 85).


Evidência para Uso Tópico em Peri-implantite Grave

A substância ativa, Clortetraciclina, foi avaliada como uma terapia local adjunta no contexto da peri-implantite grave, uma condição marcada por limitações funcionais em torno de implantes dentários. Os estudos exploraram a sua utilização em conjunto com procedimentos de limpeza mecânica em ECA de pequena escala realizados em adultos. A investigação examinou parâmetros clínicos, tais como a Profundidade de Sondagem (PS) e resultados associados a estados inflamatórios ou irritativos. As dimensões das amostras foram modestas (N aprox. 32), o que limita a generalização dos resultados, e as revisões sistemáticas observaram uma elevada heterogeneidade entre os parâmetros medidos nos estudos.


Evidência de Ensaios de Campo para Indicações Veterinárias

A clortetraciclina foi avaliada em ensaios de campo regulamentares e estudos de eficácia para utilização em várias espécies animais, incluindo gado e aves, em condições como a enterite bacteriana e a pneumonia. A evidência descreve padrões relacionados com resultados que refletem o funcionamento diário (por exemplo, a manutenção do peso) e os estudos monitorizaram alterações nos sintomas relacionados com a doença. A evidência para estas utilizações rotuladas está documentada em fichas informativas regulamentares baseadas em dados históricos de eficácia no terreno.


Lacunas na Investigação e Áreas de Incerteza

A investigação que explora os efeitos focou-se, em grande parte, em resultados de curto ou médio prazo. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e as durações do acompanhamento foram limitadas, proporcionando pouca perceção sobre a durabilidade das alterações observadas. A qualidade da evidência varia entre os estudos e a evidência comparativa em relação a tratamentos mais recentes é frequentemente escassa na literatura disponível publicamente. A elevada variabilidade na prevalência da resistência aos antibióticos representa uma área de investigação contínua e significativa.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre a Aureomicina (FAQ)


P: A Aureomicina é o mesmo tipo de medicamento que a penicilina?

R: A Aureomicina (clortetraciclina) pertence à classe de antibióticos das tetraciclinas, que atuam de forma bacteriostática, o que significa que impedem o crescimento das bactérias. As penicilinas pertencem a uma classe diferente e são geralmente bactericidas, ou seja, eliminam as bactérias. Documentos oficiais referem que, devido a esta diferença de ação, os dois tipos de antibióticos podem resultar em antagonismo (efeitos opostos) se forem utilizados em simultâneo.


P: Para que condições é a Aureomicina mais frequentemente utilizada?

R: Os documentos regulamentares oficiais classificam a Aureomicina como um antibiótico de largo espetro utilizado na gestão de diversas infeções bacterianas. As utilizações aprovadas e a investigação examinaram especificamente a sua aplicação em formulações para infeções oftálmicas (olhos) e em certas aplicações veterinárias.


P: A Aureomicina pode ser utilizada numa infeção de pele?

R: Sim, a clortetraciclina está disponível numa formulação em pomada destinada ao uso antimicrobiano tópico. De acordo com a rotulagem regulamentar, está explicitamente assinalada como 'Apenas para uso externo' e a informação indica que se destina à aplicação em pequenas áreas afetadas da pele.


P: Existem produtos domésticos comuns que interagem com a Aureomicina?

R: Sim, a documentação oficial estabelece uma restrição específica relativa a produtos que contenham catiões metálicos, o que inclui artigos comuns como antiácidos e certos suplementos de ferro ou cálcio. A toma destes produtos demasiado próxima da medicação pode interferir com a absorção, resultando potencialmente em níveis reduzidos do fármaco no organismo.


P: A Aureomicina interage com vitaminas ou suplementos comuns?

R: A documentação oficial observa uma restrição de interação com suplementos que contenham níveis elevados de ferro e cálcio. A informação oficial indica que é necessário separar as tomas para evitar interferências na absorção do fármaco.


P: É comum sentir cansaço ao tomar Aureomicina?

R: Sabe-se que a classe de medicamentos das tetraciclinas está associada a relatos de efeitos no sistema nervoso central. Estes efeitos podem incluir sintomas como fadiga ou cansaço. É frequentemente reportado que estes sintomas desaparecem após a conclusão do ciclo de tratamento.


P: A Aureomicina pode causar mal-estar estomacal ou náuseas?

R: Tal como acontece com muitos medicamentos da classe das tetraciclinas, as perturbações gastrointestinais, como mal-estar estomacal ou náuseas, estão entre os efeitos adversos mais comuns relatados na literatura médica.


P: A Aureomicina afeta as pílulas contracetivas?

R: Os avisos regulamentares para a classe das tetraciclinas indicam que a utilização deste tipo de antibiótico em simultâneo com contracetivos orais pode reduzir a eficácia da pílula contracetiva.


P: Porque é que os médicos prescrevem Aureomicina para infeções oculares?

R: A Aureomicina é formulada como uma pomada oftálmica e é um antibiótico de largo espetro com um espetro de atividade conhecido contra os tipos de bactérias que causam infeções oculares superficiais, como a Chlamydia trachomatis, conforme documentado na investigação.


P: Preciso de evitar certos alimentos ao tomar Aureomicina?

R: A documentação oficial aconselha contra a administração simultânea com alimentos ou líquidos que contenham níveis elevados de cálcio ou outros catiões metálicos. Isto inclui especificamente o leite ou substitutos do leite, pois tal pode interferir significativamente com a absorção do medicamento.


P: Sentir tonturas é um possível efeito secundário da Aureomicina?

R: Os avisos regulamentares para a classe das tetraciclinas reconhecem que foram relatados efeitos secundários no sistema nervoso central. Estes efeitos podem incluir tonturas, atordoamento ou vertigens.


P: A Aureomicina é eficaz contra infeções virais?

R: Não. Os documentos oficiais definem a Aureomicina como um antibiótico; o seu mecanismo de ação visa apenas bactérias, sendo utilizada para gerir infeções bacterianas. Os antibióticos não são eficazes contra doenças causadas por vírus.


P: Quais são os sinais de uma reação alérgica grave à Aureomicina?

R: Uma reação alérgica grave (hipersensibilidade) à classe das tetraciclinas pode manifestar-se através de erupção cutânea grave ou urticária, inchaço do rosto, lábios ou língua e dificuldade em respirar ou engolir. Também podem ocorrer tonturas ou desmaios. Estes sintomas podem significar uma reação grave.


P: Existe uma versão genérica da Aureomicina disponível?

R: Aureomicina é o nome comercial do medicamento. A substância ativa, que é o equivalente não patenteado ou genérico, é a Clortetraciclina.


P: Porque é importante terminar o ciclo completo de Aureomicina?

R: Terminar o ciclo completo ajuda a manter concentrações eficazes do fármaco. Isto é importante para evitar que as bactérias sobrevivam e desenvolvam mecanismos de resistência, tais como a ativação de proteínas de bomba de efluxo que expulsam o medicamento, conforme detalhado nas descrições oficiais do mecanismo do fármaco.


P: A Aureomicina causa infeções fúngicas (por leveduras)?

R: Os documentos oficiais de segurança indicam que o uso prolongado do medicamento acarreta um risco de superinfeção (uma segunda infeção). Isto acontece devido ao crescimento excessivo de organismos não suscetíveis, o que inclui fungos, como os que causam as infeções fúngicas comuns.


P: Qual é a classificação de segurança típica da Aureomicina nos documentos oficiais?

R: À classe das tetraciclinas, à qual pertence a Aureomicina, foi atribuída a classificação de Categoria de Gravidez D pela FDA dos EUA. Esta classificação é utilizada para comunicar evidência estabelecida de risco baseada em dados humanos.


P: Existem avisos oficiais sobre conduzir ou utilizar máquinas enquanto se toma Aureomicina?

R: Os avisos regulamentares para a classe das tetraciclinas aconselham que os doentes devem ter cautela ao conduzir veículos ou operar máquinas perigosas. Esta recomendação é específica para aqueles que experienciam sintomas no sistema nervoso central, tais como tonturas ou vertigens.


P: Porque é importante tomar a Aureomicina com um copo de água?

R: As diretrizes regulamentares para a classe das tetraciclinas recomendam geralmente que o medicamento seja deglutido inteiro com uma quantidade substancial de líquido. Esta prática destina-se a minimizar o risco de desenvolver irritação esofágica (danos no esófago), que é um efeito adverso conhecido relacionado com a classe.

Como Aureomycin deve ser armazenado e descartado?

Armazenamento e Eliminação da Aureomicina (Clortetraciclina)

As normas regulamentares oficiais estabelecem condições específicas para o armazenamento e a eliminação dos produtos de Aureomicina, de forma a garantir a estabilidade do fármaco e a prevenir riscos.

Domínio Requisito Regulamentar
Temperatura de Conservação Conservar a Temperatura Ambiente Controlada, tipicamente entre 20°C e 25°C, sendo permitidas variações pontuais até aos 30°C.
Protecção Ambiental Proteger o produto do calor excessivo e da luz solar directa. As embalagens devem ser mantidas hermeticamente fechadas e em local seco.
Estabilidade e Manuseamento As soluções reconstituídas devem ser preparadas diariamente e não são estáveis em recipientes galvanizados. As formas em pó exigem manuseamento cuidadoso para evitar a acumulação de pó.
Segurança Infantil A indicação MANTER FORA DO ALCANCE E DA VISTA DAS CRIANÇAS é uma advertência obrigatória na rotulagem.
Eliminação Os medicamentos não utilizados não devem ser eliminados no lixo doméstico nem nos esgotos. A eliminação do conteúdo e da embalagem deve ser feita em conformidade com os regulamentos locais, regionais ou nacionais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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