Atack

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Atack

Método de ação: Bactericidal

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Atack

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Montelucaste
Forma Comprimidos orais (normais e mastigáveis) e grânulos
Classe farmacológica Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos (LTRA)
Uso comum Manutenção a longo prazo e controlo anti-inflamatório
Origem Sintética (molécula produzida em laboratório)

Atack: Uma Visão Geral sobre a Identidade do Medicamento

O Atack é um medicamento composto por um único princípio ativo, disponível apenas mediante receita médica, que contém montelucaste. Pertence a uma categoria específica de fármacos conhecida como Antagonistas dos Recetores dos Leucotrienos (LTRAs). Esta classe farmacológica foi concebida para interferir com certas substâncias químicas inflamatórias produzidas pelo corpo humano. O medicamento é o resultado de um processo sintético, o que significa que a sua molécula ativa é fabricada em laboratório. O montelucaste é reconhecido clinicamente como uma opção de manutenção de primeira linha, não corticosteroide, para condições respiratórias tanto em crianças como em adultos, um reconhecimento apoiado por estudos farmacológicos.

Para que é Utilizado o Atack (Objetivo Geral)?

O principal objetivo geral do Atack é proporcionar um controlo anti-inflamatório consistente e de longo prazo nas passagens respiratórias. Funciona como uma terapia de manutenção, que visa prevenir que problemas inflamatórios causem sintomas graves, em vez de proporcionar um alívio imediato para eventos agudos. Investigações publicadas em revistas científicas confirmam que o montelucaste atua bloqueando mediadores inflamatórios no sistema respiratório, validando o seu papel na terapia de manutenção. Isto significa que o fármaco ajuda a manter as reações defensivas do organismo sob controlo para reduzir o inchaço ao longo do tempo.

Formas Farmacêuticas e Composição

O Atack está disponível para administração oral, sendo habitualmente fornecido sob a forma de comprimidos (tanto normais como mastigáveis) e pequenos grânulos. Estas diferentes formas farmacêuticas orais tornam-no uma opção conveniente para o uso diário. A composição do fármaco centra-se no princípio ativo montelucaste, que é combinado com uma base ou veículo inativo e estável. O montelucaste é um antagonista seletivo dos recetores dos leucotrienos. Este material inerte forma a estrutura sólida do comprimido ou do grânulo, necessária para garantir que o medicamento é entregue e absorvido pelo corpo de forma fiável após ser ingerido.

Quais efeitos secundários são possíveis com Atack?

Atack: Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Visão Geral das Reações Adversas

O perfil de segurança oficial do Atack (montelucaste) é definido pelas classificações de reações adversas em múltiplos sistemas do organismo, com base em dados de utilização clínica e revisões regulamentares. Estas reações são agrupadas de acordo com o sistema de órgãos específico afetado e a frequência da sua ocorrência.

Estão documentados efeitos adversos que abrangem várias Classes de Sistemas de Órgãos, incluindo Infeções e Infestações, Doenças Gastrointestinais e Doenças do Sistema Nervoso. As reações reportadas com maior frequência, classificadas como Muito Frequentes ou Frequentes nos documentos oficiais, incluem infeções do trato respiratório superior, cefaleias (dores de cabeça) e dor abdominal.


Considerações Graves de Segurança

A documentação oficial dedica especial atenção a reações adversas raras, mas clinicamente significativas, particularmente os Eventos Neuropsiquiátricos. Estes eventos incluem relatos de ideação e comportamento suicida, agitação, agressividade e alucinações, que foram documentados tanto durante a utilização de curta como de longa duração.

Além disso, os dados de segurança registam o potencial de Lesão Hepatobiliar. Foram comunicados casos de elevação das enzimas hepáticas e instâncias raras de hepatite (colestática, hepatocelular ou de padrão misto). Estão também assinaladas reações de hipersensibilidade graves e raras, tais como anafilaxia e angioedema. Encontra-se igualmente documentada a ocorrência de eosinofilia sistémica, que por vezes se apresenta como vasculite (síndrome de Churg-Strauss).


Notas Específicas e Restrições por População

As informações de segurança incluem notas específicas para Pacientes Pediátricos relativas a potenciais alterações de comportamento e eventos relacionados com o humor. O medicamento não se destina a ser utilizado como tratamento de emergência para crises respiratórias agudas, e a sua utilização é restrita a indivíduos com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da formulação. Recomenda-se precaução em indivíduos com historial de perturbações psiquiátricas devido ao potencial de reações adversas neuropsiquiátricas graves.

A documentação oficial disponibiliza estas informações para estruturar a compreensão do perfil de risco do medicamento com base em dados regulamentares verificados.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Uma sobredosagem medicamentosa é uma emergência médica que requer atenção profissional imediata. Se houver suspeita de uma sobredosagem de qualquer substância, incluindo o Atack, deve contactar imediatamente os serviços de emergência.

Sintomas de Sobredosagem Documentados

As manifestações clínicas específicas e oficialmente documentadas de uma sobredosagem para o Atack não estão disponíveis nos principais organismos reguladores. No entanto, os sinais gerais de toxicidade medicamentosa aguda grave, dependendo da substância, podem incluir:

No Sistema Nervoso Central, pode ocorrer sonolência extrema, confusão, ausência de resposta a estímulos ou coma. No Sistema Respiratório, os sinais podem incluir respiração lenta, superficial ou interrompida, ou a emissão de sons guturais ou de ressonar. Em relação ao Sistema Cardiovascular, pode observar-se pulsação fraca ou rápida, ou tensão arterial baixa. Quanto à pele e aspeto geral, pode verificar-se pele pálida ou húmida e fria, ou uma coloração azulada ou arroxeada nos lábios ou unhas, estado conhecido como cianose.

Ações de Emergência Necessárias

Se suspeitar que alguém tomou uma dose excessiva de Atack ou de qualquer outra substância, a ação imediata necessária é ligar para o 112 ou o número de emergência local. Forneça ao operador de emergência o nome da substância e a quantidade ingerida, se for do seu conhecimento. Monitorize a respiração da pessoa até à chegada de ajuda médica. Não tente induzir o vómito, a menos que receba instruções diretas de um profissional de saúde ou de um centro antivenenos.

Fatores de Risco

O risco de sobredosagem é frequentemente aumentado quando uma substância é tomada em doses superiores às recomendadas, misturada com outros medicamentos, especialmente outros depressores do Sistema Nervoso Central como o álcool, ou devido a condições médicas individuais. Informe sempre os profissionais de emergência sobre quaisquer substâncias ingeridas simultaneamente.

Usos terapêuticos de Atack

De acordo com a rotulagem oficial, o Atack (montelucaste) é habitualmente utilizado como um tratamento de manutenção aplicado em condições que envolvem processos inflamatórios ou irritativos nas vias respiratórias. O seu uso contribui para atenuar a carga global de sintomas.

Este medicamento é relevante para o alívio de sintomas em três áreas principais: a gestão a longo prazo da asma crónica, o alívio sintomático da rinite alérgica sazonal e perene, e a gestão de dificuldades respiratórias induzidas pelo exercício físico.

Apoio Respiratório Crónico e Alérgico

Este tratamento é aplicado na abordagem de sintomas que frequentemente interferem com as atividades diárias, tais como a pieira, a tosse, o aperto no peito, os espirros e a congestão nasal. A utilização proativa deste fármaco pode integrar uma estratégia de gestão sintomática para ajudar a prevenir episódios previsíveis, oferecendo um alívio de suporte que, geralmente, auxilia os pacientes a lidar de forma mais estável com as flutuações dos sintomas.

"Este uso é relevante quando os sintomas se tornam mais percetíveis e é necessária assistência sintomática de curto prazo para manter a estabilidade funcional."


Facto Rápido: Alívio para a Inflamação Persistente das Vias Respiratórias

Domínio do Sintoma Benefício Principal Contexto Clínico
Asma Apoia a gestão de manifestações episódicas Tratamento de manutenção crónica
Alergias Apoia o alívio de sintomas nasais e oculares Uso sazonal ou ao longo de todo o ano
Induzido pelo Exercício Apoia o conforto durante a atividade física Uso profilático antes do esforço

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade oficial para a utilização do Atack (montelucaste) é estritamente definida por documentos regulamentares, que detalham as populações para as quais o uso é permitido, restrito ou explicitamente proibido.

Populações Contraindicadas

A utilização do Atack é contraindicada em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao montelucaste ou a qualquer outro componente da formulação. O seu uso é igualmente proibido para o tratamento de crises agudas de asma ou de "status asthmaticus" (estado de mal asmático).

Regras por Grupo Etário e Condições de Saúde

Grupo Populacional Estatuto Regulamentar Contexto da Restrição
Pacientes Pediátricos Não estabelecido para asma abaixo dos 12 meses de idade, ou para broncoconstrição induzida pelo exercício (BIE) abaixo dos 6 anos. A elegibilidade varia consoante a idade e a indicação clínica específica.
Função Orgânica Sem necessidade de ajuste posológico na insuficiência renal ou insuficiência hepática ligeira a moderada. A utilização em casos de insuficiência hepática grave não foi avaliada pelas autoridades regulamentares.
Gravidez e Amamentação O uso é condicional, sendo recomendado apenas se for claramente essencial ou necessário. Esta condição aplica-se tanto durante a gestação como no período de aleitamento.
Metabólicas / Outras Os comprimidos mastigáveis contêm fenilalanina, exigindo precaução em pacientes com Fenilcetonúria (PKU). O fármaco não deve substituir abruptamente a terapêutica com corticosteroides orais ou inalados.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar define o perfil de interações do Atack (montelucaste) baseando-se, essencialmente, nos efeitos sobre a exposição sistémica do organismo ao fármaco e em restrições específicas de utilização concomitante.

Interações Farmacocinéticas

O montelucaste é um substrato das enzimas hepáticas do Citocromo P450 (CYP), o que pode originar interações clinicamente relevantes com determinados moduladores enzimáticos. A administração conjunta com o Genfibrozil (um inibidor do CYP 2C8/2C9) aumenta a exposição sistémica (AUC) ao montelucaste em aproximadamente 4,4 vezes. Inversamente, a coadministração com o Fenobarbital, um indutor enzimático potente, diminui a exposição sistémica em cerca de 40%. Outros indutores fortes do CYP, como a Rifampicina, podem reduzir de forma semelhante as concentrações de montelucaste. Os estudos realizados não documentaram efeitos farmacocinéticos com relevância clínica na administração conjunta de Teofilina, Varfarina, Digoxina ou contracetivos orais.

Restrições de Administração e Notas Específicas

Estão formalmente documentadas restrições específicas quanto à utilização deste medicamento. O Atack não deve substituir abruptamente os corticosteroides inalados ou orais. Os pacientes com sensibilidade conhecida à aspirina devem continuar a evitar a aspirina ou outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs). Relativamente à formulação, a ingestão de uma refeição rica em gorduras reduz a concentração plasmática máxima (Cmax) dos grânulos orais em 35%. Além disso, os pacientes com insuficiência hepática ligeira a moderada apresentam um metabolismo diminuído, resultando numa exposição sistémica 41% superior em comparação com indivíduos saudáveis.

Mecanismo de ação

Alvo no Recetor CysLT1 e Via dos Leucotrienos

O mecanismo fundamental do Atack, que contém montelucaste, consiste no antagonismo seletivo e de elevada afinidade do Recetor de Cisteinil-Leucotrienos Tipo 1 (Recetor CysLT1). Esta ação molecular impede que o leucotrieno D4 (LTD4), uma molécula sinalizadora da inflamação, se ligue e ative o seu recetor, interrompendo assim uma importante via pró-inflamatória no sistema respiratório.


Modulação do Tónus Muscular Respiratório e da Resposta Tecidual

Ao bloquear o recetor CysLT1, o Atack inibe os sinais que, de outra forma, desencadeariam a contração da musculatura lisa das vias respiratórias e o aumento da permeabilidade vascular. Esta dupla ação modifica as consequências fisiológicas da acumulação de líquidos nos tecidos (edema) e regula a sinalização associada à hiper-responsividade brônquica.


Limitação Mecanística como Ação Profilática

O mecanismo funciona através de uma modulação contínua e dependente do tempo do ambiente inflamatório, exigindo uma ocupação persistente do recetor para exercer o seu efeito. No entanto, o mecanismo de antagonismo não envolve a cascata intracelular rápida necessária para uma reversão imediata de uma contração muscular pré-existente. Esta característica define a sua atividade mecanística como sendo de natureza profilática.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Atack

O Atack (montelucaste) é um medicamento sujeito a receita médica destinado a uma utilização crónica e contínua para o controlo a longo prazo, devendo respeitar-se rigorosamente uma dose diária única e consistente. A sua administração é feita exclusivamente por via oral, estando disponível em diversas formas para se adaptar a diferentes grupos etários e necessidades. Este fármaco não está indicado para reverter dificuldades respiratórias súbitas e agudas, devendo ser tomado todos os dias, mesmo na ausência de sintomas.


Administração Oficial e Dosagem

População Dose Diária Padrão Momento / Forma Farmacêutica
Adultos e Adolescentes (≥15 anos) 10 mg Uma vez ao dia, de preferência à noite (comprimido revestido por película).
Pediátrica (6–14 anos) 5 mg Uma vez ao dia (comprimido mastigável).
Pediátrica (2–5 anos) 4 mg Uma vez ao dia (comprimido mastigável ou grânulos).

Para o tratamento de manutenção da asma e/ou rinite alérgica concomitante, a dose deve ser administrada uma vez ao dia, ao final do dia ou à noite. Se o medicamento for utilizado exclusivamente para a rinite alérgica sazonal, poderá ser tomado em qualquer altura do dia. Quando utilizado para a prevenção da broncoconstrição induzida pelo exercício (BIE) em adultos e adolescentes, deve tomar-se uma dose única de 10 mg, pelo menos duas horas antes da atividade física; não deve ser administrada uma dose adicional para a BIE num intervalo de 24 horas após a dose anterior.


Requisitos de Administração

Os grânulos orais podem ser administrados diretamente na boca ou misturados com uma colher de alimentos moles (como puré de maçã, cenoura, arroz ou gelado) ou em 5 mL de leite de fórmula ou leite materno. A dose total dos grânulos, quer seja tomada diretamente ou misturada, deve ser consumida num período de 15 minutos após a abertura da saqueta. O comprimido normal revestido por película pode ser tomado independentemente da ingestão de alimentos. No caso de uma dose esquecida, os pacientes devem tomar a dose seguinte à hora habitual e não devem tomar uma dose extra para compensar a falha.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos do Atack (Montelucaste)


Evidência para a Utilização no Controlo da Asma a Longo Prazo

A base de investigação para o Atack em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, como a asma crónica, baseia-se principalmente em Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) e revisões sistemáticas. Estes estudos examinaram resultados relacionados com o desequilíbrio funcional em adultos e crianças, incluindo alterações medidas na função pulmonar, como a leitura do FEV1 (Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo), e resultados reportados pelos pacientes que descrevem o desconforto percecionado e o nível de atividade. A evidência descreve que este medicamento foi avaliado em estudos desenhados para o controlo de manutenção a longo prazo.

Os estudos reportaram padrões de alteração nos scores de sintomas de asma e examinaram se estes estavam associados à frequência de exacerbações da asma e à necessidade de utilização de medicação de alívio. Estudos comparativos reportaram diferenças no efeito medido na função pulmonar quando comparado com corticosteroides inalados. A investigação destaca que as respostas individuais podem variar e os preditores para os resultados medidos não estão totalmente estabelecidos. Os resultados a longo prazo, para além de um ano, estão menos caracterizados em contextos controlados.


Evidência para a Utilização na Resposta a Dificuldades Respiratórias Induzidas pelo Exercício

A evidência sobre o papel do Atack na resposta a dificuldades respiratórias induzidas pelo exercício deriva de estudos específicos, de curta duração e controlados, utilizando protocolos padronizados de esforço físico. Esta investigação explorou o efeito do medicamento em resultados medidos após o esforço físico. Os achados descrevem padrões observados nos grupos de ensaio, com dados que fornecem uma perspetiva sobre as alterações medidas no declínio da função pulmonar pós-exercício em comparação com o placebo.

As durações do acompanhamento foram limitadas em muitos destes estudos, uma vez que se focaram principalmente no efeito agudo e imediato. Consequentemente, existe informação limitada sobre a utilização diária contínua especificamente para esta indicação na vida rotineira, dado que a investigação foi frequentemente conduzida sob condições laboratoriais controladas.


Evidência para a Utilização na Rinite Alérgica (Sazonal e Perene)

A base de evidência para a utilização do Atack na gestão de condições que envolvem períodos de agravamento de sintomas, como a rinite alérgica, provém de inúmeros ensaios aleatorizados e controlados por placebo. Estes estudos examinaram resultados associados a estados inflamatórios, tais como a redução nos scores totais de sintomas nasais e na qualidade de vida reportada pelos pacientes. Os achados descrevem padrões consistentes de alterações medidas nos sintomas em ambas as formas, sazonal e perene, de rinite alérgica. Carece de evidência comparativa para uma confrontação direta e consistente com todas as outras classes de tratamento estabelecidas, tais como sprays nasais de corticosteroides, particularmente no que diz respeito à magnitude do efeito na congestão nasal.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Atack (FAQ)


P: O Atack é um nome comercial ou o nome genérico?

A substância ativa do Atack é o montelucaste, que é o seu nome genérico. Atack é o nome comercial sob o qual esta formulação específica é geralmente comercializada e vendida.


P: O Atack está aprovado noutros países além dos EUA?

Estudos e documentos oficiais confirmam que a substância ativa, o montelucaste, está aprovada e regulamentada por vários organismos governamentais a nível internacional. Isto inclui a Agência Europeia de Medicamentos e a Therapeutic Goods Administration na Austrália.


P: Os efeitos secundários comuns do Atack são geralmente ligeiros?

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência incluem infeção das vias respiratórias superiores, dor de cabeça e dor abdominal. O perfil de segurança oficial também inclui considerações de segurança graves, particularmente no que diz respeito a eventos neuropsiquiátricos.


P: O Atack pode causar sonolência ou afetar a minha capacidade de conduzir?

Documentos oficiais de segurança indicam que a sonolência foi comunicada como uma reação adversa. A informação regulamentar sugere que a precaução é adequada em relação a atividades como conduzir até que o indivíduo compreenda como o Atack afeta a sua concentração.


P: Existem efeitos secundários tardios ou a longo prazo associados à utilização de Atack?

Os avisos oficiais indicam que reações adversas graves, especificamente eventos neuropsiquiátricos (incluindo ideação e comportamento suicida), foram documentadas durante a utilização a curto e a longo prazo. Estes eventos também foram observados em contextos de pós-comercialização.


P: Quais são os sinais de um efeito secundário grave do Atack?

Os doentes e cuidadores devem estar cientes da necessidade de monitorizar sinais de eventos graves, tais como alterações no comportamento e no humor (agitação, depressão, pensamentos suicidas). Outros sinais podem incluir sintomas de erupção cutânea grave ou inchaço, ou indícios de problemas hepáticos, como urina escura ou icterícia.


P: É normal sentir cansaço após tomar Atack?

Os relatórios oficiais listam cansaço ou fraqueza invulgares como um possível efeito secundário do medicamento. Além disso, a fadiga também foi observada como um sintoma associado a relatos de problemas hepáticos.


P: O Atack pode afetar o humor ou causar alterações comportamentais?

Sim, a documentação oficial do Atack contém um aviso destacado sobre o risco de alterações graves de comportamento e de humor. Os eventos comunicados incluem ansiedade, agitação, agressividade, depressão e certas perturbações do sono.


P: Existe uma lista de todos os efeitos secundários possíveis do Atack?

A documentação oficial fornece uma lista extensa de reações adversas, agrupadas pelo sistema de órgãos afetado e pela frequência de ocorrência. Embora seja abrangente, os relatórios indicam que a lista está em constante evolução com base na experiência clínica.


P: Posso beber álcool enquanto tomo Atack?

Não existe interação farmacocinética conhecida entre o Atack e o álcool. Devido ao potencial documentado de problemas hepáticos, a possibilidade de risco relacionado com o consumo de álcool é mencionada na informação oficial.


P: O Atack interage com analgésicos de venda livre?

Os doentes com sensibilidade conhecida à aspirina têm uma restrição que exige que evitem a aspirina ou outros Anti-Inflamatórios Não Esteroides (AINEs) enquanto utilizam Atack.


P: Existem suplementos ou vitaminas que devam ser evitados com o Atack?

A coadministração com indutores enzimáticos fortes pode diminuir a concentração de Atack no organismo. Sabe-se que alguns produtos à base de plantas ou suplementos atuam como indutores enzimáticos fortes e podem potencialmente ter um efeito semelhante.


P: O Atack pode ser tomado com antibióticos comuns?

A informação oficial documenta a ausência de efeitos clinicamente importantes com alguns medicamentos. No entanto, estudos mostram que um indutor enzimático potente como a Rifampicina (um tipo de antibiótico) pode diminuir a concentração de Atack. As interações com outros tipos de antibióticos comuns nem sempre foram formalmente estudadas.


P: O que acontece se o Atack for tomado com cafeína?

Estudos indicam que a toma de Atack com Teofilina, uma substância relacionada com a cafeína, não revelou efeitos clinicamente importantes. O perfil de interação com a própria cafeína não foi especificamente estudado na documentação oficial.


P: Devo informar o meu médico sobre todos os meus produtos à base de plantas antes de tomar Atack?

A informação oficial baseia-se na divulgação de todos os produtos, incluindo suplementos e produtos à base de plantas, ao médico, uma vez que certos indutores enzimáticos potentes podem diminuir a concentração do medicamento.


P: O Atack pode interagir com medicamentos para a tensão arterial?

Estudos não encontraram efeitos clinicamente importantes quando o Atack foi coadministrado com Digoxina. O perfil de interação com outras classes comuns de medicamentos para a tensão arterial não está detalhado especificamente no texto oficial.


P: Com que rapidez devo esperar sentir os efeitos do Atack?

Para a asma, a melhoria clínica dos sintomas é geralmente observada no prazo de um dia após o início do tratamento. Quando tomado para dificuldades respiratórias induzidas pelo exercício, o efeito é demonstrado no prazo de 1 a 2 horas após a administração.


P: Qual é a duração típica da ação de uma dose de Atack?

O efeito broncoprotetor para dificuldades respiratórias induzidas pelo exercício é demonstrado durante 24 horas. A semivida plasmática do fármaco é de aproximadamente 2,7 a 5,5 horas em adultos saudáveis.


P: O Atack precisa de ser tomado exatamente à mesma hora todos os dias?

Para a asma e a rinite alérgica, a dose deve ser tomada uma vez por dia, à noite. Como o medicamento se destina ao controlo de manutenção a longo prazo, a consistência na ingestão diária é recomendada.


P: O Atack pode perder a sua eficácia ao longo do tempo?

Evidências indicam que o Atack mantém a sua eficácia ao longo do tempo. O desenvolvimento de tolerância não foi amplamente comunicado durante o tratamento a longo prazo.


P: Quanto tempo após a interrupção do Atack é que este permanece no meu organismo?

A semivida plasmática do fármaco é de aproximadamente 2,7 a 5,5 horas em adultos jovens saudáveis. A semivida representa o tempo necessário para que a concentração do fármaco no sangue se reduza para metade.


P: As crianças podem tomar Atack?

Sim, o Atack está aprovado para utilização em certas populações pediátricas. A elegibilidade começa aos 12 meses para a asma e aos 6 anos para dificuldades respiratórias induzidas pelo exercício, com doses específicas para diferentes faixas etárias.


P: O Atack é secretado no leite materno?

Estudos relatam a presença da substância ativa montelucaste no leite humano. A utilização durante a amamentação é geralmente recomendada apenas se for claramente necessária.


P: Pessoas com problemas hepáticos podem utilizar Atack?

Doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada podem utilizar o medicamento. No entanto, a utilização em casos de compromisso hepático grave não foi formalmente avaliada.


P: Que condições subjacentes impedem geralmente alguém de receber uma prescrição de Atack?

As contraindicações incluem hipersensibilidade conhecida a qualquer componente e a necessidade de tratar um ataque agudo de asma. É aconselhada precaução para doentes com antecedentes de perturbações psiquiátricas ou com a condição genética Fenilcetonúria.


P: O Atack é adequado para doentes com doença renal?

O fármaco é eliminado principalmente por via biliar e não pelos rins. Por conseguinte, não se prevê ajuste posológico para doentes com compromisso renal.


P: Qual é a classificação oficial do Atack pelas organizações de saúde?

O produto é classificado como um Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos (LTRA). Em termos de risco na gravidez, foram atribuídas classificações específicas por diferentes autoridades internacionais.


P: Como é que o Atack é excretado do corpo?

O Atack é eliminado quase exclusivamente por via biliar, após sofrer um extenso metabolismo hepático.


P: O Atack requer alguma monitorização especial ou exames laboratoriais regulares?

Devido ao risco de problemas hepáticos e elevação das enzimas hepáticas, a necessidade de monitorização de sintomas e, em certas circunstâncias, de testes de função hepática, é uma consideração documentada.

Como Atack deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Atack

A rotulagem oficial exige que os comprimidos de Atack sejam conservados à temperatura ambiente, especificamente abaixo dos 30 °C.

Condições de Conservação

Para garantir a estabilidade e a integridade do medicamento, este deve ser guardado na sua embalagem de origem para que esteja protegido da humidade.

No caso da forma de suspensão oral preparada, é proibido congelar o medicamento. Esta suspensão deve ser bem agitada antes de cada utilização e não deve ser guardada por um período superior a 30 dias após a primeira abertura. Relativamente aos comprimidos conservados num frasco de polietileno de alta densidade (HDPE), estes devem ser eliminados decorridos 3 meses após a primeira abertura do mesmo. Independentemente da forma farmacêutica, todas as apresentações do Atack devem ser mantidas fora da vista e do alcance das crianças.

Eliminação

O Atack não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos. Devido ao facto de a substância ativa ser classificada como uma substância perigosa para o ambiente, o produto não deve ser deitado na canalização, nos esgotos ou em cursos de água.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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