Astofen

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Astofen

O Astofen é uma entidade farmacêutica cuja substância ativa é o Fumarato de Cetotifeno, um composto sintético utilizado como agente antialérgico. É fabricado em diversos mercados globais, tendo o seu histórico de desenvolvimento origem na Sandoz Pharmaceuticals durante a década de 1970.

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Fumarato de Cetotifeno
Classe Farmacológica Anti-histamínico, Estabilizador de Mastócitos
Formas Principais Solução Oftálmica, Comprimido, Xarope
Objetivo Geral Alívio do mal-estar alérgico
Origem Sintética (derivado de benzociclo-heptatiofeno)

Que Tipo de Medicamento é o Astofen?

O Fumarato de Cetotifeno é formalmente classificado pelas autoridades de saúde como um Estabilizador de Mastócitos e um Anti-histamínico H1. Este duplo agrupamento farmacológico distingue o produto de substância única de agentes com apenas uma ação, posicionando-o para abordar processos alérgicos em múltiplas frentes.

O composto é identificado estruturalmente como um derivado de benzociclo-heptatiofeno, o que confirma a sua origem sintética. Estudos farmacológicos fundamentam a sua eficácia em contextos clínicos na mitigação da inflamação alérgica em diversos quadros clínicos, tornando-o um agente reconhecido para a gestão alérgica prolongada.


Composição e Formas de Administração

A composição base utiliza a substância ativa Fumarato de Cetotifeno para criar formulações adequadas tanto para aplicação tópica como sistémica. O fármaco está habitualmente disponível como uma solução oftálmica para aplicação direta no olho e sob formas orais (comprimidos ou xarope) para uso interno.

Esta diferença dita a via de administração principal: a solução oftálmica é utilizada topicamente para um alívio localizado, enquanto as formas orais se destinam à administração sistémica para tratar manifestações alérgicas generalizadas em todo o corpo. A composição final na preparação oftálmica é uma solução aquosa, concebida para garantir a esterilidade e estabilidade após a aplicação.

Quais efeitos secundários são possíveis com Astofen?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O Astofen (Fumarato de Cetotifeno) possui reações adversas e características de segurança oficialmente documentadas. O perfil de segurança é geralmente categorizado pela frequência de ocorrência e pelo sistema ou órgão específico afetado.


Reações Adversas por Frequência e Classe de Sistemas de Órgãos

As reações adversas mais comummente relatadas variam dependendo da formulação do produto (oral ou oftálmica). Estas classificações baseiam-se em normas regulamentares padronizadas.

Classificação de Frequência Exemplo de Reação Adversa Classe de Sistema de Órgãos Principal
Frequentes Irritação ocular, Dor ocular, Sonolência, Dor de cabeça (cefaleia) Afeções oculares, Afeções do sistema nervoso
Pouco Frequentes Secura na boca, Tonturas, Sedação Afeções gastrointestinais, Afeções do sistema nervoso

Os efeitos adversos observados para a solução oftálmica incluem reações localizadas, tais como ardor ou picada ocular e irritação ocular. No caso das formas orais, são frequentemente relatados efeitos no Sistema Nervoso, como sonolência e dores de cabeça.


Considerações de Segurança Graves

A substância ativa está associada a eventos raros, mas clinicamente graves. Reações de hipersensibilidade, incluindo manifestações severas como erupção cutânea bolhosa grave (ex.: síndrome de Stevens-Johnson), foram relatadas e implicam a interrupção do medicamento. A frequência destes eventos graves é tipicamente classificada como Desconhecida.

Limitações e Padrões de Segurança

Existem precauções específicas documentadas para a utilização deste fármaco. Recomenda-se cautela em doentes com histórico de epilepsia, devido a relatos raros de convulsões. Além disso, a utilização concomitante com outros depressores do sistema nervoso central, como álcool ou sedativos, pode potenciar os efeitos depressores centrais. Um padrão de segurança temporal específico observa que efeitos como a sonolência são frequentemente mais acentuados no início do tratamento e podem diminuir com a utilização continuada.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Esta secção detalha as manifestações oficialmente documentadas e as ações de emergência necessárias em caso de sobredosagem de Astofen (Fumarato de Cetotifeno), com base em dados de segurança farmacológica.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

As manifestações de sobredosagem são relatadas após a ingestão acidental ou intencional, envolvendo geralmente as formas orais. Os sintomas são classificados de acordo com o impacto no sistema nervoso central (SNC) e no sistema cardiovascular.

Sistema Manifestações Documentadas
Sistema Nervoso Central Sonolência, sedação grave, sonolência profunda (somnolência), desorientação, confusão, dor de cabeça e coma reversível. Convulsões e hiperexcitabilidade são especificamente observadas, especialmente em crianças.
Cardiovascular Taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) e hipotensão (pressão arterial baixa). A monitorização de bradicardia e depressão respiratória é também recomendada.

Ações de Emergência Necessárias

É necessária assistência médica imediata em caso de suspeita de sobredosagem. As orientações oficiais determinam que os indivíduos devem procurar cuidados médicos urgentes ou contactar imediatamente um centro de informação antivenenos.

O tratamento é essencialmente sintomático e de suporte. Medidas como a lavagem gástrica ou a emese (indução do vómito) estão documentadas para a eliminação do fármaco. Se ocorrer excitação grave ou convulsões, podem ser administrados barbitúricos de ação curta ou benzodiazepinas. Não existe um antídoto específico documentado para a sobredosagem com Fumarato de Cetotifeno. Recomenda-se a monitorização contínua do sistema cardiovascular, uma vez que o fármaco não pode ser eliminado através de diálise.

Usos terapêuticos de Astofen

Para que é Utilizado o Astofen: Principais Usos e Benefícios

O Astofen (Fumarato de Cetotifeno) é habitualmente utilizado em áreas onde é necessário um apoio sintomático adicional. Pode integrar a gestão sintomática de condições que envolvam processos inflamatórios ou irritativos. A sua aplicação ocorre em contextos que envolvem uma sobrecarga acrescida do sistema, onde o objetivo é ajudar a manter uma sensação de estabilidade.

O medicamento é relevante para aliviar sintomas associados a alterações agudas ou episódicas em condições que envolvem processos inflamatórios ou irritativos, tais como a conjuntivite alérgica e a asma atópica ligeira. É aplicado quando os sintomas se agrupam em padrões que requerem uma gestão de suporte, como os sintomas relacionados com estados irritativos nos olhos, na pele e no sistema respiratório.

“É comummente utilizado em condições caracterizadas por períodos de acentuação de sintomas e proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.”

O Astofen é considerado relevante no contexto da saúde respiratória crónica para a gestão a longo prazo da asma atópica ligeira, onde pode fazer parte de uma estratégia profilática para gerir as manifestações episódicas. Para auxílio sintomático localizado, é relevante para atenuar sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos, como a comichão (prurido) e a vermelhidão associadas a alergias oculares sazonais.


Facto Rápido: Gestão de Suporte para a Comichão O Astofen pode fazer parte da gestão sintomática de sintomas que criam um esforço fisiológico percetível, particularmente a comichão (prurido) associada a desconforto sistémico ou localizado.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Astofen? (Perfil Oficial de Elegibilidade)

Esta secção descreve os critérios de elegibilidade e não elegibilidade para a utilização de medicamentos que contêm aceclofenac, conforme definido pelas normas de saúde vigentes.

Restrições Absolutas (Contraindicações)

O Astofen não deve ser utilizado por indivíduos que apresentem os seguintes critérios:

Grupo Contraindicado Fundamentação da Elegibilidade
Hipersensibilidade Alergia conhecida ao aceclofenac, a outros anti-inflamatórios não esteroides (AINE), como a aspirina, ou a outros componentes do medicamento.
Doença Gastrointestinal Ativa Hemorragia gastrointestinal ativa, perfuração ou úlceras pépticas recorrentes.
Insuficiência Orgânica Grave Insuficiência cardíaca grave e não controlada (Classes II-IV da NYHA), insuficiência hepática grave ou compromisso renal grave.
Estado de Gravidez Mulheres no terceiro trimestre de gravidez.
Contexto Cirúrgico Indivíduos em período perioperatório de uma cirurgia de bypass coronário (Cirurgia de Revascularização Miocárdica — CABG).

Utilização Condicional e Grupos Não Recomendados

A utilização é restrita, exige precaução médica especial ou não é, geralmente, recomendada para as seguintes populações:

No que respeita aos doentes pediátricos, a utilização não está estabelecida ou não é recomendada para crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. Para os doentes idosos, o uso requer uma monitorização rigorosa e a dose eficaz mais baixa possível, devido ao risco aumentado de reações adversas graves.

Adicionalmente, deve haver cautela em doentes com compromisso das funções hepática ou renal de grau ligeiro a moderado. Por fim, o perfil de segurança exige atenção especial em doentes com hipertensão controlada ou fatores de risco cardiovascular pré-existentes.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação oficial estabelece o perfil de interação do Astofen (Fumarato de Cetotifeno) com base em classificações de risco e requisitos de administração.

Combinações Farmacodinâmicas e Restrições (Uso Sistémico)

A administração conjunta de Astofen oral com certas classes de fármacos acarreta riscos de potenciação. O Astofen por via oral pode potenciar os efeitos de depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo hipnóticos e sedativos, do álcool e de outros anti-histamínicos, resultando num efeito aditivo. O Astofen oral pode também potenciar os efeitos de anticoagulantes.

Uma restrição específica determina que a administração simultânea de Astofen oral e antidiabéticos orais, como as biguanidas, deve ser evitada. Esta medida deve-se ao risco de uma diminuição reversível na contagem de plaquetas (trombocitopenia).


Notas sobre Intervalos de Administração e Exposição

Existem condicionantes de procedimento aplicáveis à solução oftálmica. Quando as gotas oculares de Astofen são administradas em simultâneo com outras preparações oftálmicas, deve ser mantido um intervalo de, pelo menos, 5 minutos entre as aplicações. Além disso, as lentes de contacto moles devem ser removidas antes da administração tópica, devendo aguardar-se um período de, pelo menos, 15 minutos após a aplicação para a sua nova inserção.

Relativamente à exposição ao fármaco, em doentes com insuficiência hepática grave, a depuração do medicamento é provavelmente reduzida, o que pode levar à acumulação da substância não alterada no organismo.

Mecanismo de ação

A ação do Astofen é definida pela sua capacidade de modular sistemas e vias biológicas específicas, resultando numa resposta fisiológica alterada. É um agente direcionado que atua exclusivamente sobre os mecanismos fundamentais que sustentam a ativação de vias específicas.

Modulação Primária de Recetores e Enzimas

O Astofen inicia o seu efeito atuando em âmbitos que envolvem a sinalização mediada por recetores ou enzimas. Foi concebido para interagir com alvos reguladores fundamentais, conduzindo a uma alteração na dinâmica da sinalização em vias neurais ou humorais definidas. Esta ação primária é crucial para iniciar ou suprimir sequências de sinalização específicas que moldam a atividade do composto.

Modulação de Cascatas de Sinalização

O composto modifica etapas moleculares precoces em cascatas moleculares bem caracterizadas, que estão associadas a respostas fisiológicas acentuadas. O Astofen é relevante em sistemas onde predominam transmissores ou mediadores específicos, resultando numa influência restrita da atividade excessiva desses mediadores. Este processo permite uma interferência direcionada na via que ajusta o ponto de regulação da sinalização do sistema afetado.

Influência na Atividade das Vias

Ao influenciar mecanismos centrais, o Astofen intervém em processos que modificam a sinalização hiperativa ou desregulada em contextos mecanísticos centrais e/ou periféricos. O mecanismo do composto influencia processos que modificam respostas fisiológicas excessivas ao acionar mecanismos que alteram os padrões de sinalização, resultando nos ajustamentos fisiológicos específicos que caracterizam a sua atividade mecanística.

Informações sobre dosagem e administração

O Astofen (Fumarato de Cetotifeno) é utilizado de acordo com protocolos regulamentares distintos para as suas formulações orais (comprimidos ou xarope) e oftálmicas (solução). O princípio central de administração para ambas as formas envolve uma frequência consistente de duas vezes ao dia.

Para a administração oral, a dose de manutenção padrão é de 1 mg por dose. Este regime pode ser ajustado com base nas necessidades, começando com uma dose inferior ou aumentando até um máximo de 2 mg, duas vezes ao dia. Uma condição rigorosa para a utilização é que as formas orais devem ser administradas com alimentos. Ao interromper um tratamento oral crónico, o requisito procedimental oficial é uma redução gradual da dose ao longo de um período de 2 a 4 semanas. O sulco do comprimido destina-se apenas a facilitar a deglutição e não à divisão precisa da dose.

A solução oftálmica é aplicada topicamente numa dose de 1 gota no(s) olho(s) afetado(s), mantendo a frequência de duas vezes ao dia. Esta aplicação requer a remoção de lentes de contacto moles antes da utilização, seguida de um período de espera obrigatório de 10 a 15 minutos antes da nova inserção. A dosagem para doentes pediátricos com menos de três anos de idade requer um cálculo de 0,05 mg/kg para o xarope oral, embora a dosagem para crianças com idade igual ou superior a 3 anos siga geralmente o regime dos adultos.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Astofen

Esta secção faculta uma visão estruturada da investigação clínica relativa ao Astofen (Fumarato de Cetotifeno), centrando-se nos tipos de estudos realizados e nos resultados que estes investigaram, sem oferecer aconselhamento clínico ou interpretar resultados específicos. Os estudos ajudam a demonstrar o que foi observado até ao momento, mas a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.


Evidência para Utilização em Conjuntivite Alérgica

Esta secção resume o desenho e a estrutura dos ensaios clínica para a forma oftálmica do Astofen, incluindo os sintomas alérgicos específicos, como o prurido e a vermelhidão, que os investigadores mediram em períodos de estudo sazonais e de curto prazo, delineando as áreas onde a evidência ainda se encontra em desenvolvimento.

O Astofen foi avaliado em ensaios clínicos e estudos farmacológicos concebidos para explorar a forma como os sintomas se alteram ao longo do tempo, após a aplicação localizada da solução oftálmica. Estes estudos focaram-se em resultados associados a estados inflamatórios ou irritativos, especificamente em resultados comunicados pelos doentes que descrevem o desconforto percecionado, como o prurido ocular (comichão), e em medidas objetivas de hiperemia (vermelhidão). Os resultados descrevem padrões observados nos estudos, examinando a evolução da atividade sintomática nas populações observadas.


Evidência para Utilização em Asma Atópica Ligeira

Esta parte da visão geral aborda os tipos de estudos profiláticos e de longo prazo que examinaram a forma oral do Astofen, delineando os resultados primários, tais como alterações na frequência de episódios e a necessidade de outros medicamentos respiratórios de suporte.

A formulação oral foi avaliada em estudos que exploraram o seu potencial papel como componente numa abordagem de gestão a longo prazo para condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, como a Asma Atópica Ligeira. A investigação examinou resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, incluindo métricas relativas à frequência e gravidade de manifestações episódicas e ao nível global de esforço fisiológico sentido pelos doentes. Os estudos relataram como os sintomas evoluíram nas populações observadas ao longo de diferentes períodos de acompanhamento.


Limitações da Investigação sobre o Astofen

A investigação apresenta certas limitações documentadas. Falta evidência comparativa para alguns contextos e a qualidade da evidência varia entre os estudos, com alguns ensaios a utilizarem dimensões de amostra modestas ou a terem durações de acompanhamento limitadas. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, particularmente no que diz respeito à sustentabilidade da gestão ao longo de vários anos. Os dados para certos grupos, incluindo alguns grupos de doentes definidos por comorbilidades específicas, permanecem insuficientes e os resultados para estes subgrupos são incertos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Astofen

O que é o Astofen e para que é utilizado?

O Astofen é um medicamento que contém cetotifeno, uma substância com propriedades antialérgicas. É frequentemente indicado para a prevenção a longo prazo de sintomas associados à asma brônquica e para o alívio de condições alérgicas, como a rinite ou reações cutâneas. Importa notar que este medicamento é preventivo e não deve ser utilizado para interromper uma crise de asma aguda já em curso.

Quanto tempo demora o medicamento a fazer efeito?

O efeito terapêutico total do Astofen não é imediato. Embora a atividade anti-histamínica possa ser observada pouco depois da administração, a eficácia plena na prevenção da asma pode demorar entre quatro a doze semanas a estabelecer-se. Por este motivo, é fundamental manter a regularidade do tratamento conforme as orientações recebidas, mesmo que não sinta melhorias imediatas.

O Astofen pode causar sonolência?

A sonolência é um dos efeitos secundários mais reportados, particularmente nos primeiros dias de tratamento. Esta reação tende geralmente a diminuir ou a desaparecer com a continuação da utilização do medicamento. Recomenda-se precaução ao conduzir veículos ou ao operar máquinas durante a fase inicial da terapia até se conhecer a reação individual ao fármaco.

Existem restrições alimentares ou interações com outras substâncias?

O Astofen pode ser tomado com ou sem alimentos. No entanto, é aconselhável evitar o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento, uma vez que o álcool pode potenciar significativamente o efeito sedativo do medicamento. Além disso, deve informar-se sobre a utilização simultânea de outros depressores do sistema nervoso central ou de medicamentos para a diabetes, devido ao risco de interações específicas.

O que deve ser feito em caso de esquecimento de uma dose?

Se se esquecer de tomar uma dose, esta deve ser administrada assim que possível. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, deve saltar a dose esquecida e seguir o horário habitual. Nunca se deve duplicar a dose para compensar uma dose em falta, de modo a evitar o risco de sobredosagem.

Como Astofen deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento e Eliminação

As informações oficiais definem as condições obrigatórias para o armazenamento e a eliminação do Astofen (Fumarato de Cetotifeno), variando consoante a sua formulação.

Elemento Requisito Oficial
Temperatura Solução oftálmica: Conservar entre 4 °C e 25 °C. Formas orais: Conservar à temperatura ambiente (15 °C a 25 °C) e não congelar.
Proteção As formas orais devem ser armazenadas ao abrigo da luz direta, do calor e da humidade. Os recipientes oftálmicos devem ser mantidos bem fechados quando não estiverem a ser utilizados.
Verificação de Estabilidade Não utilize a solução oftálmica se esta mudar de cor ou se tornar turva.
Segurança Infantil Manter o Astofen fora da vista e do alcance das crianças; em caso de ingestão, contacte imediatamente um centro de informação antivenenos.
Eliminação Não guarde medicamentos com o prazo de validade expirado ou que já não sejam necessários. A eliminação deve cumprir os regulamentos locais e nacionais para produtos farmacu00euticos não utilizados.

Tanto as formas orais como as oftálmicas devem ser mantidas dentro dos intervalos de temperatura definidos e protegidas de fatores ambientais. A integridade da solução oftálmica é assegurada pela exigência de que o recipiente permaneça bem fechado. Por motivos de segurança, o produto deve ser armazenado fora do alcance das crianças, e a eliminação de medicamentos não utilizados ou expirados deve seguir as diretrizes regulamentares.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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