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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Assis

O Assis é um medicamento que contém a substância ativa asenapina. Pertence a um grupo de fármacos denominados antipsicóticos, que atuam no sistema nervoso central para ajudar a equilibrar certas substâncias químicas naturais, como a dopamina e a serotonina, que afetam o pensamento, as emoções e o comportamento.

Este medicamento é utilizado principalmente no tratamento de episódios maníacos moderados a graves associados ao transtorno bipolar I. O transtorno bipolar é uma condição de saúde mental caracterizada por alterações extremas de humor, que podem incluir períodos de euforia ou irritabilidade excessiva, conhecidos como mania, alternados com períodos de depressão.

O Assis ajuda a controlar os sintomas da mania, que podem incluir sentimentos de grandiosidade, necessidade reduzida de sono, pensamentos acelerados, fala rápida e, por vezes, comportamentos impulsivos ou agressivos. Ao estabilizar estas oscilações de humor, o medicamento auxilia na recuperação do equilíbrio emocional e na melhoria do funcionamento quotidiano do doente.

Quais efeitos secundários são possíveis com Assis?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança da combinação de Magaldrato e Simeticona (Assis) está fundamentado em fontes regulamentares oficiais, sendo que a maioria das reações adversas conhecidas está relacionada com a componente antiácida Magaldrato. Os efeitos secundários documentados são categorizados de acordo com a sua ocorrência e o sistema do organismo afetado.


Classificação Oficial de Reações Adversas

Os efeitos registados com maior frequência dizem respeito ao sistema gastrointestinal.

Classificação Exemplos de Reações
Pouco frequentes Diarreia, obstipação
Frequência desconhecida Reações de hipersensibilidade, dor abdominal, náuseas, vómitos

Considerações de Segurança Sistémica Grave

A documentação oficial alerta para o potencial de reações adversas sistémicas graves, particularmente com a administração prolongada ou em grupos de doentes específicos. Estes riscos encontram-se classificados como Doenças do metabolismo e da nutrição.

  • Desequilíbrio Eletrolítico e Toxicidade: A acumulação sistémica de alumínio (hiperaluminemia) e de magnésio (hipermagnesemia) constitui um risco documentado, especialmente em indivíduos com compromisso renal. Esta acumulação pode estar associada a neurotoxicidade e, em casos raros, a encefalopatia.
  • Saúde Óssea: O uso prolongado está associado ao risco de hipofosfatemia (níveis baixos de fosfato), o que pode contribuir para o desenvolvimento de condições como a osteomalacia (amolecimento dos ossos).

Limitações Relacionadas com a Segurança

Os textos regulamentares oficiais incluem advertências específicas quanto à duração do tratamento e a potenciais interações. As propriedades antiácidas do medicamento podem interferir com a absorção de outros fármacos administrados por via oral em simultâneo, o que representa uma limitação de segurança crucial definida na informação do produto. Recomenda-se oficialmente uma utilização cautelosa em doentes com insuficiência renal, devido ao risco acrescido de toxicidade sistémica.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais definem as manifestações e as ações de emergência necessárias em caso de sobredosagem de Assis (um AINE/antiagregante plaquetário). A sobredosagem pode apresentar-se através de um Perfil de Manifestação Sistémica específico, que inclui sinais precoces como acufenos (zumbidos nos ouvidos), hiperventilação, náuseas e vómitos. Quadros clínicos graves podem envolver acidose metabólica, hipertermia e alterações significativas do sistema nervoso central, tais como sonolência ou confusão.


Ações Imediatas e Desfechos Graves

A documentação determina que os indivíduos devem procurar assistência médica imediata ou contactar os serviços de emergência perante qualquer suspeita de sobredosagem ou o aparecimento de sintomas sistémicos. Isto deve-se ao risco de desfechos graves e potencialmente fatais, incluindo convulsões, edema pulmonar, insuficiência respiratória e colapso circulatório.


Gestão Regulamentar e Monitorização

Não se conhece um antídoto específico para os efeitos tóxicos deste agente; por conseguinte, a gestão foca-se em medidas de suporte e na eliminação da substância. Os procedimentos oficiais descritos incluem a descontaminação gástrica com carvão ativado e a correção do desequilíbrio ácido-base através da alcalinização urinária com bicarbonato de sódio intravenoso. É necessária monitorização hospitalar, incluindo verificações repetidas dos níveis de salicilato no soro e avaliação laboratorial de gases no sangue e eletrólitos. A rotulagem regulamentar observa também que os doentes idosos e indivíduos com compromisso renal pré-existente enfrentam um risco acrescido de toxicidade.

Usos terapêuticos de Assis

Factos Rápidos

  • Alivia dores e desconfortos ligeiros, tais como dores de cabeça ou mal-estar muscular.
  • Ajuda a reduzir a temperatura corporal elevada (febre).
  • Pode ser utilizado para ajudar a gerir a inflamação associada a certas condições.
  • Prescrito para reduzir o risco de coagulação sanguínea em populações específicas de doentes.

O Assis é um medicamento utilizado para ajudar a aliviar os sintomas de condições comuns que causam dores e desconfortos ligeiros, incluindo dores musculares, desconforto articular e dores de cabeça. Serve também para auxiliar na redução da febre em indivíduos que apresentem uma temperatura corporal elevada.

O medicamento pode ser utilizado na gestão da inflamação associada a certas condições, ajudando a tratar o inchaço e sintomas relacionados. Além disso, sob a orientação de um profissional de saúde, o Assis tem um papel importante na prevenção secundária de eventos cardiovasculares e cerebrovasculares.

Em populações específicas de doentes, este medicamento é prescrito para reduzir o risco de condições graves, tais como ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais associados a coágulos. Esta aplicação baseia-se na sua capacidade estabelecida de interferir com a coagulação do sangue nos vasos, promovendo um fluxo sanguíneo favorável. Para informações mais detalhadas sobre as indicações aprovadas e riscos, deve consultar-se a orientação oficial das autoridades de saúde. O Assis destina-se a ser utilizado dentro dos seus domínios terapêuticos indicados e apenas deve ser iniciado para proteção cardiovascular após uma revisão minuciosa por um profissional de saúde.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Assis?

A elegibilidade para o uso do Assis (Magaldrato/Simeticona) é definida de forma rigorosa pelas autoridades regulamentares com base na idade, sensibilidades conhecidas e condições de saúde existentes.


Contraindicações Absolutas (Não deve utilizar)

O medicamento é estritamente contraindicado em doentes com hipersensibilidade ou alergia conhecida ao Magaldrato, à Simeticona ou a qualquer componente da sua formulação. O uso é também proibido em indivíduos com risco de obstrução intestinal ou com condições gastrointestinais graves relacionadas. Além disso, as informações oficiais determinam que doentes debilitados não devem utilizar este medicamento.


Elegibilidade Condicional e por Idade

O Assis destina-se a adultos e adolescentes com 12 ou mais anos de idade. A utilização em crianças com menos de 12 anos não está estabelecida e requer uma determinação individual e definição de dose por parte de um profissional de saúde.


Utilização Restrita (Utilizar com Cuidado)

O uso requer precaução explícita e monitorização profissional em populações com insuficiência renal grave. Esta restrição é necessária para mitigar o risco de acumulação de alumínio e magnésio no organismo. Recomenda-se precaução semelhante para indivíduos com demência de Alzheimer ou para aqueles que seguem dietas com baixo teor de magnésio ou com restrição de sódio. No que respeita à gravidez e à lactação, o medicamento deve ser utilizado apenas se for claramente necessário e sob orientação profissional.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Assis é definido por interações farmacocinéticas que ocorrem ao nível da absorção de medicamentos no trato gastrointestinal. Os documentos regulamentares estabelecem que a administração conjunta de Assis com diversos medicamentos orais pode resultar numa exposição sistémica reduzida do medicamento administrado em simultâneo. Esta redução na biodisponibilidade é causada pela quelação ou ligação do medicamento pelos iões de alumínio e magnésio presentes no Magaldrato, bem como pelo efeito da alteração do pH gástrico.

As orientações oficiais indicam que a gravidade desta modificação da exposição é elevada para agentes como as tetraciclinas e os antibióticos do grupo das quinolonas, os quais estão sujeitos a regras que podem proibir a sua administração conjunta em alguns folhetos informativos. Para outros medicamentos, incluindo a digoxina, a levotiroxina e os sais de ferro, é obrigatória uma separação na administração, sendo geralmente indicado que o outro medicamento deve ser tomado duas a quatro horas antes ou depois do Assis.

Para além das interações entre medicamentos, está documentado que o Magaldrato se liga aos fosfatos alimentares e diminui a sua absorção. Existe uma limitação específica para indivíduos com insuficiência renal grave, em que a absorção sistémica mínima dos iões pode levar a um risco elevado de acumulação de alumínio e magnésio no plasma.

Mecanismo de ação

Como funciona o Assis

Mecanismo de Ajuste do pH Gástrico

Este domínio mecânico abrange a ação do Magaldrato, que funciona através da neutralização química direta de iões de hidrogénio (H^+) livres no lúmen gástrico. Esta reação eleva imediatamente o pH local, um passo subsequente que não só reduz o potencial corrosivo do fluido gástrico, como também provoca a inativação da enzima proteolítica pepsina. A consequência fisiológica resultante é a mitigação da exposição ácida na superfície dos tecidos.

Modulação Física da Dinâmica dos Gases Gastrointestinais

Este domínio explica a ação da Simeticona, que não interage com as vias biológicas, mas opera através de um mecanismo físico de desespumação. O seu alvo primário é a tensão superficial das interfaces gás-líquido no trato gastrointestinal. Ao reduzir esta tensão, a Simeticona facilita a coalescência de inúmeras bolhas de gás pequenas e estáveis em bolsas maiores, menos numerosas e mais instáveis. Esta reestruturação física permite que o gás aprisionado seja libertado mais facilmente do organismo, levando à redução da pressão física e da distensão mecânica na parede gastrointestinal.

Ação Complementar Não Sistémica

A ação combinada resulta das ações independentes, mas mecanisticamente complementares, dos seus dois componentes, sendo ambos não sistémicos e limitados ao lúmen gastrointestinal. Enquanto um componente modula o ambiente químico (pH), o outro modula o estado físico (pressão dos gases). Este mecanismo dual regula dois estados fisiológicos distintos: o ambiente químico (pH) e o estado físico (pressão dos gases).

Informações sobre dosagem e administração

A utilização do Assis é definida por um protocolo de administração oral estabelecido para a combinação de Magaldrato e Simeticona. O medicamento está oficialmente disponível sob a forma de suspensão oral ou comprimidos mastigáveis, com a via de ingestão estritamente limitada à administração oral.

No caso da suspensão oral, a dose individual padrão para adultos e adolescentes com 12 ou mais anos de idade situa-se habitualmente entre 5 mL e 10 mL. A administração foi concebida para o alívio imediato de sintomas, conforme a necessidade, sendo recomendada até três ou quatro vezes por dia. Para otimizar a sua utilização, a dose é geralmente indicada para ser consumida estrategicamente após as refeições e imediatamente antes de deitar.

Os documentos oficiais estabelecem limites claros quanto à quantidade e duração do uso. O volume total administrado não deve exceder um máximo de 80 mL em qualquer período de 24 horas. Além disso, a administração contínua na dose máxima deve limitar-se a um curto período, não ultrapassando as duas semanas. A administração adequada da forma líquida requer que o frasco da suspensão seja bem agitado antes de medir a quantidade exata. O uso desta preparação está restrito a indivíduos com idade igual ou superior a 12 anos, com uma nota de procedimento que aconselha precaução ou ajuste de dose para doentes com compromisso renal documentado.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Assis

Evidência para o Alívio Sintomático da Hiperacidez (Azia e Indigestão Ácida)

A investigação científica tem explorado a utilização da componente antiácida, o Magaldrato, presente no Assis. Esta investigação baseou-se em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) mais antigos e em estudos observacionais que analisaram a evolução dos sintomas ao longo do tempo. Os estudos monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico, medindo especificamente as alterações na acidez do conteúdo estomacal (pH gástrico) e a forma como os doentes descreveram a intensidade dos sintomas, como o ardor ou o sabor azedo.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos, onde a utilização da componente antiácida resultou em alterações medidas na acidez gástrica. Os relatórios indicam como os sintomas evoluíram nas populações observadas durante períodos de acompanhamento a curto prazo. Uma limitação identificada é o facto de muitos dos estudos fundamentais serem antigos, existindo informação limitada sobre resultados a longo prazo ou sobre a durabilidade das alterações sintomáticas.


Evidência para o Alívio Sintomático da Flatulência (Inchaço e Desconforto por Gases)

A segunda principal área de investigação foca-se na utilização da componente antiflatulenta, a Simeticona, e na forma como os estudos avaliaram o inchaço e o desconforto por gases. Esta componente tem sido estudada de forma mais aprofundada através de ECCA modernos e Revisões Sistemáticas. Os estudos exploraram resultados relativos ao desconforto físico, tais como a perceção de plenitude e pressão abdominal.

Diversos estudos apresentaram resultados que demonstram alterações medidas nos padrões de gás gastrointestinal. As revisões sistemáticas descreveram que foram observados padrões de alteração a curto prazo nos resultados reportados pelos doentes quanto ao desconforto associado aos gases. Apesar da relativa consistência, uma limitação reside no facto de os períodos de acompanhamento terem sido limitados, o que significa que a evidência contribui apenas para a compreensão de padrões de sintomas a curto prazo e não para a gestão a longo prazo.


Compreender as Lacunas: O que a Investigação Ainda Precisa de Abordar

A evidência atual destaca o que se sabe — e o que ainda permanece incerto — sobre esta combinação de medicamentos. A qualidade da evidência varia entre os estudos, particularmente no que toca à investigação mais antiga sobre antiácidos. Uma limitação central da investigação é que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, uma vez que as durações de acompanhamento foram curtas na maioria dos ensaios. Além disso, embora as componentes estejam bem estudadas individualmente, carece de evidência comparativa específica para esta combinação de dose fixa face a outros tratamentos combinados comuns.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Assis (FAQ)

Q: O Assis é igual a [Nome de medicamento semelhante]? Quais são as diferenças?

A: A informação oficial do produto descreve o Assis como uma combinação de dose fixa que contém duas substâncias ativas distintas: o Magaldrato e a Simeticona. Esta composição dual é relevante porque oferece duas ações mecanicamente diferentes e não sistémicas — uma para neutralizar a acidez e outra para decompor fisicamente as bolhas de gás.

Q: Com que rapidez deverei notar melhorias após começar a tomar o Assis?

A: De acordo com as informações oficiais, o Assis é descrito como sendo de ação rápida e destina-se ao tratamento agudo e pontual dos sintomas. Como os seus componentes atuam localmente no estômago e nos intestinos, o início da ação é geralmente rápido.

Q: O Assis é seguro para uma utilização a longo prazo?

A: As diretrizes oficiais estabelecem que a administração contínua na dose máxima deve ser limitada a um curto período de tempo, não excedendo as duas semanas. O uso prolongado acarreta riscos sistémicos, como o potencial para níveis baixos de fosfato (hipofosfatemia).

Q: Existem restrições alimentares durante a toma do Assis?

A: Os documentos regulamentares indicam que o componente Magaldrato pode ligar-se aos fosfatos alimentares, diminuindo a sua absorção. Embora o medicamento seja habitualmente tomado após as refeições para ajudar nos sintomas agudos, este efeito documentado é uma consideração relevante no que toca à absorção de nutrientes.

Q: O Assis interage com as minhas vitaminas ou suplementos?

A: Sim, o medicamento pode interagir com certos fármacos orais, incluindo algumas vitaminas e suplementos. A orientação oficial indica que muitos destes produtos devem ser tomados duas a quatro horas antes ou depois do Assis. Este intervalo faz parte das instruções obrigatórias de administração para evitar que a alteração do ambiente gástrico reduza a absorção do suplemento.

Q: O que acontece se, por acidente, tomar uma dose excessiva de Assis?

A: Se for tomada uma dose acima do limite máximo, tal pode levar a sintomas como diarreia grave, cólicas ou problemas gástricos. Isto pode dever-se à acumulação de alumínio e magnésio; a informação oficial para o doente indica que poderá ser necessária assistência médica profissional.

Q: O Assis foi estudado em crianças?

A: A informação oficial do produto refere que o Assis se destina a indivíduos com idade igual ou superior a 12 anos. A segurança e eficácia do produto não foram estabelecidas em crianças com menos de 12 anos de idade.

Q: O que devo fazer se sentir que o Assis não está a fazer efeito?

A: Uma vez que o produto se destina ao alívio agudo e pontual dos sintomas, a sua função oficial limita-se ao alívio a curto prazo. Se os sintomas persistirem ou piorarem para além do período recomendado de duas semanas, os documentos oficiais indicam que poderá ser necessário aconselhamento profissional.

Q: O Assis causa problemas conhecidos no fígado ou nos rins?

A: Recomenda-se precaução específica em doentes com insuficiência renal grave devido ao risco documentado de acumulação de alumínio e magnésio no organismo. Embora o aviso principal se foque nos rins, os guias oficiais mencionam que poderá ser necessária precaução em indivíduos com compromisso hepático conhecido.

Q: O que devo fazer se um efeito secundário do Assis me incomodar?

A: Os guias oficiais para o doente recomendam que qualquer efeito secundário grave ou persistente seja comunicado a um profissional de saúde. Os doentes são também incentivados a reportar todos os eventos adversos à autoridade regulamentar governamental relevante.

Q: Posso tomar analgésicos como o ibuprofeno com o Assis?

A: O Assis pode reduzir a absorção sistémica de outros medicamentos orais, incluindo muitos analgésicos. Devido a esta potencial interação, a rotulagem indica uma separação obrigatória na administração, aconselhando geralmente que o analgésico seja tomado duas a quatro horas antes ou depois do Assis.

Q: O Assis interage com medicamentos comuns para a gripe ou constipações?

A: Sim, o Assis pode interagir com muitas preparações orais para a gripe ou constipações, ao alterar o pH do estômago ou ao ligar-se ao fármaco, reduzindo a sua absorção. Para evitar esta situação, a rotulagem descreve uma separação obrigatória na administração de duas a quatro horas entre os produtos.

Q: Que tipo de monitorização é necessária durante a toma do Assis?

A: A rotulagem oficial indica que poderá ser necessária monitorização profissional em doentes com insuficiência renal grave. Esta precaução é necessária devido ao risco acrescido de acumulação sistémica de iões de alumínio e magnésio.

Q: O Assis pode agravar uma condição médica pré-existente?

A: A informação oficial do produto lista contraindicações específicas que proíbem o seu uso, como o risco conhecido de obstrução intestinal. Além disso, recomenda-se precaução em indivíduos com condições como compromisso renal ou demência de Alzheimer devido ao potencial de acumulação sistémica dos componentes.

Q: Para que serve o Assis além da sua indicação principal?

A: A rotulagem regulamentar define a utilização deste produto combinado estritamente para o alívio da hiperacidez (azia e indigestão ácida) e da flatulência (inchaço e desconforto por gases).

Q: O que acontece se eu me esquecer de tomar o Assis um dia?

A: O medicamento é tipicamente utilizado para o alívio agudo e pontual, em vez de seguir um esquema rígido. Se um doente se esquecer de uma dose, a informação oficial refere que não se deve tomar uma dose extra, nem exceder o limite diário máximo para tentar compensar.

Q: Posso beber álcool enquanto estiver a utilizar o Assis?

A: Os guias oficiais para o doente referem que o consumo de álcool deve ser evitado durante a utilização deste medicamento. A ingestão de álcool pode aumentar a produção de ácido gástrico pelo organismo, o que pode contrariar o efeito do fármaco e potencialmente agravar os sintomas de hiperacidez.

Q: O Assis pode afetar o meu sono?

A: Embora seja pouco comum, a absorção sistémica do componente Magaldrato, particularmente em grupos específicos de doentes, tem sido associada a relatos raros de efeitos graves no sistema nervoso central (neurotoxicidade). Estes efeitos potenciais podem ter impacto no estado de alerta ou nos padrões de sono.

Q: É normal sentir cansaço ao começar a tomar Assis?

A: Os perfis de efeitos secundários oficiais registaram efeitos sistémicos gerais, como o mal-estar (uma sensação geral de desconforto). Embora isto possa incluir uma sensação de cansaço, os documentos regulamentares não listam a fadiga como um efeito secundário comum ou frequentemente relatado.

Q: Porque é que o Assis precisa de ser tomado de forma consistente?

A: Os documentos regulamentares estabelecem que este medicamento se destina à gestão de sintomas agudos e pontuais, e não se destina a uma utilização consistente a longo prazo. A duração máxima de uso contínuo é limitada a duas semanas devido a restrições de segurança documentadas.

Q: Do I need a special blood test before starting Assis?

A: Os documentos regulamentares oficiais não mencionam a obrigatoriedade universal de análises ao sangue antes de iniciar o tratamento. Contudo, recomenda-se precaução e monitorização profissional, que pode incluir análises, para doentes com compromisso renal devido ao risco de acumulação.

Q: Quanto tempo permanece o Assis no organismo após interromper a toma?

A: As substâncias ativas são descritas como não sistémicas, o que significa que a sua absorção para a corrente sanguínea é mínima. Portanto, a ação principal do medicamento é localizada no trato gastrointestinal e os seus efeitos não dependem de uma circulação sistémica prolongada.

Q: Can I drive or operate machinery while taking Assis?

A: Os guias oficiais para o doente indicam geralmente que o uso de Assis não costuma afetar a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.

Q: O Assis causa dependência?

A: A informação oficial para o doente confirma explicitamente que não se conhece potencial de dependência ou vício associado ao Assis.

Q: São recomendadas alterações no estilo de vida ao tomar o Assis?

A: Os guias oficiais podem incluir informações não diretivas sobre ajustes no estilo de vida que podem ajudar a gerir os sintomas. Isto pode referir o potencial benefício de alterações como modificações na dieta ou a evitação de certos irritantes.

Q: O que devo dizer ao meu dentista antes de um procedimento se estiver a tomar Assis?

A: Os guias oficiais aconselham a informar todos os profissionais de saúde, incluindo dentistas e farmacêuticos, sobre a toma atual deste medicamento. Este é um procedimento geral de segurança antes de qualquer intervenção médica.

Q: O Assis afeta os resultados de exames laboratoriais?

A: Sim. Os documentos regulamentares referem que o componente Magaldrato pode causar resultados invulgares em certos exames médicos. Isto é especificamente assinalado para exames de imagem como radiografias, TAC ou ressonâncias magnéticas que utilizem contrastes radioativos.

Q: Porque é que existem diferentes apresentações de Assis disponíveis?

A: Estão disponíveis diferentes dosagens e formas farmacêuticas, tais como suspensão oral e comprimidos mastigáveis. Isto visa permitir flexibilidade na gestão aguda de sintomas variados e adaptar-se às diferentes preferências de administração dos doentes.

Como Assis deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Assis?

O armazenamento e a eliminação do Assis devem cumprir as indicações regulamentares oficiais para garantir a estabilidade e a segurança do produto.

Requisitos de Conservação

O Assis deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20°C e os 25°C. O produto deve ser protegido da humidade e não deve ser congelado. Mantenha o medicamento na sua embalagem original e assegure-se de que o recipiente permanece bem fechado. Guarde todos os medicamentos fora do alcance e da vista das crianças.


Instruções de Eliminação

O Assis não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser entregue num programa de recolha de medicamentos, caso exista um disponível. Se tal não for possível, o produto pode ser misturado com uma substância indesejável, como borras de café, e colocado num saco selado para ser deitado no lixo doméstico. Não deite o Assis na sanita nem o despeje num lavatório.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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