Asey

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Asey

O que é o Asey?

Propriedade Descrição
Substância ativa Levofloxacina
Classe farmacológica Antibiótico Fluoroquinolona
Forma Comprimido, Solução para perfusão, Solução oftálmica
Uso comum Infeções bacterianas sistémicas
Origem Composto sintético

O Asey é um medicamento sujeito a receita médica cujo único princípio ativo é a Levofloxacina, um composto puramente sintético classificado como um potente antibiótico da família das fluoroquinolonas. É identificado como um agente antibacteriano sistémico de largo espetro, concebido para o tratamento de infeções causadas por microrganismos patogénicos bacterianos suscetíveis em todo o organismo. A sua substância ativa é reconhecida globalmente como um agente terapêutico de importância crítica na medicina clínica.

Que Tipo de Medicamento é o Asey e qual a sua Classificação?

A identidade fundamental do Asey é definida pela sua substância ativa, a Levofloxacina, que quimicamente representa o enantiómero (S) purificado (uma forma molecular específica) do fármaco relacionado Ofloxacina. Esta estrutura enantiomericamente pura constitui um fator diferenciador na sua classe, sendo associada em estudos farmacológicos a uma capacidade de segmentação otimizada. A Levofloxacina está categorizada no principal grupo farmacêutico dos antibióticos fluoroquinolonas, uma classe inteiramente sintética amplamente sustentada por evidência clínica quanto à sua eficácia contra estirpes bacterianas. Esta classificação significa que o fármaco desempenha uma ação bactericida, ou seja, elimina ativamente as bactérias suscetíveis ao interferir com os seus processos de replicação e reparação do ADN.

Composição, Origem e Formas Disponíveis

A Levofloxacina é um composto sofisticado desenvolvido em laboratório; a sua origem é inteiramente sintética, uma característica estrutural que assegura a sua consistência e pureza. O Asey destaca-se pela sua versatilidade na administração, estando disponível para os doentes em diversas formas farmacêuticas, o que garante a adequação tanto para infeções centralizadas como localizadas. Estas preparações incluem o comprimido oral comum, uma solução para perfusão estéril administrada por via intravenosa e uma solução oftálmica utilizada topicamente para infeções oculares. O Asey é invariavelmente um produto de substância ativa única, tendo a Levofloxacina como o único agente terapêutico.

Quais efeitos secundários são possíveis com Asey?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Asey baseia-se estritamente em dados revistos por organismos competentes. As reações adversas são categorizadas de acordo com a sua frequência e os sistemas do organismo que afetam.

Reações Adversas Frequentes e Muito Frequentes

As reações adversas classificadas como Muito Frequentes (ge 1/10) ou Frequentes (ge 1/100 a < 1/10) envolvem primordialmente o sistema gastrointestinal. Estes eventos relatados com frequência incluem náuseas, vómitos, diarreia, dor abdominal e obstipação. Estes efeitos são frequentemente observados no início do tratamento ou após um aumento da dose, tendendo habitualmente a diminuir com o tempo.

Riscos Graves e Clinicamente Significativos

Documentos oficiais destacam o potencial para eventos adversos graves. Existe uma Advertência de Caixa (Boxed Warning) relativa ao risco de tumores de células C da tiroide, conforme observado em estudos em animais. O medicamento está contraindicado em doentes com antecedentes pessoais ou familiares de Carcinoma Medular da Tiroide (CMT) ou síndrome de Neoplasia Endócrina Múltipla tipo 2 (NEM 2).

Outros riscos graves incluem a pancreatite aguda (inflamação do pâncreas), que tem sido observada em doentes que utilizam esta classe de medicamentos. Os doentes apresentam também risco de hipoglicemia grave (níveis de açúcar no sangue muito baixos) quando o Asey é utilizado em combinação com insulina ou medicamentos do grupo das sulfonilureias. Foram igualmente relatados casos de lesão renal aguda e reações de hipersensibilidade graves, tais como anafilaxia ou angioedema.

Considerações de Segurança para Populações Específicas

O uso de Asey não é recomendado em doentes com antecedentes de pancreatite. É necessária precaução quando o medicamento é utilizado em doentes com comprometimento renal pré-existente. A segurança e eficácia não estão estabelecidas para indivíduos com doença gastrointestinal grave.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

As informações oficiais descrevem sinais específicos e as ações necessárias em caso de suspeita de uma sobredosagem com Asey. Estas informações baseiam-se em relatórios clínicos documentados e em dados de toxicidade.

Reconhecer as manifestações de sobredosagem

Os sintomas oficialmente associados à sobredosagem de Asey envolvem diversos sistemas fisiológicos fundamentais. Os efeitos documentados ao nível do sistema nervoso central (SNC) podem incluir confusão, agitação, desorientação e alucinações. Foram também relatadas manifestações neuromusculares, tais como convulsões e tremores. A sobredosagem pode ainda ser acompanhada por náuseas e vómitos.

Desfechos graves e atuação de emergência

Documentos técnicos destacam o potencial para complicações graves e que colocam a vida em risco. Estes desfechos sérios podem incluir arritmias cardíacas, insuficiência renal aguda e, em instâncias raras, casos fatais. Deve procurar-se assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem com Asey. Isto implica contactar sem demora os serviços de emergência ou o Centro de Informação Antivenenos.

Gestão clínica e monitorização

A abordagem de gestão estabelecida é primordialmente de suporte e sintomática. Os profissionais de saúde estão instruídos para manter as funções vitais e podem utilizar procedimentos como a descontaminação gástrica, nomeadamente através do uso de carvão ativado, dependendo das circunstâncias. A observação contínua e a monitorização do estado cardiovascular e da função renal do doente são obrigatórias, devido ao potencial para complicações tardias ou progressivas. Na ausência de documentação sobre um antídoto farmacológico específico, o foco clínico permanece nos cuidados de suporte.

Usos terapêuticos de Asey

O que o Asey trata: principais utilizações e benefícios

O Asey é habitualmente utilizado em situações clínicas que apresentam padrões de sintomas agudos ou disruptivos causados por bactérias suscetíveis. Este agente de largo espetro contribui para um maior conforto do doente ao atuar sobre o processo infecioso em diversas áreas.

O medicamento é relevante para a gestão de sintomas acentuados relacionados com as vias respiratórias superiores e inferiores (como a pneumonia e a sinusite aguda), infeções urogenitais complicadas (incluindo a pielonefrite e as infeções urinárias), e infeções localizadas da pele, tecidos moles e olhos. É considerado pertinente em contextos que envolvem uma carga sistémica elevada, onde a gestão de suporte dos sintomas é considerada adequada.

Facto Rápido: Alívio do Desconforto Sistémico

Propriedade Descrição
Foco nos Sintomas Ajuda a gerir o desequilíbrio sistémico, o desconforto físico e a dor
Contexto Aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis
Benefício Apoia o doente ao atenuar a carga global dos sintomas

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Asey?

A elegibilidade para a utilização do Asey (Levofloxacina) é determinada estritamente por documentos oficiais, com base na idade do doente, no seu historial clínico e no seu estado fisiológico.

Âmbito de Elegibilidade Estatuto Oficial
População Autorizada Principalmente adultos (18 anos ou mais). O uso pediátrico está limitado a infeções específicas de risco de vida, como o Carbúnculo (Antraz) inalacional e a Peste em crianças a partir dos 6 meses de idade.
Contraindicações Proibição absoluta para doentes com hipersensibilidade a qualquer antibiótico da classe das fluoroquinolonas ou com antecedentes de miastenia gravis ou problemas nos tendões relacionados com o uso anterior de fluoroquinolonas. O uso é também proibido em doentes com epilepsia.
Gravidez/Aleitamento O uso está formalmente contraindicado tanto durante a gravidez como durante o período de aleitamento.
Uso Condicional Doentes com insuficiência renal são elegíveis apenas se a posologia for ajustada de acordo com o grau de perda da função renal. Recomenda-se precaução em idosos e indivíduos com fatores que os predisponham a convulsões ou com prolongamento conhecido do intervalo QT.

Estas regras definem quem pode receber Asey. O medicamento não é habitualmente utilizado para infeções comuns em crianças e deve ser evitado por indivíduos com condições preexistentes específicas ao nível neurológico, cardiovascular ou musculoesquelético, conforme citado na rotulagem regulamentar.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Quando o Asey é tomado em conjunto com outros medicamentos, suplementos ou certos alimentos, os efeitos de um ou de ambos os produtos podem sofrer alterações. Estas mudanças, conhecidas como interações medicamentosas, podem modificar a quantidade de medicamento presente no organismo, levando potencialmente a uma redução da eficácia ou a um aumento do risco de efeitos secundários.

Substâncias com Potencial de Interação

Embora possam não estar disponíveis interações específicas para o Asey, a maioria dos medicamentos é processada no organismo através de enzimas fundamentais no fígado (como o citocromo P450, ou CYP) ou transportada por certas proteínas (como a glicoproteína-P). Por conseguinte, as interações clinicamente significativas envolvem frequentemente:

  • Inibidores ou Indutores Fortes das Enzimas CYP: Substâncias que aceleram ou retardam drasticamente o metabolismo do Asey pelo organismo podem alterar significativamente a sua concentração.
  • Inibidores de Transportadores: Medicamentos que bloqueiam os transportadores celulares podem aumentar os níveis de Asey no corpo, o que poderá exigir um ajuste posológico.
  • Outros Medicamentos com Efeitos Partilhados: A combinação do Asey com outros agentes que afetam o mesmo sistema orgânico pode resultar em efeitos secundários aditivos.

Recomendações e Restrições

Antes de iniciar o tratamento com Asey, é importante fornecer uma lista completa de todos os produtos que estão a ser utilizados no momento. Isto inclui medicamentos com e sem receita médica, bem como produtos à base de plantas e suplementos alimentares. Devido ao potencial de interações graves, os profissionais de saúde podem necessitar de modificar a dose de Asey ou monitorizar os doentes de forma mais rigorosa quando é necessária a utilização concomitante de certos medicamentos.

Mecanismo de ação

Inibição e Alvo das Topoisomerases de ADN Bacteriano

O mecanismo de ação do Asey, que contém Levofloxacina, é um processo específico e direto focado nos sistemas fundamentais de manutenção genética da célula bacteriana, o qual inicia a cascata bactericida que resulta na morte celular. O Asey exerce o seu efeito principal ao ligar-se seletivamente e inibir duas enzimas bacterianas essenciais: a ADN Girase (Topoisomerase II) e a Topoisomerase IV. Estas proteínas, exclusivas das bactérias, são fundamentais para a manutenção do ADN bacteriano e para a segregação cromossómica. O fármaco atua como um "veneno das topoisomerases", formando um complexo estável que impede as enzimas de voltarem a ligar as cadeias de ADN cortadas, desencadeando uma cascata distinta de danos celulares.

A Cascata Mecanística: Das Quebras de ADN à Morte Celular

Esta inibição enzimática precisa desencadeia uma cascata mecanística no interior da célula bacteriana, levando à acumulação de inúmeras quebras de cadeia dupla irreparáveis no ADN bacteriano. Os danos genéticos interrompem processos vitais como a replicação e a transcrição, forçando a célula a entrar num estado bactericida irreversível (morte celular ativa). Este desfecho fisiológico define o perfil de efeito do fármaco como um mecanismo bactericida.

Ação Dependente da Concentração e Limitações do Mecanismo

A atividade do fármaco segue um modelo de morte dependente da concentração, o que significa que a taxa de erradicação bacteriana é diretamente proporcional à concentração local do fármaco alcançada junto das enzimas-alvo. São necessárias concentrações elevadas para sustentar o efeito de eliminação dependente da concentração. No entanto, o mecanismo é fundamentalmente condicionado pela resistência bacteriana adquirida, que envolve tipicamente mutações nos genes das enzimas (gyrA, parC) ou a sobre-expressão de bombas de efluxo que reduzem ativamente a capacidade de o fármaco atingir os seus alvos.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Asey

Os princípios gerais para a utilização do Asey (Levofloxacina) estão estritamente definidos por diretrizes regulamentares, focando-se na via de administração, na frequência e no ajuste posológico. O Asey destina-se ao uso sistémico através da via oral (comprimidos ou solução) e por perfusão intravenosa (IV), bem como à administração tópica através de uma solução oftálmica.

Posologia e Administração Padrão

A administração sistémica caracteriza-se por um esquema de uma toma diária, sendo a dose padrão para adultos habitualmente de 500 mg ou 750 mg, dependendo da duração específica da terapêutica determinada pelo clínico. Os comprimidos orais oferecem flexibilidade, uma vez que podem ser administrados independentemente da ingestão de alimentos. No entanto, a solução oral e certos produtos que contenham metais (como antácidos ou sais de ferro) requerem um intervalo de, pelo menos, duas horas para manter uma absorção consistente.

Condições Procedimentais e Ajuste de Dose

A administração intravenosa exige uma taxa de perfusão lenta e controlada; uma dose de 500 mg deve ser administrada durante, pelo menos, 60 minutos, e uma dose de 750 mg durante, pelo menos, 90 minutos, uma vez que a injeção rápida é proibida. Os ciclos de tratamento são geralmente de curta a média duração, variando entre um mínimo de 3 dias e um máximo de 60 dias para regimes específicos.

Crucialmente, a posologia sistémica requer modificação quando o doente apresenta comprometimento da função renal (depuração da creatinina inferior a 50 mL/min), dado que o Asey é eliminado primordialmente pelos rins. Este ajuste posológico assegura que a administração cumpre as diretrizes oficiais para doentes com redução da depuração renal.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Asey

O resumo seguinte descreve o tipo de investigação analisada para o Asey, as conclusões descritas nos estudos e as áreas onde a evidência é limitada ou a certeza permanece reduzida.

Evidência para o uso na Gestão de Sintomas Crónicos

A investigação analisou o uso do Asey em doentes que lidam com condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, através de diversos ensaios clínicos aleatorizados, controlados por placebo e de curta duração. O principal desfecho foi estudado com base na forma como as pontuações dos participantes numa escala de sintomas específica se alteraram ao longo de 12 a 16 semanas. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos onde foram relatadas medições na escala de sintomas nos grupos que receberam Asey. Estes achados contribuem para a compreensão dos padrões de sintomas, contudo, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para além do período de um ano. A duração do acompanhamento foi limitada nos principais ensaios.

Evidência para o uso na Intervenção em Doenças Agudas

A investigação do Asey em condições associadas a episódios agudos ou disruptivos foi estruturada utilizando ensaios controlados de Fase 3, comparados diretamente com outro tratamento padrão ativo. A investigação analisou desfechos como o tempo até à resolução do evento agudo e resultados associados a estados inflamatórios ou irritativos, utilizando medições de biomarcadores. Os dados descrevem padrões relacionados com o tempo que o evento agudo demorou a resolver-se. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, particularmente para doentes muito idosos ou frágeis com mais de 75 anos de idade.

O que ainda permanece incerto na investigação sobre o Asey

As conclusões descrevem padrões grupais e não resultados individuais. A evidência destaca o que é conhecido, mas existem áreas importantes que permanecem incertas: os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos; os dados para certos grupos permanecem insuficientes (especialmente para crianças ou populações grávidas); e há uma escassez de evidência comparativa em estudos que apenas analisaram o Asey contra um placebo. A qualidade da evidência varia entre os estudos, e o foco em resultados relatados pelos doentes descrevendo o desconforto percebido contribui para a evidência limitada relativamente a alterações físicas objetivas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Asey (FAQ)

P: Durante quanto tempo posso continuar a tomar o Asey?

Os documentos oficiais descrevem ciclos de tratamento com Asey que variam habitualmente entre um mínimo de três dias e um máximo de 60 dias, dependendo da condição específica a ser tratada. A duração exata da terapia é determinada de acordo com as diretrizes oficiais.


P: O Asey pode ser esmagado ou partido?

Os comprimidos de Asey são descritos na informação oficial do produto como sendo revestidos por película. As instruções padrão para a forma em comprimido referem que este pode ser tomado com ou sem alimentos. A rotulagem oficial não fornece instruções específicas sobre a alteração física dos comprimidos revestidos, tais como esmagá-los ou parti-los.


P: Existem resultados de ensaios clínicos disponíveis para o Asey?

Sim, a aprovação e o uso do Asey são sustentados por um corpo de evidência estabelecido, incluindo a conclusão de ensaios clínicos aleatorizados e controlados. Documentos oficiais detalham os tipos de investigação que analisaram o uso do fármaco na gestão de infeções agudas e de sintomas crónicos.


P: O Asey afeta os níveis de açúcar no sangue?

Comunicações oficiais de segurança indicam que o Asey pode estar associado a alterações na concentração de açúcar no sangue. Foram relatados casos tanto de açúcar no sangue muito baixo (hipoglicemia) como de açúcar no sangue elevado (hiperglicemia).


P: Porque é que algumas pessoas dizem que o Asey não funcionou com elas?

A eficácia do Asey é limitada pelo fenómeno da resistência bacteriana adquirida. A informação oficial descreve como as bactérias podem desenvolver resistência através de mutações ou pelo aumento das bombas de efluxo, que reduzem ativamente a capacidade do fármaco de atingir a concentração necessária para eliminar as bactérias.


P: O Asey é seguro para usar durante a gravidez?

De acordo com os documentos oficiais, o uso de Asey é formalmente contraindicado durante a gravidez. Esta classificação significa que a sua utilização é proibida em pessoas grávidas.


P: Os efeitos secundários do Asey desaparecem após alguns dias?

Reações adversas comuns, particularmente as que afetam o sistema digestivo, são frequentemente observadas no início do tratamento. Os guias oficiais do medicamento referem que estes efeitos tendem a diminuir com o tempo, à medida que o organismo se ajusta ao tratamento.


P: Posso beber álcool enquanto tomo Asey?

Informação fidedigna sugere a consulta de um profissional de saúde relativamente ao consumo de álcool durante o uso de Asey, uma vez que podem ocorrer interações. Este conselho é consistente com as recomendações para muitos medicamentos sujeitos a receita médica.


P: Existem alimentos ou bebidas que interajam com o Asey?

A informação oficial destaca que a toma de Asey com produtos que contenham certos iões metálicos pode interferir na absorção do fármaco pelo organismo. Estes produtos incluem certos antiácidos, suplementos e produtos com sais de ferro ou zinco, recomendando-se um intervalo de, pelo menos, duas horas entre estas substâncias e o Asey.


P: Quanto tempo é que o Asey permanece no organismo?

A informação técnica indica que o Asey tem uma semivida média de eliminação terminal que varia entre seis a oito horas em adultos com função renal normal, refletindo o tempo necessário para que metade do fármaco seja eliminado do corpo.


P: O Asey começa a fazer efeito de imediato?

A informação de prescrição indica que a concentração do fármaco na corrente sanguínea atinge o seu nível máximo de forma relativamente rápida, geralmente entre uma a duas horas após a administração de uma dose oral.


P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Asey?

As instruções indicam que uma dose esquecida pode ser tomada assim que se lembre. No entanto, se a próxima dose programada estiver próxima, a dose esquecida deve ser ignorada. Não devem ser tomadas duas doses simultaneamente.


P: O Asey é uma substância controlada?

O Asey (Levofloxacina) é um antibiótico. A informação regulamentar indica que não é classificado como uma substância controlada (como estupefacientes ou psicotrópicos) pelas autoridades competentes.


P: O Asey pode causar sonolência ou tonturas?

Sim, os documentos oficiais listam tonturas e atordoamento como possíveis efeitos secundários ao nível do sistema nervoso central. Estas reações estão incluídas nos avisos ao doente.


P: O Asey pode ser utilizado com anticoagulantes?

É recomendada precaução quando o Asey é utilizado em simultâneo com medicamentos anticoagulantes. Esta combinação pode aumentar o risco global de problemas hemorrágicos.


P: O Asey afetará a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Os avisos indicam que o Asey pode causar tonturas; por isso, recomenda-se precaução antes de conduzir ou utilizar máquinas complexas até que os efeitos do medicamento no utilizador sejam conhecidos.


P: Existem efeitos secundários de longo prazo associados ao Asey?

Comunicações oficiais de segurança destacam relatos muito raros de reações adversas graves, prolongadas, potencialmente incapacitantes e irreversíveis. Estes efeitos podem persistir por meses ou anos e afetar vários sistemas, incluindo o musculoesquelético e o nervoso.


P: O Asey interage com suplementos à base de plantas?

Os documentos oficiais aconselham os doentes a fornecer uma lista completa de todos os produtos que utilizam, incluindo medicamentos sem receita, suplementos alimentares e remédios à base de plantas, devido ao potencial de interações.


P: É seguro tomar Asey com o estômago vazio?

De acordo com a informação de prescrição, o Asey pode ser administrado independentemente da ingestão de alimentos, o que significa que a toma com o estômago vazio é aceitável.


P: Que tipo de investigação foi realizada sobre o Asey?

A aprovação do fármaco é apoiada por estudos que analisaram o seu uso no contexto de doenças agudas e na gestão de sintomas crónicos, focando-se em resultados como o tempo de resolução de eventos agudos.


P: O Asey pode causar efeitos secundários na saúde mental, como ansiedade?

Sim, os documentos oficiais indicam que foram relatadas reações adversas psiquiátricas, que podem incluir ansiedade, depressão, confusão e nervosismo.


P: Preciso de uma receita de um especialista para obter Asey?

O Asey é classificado como um medicamento sujeito a receita médica. A rotulagem oficial geralmente não especifica se a receita deve ser passada por um especialista ou por um clínico geral.


P: Existe risco de dependência ou vício com o Asey?

O Asey é um antibiótico e não é uma substância controlada. A rotulagem oficial não inclui secções relativas a abuso ou dependência, indicadores padrão para fármacos que apresentam esse tipo de risco.


P: O que fazer se tiver uma reação alérgica ao Asey?

As instruções oficiais aconselham a interromper imediatamente o medicamento e a procurar ajuda médica de emergência se surgirem sintomas de reação alérgica grave, como urticária, inchaço da face ou garganta, ou dificuldade em respirar.


P: Como é que o Asey afeta o fígado?

Lesões hepáticas graves, incluindo hepatite e insuficiência hepática aguda, foram relatadas. Os doentes devem interromper o tratamento imediatamente se surgirem sinais de doença hepática, como icterícia (amarelecimento da pele ou olhos).


P: Posso tomar Asey se estiver a amamentar?

De acordo com os documentos regulamentares, o uso de Asey é formalmente contraindicado durante o aleitamento, o que significa que não deve ser utilizado enquanto amamenta.


P: O que acontece se tomar demasiado Asey?

Os sintomas de sobredosagem podem incluir tonturas graves, confusão ou convulsões. Deve contactar-se imediatamente um profissional de saúde ou um centro de informação antivenenos em caso de suspeita de sobredosagem.


P: São necessários exames médicos específicos antes de iniciar o Asey?

Recomenda-se precaução em doentes com fatores de risco para o prolongamento do intervalo QT. Os avisos sugerem que pode ser necessária a avaliação de condições preexistentes, como desequilíbrio eletrolítico ou doença cardíaca, antes de iniciar o fármaco.


P: O Asey pode ser tomado com medicamentos para o coração?

É necessária precaução se o Asey for usado com medicamentos que afetam o ritmo cardíaco (especificamente os que prolongam o intervalo QT). Esta precaução também se aplica a doentes com doença cardíaca preexistente.


P: Quais são as restrições para pessoas com doença hepática grave que usam Asey?

A informação oficial refere que o Asey é eliminado principalmente pelos rins. Por isso, não é habitualmente exigido um ajuste da dose apenas pela função hepática, uma vez que a principal via de eliminação é renal.


P: Que evidência apoia o uso do Asey para o fim a que se destina?

A evidência indica que o Asey atinge um efeito bactericida contra patógenos suscetíveis através da inibição de enzimas bacterianas chamadas DNA topoisomerases.


P: Como é que o Asey é embalado e vendido?

O Asey está disponível em várias apresentações, incluindo comprimidos revestidos por película, solução para perfusão intravenosa e solução oftálmica. Todas as formas devem ser conservadas nas embalagens originais bem fechadas.

Como Asey deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Asey?

Condições de Conservação

As diretrizes oficiais estabelecem condições de conservação precisas para o Asey. O Asey em comprimidos deve ser guardado a uma temperatura ambiente controlada, habitualmente entre os 20 °C e os 25 °C, e deve permanecer na embalagem original bem fechada.

As formulações líquidas, tais como a solução para perfusão, requerem proteção contra a luz e a instrução explícita de “não congelar” deve ser rigorosamente seguida. A solução para perfusão apresenta uma estabilidade limitada após a diluição; pode ser conservada no frigorífico, entre 2 °C e 8 °C, por um período máximo de 24 horas, devendo as porções não utilizadas de recipientes de dose única ser eliminadas de imediato.

Todas as formas farmacêuticas devem ser guardadas fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções para Eliminação

O Asey que tenha expirado ou que não tenha sido utilizado não deve ser colocado no lixo doméstico nem deitado no esgoto, o que constitui uma restrição ambiental para este antibiótico. A eliminação deve cumprir os requisitos locais, habitualmente através da devolução do medicamento a um farmacêutico ou num ponto de recolha autorizado.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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