Arbitel-40

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Arbitel-40

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Arbitel-40

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Telmisartã
Forma farmacêutica Comprimido oral
Classe farmacológica Antagonista dos Recetores da Angiotensina II (ARA II)
Uso comum Controlo da hipertensão arterial
Origem Composto sintético

Que tipo de medicamento é o Arbitel-40?

O Arbitel-40 é um medicamento sujeito a receita médica cujo princípio ativo é o Telmisartã. Está classificado como um Antagonista dos Recetores da Angiotensina II (ARA II), uma classe terapêutica de Agentes Anti-hipertensores utilizada para gerir a pressão arterial elevada. O Telmisartã é clinicamente reconhecido por possuir a semivida de eliminação terminal mais longa de todos os ARA II disponíveis comercialmente, aproximadamente 24 horas, o que sustenta o seu regime de toma única diária. Esta longa duração de ação assegura um controlo eficaz da pressão arterial ao longo de todo o ciclo de 24 horas.


Composição e Objetivo Terapêutico Geral

O Telmisartã é um composto sintético, especificamente uma entidade química não peptídica derivada de uma estrutura de Benzimidazol, o que distingue a sua arquitetura molecular dentro da classe dos ARA II. O medicamento é fabricado como um produto de ingrediente único, formulado para administração oral sob a forma de comprimido. O objetivo geral do Telmisartã é reduzir e manter a pressão arterial através de um bloqueio direcionado dos recetores, impedindo que substâncias naturais que estreitam os vasos sanguíneos exerçam o seu efeito. Estudos farmacológicos indicam ainda que o Telmisartã possui propriedades únicas, incluindo uma atividade agonista parcial nos recetores gama ativados por proliferadores de peroxissoma (PPAR-γ), o que pode conferir benefícios metabólicos adicionais para além da simples redução da pressão arterial, reforçando o seu papel na gestão abrangente do risco cardiovascular.

Quais efeitos secundários são possíveis com Arbitel-40?

Perfil de Segurança Oficial e Reações Adversas

O perfil de segurança do Arbitel-40, que contém telmisartã, está oficialmente documentado pelas autoridades reguladoras, que classificam os potenciais efeitos secundários de acordo com a sua frequência e o sistema do organismo afetado. Estas classificações baseiam-se em dados clínicos e relatórios pós-comercialização, comunicando o perfil de risco do medicamento de forma estruturada.

As reações adversas são agrupadas em categorias como Pouco Frequentes e Raras. As reações pouco frequentes incluem efeitos como infeções do trato respiratório superior e urinário, anemia, depressão, hipotensão (tensão arterial baixa), tosse, dor abdominal, diarreia, erupção cutânea, espasmos musculares e compromisso renal. As reações raras incluem eventos mais graves, tais como sépsis (incluindo desfecho fatal), reação anafilática, angioedema (inchaço sob a pele ou membranas mucosas, também relatado com desfecho fatal) e função hepática anormal.

Reações Adversas Graves e Condicionantes

As informações oficiais de rotulagem destacam as preocupações de segurança mais críticas:

  • Risco Fetal/Neonatal: O medicamento é contraindicado durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez devido ao risco de morbilidade e mortalidade fetal.
  • Compromisso de Órgãos: É contraindicado em indivíduos com insuficiência hepática grave ou distúrbios biliares obstrutivos. Para doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada, aplica-se uma limitação de dose de 40 mg diários.
  • Padrão Temporal: Pode ocorrer hipotensão sintomática após a utilização inicial, particularmente em doentes com depleção de volume ou de sal.

Os documentos regulamentares listam também uma contraindicação explícita para a coadministração com aliscireno em doentes com Diabetes Mellitus Tipo 2.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Âmbito da Sobredosagem

Elemento Descrição
Apresentações documentadas de sobredosagem A exposição excessiva ao Telmisartã está documentada como causadora de efeitos circulatórios exagerados, incluindo hipotensão acentuada (tensão arterial baixa) e distúrbios do ritmo cardíaco, que se podem manifestar como taquicardia (batimento cardíaco rápido) ou bradicardia (batimento cardíaco lento). Podem também ocorrer sintomas associados, como tonturas e desmaios.
Sistemas fisiológicos afetados O sistema cardiovascular é o principal afetado (alterações hemodinâmicas e do ritmo). A função renal também é explicitamente implicada.
Notas específicas para populações É necessária uma monitorização rigorosa de sinais de hipotensão, oligúria e hipercaliemia em lactentes com historial de exposição in utero.
Medidas de resposta de emergência A gestão envolve tratamento sintomático e de suporte. Para a hipotensão sintomática, as orientações oficiais incluem colocar o doente em posição supina (deitado de costas) e, se necessário, administrar solução de soro fisiológico intravenoso.
Quando é necessária ajuda médica imediata Procure assistência médica imediata em caso de suspeita de sobredosagem. Contacte imediatamente os serviços de emergência se a pessoa afetada colapsar, sofrer uma convulsão ou não conseguir acordar.

Classificações de Sobredosagem (Nível Geral)

Elemento Descrição
Classificação de gravidade A gravidade baseia-se no potencial de colapso circulatório agudo e no risco de complicações graves, particularmente hipercaliemia potencialmente fatal e agravamento agudo da função renal.
Limitações no contexto de sobredosagem Existe informação limitada disponível sobre a sobredosagem em humanos e não é conhecido nenhum antídoto específico.

Declarações Oficiais sobre Sobredosagem

A sobredosagem apresenta-se com hipotensão pronunciada e alterações na frequência cardíaca (taquicardia ou bradicardia). Os desfechos graves incluem o risco de hipercaliemia potencialmente fatal e agravamento agudo da função renal. Deve procurar-se assistência médica imediata perante a suspeita de sobredosagem ou manifestações graves. A gestão limita-se ao tratamento sintomático e de suporte, incluindo medidas para restaurar o volume e a tensão arterial.

Ligação ao Perfil Geral de Sobredosagem

Os documentos oficiais definem o perfil de sobredosagem do Arbitel-40 priorizando a identificação e gestão de alterações circulatórias agudas, como a hipotensão, e o risco de distúrbios metabólicos graves, como a hipercaliemia. Dado que não se conhece um antídoto específico, as normas determinam o tratamento sintomático e de suporte, declarando explicitamente as condições sob as quais deve ser procurada ajuda médica de emergência imediata.

Usos terapêuticos de Arbitel-40

Para que é utilizado o Arbitel-40: Principais Usos e Benefícios

O Arbitel-40 é habitualmente utilizado para auxiliar em situações caracterizadas por um aumento do stress fisiológico, relacionadas com desequilíbrios sistémicos e contextos cardiovasculares. Este medicamento é considerado primordialmente relevante para a gestão da Hipertensão Essencial e para o controlo de sintomas associados a alterações agudas ou episódicas em doentes adultos de alto risco, incluindo aqueles com Diabetes Mellitus Tipo 2, nos quais os sintomas ligados ao stress funcional de órgãos específicos são uma preocupação.

Um benefício orientado para o doente é o alívio de suporte, que pode auxiliar na gestão de sintomas associados a alterações agudas ou episódicas, ajudando a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais percetíveis. É relevante para atenuar sintomas associados ao stress funcional de órgãos específicos, contribuindo para reduzir a carga de sintomas global.


Facto Rápido: Suporte de Sintomas para Stress Sistémico
Objetivo Principal: Apoia o controlo da tensão arterial como parte da abordagem a sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico.
Benefício Central: Contribui para atenuar a carga de sintomas global e apoia o bem-estar geral durante fases sintomáticas.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade para o Arbitel-40 (Telmisartã): Restrições Oficiais

A elegibilidade para o Arbitel-40 (Telmisartã) é rigorosamente definida pelas autoridades reguladoras e depende da idade do doente, do seu estado fisiológico e de condições de saúde pré-existentes. O medicamento está indicado para utilização em adultos na gestão da pressão arterial elevada e na redução do risco cardiovascular. Em doentes geriátricos (com 65 ou mais anos), habitualmente não é necessário um ajuste inicial da dose, embora seja aconselhada precaução.

Estado Relativo à Idade Classificação de Elegibilidade
População Pediátrica (menos de 18 anos) A utilização não está estabelecida; a segurança e eficácia não foram comprovadas nesta faixa etária.

Contraindicações Absolutas (Não Deve Utilizar)

O Arbitel-40 é formalmente contraindicado em diversas populações. Estas proibições absolutas incluem:

  • Gravidez (Segundo e Terceiro Trimestres): A utilização é proibida devido ao risco de lesões e morte do feto.
  • Insuficiência Hepática Grave: Contraindicado em doentes com problemas graves do fígado, colestase ou distúrbios biliares obstrutivos.
  • Hipersensibilidade: Doentes com alergia conhecida ao telmisartã ou a qualquer componente do comprimido.
  • Uso Concomitante com Aliscireno: Proibido em doentes com diabetes mellitus ou insuficiência renal moderada a grave que estejam também a tomar produtos que contenham aliscireno.

Utilização Condicional e Restrições

Os doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada devem utilizar o medicamento com cautela, frequentemente com uma dose máxima restrita. A utilização não é recomendada no primeiro trimestre da gravidez nem em mulheres em período de aleitamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Arbitel-40 (Telmisartã) é definido pelos seus efeitos nos transportadores de fármacos e pela sua ação no Sistema Renina-Angiotensina (SRA), conforme documentado em textos oficiais.

Classificação Agentes / Condições de Interação
Contraindicação Formal A coadministração com Aliscireno é contraindicada em doentes com Diabetes Mellitus ou Compromisso Renal (TFG < 60 mL/min/1,73 m^2).
Alteração da Exposição PK O Telmisartã atua como um inibidor da glicoproteína-P (P-gp), o que resulta em aumentos documentados nas concentrações plasmáticas de Digoxina. Estão também documentados aumentos nas concentrações de Lítio.
Efeitos PD Aditivos A administração conjunta com Inibidores da ECA (Duplo Bloqueio do SRA) ou Diuréticos Poupadores de Potássio (ex: Espironolactona) está associada a um risco acrescido de hipercaliemia.
Antagonismo / Risco Renal Os Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) podem causar uma perda do efeito anti-hipertensor documentada e aumentar o risco de compromisso renal.

A documentação oficial refere ainda que o uso de Arbitel-40 é contraindicado em doentes com Insuficiência Hepática Grave ou Distúrbios Biliares Obstrutivos, devido à previsão de uma eliminação reduzida do fármaco. A combinação com Inibidores da ECA ou Lítio é, de uma forma geral, não recomendada devido aos riscos documentados.

Mecanismo de ação

Como funciona o Arbitel-40: Mecanismo de Ação

A substância ativa do Arbitel-40, o Telmisartã, atua primordialmente como um antagonista seletivo do Recetor da Angiotensina II do Tipo 1 (AT1), o principal mediador do Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona (SRAA) do organismo. Ao bloquear o AT1, o fármaco impede que a Angiotensina II — um potente vasoconstritor — se ligue e desencadeie efeitos como a contração do músculo liso vascular e a libertação de hormonas que retêm volume, como a Aldosterona. Esta interferência sustentada no SRAA contribui para uma modulação da resistência vascular sistémica e do volume do fluido extracelular.


Para além da sua ação vascular primária, o Telmisartã funciona também como um agonista parcial do recetor nuclear Recetor Ativado por Proliferadores de Peroxissoma-gama (PPAR-gamma). Este mecanismo secundário ativa vias de sinalização distintas das que regulam o tónus vascular, influenciando a expressão genética dentro dos sistemas metabólicos. A ativação parcial do PPAR-gamma influencia a transcrição genética de alvos associados à regulação metabólica, incluindo processos que regem a sinalização da insulina e a dinâmica lipídica.


O mecanismo do fármaco é fisiologicamente condicionado em certas situações onde a função normal do recetor AT1 é crítica para manter a pressão renal. Especificamente, o bloqueio impede que a Angiotensina II contraia a arteríola eferente renal, o que resulta num declínio da Taxa de Filtração Glomerular (TFG) em condições nas quais o rim depende da constrição da arteríola eferente mediada pelo AT1.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Arbitel-40

A utilização do Arbitel-40 (Telmisartã) é estritamente regida pelas informações de prescrição estabelecidas pelas autoridades reguladoras, que definem os métodos oficiais e as regras posológicas para a sua administração.

O Arbitel-40 é fabricado sob a forma de comprimido destinado a administração oral, devendo ser tomado uma vez por dia. Este esquema de toma única diária foi desenhado para manter uma concentração sanguínea constante durante um período de 24 horas. O medicamento pode ser administrado com ou sem alimentos e, para manter esta consistência, deve ser geralmente tomado por volta da mesma hora todos os dias.


Regras Oficiais de Dose e Administração

Característica Instrução da Entidade
Via de Administração Exclusivamente para administração oral.
Dose Diária Padrão A dose inicial para a hipertensão é habitualmente de 40 mg uma vez por dia, com um intervalo de manutenção comum entre 40 mg e 80 mg.
Dose Máxima A dose diária máxima prescrita é de 80 mg.
Restrição em Insuficiência Hepática A dose não deve exceder os 40 mg uma vez por dia em doentes com insuficiência hepática ligeira a moderada.
Administração em Idosos Não é necessário ajuste inicial da dose em adultos mais velhos.

Instruções de Manuseamento e Procedimento

Os comprimidos de Telmisartã são sensíveis à humidade e devem ser protegidos da mesma. Por este motivo, os comprimidos não devem ser retirados do blister original até ao momento imediato da administração. No caso de esquecimento de uma dose, as orientações reguladoras aconselham a sua toma assim que o esquecimento seja notado, a menos que esteja quase na hora da dose seguinte; nessa circunstância, o doente deve retomar o esquema diário normal e não deve tomar duas doses simultaneamente.

O efeito máximo na pressão arterial é geralmente atingido após quatro semanas de terapia contínua, podendo ser feitos ajustes na dose após as primeiras 2 a 4 semanas, se necessário.

Evidência clínica recente

Evidência para a Gestão da Hipertensão Essencial (Pressão Arterial Elevada)

A investigação focada na forma como o Arbitel-40 foi avaliado em adultos com pressão arterial elevada baseou-se prioritariamente em ensaios clínicos de curto prazo, geralmente com uma duração entre seis e doze semanas, e em metanálises subsequentes. Estes estudos controlados foram realizados em adultos diagnosticados com hipertensão essencial de grau ligeiro a moderado. A investigação centrou-se em populações específicas e nas medições fisiológicas efetuadas ao longo dos intervalos de tempo definidos, monitorizando as alterações tanto na Pressão Arterial Sistólica como na Diastólica (PAS/PAD).

Embora a investigação de curto prazo descreva estes padrões mensuráveis, a informação sobre os resultados ao longo de vários anos continua a ser limitada quando se considera a duração da utilização. Os resultados a longo prazo relacionados com eventos cardiovasculares major, tais como o enfarte do miocárdio ou o acidente vascular cerebral (AVC), não foram o foco principal de investigação para a população com hipertensão ligeira a moderada, de acordo com o desenho destes ensaios iniciais.


Evidência para a Redução do Risco Cardiovascular em Adultos de Alto Risco

O Arbitel-40 foi observado em investigações de longa duração e larga escala que analisaram a incidência de eventos cardiovasculares major em populações específicas de alto risco. Estes estudos incluíram principalmente adultos com 55 ou mais anos de idade, identificados como estando em risco acrescido devido a doença vascular estabelecida ou Diabetes Mellitus Tipo 2 com danos em órgãos associados. A investigação monitorizou eventos específicos (um objetivo composto fundamental) que incluiu morte cardiovascular, AVC não fatal e enfarte do miocárdio não fatal.

Os resultados descrevem padrões observados durante períodos de acompanhamento que podiam estender-se além dos quatro anos. No entanto, os dados para certos grupos, tais como os interessados na prevenção do AVC após um evento inicial, permanecem inconsistentes e fornecem informações limitadas. Além disso, a investigação que explorou o agente em combinação com outra classe de medicação semelhante foi associada a uma ausência de diferença mensurável nos resultados cardiovasculares ou renais em comparação com a utilização dos agentes isolados.


Lacunas na Evidência e Áreas de Incerteza

No geral, a certeza permanece baixa quanto à gama completa de resultados que podem ser observados fora dos cenários de investigação específicos estudados. Os dados para outras populações especializadas, tais como adultos mais jovens ou indivíduos com certas comorbilidades, permanecem insuficientes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Arbitel-40 (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Arbitel-40 a fazer efeito na minha tensão arterial?

A: De acordo com as informações oficiais do produto, o Arbitel-40 foi concebido para proporcionar um controlo sustentado da tensão arterial. O efeito máximo de redução da tensão é geralmente atingido após quatro a oito semanas de tratamento regular e contínuo.


P: Qual é a diferença entre o Arbitel-40 e outros medicamentos comuns da classe dos "sartans"?

A: O Arbitel-40 pertence à classe dos Antagonistas dos Recetores da Angiotensina II (ARA II), frequentemente designados por "sartans". A informação oficial destaca a sua duração de ação e semivida relativamente longas, o que permite a conveniência de uma única toma diária.


P: É normal sentir tonturas ou vertigens ao começar a tomar Arbitel-40?

A: A ocorrência de tonturas, vertigens ou desmaios é observada commumente com este medicamento. Estes sintomas podem ser um sinal de tensão arterial baixa (hipotensão), especialmente ao levantar-se rapidamente após estar sentado ou deitado.


P: O Arbitel-40 pode causar uma tosse persistente como outros medicamentos para a tensão?

A: Os dados oficiais de segurança indicam que a tosse é reportada como um efeito secundário pouco frequente do Arbitel-40.


P: O que acontece se me esquecer de tomar uma dose de Arbitel-40?

A: As orientações oficiais indicam que uma dose esquecida pode ser tomada assim que se perceba o esquecimento. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, deve retomar-se o horário normal. O doente não deve tomar duas doses ao mesmo tempo.


P: É seguro consumir álcool enquanto tomo Arbitel-40?

A: O consumo de álcool pode potenciar o efeito de redução da tensão arterial do Arbitel-40. Isto pode aumentar o risco de sintomas como tonturas, vertigens e desmaios.


P: Que suplementos comuns podem interagir com o Arbitel-40?

A: O Arbitel-40 pode aumentar o risco de níveis elevados de potássio no sangue (hipercaliemia). A informação oficial indica que a administração conjunta de suplementos de potássio ou substitutos do sal que contenham potássio é geralmente evitada devido a este risco.


P: O Arbitel-40 é seguro para doentes idosos?

A: A informação oficial de prescrição refere que, habitualmente, não é necessário um ajuste inicial da dose para doentes geriátricos (com 65 ou mais anos).


P: O Arbitel-40 pode ser prescrito a adultos jovens para a tensão alta?

A: O Arbitel-40 está indicado para o tratamento da tensão arterial elevada em adultos. As fontes oficiais referem que a segurança e eficácia em doentes pediátricos (menores de 18 anos) não foram estabelecidas.


P: O Arbitel-40 afeta o ritmo cardíaco ou apenas a tensão arterial?

A: O mecanismo principal do Arbitel-40 foca-se na redução da tensão arterial. Contudo, foram reportadas alterações no ritmo cardíaco, como batimentos lentos ou rápidos, em dados de reações adversas pós-comercialização.


P: Por que razão o Arbitel-40 é frequentemente administrado num comprimido combinado com um diurético?

A: A informação oficial sobre o medicamento indica que o Arbitel-40 pode ser utilizado em combinação com um diurético do tipo tiazídico. Esta combinação tem um efeito aditivo na redução da tensão arterial.


P: Terei de tomar Arbitel-40 para o resto da vida se a minha tensão estiver controlada?

A: O Arbitel-40 ajuda a controlar a tensão arterial elevada, mas não cura a condição. Como a hipertensão é frequentemente uma condição crónica, o tratamento requer geralmente medicação contínua para manter os níveis de tensão arterial desejados.


P: Existe uma versão genérica do Arbitel-40 disponível?

A: Sim, a versão genérica da substância ativa, o Telmisartã, está geralmente disponível.


P: Porque é que as pessoas mudam por vezes de um inibidor da ECA para o Arbitel-40?

A: O Arbitel-40 (um ARA II) pode ser utilizado como uma alternativa, particularmente para doentes que sofrem de tosse seca persistente, que pode ser um efeito secundário dos medicamentos inibidores da ECA.


P: Devo evitar certas atividades devido às tonturas enquanto tomo Arbitel-40?

A: A informação oficial para o doente refere que o Arbitel-40 pode afetar o estado de alerta. Atividades como conduzir ou utilizar máquinas devem ser abordadas com precaução até que o doente saiba como o medicamento o afeta.


P: O que devo fazer se sentir um efeito secundário grave ou invulgar com o Arbitel-40?

A: Os documentos oficiais indicam que efeitos secundários graves ou invulgares devem ser comunicados a um profissional de saúde. Os doentes podem também reportar suspeitas de reações adversas à autoridade reguladora nacional.


P: Como é que o Arbitel-40 é eliminado do corpo?

A: A maioria do Arbitel-40 é eliminada do corpo de forma inalterada. Dados farmacocinéticos mostram que mais de 97% da dose é excretada através da bílis e das fezes.


P: Existem sinais de alerta para problemas no fígado relacionados com o Arbitel-40?

A: A documentação oficial afirma que o medicamento é contraindicado em doentes com problemas hepáticos graves ou distúrbios biliares obstrutivos. Reações adversas raras incluem a função hepática anormal, o que envolveria monitorização por um profissional de saúde.


P: É comum os médicos ajustarem a dosagem de Arbitel-40 várias vezes?

A: A dose inicial é tipicamente de 40 mg uma vez por dia. Podem ser feitos ajustes na dosagem conforme necessário, geralmente após as primeiras quatro a oito semanas de tratamento, para garantir o controlo ideal da tensão arterial.


P: O Arbitel-40 trata a causa da tensão alta ou apenas o sintoma?

A: O Arbitel-40 funciona bloqueando uma hormona que causa o estreitamento dos vasos sanguíneos, o que, por sua vez, baixa a tensão arterial. Embora seja altamente eficaz no controlo da tensão, trata o sintoma e não cura a condição subjacente.


P: O Arbitel-40 tem algum efeito secundário psiquiátrico ou relacionado com o humor conhecido?

A: Sim, os dados oficiais de segurança registam reações adversas psiquiátricas associadas ao Arbitel-40. Estas incluem sintomas como depressão, nervosismo e ansiedade.


P: Pessoas com asma ou problemas pulmonares podem tomar Arbitel-40?

A: Os dados oficiais de reações adversas incluem relatos de efeitos respiratórios como asma, rinite e dificuldade respiratória (dispneia). Estas condições devem ser discutidas com um profissional de saúde.


P: Porque é que o meu médico está a verificar a minha função renal enquanto tomo Arbitel-40?

A: Recomenda-se a monitorização periódica dos níveis sanguíneos de creatinina e potássio, particularmente em doentes com função renal diminuída. Esta é uma prática comum para gerir o potencial de desequilíbrio mineral durante a toma deste medicamento.


P: O Arbitel-40 pode causar problemas com o equilíbrio mineral no corpo?

A: A informação oficial indica que o Arbitel-40 tem o potencial de causar níveis elevados de potássio (hipercaliemia). Devido a este potencial, os níveis de potássio sérico e de creatinina podem ser monitorizados em doentes suscetíveis a estas alterações.

Como Arbitel-40 deve ser armazenado e descartado?

Conservação e Eliminação do Arbitel-40

Para preservar a qualidade do Arbitel-40 (telmisartã), os documentos oficiais exigem condições específicas de conservação e manuseamento. Os comprimidos devem ser guardados a uma temperatura ambiente controlada (tipicamente entre os 20 °C e os 25 °C). Uma vez que o medicamento é higroscópico, deve ser protegido da humidade e da luz, mantendo-se na sua embalagem original e no blister selado até ao momento imediato da utilização. Guarde sempre o produto fora da vista e do alcance das crianças.

A eliminação deve seguir as orientações oficiais. Os comprimidos não utilizados ou fora do prazo de validade devem ser geridos através de um programa comunitário de recolha de medicamentos, se disponível. Caso contrário, o medicamento pode ser misturado com uma substância desagradável, colocado num recipiente selado e descartado no lixo doméstico. Não deite o medicamento na sanita nem o verta em qualquer ralo ou esgoto.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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