Antitussin

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Antitussin

Opção de tratamento: Cough

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Antitussin

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Guaifenesina
Forma Preparações orais (comprimido, xarope, cápsula)
Classe Farmacológica Espetorante
Uso Comum Alívio sintomático da congestão torácica
Origem Composto orgânico sintético

Que Tipo de Medicamento é o Antitussin (Guaifenesina)?

O Antitussin é a designação de um produto medicinal que contém o princípio ativo Guaifenesina, o qual é formalmente classificado como um espetorante. Esta classe farmacológica foi desenvolvida para proporcionar o alívio sintomático da congestão torácica temporária que acompanha frequentemente as infeções agudas do trato respiratório superior e a constipação comum. A Guaifenesina é um composto orgânico sintético que atua como um agente mucoativo. Estudos farmacológicos confirmaram amplamente o seu papel na gestão das secreções respiratórias, sendo o composto reconhecido pela sua segurança e eficácia para este fim. Está amplamente disponível como um Medicamento Não Sujeito a Receita Médica (MNSRM), distinguindo-se dos antitússicos (substâncias controladas), embora versões especializadas de combinação medicamentosa possam exigir prescrição médica.

Composição e Formas dos Espetorantes

A substância ativa principal no produto é a Guaifenesina, cientificamente conhecida também pelo seu sinónimo químico, Guaiacolato de glicerilo. Este composto essencial é preparado para administração por via oral em diversas formas farmacêuticas, incluindo formas sólidas como o comprimido, a cápsula e o comprimido de libertação prolongada. O composto é também fabricado como um líquido oral ou xarope, um formato frequentemente preferido para as populações pediátricas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui a Guaifenesina na sua lista de medicamentos essenciais, um reconhecimento que reflete a sua utilidade comprovada e o seu perfil de segurança fiável nos sistemas de saúde básicos.

O Objetivo Geral do Antitussin em Condições Respiratórias

O objetivo geral fundamental do Antitussin é ajudar a gerir o desconforto causado por sintomas relacionados com muco espesso e persistente que interfere com a respiração normal. A ação espetorante é clinicamente reconhecida por facilitar uma tosse mais produtiva, auxiliando na conversão do muco de difícil expulsão num fluido mais fino e fácil de gerir. Ao ajudar nesta liquefação das secreções e, consequentemente, ao facilitar a desobstrução das vias respiratórias, o medicamento proporciona um alívio essencial das sensações de peso e obstrução associadas à congestão torácica, um cenário típico durante a fase de recuperação de uma constipação comum.

Quais efeitos secundários são possíveis com Antitussin?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança oficial do Antitussin (Guaifenesina) documenta reações adversas que afetam principalmente os sistemas Gastrointestinal e Nervoso, sendo que a maioria dos efeitos sistémicos é classificada como pouco comum ou rara na experiência pós-comercialização. Problemas gastrointestinais como náuseas, vómitos e dor de estômago são os eventos adversos registados com maior frequência.


Reações Adversas Sistémicas e Eventos Graves

As reações adversas que envolvem a Pele e o Tecido Subcutâneo incluem o desenvolvimento de erupção cutânea ou urticária. De forma mais grave, as informações oficiais documentam o potencial para Perturbações do Sistema Imunitário raras e severas, especificamente reações anafiláticas e angioedema (inchaço), que representam formas de hipersensibilidade sistémica grave. A presença de febre, erupção cutânea ou dor de cabeça persistente acompanhada de tosse é registada como um sinal de segurança que pode indicar uma doença subjacente grave.


Restrições de Segurança e Populações Especiais

A documentação regulamentar estabelece restrições de segurança específicas. Deve ser consultado um profissional de saúde antes da utilização em contexto de gravidez ou amamentação, bem como no caso de doentes com uma tosse crónica ou persistente (por exemplo, associada a asma ou enfisema) ou uma tosse acompanhada por uma quantidade excessiva de fleuma. O uso é geralmente restrito em populações pediátricas, particularmente no que toca às formulações de libertação prolongada, que normalmente não se destinam a crianças com menos de 12 anos de idade. A utilização deve ser interrompida se a tosse durar mais de 7 dias ou se reaparecer, definindo um limite temporal para a gestão autónoma dos sintomas.


Interferência Laboratorial

Uma nota de segurança específica confirma que a Guaifenesina pode causar interferência na cor de certos testes clínicos, resultando potencialmente em valores falsamente elevados para compostos como o 5-HIAA urinário e o ácido vanilmandélico (VMA).

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem: Quando procurar ajuda

A sobredosagem de medicamentos antitússicos, que podem conter ingredientes como o dextrometorfano ou opioides sujeitos a receita médica, como a hidrocodona, pode constituir uma emergência médica grave, conduzindo a complicações severas.

Sintomas de Sobredosagem Reconhecidos

A manifestação mais significativa e potencialmente fatal de uma sobredosagem é a depressão respiratória (respiração lenta, superficial ou dificultada), que pode resultar em sedação profunda, coma e morte. Outros sinais podem incluir:

  • Alterações do estado mental, tais como confusão, sonolência grave, falta de equilíbrio ou alucinações.
  • Efeitos cardiovasculares, como tensão arterial alta ou baixa e batimentos cardíacos rápidos ou palpitações.
  • Sinais físicos, tais como lábios ou unhas azuladas, convulsões, espasmos musculares ou rigidez muscular.
  • Mal-estar gastrointestinal, incluindo náuseas e vómitos graves.

Circunstâncias de Alto Risco

Tomar uma dose superior à recomendada ou a ingestão acidental — especialmente por crianças — pode levar rapidamente a uma sobredosagem fatal, particularmente com formulações que contenham opioides. O risco aumenta significativamente quando estes medicamentos são utilizados concomitantemente com outros depressores do Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo álcool, sedativos ou benzodiazepinas.

É Necessária Ação de Emergência Imediata

Procure ajuda médica de emergência imediatamente se houver suspeita de sobredosagem ou se ocorrerem sintomas como dificuldade em respirar, incapacidade de acordar ou convulsões. Contacte o número de emergência local (como o 112) ou o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) imediatamente para obter instruções. O tratamento foca-se no restabelecimento de uma via aérea livre e na prestação de assistência respiratória, podendo incluir a administração de um antagonista opioide como a naloxona, quando apropriado.

Usos terapêuticos de Antitussin

O que o Antitussin trata: Principais Usos e Benefícios

O Antitussin (Guaifenesina) é um espetorante amplamente utilizado, aplicado principalmente em condições que apresentam episódios agudos caracterizados pelo excesso de muco. O seu papel terapêutico central é utilizado para a gestão do alívio sintomático da congestão torácica e do mal-estar respiratório associado. Este medicamento é comumente utilizado para auxiliar nos sintomas da constipação comum, gripe e bronquite aguda.

O foco recai sobre os sintomas relacionados com o desconforto físico causado por secreções espessas e viscosas que interferem com o funcionamento diário. Ao auxiliar na redução da espessura destas secreções densas, o fármaco apoia a desobstrução das secreções. Esta ação pode ajudar a promover uma tosse mais produtiva, o que pode ser relevante para atenuar a sensação de obstrução e proporcionar alívio.

“O objetivo primordial é apoiar o paciente durante episódios difíceis, atenuando o mal-estar quando os sintomas se tornam mais percetíveis.”

Em certos pacientes, o medicamento pode fazer parte da gestão sintomática da bronquite crónica estável, sendo aplicado na abordagem à hipersecreção persistente de muco. Esta abordagem contribui para atenuar a carga global de sintomas e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Facto Rápido: Alívio da Congestão
Alvo Principal Muco espesso, viscoso (fleuma) e congestão torácica.
Ação Central Apoia a redução da viscosidade das secreções.
Benefício para o Paciente Facilita a expetoração e promove uma tosse mais produtiva.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Antitussin?

A elegibilidade para a utilização de Antitussin (Guaifenesina) é rigorosamente definida por organismos reguladores, que estabelecem os grupos etários aprovados e os critérios de exclusão específicos.

Aprovados e Populações Restritas

Estado de Elegibilidade Grupo de Doentes Contexto da Restrição
Geralmente Autorizado Adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos Para o alívio sintomático da congestão torácica.
Utilização Não Recomendada Crianças com menos de 6 anos de idade Devido a limitações regulamentares sobre medicamentos de venda livre (MNSRM) para a tosse e constipações em crianças pequenas.
Contraindicado Doentes com hipersensibilidade conhecida Proibição absoluta perante a substância ativa ou qualquer um dos excipientes da formulação.

Limitações Específicas

As informações oficiais do rótulo desaconselham o autotratamento em determinadas condições. O medicamento não deve ser utilizado em casos de tosse persistente ou crónica (como a que ocorre no tabagismo, asma ou enfisema) ou em tosses acompanhadas de expetoração excessiva, a menos que tenha sido obtido aconselhamento médico profissional.

Gravidez e Amamentação: Os dados regulamentares classificam a Guaifenesina na Categoria C de gravidez. A sua utilização não é recomendada durante a gestação ou a amamentação, uma vez que a segurança não foi estabelecida de forma conclusiva e desconhece-se se o fármaco é excretado no leite humano.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A informação oficial para o Antitussin (Guaifenesina), quando utilizado como monofármaco, estabelece um perfil de interações altamente limitado no que respeita à administração conjunta com outros produtos medicinais e substâncias.

Perfil de Interação Regulamentar Documentado

Os documentos oficiais relativos à monoterapia com Guaifenesina não documentam interações medicamentosas específicas que alterem de forma significativa a exposição sistémica (AUC ou Cmax) da Guaifenesina ou de outros medicamentos administrados em simultâneo.

Não existem combinações específicas fármaco-fármaco formalmente listadas como contraindicadas com base no risco de interação. Além disso, não são conhecidas interações mediadas por enzimas (CYP) ou por transportadores, nem existem efeitos farmacodinâmicos aditivos documentados que exijam restrições formais. No que respeita à alimentação e horários, os dados indicam que o medicamento pode ser administrado independentemente do horário das refeições, não existindo restrições ou avisos quanto à toma conjunta com álcool ou produtos à base de plantas.

Interferência em Testes Laboratoriais

A única interação oficialmente documentada envolve a interferência em procedimentos de diagnóstico específicos, devido aos metabolitos do fármaco. A Guaifenesina ou os seus metabolitos podem causar uma interferência na coloração no teste de VMA (ácido vanilmandélico) para as catecolaminas, o que pode originar resultados imprecisos.

Adicionalmente, o fármaco pode causar uma elevação falso-positiva nos níveis de 5-HIAA urinário (ácido 5-hidroxiindoleacético) em certos testes químicos de metabolitos da serotonina, também devido à interferência na cor. Os doentes devem informar sobre o uso de Guaifenesina sempre que realizarem estes testes laboratoriais específicos.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Antitussin

O Antitussin, que contém Guaifenesina, atua através de um reflexo neurológico específico para alterar as propriedades físicas das secreções respiratórias, aumentando assim a eficiência mecânica do transporte de fluidos nas vias aéreas.


Ativação da Via Vagal Gastro-Pulmonar

Este mecanismo inicia-se a nível periférico através da estimulação reflexa das terminações aferentes do nervo vago na mucosa gástrica. Esta interação inicial ativa o arco reflexo gastro-pulmonar, uma via neural específica que sinaliza ao trato respiratório o início do processo de modulação das secreções. Este passo inicia a resposta sistémica necessária para a ação fisiológica do fármaco.


Modulação da Viscosidade das Secreções Respiratórias

O aumento da atividade eferente parassimpática resultante do reflexo vagal estimula a produção das glândulas serosas nas vias respiratórias. Este processo aumenta o volume de fluido aquoso (a camada sol) na árvore traqueobrônquica. A consequência funcional desta modulação hídrica é uma redução na viscosidade e na adesividade do muco pré-existente, alterando a mecânica de transporte dos fluidos.


Melhoria Funcional da Depuração Mucociliar

Ao tornar o muco mais fluido, o mecanismo afeta a dinâmica de fluidos necessária para o movimento ciliar. As secreções menos viscosas são captadas e movidas de forma mais eficaz pelo batimento dos cílios. Este ajuste fisiológico facilita o movimento das secreções a partir das vias respiratórias inferiores.

Informações sobre dosagem e administração

A administração do Antitussin (Guaifenesina) é realizada exclusivamente por via oral, utilizando formas farmacêuticas que incluem comprimidos, cápsulas e soluções orais. A sua utilização é normalizada de modo a garantir a conformidade com os intervalos de toma estabelecidos e os limites máximos permitidos.

O regime padrão para adultos e adolescentes (com 12 ou mais anos de idade) depende do tipo de formulação. As formas de libertação imediata (LI) são tipicamente tomadas em doses individuais de 200 mg a 400 mg a cada quatro horas, enquanto as formas de libertação prolongada (LP) são administradas em doses que variam entre 600 mg e 1200 mg num esquema de doze em doze horas. Independentemente da forma, a quantidade total ingerida não deve exceder os 2400 mg (2,4 g) num período de 24 horas.

Para uma utilização correta, existem condições de administração específicas. Para auxiliar a ação do medicamento, este deve ser tomado com um copo cheio de água ou com um reforço da ingestão de líquidos, sendo a toma permitida com ou sem alimentos. Uma restrição fundamental no procedimento diz respeito ao manuseamento das formulações de libertação prolongada: estes produtos devem ser engolidos inteiros e não podem ser esmagados, mastigados ou partidos, de forma a preservar o seu perfil de libertação gradual.

O protocolo oficial dita que o Antitussin é indicado para uma utilização a curto prazo, não devendo ser utilizado por mais de sete dias consecutivos. Estão também estabelecidos regimes posológicos específicos para as populações pediátricas, com diferentes limites aplicáveis a crianças entre os 6 e os 12 anos e entre os 2 e os 6 anos de idade. No caso de esquecimento de uma dose, a orientação consiste em continuar o esquema regular sem duplicar a dose seguinte.

Evidência clínica recente

Evidência Científica sobre Antitussin (Guaifenesina)

Evidência no Alívio de Sintomas de Congestão Torácica Aguda

O corpo principal da investigação sobre o Antitussin (Guaifenesina) foca-se na sua utilização pretendida e foi estudado para a gestão da congestão torácica temporária durante doenças agudas, como a constipação comum ou a bronquite aguda. A investigação que analisa este efeito envolve a utilização de ensaios controlados e aleatorizados (ECA) de curto prazo, nos quais os participantes — maioritariamente adultos e adolescentes saudáveis — foram observados durante períodos inferiores a uma semana.

Estes ensaios foram concebidos para explorar a evolução dos sintomas ao longo do tempo, medindo resultados comunicados pelos doentes sobre o desconforto percecionado, focando-se na gravidade da tosse, na frequência da tosse e na avaliação subjetiva da espessura do muco. A investigação também analisou medidas objetivas, incluindo as propriedades físicas das secreções respiratórias.

Revisões sistemáticas que compilam evidências de múltiplos ensaios indicam que os resultados foram mistos ao comparar a Guaifenesina com uma substância inativa (placebo). Embora a investigação descreva alterações medidas durante o período do estudo para certos sintomas, os resultados relativos a medidas objetivas, como a espessura da expetoração, revelam padrões relacionados com achados variáveis entre os estudos. A FDA (EUA), com base em dados históricos e estabelecidos, designou a Guaifenesina como Geralmente Reconhecida como Segura e Eficaz (GRASE) para esta utilização, o que contribui para o panorama geral da evidência.

Evidência para Utilização na Bronquite Crónica Estável

A base de evidência para a utilização de Antitussin neste contexto inclui ensaios clínicos históricos e estudos de Evidência do Mundo Real (RWE) mais recentes, aplicados em investigações que analisaram as experiências comunicadas pelos doentes ao longo de intervalos de tempo intermédios para a gestão a longo prazo da bronquite crónica estável (BCE).

Estes estudos mais longos analisaram resultados relacionados com o desconforto físico, tais como sintomas de tosse e expetoração, durante períodos de observação que duraram de várias semanas a meses. A investigação descreve padrões observados nos estudos relacionados com alterações na gravidade dos sintomas avaliada pelo doente em adultos com BCE.

Incerteza e Consistência dos Resultados

Uma limitação fundamental em toda a investigação é a variabilidade dos resultados comunicados em diferentes ensaios, especialmente no que diz respeito às medições científicas objetivas das propriedades da expetoração. A maioria dos estudos é de curto prazo, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. A investigação em populações especiais, como crianças pequenas e indivíduos com inúmeras condições de saúde coexistentes, permanece limitada, e os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Antitussin (FAQ)


Q: Qual é a principal diferença entre o Antitussin e outros supressores da tosse comuns?

Os documentos oficiais classificam o Antitussin (Guaifenesina) como um expetorante, que é um agente mucoativo. O objetivo deste tipo de medicamento é ajudar a tornar o muco nas vias respiratórias mais fluido e solto. Esta ação difere dos supressores da tosse (ou antitússicos), que atuam centralmente para reduzir o próprio reflexo da tosse.

Q: O Antitussin pode causar sonolência ou fazê-lo sentir-se ensonado?

De acordo com as informações oficiais do produto, a sonolência e as tonturas estão listadas como efeitos secundários comunicados, embora sejam geralmente considerados pouco comuns ou raros. Os rótulos oficiais aconselham os utilizadores a estarem cientes da possibilidade de ocorrência destes efeitos.

Q: Quanto tempo demora normalmente o Antitussin a começar a atuar?

A substância ativa do Antitussin é conhecida por ser rapidamente absorvida pelo organismo. Alguma evidência indica que os efeitos iniciais podem começar a ser percetíveis dentro de 15 a 30 minutos após a administração de uma dose de libertação imediata.

Q: É normal sentir a boca seca após tomar Antitussin?

Os resumos oficiais de segurança documentam, por vezes, a boca seca como um possível efeito adverso, particularmente quando o fármaco é utilizado em certos produtos de associação. No entanto, este efeito não é listado de forma consistente entre os efeitos secundários mais comuns para a formulação de ingrediente único do Antitussin (Guaifenesina).

Q: Posso tomar Antitussin se tiver tensão arterial alta?

Os rótulos regulamentares oficiais para o Antitussin de ingrediente único não listam a pressão arterial elevada (hipertensão) como uma contraindicação formal ou como uma precaução especial de utilização necessária.

Q: O Antitussin contém algum ingrediente que possa influenciar um teste de deteção de drogas?

A rotulagem oficial indica que a Guaifenesina ou os seus metabolitos podem causar interferência na cor em testes laboratoriais clínicos específicos. Esta interferência pode levar a resultados falsos em testes como o de VMA (ácido vanilmandélico) e o de 5-HIAA (ácido 5-hidroxi-indoleacético). Estes não são testes padrão de rastreio de drogas.

Q: Os estudos sugerem que o Antitussin é eficaz para tosses não específicas?

As informações oficiais aprovam o Antitussin para tosses associadas a congestão torácica temporária durante doenças agudas. A investigação foca-se principalmente neste tipo específico de tosse, apoiando a sua utilização em doentes com uma infeção aguda do trato respiratório superior.

Q: O Antitussin é descrito como um medicamento que causa dependência nos documentos oficiais?

Os documentos regulamentares oficiais não classificam o Antitussin de ingrediente único (Guaifenesina) como uma substância controlada. Por conseguinte, não apresenta potencial de dependência ou de habituação listado no seu perfil regulamentar.

Q: Quanto tempo dura o efeito de uma dose de Antitussin no corpo?

O esquema posológico do medicamento reflete a duração pretendida do seu efeito. As formulações de libertação imediata (LI) são tipicamente tomadas a cada 4 horas, enquanto as formulações de libertação prolongada (LP) são administradas a cada 12 horas.

Q: Existem avisos oficiais sobre conduzir ou operar máquinas enquanto se toma Antitussin?

Os avisos regulamentares advertem que o Antitussin pode causar tonturas ou sonolência como efeito secundário. Os avisos oficiais referem que, caso se experienciem estes efeitos, devem ser evitadas atividades que exijam um estado de alerta mental total, tais como conduzir ou operar máquinas.

Q: A eficácia do Antitussin altera-se se for tomado com alimentos?

A rotulagem oficial afirma que o medicamento pode ser administrado independentemente do horário das refeições. Isto indica que tomar Antitussin com ou sem alimentos não altera, geralmente, a eficácia do seu funcionamento.

Q: Os adultos mais velhos ou idosos podem utilizar Antitussin sem precauções especiais?

As orientações regulamentares reconhecem que os adultos mais velhos podem ser mais sensíveis a certos efeitos secundários do medicamento, tais como confusão ou tonturas. A informação é fornecida para sensibilizar para uma potencial maior sensibilidade nos adultos mais velhos.

Q: Por que razão poderia um médico prescrever Antitussin em vez de um medicamento diferente para a tosse?

A seleção do Antitussin baseia-se na necessidade médica da sua ação específica como expetorante. Isto significa que é utilizado quando o objetivo principal é tornar o muco mais fluido e solto, ajudando a tornar a tosse mais produtiva e a limpar as vias respiratórias.

Q: Existe alguma investigação sobre como o Antitussin afeta pessoas com asma?

Os avisos regulamentares oficiais estabelecem que a utilização para a tosse associada a condições como a asma requer a consulta de um profissional de saúde. Esta precaução sinaliza que o autotratamento não é recomendado nestes casos específicos.

Q: Qual é o mecanismo geral descrito para a forma como o Antitussin atua na tosse?

O Antitussin atua como um expetorante, fluidificando as secreções respiratórias em vez de suprimir totalmente a tosse. Esta fluidificação é desencadeada por um processo neural designado por via vagal gastro-pulmonar. O efeito pretendido é facilitar uma tosse mais produtiva que seja mais eficaz a limpar as vias respiratórias.

Q: Existem instruções específicas sobre o que fazer se for tomada uma dose excessiva de Antitussin?

O protocolo regulamentar para uma sobredosagem especifica que é necessária assistência médica de emergência ou o contacto imediato com um Centro de Informação Antivenenos.

Q: O Antitussin contém açúcar e é adequado para pessoas com diabetes?

Algumas formulações líquidas de Antitussin podem conter açúcar ou substitutos do açúcar, como sorbitol ou aspartame. É necessário que os indivíduos com diabetes verifiquem a lista de ingredientes no rótulo do produto específico para confirmar a presença de açúcares ou edulcorantes.

Q: Está descrito em fontes oficiais que o Antitussin pode causar confusão ou tonturas?

Sim, a documentação oficial de segurança lista tanto as tonturas como alterações mentais/de humor, incluindo a confusão, entre os efeitos secundários comunicados do medicamento. É por esta razão que existem avisos sobre atividades que exigem alerta mental.

Q: Que evidência existe relativa à utilização de Antitussin em doentes com problemas renais?

A documentação regulamentar oficial não estabeleceu formalmente ajustes posológicos específicos para doentes que sofram de problemas renais (insuficiência renal).

Q: O Antitussin contém corantes ou ingredientes inativos que possam causar problemas?

Todos os produtos medicinais contêm ingredientes inativos, também conhecidos como excipientes, que podem incluir corantes ou outros compostos. As informações oficiais sublinham que é necessário verificar a lista de ingredientes no rótulo específico do produto, uma vez que a hipersensibilidade a qualquer ingrediente é uma contraindicação.

Como Antitussin deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar Antitussin (Guaifenesina)?

As diretrizes regulamentares oficiais definem condições precisas para a conservação e eliminação de Antitussin (Guaifenesina), com o objetivo de manter a estabilidade do produto e garantir a segurança.

Requisitos Oficiais de Conservação

Requisito Restrição
Temperatura Conservar à temperatura ambiente controlada, geralmente entre 20 e 25 °C. Evitar o calor excessivo.
Proteção Manter o produto na embalagem original bem fechada e protegê-lo da luz e da humidade.
Manuseamento As formas líquidas orais não devem ser congeladas. No caso de alguns líquidos, a embalagem deve ser eliminada 4 meses após a abertura.
Segurança Infantil É obrigatório manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

A Guaifenesina não utilizada ou fora do prazo de validade não deve ser eliminada através das águas residuais nem deitada na sanita. O método oficial para a eliminação consiste na utilização de programas comunitários de recolha de medicamentos ou na consulta de um farmacêutico para obter orientações sobre como descartar o produto de forma segura no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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