Antidep

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Antidep

Apresentamos uma breve visão geral do Antidep para compreender a sua identidade e finalidade.

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Escitalopram (sob a forma de oxalato de escitalopram)
Forma Farmacêutica Comprimido oral
Classe Farmacológica Inibidor Seletivo da Recaptação da Serotonina (ISRS)
Utilização Comum Tratamento da Perturbação Depressiva Maior e Ansiedade
Origem Sintética

Composição e Origem

O Antidep é um medicamento cujo princípio ativo farmacêutico é o Escitalopram. Pertence à classe dos Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS). Enquanto fármaco sintético, o Escitalopram é fabricado através de um processo químico rigoroso para garantir a consistência na pureza e na dosagem. Cada comprimido contém uma dose padronizada de oxalato de escitalopram. O Escitalopram corresponde ao enantiómero-S puro e ativo do composto citalopram.


Classe e Objetivo Terapêutico Geral

O principal objetivo terapêutico do Antidep é o tratamento da Perturbação Depressiva Maior e da Perturbação de Ansiedade Generalizada. Os ISRS atuam através do aumento da concentração do neurotransmissor serotonina nos espaços sinápticos do cérebro, ajudando a regular o humor e a emoção. Estes fármacos constituem uma opção de tratamento comum que auxilia na regulação de desequilíbrios químicos relacionados com estas perturbações. Este medicamento atua gradualmente para estabilizar e elevar o estado de espírito, ajudando os pacientes a restaurar o seu equilíbrio emocional quando tomado de forma consistente como parte de um plano de tratamento abrangente.

Quais efeitos secundários são possíveis com Antidep?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Antidep (Escitalopram) está formalmente documentado e organizado de acordo com a incidência e a classe de sistemas e órgãos afetados. Esta secção descreve as reações adversas e as características de segurança listadas oficialmente, centrando-se estritamente nas classificações regulamentares.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas encontram-se agrupadas de acordo com a sua frequência documentada:

  • Muito Frequentes: Náuseas, dores de cabeça (cefaleias).
  • Frequentes: Insónia, sonolência, diarreia, obstipação (prisão de ventre), boca seca, aumento da transpiração, fadiga, sinusite, distúrbios na ejaculação, diminuição da libido, ansiedade e sonhos anómalos.

Efeitos Sistémicos e Reações Adversas Graves

Os efeitos adversos estão documentados em vários sistemas, incluindo perturbações psiquiátricas, perturbações do sistema nervoso e perturbações gastrointestinais. De particular importância são as reações adversas graves oficialmente documentadas:

  • Síndrome Serotoninérgica: Uma reação potencialmente fatal associada a alterações no estado mental, instabilidade do sistema nervoso autónomo e alterações neuromusculares.
  • Riscos Cardíacos: O medicamento está associado ao prolongamento do intervalo QT, o que pode levar a um tipo de arritmia ventricular.
  • Ideação e Comportamento Suicida: Existe um risco acrescido, particularmente em adultos jovens e adolescentes, e especialmente durante a fase inicial do tratamento ou após alterações na dose.
  • Hemorragias Anómalas: O risco de hemorragia, incluindo hemorragia gastrointestinal, está aumentado.

Segurança Específica por População e Tempo de Tratamento

Existem restrições de segurança aplicáveis a grupos específicos. Os adultos mais velhos apresentam um risco aumentado de hiponatremia (níveis baixos de sódio no sangue). O risco mais elevado de pensamento e comportamento suicida é observado em adultos jovens e durante as semanas iniciais da terapia. Além disso, está documentado um padrão de sintomas de descontinuação após a interrupção abrupta, o que requer uma redução gradual ao interromper o tratamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem de Antidep (Escitalopram) está oficialmente documentada como envolvendo uma variedade de manifestações clínicas, que afetam principalmente o sistema nervoso central e o sistema cardiovascular. Os efeitos documentados ao nível do sistema nervoso central incluem sonolência, confusão, tonturas e tremores, que podem progredir para quadros mais graves, tais como convulsões ou coma. São também esperados sintomas gastrointestinais, como náuseas e vómitos.

Um dos principais desfechos com risco de vida associados a uma elevada exposição é a potencial ocorrência de Síndrome Serotoninérgica. A sobredosagem acarreta também um risco de prolongamento do intervalo QT, o que exige a monitorização contínua de anomalias cardíacas e de alterações dos sinais vitais em ambiente médico. Os desfechos fatais são raros, estando geralmente associados à coingestão com outros medicamentos ou álcool.

As orientações oficiais determinam que, em caso de suspeita de sobredosagem, deve-se contactar imediatamente os serviços de emergência ou o Centro de Informação Antivenenos (CIAV). É necessária assistência médica imediata perante qualquer sintoma grave, incluindo colapso, dificuldade respiratória ou convulsões. Não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem de escitalopram; por conseguinte, o tratamento foca-se em cuidados de suporte e medidas sintomáticas, incluindo potencialmente a lavagem gástrica ou a administração de carvão ativado.

Usos terapêuticos de Antidep

O Antidep (Escitalopram) é geralmente aplicado em áreas onde é necessário um apoio sintomático adicional para condições marcadas por sofrimento emocional persistente, ansiedade e perturbações cognitivas. A sua utilização é considerada relevante em contextos clínicos nos quais sintomas acentuados causam uma interferência notável na estabilidade diária do paciente. Este medicamento é utilizado para a gestão sintomática em múltiplas condições.

Este fármaco desempenha um papel na gestão de sintomas associados à Perturbação Depressiva Maior, Perturbação de Ansiedade Generalizada, Perturbação de Pânico e Perturbação Obsessivo-Compulsiva. Ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, oferecendo um alívio sintomático que auxilia os pacientes a lidarem de forma mais constante com as flutuações associadas à tensão e à apreensão. É aplicado durante fases de maior sofrimento ou desconforto, quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada.

“Esta abordagem oferece um suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas, contribuindo para um sentido de estabilidade durante episódios difíceis.”

Este alívio de suporte pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.


Facto Rápido: Apoio Sintomático para a Preocupação Excessiva

Este medicamento é vulgarmente utilizado em condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas, sendo considerado relevante para a gestão de grupos de sintomas relacionados com a preocupação invasiva associada a perturbações de ansiedade.

Critérios de utilização e restrições

Regras Oficiais de Elegibilidade para o Antidep (Escitalopram)

A documentação regulamentar oficial define a elegibilidade para o Antidep com base na idade, condições médicas pré-existentes e utilização concomitante de outros medicamentos.

Estado de Elegibilidade População Aplicável
Uso Autorizado (Estabelecido) Adultos (idade igual ou superior a 18 anos) para todas as condições indicadas. Adolescentes (dos 12 aos 17 anos) para Perturbação Depressiva Maior (PDM). Crianças (a partir dos 7 anos) para Perturbação de Ansiedade Generalizada (PAG).
Uso Restrito Adultos Idosos (Geriatria) requerem uma dose diária máxima recomendada restrita. Doentes com compromisso hepático (fígado) também necessitam de uma dose máxima reduzida. O uso requer precaução em doentes com insuficiência renal grave devido aos dados limitados.
Uso Não Estabelecido A segurança e a eficácia não foram estabelecidas em crianças com menos de 12 anos para PDM, ou com menos de 7 anos para PAG.

Populações Contraindicadas (Não deve utilizar)

O Antidep é contraindicado e não deve ser utilizado por grupos específicos, conforme determinado na rotulagem oficial:

  • Doentes com hipersensibilidade conhecida ao escitalopram, ao citalopram ou a qualquer um dos componentes do medicamento.
  • Doentes a tomar um Inibidor da Monoamina Oxidase (IMAO), incluindo a linezolid ou o azul de metileno intravenoso, ou que tenham interrompido um IMAO nos últimos 14 dias.
  • Indivíduos com antecedentes de síndrome congénita do intervalo QT longo ou outras condições cardíacas que levem ao prolongamento do intervalo QT.
  • Doentes a tomar simultaneamente Pimozida.

Estatuto em Populações Especiais

Em relação à gravidez, o uso é aconselhado apenas se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto, com alertas registados sobre a utilização no final da gestação e potenciais efeitos como a Hipertensão Pulmonar Persistente do Recém-Nascido (HPPRN). O escitalopram é excretado no leite humano, exigindo precaução durante a lactação.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve os padrões de interação oficialmente documentados para o Antidep (Escitalopram), conforme estabelecido nos documentos regulamentares oficiais.

Combinações Contraindicadas

A coadministração é contraindicada com certas substâncias devido aos riscos de interação. Estas incluem os Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), como a fenelzina ou o antibiótico linezolida, devido ao risco documentado de Síndrome Serotoninérgica. Deve existir um período de intervalo obrigatório de 14 dias entre a utilização de Antidep e de um IMAO psiquiátrico. A combinação com pimozida e outros medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QT também está contraindicada.

Interações Farmacodinâmicas e Metabólicas

Ocorrem interações com outros agentes serotoninérgicos (por exemplo, triptanos, tramadol, lítio ou o produto fitoterapêutico Erva de São João), que aumentam o risco de Síndrome Serotoninérgica através do reforço farmacodinâmico. O uso concomitante com medicamentos que interferem com a hemostase (como os anti-inflamatórios não esteroides — AINEs, a aspirina ou a varfarina) está associado a um risco aumentado de hemorragias anómalas.

Relativamente ao metabolismo, o Antidep é um inibidor moderado da enzima CYP2D6, o que pode aumentar a concentração plasmática de fármacos metabolizados principalmente por esta via (como o metoprolol). Inversamente, os inibidores do CYP2C19 e do CYP3A4 podem aumentar a exposição ao próprio Antidep. A absorção do Antidep não é afetada pelos alimentos, mas a coadministração com álcool não é, geralmente, recomendada.

Mecanismo de ação

O Antidep funciona atuando como um inibidor seletivo dos transportadores de recaptação tanto da serotonina (5-HT) como da norepinefrina (NE). Esta ação impede que o neurónio pré-sináptico remova estes neurotransmissores monoamínicos da fenda sináptica, o que leva a concentrações elevadas tanto de 5-HT como de NE no espaço extracelular.

O aumento resultante na concentração de ligantes modula a atividade dos recetores pós-sinápticos, alterando potencialmente a frequência e a magnitude dos eventos de ligação aos mesmos. Este efeito imediato inicia uma cascata mecânica de efeitos subsequentes que envolve as vias de sinalização dos recetores acoplados à proteína G (GPCR) e a regulação posterior de processos intracelulares, incluindo fatores de transcrição genética como a CREB (proteína de ligação ao elemento de resposta ao AMP cíclico).

Estas alterações intracelulares conduzem, a longo prazo, a uma modulação fisiológica ao nível do sistema, tal como a alteração da densidade da sinalização monoamínica e a neuroplasticidade em regiões cerebrais específicas. O mecanismo inclui também a modulação de vias específicas de citocinas inflamatórias, exercendo impacto em processos de sinalização celular que vão além da regulação primária das monoaminas.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Antidep (Escitalopram)

A utilização do Antidep é orientada por instruções específicas e regras de dosagem estabelecidas em documentos oficiais, que regem a administração oral do medicamento. O escitalopram é fornecido em comprimidos orais nas dosagens de 5 mg, 10 mg e 20 mg, podendo também estar disponível como solução oral.

Característica Instrução Oficial
Via de Administração Ingestão oral
Padrão de Frequência Administrado uma vez ao dia
Flexibilidade Contextual Pode ser tomado com ou sem alimentos
Dose Máxima para Adultos A dose diária máxima recomendada para adultos é de 20 mg

A dosagem padrão para adultos inicia-se habitualmente nos 10 mg uma vez ao dia e, se a dose for aumentada, as diretrizes especificam que tal deve ocorrer após um intervalo mínimo de uma semana. O medicamento é geralmente utilizado como parte de um plano de longo prazo, continuando frequentemente por vários meses após a observação de uma resposta positiva.

Utilização em Populações Específicas

Existem ajustes posológicos específicos para certas populações. A dose diária recomendada para adultos mais velhos (com 65 anos de idade ou mais) é de 10 mg. Uma dose diária máxima de 10 mg é também geralmente recomendada para doentes que apresentem comprometimento hepático.

Protocolo de Omissão de Dose

Caso ocorra o esquecimento de uma dose de escitalopram, a instrução consiste em tomar a dose logo que se recorde. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, a dose esquecida deve ser omitida para evitar a toma de duas doses próximas uma da outra. Recomenda-se a redução gradual da dose, em vez da interrupção abrupta, ao descontinuar o tratamento.

Evidência clínica recente

Evidência Científica para a Perturbação Depressiva Major (PDM)

A investigação sobre o Antidep foi avaliada em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de curto prazo, comparando o fármaco com um placebo no tratamento agudo da PDM. Estes estudos acompanharam as alterações nos sintomas depressivos utilizando escalas padronizadas, como a MADRS, durante um período de 6 a 8 semanas. Os resultados descrevem padrões em que os participantes monitorizados foram avaliados quanto a alterações medidas nas pontuações dos sintomas. A investigação também explorou comparações de dosagem (por exemplo, 10 mg/dia vs. 20 mg/dia), mas os resultados foram mistos. No que diz respeito à prevenção de recaídas, ensaios de manutenção mais longos, controlados por placebo, monitorizaram o tempo até à recorrência; contudo, a evidência permanece limitada no que toca a padrões de alteração medida que se estendam muito além de um ano. A investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante; os resultados descrevem padrões de grupo e não resultados individuais.


Evidência Científica para a Perturbação de Ansiedade Generalizada (PAG)

Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados de curto prazo examinaram o Antidep na PAG durante 8 a 12 semanas, acompanhando as alterações na gravidade dos sintomas de ansiedade através de escalas como a HAM-A. Os estudos exploraram desfechos relacionados com o desconforto físico e o desequilíbrio sistémico. Estudos de manutenção para a prevenção de recaídas na PAG acompanharam indivíduos durante vários meses; no entanto, existe informação limitada sobre resultados a longo prazo após esta fase intermédia.


Evidência em Populações Específicas de Doentes e Limitações

O Antidep foi avaliado em grupos específicos, incluindo adolescentes (12-17 anos) para a PDM e adultos idosos (idade igual ou superior a 60 anos) para a PAG ou PDM. Nos adultos idosos, a investigação monitorizou diferenças nos processos fisiológicos do composto. As dimensões das amostras foram modestas em alguns estudos de coorte específicos, o que significa que os dados são ainda emergentes. As principais lacunas de conhecimento documentadas pelos organismos reguladores incluem o facto de os efeitos a longo prazo não estarem totalmente estabelecidos, a falta de evidência comparativa para alguns subgrupos e a variabilidade da qualidade da evidência entre estudos quando se vai além das indicações principais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Antidep (FAQ)


P: Existe uma versão genérica do Antidep disponível?

Sim, a substância ativa do Antidep é o escitalopram e está disponível uma versão genérica aprovada. As entidades reguladoras exigem que os produtos genéricos cumpram os mesmos padrões governamentais rigorosos do produto de marca em termos de segurança, qualidade, eficácia e estabilidade.


P: Qual é a diferença entre o Antidep e outros medicamentos semelhantes para a mesma condição?

O Antidep está oficialmente classificado como um Inibidor Seletivo da Recaptação da Serotonina (ISRS). O medicamento está especificamente documentado como sendo o enantiómero S puro e ativo do citalopram. A informação regulamentar descreve o mecanismo de ação e o perfil de segurança do fármaco, mas não apresenta alegações comparativas em relação a outros ISRS ou medicamentos similares.


P: O que devo saber sobre a combinação de Antidep com suplementos?

A informação oficial do produto alerta especificamente contra a combinação de Antidep com o produto fitoterapêutico Erva de São João. Esta combinação aumenta o risco de Síndrome Serotoninérgica, uma condição potencialmente grave. As orientações oficiais sublinham a importância de informar um profissional de saúde sobre todos os suplementos que esteja a tomar.


P: O Antidep interage com chás de ervas ou auxiliares naturais do sono?

A rotulagem regulamentar adverte especificamente contra a combinação de Antidep com o produto fitoterapêutico Erva de São João, dado que esta mistura pode elevar o risco de Síndrome Serotoninérgica. A informação regulamentar destaca a importância da revisão de todos os produtos à base de plantas por parte de um profissional de saúde.


P: Que alimentos ou bebidas são oficialmente recomendados evitar durante o uso de Antidep?

As orientações oficiais indicam que a coadministração de Antidep com álcool não é, geralmente, recomendada devido ao potencial reforço dos efeitos secundários. A rotulagem regulamentar refere também que a absorção do medicamento não é afetada pelos alimentos e não existem alimentos específicos listados como devendo ser oficialmente evitados.


P: Segundo os documentos oficiais, o álcool interage com o Antidep de forma perigosa?

A informação oficial do produto refere que a toma de Antidep em conjunto com álcool não é recomendada. Esta cautela baseia-se na possibilidade de o álcool potenciar os efeitos do medicamento no sistema nervoso central (SNC), o que pode aumentar as tonturas ou a sonolência.


P: É normal sentir-me diferente na primeira semana de utilização do Antidep?

De acordo com a informação oficial do produto, efeitos secundários comuns como náuseas, boca seca ou dificuldade em dormir são frequentemente reportados, em particular no início do tratamento. Estas sensações, que podem incluir sintomas de inquietação ou agitação, ocorrem muitas vezes durante a fase inicial do tratamento, enquanto o corpo se adapta ao medicamento.


P: É necessário tomar o Antidep exatamente à mesma hora todos os dias?

O Antidep deve ser tomado uma vez ao dia e os documentos regulamentares preveem um protocolo específico para o caso de esquecimento de uma dose. A informação regulamentar apoia a toma da dose aproximadamente à mesma hora todos os dias para ajudar a manter níveis constantes no organismo.


P: De que forma a hora do dia em que tomo o Antidep se relaciona com os efeitos secundários?

As instruções posológicas oficiais indicam que o Antidep é tomado uma vez por dia, podendo a dose ser administrada de manhã ou à noite. Frequentemente, os doentes ajustam o horário com base nos efeitos secundários documentados, optando pela noite se sentirem sonolência ou pela manhã se sentirem dificuldade em dormir (insónia).


P: O Antidep causa aumento ou perda de peso na maioria dos utilizadores?

Segundo a documentação oficial, alterações significativas de peso não constam entre as reações adversas mais reportadas em utilizadores adultos. Contudo, foram observadas variações de peso em estudos com adultos e estas foram notadas especificamente em populações pediátricas, a par de uma diminuição do apetite.


P: Existem avisos específicos sobre conduzir ou trabalhar com máquinas durante o uso de Antidep?

Os avisos oficiais indicam que o Antidep pode causar sonolência ou afetar a capacidade de uma pessoa pensar com clareza ou de reagir rapidamente. As orientações regulamentares descrevem limitações na condução ou no manuseamento de máquinas até que o indivíduo saiba como o medicamento afeta a sua capacidade de pensar e reagir.


P: Como é que o Antidep afeta o foco ou a concentração?

A rotulagem oficial observa que a dificuldade de concentração pode ser um sintoma potencial de Hiponatremia, que é um efeito secundário grave mas pouco comum envolvendo níveis baixos de sódio. Além disso, reações adversas comuns, como a sonolência e a fadiga, podem influenciar indiretamente a capacidade de manter o foco.


P: O Antidep causa "confusão mental" ou problemas de memória?

A rotulagem oficial do fármaco alerta que o Antidep pode afetar a capacidade de uma pessoa pensar com clareza. Adicionalmente, sintomas específicos como problemas de memória e dificuldade de concentração são apontados como indicadores potenciais de um efeito secundário grave, embora pouco comum, denominado Hiponatremia (níveis baixos de sódio).


P: Que investigação existe sobre o impacto do Antidep nas oscilações de humor?

Os avisos oficiais referem que, em indivíduos com um diagnóstico subjacente de perturbação bipolar, o Antidep pode aumentar o risco de um episódio maníaco ou hipomaníaco. Estes episódios envolvem um período de humor significativamente elevado ou irritável, que pode ser percecionado como uma oscilação de humor acentuada.


P: O Antidep pode ser utilizado por pessoas com problemas cardíacos pré-existentes?

As regras oficiais estabelecem que o Antidep é contraindicado e não deve ser usado por indivíduos com historial de síndrome congénita do intervalo QT longo ou outras condições que levem ao prolongamento do intervalo QT. Para outros problemas cardíacos pré-existentes, o risco é habitualmente avaliado por um profissional de saúde, devido à associação do medicamento a alterações no intervalo QT.


P: São necessários testes laboratoriais específicos antes de iniciar o Antidep?

Embora a informação regulamentar oficial não exija explicitamente testes laboratoriais de rotina para todos, é necessária precaução em doentes com compromisso renal ou hepático grave, e o uso é contraindicado perante um historial de prolongamento do intervalo QT. Assim, um profissional de saúde poderá solicitar exames específicos, como análises ao sangue ou um ECG, para avaliar estas condições antes de iniciar o tratamento.


P: Que tipo de monitorização é frequentemente necessária durante o uso de Antidep?

Os documentos regulamentares descrevem a necessidade de uma monitorização próxima de todos os doentes, especialmente quanto ao aparecimento de pensamentos suicidas ou mudanças de comportamento. Para doentes mais jovens (pediatria), recomenda-se o controlo do peso e da altura durante o tratamento. Um profissional de saúde pode recomendar monitorização ou testes adicionais para detetar riscos potenciais como o prolongamento do intervalo QT ou níveis baixos de sódio (Hiponatremia).


P: O que deve ser feito se eu sentir efeitos secundários ligeiros e esperados do Antidep?

As orientações oficiais das entidades reguladoras instruem o utilizador a informar o profissional de saúde se qualquer efeito secundário se tornar incómodo ou persistir no tempo. Para efeitos comuns e ligeiros, como náuseas ou boca seca, comunicar esta informação ao profissional que prescreveu o medicamento é a ação recomendada.


P: Que tipo de apoio está disponível se eu estiver preocupado com um efeito secundário?

Os guias oficiais para o doente indicam o contacto com um profissional de saúde para aconselhamento sobre efeitos secundários preocupantes. No caso de sintomas graves ou de emergência, as orientações indicam que deve ser procurada ajuda médica imediata. A agência reguladora nacional também disponibiliza recursos para que os doentes possam reportar formalmente reações adversas.

Como Antidep deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Armazenamento e Eliminação

O escitalopram (Antidep) deve ser conservado e eliminado seguindo rigorosamente as indicações da rotulagem regulamentar, de forma a garantir a estabilidade do medicamento e a segurança pública.

Condições de Armazenamento

O medicamento deve ser guardado a uma temperatura ambiente controlada, habitualmente entre os 20°C e os 25°C, sendo permitidas variações pontuais até aos 30°C. Os comprimidos devem ser protegidos da humidade e do calor excessivo, e não podem ser congelados. É fundamental manter o produto no seu recipiente original, o qual deve estar bem fechado e ser mantido fora do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O escitalopram não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com a regulamentação local. O método preferencial consiste na utilização de um ponto de recolha autorizado ou programa de retoma de fármacos. Não deve eliminar o medicamento através das águas residuais (deitando-o no ralo ou na sanita), exceto se houver uma instrução específica das autoridades governamentais nesse sentido.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Antidep encontrado em:

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