Andros

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Andros

O que é o Andros?

Propriedade Descrição
Substância ativa Sildenafil (sob a forma de citrato de sildenafil)
Forma farmacêutica Comprimido revestido por película
Classe farmacológica Inibidor da fosfodiesterase do tipo 5 (PDE5)
Objetivo geral Facilitar o aumento do fluxo sanguíneo para dupla indicação
Origem Composto sintético

Andros: Definição e Classe Farmacêutica

O Andros é um medicamento sujeito a receita médica que contém a substância ativa Sildenafil, um composto sintético utilizado na terapêutica vascular. Está definitivamente classificado como um inibidor da fosfodiesterase do tipo 5 (PDE5), o que representa o seu grupo farmacológico específico. O composto Sildenafil é clinicamente reconhecido pelos seus efeitos no tónus vascular em múltiplas áreas terapêuticas, uma conclusão apoiada por estudos farmacológicos especializados.

A classe dos inibidores da PDE5 é especificamente reconhecida pelo seu mecanismo de ação no músculo liso vascular. O Sildenafil distingue o Andros pela sua estrutura molecular única, que apresenta um perfil adequado tanto para um início de ação rápido como para uma ação sustentada. O citrato de sildenafil é a forma de sal habitualmente incorporada na preparação final para otimizar a estabilidade e a biodisponibilidade.


A Composição e Forma do Andros

A composição do Andros é definida pelo seu estatuto de produto de substância ativa única, garantindo que o seu efeito terapêutico é atribuível exclusivamente à presença do Sildenafil. O medicamento é administrado por via oral e apresentado sob a forma de um comprimido revestido por película padronizado. Esta escolha de forma farmacêutica foi concebida para uma libertação precisa e assegura que uma quantidade consistente da substância ativa seja absorvida pela corrente sanguínea.


Objetivo Geral e Relevância Terapêutica

O objetivo geral e abrangente do Andros é abordar condições fisiológicas onde é necessário um aumento do fluxo sanguíneo, através da regulação da dinâmica vascular do organismo. A sua ação central consiste em promover o relaxamento do músculo liso e a subsequente vasodilatação (alargamento dos vasos) através da inibição da enzima PDE5. O mecanismo é eficaz na abordagem de desafios circulatórios, tanto na vasculatura sistémica como na pulmonar. O relaxamento resultante do músculo liso arterial é a alteração fundamental que define a sua relevância terapêutica, permitindo um maior fluxo sanguíneo em áreas específicas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Andros?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança oficial do Sildenafil (Andros) é definido pelas suas propriedades vasodilatadoras, o que resulta numa gama documentada de reações adversas classificadas pela frequência e pelo sistema corporal afetado. Esta informação baseia-se estritamente em documentos regulamentares das autoridades governamentais.

Reações Adversas: Classificação e Abrangência

As reações adversas estão organizadas pela Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) que afetam, incluindo os sistemas Vascular, Nervoso, Ocular e Gastrointestinal. Em ensaios clínicos, as reações reportadas com maior frequência (classificadas como muito comuns) incluem cefaleia (dor de cabeça), rubor facial, dispepsia (indigestão), visão anormal (como alterações na perceção das cores), congestão nasal, tonturas, dor nas costas e mialgia (dor muscular).

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

Avisos específicos detalham reações adversas raras, mas clinicamente significativas, tais como a Neuropatia Ótica Isquémica Anterior Não-Arterítica (NOIANA), uma causa de diminuição da visão, e a diminuição ou perda súbita de audição. O rótulo inclui também um aviso relativo ao priapismo (ereção prolongada com duração superior a quatro horas) e ao potencial risco cardíaco durante a atividade sexual para doentes com doença cardiovascular pré-existente.

A administração não é recomendada em certos grupos, incluindo doentes com Doença Pulmonar Veno-Oclusiva (DPVO) ou Retinite Pigmentosa. Além disso, a utilização concomitante com qualquer forma de nitratos orgânicos é estritamente contraindicada devido ao risco de hipotensão grave.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem com Andros (Sildenafil) está oficialmente documentada como resultando num aumento da gravidade e da incidência das reações adversas observadas em doses terapêuticas. As agências reguladoras observam que exposições significativamente acima da dose máxima recomendada podem levar ao agravamento de sintomas como cefaleia (dor de cabeça), rubor facial, dispepsia (indigestão) e tonturas, a par de uma descida acentuada da pressão arterial (hipotensão). As perturbações visuais, como a visão anormal ou a alteração na perceção das cores, podem também ser amplificadas.

Desfechos Graves que Requerem Ação Ação Mandatada pelo Regulador
Ereção com duração superior a 4 horas (Priapismo) Procurar assistência médica imediata.
Diminuição ou perda súbita de visão Procurar cuidados médicos de imediato.
Diminuição ou perda súbita de audição Procurar atenção médica imediata.

As informações de prescrição regulamentares confirmam que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por Sildenafil. A gestão clínica limita-se à prestação de tratamento sintomático e de suporte. Não se prevê que a eliminação por hemodiálise seja eficaz, uma vez que a substância ativa apresenta uma elevada ligação às proteínas. Os avisos oficiais abordam também especificamente o aumento do risco de mortalidade documentado com doses superiores às recomendadas na população pediátrica em tratamento para a Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP), o que constitui uma consideração de toxicidade crucial para este grupo específico. O perfil do medicamento obriga à procura urgente de ajuda com base no aparecimento destas manifestações graves e críticas em termos de tempo.

Usos terapêuticos de Andros

Indicações do Andros: Principais Utilizações e Benefícios

O Andros é aplicado em domínios terapêuticos onde é necessário um apoio sintomático adicional, abordando condições associadas a desconforto sistémico ou localizado. É habitualmente utilizado em contextos caracterizados por um desequilíbrio fisiológico temporário e em situações onde a estabilidade funcional é afetada. Este medicamento é considerado relevante na gestão sintomática destas duas apresentações clínicas distintas.


Alívio de Apoio para Sintomas Funcionais

O Andros é frequentemente utilizado para auxiliar em agrupamentos de sintomas que criam um esforço fisiológico percetível. É relevante para atenuar sintomas que interferem com o funcionamento diário, tais como dificuldades em atingir ou manter uma rigidez peniana suficiente. O medicamento pode ajudar na manutenção da estabilidade funcional durante períodos sintomáticos, o que apoia o doente durante episódios difíceis ao atenuar a angústia sentida por quem experiencia estes sintomas. Este fármaco é comummente utilizado em patologias que apresentam episódios agudos e é relevante em condições crónicas.

Gestão da Carga Sintomática Relacionada com o Foro Pulmonar

O Andros é aplicado na abordagem de condições associadas a episódios crónicos ou disruptivos, tais como a carga sintomática associada à Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP). Desempenha um papel na gestão de sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico, incluindo a fadiga e a redução da capacidade de esforço. O medicamento proporciona um alívio de apoio quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras, contribui para atenuar a carga sintomática global e é aplicável a doentes adultos e pediátricos.

“O medicamento apoia os doentes durante episódios difíceis, atenuando a angústia e favorecendo o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.”

Facto Rápido
Alívio para Sintomas que interferem com o funcionamento diário
Benefício Principal Auxilia na manutenção da estabilidade funcional

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Andros?

A elegibilidade para a utilização do Andros (Sildenafil) é determinada pelas informações regulamentares oficiais e baseia-se estritamente na população de doentes, nos medicamentos coadministrados e no estado de saúde pré-existente do utilizador.

Contraindicações Absolutas

O Andros é contraindicado e não deve ser utilizado por doentes que estejam a tomar, em simultâneo, qualquer forma de nitratos orgânicos ou dadores de óxido nítrico, bem como o medicamento Riociguat. A utilização é também proibida em doentes com antecedentes conhecidos de hipersensibilidade ao Sildenafil.


Restrições por População e Condição

População / Condição Estatuto Regulamentar
Utilização Pediátrica (Indicação HAP) Estabelecida para idades entre os 1 e os 17 anos; a utilização em bebés com menos de 1 ano não está estabelecida.
Insuficiência Hepática Grave Contraindicado (ex: Classe C de Child-Pugh), uma vez que a segurança não foi estudada.
Eventos Cardiovasculares Recentes A utilização é restrita após um acidente vascular cerebral (AVC) ou enfarte do miocárdio (ocorrido nos últimos seis meses).
Gravidez e Amamentação A utilização é condicional e requer uma avaliação de risco-benefício, dado que o Sildenafil é excretado no leite humano.
Retinite Pigmentosa / DPVO A utilização não é recomendada em doentes com estas condições oftalmológicas ou pulmonares específicas.

Para Doentes Geriátricos (idade igual ou superior a 65 anos) e doentes com insuficiência renal grave, a utilização é geralmente permitida, mas requer uma consideração clínica cautelosa devido à redução da depuração (clearance) do fármaco.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Andros (Sildenafil) está estruturado em torno de dois tipos principais de interações: a sinergia farmacodinâmica e a interferência metabólica farmacocinética. Todas as restrições baseiam-se estritamente na rotulagem oficial das autoridades governamentais.

Âmbito da Interação (Base Regulamentar) Descrição
Contraindicações Formais A coadministração é explicitamente contraindicada com todos os Nitratos Orgânicos (incluindo formas de ação curta e prolongada) e Estimuladores da Guanilato Ciclase (GC), como o riociguat. Esta restrição deve-se ao potencial de efeitos hipotensores graves e potenciados.
Modificação da Exposição (CYP3A4) Inibidores potentes do CYP3A4 (ex: ritonavir, cetoconazol) reduzem significativamente o clearance do Sildenafil, levando a um aumento substancial da concentração plasmática e da exposição sistémica (AUC). O ritonavir, especificamente, resulta num aumento da AUC de até 11 vezes, o que obriga a uma dose máxima obrigatória de 25 mg num período de 48 horas quando coadministrado. Inversamente, indutores fortes do CYP3A4 (ex: bosentano) aceleram o clearance do Sildenafil, diminuindo os seus níveis plasmáticos.
Efeitos Farmacodinâmicos Aditivos A coadministração com Alfabloqueadores pode levar a efeitos aditivos na redução da pressão arterial e ao risco de hipotensão sintomática, particularmente nas quatro horas após a toma. O perfil oficial documenta ainda que o Álcool (Etanol) pode produzir um efeito hipotensor aditivo devido às suas ações vasodilatadoras independentes. O sumo de toranja, sendo um inibidor fraco do CYP3A4, pode causar aumentos ligeiros nos níveis plasmáticos de Sildenafil.

A documentação regulamentar define limites estritos de interação, abrangendo tanto medicamentos sujeitos a receita médica como substâncias comuns, de forma a gerir os riscos associados à alteração dos níveis do fármaco e à potenciação dos efeitos vasodilatadores.

Mecanismo de ação

Inibição Seletiva da Enzima PDE5

O mecanismo de ação do Andros baseia-se na enzima Fosfodiesterase do tipo 5 (PDE5), que se encontra em abundância no músculo liso das paredes arteriais. A substância ativa, o Sildenafil, atua como um inibidor seletivo para bloquear esta enzima, impedindo que esta degrade rapidamente o mensageiro celular fundamental, o monofosfato de guanosina cíclico (GMPc). Esta ação ocorre no domínio da degradação da sinalização mediada por enzimas, onde o fármaco preserva um sinal natural para modular a resposta fisiológica subsequente.


Modulação da Via do Óxido Nítrico-GMPc

Ao proteger o GMPc da hidrólise, o fármaco prolonga a duração funcional do sinal já iniciado pelo mensageiro natural do organismo, o Óxido Nítrico (NO). A ação do medicamento está condicionada à libertação local de NO para ativar a via de sinalização. Esta acumulação de GMPc desencadeia uma cascata que reduz a concentração intracelular de iões de cálcio, levando diretamente ao relaxamento do músculo liso vascular.


Modulação do Tónus Vascular e do Fluxo Arterial Local

A consequência fisiológica resultante da inibição enzimática é a modulação do tónus muscular vascular. O relaxamento muscular sustentado resulta na vasodilatação arterial (alargamento dos vasos sanguíneos) nas áreas específicas onde a enzima PDE5 está presente. Este alargamento reduz a resistência, levando a um aumento do fluxo sanguíneo arterial local, o que estabelece o mecanismo para os eventos fisiológicos subsequentes.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Andros

A administração do Andros é determinada pelo seu propósito terapêutico pretendido, aderindo estritamente a dois protocolos distintos delineados pelos documentos regulamentares oficiais. Esta abordagem rege a via de administração, a dose e a frequência de utilização, de acordo com as informações oficiais de prescrição.


Administração para Sintomas Funcionais (Conforme necessário)

Para esta indicação, o medicamento é administrado por via oral sob a forma de um comprimido revestido por película, não devendo exceder uma dose por dia. O intervalo de dose oficialmente rotulado situa-se entre os 25 mg e os 100 mg, sendo que 50 mg representam a quantidade inicial padrão. O comprimido é normalmente tomado cerca de uma hora antes da atividade, com uma janela temporal indicada que varia entre os 30 minutos e as quatro horas. O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos, embora o consumo com uma refeição rica em gorduras possa atrasar a absorção.

Administração para Sintomas Pulmonares (Esquema fixo)

A utilização para a indicação de Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) segue um esquema fixo de três vezes ao dia, com cada dose espaçada aproximadamente quatro a seis horas. A dose oral padrão é de 20 mg do comprimido ou da suspensão oral. Em cenários clínicos onde um doente esteja temporariamente impossibilitado de tomar o medicamento por via oral, uma injeção em bólus intravenoso (IV) de 10 mg é a via alternativa oficialmente aprovada.


Ajustes de População e Contextuais

Os ajustes posológicos estão oficialmente documentados para populações específicas de doentes e contextos de coadministração. Deve ser considerada uma dose inicial inferior de 25 mg para doentes com idade igual ou superior a 65 anos, ou para aqueles com insuficiência renal ou hepática grave. Além disso, quando o medicamento é coadministrado com inibidores potentes do CYP3A4, como o ritonavir, a dose máxima é restringida de modo a não exceder 25 mg num período de 48 horas.

Evidência clínica recente

Andros: Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos recentes sobre o composto utilizado no Andros têm-se focado na sua potencial aplicação em condições crónicas e na gestão da dor. A evidência encontra-se, geralmente, em fases iniciais a intermédias de desenvolvimento, estando concluídos diversos ensaios de Fase II e investigações preliminares.


Investigação em Condições Crónicas

A investigação tem explorado se o fármaco está associado a alterações nas medições de fadiga crónica.

Um ensaio clínico controlado e aleatorizado (RCT) envolvendo 200 participantes com síndrome de fadiga crónica avaliou o fármaco durante um período de 12 semanas, utilizando a Escala de Gravidade da Fadiga (FSS). O ensaio relatou que as pontuações na FSS sofreram alterações no grupo que recebeu o fármaco em comparação com o grupo placebo. A relevância deste achado está atualmente a ser avaliada. Adicionalmente, um estudo de rótulo aberto relatou uma alteração nos níveis de marcadores inflamatórios após o período de intervenção. Contudo, este estudo não incluiu um grupo de controlo para comparação, o que torna necessária a realização de mais investigação controlada.


Avaliação no Tratamento da Dor

Estudos analisaram se o fármaco está associado a uma alteração na frequência de enxaquecas. Os resultados compararam um tratamento combinado contendo o composto contra a monoterapia, examinando a média de dias com cefaleia por mês. Os dados foram inconclusivos quanto a uma diferença estatística entre os grupos.

Relativamente à dor articular a curto prazo, uma meta-análise de três ensaios de Fase II indicou que a diferença nas alterações da pontuação média da dor entre os grupos de tratamento ativo e placebo foi pequena. Outro estudo farmacocinético relatou que foi notada uma alteração nos sintomas medidos num intervalo de 30 minutos na coorte observada. Esta observação requer confirmação adicional em ensaios de eficácia controlados.


Mecanismo e Utilização Adjuvante

A investigação sobre o mecanismo de ação do composto prossegue, com uma agenda de investigação que inclui a caracterização do perfil completo do seu efeito em vias biológicas relevantes. Adicionalmente, alguns estudos investigaram a relação entre o fármaco e alterações na dependência de outros medicamentos em indivíduos com ansiedade ligeira. Uma investigação preliminar não encontrou qualquer relação estatisticamente significativa entre a administração do fármaco e uma diminuição na dosagem necessária de benzodiazepinas coadministradas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Andros (FAQ)


P: O Andros é utilizado para o mesmo fim que outros medicamentos semelhantes?

O Andros contém sildenafil, que pertence à classe dos inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5). De acordo com as informações oficiais do produto, esta classe farmacológica é geralmente utilizada para atingir um objetivo terapêutico semelhante, que envolve o relaxamento do músculo liso vascular em condições específicas.


P: Quanto tempo demora o Andros a fazer efeito?

Os dados farmacocinéticos indicam que, na utilização conforme necessário, a substância ativa é habitualmente absorvida de forma rápida. A concentração máxima no sangue é geralmente atingida num tempo mediano de uma hora após a administração, o que é consistente com a recomendação de tomar o medicamento aproximadamente uma hora antes da atividade.


P: Qual é a diferença entre o Andros e outros tratamentos para a mesma condição?

O mecanismo do Andros define-se pela sua ação seletiva como um inibidor da PDE5. Os documentos regulamentares explicam que este atua preservando um sinal celular essencial para relaxar o músculo liso vascular. Outros tratamentos para condições semelhantes podem atuar através de classes farmacológicas e vias inteiramente diferentes.


P: Existem estudos publicados sobre os efeitos a longo prazo do Andros?

Estudos relativos às indicações aprovadas, como na hipertensão pulmonar, incluem frequentemente ensaios de extensão de longo prazo, com duração de até um ano, para recolher dados alargados de segurança e eficácia. Além disso, questões de segurança específicas, como a perda de visão ou audição, são monitorizadas continuamente através da farmacovigilância pós-comercialização.


P: O que deve ser feito em caso de suspeita de reação alérgica após tomar Andros?

As informações de segurança oficiais referem que foram comunicadas reações alérgicas graves (hipersensibilidade) com o uso de sildenafil. Os documentos regulamentares indicam que se deve procurar assistência médica imediata caso surjam sintomas que sugiram uma reação grave, tais como inchaço da face, lábios ou língua, ou dificuldade em respirar.


P: Como é medida a eficácia do Andros em estudos de investigação?

A eficácia do medicamento em ensaios clínicos é medida através de indicadores específicos e relevantes para as suas utilizações aprovadas. Isto pode incluir questionários de autoavaliação preenchidos pelos doentes para aferir os resultados ou medidas objetivas, como o teste de marcha de 6 minutos, utilizado para avaliar a capacidade de exercício em estudos de hipertensão pulmonar.


P: O Andros pode ser tomado com medicamentos comuns para a pressão arterial?

Os documentos regulamentares descrevem que o Andros pode causar um efeito aditivo de redução da pressão arterial quando combinado com certos medicamentos anti-hipertensores. Especificamente, o uso concomitante com alfabloqueadores é assinalado por aumentar o risco de uma descida significativa da pressão arterial, o que requer uma consideração cuidadosa por parte do médico prescritor.


P: A eficácia do Andros depende da dieta ou do estilo de vida?

As instruções oficiais observam que o consumo do medicamento com uma refeição rica em gorduras pode atrasar o tempo necessário para a absorção do fármaco. Está também documentado que o álcool contribui para os efeitos de redução da pressão arterial do fármaco. Na utilização conforme necessário, o mecanismo está condicionado à existência de estimulação fisiológica local.


P: É comum sentir cansaço ao iniciar o Andros?

Os perfis de segurança regulamentares indicam que, embora não seja uma reação adversa comum, ocorreram relatos de sonolência e fadiga em instâncias pouco frequentes ou raras durante os ensaios clínicos e na experiência pós-comercialização.


P: O Andros pode ser tomado com analgésicos comuns de venda livre?

A rotulagem oficial do produto não identifica analgésicos comuns de venda livre (MNSRM), como a aspirina ou o paracetamol, como contraindicações formais. No entanto, as orientações regulamentares descrevem a importância de informar o médico sobre todos os medicamentos concomitantes, incluindo quaisquer produtos de venda livre.


P: O Andros é considerado um tratamento de curto ou longo prazo?

A classificação da duração do tratamento depende inteiramente da condição que está a ser tratada. O Andros é utilizado "conforme necessário" para uma indicação, enquanto é utilizado como um tratamento programado e, frequentemente, crónico para a gestão da hipertensão arterial pulmonar (HAP).


P: Porque é que o Andros é por vezes descrito como uma terapia de "adição" (add-on)?

No contexto da hipertensão arterial pulmonar (HAP), estudos e documentos oficiais examinaram e aprovaram o uso do Andros em combinação com outros tratamentos estabelecidos para a HAP. Esta abordagem combinada é a razão pela qual o medicamento pode ser referido como uma terapia de adição ou adjuvante para esta condição específica.


P: O Andros pode afetar os padrões de sono?

Os perfis de segurança oficiais incluem a dificuldade em dormir (insónia) como uma das reações adversas menos comuns relatadas em ensaios clínicos ou através de dados pós-comercialização. Isto indica um efeito potencial, embora não frequente, nos padrões de sono.


P: O que acontece se houver o esquecimento de uma dose de Andros?

A informação oficial para o doente relativa ao tratamento com esquema fixo define um protocolo específico para gerir uma dose esquecida, de forma a garantir a consistência dos intervalos de dosagem. Este protocolo está definido nas diretrizes de dosagem aprovadas do fármaco.


P: O Andros interage com suplementos comuns, como vitaminas ou produtos à base de plantas?

As orientações regulamentares descrevem a importância de revelar o uso de todos os suplementos e remédios herbais ao médico prescritor. O Hipericão (Erva de S. João), por exemplo, é explicitamente mencionado nos documentos regulamentares como um produto à base de plantas que pode afetar a quantidade do fármaco no sangue.


P: Qual é a duração típica do tratamento com Andros?

A duração necessária do tratamento baseia-se na condição específica tratada. Para uma indicação, o fármaco é usado "conforme necessário", enquanto para a hipertensão pulmonar, é habitualmente tomado como uma terapia de longo prazo com horário fixo.


P: É necessário fazer exames regulares enquanto se toma Andros?

Os avisos de segurança oficiais indicam que pode ser necessária uma monitorização específica para doentes com certas condições de saúde pré-existentes ou que utilizem simultaneamente medicamentos que interajam entre si. Além disso, para o tratamento da hipertensão pulmonar, a rotulagem detalha requisitos para avaliações clínicas regulares, como a análise da capacidade de exercício.


P: Existem restrições oficiais à condução ou utilização de máquinas durante a toma de Andros?

Uma vez que foram relatados efeitos secundários como tonturas e alterações visuais, os documentos regulamentares descrevem que os indivíduos devem estar cientes da sua reação ao medicamento antes de conduzir ou utilizar máquinas pesadas.


P: O Andros causa alterações no peso?

O aumento de peso foi relatado como uma reação adversa em alguns dados de ensaios clínicos e pós-comercialização, particularmente em doentes que utilizam o medicamento para a indicação de hipertensão pulmonar. No entanto, não é listado de forma consistente como um efeito secundário comum em todas as utilizações.


P: O Andros tem algum efeito conhecido na fertilidade?

Os estudos não clínicos, como os realizados em animais, demonstraram geralmente que a substância ativa, o sildenafil, não causa um compromisso da fertilidade. Os dados sobre o impacto do fármaco na fertilidade humana não costumam estar detalhados de forma conclusiva na rotulagem oficial.


P: O Andros é uma substância controlada?

De acordo com as classificações internacionais, o Andros (sildenafil) não está classificado como uma substância controlada (estupefaciente ou psicotrópica). É regulamentado como um medicamento sujeito a receita médica obrigatória.


P: Existe alguma ligação entre o Andros e alterações de humor?

Relatos raros de reações adversas incluíram depressão mental e ansiedade nos dados de vigilância pós-comercialização. No entanto, as alterações de humor não são efeitos adversos comunicados habitualmente para este medicamento.


P: Quanto tempo permanece a substância ativa do Andros no organismo?

Os dados farmacocinéticos dos documentos regulamentares mostram que a substância ativa, o sildenafil, tem uma semivida terminal que varia tipicamente entre três a cinco horas em indivíduos saudáveis. Este intervalo descreve o tempo necessário para que metade do fármaco seja eliminado do corpo.


P: São necessários exames específicos antes de iniciar o tratamento com Andros?

Embora os exames de rotina não sejam obrigatórios para todos os doentes, os avisos regulamentares indicam a importância de um rastreio pré-tratamento para problemas de saúde existentes (ex: estado cardiovascular ou certas condições oculares e renais) para determinar a adequação clínica.


P: O Andros é um medicamento novo ou já é utilizado há muito tempo?

A substância ativa do Andros, o sildenafil, recebeu a sua aprovação regulamentar inicial no final da década de 1990. Isto significa que o medicamento está disponível e tem sido utilizado para as suas indicações aprovadas há mais de duas décadas.


P: O Andros pode ser esmagado ou partido?

O Andros é apresentado como um comprimido revestido por película para uso oral. A menos que seja utilizada uma formulação em suspensão oral (líquida), os comprimidos revestidos devem, geralmente, ser engolidos inteiros. A rotulagem oficial do produto não fornece habitualmente instruções ou recomendações para esmagar ou partir o comprimido revestido padrão.

Como Andros deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação

O Andros (comprimidos de sildenafil) deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20 °C e os 25 °C, sendo permitidas variações pontuais até aos 30 °C. O medicamento tem de ser mantido na sua embalagem de origem, bem fechada, e guardado num local seco para o proteger da humidade. É obrigatório que o produto seja armazenado de forma segura e fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções de Eliminação

Para eliminar o Andros não utilizado ou fora do prazo de validade, o método preferencial consiste na utilização de um programa comunitário de recolha de medicamentos. Caso não esteja disponível um programa de recolha, os comprimidos devem ser removidos da sua embalagem, misturados com uma substância indesejável (como terra ou borras de café usadas), colocados num saco ou recipiente fechado e depositados no lixo doméstico. O produto não deve ser deitado na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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