Amphetamine Dextroamphetamine

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Amphetamine Dextroamphetamine

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Amphetamine Dextroamphetamine

Propriedade Descrição
Princípios Ativos Anfetamina e Dextroanfetamina
Formas Farmacêuticas Comprimido Oral (Libertação Imediata) e Cápsula Oral (Libertação Prolongada)
Classe Farmacológica Estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC)
Origem Sintética

A Anfetamina/Dextroanfetamina é um medicamento psicoanaléptico sintético, classificado como um estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC) e uma amina simpaticomimética não catecolamínica. Este fármaco é um produto de combinação que contém duas entidades químicas ativas, a anfetamina e a dextroanfetamina, formuladas como uma mistura de sais. Esta classe de medicação é considerada essencial para a regulação dos sinais nervosos e para a melhoria do foco. Entre as marcas populares que utilizam esta combinação específica de sais mistos de anfetamina incluem-se formulações de comprimidos de libertação imediata e cápsulas de libertação prolongada, reconhecidas pelo seu papel na estabilização da atenção e do comportamento.


Composição e Formas: Uma Formulação de Sais Mistos

Este medicamento é especificamente formulado como Sais Mistos de Anfetamina (MAS), compreendendo quatro componentes distintos: sacarato de dextroanfetamina, aspartato de anfetamina monoidratado, sulfato de dextroanfetamina e sulfato de anfetamina. Esta mistura é precisamente equilibrada para conter um rácio de 3:1 entre o enantiómero d-anfetamina, que é centralmente mais ativo, e o enantiómero l-anfetamina. O uso desta combinação específica de sais mistos distingue esta formulação de produtos compostos por uma única entidade de dextroanfetamina. O fármaco é administrado por via oral e é fabricado em duas formas doseadas principais: o comprimido oral para libertação imediata e a cápsula oral para uma administração de libertação prolongada.


Objetivo Geral: Reforço do Foco e da Atenção

O propósito terapêutico geral da Anfetamina/Dextroanfetamina relaciona-se com a estabilização das funções cognitivas e comportamentais através da modulação química do sistema nervoso central. A sua ação envolve o aumento da presença funcional de mensageiros químicos chave, tais como a dopamina e a norepinefrina, nas sinapses cerebrais. Estes estimulantes são apoiados por estudos farmacológicos para a gestão de condições caracterizadas pela desatenção e dificuldade de concentração. O benefício prático deste efeito é a sua utilização como uma ferramenta terapêutica para melhorar a concentração e a atenção focada, auxiliando na manutenção de um esforço sustentado em tarefas ou na gestão da sonolência patológica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Amphetamine Dextroamphetamine?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança da Anfetamina/Dextroanfetamina baseia-se na classificação das reações adversas de acordo com a sua frequência e a classe de sistemas e órgãos afetada.

Abrangência das Reações Adversas

As reações adversas são categorizadas por frequência, sendo que as reações muito comuns e comuns incluem a insónia, a boca seca, a dor de cabeça (cefaleia), a perda de peso e a diminuição do apetite (anorexia). Reações que afetam o sistema cardiovascular, tais como a taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) e as palpitações, são também documentadas com frequência. No âmbito psiquiátrico, a agitação e a ansiedade constam habitualmente na lista de efeitos comuns.

Reações Adversas Graves

Existem riscos documentados de eventos potencialmente graves. Estes incluem morte súbita, acidente vascular cerebral (AVC) e enfarte do miocárdio, particularmente em adultos e em doentes pediátricos com anomalias cardíacas estruturais subjacentes. A emergência ou o agravamento de sintomas psicóticos ou maníacos (como alucinações ou mania) é também assinalada como uma reação adversa grave. Um fator de risco elevado é o potencial para a Síndrome Serotoninérgica, especialmente quando o fármaco é utilizado em conjunto com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO).

Segurança em Populações Específicas

Existem advertências específicas para certas populações. Para os doentes pediátricos, a utilização a longo prazo está associada a um risco de supressão do crescimento (redução do ganho de peso e/ou da altura). O medicamento é, geralmente, contraindicado para indivíduos com problemas cardíacos graves pré-existentes, hipertensão grave ou arteriosclerose avançada. Destaca-se também o elevado potencial de abuso e dependência associado à administração prolongada.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem de Anfetamina/Dextroanfetamina é definida como um evento potencialmente fatal que requer cuidados médicos imediatos. Os resultados graves são impulsionados, principalmente, pelos efeitos simpaticomiméticos do fármaco.

Manifestações de Sobredosagem
Sobre-estimulação do SNC: agitação psicomotora, confusão, alucinações, inquietação, euforia
Cardiovasculares: Taquiarritmias, Hipertensão ou Hipotensão, Vasoespasmo
Gastrointestinais: Náuseas, Vómitos, Diarreia, Boca seca

Resultados Graves que Requerem Ajuda Urgente

Resultados Graves
Morte cardíaca súbita, Enfarte do miocárdio, Acidentes vasculares cerebrais (AVC)
Síndrome serotoninérgica, Convulsões, Hipertermia potencialmente fatal (temperaturas > 40°C)
Coma, Rabdomiólise

A sobredosagem pode resultar em morte devido a complicações como eventos cardiovasculares agudos e crises sistémicas, o que torna obrigatória a procura de intervenção médica imediata perante qualquer suspeita. O tratamento da intoxicação aguda é, geralmente, sintomático e de suporte, uma vez que não existe um antídoto específico confirmado. O tratamento de suporte deve ser iniciado se for diagnosticada a Síndrome Serotoninérgica. Indivíduos com disfunção hepática ou renal pré-existente podem sofrer exposições prolongadas a níveis tóxicos devido à eliminação inibida do fármaco, o que deve ser monitorizado clinicamente. O risco de sobredosagem está consistentemente associado a doses mais elevadas ou a métodos de administração não aprovados.

Usos terapêuticos de Amphetamine Dextroamphetamine

O papel terapêutico principal da Anfetamina/Dextroanfetamina é relevante para atenuar o desconforto relacionado com dois distúrbios neurológicos específicos e clinicamente reconhecidos: a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) e a narcolepsia. Este fármaco é indicado para ambas as condições como parte de um programa de tratamento total. Este medicamento pode auxiliar na gestão de grupos de sintomas que interferem com o funcionamento diário, tais como a desatenção, a hiperatividade, a impulsividade e a sonolência diurna excessiva (SDE). É considerado relevante para aliviar o desconforto quando os sintomas criam um desgaste funcional percetível, contribuindo para manter a estabilidade funcional em contextos do quotidiano.

“O fármaco pode proporcionar um apoio que ajuda a aliviar a carga global dos sintomas, auxiliando os doentes a lidar de forma mais constante com episódios difíceis.”

Facto Rápido: Alívio para o Compromisso Cognitivo A medicação é habitualmente utilizada para ajudar com sintomas que interferem com o funcionamento diário, tais como dificuldades na atenção focada e na organização.

Critérios de utilização e restrições

O perfil regulamentar oficial da Anfetamina/Dextroanfetamina define com precisão a elegibilidade das populações com base na idade e no estado clínico pré-existente.

Populações para as quais a utilização é contraindicada: O medicamento é contraindicado em doentes que estejam a tomar, ou que tenham tomado, um Inibidor da Monoamina Oxidase (IMAO) nos últimos 14 dias. Não deve também ser utilizado por indivíduos com arteriosclerose avançada, hipertensão moderada a grave, hipertiroidismo, glaucoma ou historial de abuso de substâncias. Regra geral, os estimulantes não devem ser utilizados em doentes com anomalias cardíacas estruturais conhecidas, devido aos riscos graves para a saúde associados.

Regras de elegibilidade relacionadas com a idade: A idade mínima aprovada varia consoante o produto. O comprimido de libertação imediata está aprovado para crianças a partir dos 3 anos de idade para utilizações específicas, enquanto a cápsula de libertação prolongada está aprovada para crianças com 6 ou mais anos. A utilização na população geriátrica não está bem estabelecida, uma vez que, por norma, não foram realizados estudos adequados.

Regras de elegibilidade específicas para determinadas condições: A elegibilidade está sujeita a revisão para doentes com insuficiência renal grave, o que requer uma dose recomendada especificamente mais baixa. Para as mulheres, a rotulagem regulamentar recomenda abster-se de amamentar durante a utilização deste medicamento.

Ligação ao perfil global de elegibilidade: O perfil regulamentar estabelece contraindicações absolutas baseadas em comorbilidades graves e interações medicamentosas, definindo a população permitida através de limiares de idade explícitos e restrições condicionais para estados fisiológicos como a insuficiência renal.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As interações específicas para a Anfetamina/Dextroanfetamina são definidas com base nos seus perfis farmacocinéticos e farmacodinâmicos.

Combinações Contraindicadas e Regras de Intervalo

A coadministração com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), incluindo a linezolida e o azul de metileno por via intravenosa, é contraindicada devido ao risco potencial de uma crise hipertensiva. É obrigatório respeitar um período de separação: o fármaco não pode ser administrado nos 14 dias seguintes à interrupção de um IMAO.

Interações que Afetam a Exposição ao Fármaco

O fármaco é metabolizado principalmente através da enzima CYP2D6. A coadministração com Inibidores da CYP2D6 (como a fluoxetina ou a paroxetina) pode aumentar a exposição e as concentrações plasmáticas da anfetamina.

Os resultados farmacocinéticos são também determinados pelo pH. Os agentes alcalinizantes (gastrointestinais ou urinários) reduzem a eliminação renal, o que aumenta os níveis sanguíneos do fármaco; a coadministração com estes agentes deve ser evitada. Inversamente, os agentes acidificantes aumentam a eliminação, o que pode diminuir os níveis sanguíneos do medicamento.

Interações Farmacodinâmicas

A combinação do fármaco com outros medicamentos serotoninérgicos (como os ISRS ou os Triptanos) aumenta o risco de síndrome serotoninérgica. As anfetaminas podem também antagonizar os efeitos hipotensores de certos anti-hipertensores e inibir os efeitos de bloqueadores adrenérgicos. São assinaladas variações metabólicas na população, como no caso dos metabolizadores lentos da CYP2D6, que podem aumentar a relevância das interações quando a eliminação já se encontra reduzida.

Mecanismo de ação

O mecanismo de ação centra-se numa modulação direta e imediata dos sistemas de neurotransmissores catecolaminérgicos do cérebro, envolvendo principalmente a dopamina e a norepinefrina. A ação combinada resulta numa concentração elevada e prolongada destes mensageiros químicos, ativando tanto o sistema central como o periférico.

Mecanismo Molecular: Inversão de Transportadores e Efluxo

O fármaco atua como um substrato e ligando do Transportador de Dopamina (DAT) e do Transportador de Norepinefrina (NET). Ao ativar o Recetor 1 Associado a Aminas de Traço (TAAR1), o medicamento desencadeia uma inversão funcional destes transportadores, fazendo com que passem a bombear ativamente a dopamina e a norepinefrina para fora da célula nervosa e para a fenda sináptica. Este mecanismo de efluxo, apoiado pela deslocação de monoaminas das vesículas internas (através da inibição do VMAT2), aumenta a concentração de neurotransmissores e a consequente sinalização pós-sináptica.

Sinergia dos Isómeros d- e l-: Efeitos Centrais vs. Periféricos

A medicação contém um rácio de 3:1 entre os enantiómeros dextro- (d-) e levo- (l-) anfetamina. O isómero-d influencia primordialmente a sinalização dopaminérgica pré-frontal ao atuar fortemente no DAT central. O isómero-l, embora menos potente no DAT, modula a atividade simpaticomimética periférica e reforça os efeitos noradrenérgicos na vigilância e no estado de alerta ao atuar no NET, resultando numa influência fisiológica composta nas vias de ativação e cognitivas.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

A Anfetamina/Dextroanfetamina é administrada exclusivamente por via oral, sob a forma de comprimido de libertação imediata (IR) ou de cápsula de libertação prolongada (XR). Todas as formas destinam-se a ser administradas de manhã, ao acordar, devendo ser evitadas as doses ao final da tarde ou à noite devido ao potencial de causar insónia.


Posologia e Titulação

A dosagem é individualizada com base nas necessidades terapêuticas e na resposta do doente, iniciando-se com a dose eficaz mais baixa. Os regimes oficiais envolvem um processo controlado de ajuste:

Indicação (Comprimido IR Adulto) Dose Diária Inicial Ajuste de Manutenção Dose Diária Máx.
Narcolepsia 10 mg em doses divididas Aumento de 10 mg em intervalos semanais 60 mg (intervalo comum)
PHDA 5 mg, 1 ou 2 vezes ao dia Aumento de 5 mg em intervalos semanais 40 mg (raramente excedida)

Para a cápsula XR (aprovada para a PHDA), a dose inicial habitual para adultos é de 20 mg uma vez por dia, de manhã. O comprimido IR é tomado em doses divididas, tipicamente com intervalos de 4 a 6 horas. A administração deve ser interrompida ocasionalmente para determinar se a continuidade da terapia é necessária.


Instruções Específicas de Utilização

O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos. A cápsula XR deve ser engolida inteira. Alternativamente, o conteúdo completo da cápsula pode ser polvilhado sobre uma colher de puré de maçã e consumido imediatamente; os grânulos não podem ser triturados, partidos ou mastigados. Para doentes com insuficiência renal grave, a dose da forma de libertação prolongada deve ser reduzida, e a utilização em doença renal em fase terminal não é recomendada.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre Anfetamina/Dextroanfetamina


Evidência para a Utilização na Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA)

Ensaios Controlados Aleatorizados (RCTs) agudos de curto prazo constituíram a base regulamentar para este medicamento. Estes estudos foram integrados em investigação destinada a explorar a forma como os sintomas — incluindo a desatenção, a hiperatividade e a impulsividade — são mensurados ao longo de intervalos de tempo definidos. Nestes ensaios, os investigadores analisaram medições da intensidade ou variabilidade dos sintomas utilizando escalas de avaliação validadas. A investigação também examinou resultados relacionados com o funcionamento diário ou o nível de atividade, tais como o desempenho académico e as interações sociais.

Os RCTs de curto prazo reportaram medições específicas de pontuações de gravidade dos sintomas em escalas padronizadas, quando comparados com um placebo. As conclusões descrevem padrões observados nos estudos, onde as medições das pontuações dos sintomas foram efetuadas em curtas durações, variando tipicamente entre algumas semanas e cerca de dois meses em cenários de investigação controlada. A base de evidência inclui várias limitações documentadas, principalmente a curta duração do acompanhamento da maioria das investigações controladas e o facto de os dados para certos grupos permanecerem insuficientes devido à exclusão de participantes com condições coexistentes significativas.


Evidência para a Utilização na Narcolepsia

A Anfetamina/Dextroanfetamina foi estudada para o controlo da sonolência diurna excessiva (SDE) em indivíduos com narcolepsia. A base de evidência consiste em ensaios clínicos que, geralmente, monitorizaram resultados relacionados com o desequilíbrio funcional, como o estado de alerta. A investigação examinou medidas objetivas de vigília utilizando testes de sono especializados.

Os estudos monitorizaram parâmetros objetivos relacionados com a manutenção da vigília em intervalos definidos. A evidência contribui para o panorama mais amplo de evidência sobre estimulantes do SNC, com a avaliação regulamentar a considerar registos históricos juntamente com ensaios contemporâneos, uma vez que a base de evidência global proveniente de estudos controlados modernos para esta utilização é limitada.


O que ainda permanece incerto na investigação

Para além dos ensaios agudos, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos por evidência derivada de contextos controlados de elevada qualidade. Foram utilizados cenários observacionais na investigação para explorar o funcionamento na vida quotidiana por períodos de um ano ou mais, mas estes carecem de uma comparação simultânea com placebo. Os dados também mostram padrões relacionados com conclusões mistas ou variabilidade entre estudos, particularmente quando se analisam populações adultas ou resultados funcionais específicos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Anfetamina/Dextroanfetamina (FAQ)


P: A Anfetamina/Dextroanfetamina é o mesmo tipo de medicamento que o Ritalina ou o Vyvanse?

R: A informação oficial classifica este medicamento como um estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC). Esta é a mesma classe abrangente que inclui outros fármacos sujeitos a receita médica utilizados para condições semelhantes, como os que contêm metilfenidato (Ritalina) ou lisdexanfetamina (Vyvanse). No entanto, cada medicação possui uma composição química única e funciona de forma ligeiramente diferente.

P: A Anfetamina/Dextroanfetamina causa alterações de personalidade a longo prazo?

R: A informação de segurança oficial refere o potencial para reações adversas psiquiátricas, incluindo o aparecimento ou agravamento de sintomas psicóticos ou maníacos. Relativamente ao uso a longo prazo, estudos realizados em contextos controlados de elevada qualidade não estabeleceram totalmente os efeitos a longo prazo da medicação.

P: Quais são os efeitos secundários físicos mais comuns a ter em conta?

R: De acordo com os documentos oficiais, as reações adversas documentadas com maior frequência incluem boca seca e dor de cabeça. Outras reações físicas comuns incluem a perda de peso, perda de apetite (anorexia) e efeitos cardíacos como a taquicardia (aumento do ritmo cardíaco).

P: O que acontece se parar de tomar a Anfetamina/Dextroanfetamina subitamente?

R: A rotulagem oficial contém um aviso de que a administração prolongada acarreta um potencial de dependência do fármaco. As diretrizes aconselham que o fármaco deve ser temporariamente retirado ocasionalmente por um profissional de saúde, para determinar se a continuação da terapia ainda é necessária. Esta reavaliação é necessária, especialmente após o uso prolongado.

P: Alguém que tenha convulsões pode utilizar a Anfetamina/Dextroanfetamina?

R: Os documentos oficiais indicam que este medicamento pode reduzir o limiar convulsivo, o que significa que poderá potencialmente aumentar o risco de convulsões. Por este motivo, se ocorrer uma convulsão durante o tratamento, as instruções aconselham a interrupção do medicamento.

P: Qual é o procedimento padrão para interromper o medicamento quando o tratamento termina?

R: As diretrizes oficiais para a reavaliação do tratamento estipulam que a utilidade a longo prazo do medicamento deve ser reavaliada através da interrupção temporária da terapia. O objetivo desta interrupção é determinar se o doente ainda necessita do fármaco para gerir a sua condição.

P: Qual é o tempo máximo que se pode tomar a Anfetamina/Dextroanfetamina?

R: Os documentos oficiais não especificam um limite de tempo máximo para a utilização. Contudo, existe um aviso de que a administração prolongada deve ser evitada, pois acarreta um risco de dependência do fármaco. Assim, a necessidade de continuar o tratamento deve ser reavaliada periodicamente por um profissional de saúde.

P: A Anfetamina/Dextroanfetamina pode afetar o meu sono?

R: Sim, o medicamento causa frequentemente insónia (dificuldade em dormir) como efeito secundário. Devido a este potencial efeito no sono, as instruções de administração oficiais aconselham que se deve evitar tomar doses ao final da tarde ou à noite.

P: Pode-se tomar Anfetamina/Dextroanfetamina se tiver ansiedade?

R: A informação oficial do produto lista a ansiedade como uma reação adversa comum em doentes adultos. Além disso, as diretrizes exigem um rastreio de certos fatores de risco psiquiátrico antes de se iniciar o tratamento.

P: É verdade que a Anfetamina/Dextroanfetamina pode afetar o apetite?

R: Tal é consistente com a documentação oficial. A perda de apetite (anorexia) e a perda de peso estão especificamente listadas como reações adversas muito comuns a comuns, tanto para doentes adultos como pediátricos.

P: Quais são os principais elementos que podem interagir com a Anfetamina/Dextroanfetamina?

R: Os documentos oficiais descrevem várias interações fundamentais. O fármaco é contraindicado com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO). Existem também riscos de interação quando combinado com fármacos que afetam os níveis de pH do corpo ou com outros fármacos serotoninérgicos, o que aumenta o risco de síndrome serotoninérgica.

P: Existem alimentos ou bebidas comuns que devam ser evitados com este medicamento?

R: A rotulagem oficial observa que devem ser evitados agentes que alcalinizem (aumentem o pH) o estômago ou a urina. Isto deve-se ao facto de tais agentes poderem reduzir a eliminação do medicamento do organismo, levando ao aumento dos níveis do fármaco no sangue.

P: A Anfetamina/Dextroanfetamina é utilizada para algo mais além da PHDA?

R: De acordo com as indicações oficiais, o medicamento está aprovado para o tratamento tanto da Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA) como da narcolepsia.

P: Se eu me esquecer de uma dose, posso tomá-la mais tarde nesse dia?

R: As instruções de administração aconselham a toma da dose ao acordar e a evitar estritamente doses ao final da tarde ou à noite, devido ao potencial de insónia. A rotulagem oficial não inclui instruções específicas sobre como gerir uma dose esquecida.

P: A Anfetamina/Dextroanfetamina pode causar oscilações de humor?

R: O termo específico 'oscilações de humor' não é utilizado nos documentos oficiais de segurança. No entanto, a rotulagem lista vários efeitos adversos psiquiátricos, incluindo agitação, ansiedade e labilidade emocional. O potencial aparecimento de novos sintomas psicóticos ou maníacos é também assinalado como uma reação adversa grave.

P: Que tipo de investigação foi feita sobre o uso deste fármaco a longo prazo?

R: Os documentos oficiais reconhecem que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos por estudos aleatorizados controlados de elevada qualidade. A investigação existente para períodos mais longos provém principalmente de contextos observacionais, que carecem de uma comparação simultânea com placebo.

P: Porque é que os documentos oficiais mencionam o potencial de uso indevido?

R: Os documentos oficiais classificam o fármaco como uma substância controlada com um elevado potencial de abuso. Este aviso abrange o uso indevido ou abuso que pode resultar em sobredosagem e morte, um risco que está associado a doses mais elevadas.

P: Como é que a Anfetamina/Dextroanfetamina afeta a sensibilidade à cafeína?

R: Tanto este medicamento como a cafeína são classificados como estimulantes do Sistema Nervoso Central (SNC). A informação oficial refere que a combinação de estimulantes pode potenciar os seus efeitos físicos comuns, como o aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial.

P: Existem avisos oficiais sobre a combinação de Anfetamina/Dextroanfetamina com álcool?

R: Sim, a informação oficial sobre o fármaco refere que o medicamento pode interagir com o álcool.

P: Outros medicamentos para o humor ou depressão interagem com a Anfetamina/Dextroanfetamina?

R: Sim, a combinação deste medicamento com outros fármacos serotoninérgicos é uma preocupação documentada. Esta combinação aumenta o risco de síndrome serotoninérgica, uma condição potencialmente grave referida nos documentos oficiais.

P: A eficácia da Anfetamina/Dextroanfetamina pode ser influenciada pela dieta?

R: O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos. No entanto, a rotulagem oficial refere que agentes que afetem o nível de pH do estômago ou da urina podem impactar os níveis do fármaco no sangue.

P: A Anfetamina/Dextroanfetamina é geralmente considerada segura para doentes idosos?

R: A rotulagem oficial refere que o uso deste medicamento na população geriátrica não está bem estabelecido. Isto deve-se ao facto de não terem sido geralmente realizados estudos clínicos adequados neste grupo etário específico.

P: A Anfetamina/Dextroanfetamina pode interagir com suplementos de ervanária?

R: A orientação oficial aconselha que os indivíduos devem informar o seu profissional de saúde sobre todos os medicamentos que tomam, incluindo fármacos com receita médica, produtos de venda livre e quaisquer suplementos de ervanária.

P: Qual é a razão para este fármaco ser por vezes utilizado para tratar a narcolepsia?

R: A razão pela qual o fármaco é utilizado baseia-se na sua classificação como um estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC). O seu mecanismo de ação ajuda a promover a vigília ao aumentar a disponibilidade de certos mensageiros químicos estimulantes no cérebro.

P: O termo 'sais de anfetamina' encontra-se nas descrições oficiais do fármaco?

R: Sim, a formulação oficial é descrita como Sais Mistos de Anfetamina (MAS). Esta formulação é um produto combinado que compreende quatro componentes distintos de sais de anfetamina.

Como Amphetamine Dextroamphetamine deve ser armazenado e descartado?

Como armazenar e eliminar a Anfetamina/Dextroanfetamina?

O armazenamento e a eliminação da Anfetamina/Dextroanfetamina devem seguir estritamente os requisitos documentados na rotulagem oficial, garantindo a estabilidade do produto e a segurança pública.

Condições Oficiais de Armazenamento

O produto deve ser mantido a uma temperatura ambiente controlada entre os 20°C e os 25°C num recipiente bem fechado. Para preservar a integridade do medicamento, é estritamente exigido não refrigerar nem congelar a medicação. Como regra de segurança obrigatória, o produto deve ser armazenado fora da vista e do alcance das crianças.

Restrição de Armazenamento Requisito
Temperatura 20°C a 25°C (temperatura ambiente controlada)
Recipiente Recipiente original, bem fechado
Proibido Não refrigerar nem congelar

Protocolo de Eliminação Obrigatório

Devido à sua classificação como uma substância controlada, o medicamento não utilizado ou fora do prazo de validade requer um procedimento de eliminação específico. Se um programa de recolha de medicamentos não estiver prontamente disponível, a instrução oficial é deitar o medicamento na sanita para evitar a ingestão acidental ou o desvio do fármaco.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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