Amocla

Links rápidos para seções importantes

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Amocla

Que tipo de medicamento é o Amocla e como é classificado?

O Amocla é um nome comercial amplamente reconhecido para o medicamento de receita médica oficialmente conhecido pelo nome genérico co-amoxiclav, o qual é classificado como um anti-infecioso. Este fármaco pertence à classe das penicilinas (antibióticos) e é uma preparação semissintética, incluída na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde (OMS). O medicamento é clinicamente reconhecido pela sua ampla utilidade no combate a uma variedade de agentes patogénicos bacterianos que podem apresentar resistência às penicilinas comuns. O seu propósito fundamental é proporcionar uma ação bactericida fiável contra bactérias suscetíveis no organismo.

Composição: por que razão o Amocla possui duas substâncias ativas?

O produto é uma combinação de dose fixa, que é uma característica definidora das preparações de co-amoxiclav, contendo duas substâncias essenciais: o agente antibacteriano principal, a amoxicilina, e o componente protetor, o ácido clavulânico. A amoxicilina atua como o principal eliminador de bactérias, sendo combinada com o ácido clavulânico especificamente para salvaguardar a sua ação. O mecanismo do ácido clavulânico impede que certas bactérias destruam a amoxicilina, uma necessidade fundamentada por inúmeros estudos farmacológicos que confirmam padrões de resistência a nível global. O medicamento é fornecido para administração oral em várias formas, incluindo comprimidos e suspensão, bem como em formato de pó para injeção intravenosa.

Objetivo Geral: qual é o benefício da combinação Amoxicilina/Ácido Clavulânico?

O objetivo geral desta combinação é fornecer uma solução sistémica e fiável para infeções bacterianas, particularmente aquelas que desenvolveram resistência à amoxicilina quando utilizada isoladamente, um cenário frequentemente encontrado na prática clínica. Esta funcionalidade essencial é alcançada através de sinergia: o ácido clavulânico atua como um inibidor específico da beta-lactamase, impedindo que as enzimas bacterianas desativem a amoxicilina. Esta combinação é comummente utilizada para tratar um vasto âmbito de infeções bacterianas. A inclusão do ácido clavulânico ajuda a garantir que o antibiótico possa atuar contra uma maior diversidade de infeções, particularmente aquelas que afetam o trato respiratório ou as estruturas da pele.

Quais efeitos secundários são possíveis com Amocla?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança oficial do Amocla (co-amoxiclav) detalha as potenciais reações adversas com base em classificações regulamentares, agrupando-as pela sua frequência e pelo sistema corporal afetado. Esta informação deriva exclusivamente de documentos regulamentares governamentais.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

A frequência dos possíveis efeitos secundários está formalmente categorizada na documentação regulamentar:

  • Muito frequentes (>1/10): Diarreia (especificamente observada em adultos).
  • Frequentes (>1/100 a <1/10): Candidose mucocutânea, náuseas e vómitos.
  • Pouco frequentes (>1/1.000 a <1/100): Cefaleias (dores de cabeça), tonturas, indigestão, erupção cutânea, urticária e elevações das enzimas hepáticas (AST/ALT).

Agrupamento de Segurança por Sistema e Órgão

Os sistemas corporais mais comummente afetados indicados na rotulagem oficial incluem as Doenças gastrointestinais (diarreia, vómitos, colite), Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos (erupção cutânea, prurido) e Afeções hepatobiliares (hepatite, icterícia colestática).

Reações Adversas Graves e Restrições

A rotulagem regulamentar documenta o potencial para eventos adversos raros e graves. Estes incluem Reações de Hipersensibilidade Grave com risco de vida (como a anafilaxia), Reações Adversas Cutâneas Graves (SCARs) e Disfunção Hepática grave. O medicamento está estritamente contraindicado para indivíduos com historial de hipersensibilidade imediata grave a qualquer penicilina ou a outros agentes beta-lactâmicos, ou com historial de disfunção hepática relacionada com o co-amoxiclav.

Padrões de Segurança Relacionados com a População e o Tempo

Notas de segurança específicas aplicam-se a certas populações: os eventos hepáticos são reportados como ocorrendo predominantemente em homens e doentes idosos. Doentes com insuficiência renal enfrentam um risco acrescido de convulsões. Relativamente ao tempo de ocorrência, os documentos oficiais referem que os eventos hepáticos podem ser tardios, aparecendo várias semanas após a interrupção do tratamento, enquanto outras reações, como a Pustulose Exantemática Generalizada Aguda (AGEP), ocorrem tipicamente no início do tratamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

As descrições documentadas oficialmente sobre a sobredosagem de Amocla envolvem primordialmente dois sistemas: o trato gastrointestinal e o sistema renal-urinário. Os quadros de sobredosagem incluem efeitos gastrointestinais comuns, tais como diarreia, dor abdominal, náuseas e vómitos. Adicionalmente, foram reportados sinais neurológicos como sonolência ou manifestações mais graves, como convulsões, associados a concentrações elevadas do fármaco.

A sobredosagem está associada ao potencial do componente de amoxicilina para causar cristalúria, ou seja, a formação de cristais na urina, o que pode levar a desfechos graves, incluindo a insuficiência renal aguda. Este risco é oficialmente assinalado como sendo maior em doentes com função renal comprometida, devido à redução da eliminação do medicamento.

As orientações regulamentares determinam que os indivíduos devem procurar assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem. Deve procurar-se ajuda médica urgente se forem observados sintomas graves ou que coloquem a vida em risco, tais como convulsões, colapso ou dificuldade em respirar. O tratamento é definido como cuidados sintomáticos e de suporte, destinados a manter uma ingestão adequada de líquidos para reduzir o risco de cristalúria. Embora não se conheça um antídoto específico, a literatura regulamentar refere que o componente de amoxicilina pode ser removido eficazmente da circulação através de hemodiálise.

Usos terapêuticos de Amocla

O Amocla (Amoxicilina/Ácido Clavulânico) é um agente terapêutico habitualmente utilizado para tratar infeções bacterianas que se manifestam com sintomas que interferem com o funcionamento diário, em cenários onde a infeção requer uma abordagem terapêutica de largo espetro. O medicamento é geralmente aplicado em áreas onde os sintomas se podem intensificar temporariamente, fornecendo suporte na gestão dos mesmos durante episódios agudos. Conforme detalhado em informações farmacológicas de referência, este agente é utilizado para ajudar a gerir condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas.

Tratamento de Doenças Bacterianas Agudas

A combinação é aplicada em domínios onde é necessário um suporte sintomático adicional. É frequentemente utilizada em condições que se apresentam com episódios agudos, tais como a pneumonia adquirida na comunidade, a sinusite e a otite média aguda, ajudando a gerir sintomas que criam um esforço fisiológico percetível, como febre, tosse e dor localizada. O benefício principal reside no auxílio ao alívio da carga global dos sintomas, podendo ajudar na manutenção do conforto durante os períodos sintomáticos.

Suporte na Gestão de Sintomas Complexos

O medicamento é relevante em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, tais como infeções após feridas por mordedura ou em casos mais complexos como a pielonefrite. É utilizado para abordar os sintomas pronunciados destas condições marcadas por um aumento do esforço fisiológico, incluindo edema severo e dor localizada. Esta utilização apoia o doente durante episódios difíceis, ajudando a tratar sintomas que criam uma sobrecarga funcional notória, como o inchaço e a dor.

Facto Rápido: Alívio do Desconforto Agudo
Utilização Principal: Aplicado em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto, focando-se em episódios agudos.
Benefício para o Doente: Contribui para aliviar a carga total de sintomas durante períodos de maior desconforto físico.
Foco nos Sintomas: Ajuda a abordar sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico e estados inflamatórios ou irritativos.

Critérios de utilização e restrições

Perfil de Elegibilidade para a Amoxicilina e Clavulanato de Potássio

As informações regulamentares oficiais definem populações específicas que não devem utilizar este medicamento ou que requerem uma utilização restrita.

Populações Contraindicadas

A utilização é estritamente proibida para indivíduos que apresentem:

Um historial documentado de reações de hipersensibilidade graves (ex: anafilaxia, síndrome de Stevens-Johnson) à amoxicilina, ao clavulanato ou a quaisquer outros antibacterianos beta-lactâmicos (penicilinas e cefalosporinas). Um historial prévio de icterícia colestática ou disfunção hepática especificamente associada a tratamento anterior com amoxicilina/clavulanato. Um diagnóstico de mononucleose infecciosa (o medicamento deve ser evitado).

Utilização Restrita ou Condicional

Certas condições exigem uma análise cuidada, ajuste de dose ou monitorização próxima:

No caso da Insuficiência Renal Grave, doentes com um clearance da creatinina inferior a 30 mL/min não devem utilizar certas formulações de libertação prolongada e requerem ajustes obrigatórios na dosagem de todas as outras formas. Na Insuficiência Hepática, a utilização requer precaução e uma monitorização periódica da função hepática. Em doentes com Fenilcetonúria (PKU), não se devem utilizar formulações (como comprimidos mastigáveis ou certas suspensões) que contenham aspartame.

Idade e Estado Fisiológico

Relativamente às Crianças, a dosagem é baseada no peso para crianças com menos de 40 kg, e certas formulações com dosagens para adultos não são recomendadas para este grupo. No que diz respeito à Gravidez e Aleitamento, a utilização é condicional. Só deve ser utilizado durante a gravidez se for claramente necessário, e recomenda-se precaução durante a amamentação devido aos potenciais efeitos no lactente.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares especificam que a administração conjunta de Amocla (Amoxicilina/Ácido Clavulânico) com certos produtos medicinais resulta em interações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas. A administração concomitante com o agente uricosúrico probenecida não é recomendada, uma vez que esta interação atrasa a excreção do componente de amoxicilina, resultando em concentrações plasmáticas aumentadas e prolongadas. Esta é classificada como uma interação farmacocinética baseada na inibição competitiva da secreção tubular renal.

Interações Documentadas de Farmacodinâmica e Exposição

Categoria do Produto Declaração Oficial de Interação
Anticoagulantes Orais (ex: Varfarina) O uso concomitante pode aumentar o prolongamento do tempo de protrombina (INR), o que está associado a um maior risco de hemorragia.
Alopurinol A administração conjunta está associada a uma incidência significativamente maior de erupção cutânea (uma reação de hipersensibilidade).
Metotrexato A administração concomitante pode elevar as concentrações séricas de metotrexato, resultando em toxicidade potencial devido à redução da eliminação renal.

Requisitos de Administração

O medicamento deve ser administrado ao início de uma refeição para potenciar a absorção do componente de ácido clavulânico. O perfil de interações destaca que os doentes a tomar anticoagulantes orais em simultâneo requerem uma monitorização adequada do estado de coagulação.

Mecanismo de ação

Inibição da Construção da Parede Celular Bacteriana

O mecanismo principal envolve a substância ativa amoxicilina, que se liga de forma irreversível às Proteínas de Ligação à Penicilina (PBPs), inibindo-as. Estas são enzimas bacterianas necessárias para a construção da estrutura rígida da parede celular. Este bloqueio direcionado interrompe a etapa final da ligação cruzada da estrutura do peptidoglicano, o que ativa as enzimas autolíticas da própria bactéria. Esta cascata molecular conduz ao colapso estrutural e à subsequente rutura (lise) da célula bacteriana, produzindo o efeito fisiológico bactericida.


Restauração da Atividade através da Neutralização Enzimática

O segundo componente, o ácido clavulânico, atua através de um mecanismo auxiliar, funcionando como um inibidor suicida das enzimas beta-lactamases bacterianas. Estas enzimas degradam habitualmente a amoxicilina antes que esta consiga atingir os seus alvos (as PBPs), um processo que neutraliza o antibiótico. Ao neutralizar quimicamente esta defesa bacteriana, o ácido clavulânico protege a amoxicilina, restaurando assim a sua capacidade inibitória e permitindo que o efeito de inibição da parede celular prossiga contra estirpes produtoras de enzimas beta-lactamases.

Informações sobre dosagem e administração

O Amocla, que contém amoxicilina e ácido clavulânico, é administrado por via oral ou intravenosa (IV), dependendo da disponibilidade sistémica necessária e do contexto clínico. As formas orais incluem comprimidos de libertação imediata, comprimidos de libertação prolongada e pó para suspensão oral. A forma intravenosa é reservada para situações que exijam doses iniciais elevadas ou quando a via oral não é viável.

A medicação oral é doseada com base no componente de amoxicilina, variando habitualmente entre 250 mg e 875 mg por dose, mantendo-se o componente de ácido clavulânico consistentemente baixo para proteger o agente antibacteriano. A frequência é geralmente estabelecida como duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) ou três vezes ao dia (de 8 em 8 horas), dependendo da formulação específica. Uma instrução de administração fundamental consiste em tomar a dose oral ao início de uma refeição para potenciar a absorção do ácido clavulânico e ajudar a minimizar a intolerância gastrointestinal.

A duração do tratamento estende-se habitualmente por sete a dez dias, e os documentos regulamentares oficiais especificam que o ciclo de tratamento não deve exceder os 14 dias sem uma revisão clínica cuidadosa. Existem regras específicas que regem a utilização de certas formas: por exemplo, os comprimidos de libertação prolongada devem ser engolidos inteiros e não são substituíveis por outras formas de libertação imediata devido às diferentes proporções de miligramas. Além disso, para doentes com insuficiência renal grave, a dosagem deve ser reduzida ou o intervalo prolongado para considerar a alteração na eliminação do fármaco, incluindo uma dose suplementar específica necessária para doentes submetidos a hemodiálise.

Evidência clínica recente

Evidências da Investigação / Visão Geral dos Estudos


Resumo das Descobertas Clínicas

A investigação em torno deste tratamento tem-se focado primordialmente na sua utilização como um componente terapêutico explorado em relação a sintomas associados a condições de dor crónica. O conjunto de evidências, composto principalmente por ensaios clínicos aleatorizados e controlados por placebo, descreve resultados que se alinham com os objetivos predefinidos dos ensaios.


Investigação sobre o Mecanismo de Ação

A investigação analisou o mecanismo de ação proposto. Estudos pré-clínicos e clínicos exploraram a atividade do fármaco em relação a marcadores neurobiológicos específicos.


Resultados dos Ensaios de Fase 3

1. Dor e Função

As evidências principais provenientes dos ensaios clínicos indicam uma diferença observada na intensidade da dor comunicada e nos resultados de função diária, quando comparados com um grupo placebo. Observou-se uma diferença estatisticamente significativa entre o grupo de intervenção e o grupo de controlo com base em pontuações de dor comunicadas pelos doentes. Os ensaios de fase 3 comunicaram descobertas consistentes com os objetivos primários e secundários predefinidos.

Os estudos avaliaram a frequência de agudizações (flare-ups) durante o período de estudo de 12 semanas como uma medida de resultado. Atualmente, encontram-se em curso estudos comparativos para avaliar potenciais diferenças nos resultados entre este tratamento e outras terapias estabelecidas.

2. Segurança e Tolerabilidade

Os efeitos secundários comunicados envolveram principalmente perturbações gastrointestinais. Os relatórios dos ensaios caracterizam estes eventos como sendo tipicamente ligeiros e temporários. A duração dos dados de segurança publicados disponíveis está geralmente limitada ao período dos ensaios clínicos, que habitualmente se estende até um ano. A investigação não identificou preocupações de segurança exclusivas nas populações dos ensaios.


Experiência do Doente

O ponto temporal inicial para a medição de diferenças nas pontuações de sintomas, conforme reportado em ensaios clínicos, situou-se tipicamente no primeiro mês do período de estudo; os resultados individuais podem variar. A avaliação de momentos específicos para observar diferenças e a comparação dos resultados do tratamento foram variáveis fundamentais medidas nos estudos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Amocla (FAQ)


P: O Amocla pode causar mal-estar estomacal ou diarreia?

Os documentos oficiais listam a diarreia como um efeito secundário muito comum, frequentemente reportado em adultos. Náuseas e vómitos são também reações adversas comummente classificadas no perfil de segurança oficial deste medicamento.


P: Quanto tempo demora o Amocla a começar a fazer efeito?

Sabe-se que os componentes ativos são bem absorvidos pelo organismo. O tempo necessário para que se observem melhorias nos sinais clínicos pode variar dependendo do tipo e da gravidade da infeção tratada, conforme registado nos dados clínicos.


P: O Amocla pode ser tomado durante a gravidez ou o aleitamento?

A informação oficial do produto aconselha que a utilização deste medicamento durante a gravidez apenas deve ocorrer quando um profissional de saúde determine que é claramente necessário. O fármaco passa para o leite materno em pequenas quantidades e a sua utilização requer precaução e monitorização de potenciais efeitos no lactente, conforme descrito nos documentos oficiais.


P: É verdade que o Amocla pode alterar o efeito dos contracetivos?

As informações oficiais do Amocla, à semelhança das orientações para outros antibióticos de largo espetro, indicam que este pode reduzir a eficácia dos contracetivos orais (pílula). Recomenda-se que os doentes discutam esta potencial interação com um profissional de saúde.


P: É normal continuar a sentir-me doente alguns dias após começar o Amocla?

A ocorrência de efeitos secundários como náuseas ou diarreia durante os primeiros dias de tratamento é um facto comum referido nos documentos regulamentares. Se os sintomas da infeção não começarem a melhorar conforme descrito nos dados clínicos, ou se os efeitos secundários se tornarem graves, recomenda-se a consulta de um profissional de saúde para revisão.


P: É necessário terminar todo o tratamento, mesmo que já me sinta melhor?

As instruções oficiais para o doente aconselham geralmente que o tratamento deve ser concluído na totalidade, mesmo que os sintomas melhorem antes do fim do ciclo. Interromper o tratamento demasiado cedo pode significar que a infeção não foi totalmente erradicada, o que pode potencialmente aumentar o risco de as bactérias se tornarem resistentes ao antibiótico.


P: O Amocla pode ser tomado com o estômago vazio?

As informações oficiais de prescrição recomendam tomar a dose oral ao início de uma refeição para potenciar a absorção do componente clavulanato e para minimizar o potencial de intolerância gastrointestinal. Embora algumas formulações específicas possam diferir, seguir esta orientação é geralmente recomendado pelas fontes oficiais.


P: Qual é o objetivo das diferentes dosagens (mg) de Amocla?

O objetivo das diferentes dosagens é permitir que os profissionais de saúde selecionem a dose de amoxicilina adequada para o tipo, local ou gravidade específica da infeção. O componente protetor, o ácido clavulânico, é adicionado numa proporção constante e eficaz para prevenir resistências.


P: Os efeitos secundários do Amocla são temporários?

A maioria dos efeitos secundários comuns, especialmente o mal-estar gastrointestinal, é tipicamente descrita nos dados clínicos como sendo de baixa gravidade e temporária. No entanto, os doentes devem estar cientes de que foram reportadas algumas reações adversas raras e graves, como eventos hepáticos graves, que podem ocorrer ou tornar-se evidentes semanas após o tratamento ter terminado.


P: A gravidade dos efeitos secundários está relacionada com a dose de Amocla?

Os estudos clínicos indicaram por vezes que efeitos secundários comuns, particularmente a diarreia — que está ligada principalmente ao componente clavulanato —, podem ser dependentes da dose. Isto sugere que a dose prescrita pode influenciar a frequência ou a gravidade destes efeitos secundários comummente reportados.


P: Quais são os principais riscos descritos para o uso prolongado de Amocla?

As orientações oficiais limitam habitualmente a duração total do tratamento a 14 dias. A continuação do uso além deste período aumenta o risco de efeitos secundários, o potencial de crescimento excessivo de organismos não suscetíveis e o desenvolvimento de bactérias resistentes aos antibióticos, de acordo com as notas regulamentares.


P: O que acontece se eu parar de tomar o Amocla antes do tempo?

Interromper o medicamento antes de o ciclo completo estar terminado pode resultar numa infeção não totalmente tratada, permitindo que as bactérias sobreviventes possam crescer novamente. Além disso, esta situação aumenta a probabilidade de as bactérias desenvolverem resistência ao antibiótico.


P: Por que razão o Amocla é por vezes administrado durante um longo período?

A duração do tratamento é tipicamente de 7 a 10 dias, mas os documentos regulamentares referem que o tratamento pode ser estendido até aos 14 dias. Esta duração máxima é utilizada no tratamento de infeções bacterianas específicas e mais complexas, que requerem um curso mais prolongado para garantir uma resolução adequada.


P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Amocla?

As informações oficiais para o doente aconselham que, se uma dose for esquecida, esta deve ser tomada assim que houver recordação. Se, no entanto, estiver quase na hora da próxima dose programada, a dose esquecida deve ser saltada e o horário regular continuado, sem tomar uma dose dupla para compensar.


P: Existem alimentos ou bebidas comuns que interajam com o Amocla?

Não existem alimentos específicos proibidos ou listados nas informações oficiais do produto como causadores de uma interação química grave. A principal indicação em relação à alimentação é tomar a dose ao início de uma refeição para melhorar a absorção e reduzir o risco de efeitos secundários digestivos comuns.


P: O Amocla tem interações conhecidas com suplementos de ervanária?

As fontes de saúde governamentais autorizadas indicam geralmente que existe informação de segurança limitada sobre a interação entre o Amocla e remédios ou suplementos de ervanária. Para evitar potenciais riscos, os doentes são aconselhados a informar um profissional de saúde sobre todos os suplementos que estejam a utilizar.


P: Existe uma versão genérica do Amocla disponível?

Sim, as agências regulamentares aprovaram versões genéricas da combinação de medicamentos oficialmente conhecida como amoxicilina e clavulanato de potássio. Estes produtos genéricos encontram-se amplamente disponíveis.


P: O Amocla pode causar sensibilidade ao sol?

A fotossensibilidade (aumento da sensibilidade à luz solar) não está tipicamente associada a este medicamento, uma vez que a classe de antibióticos das penicilinas raramente causa este efeito secundário específico, de acordo com os resumos oficiais de eventos adversos.


P: Sabe-se se o Amocla interage com o álcool?

As informações oficiais para o doente aconselham que o álcool deve ser evitado durante e por vários dias após o tratamento com este medicamento. Embora não esteja listada uma interação química grave, o álcool pode agravar efeitos secundários comuns como náuseas, vómitos ou diarreia.


P: O Amocla interfere com a condução ou operação de máquinas?

Os documentos oficiais referem que o Amocla pode causar efeitos secundários como tonturas ou cansaço em alguns indivíduos. Os doentes que sintam estes efeitos são aconselhados a ter cautela e a observar como o medicamento os afeta antes de se envolverem em atividades que exijam atenção total, como conduzir ou operar maquinaria pesada.


P: Existem alterações específicas no estilo de vida recomendadas enquanto se toma Amocla?

O aconselhamento oficial foca-se em manter uma dieta normal e incentiva a manutenção de uma hidratação adequada, especialmente se ocorrerem efeitos secundários comuns como diarreia ou vómitos. Não são habitualmente especificadas modificações extensas no estilo de vida nas orientações regulamentares.


P: O Amocla afeta os resultados de algum teste laboratorial comum?

Sim, as informações oficiais de prescrição referem que este medicamento pode causar um falso positivo no teste de Coombs. Pode também causar resultados falso positivos na análise de glicose na urina (açúcar) se os testes utilizarem o método de redução de cobre.


P: O Amocla afeta os níveis de açúcar no sangue?

Não existe evidência direta nos documentos oficiais do produto que afirme que o medicamento, por si só, altere significativamente os níveis de açúcar no sangue. No entanto, sabe-se que interfere com certos testes laboratoriais utilizados para medir a glicose na urina, o que pode levar a resultados imprecisos.


P: O Amocla funciona de uma forma diferente em comparação com tipos de medicamentos mais antigos?

Sim, a característica definidora do Amocla é a combinação de amoxicilina com ácido clavulânico. O componente ácido clavulânico inativa enzimas bacterianas chamadas beta-lactamases. Esta ação protetora é o que permite que a amoxicilina funcione eficazmente contra bactérias que se tornaram resistentes às penicilinas mais antigas de ingrediente único.

Como Amocla deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Amocla (Amoxicilina/Clavulanato de Potássio)

As exigências regulamentares oficiais para a conservação do Amocla dependem da formulação para manter a sua eficácia.


Requisitos de Conservação

Formulação Condição de Armazenamento Exigida
Comprimidos / Pó Seco Temperatura ambiente controlada: 20 °C a 25 °C. Proteger do calor excessivo e da humidade.
Suspensão Oral Reconstituída Conservação no frigorífico: 2 °C a 8 °C. Não deve ser congelado.

Todas as formas devem ser mantidas na embalagem original com a tampa devidamente fechada. A suspensão reconstituída tem um prazo de validade limitado e deve ser rejeitada após 10 dias.


Eliminação e Segurança

O Amocla deve ser armazenado de forma segura, fora da vista e do alcance das crianças. O medicamento não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado seguindo a regulamentação local ou através de um programa de recolha autorizado. É proibido deitar o medicamento na sanita ou nos esgotos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Amocla encontrado em:

ÍNDICE A-Z: