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Аммиак

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Аммиак

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Opção de tratamento: Skin Disinfection, Syncope

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Аммиак

O que é Ammiak? Definição e Propósito Geral

Factos Rápidos Descrição
Substância Ativa Cloreto de Amónio (NH4Cl)
Forma Solução, Comprimidos, Cápsulas
Classe Farmacológica Acidificante Sistémico, Expetorante
Uso Comum Apoio ao equilíbrio de fluidos, alívio respiratório
Origem Sintética, Sal Inorgânico

O que é Ammiak: Definição e Classe Farmacológica

Ammiak (Аммиак) é o termo comum para produtos farmacêuticos que contêm a substância ativa Cloreto de Amónio (NH4Cl), um composto de sal inorgânico produzido através de síntese química. Este medicamento é classificado como uma monopreparação, apresentando um único componente ativo. A sua classificação primária é a de um Acidificante Sistémico, o que significa que tem a capacidade de influenciar subtilmente a regulação ácido-base do organismo, particularmente através da redução do pH da urina.

O Cloreto de Amónio é clinicamente reconhecido pelas suas aplicações terapêuticas na gestão de condições onde é necessária a modulação da química dos fluidos corporais. Este composto é categorizado pelas suas múltiplas funções, incluindo o uso como Agente Diurético e Agente Expetorante.


Composição e Formas Farmacêuticas

O medicamento consiste na substância ativa Cloreto de Amónio combinada com uma base simples ou excipientes para criar um produto estável. Dadas as suas propriedades químicas, está disponível em diversas formas farmacêuticas de alto nível, incluindo uma solução aquosa para determinados usos não orais e formas sólidas, como comprimidos ou cápsulas, para administração oral.

Esta versatilidade é fundamental, pois permite a administração através de diferentes vias — oral, inalatória ou externa — dependendo do objetivo terapêutico específico. As variadas formas permitem que a sua utilidade abranja tanto a regulação química interna como aplicações tópicas.


Propósito Geral

O propósito global do Cloreto de Amónio é apoiar funções reguladoras essenciais. Como acidificante e diurético suave, ajuda o corpo a gerir o equilíbrio de fluidos e apoia a ação de certos fármacos coadministrados através do ajuste do pH urinário. Adicionalmente, o seu uso como expetorante significa que serve o propósito de tornar o muco acumulado mais fluido e mais fácil de tossir, auxiliando na limpeza do trato respiratório.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Аммиак?

Possíveis Efeitos Secundários e Informação de Segurança

O perfil de segurança oficial dos produtos farmacêuticos que contêm Cloreto de Amónio (NH4Cl) é definido principalmente pelos seus efeitos no equilíbrio ácido-base do organismo e na função metabólica, conforme documentado em fontes regulamentares.


Âmbito das Reações Adversas

Os efeitos adversos são frequentemente categorizados pelo sistema orgânico afetado, embora uma classificação de frequência precisa (por exemplo, comum ou raro) não esteja tipicamente especificada na rotulagem desta substância.

Classe de Sistemas de Órgãos Efeitos Oficialmente Documentados
Metabolismo e Nutrição Acidose Metabólica, Hipercloremia
Gastrointestinal Náuseas e Vómitos, Dor Abdominal
Sistema Nervoso Sonolência, Confusão Mental, Convulsões

Considerações de Segurança Graves e Restrições

A principal reação adversa grave documentada é a Acidose Metabólica Grave. Esta pode ser uma consequência de uma administração excessiva ou da capacidade diminuída do organismo em processar a carga ácida.

Os documentos regulamentares estabelecem restrições específicas, definindo os limites críticos para uma utilização segura:

  • Contraindicado em indivíduos com insuficiência hepática grave, uma vez que a incapacidade do fígado em processar o ião amónio aumenta o risco de toxicidade por amónia.
  • Contraindicado em doentes com insuficiência renal grave, dado que os rins se tornam incapazes de excretar a carga ácida resultante.

Os padrões de segurança relacionados com a exposição indicam que o risco de efeitos adversos está diretamente associado à velocidade e duração da administração, o que exige uma observação constante para detetar sinais de toxicidade.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem envolvendo produtos que contêm Cloreto de Amónio (NH4Cl) está oficialmente documentada como apresentando-se principalmente através de dois distúrbios sistémicos: Acidose Metabólica grave e sinais de Toxicidade por Amónia.


Manifestações de Sobredosagem Documentadas

As manifestações clínicas documentadas na rotulagem regulamentar incluem efeitos no sistema nervoso central, tais como confusão mental, desorientação, sonolência e resultados graves como coma e convulsões. Os sinais neuromusculares podem incluir fasciculações musculares e tetania, a par de ritmo cardíaco irregular (arritmias cardíacas). Os achados laboratoriais documentados no contexto de sobredosagem incluem hipercloremia e hipocalemia. Doentes com insuficiência renal ou hepática grave apresentam um risco acrescido de toxicidade devido à eliminação deficiente da substância.


Ações de Emergência e Gestão

Na eventualidade de uma suspeita de sobredosagem ou ingestão acidental, os documentos regulamentares oficiais determinam que deve ser procurada assistência de emergência imediatamente. Os indivíduos devem obter ajuda médica ou contactar imediatamente um Centro de Informação Antivenenos (CIAV). No caso de ingestão oral acidental de grandes quantidades ou contacto ocular com o Espírito de Amónia Aromático, é especificamente exigido o contacto de emergência com um hospital.

As medidas de gestão estabelecidas incluem a necessária observação constante para a deteção de sinais de toxicidade por amónia em desenvolvimento. Para o tratamento da acidose metabólica, os procedimentos oficiais descrevem a administração de uma solução alcalinizante, como o bicarbonato de sódio ou o lactato de sódio.

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Usos terapêuticos de Аммиак

A substância referida como Аммиак (Amónia) num contexto clínico pode fazer parte da gestão sintomática quando formulada como Espírito de Amónia Aromático, uma solução para inalação. Este produto é commumente utilizado para auxiliar com sintomas associados a alterações agudas ou episódicas, tais como as que precedem o desmaio (síncope). Esta utilização é relevante em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis.

De acordo com o rótulo oficial do medicamento publicado pelo DailyMed, a formulação é aplicada na abordagem de sintomas relacionados com uma atividade fisiológica aumentada. É considerada relevante para atenuar conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou perturbadores, incluindo os que estão ligados a uma queda súbita da pressão arterial ou a um estímulo desagradável. O uso é aplicável em domínios onde seja necessário suporte sintomático adicional e é relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada durante episódios de mal-estar. Esta abordagem auxilia na manutenção da estabilidade funcional e contribui para aliviar a carga geral de sintomas durante períodos de sintomas intensificados.

Facto Rápido: Relevante para Sintomas que Criam Tensão Fisiológica Notável

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Critérios de utilização e restrições

O perfil de elegibilidade para os produtos farmacêuticos conhecidos como Ammiak (Cloreto de Amónio e Espírito de Amónia Aromático) baseia-se em categorias regulamentares rigorosas e no estado de saúde do doente, conforme a documentação oficial.


Populações Contraindicadas

As contraindicações absolutas aplicam-se à formulação sistémica (injetável) em doentes com comprometimento grave da função renal ou hepática. Isto deve-se aos riscos associados ao metabolismo e à excreção do ião amónio. Relativamente à forma inalatória do Espírito de Amónia Aromático, esta é contraindicada para indivíduos com problemas respiratórios crónicos, tais como asma ou enfisema. Ambas as formas estão excluídas em caso de hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula.

Restrições Etárias e Reprodutivas

Adultos e adolescentes são, geralmente, elegíveis para a forma inalatória. No entanto, o uso pediátrico em crianças é considerado condicional, exigindo que um profissional de saúde determine a administração e a dose adequadas. Para doentes grávidas ou em período de amamentação, o uso de qualquer uma das formulações é restrito, e a rotulagem regulamentar aconselha a consulta de um médico antes da utilização. A forma sistémica possui a classificação de Categoria C de Gravidez.

Uso Condicional

A formulação sistémica exige precaução e monitorização em doentes com condições como insuficiência pulmonar ou edema cardíaco. Além disso, o medicamento sistémico não é recomendado em casos de alcalose metabólica acompanhada de perda de sódio.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O Cloreto de Amónio, a substância ativa presente no Ammiak, interage com outras substâncias principalmente através da modificação do equilíbrio ácido-base do organismo, um processo decorrente da sua função como acidificante sistémico. O perfil regulamentar oficial destaca alterações farmacocinéticas e um risco crítico específico para determinadas populações.

Interações Farmacocinéticas e Farmacodinâmicas

O medicamento altera a forma como o organismo processa certos fármacos administrados em simultâneo. Isto inclui:

  • Diminuição da Exposição a Bases Fracas: O Cloreto de Amónio acidifica a urina, o que aumenta significativamente a depuração renal (taxa de excreção) de fármacos que são bases fracas, tais como as anfetaminas e derivados relacionados. Isto resulta numa diminuição substancial da concentração plasmática do fármaco coadministrado.
  • Aumento da Exposição a Ácidos Fracos: Inversamente, o efeito acidificante sistémico pode diminuir a depuração renal de certos fármacos que são ácidos fracos, como os salicilatos, levando potencialmente a um aumento das suas concentrações séricas.
  • Anulação de Efeito: Ocorre uma interação farmacodinâmica quando é coadministrado com Agentes Alcalinizantes Sistémicos (por exemplo, Bicarbonato de Sódio). Esta combinação neutraliza diretamente a ação acidificante pretendida do Cloreto de Amónio.
  • Risco Aditivo: A coadministração com Inibidores da Anidrase Carbónica ou certos Diuréticos Poupadores de Potássio pode elevar o risco de acidose sistémica.

Restrição Específica para Certas Populações

O uso de Cloreto de Amónio está sujeito a uma restrição rigorosa de interação em doentes com insuficiência hepática grave (doença do fígado). Uma vez que o fígado é necessário para processar o ião amónio, a função hepática comprometida cria um risco elevado de acumulação de amónia, o que pode causar ou agravar a encefalopatia hepática. Devido a este risco, a utilização nesta população é estritamente contraindicada.

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Mecanismo de ação

Ao ser inalada, a amónia gasosa (NH3) atua como um irritante potente nas terminações do nervo trigémeo (CN V) localizadas na mucosa nasal e das vias respiratórias superiores. Esta estimulação local rápida inicia o reflexo trigeminal nasal, uma cascata neurogénica no seio do sistema nervoso central. A consequência imediata deste input sensorial aferente é a ativação reflexa dos centros respiratórios e vasomotores no tronco cerebral, o que leva a um aumento da atividade do sistema nervoso simpático.

Este fluxo simpático resulta num aumento da frequência e profundidade respiratória (hiperpneia) e numa vasoconstrição periférica generalizada. A modulação fisiológica sistémica resultante envolve a elevação do débito cardíaco e da pressão arterial sistémica. Ao nível celular, a reação da amónia com a água presente na mucosa forma uma base fraca, o hidróxido de amónio (NH4OH), causando uma queimadura alcalina localizada que gera o sinal nocivo necessário para o início do reflexo. Este mecanismo baseia-se puramente na estimulação nervosa sensorial e na subsequente modulação reflexa autonómica, distinguindo-se de uma interação direta com recetores farmacológicos.

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Informações sobre dosagem e administração

Protocolos de Administração e Uso Oficial

A administração dos produtos farmacêuticos referidos como Аммиак (Cloreto de Amónio e Inalantes de Amónia) é regida por diretrizes específicas para cada via de administração, estabelecidas em documentos regulamentares. O uso do concentrado de Cloreto de Amónio está restrito à via Intravenosa (IV) e exige uma preparação especializada: o concentrado deve ser diluído num volume maior de uma solução isotónica, como a solução injetável de Cloreto de Sódio a 0,9%, antes da perfusão.

A dosagem para a solução intravenosa não é padronizada por volume, exigindo um cálculo preciso baseado no peso corporal do doente e nos valores da química sérica observados. A dose está estritamente limitada no tempo, com 50% do valor calculado a ser administrado num período inicial de 12 horas, e a taxa de perfusão não deve exceder os 5 mL/min em adultos. O protocolo oficial exige a reavaliação do doente após este período de 12 horas para determinar a necessidade de doses adicionais.

Um padrão de utilização oficial distinto envolve os Inalantes de Amónia (Espírito de Amónia Aromático), destinados à administração Respiratória (Inalação) e utilizados conforme necessário em circunstâncias agudas e imediatas. O produto requer um passo procedimental específico: a ampola ou compressa deve ser esmagada enquanto é mantida afastada do rosto, seguida de uma aproximação gradual às narinas para permitir a inalação suave do vapor libertado. Além disso, a rotulagem regulamentar especifica que, para crianças com menos de 12 anos de idade, o uso e a dose devem ser determinados por um profissional de saúde. Ambos os métodos de administração são reservados para intervenções de curto prazo ou agudas, confirmando que a aplicação do medicamento é limitada a protocolos temporários e não de manutenção.

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Evidência clínica recente

Amónia: Evidência Clínica Recente

A amónia é um produto metabólico natural do organismo que assume dois papéis distintos em contextos clínicos: como estímulo externo e como biomarcador interno. O composto, habitualmente sob a forma de inalantes de amónia (sais de amónia), tem sido historicamente utilizado como estimulante respiratório para prevenir ou reverter desmaios (síncope) através da irritação das membranas nasais. Compreende-se que esta ação despoleta um reflexo respiratório involuntário e agudo, o qual aumenta o fornecimento de oxigénio ao cérebro.


Papel Diagnóstico e Metabólico

A evidência clínica mais relevante sobre a amónia foca-se na sua concentração no sangue, designada por hiperamonémia. Níveis elevados de amónia atuam como uma neurotoxina e representam uma preocupação central em condições que envolvem o compromisso da desintoxicação metabólica. A investigação identifica consistentemente a hiperamonémia como um fator principal que contribui para a encefalopatia hepática (EH), uma perturbação neurológica que resulta frequentemente de doenças hepáticas graves, como a cirrose.

Monitorização e Prognóstico: Estudos clínicos confirmam que a monitorização dos níveis de amónia no sangue é essencial no processo de diagnóstico e na gestão de doentes com suspeita de EH. Níveis elevados correlacionam-se frequentemente com a gravidade dos sintomas neurológicos, embora esta correlação direta possa ser variável. Além disso, a persistência de níveis altos de amónia em doentes com doença hepática crónica está associada a piores resultados neurológicos, podendo servir como um fator de prognóstico independente para futuras hospitalizações e risco global de mortalidade.

Imagiologia PET com Amónia N 13: Em diagnósticos especializados, a forma radiomarcada, Amónia N 13, é administrada por via intravenosa como um agente de diagnóstico radioativo. Este composto é utilizado na tomografia por emissão de positrões (PET) para avaliar a perfusão miocárdica em doentes com doença arterial coronária suspeita ou estabelecida, auxiliando na avaliação do fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco.


Utilização de Sais de Amónia

Existe investigação científica limitada quanto à eficácia dos inalantes de amónia para melhorar o desempenho desportivo. Embora sejam amplamente utilizados no desporto profissional pela perceção de aumento do estado de alerta, o principal efeito documentado continua a ser a estimulação respiratória para auxiliar na recuperação da consciência. Devido ao risco de mascarar sintomas de concussão ou de provocar movimentos involuntários da cabeça que poderiam agravar uma lesão na coluna, as principais diretrizes médicas desaconselham frequentemente o seu uso em casos de traumatismo craniano.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre Аммиак (FAQ)

P: A Amónia é a mesma coisa que os sais de cheirar (Nashatyrny Spirt)?

A informação oficial do produto indica que os produtos farmacêuticos geralmente designados como Amónia incluem tanto o Cloreto de Amónio (utilizado por via sistémica) como o Espírito de Amónia Aromático. A formulação de Espírito de Amónia Aromático é frequentemente conhecida pelo termo comum “sais de cheirar” e destina-se à inalação.

P: Com que rapidez a Amónia começa a fazer efeito?

O tempo necessário para o início do efeito depende da forma utilizada. Os inalantes (sais de cheirar) são concebidos para produzir um reflexo respiratório imediato. Em contraste, a infusão intravenosa de Cloreto de Amónio é administrada lentamente, ao longo de um período de 12 horas, para a correção gradual do equilíbrio ácido-base do organismo.

P: A Amónia pode interagir com o álcool?

A interação direta entre o medicamento e o álcool não está especificada nos documentos regulamentares. No entanto, devido ao potencial documentado de efeitos no sistema nervoso central, tais como sonolência e confusão mental, a combinação do medicamento com álcool pode resultar num aumento dos riscos.

P: A Amónia pode ser utilizada em conjunto com antibióticos?

A possibilidade de interação é determinada pelas propriedades químicas específicas de cada antibiótico. Os documentos oficiais explicam que o medicamento altera a acidez da urina (pH), o que pode mudar a forma como certos fármacos coadministrados são eliminados pelo organismo. Este efeito pode diminuir a exposição de certas bases fracas e aumentar a exposição de certos ácidos fracos.

P: Existem restrições ao uso de Amónia em pessoas idosas?

Os documentos regulamentares não definem limitações de idade específicas para a população idosa. No entanto, a forma sistémica é estritamente contraindicada em doentes com insuficiência renal ou hepática grave. A informação oficial indica que se justifica uma monitorização médica próxima e precaução em indivíduos de risco.

P: Existe investigação científica que confirme o benefício da Amónia?

Sim, a informação científica e oficial aborda a utilização e função da amónia. Por exemplo, estudos confirmam o uso de Amónia N 13 para diagnóstico por imagem (PET). A investigação também examina o papel de níveis elevados de amónia como uma neurotoxina/biomarcador associado a doenças hepáticas graves.

P: Que efeito se deve esperar após o uso de Amónia?

O efeito esperado varia consoante a forma e a via de administração. Espera-se que a inalação cause um reflexo que leve a um aumento da frequência e profundidade da respiração e a uma pressão arterial mais elevada. Quando administrada por via intravenosa, o objetivo é a correção da alcalose metabólica ou de estados hipoclorémicos relacionados.

P: A Amónia afeta os resultados de exames laboratoriais?

Os documentos oficiais de segurança indicam que a forma sistémica pode influenciar certos marcadores da química sanguínea. Especificamente, a administração do fármaco pode levar a reações adversas documentadas, como a acidose metabólica (uma alteração no equilíbrio ácido do corpo) e a hipercloremia (níveis elevados de cloreto).

P: Como saber se uma reação à Amónia não é normal?

Sinais graves documentados na informação oficial de segurança incluem convulsões, confusão mental ou sonolência extrema. A presença de quaisquer sinais de acidose metabólica grave, tais como respiração irregular ou profunda, também é considerada anormal.

P: A Amónia é tóxica ou venenosa?

Os documentos oficiais classificam a amónia, quando acumulada internamente, como uma neurotoxina (uma substância tóxica para o sistema nervoso). Os avisos regulamentares destacam o risco de toxicidade por amónia, particularmente em doentes com função hepática comprometida, o que pode levar a sintomas neurológicos graves.

P: Com que frequência pode ser repetida a aplicação de Amónia?

A frequência depende da formulação específica. O uso sistémico intravenoso está restrito a um protocolo de infusão cuidadosamente calculado, tipicamente ao longo de 12 horas, seguido de reavaliação. Os inalantes (sais de cheirar) destinam-se a uso conforme necessário em circunstâncias agudas, confirmando que o uso repetido se limita a protocolos de curto prazo.

P: O que acontece se a Amónia for utilizada em doses superiores às recomendadas?

Os avisos oficiais indicam que a utilização excessiva ou demasiado rápida da preparação sistémica aumenta o risco principal de acidose metabólica grave. O uso excessivo também pode levar a sintomas de toxicidade por amónia, incluindo convulsões, confusão mental e ritmo cardíaco irregular.

P: A Amónia é um narcótico ou uma substância psicotrópica?

A substância ativa, Cloreto de Amónio, não é classificada pelas agências governamentais como um narcótico ou substância psicotrópica. É categorizada farmacologicamente como um acidificante sistémico e um agente expetorante.

P: Como deve ser corretamente interpretada a informação sobre interações da Amónia?

As interações são compreendidas com base no efeito do medicamento na química do organismo. A informação oficial afirma que as interações ocorrem porque o fármaco altera a acidez (pH) da urina. Esta alteração afeta a rapidez com que certos fármacos coadministrados são eliminados pelos rins.

P: A Amónia pode causar dependência?

A documentação regulamentar oficial para o Cloreto de Amónio não inclui quaisquer avisos ou indicações relativos ao risco de viciação ou dependência.

P: Que dose de Amónia é considerada perigosa?

Para uso sistémico, o perigo está relacionado com a velocidade de administração, que não deve exceder 5 mL/min em adultos. Para inalantes, a dose perigosa está associada à inalação prolongada ou excessiva, que pode causar irritação local e danos pulmonares.

P: Como atua a Amónia se for aplicada na pele?

O Espírito de Amónia Aromático (sais de cheirar) está listado como uma substância irritante ou cáustica. As instruções oficiais de segurança indicam que, se o produto entrar em contacto com a pele, pode causar irritação e, na forma concentrada, potenciais queimaduras químicas.

P: A Amónia pode ser utilizada em feridas abertas?

O perfil de segurança do produto indica que este é cáustico e o contacto com feridas abertas ou pele lesionada pode resultar em irritação grave e queimaduras.

P: Porque é que a Amónia tem um cheiro tão forte?

O odor forte é um resultado direto da ação da amónia gasosa (NH3). Quando inalado, este gás dissolve-se no revestimento húmido do nariz para formar hidróxido de amónio, o que causa a irritação imediata e a estimulação reflexa.

P: Pode ser utilizada Amónia fora do prazo de validade?

As instruções regulamentares oficiais especificam a eliminação adequada de produtos farmacêuticos não utilizados ou fora do prazo. A utilização de um produto fora do seu período de validade não é contemplada nas diretrizes estabelecidas para o uso farmacêutico.

P: Como é que a Amónia está classificada quanto à segurança?

A forma sistémica de Cloreto de Amónio tem atribuída uma classificação de Categoria C de Gravidez. Ambas as formas estão contraindicadas em casos de insuficiência hepática ou renal grave. É classificado como um produto que exige precaução e monitorização constante devido ao risco de acidose metabólica grave.

P: A Amónia afeta a capacidade de conduzir veículos?

Uma vez que o medicamento pode causar sonolência e confusão mental como efeitos secundários documentados, a informação oficial de segurança refere que é necessária precaução ao conduzir veículos ou operar maquinaria pesada.

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Como Аммиак deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar Аммиак?

O armazenamento e a eliminação de produtos farmacêuticos que contenham Cloreto de Amónio, como o Espírito de Amónia Aromático, devem seguir os requisitos regulamentares oficiais para manter a integridade do produto e a segurança.


Requisitos Oficiais de Armazenamento

Condição Requisito
Temperatura Armazenar à temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 20°C e 25°C (68°F a 77°F). Não exceder os 30°C (86°F).
Proteção Manter o recipiente bem fechado para proteger o produto da humidade e da luz.
Áreas Proibidas Manter afastado do calor, faíscas ou chamas devido à inflamabilidade da formulação do espírito. Não refrigerar nem congelar.
Segurança O produto deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Instruções Oficiais de Eliminação

O produto não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado em conformidade com os regulamentos locais. É estritamente exigido que o produto não seja deitado no lixo doméstico nem que atinja o sistema de esgotos, cursos de água ou drenagens. A eliminação deve ser realizada através de uma instalação de eliminação de resíduos aprovada.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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