AMB

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de AMB

O que é o AMB? O Agente Secretolítico Ambroxol

Esta secção define a identidade e a classificação do AMB, fornecendo uma base factual sobre o seu propósito geral.

Propriedade Descrição
Substância ativa Cloridrato de ambroxol
Formas Comprimido, Xarope, Solução (oral/inalação), Pastilha
Classe farmacológica Agente mucolítico, Agente secretolítico
Uso comum Facilitar a eliminação de muco viscoso ou excessivo
Origem Derivado sintético (relacionado com a Vasicina)

Ambroxol: Identidade, Origem e Classificação Farmacêutica

O AMB é um medicamento que contém a substância ativa única cloridrato de ambroxol, a qual está oficialmente classificada como um agente mucolítico e um agente secretolítico. Esta substância é um derivado sintético proveniente do alcaloide vasicina, o que assegura uma estrutura química definida e padronizada para uma aplicação clínica consistente.

O ambroxol é agrupado como um agente mucoativo porque atua especificamente sobre as propriedades físicas do muco e melhora o seu movimento, distinguindo-se dos expetorantes mais antigos e não específicos. Estudos farmacológicos publicados em revistas médicas apoiam o reconhecimento da capacidade do ambroxol em atuar diretamente sobre as secreções brônquicas. Está frequentemente disponível como um Medicamento Não Sujeito a Receita Médica (MNSRM), posicionando-se como uma opção acessível para a gestão do desconforto respiratório temporário associado ao excesso de expetoração.

Que Tipos e Formas de Ambroxol Estão Disponíveis?

O ambroxol é fabricado em diversas formas farmacêuticas para acomodar diferentes necessidades de administração, incluindo habitualmente comprimidos, pastilhas, xaropes e soluções tanto para ingestão oral como para entrega direcionada via inalação.


A disponibilidade de uma solução para nebulização altamente especializada permite a entrega direta da substância ativa no trato respiratório inferior, complementando os efeitos sistémicos obtidos através das formas orais. Esta versatilidade na apresentação assegura a entrega eficaz do agente secretolítico em diferentes grupos de doentes, incluindo crianças (onde são frequentemente utilizadas formulações de xarope com sabor) e adultos.

Propósito Geral: Como o Ambroxol Apoia a Limpeza das Vias Respiratórias

O propósito geral do ambroxol é restaurar e melhorar os processos naturais do corpo para a limpeza das vias respiratórias, atuando diretamente sobre o muco espesso e anormal, auxiliando, assim, no alívio da congestão torácica.


Este benefício funcional é alcançado através das suas ações primárias: fluidificar as secreções viscosas e reforçar o transporte mecânico do muco (ação secretomotora). O consenso de revisões clínicas indica que a capacidade do ambroxol em promover a limpeza do muco facilita a expetoração e acalma a tosse. Isto significa que o medicamento ajuda a tornar a expetoração mais fácil de mover e de expelir, apoiando a função geral das defesas naturais do organismo ao lidar com sintomas típicos de condições respiratórias agudas.

Quais efeitos secundários são possíveis com AMB?

Perfil de Segurança e Reações Adversas Oficiais

Os possíveis efeitos secundários deste medicamento são categorizados oficialmente pelas autoridades de saúde governamentais com base na frequência e no sistema do organismo afetado. Estas classificações regulamentares definem as características de segurança conhecidas da substância.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas estão documentadas utilizando as categorias de frequência regulamentares padrão. As reações comuns, que podem afetar até 1 em cada 10 pessoas, envolvem tipicamente efeitos menores, como náuseas, diarreia, alterações no paladar (disgeusia) e diminuição da sensibilidade na boca ou garganta (hipoestesia).

As reações pouco comuns, com possibilidade de afetar até 1 em cada 100 pessoas, incluem vómitos, dor abdominal, dispepsia, boca seca e febre. Em casos raros, podem ocorrer eventos como reações de hipersensibilidade, erupção cutânea e urticária.

Reações Adversas Graves e Preocupações Sistémicas

A rotulagem regulamentar destaca riscos potenciais raros, mas graves, que são frequentemente classificados com uma frequência desconhecida, o que significa que não podem ser estimados de forma fiável a partir dos dados disponíveis. Estes incluem respostas alérgicas graves, tais como reações anafiláticas (incluindo choque anafilático e angioedema), e Reações Adversas Cutâneas Graves (SCARs), como a Síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e a Necrólise Epidérmica Tóxica (TEN).

As restrições de segurança observadas nos documentos oficiais exigem precaução específica em doentes com insuficiência renal grave ou insuficiência hepática grave, devido ao potencial de redução na eliminação da substância. Além disso, os textos oficiais aconselham cautela em indivíduos com antecedentes de úlceras pépticas ou duodenais ou com comprometimento da motilidade das vias aéreas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Manifestações de Sobredosagem e Ações Necessárias

O perfil regulamentar oficial para uma sobredosagem de ambroxol (AMB) indica uma baixa toxicidade aguda, não havendo habitualmente relatos de sinais graves de intoxicação em seres humanos. As manifestações resultantes de uma ingestão excessiva consistem, geralmente, num agravamento dos efeitos adversos conhecidos. Estes sintomas comummente documentados incluem perturbações gastrointestinais, tais como diarreia, náuseas, vómitos e azia (pirose), acompanhados de agitação a curto prazo ou ansiedade.

Quando Procurar Ajuda Médica Imediata

A principal instrução regulamentar determina que se deve procurar assistência médica ou consultar um médico imediatamente em caso de ingestão superior à dose recomendada. Embora desfechos graves sejam pouco frequentes, uma sobredosagem extrema pode potencialmente resultar em efeitos sistémicos, como uma descida da pressão arterial (hipotensão) ou produção excessiva de saliva (sialorreia), situações que exigiriam uma avaliação médica urgente.

Gestão e Considerações Especiais

Não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por ambroxol. A gestão clínica é universalmente sintomática e de suporte. Medidas procedimentais, como a lavagem gástrica, não são geralmente indicadas devido ao baixo perfil de toxicidade; no entanto, as autoridades reguladoras referem que estas podem ser consideradas em casos de sobredosagem muito elevada. Uma nota regulamentar específica destaca que, em doentes com insuficiência renal grave, é expectável que ocorra uma acumulação de metabolitos após uma ingestão excessiva.

Usos terapêuticos de AMB

O que o AMB Trata: Principais Usos e Benefícios

O uso terapêutico principal deste medicamento consiste no apoio à gestão de sintomas respiratórios que envolvam a presença de expetoração espessa, viscosa ou excessiva. De acordo com relatórios de avaliação abrangentes sobre a respetiva área de utilização, este é geralmente aplicado em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, tais como a bronquite aguda, a bronquite crónica e outras doenças broncopulmonares onde a dificuldade em limpar as vias respiratórias é uma manifestação comum.

O medicamento apoia o processo natural de desobstrução das vias aéreas ao auxiliar na gestão da consistência da expetoração espessa, o que geralmente contribui para aliviar a carga total de sintomas causada pelo muco retido e pela congestão. É relevante para a gestão de sintomas que interferem com o conforto diário e que se concentram em torno de uma tosse produtiva difícil, proporcionando um alívio de suporte para facilitar a expetoração. Além disso, formulações específicas são aplicadas na abordagem ao alívio sintomático da dor aguda e do desconforto localizados na garganta (área orofaríngea).

“É comummente aplicado em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto, apoiando o doente durante episódios sintomáticos difíceis.”

Facto Rápido: Alívio da Expetoração e da Dor de Garganta O medicamento é frequentemente utilizado para ajudar em duas áreas sintomáticas distintas: aliviar o mal-estar de uma tosse produtiva causada por expetoração espessa, e pode fazer parte da gestão sintomática da dor de garganta aguda.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar AMB? Informação Oficial

Este mapa de elegibilidade descreve as regras para a utilização do ambroxol (AMB) conforme definido por diretrizes oficiais, baseando-se estritamente no perfil da população e em patologias concomitantes específicas.

Categoria Estatuto Oficial
Populações para as quais a utilização é permitida Adultos e Adolescentes com mais de 12 anos. Crianças a partir dos 2 anos de idade são, geralmente, elegíveis para as utilizações autorizadas.
Populações para as quais a utilização não é recomendada É desaconselhada a utilização por Mulheres Grávidas durante o primeiro trimestre e por Mulheres a Amamentar. É recomendado que o medicamento não seja utilizado para terapia secretolítica em crianças com menos de 6 anos devido a dados de eficácia insuficientes.
Populações para as quais a utilização é contraindicada Doentes com hipersensibilidade conhecida ao ambroxol ou à substância relacionada bromexina não devem utilizar o medicamento. A utilização é também contraindicada em crianças com menos de 2 anos para o uso secretolítico geral e em indivíduos com certas intolerâncias hereditárias caso a formulação contenha excipientes específicos.
Restrições relacionadas com a elegibilidade A utilização requer precaução em doentes com insuficiência renal ou hepática grave, bem como naqueles com antecedentes de úlcera péptica ou comprometimento da motilidade das vias aéreas, como no caso da discinesia ciliar primária.

Estas declarações definem quem pode e quem não pode utilizar o medicamento, estabelecendo três níveis claros: a inelegibilidade absoluta (contraindicações), as categorias de utilização condicionada (função de órgãos ou patologias) e o estatuto de não recomendado para estados fisiológicos específicos, como o início da gravidez ou a amamentação.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do ambroxol baseia-se na rotulagem regulamentar e foca-se essencialmente em efeitos farmacodinâmicos específicos e resultados farmacocinéticos locais. De um modo geral, não estão documentadas alterações significativas na exposição sistémica para a maioria dos medicamentos administrados em simultâneo.

Interações Medicamentosas Clinicamente Relevantes

Está documentada uma interação farmacodinâmica específica quando o ambroxol é coadministrado com antitússicos, que são medicamentos que inibem a tosse. As diretrizes oficiais indicam que esta combinação não é, geralmente, recomendada ou exige uma precaução acrescida. Isto deve-se ao facto de a ação simultânea de aumentar as secreções através do ambroxol, enquanto se inibe o reflexo da tosse, poder resultar num risco de acumulação de secreções no trato respiratório.

Resultados Farmacocinéticos

O ambroxol influencia a exposição de certos antibióticos nos tecidos-alvo. Está documentado que a coadministração de ambroxol com antibióticos como a amoxicilina, a cefuroxima, a eritromicina e a doxiciclina resulta num aumento da concentração destes agentes nas secreções broncopulmonares e na expetoração. O ambroxol é metabolizado por enzimas específicas do fígado, como a CYP2D6 e a CYP3A4; no entanto, a informação oficial confirma que não foi reportada qualquer interação sistémica desfavorável e clinicamente significativa com outros fármacos com base nesta via metabólica.

Considerações sobre Populações e Produtos

Categoria Declaração Oficial
Considerações Populacionais Recomenda-se precaução em indivíduos com insuficiência renal grave, devido ao potencial de acumulação de metabolitos de ambroxol resultante da redução da sua eliminação pelo organismo.
Outros Produtos Não estão documentadas oficialmente restrições de interação clinicamente relevantes quanto à coadministração com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

Mecanismo de ação

O ambroxol ativa um conjunto de mecanismos complementares que influenciam as propriedades físicas das secreções respiratórias e os processos envolvidos no seu transporte.


Modulação da Qualidade do Muco através da Ação Secretagoga de Surfactante

Esta ação sistémica envolve a estimulação dos pneumócitos Tipo II, células alveolares especializadas, para aumentar a síntese e a libertação de surfactante pulmonar. O aumento do surfactante reduz a tensão superficial na interface entre as vias aéreas e o muco, promovendo a hidratação das secreções viscosas e reduzindo a sua adesão. Este mecanismo facilita a conversão de secreções altamente viscosas num fluido de baixa viscosidade.


Reforço da Função Motora da Depuração Mucociliar

Este mecanismo foca-se no sistema de transporte físico através da estimulação das células epiteliais ciliadas que revestem as vias respiratórias. O ambroxol aumenta a frequência e a coordenação do batimento ciliar, acelerando, desta forma, a via da depuração mucociliar (MCC). Esta ação aumenta a taxa de mobilização e o transporte progressivo da camada de muco ao longo do epitélio respiratório.


Bloqueio Transitório de Sinais Sensoriais Locais

Um mecanismo distinto, de início rápido, envolve o bloqueio não seletivo dos canais de sódio neuronais voltagem-dependentes (canais Na+) nos nervos sensoriais, como os localizados na faringe. Esta ação local interrompe a transmissão de sinais neurais aferentes, resultando numa inibição localizada e transitória dos sinais sensoriais.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Ambroxol (AMB)

O ambroxol é administrado através de vias orais e inalatórias aprovadas, utilizando diversas formas disponíveis que incluem comprimidos, xaropes, gotas e soluções especializadas para nebulização. A utilização do medicamento é regida por regimes posológicos definidos, estabelecidos em documentos regulamentares oficiais.


Dosagem e Frequência Indicadas

Para as formas orais de libertação imediata, o protocolo padrão para adultos inicia-se frequentemente com uma dose diária inicial mais elevada de 90 mg, tipicamente dividida em três tomas por dia. Este regime é geralmente limitado no tempo, sendo seguido por uma redução para uma dose de manutenção inferior de 60 mg por dia, administrada em duas tomas diárias. Uma formulação separada de cápsulas de libertação prolongada é administrada uma vez ao dia com uma dosagem de 75 mg.

Regras de Administração e Duração

O ambroxol deve ser tomado preferencialmente após uma refeição com uma quantidade adequada de líquido (água) para apoiar a sua ação e minimizar potencial desconforto gastrointestinal. No caso das cápsulas de libertação prolongada, estas devem ser engolidas inteiras e não podem ser mastigadas ou esmagadas, de forma a garantir o funcionamento correto do mecanismo de libertação.

Relativamente ao limite de duração para a utilização sem receita médica, as orientações oficiais indicam que o medicamento deve ser tomado por não mais do que quatro ou cinco dias sem uma revisão médica.

Utilização em Populações Específicas

É especificada precaução na dosagem para certas populações: doentes com insuficiência hepática ou renal grave podem necessitar da utilização de doses mais baixas ou de intervalos de dosagem mais longos para gerir a exposição sistémica. Além disso, a utilização em crianças com menos de dois anos de idade é geralmente restrita e exige orientação médica específica.

Evidência clínica recente

AMB: Visão Geral dos Estudos

Evidência na Terapia Secretolítica em Quadros Respiratórios Agudos

A investigação científica analisou a substância em condições associadas à presença de muco espesso, como a bronquite aguda. Este contexto baseia-se em numerosos ensaios clínicos controlados e aleatorizados e revisões sistemáticas. Os estudos exploraram a evolução dos sintomas, monitorizando resultados relacionados com o desconforto físico, a tosse e a espessura e volume do muco. A investigação descreve padrões sobre a forma como os sintomas evoluíram em intervalos definidos, geralmente entre cinco a oito dias. Embora a substância tenha sido estudada em diversas patologias agudas e crónicas, alguns ensaios em grupos de doentes crónicos reportaram resultados que não indicaram um padrão significativo em relação aos parâmetros analisados.

Desconforto na Garganta: Investigação sobre o Alívio Sintomático

A substância foi avaliada em investigação que explorou resultados relacionados com a dor e o desconforto da dor de garganta aguda. Estes estudos envolveram principalmente adultos e utilizaram ensaios específicos controlados por placebo e aleatorizados. A investigação monitorizou os resultados relatados pelos doentes, descrevendo o desconforto percecionado através de escalas de dor padrão. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos, indicando que, para a dor de garganta aguda, as alterações medidas focaram-se em resultados de muito curto prazo, tipicamente nas primeiras horas após a administração. Investigação exploratória descreveu padrões observados em medições relacionadas com a sensibilidade do reflexo da tosse.


Duração e Lacunas na Evidência

A investigação disponível reflete principalmente períodos de observação de curto prazo para episódios agudos. A duração do acompanhamento foi limitada na maioria dos estudos disponíveis e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos no que diz respeito à utilização diária de manutenção.

A evidência sugere que os resultados foram mistos em alguns ensaios, particularmente naqueles que analisaram condições crónicas complexas e de longo prazo. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, como é o caso da utilização da substância na população idosa com problemas de saúde subjacentes significativos. As limitações da investigação incluem o facto de alguns estudos mais antigos, integrados no panorama da evidência, terem sido realizados antes dos métodos modernos de ensaios clínicos e das atuais normas de Boas Práticas Clínicas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre AMB (FAQ)

P: Qual é a rapidez com que o AMB começa a atuar?

De acordo com a informação oficial do produto, o início da ação para as formas orais é geralmente descrito como ocorrendo cerca de 30 minutos após a ingestão do medicamento. Este intervalo reflete o tempo necessário para que a substância comece a atuar no sistema respiratório.


P: O AMB pode ser dividido ou esmagado?

As formulações em cápsulas de libertação prolongada devem ser engolidas inteiras, não devendo ser divididas ou esmagadas para garantir que o produto funcione conforme descrito na rotulagem oficial. Para outras formas, como os comprimidos de libertação imediata, as instruções de manuseamento estão especificadas na respetiva rotulagem oficial do produto.


P: Os efeitos secundários do AMB são permanentes?

Os documentos oficiais indicam que a maioria dos efeitos secundários comuns, como náuseas ou desconforto abdominal, são geralmente descritos como sendo de natureza ligeira e temporária. Quaisquer preocupações com reações persistentes ou graves devem ser discutidas com um profissional de saúde.


P: O que devo fazer se me sentir pior após começar a tomar AMB?

Em situações respiratórias agudas, os documentos oficiais aconselham a procura de assistência médica se os sintomas não melhorarem ou se estes piorarem durante o tratamento. Esta orientação está em conformidade com as diretrizes oficiais para a gestão de sintomas durante a terapia.


P: O AMB pode causar problemas no fígado?

As listas oficiais de reações adversas reportaram, em alguns casos, uma subida transitória dos valores das transaminases séricas, o que indica alterações temporárias nos marcadores hepáticos. Além disso, recomenda-se oficialmente precaução em doentes que já apresentem insuficiência hepática grave.


P: Tomar AMB afeta a capacidade de conduzir?

A documentação oficial contém uma advertência geral relativa a atividades que exijam concentração. Efeitos como tonturas ou dores de cabeça, a ocorrerem, podem potencialmente afetar a capacidade de conduzir ou de operar máquinas.


P: Qual é a frequência de toma oficial do AMB?

A frequência necessária para tomar o medicamento depende da formulação específica. Por exemplo, a cápsula de libertação prolongada é geralmente tomada uma vez por dia, enquanto o comprimido de libertação imediata é habitualmente tomado duas ou, por vezes, três vezes ao dia num período inicial. O regime de tratamento específico deve ser determinado por um profissional de saúde.


P: É seguro tomar AMB com vitaminas ou suplementos?

Os documentos regulamentares não registam, de uma forma geral, restrições de interação clinicamente relevantes para a coadministração com suplementos genéricos de vitaminas ou minerais. A informação sobre todos os produtos em utilização deve ser revista por um profissional de saúde.


P: O AMB é utilizado para situações crónicas ou agudas?

O produto está oficialmente indicado como terapia secretolítica para a tosse produtiva, tanto em doenças broncopulmonares agudas como crónicas associadas a uma secreção anómala de muco. Isto significa que a sua aplicação é reconhecida tanto para doenças de curta duração como para condições respiratórias de longo prazo.


P: Durante quanto tempo é que os doentes costumam tomar AMB?

Para uso agudo sem receita médica, a orientação oficial sugere a toma por um período não superior a quatro ou cinco dias. Em situações crónicas, a duração total do tratamento baseia-se na orientação profissional e na revisão contínua de um profissional de saúde.


P: Quais são os ingredientes dos comprimidos de AMB?

A substância ativa é o cloridrato de ambroxol. Os documentos regulamentares oficiais listam todos os componentes, incluindo os ingredientes inativos (excipientes), que podem incluir substâncias como a lactose em certas formas de comprimidos.


P: O AMB pode ser interrompido subitamente?

A informação oficial do produto não descreve, regra geral, requisitos específicos para a redução gradual ou efeitos de abstinência complexos ao interromper o medicamento após uma utilização de curto prazo na sua indicação principal. Para uma utilização prolongada, a decisão de descontinuar é habitualmente discutida com um profissional de saúde.


P: Qual é o resultado esperado do tratamento com AMB?

O benefício funcional esperado é apoiar a limpeza das vias aéreas através da fluidificação das secreções viscosas e do reforço do transporte mecânico do muco. Esta ação facilita a expetoração e ajuda a que o muco se torne mais fácil de mover e expelir.


P: O AMB afeta a fertilidade?

Os estudos não clínicos oficiais realizados para avaliar este tema não indicam quaisquer efeitos nocivos diretos ou indiretos na fertilidade.


P: O que devo fazer se tomar acidentalmente demasiado AMB?

Os documentos oficiais referem que, se for tomada uma quantidade excessiva do medicamento (sobredosagem), o conselho oficial é procurar imediatamente assistência médica ou contactar um profissional de saúde para orientação profissional.


P: O AMB é semelhante a outros medicamentos de que já ouvi falar?

O medicamento está oficialmente classificado como um agente mucolítico e secretolítico. Quimicamente, a documentação regulamentar define-o como um derivado sintético relacionado com a substância conhecida como bromexina.


P: O AMB causa aumento ou perda de peso?

O aumento ou a perda de peso não constam das listas de efeitos secundários comuns, pouco frequentes ou raros na informação regulamentar oficial do produto.


P: O que diz a investigação sobre o AMB?

Os estudos analisaram o efeito da substância em condições agudas, como a bronquite e a dor de garganta, indicando padrões relacionados com o alívio de sintomas a curto prazo. A investigação em condições complexas de longo prazo sugere resultados mistos ou com períodos de acompanhamento limitados.


P: O AMB altera os meus padrões de sono?

Alterações nos padrões de sono, como insónia ou sonolência excessiva, não estão listadas entre os efeitos secundários comuns, pouco frequentes ou raros na informação regulamentar oficial do produto.


P: É verdade que o AMB interage com o sumo de toranja?

Embora a substância seja metabolizada pela via enzimática CYP, a rotulagem regulamentar oficial indica que não foi formalmente reportada qualquer interação sistémica desfavorável clinicamente significativa com outros medicamentos baseada nesta via metabólica.


P: O AMB interage com medicamentos para a pressão arterial?

Os documentos oficiais especificam interações com certos antitússicos e antibióticos. Contudo, não foi reportada formalmente qualquer interação sistémica desfavorável clinicamente significativa com medicamentos comuns, incluindo medicamentos para a pressão arterial, baseada na via metabólica da substância.


P: Quanto tempo permanece o AMB no organismo?

O tempo que a substância demora a ser maioritariamente eliminada do corpo é descrito pela sua semivida de eliminação terminal. Os dados farmacocinéticos oficiais indicam, geralmente, que esta semivida é de aproximadamente 7 a 12 horas.


P: O AMB pode afetar o meu humor ou comportamento?

A rotulagem oficial do produto lista efeitos secundários comuns, pouco frequentes e raros, mas as alterações no humor ou no comportamento não são habitualmente reportadas nestas listas de reações adversas classificadas por frequência.

Como AMB deve ser armazenado e descartado?

O armazenamento e a eliminação de medicamentos que contêm ambroxol estão sujeitos a requisitos regulamentares oficiais para garantir a qualidade do produto e o manuseamento ambiental seguro.

Condições de Armazenamento Exigidas

Componente de Armazenamento Requisito Oficial
Limite de Temperatura Conservar a uma temperatura não superior a 30 °C
Proteção Manter em local seco e protegido da luz
Integridade do Recipiente Manter o recipiente bem fechado após a utilização
Segurança Infantil Manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças
Estabilidade após abertura Rejeitar os frascos de xarope após um período limitado, como um mês, após a primeira abertura

Eliminação de Medicamentos Não Utilizados

A eliminação oficial exige o cumprimento dos regulamentos locais, regionais e nacionais relativos a resíduos farmacêuticos. É recomendada a utilização de programas de recolha de medicamentos especificamente designados para este fim. Caso não esteja disponível uma opção de recolha oficial, o medicamento não deve ser deitado na sanita ou no lavatório. Em alternativa, a substância deve ser misturada com um material indesejável, como borras de café usadas, e selada num recipiente antes de ser colocada no lixo doméstico comum.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a AMB encontrado em:

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