Alumi

Links rápidos para seções importantes

Alumi

Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Alumi

Factos Rápidos

  • Composição: Uma combinação de dose fixa de antiácidos e um antiespasmódico.
  • Ingredientes Principais: Hidróxido de alumínio, Carbonato de magnésio, Carbonato de cálcio e Sulfato de atropina.
  • Classe Farmacológica: Combinação de antiácidos (neutralizadores do ácido gástrico) com um agente anticolinérgico (redutor de espasmos e da secreção).

Alumi é um produto farmacêutico multi-ingredientes utilizado principalmente para o controlo de sintomas associados ao excesso de ácido no estômago. A sua composição única combina três sais inorgânicos fundamentais — Hidróxido de alumínio, Carbonato de magnésio e Carbonato de cálcio — com a adição de Sulfato de atropina, um componente anticolinérgico.

Os ingredientes antiácidos atuam diretamente na neutralização do ácido clorídrico no estômago, proporcionando um alívio rápido de desconfortos como a azia, a indigestão ácida e a dor associada. Por exemplo, é tipicamente utilizado para o alívio temporário de sintomas em doentes com úlceras pépticas ou gastrite. Esta combinação visa um efeito equilibrado: enquanto os compostos de alumínio podem causar obstipação, os compostos de magnésio tendem a ter um efeito laxante, resultando num impacto mais neutro na função intestinal.

A inclusão de Sulfato de atropina — uma característica distintiva — confere uma ação antiespasmódica, ajudando a reduzir os espasmos musculares e as secreções no trato gastrointestinal, o que pode contribuir para o alívio da dor para além da simples neutralização do ácido. Este mecanismo duplo é frequentemente utilizado para tratar os sintomas de excesso de ácido e a hiperatividade muscular gástrica. No entanto, devido à presença de atropina e de outros ingredientes, o Alumi não é geralmente recomendado para utilização em crianças com menos de 6 anos ou em doentes com certas condições, como insuficiência renal grave, onde a acumulação de alumínio ou magnésio pode representar riscos, conforme documentado na literatura médica sobre o uso de antiácidos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Alumi?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial do Alumi, uma associação de antiácidos e sulfato de atropina, é definido pelas características regulamentares estabelecidas para os seus componentes, abrangendo tanto efeitos gastrointestinais como sistémicos.


Categorias de Reações Adversas

As reações adversas estão documentadas oficialmente em diversas Classes de Órgãos e Sistemas (SOCs). Os efeitos comuns frequentemente listados nos documentos regulamentares incluem perturbações gastrointestinais que muitas vezes se opõem: obstipação (associada principalmente aos sais de alumínio e cálcio) e diarreia (ligada sobretudo ao sal de magnésio). Os efeitos sistémicos associados ao componente de atropina também são classificados como comuns e incluem boca seca, visão turva e taquicardia (aumento da frequência cardíaca).

Outras SOCs envolvidas incluem Doenças do Sistema Nervoso (ex: dores de cabeça, tonturas), Afeções Oculares (fotofobia), Cardiopatias (palpitações) e Doenças Renais e Urinárias (retenção urinária).


Restrições de Segurança e Relevância Clínica em Populações Específicas

A documentação regulamentar de segurança destaca riscos associados à exposição e a populações específicas. A utilização a longo prazo do componente de alumínio está oficialmente associada ao risco de hipofosfatemia (baixos níveis de fosfato).

Entre as Reações Adversas Graves oficialmente registadas, inclui-se o potencial de acumulação e toxicidade de alumínio e magnésio quando o produto é utilizado em indivíduos com insuficiência renal grave. O componente anticolinérgico acarreta o risco documentado de precipitar glaucoma agudo e retenção urinária grave em indivíduos suscetíveis (por exemplo, aqueles com hipertrofia prostática).

As notas de segurança indicam também que os adultos mais velhos podem ser mais suscetíveis aos efeitos anticolinérgicos sistémicos, tais como confusão e retenção urinária. Além disso, o componente antiácido pode interferir oficialmente na absorção de diversos medicamentos orais administrados concomitantemente, ao alterar o pH gástrico e a motilidade.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem com Alumi, um produto de associação, está oficialmente documentada como causadora de manifestações relacionadas tanto com os seus componentes antiácidos como com os anticolinérgicos.

Manifestações Documentadas

A sobredosagem pode apresentar-se com perturbações gastrointestinais graves, incluindo diarreia, vómitos e obstipação, a par de sinais de toxicidade anticolinérgica, tais como pupilas dilatadas, boca seca, tremores e efeitos sistémicos como estupor ou diminuição dos reflexos. Os achados laboratoriais podem incluir hipermagnesiémia ou hiperaluminiémia, conforme consta na documentação regulamentar oficial.

Desfechos Graves e Situações de Elevado Risco

A rotulagem oficial identifica o potencial para complicações sérias, incluindo obstrução intestinal ou íleo, glaucoma agudo de ângulo fechado e perturbações graves do ritmo cardíaco (taquicardia). Está documentado que doentes com insuficiência renal ou idosos apresentam um risco acrescido de acumulação crónica, o que pode levar a desfechos graves como a encefalopatia.

Ação de Emergência Obrigatória

Procure assistência médica imediata em caso de sobredosagem conhecida ou suspeita. Os serviços de emergência devem ser contactados imediatamente perante sintomas graves ou que coloquem a vida em risco. Na ausência de um antídoto específico, os documentos regulamentares indicam que o tratamento é de suporte, incluindo a interrupção do medicamento, a administração de Gluconato de Cálcio IV e, potencialmente, a realização de hemodiálise para eliminar os iões acumulados, particularmente em casos de insuficiência renal.

Usos terapêuticos de Alumi

Alumi: Principais Utilizações e Benefícios

Factos Rápidos

  • Alvos Terapêuticos: Desconforto temporário causado por azia, indigestão ácida e acidez estomacal.
  • Área de Aplicação: Alívio gastrointestinal relacionado com o excesso de acidez gástrica.

O Alumi está indicado para o alívio temporário de sintomas associados ao excesso de ácido no estômago. Pode ser utilizado para promover o conforto em situações de azia, indigestão ácida e acidez estomacal. Este medicamento é utilizado para auxiliar no controlo destas manifestações desconfortáveis que podem surgir em condições como úlcera péptica, gastrite ou esofagite, conforme determinado por um profissional de saúde.

Além disso, o Alumi desempenha uma função num domínio terapêutico especializado: é utilizado para ajudar na gestão de níveis elevados de fosfato no sangue em indivíduos com condições renais crónicas específicas. A utilização do Alumi destina-se a contribuir para o alívio sintomático nos contextos autorizados. Para uma revisão abrangente deste contexto terapêutico, deve consultar-se a orientação do NIH MedlinePlus.


As informações fornecidas referem-se exclusivamente aos domínios terapêuticos deste produto e não incluem detalhes sobre o seu mecanismo, administração ou perfil de segurança.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Alumi?

O perfil de elegibilidade para o Alumi (uma associação de antiácido e atropina) é definido pelas autoridades reguladoras oficiais com base na ação combinada e nos riscos de absorção sistémica dos seus componentes. A utilização está estabelecida para Adultos e Adolescentes (geralmente com mais de 12 anos de idade).


Populações Contraindicadas

A utilização do Alumi é estritamente contraindicada em diversas populações. Estas condições de não-elegibilidade absoluta incluem a Hipersensibilidade conhecida a qualquer componente, o Glaucoma de Ângulo Estreito e Doenças Gastrointestinais Obstrutivas, tais como a obstrução pilórica ou o íleo paralítico. O medicamento é também contraindicado em doentes com Uropatia Obstrutiva, Colite Ulcerativa Grave (devido ao risco de megacólon tóxico) e Hipofosfatemia.

Restrições por Idade e Condição Médica

O medicamento não é recomendado para utilização em crianças com menos de 6 anos de idade. No que respeita à função renal, a utilização não é recomendada em doentes com Insuficiência Renal Grave, devido ao risco de acumulação de alumínio e magnésio. Para outras condições, é necessária precaução ou utilização condicionada em doentes com Doença Hepática e Doença Cardiovascular. Os adultos mais velhos também requerem cautela devido ao aumento da sensibilidade aos efeitos anticolinérgicos.

Gravidez e Aleitamento

Relativamente à elegibilidade reprodutiva, a utilização durante a Gravidez é geralmente restrita e permitida apenas quando claramente necessária. A utilização durante o Aleitamento também exige precaução, uma vez que o componente anticolinérgico pode ser excretado no leite humano e tem o potencial de suprimir a produção de leite.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil regulamentar do Alumi baseia-se em interações que modificam significativamente a exposição sistémica de medicamentos administrados concomitantemente. Os componentes antiácidos (alumínio, magnésio, cálcio) participam em interações físico-químicas que levam a uma redução da exposição sistémica (absorção reduzida) de diversos fármacos orais, através de quelação ou do aumento do pH gástrico. Esta redução está oficialmente documentada para classes de fármacos que incluem antibióticos de tetraciclina e fluoroquinolona, hormonas tiroideias (por exemplo, Levotiroxina), bisfosfonatos e certos suplementos de ferro.

Isto exige o cumprimento de uma regra de separação temporal obrigatória, na qual o medicamento que interage deve ser administrado pelo menos duas horas antes ou quatro a seis horas após o Alumi, conforme indicado nos rótulos regulamentares.

O componente Atropina leva a efeitos anticolinérgicos aditivos quando coadministrado com outros anticolinérgicos. A coadministração com Poliestirenossulfonato de sódio é uma combinação formalmente contraindicada devido ao risco documentado de obstrução intestinal. A relevância da interação é maior na insuficiência renal grave, dado que a rotulagem oficial observa o risco de acumulação de alumínio e magnésio nesta população. Adicionalmente, substâncias como os Citratos está documentado que aumentam a absorção sistémica e a exposição ao alumínio.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Alumi

O funcionamento do Alumi é determinado por dois mecanismos distintos e complementares: o tamponamento químico direto e o bloqueio de recetores periféricos, que resultam na neutralização do HCl luminal e na modulação da sinalização gástrica dependente de ACh.


Neutralização Química Imediata do pH

Este domínio envolve os componentes antiácidos (sais de Alumínio, Magnésio e Cálcio) que participam numa reação química não mediada por recetores dentro do lúmen estomacal. Estes compostos metálicos básicos consomem rapidamente o Ácido Clorídrico (HCl) existente, levando a uma elevação instantânea e substancial do pH intragástrico. Este aumento imediato do pH reduz a concentração de iões H^+ que atuam sobre a superfície da mucosa gástrica.


Antagonismo Muscarínico Periférico

O componente Sulfato de atropina atua como um antagonista competitivo nos Recetores de Acetilcolina Muscarínicos periféricos (M1, M3) situados no músculo liso do intestino e nas células secretoras. Ao bloquear a ação da Acetilcolina (ACh), este mecanismo reduz o estímulo nervoso que estimula tanto a produção de ácido como a contração muscular gastrointestinal. Este bloqueio resulta em espasmólise (relaxamento do músculo liso) e numa redução sustentada do volume e da acidez das secreções gástricas mediadas pela ACh.


Modulação Complementar de Dupla Ação

O mecanismo de combinação é aditivo, proporcionando tanto um efeito químico de início imediato (tamponamento do ácido existente) como um efeito biológico prolongado (redução da produção contínua de ácido e relaxamento muscular). A sinergia facilita a rápida neutralização química da carga ácida existente, juntamente com a modulação biológica das vias de secreção e de motilidade.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Alumi é Utilizado

O Alumi é administrado por via oral, apresentando-se sob a forma de comprimidos mastigáveis ou de suspensão oral. As instruções específicas de utilização regem a aplicação correta do medicamento, assegurando que a sua administração é consistente com a rotulagem oficial. Estas instruções definem a abordagem padronizada para o uso do medicamento, conforme delineado nos documentos regulamentares governamentais.


Diretrizes Oficiais de Administração

Diretriz Detalhe da Instrução
Via de Administração Oral
Posologia Padrão Adultos e crianças com 12 ou mais anos de idade podem tomar 2 a 4 comprimidos, ou 10 a 30 mL de suspensão líquida, por dose.
Frequência de Toma O medicamento é tomado até quatro vezes ao dia, tipicamente após as refeições e ao deitar, ou conforme necessário para fins sintomáticos.
Limite Máximo de Uso A quantidade total de medicamento não deve exceder os 16 comprimidos em 24 horas.
Restrição de Duração A dosagem diária máxima não deve ser utilizada por mais de duas semanas.

Instruções de Preparação e Procedimento

Devem ser seguidos passos de preparação específicos para as formas orais. Os comprimidos mastigáveis devem ser totalmente mastigados antes de serem engolidos e deve seguir-se a ingestão de meio copo de água ou outro líquido; o rótulo instrui explicitamente os utilizadores: Não Engolir Inteiro. A suspensão oral líquida deve ser well shaken (bem agitada) antes de cada dose ser medida e tomada.

Consulta para Grupos Específicos

A administração em certos grupos de doentes requer supervisão profissional. A posologia para crianças com menos de 12 anos de idade deve ser determinada por um profissional de saúde. Indivíduos com doença renal devem também consultar um profissional de saúde antes de utilizarem este produto, conforme indicado na rotulagem oficial.

Evidência clínica recente

Evidência Científica para o Alívio Agudo de Sintomas Ácidos

A investigação tem analisado os componentes antiácidos do Alumi — Hidróxido de Alumínio, Carbonato de Magnésio e Carbonato de Cálcio — em ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECCA) de curto prazo e revisões sistemáticas. Estes estudos foram realizados durante períodos de maior atividade sintomática em adultos que apresentavam sintomas episódicos como azia, indigestão ácida e acidez estomacal. O foco principal da investigação centrou-se nos resultados comunicados pelos doentes sobre o desconforto percebido, incluindo a medição do tempo até à recolha dos relatos de sintomas e a duração do intervalo de observação. Outros estudos também monitorizaram e acompanharam as alterações no pH gástrico (acidez do estômago) que foram medidas nos estudos.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos consistentes com a função a curto prazo dos ingredientes antiácidos. A investigação tem destacado as alterações medidas durante o período do estudo ao acompanhar as variações no pH gástrico após a utilização de antiácidos. Esta investigação contribui para o panorama geral de evidência para antiácidos utilizados para abordar o desconforto sintomático temporário. Os dados revelam padrões relacionados com a evolução dos sintomas nas populações observadas, indicando geralmente alterações de curto prazo.

No entanto, a duração do acompanhamento foi limitada em muitos destes estudos. Além disso, a evidência que detalha especificamente o papel do componente antiespasmódico (sulfato de Atropina) em indivíduos cuja única queixa são sintomas ácidos ligeiros permanece insuficiente.


Evidência Científica para a Gestão do Espasmo Gástrico

A base de evidência para o componente antiespasmódico deriva de estudos que exploram combinações de fármacos antiespasmódicos e redutores de acidez. Estes cenários de investigação foram não-diretivos, incluindo frequentemente adultos com condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas onde a dor pode estar associada à hiperatividade muscular do estômago. Os estudos analisaram resultados relacionados com o desconforto físico, medindo principalmente as alterações na intensidade e frequência da dor abdominal ou de sintomas de espasmo gástrico.

Nestes estudos, os resultados indicam que a adição de um agente antiespasmódico foi observada em alguns estudos como estando associada a diferenças na evolução relatada dos sintomas de dor, em comparação com a neutralização ácida isolada. A evidência para a combinação envolve frequentemente a extrapolação a partir de estudos dos componentes individuais ou de combinações relacionadas, uma vez que os ensaios primários focados exclusivamente neste produto específico de dose fixa são limitados.

A certeza permanece baixa ao tirar conclusões gerais porque as dimensões das amostras foram modestas em alguns ensaios fundamentais sobre a combinação. Por conseguinte, está disponível informação limitada sobre os resultados a longo prazo relacionados com este uso específico de dupla ação.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre o Alumi (FAQ)


P: Com que rapidez se pode esperar sentir os efeitos do Alumi?

De acordo com a informação oficial do produto, os componentes antiácidos foram concebidos para proporcionar um efeito químico de início imediato. Isto é descrito como conduzindo a uma elevação instantânea e substancial do pH do estômago (nível de acidez), que é o principal mecanismo para o alívio rápido dos sintomas.


P: Durante quanto tempo é que o Alumi permanece no organismo após a interrupção?

Estudos que analisaram a farmacocinética do componente antiespasmódico (Atropina) descreveram que este desaparece rapidamente da corrente sanguínea. Para adultos, a semivida de eliminação é tipicamente referida como sendo de aproximadamente três horas.


P: O Alumi interage com o álcool?

Os avisos regulamentares indicam que a combinação do componente antiespasmódico com álcool pode aumentar o risco de efeitos secundários no sistema nervoso central. Estes efeitos podem incluir um aumento da sonolência e das tonturas.


P: Que tipos de alimentos ou bebidas devem ser evitados ao tomar Alumi?

Existem avisos oficiais sobre o consumo de substâncias que contenham citratos (presentes em algumas frutas ou bebidas), uma vez que estes podem aumentar a absorção do componente de alumínio para a corrente sanguínea. Informação de fontes regulamentares indica também que algumas substâncias, como alimentos que possam tornar a urina mais alcalina, poderiam potencialmente influenciar o efeito sistémico.


P: O Alumi é conhecido por causar fadiga ou sonolência?

Os efeitos sistémicos documentados associados ao componente antiespasmódico incluem efeitos secundários no sistema nervoso central. Estas reações estão listadas como podendo incluir sonolência, tonturas e dores de cabeça.


P: O que acontece se uma mulher grávida tomar acidentalmente Alumi?

A informação oficial indica que a utilização durante a gravidez é geralmente restrita e permitida apenas quando claramente necessária. Esta precaução é assinalada porque o componente antiespasmódico atravessa facilmente a barreira placentária.


P: O Alumi afeta a fertilidade em homens ou mulheres?

A informação relativa aos efeitos na fertilidade humana não é habitualmente detalhada na rotulagem oficial do produto. No entanto, alguns estudos não-humanos envolvendo o componente antiespasmódico (Atropina) descreveram observações relacionadas com a redução da fertilidade em ratos machos.


P: Quais são os principais temas de investigação destacados nas revisões oficiais do Alumi?

As revisões oficiais e a investigação focaram-se principalmente em dois temas distintos. Estes incluem a análise da função a curto prazo para o alívio agudo de sintomas relacionados com a acidez e a revisão de resultados relacionados com a gestão do espasmo muscular gástrico.


P: Qual é a diferença entre o Alumi e outros medicamentos semelhantes que vejo publicitados?

O Alumi está oficialmente classificado como um produto de associação de dose fixa. Isto significa que contém tanto antiácidos (para a neutralização química da acidez) como um agente anticolinérgico, que é um componente antiespasmódico adicionado para reduzir os espasmos musculares e as secreções.


P: Porque é que os documentos oficiais listam tantos efeitos secundários possíveis para o Alumi?

Os documentos regulamentares são obrigados a listar potenciais efeitos secundários com base nos perfis de segurança estabelecidos de todos os ingredientes ativos no produto de associação. Estas reações documentadas abrangem várias Classes de Sistemas de Órgãos (SOCs), refletindo os efeitos sistémicos combinados tanto dos antiácidos como do antiespasmódico.


P: Os efeitos secundários comuns do Alumi são geralmente ligeiros ou graves?

A documentação oficial classifica os efeitos secundários comuns (ex: boca seca, obstipação) separadamente das "Reações Adversas Graves" formalmente anotadas (ex: risco de glaucoma agudo), que são clinicamente significativas. Os efeitos secundários comuns são geralmente classificados como não fatais.


P: O Alumi pode afetar a tensão arterial ou a frequência cardíaca?

O componente antiespasmódico está associado a efeitos documentados no sistema cardiovascular. O perfil de segurança lista efeitos secundários como o aumento da frequência cardíaca (taquicardia) e palpitações, e alguns efeitos sistémicos têm sido associados à elevação da tensão arterial.


P: O Alumi pode ser utilizado por adolescentes ou crianças?

O perfil de elegibilidade oficial está estabelecido para adultos e adolescentes, geralmente considerados aqueles com mais de 12 anos de idade. Está oficialmente registado como não recomendado para crianças com menos de 6 anos. Para crianças entre os 6 e os 12 anos, a administração do medicamento requer uma decisão médica ou profissional.


P: O que acontece se eu tomar demasiado Alumi?

O rótulo do produto inclui avisos específicos sobre a sobredosagem, uma vez que tomar demasiado pode causar efeitos anticolinérgicos graves. Estes efeitos podem incluir hiperpiréxia (febre alta), depressão do sistema nervoso central ou perturbações mentais.


P: Porque é que algumas pessoas deixam de tomar Alumi?

A interrupção pode estar associada à ocorrência de reações adversas como boca seca ou obstipação. Além disso, as diretrizes oficiais de administração incluem uma restrição de que a dosagem diária máxima recomendada não deve ser utilizada por um período superior a duas semanas.


P: Tomar Alumi significa que tenho de fazer análises ao sangue regularmente?

A utilização a longo prazo do componente de alumínio está oficialmente associada ao risco de hipofosfatemia (baixos níveis de fosfato). Esta condição pode necessitar de monitorização dos níveis de fosfato.


P: O que diz a investigação sobre a utilização a longo prazo do Alumi?

A investigação oficial é descrita como tendo durações de acompanhamento limitadas para muitos dos estudos. Consequentemente, os documentos regulamentares indicam que está disponível informação limitada sobre os resultados a longo prazo para este medicamento específico de dupla ação.


P: O Alumi interage com medicamentos comuns para alergias (anti-histamínicos)?

A secção oficial de interações avisa que o componente antiespasmódico acarreta um risco de efeitos anticolinérgicos aditivos. Isto significa que a coadministração com outros medicamentos que tenham propriedades anticolinérgicas, como certos medicamentos para alergias, pode aumentar o risco de efeitos secundários.


P: Existe uma versão genérica do Alumi disponível?

Os principais componentes ativos do medicamento estão amplamente disponíveis como fármacos genéricos. Isto inclui os ingredientes antiácidos e o antiespasmódico, Atropina.


P: O Alumi está associado a quaisquer alterações na visão ou problemas oculares?

O perfil de segurança documenta efeitos secundários associados ao componente antiespasmódico, tais como visão turva e aumento da sensibilidade à luz (fotofobia). Inclui também um aviso específico sobre o risco de precipitar glaucoma agudo em indivíduos suscetíveis.


P: Qual é a duração máxima de tempo pela qual o Alumi é tipicamente prescrito?

A rotulagem oficial afirma que a dosagem diária máxima recomendada não deve ser utilizada por um período superior a duas semanas. Esta restrição está incluída nas diretrizes de administração.

Como Alumi deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Alumi?

A conservação e a eliminação do Alumi devem seguir rigorosamente as orientações regulamentares para manter a estabilidade do produto e garantir a segurança pública.

Requisitos Oficiais de Armazenamento

O Alumi deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, mantida tipicamente entre os 20°C e os 25°C. É obrigatório manter o produto na sua embalagem original e garantir que o recipiente está bem fechado para proteger o medicamento da humidade e da luz. O produto não deve ser congelado e deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças para prevenir a ingestão acidental.

Instruções Oficiais de Eliminação

Para eliminar o Alumi não utilizado ou fora do prazo de validade, deve-se recorrer a programas comunitários de retoma de medicamentos. Na ausência de um programa de retoma, o medicamento deve ser misturado com uma substância indesejável (como borras de café usadas) e colocado num recipiente selado antes de ser colocado no lixo doméstico. É estritamente proibido deitar o Alumi na sanita ou despejá-lo num ralo ou escoamento.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Alumi encontrado em:

ÍNDICE A-Z: