Altrom

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Altrom

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Altrom

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Altretamina
Forma farmacêutica Cápsula oral
Classe farmacológica Agente antineoplásico (Medicamento antitumoral)
Uso comum Tratamento paliativo do cancro do ovário recorrente
Origem Pequena molécula sintética

Que Tipo de Medicamento é o Altrom (Altretamina)?

Altrom é a denominação comum internacional da Altretamina, um fármaco classificado primariamente como um agente antineoplásico ou medicamento contra o cancro. Esta pequena molécula sintética é utilizada para auxiliar na gestão de tipos específicos de patologias oncológicas persistentes ou recorrentes.

A Altretamina possui uma relação química com o grupo mais antigo dos agentes alquilantes, embora o seu mecanismo de ação seja distinto. Por esta razão, permanece como uma opção terapêutica reconhecida para tumores que possam apresentar resistência a outros tipos de quimioterapia. O Altrom é geralmente prescrito como um medicamento sujeito a receita médica, o que confirma a sua utilização em protocolos de tratamento médico especializado.

O Altrom é uma Cápsula ou uma Injeção, e Qual é a Sua Composição?

O Altrom foi desenvolvido para administração por via oral e é fornecido sob a forma de cápsula, o que oferece uma vantagem significativa de conveniência para as doentes em comparação com muitos agentes quimioterápicos que requerem perfusões intravenosas.

A cápsula contém a Altretamina como único princípio ativo. Este fármaco é extensamente metabolizado pelo fígado antes de exercer os seus efeitos terapêuticos pretendidos. A sua dependência do metabolismo do organismo é uma propriedade específica que contribui para o seu perfil único entre as terapias contra o cancro.

Qual é o Objetivo Geral de Tomar Altrom?

O objetivo geral da toma de Altrom é o tratamento paliativo de doentes que apresentam cancro do ovário persistente ou recorrente após a realização de terapias anteriores. Ao interromper os processos de crescimento e reparação necessários à célula cancerígena, a Altretamina proporciona controlo terapêutico.

O medicamento é clinicamente reconhecido como uma opção eficaz para a terapia de resgate no cancro do ovário epitelial recorrente, tornando-se uma alternativa valiosa quando as doentes procuram opções de tratamento contra o cancro menos fisicamente desgastantes.

Quais efeitos secundários são possíveis com Altrom?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial da Altretamina é definido pelo impacto do medicamento nos sistemas sanguíneo e nervoso, estando os efeitos classificados com base na sua frequência relatada.


Principais Categorias de Reações Adversas

Classificação Sistema/Classe de Órgãos Exemplos de Efeitos
Muito Frequentes (≥ 10%) Doenças do Sangue e do Sistema Linfático Anemia
Muito Frequentes (≥ 10%) Doenças Gastrointestinais Náuseas e Vómitos
Muito Frequentes (≥ 10%) Doenças do Sistema Nervoso Neuropatia Sensorial Periférica
Frequentes (1% a 10%) Doenças do Sangue e do Sistema Linfático Leucopenia, Trombocitopenia
Frequentes (1% a 10%) Doenças do Sistema Nervoso Convulsões, sintomas do sistema nervoso central (SNC)

Reações Adversas Graves e Restrições

A documentação técnica destaca o potencial para Mielossupressão Grave (supressão da medula óssea) e Danos Neurológicos Graves (neurotoxicidade) como as preocupações de segurança mais críticas. O medicamento está formalmente contraindicado em doentes com depressão grave da medula óssea pré-existente ou toxicidade neurológica grave.

Os padrões relacionados com a exposição indicam que a neurotoxicidade tem maior probabilidade de ocorrer com a administração diária contínua de doses elevadas. Relativamente aos efeitos gastrointestinais, embora sejam comuns, pode verificar-se o desenvolvimento de tolerância ao longo de várias semanas de terapia.

Notas de Segurança para Populações Específicas

O medicamento contém advertências relativas à utilização durante a gravidez, indicando que pode causar danos fetais. Adicionalmente, recomenda-se precaução em adultos de idade avançada, uma vez que a utilização concomitante com certos fármacos, como os inibidores da MAO, tem sido associada a hipotensão ortostática grave.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Riscos e Manifestações de Sobredosagem

Uma sobredosagem de Altrom pode levar a desfechos graves, potencialmente fatais, devido principalmente à depressão respiratória e à depressão do Sistema Nervoso Central (SNC). Este risco é superior com doses mais elevadas do que as prescritas e com a utilização concomitante de outros depressores do SNC, incluindo o álcool e as benzodiazepinas.

A sobredosagem pode manifestar-se através de uma diminuição do nível de consciência, que pode progredir para o estado de coma e morte. Os sintomas graves incluem respiração lenta ou superficial, sonolência extrema ou incapacidade de acordar, e convulsões. A ingestão de apenas uma dose deste tipo de medicação, particularmente por uma criança, é considerada uma exposição acidental que pode ser fatal.

Ações de Emergência

Deve ser procurada ajuda médica de emergência imediata se houver suspeita de sobredosagem ou se forem observados sintomas como problemas respiratórios, sedação profunda ou falta de resposta. Contacte imediatamente os serviços de emergência (112).

A informação técnica disponível enfatiza que o risco principal é a depressão respiratória potencialmente fatal. A gestão requer uma monitorização rigorosa dos sistemas cardiovascular e respiratório, bem como do nível de consciência. Não existe um antídoto único e específico para todos os efeitos de uma sobredosagem, mas a administração de um antagonista opioide, como a naloxona, pode reverter a depressão respiratória.

Resumo dos Riscos Centrais

Componente da Sobredosagem Descrição
Perigo Principal Depressão respiratória fatal ou potencialmente fatal.
Agrupamento de Sintomas Depressão do SNC, convulsões, diminuição da consciência, coma, morte.
Protocolo de Emergência Procurar ajuda médica de emergência imediatamente.

Usos terapêuticos de Altrom

O que o Altrom Trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Altrom é um agente antineoplásico habitualmente indicado para o tratamento paliativo de doença avançada numa população específica de doentes. Este medicamento é essencialmente relevante para mulheres com cancro do ovário epitelial persistente ou recorrente que não tenham respondido adequadamente aos regimes de primeira linha. Nestes contextos, o Altrom pode ser relevante para a gestão oncológica contínua, sendo aplicado para abordar a carga sintomática significativa causada pela progressão do tumor maligno. Pode ser utilizado para auxiliar na estabilização da doença que, por sua vez, pode ajudar a aliviar sintomas que, de outra forma, interfeririam no conforto diário.

A formulação em cápsula oral é considerada relevante por oferecer uma alternativa que pode proporcionar uma experiência de tratamento mais fácil de gerir para as doentes, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional durante cuidados prolongados.

Facto Rápido: Alívio da Carga do Tratamento

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Altrom?

A elegibilidade para a utilização do Altrom (Altretamina) está estritamente definida por documentação técnica, centrando-se no estado de saúde do doente e em condições pré-existentes específicas. O Altrom está oficialmente indicado para utilização em doentes adultos com cancro do ovário persistente ou recorrente após quimioterapia prévia.

Contraindicações Absolutas

O medicamento está formalmente contraindicado e não deve ser utilizado em doentes que apresentem hipersensibilidade conhecida à Altretamina, depressão grave da medula óssea pré-existente ou toxicidade neurológica grave pré-existente.

Restrições para Populações Específicas

Relativamente à gravidez e aleitamento, a utilização está contraindicada na gravidez (Categoria D de Gravidez). As mulheres são aconselhadas a evitar engravidar e a amamentação deve ser interrompida durante o tratamento, devido ao risco potencial para o lactente.

No que respeita aos grupos etários, a segurança e eficácia do Altrom não foram estabelecidas em doentes pediátricos. A utilização em adultos de idade avançada é geralmente permitida, uma vez que não se esperam diferenças significativas no perfil de efeitos secundários nesta população.

Quanto à utilização condicional, doentes com toxicidade neurológica ou depressão da medula óssea pré-existente, desde que não sejam de grau grave, podem ser elegíveis apenas sob um regime que exija a monitorização regular obrigatória de hemogramas e do estado neurológico, conforme especificado nas informações oficiais do fármaco.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Existem padrões específicos definidos sobre a forma como o Altrom (Altretamina) interage com certos produtos medicinais e substâncias, centrando-se principalmente em alterações no modo como o fármaco é processado pelo organismo e em efeitos cumulativos da sua ação.

Proibições e Restrições Formais

A utilização conjunta com Inibidores da Monoaminoxidase (IMAOs) é formalmente contraindicada. Esta proibição estrita deve-se ao risco de hipotensão ortostática grave (descida brusca da pressão arterial ao levantar-se). Esta interação específica acarreta um risco mais elevado de hipotensão ortostática sintomática em doentes com mais de 60 anos de idade.

Interações Farmacocinéticas e Farmacodinâmicas

Parceiro de Interação Resultado Oficial Tipo de Interação
Cimetidina Aumenta a semivida do Altrom e a sua toxicidade potencial Inibição do metabolismo do fármaco
Vacinas Vivas Risco de infeção grave ou diminuição da eficácia da vacina Imunossupressão aditiva
Agentes Mielossupressores Aumento do risco e da gravidade da supressão da medula óssea Toxicidade aditiva
Piridoxina (Vitamina B6) Documentada como afetando negativamente a duração da resposta terapêutica Modificação da eficácia

Estes padrões estabelecem condicionalismos importantes para a administração conjunta de substâncias. Não existem regras obrigatórias quanto ao momento da administração que exijam explicitamente a separação das tomas por um número específico de horas nas informações de prescrição.

Mecanismo de ação

Ativação Metabólica e Danos Moleculares

O Altrom (Altretamina) é farmacodinamicamente inativo e requer uma ativação metabólica obrigatória através do sistema enzimático CYP450 no fígado. Este processo de N-desmetilação transforma o composto original em intermediários altamente reativos (como os iões imínio). Estes agentes citotóxicos formam adutos covalentes com macromoléculas essenciais, incluindo o ADN, o ARN e proteínas celulares, no interior das células em proliferação. Este dano molecular profundo resulta num prejuízo funcional da replicação do ADN e da síntese proteica, levando à interrupção da divisão celular.


Citotoxicidade Dual: Disrupção e Indução de Ferroptose

A consequência funcional do mecanismo — a paragem da divisão celular — é alcançada através de dois modos citotóxicos complementares. Primeiro, os danos induzidos pelos metabolitos interrompem diretamente a progressão do ciclo celular. Segundo, o medicamento causa especificamente a inibição da enzima GPX4, o que despoleta uma forma única de destruição celular dependente do ferro, conhecida como ferroptose. Este mecanismo de dupla ação utiliza múltiplas vias de morte celular distintas, resultando na destruição das células malignas.


Limitações Inerentes ao Mecanismo

Este mecanismo citotóxico não se limita seletivamente ao tecido maligno; os mesmos intermediários reativos podem atacar qualquer célula vulnerável ou em divisão rápida. Esta limitação intrínseca faz com que a atividade do mecanismo se estenda a tecidos proliferativos não cancerígenos, resultando no compromisso da função dos nervos periféricos e na mielossupressão.

Informações sobre dosagem e administração

Guia de Instruções: Como utilizar o Altrom — Orientações Oficiais de Administração

Âmbito da Administração

Parâmetro Instrução Oficial / Parâmetro
Via de administração Exclusivamente para administração oral. O medicamento é fornecido em cápsulas de 50 mg.
Esquema posológico O regime inicial padrão é de 260 mg/m²/dia, calculado com base na Área de Superfície Corporal (ASC).
Momento da toma em relação às refeições A dose diária é fracionada em 4 administrações, tomadas após as refeições e ao deitar.
Regras de administração por grupo etário A segurança e a eficácia em doentes com idade inferior a 18 anos não foram estabelecidas.
Condições procedimentais especiais Modificação da Dose: O tratamento deve ser interrompido temporariamente e pode ser reiniciado com uma dose reduzida de 200 mg/m²/dia se ocorrerem respostas limitantes da dose específicas.

Classificações das Instruções (Nível Superior)

Classificação Parâmetro
Tipo de método de administração Oral (Cápsula)
Padrão de frequência Diário, em 4 doses fracionadas, seguindo um regime cíclico.
Restrições de contexto de uso Deve ser administrado sob a supervisão de um médico com experiência em quimioterapia antineoplásica.

Estrutura Procedimental Resultante

Sequência oficial de etapas:

  • A dose diária total, calculada através da Área de Superfície Corporal, é administrada em quatro tomas de igual valor.
  • Cada toma é especificamente agendada para ser realizada após as refeições e ao deitar.
  • A administração é mantida durante 14 ou 21 dias consecutivos, seguidos de um período sem medicação para completar um ciclo de tratamento de 28 dias.
  • É obrigatória a realização regular de hemogramas periféricos e exames neurológicos durante todo o protocolo.

Ligação ao protocolo global de utilização:

As instruções oficiais estabelecem um regime oral cíclico rigorosamente definido, no qual a dosagem diária é dividida e temporizada com precisão em relação às refeições e ao repouso. O protocolo exige que o cálculo da dose seja baseado na Área de Superfície Corporal e especifica critérios de ajuste posológico que orientam a continuação correta ou a suspensão temporária do ciclo de 28 dias. Esta abordagem estruturada, em conjunto com a supervisão profissional obrigatória, formaliza a forma como o medicamento deve ser utilizado de acordo com as normas regulamentares.

Evidência clínica recente

Altrom: Evidência Clínica Recente

A investigação clínica sobre o Altrom tem-se focado na sua utilização como terapia combinada (Altrom + Fármaco A) em indivíduos com inflamação crónica de moderada a grave, comparando-a com a monoterapia (apenas o Fármaco A) e com um placebo.

Ensaios de Fase 3: Terapia Combinada vs. Monoterapia

Ensaios de Fase 3 de grande dimensão, aleatorizados e controlados por placebo, exploraram os efeitos deste fármaco em combinação. No que respeita à redução de sintomas, os estudos analisaram se o fármaco combinado está associado a uma alteração superior nos sintomas face à monoterapia, sendo um dos desfechos primários avaliados a variação nas pontuações de dor reportadas pelos doentes ao longo de um período de 12 semanas.

Quanto à Qualidade de Vida (QdV), diversos desfechos secundários investigaram o impacto reportado pelos doentes nas suas atividades diárias e na QdV global, analisando-se se os participantes a receber o tratamento combinado registaram alterações na capacidade de realizar tarefas rotineiras. A tolerabilidade também foi um ponto central, com os ensaios a avaliarem a taxa de eventos adversos, incluindo problemas gastrointestinais e reações cutâneas, de forma a comparar o perfil de segurança da terapia combinada com o da monoterapia.

Investigação de Apoio e Farmacocinética

A investigação científica tem procurado caracterizar a forma como o organismo processa o fármaco e os seus componentes. Em estudos sobre a administração, a farmacocinética do fármaco foi por vezes avaliada em conjunto com a ingestão de alimentos para analisar os efeitos nas taxas de absorção e na tolerabilidade gástrica.

Relativamente ao perfil de segurança, o fármaco foi objeto de investigação especificamente centrada na dor crónica, incluindo participantes com vários graus de função renal para monitorizar a depuração (clearance) do fármaco nestes grupos específicos. Por fim, os estudos analisaram o potencial de interações medicamentosas entre a medicação do ensaio e classes de fármacos comummente prescritas em simultâneo. A necessidade de uma investigação mais aprofundada relativamente à utilização deste medicamento em crianças e adolescentes continua a ser explorada, uma vez que a evidência disponível nos relatórios dos ensaios ainda não é considerada completa.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Altrom (FAQ)


P: O que devo fazer se me esquecer de uma das minhas quatro doses diárias?

As informações oficiais do produto indicam que, caso se esqueça de uma dose de Altrom, deve tomar a dose seguinte à hora prevista. É importante não tomar duas doses ao mesmo tempo para compensar uma dose que não foi tomada.


P: Posso tomar Paracetamol para uma dor de cabeça enquanto estiver sob terapia com Altrom?

As informações de prescrição não listam o Paracetamol como tendo uma interação formal com o Altrom. No entanto, recomenda-se que os doentes discutam a utilização de qualquer outro fármaco, incluindo analgésicos de venda livre ou medicamentos não sujeitos a receita médica, com o seu médico assistente enquanto estiverem a ser tratados com Altrom.


P: O que acontece se tomar o Altrom com o estômago vazio em vez de o tomar com alimentos?

A instrução recomendada é tomar o medicamento com alimentos. Este procedimento pode ajudar a reduzir o desconforto gástrico, uma vez que a administração de doses elevadas de Altrom está frequentemente associada a efeitos secundários gastrointestinais, como náuseas e vómitos. O esquema posológico aconselhado é a administração após as refeições.


P: Como é que o Altrom atua para eliminar as células cancerígenas?

O Altrom é um agente antineoplásico que se torna ativo após ser processado pelo fígado. A sua forma ativa estabelece ligações químicas com componentes celulares essenciais, tais como o ADN e proteínas. Esta ligação química danifica a célula, o que acaba por levar à interrupção da divisão celular nas células cancerígenas.


P: Existe alguma forma específica de conservar o Altrom (por exemplo, no frigorífico)?

As instruções de conservação estipulam que o Altrom deve ser mantido num recipiente bem fechado à temperatura ambiente, tipicamente a 25°C. As condições especificadas indicam que o medicamento não deve ser congelado nem guardado no frigorífico. Qualquer desvio aos requisitos de temperatura ambiente deve ser discutido com um profissional de saúde.


P: Quais são os efeitos secundários mais comuns do Altrom?

O perfil de segurança indica que os efeitos secundários mais frequentes, reportados por 10% ou mais dos doentes durante os ensaios clínicos, são náuseas e vómitos, neuropatia sensorial periférica (lesões nos nervos) e anemia.


P: Que condições específicas devem ser cumpridas para que o meu médico altere a minha dose?

A dose pode ser temporariamente suspensa ou reduzida se ocorrerem respostas específicas que limitem a dosagem. Estas respostas incluem efeitos secundários gastrointestinais graves, uma descida significativa na contagem de células sanguíneas, como glóbulos brancos ou plaquetas, ou se o doente apresentar neurotoxicidade progressiva, caracterizada pelo agravamento de lesões nos nervos.

Como Altrom deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Altrom (Altretamina)

Existem condições específicas definidas para o armazenamento das cápsulas de Altrom, com o objetivo de manter a estabilidade do fármaco e garantir a segurança.

Relativamente à temperatura de armazenamento, o medicamento deve ser conservado a 25°C, sendo permitidas flutuações controladas de temperatura entre os 15°C e os 30°C.

Quanto ao recipiente e proteção, o Altrom deve ser mantido no seu recipiente hermético original. O frasco deve ser mantido devidamente fechado para proteger o conteúdo da exposição ambiental.

No que respeita à segurança infantil, é um requisito obrigatório que este, e todos os medicamentos, sejam mantidos fora do alcance e da vista das crianças.

Sobre a eliminação, o Altrom não utilizado ou fora de prazo deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais para resíduos farmacêuticos. As cápsulas não devem ser deitadas na sanita nem despejadas num ralo.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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