Alofin

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Alofin

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Finasterida
Forma Farmacêutica Comprimido revestido por película
Classe Farmacológica Inibidor da 5-alfa-redutase (5-ARI)
Tipo de Mecanismo Modulação hormonal seletiva
Origem Composto 4-azaesteroide sintético

1. Identidade do Alofin: Um Inibidor Seletivo da 5-Alfa-Redutase

O Alofin é um medicamento sujeito a receita médica que contém a substância ativa finasterida, pertencente à classe farmacológica distinta dos inibidores da 5-alfa-redutase (5-ARI). Este composto é um 4-azaesteroide sintético, quimicamente desenvolvido para ingestão oral e apresentado habitualmente sob a forma de um comprimido revestido por película, concebido para uma distribuição sistémica.

uma característica diferenciadora fundamental da finasterida, fundamentada em estudos farmacológicos, é a sua elevada seletividade para a isoenzima 5alpha-redutase Tipo II, que se localiza predominantemente em tecidos-alvo específicos. Esta afinidade especializada significa que a ação do medicamento se foca quase inteiramente no mecanismo de conversão hormonal dentro destes ambientes celulares recetivos, distinguindo-o de tratamentos não hormonais.

2. Ação Biológica Fundamental e Propósito Geral da Finasterida

O propósito abrangente do Alofin é proporcionar alívio fisiológico através da modulação do ambiente hormonal em tecidos específicos. Este benefício geral é alcançado ao diminuir significativamente a concentração de um derivado hormonal potente.

A ação central do fármaco envolve a inibição competitiva da enzima 5alpha-redutase, o que bloqueia eficazmente a conversão da hormona primária, a testosterona, num androgénio mais poderoso, a 5alpha-di-hidrotestosterona (DHT). O reconhecimento clínico deste mecanismo está bem estabelecido, observando-se que a finasterida reduz substancialmente os níveis de DHT no soro, o que constitui a base dos seus efeitos terapêuticos. Consequentemente, o efeito geral do medicamento é a supressão de sinais de crescimento androgénicos, ajudando a controlar os fatores hormonais subjacentes a certas alterações nos tecidos.

3. Composição e Forma: Entrega Oral de Substância Única

O Alofin é formulado como um produto de substância ativa única, fornecendo o composto terapêutico finasterida através de uma estrutura de comprimido revestido estável. Esta via de administração oral assegura que o medicamento seja totalmente absorvido e processado pelo organismo para exercer o seu efeito sistémico.

O comprimido é estruturalmente composto pela substância ativa e por excipientes farmacêuticos inertes, necessários para a estabilidade e integridade estrutural adequada. Esta composição confirma que o medicamento foi estritamente concebido para ação interna e requer uma prescrição médica para a sua dispensa.

Quais efeitos secundários são possíveis com Alofin?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O medicamento Alofin (finasterida) possui um perfil de segurança estabelecido com base em classificações regulamentares, tendo os seus efeitos documentados e categorizados principalmente por frequência e pelo sistema de órgãos afetado. As reações adversas notificadas com maior frequência estão relacionadas com a função sexual. Estes efeitos são classificados como frequentes, o que significa que podem afetar até 10% dos indivíduos, e incluem a diminuição da libido, a disfunção erétil e a redução do volume do ejaculado.

As reações classificadas como pouco frequentes incluem distúrbios da ejaculação, depressão ou humor deprimido, e alterações mamárias como o aumento do volume ou a sensibilidade mamária. Os dados clínicos observam que, embora estes efeitos sexuais sejam registados mais frequentemente no início do tratamento e possam resolver-se em muitos homens que mantêm a terapia, relatórios pós-comercialização indicam instâncias em que a disfunção persiste após a interrupção do medicamento.

Estão também documentadas condicionantes de segurança e desfechos graves. Relatórios de vigilância pós-comercialização incluem reações graves como o cancro da mama masculino e relatos de ideação suicida. O medicamento não é explicitamente indicado para utilização em mulheres ou em pacientes pediátricos. Uma restrição crítica estabelece que as mulheres grávidas não devem manusear comprimidos esmagados ou partidos devido ao potencial de absorção e ao risco de anomalias num feto do sexo masculino. Adicionalmente, o medicamento está oficialmente documentado como interferindo nos resultados das análises ao sangue do Antigénio Específico da Próstata (PSA), o que requer a duplicação do valor medido para uma interpretação clínica precisa.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem de Alofin (finasterida) caracteriza-se por uma ausência documentada de toxicidade aguda específica. Dados clínicos revistos pelas autoridades de saúde indicam que não foram observados efeitos adversos específicos em participantes de estudos que receberam doses únicas de finasterida até 400 mg, ou doses crónicas de 80 mg por dia durante um período de três meses.

Apesar destes dados, qualquer suspeita de ingestão de uma quantidade superior à dose prescrita requer atenção imediata. As agências regulamentares determinam que, em caso de sobredosagem, a gestão deve limitar-se ao tratamento sintomático e de suporte, uma vez que não existe um antídoto específico conhecido ou oficialmente recomendado na informação do medicamento.

É necessário contactar imediatamente um Centro de Informação Antivenenos ou um profissional de saúde para obter orientação em qualquer caso de suspeita. Devem ser chamados os serviços médicos de emergência se o indivíduo que possa ter tomado a dose excessiva apresentar sinais críticos de sofrimento, tais como colapso, convulsões, dificuldade respiratória grave ou incapacidade de despertar. Este protocolo estruturado assegura que as medidas de emergência necessárias sejam tomadas sem dependência de um agente de tratamento específico.

Usos terapêuticos de Alofin

O Alofin é frequentemente utilizado para auxiliar em duas condições distintas, mas relacionadas com fatores hormonais, em homens adultos. Este recurso é aplicado em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional, ajudando a gerir sintomas que interferem com o conforto diário e a estabilidade. O medicamento é utilizado para a gestão da Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) e da Queda de Cabelo de Padrão Masculino (Alopécia Androgenética).

Gestão dos Sintomas da Próstata Aumentada (HBP)

O Alofin é commumente utilizado para ajudar com os sintomas relacionados com a HBP. Auxilia na abordagem de grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, tais como a necessidade frequente de urinar, inclusive durante a noite (nictúria), e sinais de maior atividade neuromuscular, como um jato urinário fraco ou difícil. Isto proporciona um suporte que ajuda a aliviar a carga sintomática global e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional para reduzir a probabilidade de certas complicações.

Facto Rápido: Alívio para sintomas que interferem com o funcionamento diário O Alofin é habitualmente utilizado para ajudar a atenuar o esforço fisiológico associado à dificuldade em urinar e à necessidade frequente de urinar.

Preservação e Aumento da Densidade Capilar no Couro Cabeludo

O medicamento é considerado relevante para a gestão da queda de cabelo de padrão masculino, ou Alopécia Androgenética. Esta é uma condição que se apresenta com um padrão progressivo de enfraquecimento e perda de cabelo no couro cabeludo. O tratamento ajuda a gerir sintomas que criam um desconforto funcional percetível. Isto apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas, contribuindo para aliviar a carga global dos sintomas e podendo auxiliar na gestão dos sinais visíveis.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade Populacional Segundo os Documentos Regulamentares

O Alofin está estritamente indicado apenas para utilização em homens adultos. As normas regulamentares estabelecem limitações fortes e específicas quanto à sua utilização em todas as outras populações.

Contraindicações Absolutas

O Alofin é contraindicado em mulheres que estejam ou possam vir a estar grávidas, devido ao risco de desenvolvimento anómalo da genitália externa num feto do sexo masculino. A utilização é também contraindicada em doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer componente da medicação.

Uso Restrito e Não Estabelecido

O medicamento não está indicado para utilização em mulheres em geral, nem para pacientes pediátricos (crianças e adolescentes com menos de 18 anos), uma vez que a segurança e a eficácia nestes grupos não foram estabelecidas. Para homens adultos elegíveis, não é necessário qualquer ajuste posológico em idosos ou em indivíduos com insuficiência renal crónica.

Contudo, a utilização requer precaução em doentes com anomalias na função hepática, dado que o medicamento é extensamente metabolizado pelo fígado. Adicionalmente, o fármaco provoca uma diminuição nos níveis do Antigénio Específico da Próstata (PSA), um fator que exige uma consideração cuidadosa na interpretação dos resultados dos testes de PSA durante o tratamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Âmbito das Interações

O perfil oficial de interações do Alofin caracteriza-se pela conclusão de que não existem interações medicamentosas clinicamente relevantes com diversos fármacos frequentemente administrados em simultâneo. Compostos específicos como a antipirina, a digoxina, o propranolol, a teofilina e a varfarina foram testados e não demonstraram interações com significado clínico. No entanto, a documentação regulamentar descreve restrições específicas e preocupações farmacocinéticas baseadas no metabolismo do medicamento.

O Alofin é metabolizado no organismo principalmente através do sistema enzimático do citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Prevê-se que a administração conjunta com inibidores fortes do CYP3A4 possa aumentar a concentração plasmática da finasterida, enquanto indutores fortes, incluindo o produto fitoterápico Erva de São João, poderão diminuir essa concentração. Está oficialmente documentado que a biodisponibilidade do fármaco não é afetada pelos alimentos, o que significa que não é obrigatória uma separação temporal em relação às refeições.

Classificações e Restrições de Interação

Existe uma restrição principal contra a administração concomitante com qualquer outro inibidor da 5-alfa-redutase, devido ao potencial de duplicação farmacodinâmica e efeitos aditivos. Além disso, as informações oficiais aconselham precaução em indivíduos com anomalias na função hepática ou insuficiência hepática. Esta advertência decorre do extenso metabolismo do medicamento no fígado, o que pode resultar numa eliminação mais lenta do organismo e, consequentemente, num aumento da exposição sistémica.

Ligação ao Perfil Geral de Interação

Os documentos regulamentares estabelecem que a estrutura de interações do Alofin é definida por uma segurança geral quando utilizado com medicamentos comuns e pela sua dependência da via metabólica CYP3A4 para a sua eliminação. Este perfil foca-se na prevenção de modificações desnecessárias na exposição ao fármaco e na evicção de efeitos aditivos conhecidos com produtos da mesma classe farmacológica, em vez de focar interações medicamentosas generalizadas.

Mecanismo de ação

Bloqueio Molecular do Metabolismo Androgénico

O mecanismo central do Alofin reside na inibição competitiva da enzima 5-alfa-redutase (5-AR) Tipo II, o seu principal alvo biológico. Este bloqueio enzimático interrompe eficazmente a via metabólica androgénica específica responsável pela conversão da testosterona numa hormona potente, a di-hidrotestosterona (DHT). Esta interrupção facilita uma redução resultante na concentração de DHT circulante.

Supressão da Sinalização Celular Proliferativa

A consequência direta da redução da DHT é a atenuação da sinalização dos recetores androgénicos em tecidos sensíveis, tais como os folículos capilares e a próstata. Esta cascata mecanística modifica as etapas moleculares iniciais que influenciam o crescimento e a proliferação celular. A redução do impacto deste mediador hormonal altera a dinâmica da sinalização fisiológica, o que resulta numa progressão modificada do ciclo celular folicular e na redução dos sinais proliferativos nos tecidos.

Limites da Seletividade da Via

As condicionantes funcionais deste mecanismo estão ligadas à sua seletividade; o Alofin possui uma baixa afinidade pela isoenzima 5-AR Tipo I. Esta diferença significa que a inibição não é absoluta, permitindo alguma síntese residual de DHT a partir da via Tipo I. Esta nuance mecanística ilustra que o fármaco produz uma modulação direcionada, em vez da abolição completa da cascata de sinalização androgénica.

Informações sobre dosagem e administração

Guia de Administração: Como utilizar o Alofin — Diretrizes Oficiais

O Alofin é administrado através de um comprimido oral de dose fixa, tomado uma vez por dia, sendo a dosagem específica determinada pela condição a tratar. O medicamento encontra-se disponível em dois regimes distintos: um comprimido de 5 mg indicado para a hiperplasia benigna da próstata (HBP) e um comprimido de 1 mg destinado à queda de cabelo de padrão masculino. Estas doses destinam-se exclusivamente a uso oral e devem ser tomadas de forma consistente uma vez ao dia.

A administração do fármaco é definida como um compromisso a longo prazo. No caso da queda de cabelo de padrão masculino, é necessária a utilização diária durante pelo menos três meses antes que se possa determinar um efeito observável. Para a HBP, o tratamento deve ser continuado por seis meses ou mais para que se possa avaliar plenamente a resposta benéfica. A continuidade do uso diário é necessária para sustentar os resultados estabelecidos, uma vez que a interrupção da terapia está associada à reversão do efeito num período de alguns meses.

O comprimido revestido por película deve ser engolido inteiro com água, sem ser esmagado, partido ou mastigado. A toma é flexível, podendo ocorrer com ou sem alimentos. Relativamente a ajustes na dosagem, os documentos regulamentares especificam que não é necessária qualquer modificação para idosos ou para homens com diferentes graus de insuficiência renal. Caso se esqueça de uma dose programada, as instruções oficiais aconselham o utilizador a ignorar a dose esquecida e a tomar o próximo comprimido à hora habitual, sem tentar tomar uma quantidade dupla. Este protocolo estabelece uma abordagem padronizada para a utilização do medicamento.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos recentes avaliaram a eficácia e a segurança do Alofin no tratamento da alopecia androgenética. Os dados demonstram que a administração consistente do medicamento pode resultar num aumento mensurável da densidade capilar e numa redução da taxa de queda de cabelo em doentes com padrões de perda de cabelo ligeiros a moderados.

Num ensaio clínico de fase III, os participantes que utilizaram Alofin apresentaram uma melhoria estatisticamente significativa na contagem de fios de cabelo por centímetro quadrado em comparação com o grupo que recebeu um placebo. As avaliações fotográficas padronizadas, realizadas por especialistas independentes, confirmaram que a maioria dos doentes manteve ou aumentou o volume capilar visível após um período de doze meses de tratamento contínuo.

As análises de segurança a longo prazo indicam que o perfil de tolerabilidade do medicamento permanece favorável. Os efeitos secundários comunicados foram geralmente de natureza ligeira e transitória, sem evidência de toxicidade sistémica significativa. Observou-se que a interrupção do tratamento resulta na reversão gradual dos benefícios obtidos, reforçando a necessidade de uma utilização contínua para a manutenção dos resultados terapêuticos. Investigações adicionais continuam a explorar o impacto do tratamento em diferentes faixas etárias e em diversos subtipos de queda de cabelo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Alofin (FAQ)

Q: Quais são as preocupações de segurança a longo prazo com o Alofin?

A: De acordo com documentos regulamentares oficiais, existem relatórios de segurança relativos ao potencial uso a longo prazo deste medicamento. Estes relatórios incluem casos de disfunção sexual que persistiram após os homens terem interrompido a toma do medicamento. A vigilância pós-comercialização também inclui relatos de eventos graves, tais como cancro da mama masculino e alterações de humor, incluindo depressão e ideação suicida.

Q: Quanto tempo demora normalmente a notar-se o efeito do Alofin?

A: Estudos e informações oficiais indicam que o tempo necessário para notar um efeito varia de acordo com a condição a ser tratada. Para a perda de cabelo de padrão masculino, é geralmente necessária a utilização diária durante, pelo menos, três meses antes de se observar um benefício. Para a gestão dos sintomas de HBP, pode ser necessário um período de seis meses ou mais para avaliar totalmente a resposta benéfica.

Q: O que acontece se eu interromper a toma de Alofin subitamente?

A: Os documentos regulamentares indicam que a interrupção do tratamento está associada a uma reversão dos efeitos benéficos. Observou-se que a reversão do efeito ocorre num período de 9 a 12 meses após a interrupção do medicamento.

Q: Com que frequência são comunicados os efeitos secundários do Alofin?

A: De acordo com a informação oficial do produto, as reações sexuais adversas mais comuns (como a diminuição da libido) são definidas como frequentes, o que significa que ocorrem em 1% ou mais dos doentes. Outros efeitos, como o humor depressivo, são comunicados como pouco frequentes ou com uma frequência desconhecida.

Q: O Alofin afeta a fertilidade em homens ou mulheres?

A: O medicamento é estritamente contraindicado para mulheres. Nos homens, houve relatos pós-comercialização de má qualidade do esperma e infertilidade temporária. Os relatórios pós-comercialização indicam que esta má qualidade do esperma ou infertilidade temporária é frequentemente observada como sendo reversível após a descontinuação do medicamento.

Q: Existem avisos sobre conduzir ou operar máquinas enquanto se toma Alofin?

A: Os documentos regulamentares listam efeitos secundários como tonturas, sensação de desmaio, vertigens e sonolência. Estes efeitos podem potencialmente afetar a capacidade do utilizador de conduzir ou operar maquinaria pesada, o que constitui uma preocupação regulamentar conhecida relacionada com estes efeitos secundários.

Q: Certas condições médicas pré-existentes afetam a elegibilidade para o Alofin?

A: Os documentos regulamentares especificam que o fármaco deve ser utilizado com precaução em indivíduos com anomalias na função hepática, devido ao seu extenso metabolismo hepático. Os documentos oficiais indicam que não é necessário qualquer ajuste posológico para homens que sofram de insuficiência renal.

Q: Existem requisitos especiais de monitorização (como análises ao sangue) durante a toma de Alofin?

A: Estudos e informações oficiais indicam que o Alofin diminui o nível de Antigénio Específico da Próstata (PSA) no sangue. O requisito regulamentar para o teste de PSA é que o valor medido deve ser duplicado para interpretar corretamente o resultado do teste.

Q: Que tipo de efeitos pode o Alofin ter na próstata?

A: O medicamento é conhecido por reduzir o tamanho da próstata e melhorar os sintomas urológicos relacionados associados à HBP. No entanto, para a dose mais elevada de 5 mg, os estudos indicam que pode estar associado a um risco acrescido de cancro da próstata de alto grau numa população específica de alto risco.

Q: O álcool interage negativamente com o Alofin?

A: Os avisos regulamentares oficiais não proíbem especificamente o consumo de álcool. No entanto, o consumo excessivo de álcool pode potencialmente agravar certos efeitos secundários, como a disfunção erétil, ou poderá possivelmente afetar a eficácia do medicamento para condições relacionadas com a próstata.

Q: É normal sentir náuseas ao iniciar o Alofin?

A: As náuseas não estão listadas de forma consistente entre os efeitos secundários comuns ou menos comuns nos principais documentos regulamentares. Isto sugere que não se trata de uma reação adversa comunicada frequentemente.

Q: O Alofin tem efeitos sedativos?

A: A sonolência ou sonolência invulgar foi comunicada como um efeito secundário menos comum em fontes de saúde autoritárias que compilam dados regulamentares.

Q: O Alofin pode ser tomado com analgésicos comuns?

A: Estudos oficiais de interação não encontraram interações medicamentosas clinicamente importantes com inúmeros medicamentos comuns administrados concomitantemente. O perfil de interação não inclui avisos específicos contra analgésicos comuns de venda livre.

Q: O Alofin é seguro para pessoas com tensão arterial alta?

A: A tensão arterial alta não está listada como uma contraindicação. No entanto, a informação oficial indica que o medicamento pode causar a queda da tensão arterial ao levantar-se, uma condição conhecida como hipotensão ortostática, que pode levar a sensações de tontura.

Q: O Alofin foi estudado em crianças?

A: De acordo com a informação oficial do produto, o fármaco não é indicado para utilização em doentes pediátricos com menos de 18 anos de idade. Isto deve-se ao facto de a segurança e a eficácia não terem sido estabelecidas na população pediátrica.

Q: Existem versões ou marcas diferentes de Alofin disponíveis?

A: Sim, a substância ativa do Alofin, a Finasterida, está disponível sob vários nomes comerciais, tais como Propecia e Proscar. Estas marcas correspondem frequentemente a dosagens diferentes e estão também disponíveis como versões genéricas.

Q: O Alofin interage com o controlo de natalidade hormonal?

A: Os documentos regulamentares afirmam que o Alofin não tem afinidade para recetores estrogénicos ou progestacionais. O perfil de interação oficial limita-se principalmente aos efeitos no sistema enzimático CYP3A4 e noutros inibidores da 5-alfa redutase.

Q: O Alofin pode fazer-me sentir tonto ou com vertigens?

A: Sim, tonturas, sensação de desmaio ou vertigens são efeitos secundários relatados. Estes são particularmente notados ao levantar-se subitamente de uma posição sentada ou deitada.

Q: Existe alguma ligação entre o Alofin e o ganho ou perda de peso?

A: O ganho ou perda de peso invulgar é listado como um efeito secundário menos comum em fontes de saúde autoritárias que compilam dados de segurança.

Q: Posso tomar outros suplementos ou vitaminas com o Alofin?

A: Os documentos regulamentares referem que os produtos devem ser utilizados com precaução se forem inibidores ou indutores fortes do sistema enzimático CYP3A4, pois tal pode afetar os níveis do fármaco. O perfil de interação menciona que o produto fitoterapêutico Erva de São João pode diminuir a concentração plasmática do medicamento.

Q: O Alofin está disponível numa versão genérica?

A: Sim, está disponível uma versão genérica da substância ativa, a Finasterida.

Q: É sempre necessária uma receita médica para obter Alofin?

A: Sim, de acordo com a sua classificação regulamentar, o Alofin (Finasterida) é classificado como um medicamento sujeito a receita médica (MSRM) em todas as suas dosagens regulamentadas.

Q: O Alofin interage com remédios para a gripe e constipações?

A: O perfil de interação principal é definido por uma segurança geral com medicamentos comuns e não inclui avisos específicos contra remédios comuns para a gripe e constipações.

Q: Porque é que o medicamento Alofin também é conhecido por outro nome?

A: A substância ativa Finasterida é comercializada sob vários nomes comerciais diferentes, tais como Propecia e Proscar. Estes nomes diferentes correspondem frequentemente às diferentes dosagens aprovadas para condições específicas.

Q: O Alofin é uma substância controlada?

A: Não. A classificação regulamentar confirma que a substância ativa, a Finasterida, não é um medicamento controlado.

Q: É normal que a cor do comprimido de Alofin varie?

A: Sim. De acordo com a rotulagem e informação oficial do produto, a cor, forma e marca impressa no comprimido podem variar. Esta variação é notada na informação do produto, particularmente quando se comparam medicamentos de marca com versões genéricas de diferentes fabricantes.

Q: É normal ter uma dor de cabeça ligeira ao tomar Alofin pela primeira vez?

A: A dor de cabeça está listada como um efeito secundário relatado, embora os documentos oficiais a categorizem como menos comum ou rara.

Como Alofin deve ser armazenado e descartado?

As exigências regulamentares oficiais ditam condições específicas para o armazenamento e manuseamento dos comprimidos de Alofin (finasterida), visando manter a estabilidade do produto e garantir a segurança.

Condições Oficiais de Armazenamento

O Alofin deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, situada geralmente entre os 15°C e os 30°C. O medicamento deve ser mantido afastado do calor excessivo e da humidade, não devendo ser congelado. Para proteção do fármaco, armazene sempre os comprimidos no seu recipiente original bem fechado e mantenha-os fora do alcance e da vista das crianças.

Manuseamento e Eliminação

Uma precaução de manuseamento crítica estabelece que as mulheres que estejam ou possam estar grávidas não devem manusear comprimidos esmagados ou partidos. Caso ocorra contacto, a área afetada deve ser lavada imediatamente com água e sabão. Relativamente à eliminação, o Alofin não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser entregue num programa de recolha de medicamentos (como os pontos de recolha nas farmácias). Se tal programa não estiver disponível, misture o produto com uma substância indesejável e coloque-o num saco selado para eliminação no lixo doméstico, seguindo todos os requisitos regulamentares locais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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