Aloc

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Aloc

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Alopurinol
Forma farmacêutica Comprimido (Oral), Pó para preparação de solução injetável (IV)
Classe farmacológica Inibidor da Xantina Oxidase (IXO)
Uso comum Tratamento da Hiperuricemia (Ácido Úrico Elevado)
Origem Sintética (Análogo Estrutural)

Que Tipo de Medicamento é o Aloc?

O Aloc é o nome comercial de um medicamento sujeito a receita médica que contém o princípio ativo Alopurinol, uma substância classificada como um Inibidor da Xantina Oxidase (IXO). Esta substância é uma pequena molécula sintética, reconhecida quimicamente como um análogo estrutural da hipoxantina, uma das bases purínicas naturais que se encontram no organismo. Enquanto produto de princípio ativo único, o Alopurinol é utilizado principalmente por via oral sob a forma de comprimido, embora exista um pó para preparação de solução injetável estéril reservado para contextos clínicos hospitalares. A classe farmacológica de alto nível para este agente é a dos uricostáticos, definindo a sua função como um inibidor da formação de ácido úrico.

Como é que o Alopurinol Ajuda a Reduzir o Ácido Úrico?

O principal objetivo terapêutico do Alopurinol é gerir e controlar os níveis elevados de ácido úrico no corpo, uma condição crónica clinicamente denominada hiperuricemia. O fármaco consegue-o atuando sobre a via metabólica subjacente que produz o ácido úrico. O medicamento inibe ativamente a enzima xantina oxidase, que é o acelerador final na degradação das purinas. O reconhecimento clínico de longa data do Alopurinol confirma o seu papel na estabilização dos níveis de urato. Diversas análises clínicas sublinham que esta classe de medicação reduz eficazmente os níveis de urato sérico em indivíduos com hiperuricemia, estabelecendo a sua eficácia para um controlo metabólico sustentado. Esta ação precisa e preventiva constitui a base de uma terapia de redução de urato a longo prazo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Aloc?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança: Aloc

Esta secção descreve as reações adversas e as restrições de segurança para o Aloc, conforme documentado por fontes regulamentares oficiais, agrupadas por frequência e pelo sistema corporal afetado.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos secundários são categorizados com base na sua incidência documentada:

Classificação Exemplos
Muito Frequentes (ge 1/10) Dor de cabeça (cefaleia), Náuseas
Frequentes (ge 1/100 a < 1/10) Diarreia, Insónia, Tonturas
Pouco Frequentes (ge 1/1.000 a < 1/100) Erupção cutânea (rash), Vertigens, Boca seca
Raros (ge 1/10.000 a < 1/1.000) Angioedema, Elevação das enzimas hepáticas
Frequência Desconhecida Nefrite intersticial

As reações adversas estão também organizadas de acordo com a Classe de Sistemas e Órgãos (SOC) envolvida, incluindo doenças gastrointestinais, doenças do sistema nervoso, doenças da pele e tecidos subcutâneos, e doenças hepatobiliares.

Reações Graves e Significativas

Os documentos regulamentares destacam Reações Adversas Graves que são raras mas clinicamente significativas, como o Angioedema (uma reação de hipersensibilidade grave) e relatos de Elevação Grave das Enzimas Hepáticas. Foram igualmente documentadas reações de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia, no período pós-comercialização.

Considerações de Segurança para Populações Específicas

A informação oficial de segurança inclui declarações específicas para grupos definidos de doentes. O uso durante a gravidez deve ser evitado, a menos que a necessidade clínica justifique o risco. A utilização não é recomendada em doentes com compromisso hepático grave. São necessários ajustes de dose para doentes com função renal gravemente diminuída (depuração da creatinina < 30 mL/min). A segurança e eficácia estão estabelecidas apenas para crianças com idade igual ou superior a 6 anos.

Restrições e Monitorização

O Aloc é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida aos seus componentes. O uso também não é recomendado para quem tenha antecedentes de prolongamento do intervalo QT. O rótulo oficial exige a monitorização basal e periódica das transaminases hepáticas durante os primeiros seis meses de terapia. Algumas reações, como dores de cabeça e náuseas, são reportadas como sendo mais frequentes durante a primeira semana do início do tratamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda: Informações Regulamentares Oficiais

As informações seguintes sobre a sobredosagem de Aloc (cloridrato de fexofenadina) baseiam-se estritamente em documentos regulamentares governamentais e em informações de prescrição autoritativas.

Sintomas de Sobredosagem Documentados

Os ensaios clínicos e os dados pós-comercialização indicam que os casos de sobredosagem aguda envolvendo o cloridrato de fexofenadina têm sido associados a um conjunto limitado de sintomas. Estas manifestações documentadas incluem:

Tonturas, Sonolência e Boca Seca.

Não são habitualmente reportados resultados graves ou potencialmente fatais nas secções oficiais sobre sobredosagem dos documentos regulamentares deste medicamento.

Resposta de Emergência e Gestão Clínica

Quando Procurar Ajuda Médica Urgente

Em caso de sobredosagem, é essencial contactar imediatamente um centro de informação antivenenos ou procurar assistência médica imediata. Esta instrução é um requisito explícito da rotulagem oficial.

Princípios de Gestão

A gestão de uma sobredosagem é, geralmente, sintomática e de suporte. Os princípios fundamentais das orientações regulamentares incluem a prestação de cuidados sintomáticos e de suporte de acordo com a condição clínica do doente. Devem ser consideradas medidas padrão para a remoção do fármaco não absorvido do trato gastrointestinal, como a lavagem gástrica, quando apropriado. Não existe nenhum antídoto específico para a fexofenadina listado nas informações oficiais de prescrição.

Considerações Populacionais

A eliminação da fexofenadina pode ser prolongada em doentes com compromisso da função renal, o que pode exigir uma atenção especial durante a gestão de uma situação de sobredosagem.

Usos terapêuticos de Aloc

O que o Aloc trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Aloc é habitualmente utilizado em áreas onde é necessário um apoio sintomático adicional. De acordo com revisões clínicas de referência, este medicamento é geralmente considerado relevante para a mitigação de sintomas e gestão de riscos em domínios terapêuticos fundamentais. Constitui uma terapia de base para a gestão contínua de condições que envolvem desconforto sistémico ou localizado, tais como a gota e as suas manifestações relacionadas.

Este medicamento foca-se em conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, ajudando a atenuar manifestações crónicas e a sobrecarga funcional associada. O Aloc é utilizado para gerir manifestações recorrentes associadas a crises agudas de gota e é aplicado em contextos que envolvem sintomas ligados à sobrecarga funcional de órgãos específicos, como os relacionados com cálculos renais ou determinadas terapias oncológicas. A terapia apoia um controlo metabólico estável, o que contribui para uma melhoria do conforto durante períodos de sintomas acentuados e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional em contextos clínicos de elevado risco.


Facto Rápido: Foco Terapêutico
Foco Primário Condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado.
Domínios de Sintomas Sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos e sobrecarga funcional de órgãos específicos.
Benefício Terapêutico Contribui para a redução da carga sintomática global e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Aloc? (Perfil de Elegibilidade Oficial)

A elegibilidade populacional para o Aloc (Alopurinol) é estritamente definida pelas autoridades regulamentares e baseia-se no historial médico do doente, no seu perfil genético e em condições clínicas específicas.

Categoria Estatuto Regulamentar Oficial
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com historial conhecido de hipersensibilidade ou reação grave ao Alopurinol. Mulheres a amamentar.
Regras de elegibilidade relacionadas com a idade Os adultos são elegíveis para as utilizações padrão. O uso em crianças é contraindicado para a maioria das utilizações, com a exceção específica da hiperuricemia secundária a doenças malignas ou síndrome de Lesch-Nyhan.
Regras de elegibilidade para condições específicas Doentes com insuficiência renal ou compromisso hepático requerem um uso cauteloso e ajuste de dose. O uso não é recomendado para a gestão de hiperuricemia assintomática.
Estado de saúde reprodutiva O uso durante a gravidez não é habitualmente recomendado e está restrito a casos em que o benefício supere o risco e não esteja disponível uma alternativa mais segura.
Restrição Genética/de Risco Indivíduos que testem *positivo para o alelo HLA-B5801** (particularmente os de ascendência chinesa Han, tailandesa ou coreana) têm, geralmente, o uso restrito devido ao risco aumentado de reações cutâneas graves.

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de elegibilidade estabelecendo contraindicações claras e não negociáveis que proíbem o uso em populações específicas, classificando simultaneamente as restrições com base na idade, fatores genéticos e na função orgânica existente do doente.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As interações com o alopurinol (Aloc) estão formalmente documentadas em fontes regulamentares e relacionam-se, de um modo geral, com a modificação do metabolismo ou da eliminação de medicamentos coadministrados, ou com um aumento do risco de reações adversas graves.

Classificações de Interações Documentadas

Classificação Categorias de Substâncias Interagentes
Contraindicado Pegloticase
Risco de Toxicidade Elevado Agentes Citotóxicos Análogos das Purinas (ex: Mercaptopurina, Azatioprina)
Alteração da Exposição Anticoagulantes Cumárínicos, Teofilina, Vidarabina
Eficácia Reduzida Agentes Uricosúricos, doses elevadas de Salicilatos
Sensibilidade ao Tempo Antiácidos (Hidróxido de Alumínio)

Restrições e Condicionantes Principais

A coadministração de alopurinol com Pegloticase está oficialmente documentada como uma contraindicação. Devido à inibição da xantina oxidase, a coadministração com Mercaptopurina ou Azatioprina aumenta significativamente o risco de toxicidade e de mielossupressão grave, com potencial risco de vida. A eliminação do metabolito ativo do alopurinol, o oxipurinol, pode ser acelerada por agentes uricosúricos e doses elevadas de salicilatos, o que pode reduzir a sua atividade terapêutica.

Existem condições de administração específicas para o Hidróxido de Alumínio, que deve ser tomado com um intervalo de três horas em relação ao alopurinol. Adicionalmente, regista-se um risco acrescido de reações de hipersensibilidade graves em doentes com compromisso renal crónico quando existe coadministração com Diuréticos Tiazídicos.

Mecanismo de ação

Mecanismo de Ação Específico: Inibição da Xantina Oxidase

O mecanismo de ação central envolve a inibição específica e prolongada da enzima Xantina Oxidase (XO), que constitui a etapa enzimática final na via do catabolismo das purinas. A molécula-mãe, o Alopurinol, atua como um análogo do substrato e é rapidamente convertida pela própria enzima XO no seu principal metabolito inibidor, o Oxipurinol. O oxipurinol proporciona uma inibição estável e prolongada do local ativo da XO ao formar uma ligação estreita, não-covalente, com a enzima reduzida.

Este bloqueio enzimático impede a oxidação das moléculas precursoras, especificamente a Hipoxantina e a Xantina, no produto final, o ácido úrico (C5H4N4O3). Este desvio metabólico conduz a uma redução sustentada na taxa de síntese de ácido úrico. O resultado é uma diminuição da concentração sistémica de urato na corrente sanguínea e nos fluidos intersticiais, o que ajuda a estabilizar o reservatório de produtos finais do metabolismo das purinas. Esta ação classifica o fármaco como uricostático, definindo a sua função através da interrupção da produção, em vez de promover a excreção renal.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Aloc

O Aloc, que contém Alopurinol, é administrado seguindo padrões específicos que dependem do contexto clínico e da forma farmacêutica. A via principal de administração é a oral para manutenção a longo prazo, disponível em comprimidos. A injeção intravenosa (IV) é reservada para situações agudas ou quando a via oral não pode ser utilizada, sendo habitualmente aplicada em casos de hiperuricemia relacionada com certas terapias oncológicas.

Princípios de Dosagem e Esquema Terapêutico

Para a terapia oral, a abordagem padrão envolve uma fase de titulação inicial. A dosagem começa geralmente com um nível baixo, cerca de 100 mg uma vez por dia, sendo aumentada progressivamente em intervalos definidos até atingir a dose de manutenção pretendida, até um máximo de 800 mg por dia. Doses diárias superiores a 300 mg podem ser administradas em doses divididas para melhorar a tolerância gastrointestinal. Em todas as situações, o medicamento deve ser tomado com ou imediatamente após as refeições, sendo fundamental que os doentes mantenham uma ingestão de líquidos adequada durante todo o período de tratamento.

Contextos de Administração

A administração oral segue um padrão de utilização sustentada e de longo prazo para condições crónicas. Em contrapartida, a administração por via intravenosa é geralmente um ciclo de curta duração, iniciando-se frequentemente 1 a 3 dias antes da quimioterapia. O pó para solução injetável requer reconstituição e diluição prévias, devendo a perfusão ser realizada lentamente ao longo de um período de 30 a 60 minutos. As diretrizes oficiais estabelecem a necessidade de uma redução da dose para doentes com alteração da função renal, o que reflete a via de eliminação do fármaco e a importância de ajustar a administração à fisiologia individual.

Evidência clínica recente

O Aloc foi objeto de investigação em contextos científicos que envolveram patologias caracterizadas por manifestações episódicas ou flutuantes, como é o caso da gota crónica. Estas avaliações pretenderam descrever os resultados dos estudos relacionados com o desconforto físico e as experiências relatadas pelos doentes. Os estudos monitorizaram os resultados e reportaram padrões observados durante o período de investigação, particularmente no que diz respeito à variabilidade dos sintomas e às alterações na concentração de urato no sangue.

O Aloc foi também avaliado em investigação que explorou condições que envolvem períodos de agravamento dos sintomas, especificamente na gestão aguda da Síndrome de Lise Tumoral (SLT). Estes ensaios de curta duração analisaram os resultados reportados pelos doentes e os desfechos associados a estados inflamatórios ou irritativos. Os investigadores monitorizaram os resultados relacionados com a capacidade funcional diária e observaram diversas alterações durante intervalos de tempo agudos e definidos.

Além disso, o Aloc foi estudado em contextos de investigação que envolveram doentes com cálculos renais de cálcio recorrentes que apresentavam também níveis excessivos de ácido úrico na urina. Estes estudos exploraram as taxas de recorrência de cálculos e as alterações nos níveis de ácido úrico urinário ao longo de períodos de acompanhamento de médio a longo prazo. As conclusões derivaram, geralmente, de estudos de menor dimensão, sendo que a base de evidência nesta área permanece sujeita a investigação contínua.

De uma forma geral, a investigação destaca o que é conhecido — e o que permanece incerto. Embora a evidência para as indicações principais seja extensa, a duração do acompanhamento foi limitada em muitos ensaios controlados, o que significa que existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo e sobre a durabilidade dos efeitos. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, particularmente no que diz respeito a estudos de larga escala e longa duração em doentes com condições cardiovasculares coexistentes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Aloc (FAQ)

Q: Quanto tempo demora o Aloc a começar a atuar após a toma?

A: O conhecimento regulamentar sugere que o efeito do Aloc (Alopurinol) na redução de níveis elevados de ácido úrico começa, habitualmente, nos primeiros 2 a 3 dias após o início do tratamento. No entanto, o tempo necessário para atingir o efeito terapêutico máximo requer, geralmente, uma utilização contínua durante cerca de 7 a 14 dias.

Q: É normal sentir um ligeiro desconforto gástrico ao iniciar o Aloc?

A: Sim, os documentos regulamentares classificam efeitos secundários como náuseas, vómitos e diarreia como ocorrências comuns, particularmente quando o tratamento com Aloc é iniciado. As informações oficiais do produto referem que a toma do medicamento imediatamente após ou durante as refeições é uma estratégia descrita para ajudar a reduzir a possibilidade de desconforto gástrico.

Q: Existem alimentos ou bebidas que deva evitar enquanto tomo Aloc?

A: Não existem restrições obrigatórias de alimentos ou bebidas listadas nas informações oficiais de prescrição do Aloc. Contudo, a manutenção de uma ingestão adequada de líquidos é descrita como importante para apoiar a eficácia do medicamento. Para doentes tratados devido a certos tipos de cálculos renais, as informações sugerem a importância de cuidados dietéticos específicos.

Q: O Aloc é igual a [Nome de um medicamento com som semelhante]?

A: O Aloc contém a substância ativa Alopurinol, que pertence à classe de medicamentos designada por Inibidores da Xantina Oxidase (IXO). Esta classificação significa que a sua função é impedir que o organismo produza demasiado ácido úrico. Trata-se de um modo de atuação diferente de outras classes de fármacos, como os agentes uricosúricos, que ajudam os rins a remover o ácido úrico.

Q: Os doentes idosos podem tomar Aloc com segurança?

A: As orientações oficiais indicam que o Aloc é geralmente utilizado em doentes idosos, requerendo frequentemente ajustes na dose. Uma vez que as funções renal ou hepática estão muitas vezes diminuídas nos adultos mais velhos, os ajustes posológicos são frequentemente necessários para gerir o risco potencial de efeitos secundários, devido à forma como o fármaco é eliminado pelo organismo.

Q: A toma prolongada de Aloc causa problemas a longo prazo?

A: O Aloc é frequentemente prescrito para a gestão prolongada e sustentada de condições crónicas como a gota, podendo ser continuado durante muitos anos. Embora os dados regulamentares reconheçam que os dados de acompanhamento a longo prazo em ensaios clínicos podem ser limitados, a sua utilização está amplamente estabelecida para proporcionar um controlo metabólico sustentado.

Q: Os comprimidos de Aloc podem ser esmagados ou divididos?

A: Algumas formulações de comprimidos de Aloc possuem uma ranhura para facilitar a deglutição ou para dividir o comprimido em partes mais pequenas. A decisão de esmagar ou dividir um comprimido deve estar em conformidade com as instruções fornecidas no folheto informativo do produto específico ou seguir a orientação de um profissional de saúde.

Q: O Aloc afeta a pressão arterial?

A: O medicamento em si não se destina a tratar ou baixar a pressão arterial. No entanto, os avisos oficiais referem uma potencial interação quando o Aloc é combinado com certos medicamentos para a pressão arterial, especificamente os Diuréticos Tiazídicos. Esta combinação pode acarretar um risco acrescido de reações alérgicas graves, especialmente em doentes com função renal reduzida.

Q: Qual é a faixa etária típica das pessoas que tomam Aloc?

A: O Aloc é prescrito maioritariamente a adultos para a gestão do ácido úrico elevado associado à gota ou a cálculos renais. O uso em crianças é restrito pelas entidades regulamentares a condições raras e específicas, tais como o ácido úrico elevado secundário a certos cancros ou síndromes genéticas.

Q: O Aloc pode ser utilizado por pessoas com problemas renais?

A: Sim, mas é necessária precaução. Dado que o organismo elimina o composto ativo do Aloc principalmente através dos rins, as orientações oficiais referem que são efetuados ajustes na dose para doentes com compromisso da função renal. Este ajuste ajuda a gerir a concentração do fármaco no organismo.

Q: Qual é a diferença entre o Aloc e um placebo nos ensaios clínicos?

A: Na investigação clínica, um placebo é um comprimido ou substância com aparência idêntica ao Aloc, mas que não contém medicamento ativo. É administrado a um grupo de participantes para que os investigadores possam comparar o seu efeito com o do fármaco real. Esta comparação ajuda a medir o benefício real do Aloc face ao efeito de não tomar qualquer tratamento ativo.

Q: O que devo fazer se tiver uma reação alérgica grave ao Aloc?

A: As informações oficiais de segurança determinam que, em caso de uma reação alérgica grave — como erupção cutânea com bolhas, descamação da pele, febre ou inchaço da face, língua ou garganta — o medicamento deve ser interrompido imediatamente e deve ser procurada assistência médica de emergência.

Q: Existem suplementos naturais que interajam com o Aloc?

A: Embora suplementos naturais específicos não estejam individualmente listados no rótulo regulamentar, os avisos oficiais salientam a importância de informar os profissionais de saúde sobre todos os produtos sem receita médica, incluindo vitaminas, suplementos nutricionais e produtos à base de plantas, de modo a permitir a avaliação de potenciais interações.

Q: Onde posso encontrar análises ou estudos imparciais sobre o Aloc?

A: Para encontrar informações fiáveis e baseadas em evidências, pode consultar fontes oficiais como websites governamentais de saúde ou fontes académicas independentes, como a Base de Dados Cochrane. Estas organizações fornecem resumos sistemáticos da investigação clínica e da eficácia estabelecida do medicamento.

Q: Qual é a duração máxima recomendada para o tratamento com Aloc?

A: Não existe uma duração máxima predeterminada. O Aloc está indicado para a gestão crónica ou de longo prazo da hiperuricemia, o que significa que, para muitos doentes, se destina a ser tomado continuamente ao longo de muitos anos para manter o controlo dos níveis de ácido úrico.

Q: O Aloc interage com chás de ervas comuns?

A: Os avisos oficiais do produto sublinham a importância de informar o profissional de saúde sobre todos os produtos à base de plantas que estejam a ser utilizados. Chás de ervas específicos não estão listados individualmente nos rótulos regulamentares, pelo que a comunicação com o profissional de saúde é fundamental.

Q: É normal ter sonhos vívidos ao tomar Aloc?

A: Alterações nos padrões de sono, como a insónia (dificuldade em dormir), constam entre os efeitos secundários documentados. Embora os sonhos vívidos não estejam explicitamente classificados em todos os rótulos oficiais, é habitualmente aconselhado que qualquer alteração percetível na qualidade do sono seja analisada com um profissional de saúde.

Q: Posso tomar Aloc se já estiver a tomar um multivitamínico?

A: Os avisos oficiais destinados ao doente referem a importância de comunicar ao médico ou farmacêutico todas as vitaminas e suplementos nutricionais que estejam a ser tomados, incluindo multivitamínicos. Este passo permite avaliar potenciais interações.

Q: O Aloc tem um sabor desagradável?

A: Algumas fontes clínicas oficiais listam a alteração do paladar ou, menos comummente, um sabor metálico como um possível efeito secundário do medicamento. Isto não é relatado por todos os doentes, mas é uma reação adversa conhecida.

Q: Como é que o corpo processa ou metaboliza o Aloc?

A: Uma vez tomado, o fármaco original (Alopurinol) é rapidamente processado pelo fígado no seu principal composto ativo, o Oxipurinol. Este composto proporciona o efeito terapêutico e é depois eliminado do organismo, principalmente através dos rins.

Q: Quanto tempo permanece o Aloc no sistema após interromper o tratamento?

A: O principal composto ativo do Aloc (Oxipurinol) tem uma semivida longa (o tempo necessário para que metade da substância seja removida). Devido a isto, podem ser necessários vários dias até que o composto ativo seja amplamente eliminado do organismo após a última dose.

Q: Existem problemas conhecidos ao combinar Aloc com álcool?

A: As informações oficiais para o doente referem a importância de consultar um médico ou farmacêutico relativamente ao consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento. O álcool pode aumentar o risco de certos efeitos secundários, como a sonolência, e pode interferir com a condição clínica subjacente que o Aloc está a tratar.

Como Aloc deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Aloc (Alopurinol)

As informações oficiais de rotulagem determinam que os comprimidos de Aloc (Alopurinol) devem ser conservados a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20°C e os 25°C. O medicamento deve ser mantido na sua embalagem de origem e o recipiente deve permanecer bem fechado para garantir proteção contra a humidade e evitar o congelamento.

Manuseamento Especial e Eliminação

O pó para solução injetável, após ser reconstituído, não deve ser refrigerado e tem de ser administrado num prazo de 10 horas; qualquer porção não utilizada deve ser eliminada. Todas as formas do medicamento devem ser guardadas fora do alcance e da vista das crianças.

O Aloc não utilizado ou com o prazo de validade expirado não deve ser eliminado através de águas residuais ou do lixo doméstico. Os doentes são instruídos a consultar um farmacêutico ou um profissional de saúde para obter informações sobre os métodos de eliminação adequados, de acordo com os requisitos regulamentares locais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Aloc encontrado em:

ÍNDICE A-Z: