Alfad

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Alfad

O que é o Alfad? Definição da Entidade Alfacalcidol

Propriedade Descrição
Substância ativa Alfacalcidol (1alpha-hidroxivitamina D3)
Classe farmacológica Análogo da vitamina D (Calciol)
Origem Sintética (derivado químico)
Formas principais Cápsulas, Gotas orais, Solução injetável
Objetivo geral Regulação do equilíbrio de cálcio e fosfato

O Alfad é um produto farmacêutico que contém a substância ativa Alfacalcidol, a qual é quimicamente definida como 1-alfa-hidroxivitamina D3 (C27H44O2). Trata-se de um medicamento de componente único e de origem sintética, disponibilizado como um medicamento sujeito a receita médica. Esta substância ativa é frequentemente combinada com um veículo adequado, como o líquido oleoso límpido comummente utilizado em cápsulas moles. A função principal desta preparação é clinicamente reconhecida pelo seu papel na regulação de recursos minerais essenciais.

Classificação do Alfad: Um Análogo da Vitamina D e Calciol

O agente ativo do Alfad, o Alfacalcidol, está classificado pelo sistema Anatómico Terapêutico Químico (ATC) da Organização Mundial da Saúde (OMS) como um análogo da vitamina D (A11CC03), pertencendo ao grupo farmacológico mais abrangente do Calciol. Esta substância é cientificamente compreendida como sendo um pró-fármaco. A estrutura química única do Alfacalcidol requer apenas uma etapa de modificação no fígado, o que significa que este contorna eficazmente a etapa de 1alpha-hidroxilação renal — uma vantagem fundamental quando a ativação da Vitamina D3 nativa está comprometida. Foi confirmado clinicamente que este composto é utilizado de forma eficaz quando o processo de conversão natural nos rins é deficiente.

Objetivo Geral e Apresentação Farmacêutica

O objetivo geral do Alfacalcidol é ajudar o organismo a regular e a manter níveis adequados de cálcio e fosfato — um estado conhecido como homeostasia — que é crítico para a mineralização óssea. Com base em estudos farmacológicos, o fármaco é habitualmente utilizado quando a regulação mineral está perturbada, frequentemente em cenários que envolvem condições crónicas que afetam os ossos ou os rins. Para assegurar uma administração sistémica fiável, o medicamento é fabricado em múltiplas formas farmacêuticas, incluindo cápsulas moles, comprimidos e gotas orais para uso oral, bem como uma solução injetável para via intravenosa.

Quais efeitos secundários são possíveis com Alfad?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança do Alfad

O perfil de segurança do Alfad caracteriza-se principalmente pelos seus efeitos na regulação do cálcio e do fosfato, com riscos diretamente associados à elevação dos níveis destes minerais no organismo.

Reações Adversas Documentadas

Os efeitos indesejáveis comunicados com maior frequência (Frequentes, afetando até 1 em cada 10 pessoas) são a hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue), a hiperfosfatemia (excesso de fosfato no sangue), erupção cutânea, prurido (comichão), hipercalciúria (excesso de cálcio na urina) e desconforto abdominal.

As reações pouco frequentes (afetando até 1 em cada 100 pessoas) incluem o comprometimento renal (problemas na função dos rins), nefrolitíase (cálculos renais), náuseas, vómitos, cefaleias (dores de cabeça) e fadiga. Foram também registados casos raros de tonturas.

Considerações de Segurança Graves

As reações adversas graves documentadas em fontes oficiais incluem o potencial de insuficiência renal aguda e o desenvolvimento de nefrocalcinose (depósitos de cálcio nos rins). Adicionalmente, foram reportadas muito raramente, em contexto de pós-comercialização, reações alérgicas graves, incluindo inchaço ou anafilaxia.

Restrições de Segurança e Contraindicações

O Alfad é contraindicado em doentes com hipercalcemia pré-existente, calcificação metastática (depósitos anormais de cálcio nos tecidos) ou hipersensibilidade conhecida ao fármaco. É necessária precaução na utilização em populações específicas, nomeadamente em doentes que tomam simultaneamente glicosídeos cardioativos (por exemplo, digitalis), devido ao risco de arritmia cardíaca induzida por níveis elevados de cálcio. Relativamente à utilização durante a gravidez, as considerações de segurança referem que a hipercalcemia materna pode representar um risco de anomalias congénitas para o feto. A monitorização regular dos níveis plasmáticos de cálcio e fosfato está estipulada nas informações oficiais de prescrição.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem com Alfad (Paracetamol) é uma emergência médica grave, principalmente devido ao risco de hepatotoxicidade severa, que pode evoluir para insuficiência hepática aguda e morte. O fator mais crítico na sobredosagem é a possibilidade de sintomas tardios, uma vez que os sinais iniciais podem estar ausentes ou ser inespecíficos, incluindo apenas náuseas, vómitos, transpiração excessiva ou mal-estar geral. As evidências clínicas e bioquímicas de lesão hepática muitas vezes não se tornam aparentes antes de passadas 24 a 48 horas, ou mais, após a ingestão.

A procura de assistência médica imediata é obrigatória após qualquer suspeita de sobredosagem, mesmo que o indivíduo se sinta bem. Esta ação urgente é necessária porque a eficácia do antídoto específico é máxima quando este é administrado o mais rapidamente possível, idealmente nas primeiras oito horas após a ingestão. Adiar o tratamento até ao aparecimento de sinais óbvios de toxicidade grave (como icterícia ou dor na zona superior direita do abdómen) pode reduzir significativamente as probabilidades de um desfecho positivo.

Os fatores que aumentam o risco de lesões hepáticas graves incluem a ingestão única de uma dose superior à dose diária máxima recomendada, ou a toma de doses elevadas ao longo de vários dias, especialmente em indivíduos com consumo crónico de álcool ou subnutrição. As orientações de emergência determinam estritamente o contacto imediato com os serviços de ajuda médica perante a suspeita de sobredosagem, dado que a intervenção célere é essencial para prevenir danos hepáticos potencialmente fatais.

Usos terapêuticos de Alfad

O que o Alfad trata: Principais utilizações e benefícios

O Alfad (Alfacalcidol) é considerado relevante no domínio terapêutico da gestão de distúrbios minerais e ósseos, especialmente em situações onde a ativação natural da Vitamina D está afetada. Este medicamento é habitualmente utilizado em diversas condições caracterizadas por períodos de agravamento de sintomas relacionados com desequilíbrios sistémicos. O fármaco desempenha um papel na gestão de patologias como a osteodistrofia renal, o hiperparatiroidismo secundário, o raquitismo, a osteomalácia e a hipocalcemia sintomática.

Apoio Terapêutico em Condições Crónicas

O Alfad é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, tais como na insuficiência renal crónica e em doentes submetidos a diálise. O Alfad é utilizado para a gestão dos níveis minerais em situações onde os doentes experienciam um desequilíbrio sistémico. Esta intervenção auxilia na manutenção do equilíbrio mineral e pode fazer parte de uma gestão sintomática que contribui para atenuar o fardo sintomático global durante períodos de stress relacionados com o desequilíbrio sistémico. O medicamento aborda sintomas relacionados com o aumento da atividade neurológica ou muscular, incluindo cãibras musculares, parestesias (formigueiro), dor óssea e fraqueza.

“Esta aplicação apoia a correta mineralização óssea e pode auxiliar na abordagem de sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico nestas condições.”

Facto Rápido: Alívio do Desconforto Musculoesquelético

O Alfad apoia os doentes ao proporcionar um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras. Esta ação pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional e do bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Alfad — Informação Regulamentar Oficial

O perfil de elegibilidade para o Alfad (Alfacalcidol) é definido por proibições absolutas e restrições específicas documentadas na rotulagem aprovada pelas autoridades governamentais.

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Populações para as quais o uso é permitido Adultos, idosos e crianças são geralmente elegíveis, com algumas agências reguladoras a estabelecerem a utilização inclusive em neonatos. Doentes com insuficiência renal crónica são elegíveis, sendo esta uma indicação primária.
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com hipercalcemia, hiperfosfatemia ou evidência existente de sobredosagem de Vitamina D não devem utilizar este medicamento. A contraindicação aplica-se também a quem tenha hipersensibilidade conhecida ao Alfacalcidol ou aos seus excipientes.
Regras de elegibilidade por idade O uso em doentes pediátricos (menores de 18 anos) está indicado como não estabelecido para certas formulações em cápsula por algumas monografias nacionais de produto.
Estado de elegibilidade na gravidez e lactação Gravidez: O uso não é recomendado. Lactação: A amamentação deve ser evitada.
Restrições relacionadas com a elegibilidade O uso requer precaução em doentes com doenças granulomatosas (ex: sarcoidose) devido à sensibilidade acrescida à Vitamina D.

Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

Categoria Classificação
Classificação de gravidade da elegibilidade Contraindicado (Hipercalcemia); Não Recomendado/A Evitar (Gravidez, Lactação); Precaução (Doenças Granulomatosas).
Base regulamentar Resumo das Características do Medicamento (RCM) e Monografias Nacionais de Produto.

Estrutura de Elegibilidade Resultante

Declarações oficiais de elegibilidade:

Contraindicado quando existe evidência bioquímica de hipercalcemia ou sobredosagem de Vitamina D. O uso não é recomendado em mulheres grávidas e a amamentação deve ser evitada. O estado de elegibilidade para doentes pediátricos não está universalmente estabelecido em todas as agências reguladoras e formulações.

Ligação ao perfil global de elegibilidade:

Os documentos regulamentares governamentais definem estritamente a não elegibilidade ao proibirem o uso em doentes com anomalias bioquímicas específicas preexistentes ou hipersensibilidade. A elegibilidade em populações sensíveis, como grávidas ou crianças, é qualificada ou restrita para definir as fronteiras autorizadas de utilização.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil regulamentar oficial do Alfad define várias interações significativas com medicamentos e outras substâncias, centrando-se principalmente nos efeitos sobre a homeostasia do cálcio e na modificação da exposição sistémica, conforme documentado na rotulagem oficial. A coadministração com quaisquer outros preparados de Vitamina D (incluindo o Calcitriol e o Colecalciferol) é formalmente designada como contraindicada, devido ao risco explícito de efeitos aditivos que podem conduzir a uma hipercalcemia grave.

Interações documentadas na rotulagem oficial:

Classificação da Interação Agentes Interagentes Resultado Regulamentar Oficial
Efeitos Farmacodinâmicos Diuréticos Tiazídicos, Glicosídeos Cardioativos Os tiazídicos aumentam o risco de hipercalcemia ao reduzirem a excreção de cálcio; a hipercalcemia pode potenciar a toxicidade dos glicosídeos cardioativos.
Modificação da Exposição Anticonvulsivantes (ex: Fenitoína), Glicocorticosteroides Redução da concentração plasmática de Alfad devido ao aumento da degradação metabólica (anticonvulsivantes); os glicocorticosteroides neutralizam oficialmente os efeitos do Alfad.

Restrições Específicas e Regras de Temporização: Os sequestradores de ácidos biliares (ex: Colestiramina) exigem uma separação temporal na administração para evitar a redução da absorção intestinal de Alfad, requerendo a toma pelo menos uma hora antes ou quatro a seis horas após o sequestrador. Está também documentado que o óleo mineral prejudica a absorção intestinal. Além disso, o uso de antiácidos contendo magnésio é uma nota específica para certas populações: deve ser evitado em contextos de insuficiência renal, devido ao risco documentado de hipermagnesemia.

Mecanismo de ação

O mecanismo farmacodinâmico do Alfad (Alfacalcidol) é regido pelo seu papel na facilitação da regulação do equilíbrio do cálcio e do fosfato através de sinalização hormonal direta.

Contornar a Ativação Renal e Atuar no VDR

O mecanismo central da molécula envolve o seu estado como um pró-fármaco que requer apenas uma única etapa de hidroxilação no fígado — frequentemente não regulada — para se tornar na sua forma biologicamente ativa, o Calcitriol. Este processo contorna a etapa de 1-alfa-hidroxilação que é normalmente regulada pelo rim. O Calcitriol resultante atua então como um agonista do Recetor da Vitamina D (VDR), um recetor nuclear encontrado em células-alvo por todo o corpo.

Coordenação da Homeostasia Mineral Sistémica

A ativação do VDR inicia uma cascata de transcrição que coordena a regulação mineral em múltiplos sistemas. Este mecanismo aumenta a absorção intestinal de cálcio e fosfato, suprime diretamente a síntese da Paratormona (PTH) pelas glândulas e modula o equilíbrio da atividade das células ósseas. Esta ação tripartida impulsiona a elevação dos níveis minerais, o que fornece o substrato necessário para a mineralização da matriz óssea e para o desempenho dos miócitos (células musculares).

Informações sobre dosagem e administração

Orientações Oficiais de Administração

A administração de Alfad (Alfacalcidol) é definida por procedimentos específicos e protocolos de ajuste posológico estabelecidos pelas autoridades reguladoras. O medicamento é administrado através de duas vias principais oficialmente aprovadas: a via oral (utilizando cápsulas moles, comprimidos ou solução líquida) ou a via intravenosa (IV), sendo esta última habitualmente reservada a doentes em diálise. A administração oral segue, na maioria das vezes, um regime de uma toma diária, embora os protocolos para doentes em diálise possam permitir uma terapia intermitente por impulsos, realizada em dois ou três dias por semana. O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos e deve ser administrado de forma consistente à mesma hora todos os dias.

Intervalo de Dosagem (Adultos) Regime Inicial Intervalo de Manutenção
Dose Inicial Padrão 1 µg/dia 0,25 a 2 µg/dia
Dose Inicial (Insuficiência Renal) 0,25 µg/dia Até 4,0 µg/dia (Hipoparatiroidismo)

O protocolo oficial de utilização exige ajustes frequentes determinados pelos resultados laboratoriais. A dosagem não é estática, devendo ser titulada lentamente com base na monitorização sistemática dos níveis de cálcio e fosfato no soro. Os ajustes iniciais são efetuados em pequenos incrementos (por exemplo, 0,25 a 0,5 µg) a cada duas ou quatro semanas. Caso os níveis de cálcio sérico subam excessivamente, o procedimento regulamentar determina que o tratamento deve ser temporariamente interrompido e, posteriormente, reiniciado com metade da dose anterior, assim que os níveis normalizem. Existem também orientações específicas para a dose inicial em idosos e doentes pediátricos, baseadas no peso. O doente não deve tomar uma dose dupla para compensar uma dose esquecida.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Alfad

Esta secção resume a investigação publicada disponível para o Alfad (Alfacalcidol), detalhando os objetivos dos estudos, os padrões identificados nos dados de investigação e os aspetos que permanecem incertos. Este resumo utiliza uma linguagem não técnica e evita recomendações clínicas.


Evidência sobre o Equilíbrio Mineral na Doença Renal Crónica

A investigação sobre o Alfad estudou a sua utilização em desequilíbrios minerais, incluindo níveis elevados de Hormona Paratiroideia (PTH), que é um componente das alterações ósseas e minerais na Doença Renal Crónica (DRC). Ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECA) e estudos comparativos exploraram doentes adultos em diferentes fases da DRC. Os investigadores monitorizaram prioritariamente as variações em medições sanguíneas fundamentais, tais como as concentrações de PTH intacta, cálcio sérico e fosfato sérico.

Os estudos descreveram como o Alfad afeta o controlo da PTH. Os resultados indicam padrões observados onde os níveis de PTH medidos foram mais baixos durante períodos de estudo de curto prazo. Esta utilização foi associada a um aumento observado nos níveis de cálcio e fosfato no sangue, o que exigiu ajustes nos protocolos de estudo durante os ensaios. Esta necessidade de monitorização cuidadosa e constante dos níveis minerais contribui para o panorama geral de evidência sobre a condução destes ensaios.


Investigação sobre Saúde Óssea e Densidade Mineral

A investigação examinou o Alfad para a sua utilização em tipos específicos de fragilidade óssea, incluindo a Osteodistrofia Renal e a Osteoporose Induzida por Glicocorticoides (OIG). Relativamente à OIG, ensaios clínicos aleatorizados de longo prazo monitorizaram alterações na Densidade Mineral Óssea (DMO) e a incidência de novas fraturas em doentes adultos que já tomavam glicocorticoides. Os dados do grupo que recebeu Alfad associado a cálcio mostram padrões relacionados com medições específicas da DMO e taxas de fratura, o que foi observado em alguns estudos.

No caso da Osteodistrofia Renal, ensaios prospetivos e aleatorizados examinaram os seus efeitos principalmente em doentes com DRC moderada a grave, utilizando biópsias ósseas para analisar diretamente alterações na estrutura óssea e nas taxas de renovação como resultados relacionados com o desconforto físico. Os resultados descrevem padrões observados nos marcadores de renovação óssea.


Lacunas na Investigação e Incertezas Remanescentes

Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos no que diz respeito ao impacto do Alfad em eventos clínicos major, como episódios cardiovasculares, e os dados ainda estão a surgir nestas áreas. A qualidade da evidência varia entre os estudos e os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, o que limita a aplicabilidade destes resultados a outras populações.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Alfad (FAQ)


P: Quanto tempo demora normalmente a sentir-se os efeitos do Alfad?

De acordo com a informação farmacológica oficial, os efeitos clínicos iniciais, tais como o aumento da absorção de cálcio nos intestinos, podem começar poucas horas após a administração. O efeito pode ser revertido poucos dias após a interrupção da utilização.


P: O Alfad é um tratamento de longo prazo ou apenas por um curto período?

Os documentos regulamentares oficiais indicam que este medicamento é utilizado na gestão de condições crónicas, como as relacionadas com doenças renais de longa duração. No entanto, a evidência relativa aos efeitos a longo prazo em certos desfechos de saúde major ainda está a surgir. A duração da utilização é definida no plano de tratamento estabelecido por um profissional de saúde.


P: O Alfad interage com vitaminas ou suplementos comuns?

A informação regulamentar estabelece formalmente que a coadministração com todos os outros preparados de Vitamina D, incluindo suplementos, é proibida. Isto deve-se ao risco de efeitos aditivos que podem levar a níveis excessivos de cálcio (hipercalcemia). Recomenda-se também precaução relativamente a suplementos que contenham magnésio se o doente sofrer de insuficiência renal.


P: Com que tipo de alimentos ou bebidas devo ter cuidado ao utilizar Alfad?

A informação regulamentar oficial observa que a absorção do medicamento no organismo pode ser prejudicada pela utilização de óleo mineral. Fontes gerais indicam que substâncias como a cafeína podem inibir a absorção do cálcio, que é o mineral que o Alfad se destina a regular.


P: É normal ter certos efeitos secundários ligeiros ao iniciar o Alfad?

As possíveis reações adversas listadas nos documentos regulamentares incluem náuseas, vómitos ou tonturas. O texto regulamentar completo estipula que é necessária uma monitorização regular dos níveis minerais após o início do tratamento, uma vez que podem ocorrer níveis elevados de cálcio precocemente no processo terapêutico.


P: Porque é que se aconselha as pessoas a informar o médico sobre todos os suplementos antes de iniciarem o Alfad?

Os documentos oficiais listam múltiplas interações conhecidas que afetam o equilíbrio mineral (ex: Vitamina D, magnésio) ou a exposição ao fármaco (ex: glicocorticosteroides). Isto indica que as potenciais interações são complexas e exigem a divulgação de todos os produtos coadministrados para gerir os riscos.


P: O Alfad afeta a forma como me sinto de imediato?

Os efeitos secundários comunicados nos documentos oficiais incluem astenia (fraqueza), somnolência ou tonturas. O aparecimento destes efeitos subjetivos está ligado à influência rápida e inicial do medicamento nos níveis minerais do corpo.


P: É seguro beber álcool enquanto estou a tomar Alfad?

Algumas formas líquidas de Alfad podem conter uma pequena quantidade de álcool (etanol) como ingrediente inativo. Separadamente, as orientações gerais de segurança dos medicamentos referem que o álcool pode inibir a absorção de cálcio.


P: O Alfad provoca ganho ou perda de peso?

A documentação regulamentar oficial lista a perda de apetite (anorexia) e a perda de peso como possíveis efeitos secundários. O ganho de peso não está listado como uma reação adversa oficial associada ao medicamento.


P: O Alfad é aprovado pelas principais organizações de saúde?

O medicamento é autorizado e regulado pelos principais organismos governamentais de controlo de medicamentos, incluindo a FDA, a EMA e a Health Canada. A sua substância ativa está também classificada no sistema Anatómico Terapêutico Químico (ATC) da Organização Mundial da Saúde.


P: O Alfad é utilizado para tratar outras condições além da principal?

Sim, além de abordar os desequilíbrios minerais associados à doença renal crónica, a informação regulamentar afirma que o medicamento também está autorizado para a gestão de outras condições específicas, tais como o hipoparatiroidismo e certos tipos de raquitismo e osteomalacia.


P: Existe uma versão genérica do Alfad disponível?

De acordo com os documentos de informação do produto, a substância ativa, o alfacalcidol, está vulgarmente disponível em versões genéricas, bem como nas suas formulações de marca.


P: Quanto tempo permanece o Alfad no organismo após a última utilização?

Os documentos farmacológicos oficiais indicam que a semivida do medicamento é de aproximadamente 4 horas, o que significa que metade do fármaco é eliminado nesse tempo. No entanto, a duração do seu efeito farmacológico global no corpo dura mais tempo, normalmente cerca de 3 a 5 dias.


P: O Alfad é uma substância controlada?

Os organismos reguladores classificam o Alfad como um Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM), o que significa que requer uma prescrição de um profissional de saúde licenciado. Não está formalmente classificado como uma substância controlada.


P: O que significa 'contraindicação' no contexto do Alfad?

Uma 'contraindicação' é um termo utilizado para descrever uma condição ou circunstância, como níveis elevados de cálcio preexistentes ou hipersensibilidade conhecida, que torna a utilização do medicamento oficialmente proibida. Os documentos regulamentares afirmam que o medicamento não deve ser utilizado quando está presente uma contraindicação, devido ao risco elevado.


P: O Alfad tem algum efeito na pressão arterial?

Níveis elevados de cálcio (hipercalcemia), que constituem um efeito adverso fundamental, estão associados ao potencial de hipertensão (pressão arterial elevada) como uma complicação possível.


P: O Alfad interage com a cafeína?

Algumas fontes de informação sobre medicamentos indicam que a ingestão de cafeína pode inibir a absorção do cálcio, que é o mineral que o Alfad foi concebido para ajudar a regular.

Como Alfad deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Alfad?

A rotulagem oficial do Alfad define regras precisas para o armazenamento, proteção e eliminação do medicamento.

Requisitos de Conservação e Estabilidade Mandatos Regulamentares Oficiais
Temperatura e Condições Armazene o Alfad estritamente dentro do intervalo de temperatura especificado na embalagem (ex: temperatura ambiente ou refrigeração). É necessária proteção contra a luz e a humidade, caso indicado no rótulo.
Manuseamento e Segurança Não congele o Alfad, a menos que receba instruções em contrário. Mantenha o medicamento no seu recipiente original. É obrigatório armazenar o Alfad fora da vista e do alcance de crianças e animais de estimação.
Estabilidade Durante o Uso Se o Alfad exigir reconstituição ou abertura, o rótulo especifica o período exato (ex: 14 dias) após o qual o produto deve ser descartado, mesmo que ainda reste medicamento.
Instruções de Eliminação O Alfad não utilizado ou fora de validade deve ser eliminado de forma segura. O método preferencial é através de programas autorizados de recolha de medicamentos (como o sistema VALORMED). Se não estiver disponível uma opção de recolha, elimine o medicamento no lixo doméstico de acordo com as instruções oficiais, que envolvem misturá-lo com uma substância indesejável (como borras de café ou areia de gato) e selá-lo num recipiente. Não deite o Alfad nos esgotos ou canalizações, a menos que conste numa lista oficial de medicamentos aprovados para esse fim.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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