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Alencar

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Alencar

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Método de ação: Anti-Abstinence, Antiemetic

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Alencar

Propriedades do Alencar

Propriedade Descrição
Substância ativa Ondansetrom (cloridrato de ondansetrom di-hidratado)
Forma Comprimidos (incluindo ODT), Solução Oral, Injeção
Classe farmacológica Antiemético, Antagonista seletivo dos recetores 5-HT3
Objetivo geral Gestão e prevenção de náuseas e vómitos
Origem Sintética (Composto de carbazol)

O Alencar é um produto medicinal altamente seletivo que contém a substância ativa ondansetrom, um composto sintético que funciona como um potente antiemético. Pertence à classe dos antagonistas dos recetores de serotonina de primeira geração, clinicamente reconhecida pela sua ação direcionada contra os sinais de mal-estar. O fármaco é classificado como um produto de substância única (monoterapia) e proporciona um alívio focado ao intervir nas vias de sinalização química do organismo. A eficácia do ondansetrom na gestão de sintomas relacionados com o desconforto induzido por agentes químicos está confirmada, o que significa que o medicamento está verificado para interromper a via de sinalização que despoleta a sensação de enjoo.


Definir o Alencar: Um Fármaco Antiemético Seletivo

O Alencar é uma entidade que contém ondansetrom, um antagonista potente e seletivo dos recetores 5-HT3. Esta classificação precisa define o medicamento pelo seu modo de ação, distinguindo-o de classes de antieméticos mais antigas que, frequentemente, apresentam efeitos menos específicos. O propósito fundamental deste composto é bloquear sinais chave transmitidos pela serotonina, um mensageiro de ocorrência natural que inicia o circuito reflexo causador de náuseas e vómitos. O ondansetrom atua bloqueando os recetores 5-HT3 a nível central e periférico. Esta ação dupla é central para a forma como o medicamento alcança o efeito pretendido contra as sensações de mal-estar, particularmente em situações onde a libertação de serotonina é elevada.


Formas Disponíveis: Preparações Farmacêuticas do Alencar

O Alencar (ondansetrom) é fornecido em múltiplas formas farmacêuticas, permitindo flexibilidade na via de administração. As preparações farmacêuticas disponíveis incluem comprimidos revestidos por película convencionais, comprimidos orodispersíveis (ODT) especializados, uma solução oral e uma solução injetável para administração parentérica. Esta gama de opções de entrega, incluindo a forma ODT de dissolução rápida, otimiza o tratamento quando a ingestão oral é necessária. Estas preparações, compostas pelo composto ativo apoiado por excipientes e veículos farmacêuticos, permitem a utilização tanto por via oral como intravenosa, otimizando a entrega com base nos requisitos clínicos.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Alencar?

Alencar: Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

A documentação regulamentar oficial classifica os possíveis efeitos secundários do Alencar (ondansetrom) com base na sua frequência e nos sistemas fisiológicos afetados. Estas informações refletem o perfil de segurança de alto nível documentado pelas autoridades de saúde governamentais.

Âmbito das Reações Adversas

Classificação Efeito Secundário Representativo Classe de Sistemas de Órgãos
Muito Frequentes (ge 1/10) Cefaleia Doenças do Sistema Nervoso
Frequentes (ge 1/100 a < 1/10) Obstipação Doenças Gastrointestinais
Pouco Frequentes (ge 1/1.000 a < 1/100) Aumentos transitórios nos testes de função hepática, Convulsões, Arritmias Doenças Hepatobiliares, Sistema Nervoso, Cardíacas
Raros (ge 1/10.000 a < 1/1.000) Prolongamento do intervalo QT, Anafilaxia Doenças Cardíacas, Sistema Imunitário

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

O perfil de segurança regulamentar destaca vários riscos e limitações graves. O risco de Síndrome Serotoninérgica está documentado, particularmente quando o Alencar é utilizado em conjunto com outros medicamentos que afetam os níveis de serotonina. O fármaco está associado a um risco, dependente da dose, de prolongamento do intervalo QT, o que pode potencialmente levar a Torsade de Pointes (TdP), uma anomalia grave do ritmo cardíaco.

Relativamente a populações especiais, o rótulo oficial estabelece explicitamente que é necessária uma restrição da dose diária total para doentes com insuficiência hepática moderada a grave, devido à redução da depuração do fármaco nesta população.

Ligação ao Perfil de Segurança Global

Esta estrutura estabelece o quadro de segurança oficial ao identificar os efeitos reportados com maior frequência (Cefaleia) a par daqueles que são raros, mas clinicamente graves (riscos cardíacos). A documentação regulamentar enfatiza limitações de segurança específicas para doentes com compromisso hepático e a necessidade de cautela relacionada com o potencial para alterações graves do ritmo cardíaco. O perfil global define estritamente os riscos conhecidos pela sua frequência e impacto fisiológico.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Uma sobredosagem com Alencar, que contém ondansetrom, está associada a riscos específicos e oficialmente documentados que envolvem os sistemas cardiovascular e nervoso central. As manifestações listadas oficialmente incluem a anomalia elétrica cardíaca conhecida como prolongamento do intervalo QT e o ritmo cardíaco irregular grave e potencialmente fatal, Torsade de Pointes. Estão também documentados sinais neurológicos resultantes da sobre-exposição, tais como convulsões, perturbações visuais transitórias e a ocorrência de síndrome serotoninérgica. Nestas circunstâncias, é também reportada obstipação grave.

É necessária assistência médica imediata perante o aparecimento de determinados sintomas. As orientações oficiais estabelecem que se deve procurar cuidados médicos urgentes em caso de batimento cardíaco irregular, desmaio ou dificuldade em respirar. Se um paciente sofrer um colapso, uma convulsão ou não puder ser despertado, os serviços de emergência devem ser contactados de imediato.

As informações oficiais confirmam que não se conhece um antídoto específico para esta sobredosagem. A gestão clínica deve, portanto, basear-se em tratamento sintomático e de suporte, incluindo a monitorização por ECG para avaliar a atividade elétrica cardíaca. Notas específicas sobre determinadas populações destacam um risco acrescido em crianças pequenas e indivíduos com insuficiência hepática grave, devido à redução da depuração do fármaco.

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Usos terapêuticos de Alencar

O que o Alencar trata: principais utilizações e benefícios

O Alencar (ondansetrom) é utilizado para a gestão de quadros angustiantes de náuseas e vómitos em diversos contextos clínicos críticos. Esta abordagem terapêutica de suporte contribui para aliviar a carga sintomática global e ajuda a manter uma sensação de estabilidade durante períodos de stress sintomático agudo. O medicamento é habitualmente aplicado para prevenir o mal-estar causado pelo tratamento do cancro e por intervenções cirúrgicas.


Áreas Principais de Alívio Sintomático

Este antiemético é frequentemente utilizado em condições que apresentam episódios agudos de mal-estar. As indicações primárias referem-se ao enjoo resultante de quimioterapia ou radioterapia, bem como à prevenção e ao tratamento de náuseas e vómitos pós-operatórios (NVPO). É também utilizado em condições episódicas graves, tais como a hiperemese gravídica ou a gastroenterite. O fármaco é aplicado para auxiliar em conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou disruptivos, proporcionando cuidados de suporte que podem contribuir para um maior conforto durante estas fases.

"O medicamento é relevante para a gestão de sintomas que interferem com o conforto diário e pode fornecer um apoio que ajuda a aliviar o peso global dos sintomas."

O Alencar é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões sintomáticos agudos ou instáveis, abordando os sintomas que interferem com as atividades rotineiras. Proporciona um alívio de suporte quando os sintomas são muito percetíveis ou recorrentes, podendo ajudar os pacientes a lidar de forma mais constante com episódios difíceis.


Facto Rápido: Alívio para Enjoo Agudo
O Alencar é relevante para aliviar sintomas que criam um esforço fisiológico notável, tais como as náuseas e os vómitos agudos e tardios experienciados durante e após os ciclos de tratamento oncológico.
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Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Alencar (Ondansetrom)

A elegibilidade para a utilização do Alencar (ondansetrom) é rigorosamente definida pelas autoridades regulamentares com base em proibições absolutas, condições clínicas preexistentes e limitações etárias.

Contraindicações e Restrições

O medicamento é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou que estejam a receber apomorfina concomitantemente. A utilização também não é recomendada para doentes com síndrome congénita do QT longo, devido ao risco cardíaco estabelecido. A elegibilidade é restrita em doentes com insuficiência hepática grave (pontuação de Child-Pugh ge 10), situação em que a dose diária total deve ser limitada ao máximo indicado nas informações do produto. É necessária precaução em doentes com fatores de risco preexistentes para arritmias ou anomalias eletrolíticas. A forma de comprimido orodispersível (ODT) exige um aviso específico para doentes com fenilcetonúria.

Elegibilidade por Idade e Condição

Grupo Populacional Estatuto de Elegibilidade
CINV Pediátrico (Náuseas e Vómitos por Quimioterapia) Aprovado para crianças a partir dos 6 meses de idade.
NVPO Pediátrico (Náuseas e Vómitos Pós-Operatórios) Aprovado para crianças a partir de 1 mês de idade.
Insuficiência Renal Elegível; não é necessário qualquer ajuste de dosagem.
Gravidez Restrito; utilização considerada apenas após a falha de agentes alternativos.
Idosos Os dados são insuficientes para tirar conclusões em doentes com mais de 75 anos.

O perfil regulamentar categoriza a utilização com base na gravidade, proibindo o uso em grupos contraindicados e limitando-o noutros casos em função da integridade dos órgãos, garantindo a adesão às diretrizes de segurança estabelecidas.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação do Alencar é determinado significativamente pela sua relação com as enzimas metabólicas do Citocromo P450 (CYP) 3A4, para as quais o fármaco atua como um substrato. A administração conjunta com outros produtos pode aumentar ou diminuir a concentração de Alencar no organismo, o que exige uma gestão cuidadosa.

Categorias Principais de Interação

Categoria de Medicamento Interatuante Efeito na Exposição ao Alencar Ação Regulamentar Resultante
Inibidores Fortes do CYP3A4 (ex: Itraconazol) Aumento da exposição Requer redução da dose de Alencar
Inibidores Moderados do CYP3A4 Aumento da exposição Requer redução da dose de Alencar
Indutores Fortes do CYP3A4 (ex: Rifampicina) Diminuição significativa da exposição A coadministração é contraindicada
Indutores Moderados do CYP3A4 Diminuição da exposição Requer aumento da dose de Alencar

Base Mecanística e Outras Condicionantes

O Alencar é também um substrato para os transportadores de captação OATP1B1 e OATP1B3, e para o transportador de efluxo BCRP. No entanto, os documentos oficiais referem que a inibição destes transportadores específicos não é considerada clinicamente significativa para o Alencar. Por conseguinte, não é necessário qualquer ajuste de dose quando o fármaco é coadministrado com inibidores do OATP1B1, OATP1B3 ou BCRP. A interação mais restritiva é a contraindicação com indutores fortes do CYP3A4, como a Rifampicina, o que impede o uso combinado devido ao risco de uma redução severa na eficácia do medicamento.

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Mecanismo de ação

Inibição Direcionada da Tirosina Quinase de Bruton (BTK)

O Alencar atua como um inibidor seletivo que se liga de forma não covalente à enzima Tirosina Quinase de Bruton (BTK). Esta ação molecular direcionada interrompe a cascata de sinalização que a BTK é responsável por iniciar no interior das células B.


Modulação da Sinalização das Células B e do Comportamento Celular

A inibição da BTK bloqueia diretamente sinais críticos da via do Recetor das Células B (BCR), os quais são necessários para a ativação e sobrevivência das células B. Ao modificar esta via, o fármaco inibe a proliferação, a migração e a manutenção da viabilidade celular.


Efeito Fisiológico Resultante: Regulação Celular e Tecidual

A ativação deste mecanismo específico resulta na modulação das respostas celulares geradas pela via BCR. A consequência biológica da inibição da sobrevivência e proliferação das células B traduz-se numa diminuição do tamanho e volume global dos tecidos linfoides.

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Informações sobre dosagem e administração

O Alencar (ondansetrom) é oficialmente administrado por diversas vias, incluindo a oral (através de comprimidos, solução ou comprimidos orodispersíveis) e a parentérica (injeção intravenosa ou intramuscular). O padrão de utilização baseia-se num esquema por eventos, o que significa que as doses são cronometradas especificamente em função do tratamento emetogénico. As doses por via oral podem ser tomadas com ou sem alimentos.

Indicação Dose Inicial e Cronologia (Adultos)
Quimioterapia Altamente Emetogénica (HEC) Dose oral única de 24 mg, 30 min antes do tratamento.
Quimioterapia Moderadamente Emetogénica (MEC) 8 mg por via oral, 30 min antes; 8 mg decorridas 8 horas.
Náuseas e Vómitos Pós-Operatórios (NVPO) 16 mg por via oral, 1 hora antes da anestesia.

No caso da MEC, o regime inicial é seguido pela administração de 8 mg, duas vezes ao dia, durante um a dois dias após a conclusão do ciclo de quimioterapia. A administração intravenosa para quimioterapia é tipicamente realizada em três doses de 0,15 mg/kg (com um máximo de 16 mg por dose), iniciando-se a dose inicial 30 minutos antes do tratamento. Estas doses intravenosas requerem diluição e devem ser infundidas ao longo de 15 minutos.

Regras específicas para determinadas populações incluem um ajuste obrigatório da dose em casos de insuficiência hepática grave: a dose diária total para estes doentes (pontuação de Child-Pugh ge 10) não deve ultrapassar os 8 mg. Não é necessário proceder a ajustes de dose em doentes com insuficiência renal. De acordo com as instruções oficiais, os comprimidos orodispersíveis (ODT) devem dissolver-se sobre a língua, sem mastigar e sem necessidade de água.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Alencar

Esta secção resume os tipos de estudos de investigação e ensaios clínicos que foram realizados para avaliar o Alencar (ondansetrom), focando-se apenas no panorama da evidência oficial. Descreve o que a investigação explorou e o que permanece incerto, sem fornecer qualquer aconselhamento clínico ou recomendações.

Evidência para utilização em Náuseas e Vómitos Induzidos por Quimioterapia (CINV)

A investigação que explora a utilização do Alencar para os sintomas associados ao tratamento do cancro é extensa, consistindo principalmente em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (RCTs) de larga escala, revisões sistemáticas e meta-análises. A investigação analisou a administração do Alencar isoladamente ou como parte de regimes combinados. Os investigadores monitorizaram resultados relacionados com alterações episódicas ou agudas (medidas nas primeiras 24 horas após a quimioterapia) e sintomas tardios (medidos nos dias seguintes ao tratamento).

Os resultados descrevem padrões observados nestes estudos, onde os investigadores monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico durante a fase aguda da quimioterapia. No entanto, as medições reportadas para a fase tardia dos sintomas, particularmente a náusea tardia, mostraram por vezes uma maior variabilidade entre as diferentes publicações de investigação. Isto realça que, embora a investigação tenha explorado alterações a curto prazo num ambiente controlado, os padrões de resposta aos sintomas tardios continuam a ser uma área de investigação científica contínua.

Evidência para utilização em Náuseas e Vómitos Pós-Operatórios (NVPO)

Existe um vasto corpo de evidência, principalmente sob a forma de ensaios clínicos controlados e revisões sistemáticas, que explorou a utilização do Alencar para os sintomas após cirurgias sob anestesia geral. Estes estudos incluíram populações de doentes adultos e pediátricos. A investigação analisou a administração do Alencar para observar resultados relacionados com os sintomas após a anestesia geral e também para abordar sintomas que ocorrem pouco tempo depois.

Estudos monitorizaram resultados relacionados com alterações episódicas ou agudas, tais como o número de episódios de vómitos e a necessidade de antieméticos de resgate durante o primeiro dia após a operação. Os estudos monitorizaram padrões de alteração a curto prazo neste contexto agudo. Contudo, os dados disponíveis fornecem informações limitadas quanto a resultados a longo prazo ou à durabilidade dos efeitos medidos ao longo de períodos de muitos meses ou anos.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Alencar (FAQ)


P: O Alencar é considerado um novo tipo de medicamento?

Os documentos oficiais classificam o Alencar como um antagonista seletivo dos recetores 5-HT3. Esta classificação descreve a ação direcionada do fármaco em vias de sinalização específicas, distinguindo-o de outras classes de compostos antieméticos.


P: Porque é que algumas pessoas se referem ao Alencar como um medicamento de "manutenção"?

O regime para quimioterapia moderadamente emetogénica inclui doses de acompanhamento durante um a dois dias após a conclusão do tratamento principal. Este curto período de utilização preventiva contínua alinha-se com a forma como o termo "manutenção" é utilizado informalmente por algumas pessoas.


P: Qual é a duração habitual do tratamento com Alencar?

A utilização aprovada é tipicamente de curto prazo, uma vez que o fármaco se destina à prevenção e gestão de episódios de náuseas e vómitos. Por exemplo, o tratamento associado à quimioterapia limita-se frequentemente a um período de 1 a 5 dias.


P: O Alencar está aprovado para utilização em jovens ou apenas em populações mais velhas?

Sim, os documentos oficiais preveem elegibilidade específica para doentes pediátricos, começando logo aos 1 ou 6 meses de idade, dependendo do motivo específico da utilização. A informação regulamentar refere também que os dados atuais são insuficientes para tirar conclusões em doentes com mais de 75 anos de idade.


P: É seguro tomar Alencar antes de uma cirurgia, de acordo com os avisos oficiais?

O Alencar está aprovado para administração cerca de uma hora antes da indução da anestesia para prevenir náuseas e vómitos após a cirurgia. Isto está em conformidade com as instruções do rótulo para a profilaxia de Náuseas e Vómitos Pós-Operatórios (NVPO).


P: Porque é que os doentes precisam de realizar certos exames antes de iniciarem o Alencar?

O perfil de segurança regulamentar inclui riscos documentados, como o prolongamento do intervalo QT (uma alteração cardíaca) e aumentos transitórios nos testes de função hepática. Os documentos oficiais estabelecem requisitos para avaliar o estado cardíaco e hepático subjacente, razão pela qual a monitorização e os exames prévios podem fazer parte do plano de tratamento.


P: Que tipo de monitorização é normalmente necessária enquanto se toma Alencar?

A documentação regulamentar assinala o risco de prolongamento do intervalo QT e a possibilidade de aumentos transitórios nos testes de função hepática (TFH). Devido a estes riscos, a supervisão médica está indicada para a avaliação destes parâmetros fisiológicos específicos durante o período de utilização.


P: De que forma o Alencar difere de outros medicamentos comuns usados para a mesma condição?

O Alencar é classificado como um antagonista dos recetores 5-HT3 altamente seletivo. Esta classificação descreve o mecanismo de ação do fármaco em recetores de serotonina específicos, diferenciando-o de outras classes de antieméticos.


P: Quais são os efeitos secundários mais frequentemente comunicados associados ao Alencar?

De acordo com os documentos oficiais, os efeitos secundários mais comuns incluem cefaleia (dor de cabeça), que é muito comum (afetando 1 ou mais em cada 10 pessoas), e obstipação, que é comum (afetando 1 ou mais em cada 100 pessoas).


P: Tomar Alencar pode causar sensações de fadiga ou falta de energia?

Os documentos regulamentares listam a fadiga ou o mal-estar (uma sensação geral de desconforto) como uma reação adversa comum associada ao uso de Alencar em certas situações.


P: É comum as pessoas sentirem alterações no sono ao iniciarem o Alencar?

A documentação oficial de segurança refere que foram comunicadas alterações relacionadas com o sono. Estas podem incluir sonolência, dificuldade em dormir ou alterações nos padrões de sono, como parte do perfil de segurança global.


P: Com que rapidez se deve esperar notar alguma alteração após iniciar o Alencar?

O fármaco é normalmente administrado entre 30 minutos a uma hora antes do evento previsto (como quimioterapia ou cirurgia), permitindo que esteja totalmente ativo no momento necessário para a prevenção.


P: A evidência do Alencar provém principalmente de ensaios de curto prazo?

Os estudos e a informação oficial indicam que a evidência científica consiste principalmente em ensaios clínicos controlados focados em alterações e resultados agudos de curto prazo. A documentação regulamentar confirma que existe informação limitada disponível sobre resultados a longo prazo ou efeitos que durem muitos meses ou anos.


P: Qual é o papel do Alencar num plano de tratamento mais abrangente?

O papel do Alencar num plano mais vasto é definido pela sua classificação como um antiemético seletivo. É utilizado especificamente para gerir e prevenir náuseas e vómitos associados a outros tratamentos médicos, como a quimioterapia ou a cirurgia.


P: Quanto tempo permanece o Alencar no organismo após a última dose?

Os documentos regulamentares indicam que a semivida média de eliminação do fármaco é de aproximadamente 5,7 horas. A semivida refere-se ao tempo necessário para que a quantidade de substância ativa no organismo diminua para metade.


P: Existem avisos específicos sobre conduzir ou utilizar máquinas durante o uso de Alencar?

Os avisos oficiais referem que os indivíduos devem ter precaução ao conduzir ou utilizar máquinas até saberem como o Alencar os afeta. Esta cautela regulamentar baseia-se no potencial do fármaco para causar tonturas ou sensação de desmaio.


P: O Alencar tem algum aviso relacionado com a função renal ou hepática?

Sim, o perfil regulamentar define uma restrição de dose obrigatória para doentes com insuficiência hepática grave. A informação oficial também afirma que, geralmente, não é necessário ajuste de dose para doentes com insuficiência renal.


P: O Alencar apresenta risco de dependência de acordo com as fontes regulamentares?

O Alencar (ondansetrom) não está atualmente classificado como uma substância controlada de acordo com as regulamentações federais dos EUA. Os medicamentos sujeitos a regras de substâncias controladas são aqueles que apresentam um risco elevado de dependência ou abuso.


P: O Alencar é frequentemente prescrito em conjunto com outros medicamentos?

A evidência de investigação e os documentos regulamentares descrevem que o Alencar tem sido estudado e utilizado em regimes combinados com outros medicamentos para a prevenção de náuseas e vómitos.


P: Qual é o significado do "aviso de caixa preta" (black box warning) no rótulo do Alencar?

A documentação regulamentar oficial dos EUA para o Alencar (ondansetrom) não contém atualmente um "Aviso de Caixa Preta". Este tipo de aviso é reservado para riscos de segurança graves em determinados medicamentos.


P: As fontes oficiais descrevem o Alencar como curativo ou de gestão de sintomas?

Os documentos oficiais descrevem o propósito do fármaco como a gestão e prevenção de náuseas e vómitos. Isto indica que o seu papel é o controlo de sintomas, em vez de proporcionar uma cura para a condição subjacente.


P: Como é que os investigadores medem o sucesso do Alencar nos ensaios clínicos?

Nos ensaios clínicos, os investigadores mediram o sucesso através da monitorização de resultados específicos. Estes incluíram a observação de alterações agudas nos sintomas, a contagem do número total de episódios de vómitos e o acompanhamento da necessidade de medicação antiemética de resgate.


P: O Alencar afeta o humor ou a clareza mental de formas registadas por fontes oficiais?

A documentação oficial inclui relatos de efeitos no sistema nervoso central (SNC). Estes efeitos, que podem envolver alterações de humor, ansiedade ou confusão, estão registados como parte do perfil de segurança global.


P: Qual é o prazo de validade ou a condição de armazenamento típica para o Alencar?

As condições de armazenamento exigidas para comprimidos e solução oral são geralmente especificadas entre 15°C e 30°C. A informação oficial refere também que a solução oral deve ser armazenada sem refrigeração.

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Como Alencar deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Alencar

O armazenamento do Alencar (ondansetrom) deve cumprir rigorosamente os requisitos regulamentares para preservar a sua qualidade e estabilidade.

Conservação e Manuseamento

Forma Farmacêutica Condições de Armazenamento Exigidas
Comprimidos / ODT / Solução Oral Conservar geralmente entre 15°C e 30°C. Não refrigerar a solução oral.
Injetável (Não diluído) Conservar entre 2°C e 25°C. Proteger da luz.

Todas as formas do medicamento devem ser mantidas no seu recipiente original e guardadas de forma segura, fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Eliminação

Após a solução injetável ser diluída com um fluido apropriado, deve ser utilizada num prazo de 24 horas. O Alencar não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais. O método preferencial é a entrega num programa de retoma de medicamentos (como os disponíveis nas farmácias). Se este não estiver disponível, deve misturar o medicamento com uma substância desagradável, selá-lo num recipiente e colocá-lo no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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