Alectinib

Links rápidos para seções importantes

Alectinib

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Alectinib

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Cloridrato de alectinib
Forma Farmacêutica Cápsula
Classe Farmacológica Inibidor da Tirosina Quinase (ITQ)
Origem Composto orgânico sintético

Que tipo de medicamento é o alectinib?

O alectinib é um agente antineoplásico de elevada especificidade, classificado como um inibidor da tirosina quinase (ITQ) de segunda geração, inserindo-se na classe farmacológica mais ampla dos inibidores das proteínas quinases. O componente químico ativo é o cloridrato de alectinib, um composto orgânico sintético. Esta estrutura assegura que o alectinib funcione como um produto monocomponente, representando uma forma moderna de terapia dirigida. Este mecanismo atua através do bloqueio dos sinais que levam à multiplicação de determinadas células.

Forma e Objetivo Terapêutico Geral

O alectinib foi concebido para administração por via oral e é disponibilizado em forma de cápsula. O objetivo terapêutico geral consiste em interromper o mecanismo molecular específico que impulsiona o crescimento de determinados tumores, através da inibição seletiva da proteína Quinase do Linfoma Anaplásico (ALK) anómala. Esta ação trava eficazmente os sinais de crescimento constante enviados pelas células malignas. O alectinib possui uma forte capacidade para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE), o que significa que o fármaco consegue atingir e atuar sobre células malignas em áreas críticas, como o cérebro e a medula espinhal, tornando-o uma ferramenta fundamental na gestão da propagação da doença.

Como se distingue o alectinib de outros inibidores da ALK?

O alectinib distingue-se de alguns agentes anteriores, especificamente dos inibidores da ALK de primeira geração, devido à sua maior estabilidade molecular e atividade contra linhagens celulares resistentes. A sua principal característica diferenciadora é a capacidade superior de atravessar a BHE, permitindo alcançar concentrações elevadas e uma retenção prolongada no Sistema Nervoso Central (SNC). Esta capacidade oferece uma vantagem distinta para doentes adultos com tumores ALK-positivos, uma vez que auxilia no controlo de células cancerígenas que migraram para o SNC, proporcionando uma abordagem mais abrangente de controlo dirigido da doença em comparação com agentes que apresentam uma penetração limitada no SNC.

Quais efeitos secundários são possíveis com Alectinib?

Possíveis Efeitos Secundários e Informação de Segurança

O perfil de segurança do alectinib é estruturado para classificar as reações adversas com base na sua frequência e no sistema orgânico afetado. Esta classificação ajuda a definir as características gerais de risco do medicamento. Os seguintes efeitos secundários estão documentados com base em dados de ensaios clínicos e vigilância pós-comercialização.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Categoria Exemplos (SOC)
Muito Frequentes (Mais de 1 em 10) Fadiga/astenia, obstipação, edema, mialgia, erupção cutânea, perturbações visuais, aumento das enzimas hepáticas (AST/ALT/bilirrubina), anemia, aumento da CPK.
Frequentes (Até 1 em 10) Náuseas, vómitos, cefaleia (dor de cabeça), dispneia (falta de ar), disgeusia (alteração do paladar).
Pouco Frequentes (Até 1 em 100) Doença Pulmonar Intersticial (DPI)/pneumonite, lesão renal aguda, hepatotoxicidade grave.

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

Estão identificadas reações adversas graves específicas, incluindo a hepatotoxicidade (lesão hepática grave), a doença pulmonar intersticial/pneumonite e a bradicardia sintomática (ritmo cardíaco lento). É também observada mialgia grave associada a elevações elevadas da creatina fosfoquinase (CPK). A maioria dos aumentos das enzimas hepáticas é tipicamente observada durante os primeiros três meses de tratamento.

Segurança em Populações Específicas: Com base no seu mecanismo e em achados não clínicos, o alectinib apresenta um risco de danos fetais. Mulheres com potencial reprodutivo devem utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento e por um período especificado após a dose final; o mesmo requisito aplica-se a homens com parceiras femininas. Devido ao conteúdo de excipientes, indivíduos com problemas hereditários raros, como a intolerância à lactose, não devem utilizar este produto.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Mapa de Sobredosagem: Sobredosagem e quando procurar ajuda

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Apresentações de sobredosagem documentadas Não está documentado um perfil de sintomas específico ou único para a sobredosagem aguda. A gestão clínica exige a monitorização das toxicidades graves conhecidas do fármaco, que podem ser exacerbadas.
Sistemas fisiológicos afetados Os sistemas hepático, cardiovascular, pulmonar, renal e musculoesquelético são o foco da monitorização obrigatória durante uma exposição excessiva.
Fatores relacionados com a dose ou exposição Não está definido um nível de dose tóxica única específico na informação oficial. A gestão foca-se nas consequências clínicas da sobre-exposição.
Notas de sobredosagem para populações específicas Nada detalhado explicitamente nas secções regulamentares de sobredosagem para qualquer população específica.
Declarações de resposta de emergência No caso de uma sobredosagem, o tratamento deve consistir em medidas gerais de suporte.
Quando é necessária ajuda médica imediata É necessária assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem. A intervenção urgente é indicada para sintomas potencialmente fatais, como bradicardia sintomática ou elevações graves das enzimas hepáticas.

Classificações de sobredosagem

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Classificação de gravidade A gravidade é classificada pelas toxicidades resultantes (ex.: Grau 4), que podem levar à descontinuação permanente obrigatória do medicamento.
Restrições no contexto de sobredosagem A gestão limita-se à monitorização do doente quanto a reações adversas e à prestação de cuidados gerais de suporte.

Estrutura resultante em caso de sobredosagem

O tratamento para uma suspeita de sobredosagem consiste na aplicação de medidas gerais de suporte e na monitorização rigorosa do doente para a deteção de reações adversas. É importante notar que não existe nenhum antídoto específico documentado para esta substância. É necessária ajuda médica imediata para qualquer suspeita de sobredosagem ou para o surgimento de manifestações graves, tais como bradicardia potencialmente fatal ou Doença Pulmonar Intersticial (DPI)/Pneumonite.

Os protocolos definem o perfil de sobredosagem estipulando que, perante a ausência de um antídoto específico, a gestão deve focar-se na prestação de cuidados de suporte. A estrutura clínica para a exposição excessiva envolve a monitorização imediata de toxicidades graves conhecidas, incluindo complicações cardíacas e hepáticas, sendo a descontinuação permanente do fármaco obrigatória no caso de toxicidades potencialmente fatais. Este quadro exige atenção médica urgente sempre que se suspeite de uma sobredosagem ou quando ocorrem manifestações graves de toxicidade.

Usos terapêuticos de Alectinib

Principais Utilizações e Benefícios do Alectinib

O alectinib é geralmente utilizado em situações que envolvem determinados sintomas penosos ligados à doença subjacente. Este medicamento é frequentemente indicado em condições caracterizadas por períodos de intensificação de sintomas, nomeadamente no Câncro do Pulmão de Células Não Pequenas (CPCNP) em doentes com a mutação ALK-positiva. A sua utilização é considerada relevante em contextos clínicos de doença sistémica, nos quais os sintomas se podem intensificar temporariamente.

O principal benefício do tratamento pode integrar-se na gestão sintomática aplicada em domínios onde seja necessário um suporte adicional. Ao auxiliar na gestão terapêutica da condição, o alectinib ajuda a aliviar a carga global de sintomas. Pode também auxiliar na gestão de sintomas relacionados com o aumento da atividade neurológica quando a patologia afeta o Sistema Nervoso Central, apoiando o doente durante episódios de maior desconforto.

“Esta terapia é habitualmente utilizada para ajudar os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações de sintomas associadas a formas genéticas específicas de cancro do pulmão.”

Este apoio ajuda a aliviar sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico, o que contribui para atenuar o peso total da sintomatologia e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Facto Rápido: Apoio para Sintomas Relacionados com o Desequilíbrio Sistémico O alectinib é comummente utilizado para ajudar com sintomas que criam um esforço fisiológico percetível. Isto auxilia na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas interferem com o funcionamento quotidiano.

Critérios de utilização e restrições

O alectinib é indicado exclusivamente para utilização em doentes adultos com cancro do pulmão de células não pequenas (CPCNP) positivo para a quinase do linfoma anaplásico (ALK). Este requisito baseia-se na determinação oficial de que a sua segurança e eficácia não foram estabelecidas em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos.

Contraindicações e Restrições

Classificação Regra/Restrição (Informação Oficial)
Contraindicação Absoluta Doentes com hipersensibilidade conhecida ao alectinib ou a qualquer um dos seus excipientes não devem utilizar o medicamento.
Exclusão Condicional Não deve ser utilizado em doentes com problemas hereditários raros, tais como intolerância à galactose ou deficiência congénita de lactase, devido à presença de lactose na sua composição.
Restrição por Função Orgânica A utilização em doentes com insuficiência hepática grave requer uma dose inicial inferior. A utilização em doentes com insuficiência renal grave não foi estabelecida, mas tipicamente não requer alteração da dose inicial.

Gravidez e Aleitamento: O alectinib pode causar danos fetais, de acordo com evidências obtidas em estudos animais. Mulheres com potencial reprodutivo devem utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento e por um período após a dose final (que varia entre 5 semanas a 3 meses, dependendo das diretrizes regionais). O aleitamento não é recomendado durante o tratamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interação oficial do alectinib é definido principalmente pelas regras de coadministração e pelos efeitos nos transportadores de fármacos. O medicamento é um substrato do metabolismo da enzima CYP3A4, mas os estudos clínicos indicam que não existem alterações clinicamente relevantes na exposição global quando este é coadministrado com inibidores fortes da CYP3A (como o posaconazol) ou indutores (como a rifampicina).

Da mesma forma, o alectinib não apresenta um efeito clinicamente significativo na exposição de substratos sensíveis da CYP3A (midazolam) ou da CYP2C8 (repaglinida), o que simplifica a gestão destas combinações. No entanto, o alectinib e o seu metabolito ativo M4 estão documentados como inibidores dos transportadores de efluxo glicoproteína-P (P-gp) e BCRP. Recomenda-se a monitorização adequada do doente sempre que o alectinib for coadministrado com substratos destes transportadores.

Existe uma interação clinicamente significativa com os alimentos, que aumentam consideravelmente a absorção e a biodisponibilidade do fármaco (em aproximadamente 3,1 vezes). Devido a este efeito, a administração de alectinib deve obrigatoriamente ser feita com alimentos.

Poderá ocorrer uma interação farmacodinâmica com produtos medicinais conhecidos por causar bradicardia (ritmo cardíaco lento) ou com medicamentos anti-hipertensores. Caso o doente desenvolva bradicardia sintomática, é necessária a avaliação destes produtos concomitantes para um potencial ajuste.

Mecanismo de ação

Bloqueio Seletivo da Enzima Oncogénica ALK

O alectinib funciona como um inibidor da tirosina quinase, visando seletivamente a proteína de fusão ALK anómala. A molécula estabelece uma ligação competitiva na bolsa de ligação do ATP do domínio da quinase. Esta interação molecular impede a ativação da enzima, o que representa o passo fundamental na inibição do sinal de crescimento constante da célula maligna, resultando na consequência fisiológica de inibir o mecanismo celular.

Interrupção das Vias de Sobrevivência Celular

O bloqueio da ALK impede a ativação subsequente de circuitos de comunicação interna críticos, incluindo as cascatas de sinalização PI3K/AKT/mTOR e STAT3. Ao desativar estas vias de pró-sobrevivência, o fármaco retira à célula maligna os sinais internos necessários para viver e multiplicar-se, forçando a célula a entrar em apoptose (morte celular programada), o que atua no sentido de travar a proliferação.

Mecanismo de Acesso ao Sistema Nervoso Central (SNC)

Este domínio detalha a capacidade do fármaco de ultrapassar a barreira hematoencefálica (BHE). A estrutura química do alectinib impede que este seja expelido pela bomba de efluxo da glicoproteína-P, permitindo uma retenção sustentada do fármaco no SNC. Esta característica mecanística fundamental assegura que a ação inibitória seja eficaz contra os mecanismos celulares alvo no cérebro e na medula espinhal, conduzindo a uma distribuição sistémica do efeito inibidor.

Informações sobre dosagem e administração

O alectinib é administrado exclusivamente por via oral, sob a forma de cápsulas duras de 150 mg. O esquema posológico padrão para adultos é de 600 mg tomados duas vezes ao dia, o que resulta numa dose diária total de 1200 mg. É uma condição obrigatória de administração que o medicamento seja tomado com alimentos para assegurar a absorção correta. As cápsulas devem ser engolidas inteiras e não devem ser abertas, esmagadas ou dissolvidas, conforme especificado nas instruções oficiais.

A dosagem é mantida por um período prolongado, dependendo do contexto terapêutico. No contexto adjuvante, o tratamento é continuado por uma duração fixa de dois anos, ou até à recorrência da doença. No contexto metastático, o medicamento é administrado continuamente até ser observada a progressão da doença ou o desenvolvimento de toxicidade inaceitável.

As normas de procedimento definem os ajustes posológicos e a gestão de esquecimentos. Se um doente não tolerar a dose padrão, os escalões de redução oficiais permitem que a dose seja diminuída sequencialmente para 450 mg duas vezes ao dia e, posteriormente, para 300 mg duas vezes ao dia. Se uma dose planeada for esquecida, ou se ocorrerem vómitos, o doente deve saltar essa dose e retomar o horário regular na próxima toma agendada; não devem ser tomadas doses duplas. Além disso, doentes com insuficiência hepática grave devem iniciar o tratamento com uma dose inicial reduzida de 450 mg duas vezes ao dia.

Evidência clínica recente

A evidência clínica do alectinib deriva principalmente de grandes ensaios clínicos controlados e aleatorizados de âmbito global, que exploram a sua aplicação em diferentes estadios do cancro do pulmão de células não pequenas com mutação ALK positiva.

A investigação em doença metastática em doentes que nunca receberam tratamento prévio utilizou ensaios clínicos aleatorizados para comparar o alectinib com um inibidor de ALK que constituía o tratamento padrão anterior. Estes estudos avaliaram resultados fundamentais como o tempo vivido sem progressão do cancro (Sobrevivência Livre de Progressão) e a Sobrevivência Global. Foi atribuído um foco significativo à medição da ausência de progressão da doença no Sistema Nervoso Central. No entanto, a interpretação a longo prazo dos dados de Sobrevivência Global é dificultada pelo fenómeno de "crossover" (cruzamento de braços do estudo), uma vez que muitos doentes do grupo de comparação transitaram posteriormente para o alectinib, afetando a capacidade do ensaio original em reportar diferenças absolutas de sobrevivência entre as duas estratégias iniciais.

No contexto adjuvante (estadio inicial), após a remoção cirúrgica do tumor, um ensaio clínico controlado de Fase 3 explorou o medicamento face à quimioterapia padrão, medindo a Sobrevivência Livre de Doença. Embora os relatórios de investigação iniciais tenham observado medições de Sobrevivência Livre de Doença, os resultados finais de Sobrevivência Global ainda não estão totalmente estabelecidos porque os dados são ainda considerados imaturos. Isto significa que os padrões de sobrevivência e de recorrência a longo prazo, para além do período fixo de dois anos de tratamento, continuam a ser monitorizados.

O alectinib também foi estudado para utilização em doentes cuja doença avançada progrediu após tratamento prévio com crizotinib, baseando-se em ensaios de Fase II de menor dimensão e em estudos observacionais. Geralmente, a evidência comparativa para comparações diretas do alectinib face a outros inibidores de ALK modernos é limitada, e a investigação permanece em curso para compreender padrões de resistência específicos e abordar lacunas de evidência em grupos especiais de doentes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o alectinib (FAQ)

P: Para que é utilizado principalmente o alectinib?

De acordo com a informação oficial do produto, o alectinib é indicado para o tratamento do cancro do pulmão de células não pequenas (CPCNP) positivo para a quinase do linfoma anaplásico (ALK). Está aprovado para utilização tanto em estádios avançados (metastáticos) como em contexto adjuvante, ou seja, após a remoção cirúrgica do tumor.

P: Existem restrições alimentares que deva seguir durante a utilização?

As instruções oficiais determinam que este medicamento deve ser tomado com alimentos para garantir uma absorção ideal. Fora esta indicação, os profissionais de saúde aconselham geralmente a manutenção de uma dieta normal, a menos que o médico assistente forneça orientações específicas.

P: Qual é o risco de problemas hepáticos com o alectinib?

A informação oficial indica que o alectinib pode causar problemas no fígado, uma condição designada como hepatotoxicidade. O aumento das enzimas hepáticas (ALT, AST) e da bilirrubina são reações adversas comuns que podem ocorrer durante o tratamento.

P: O alectinib pode ser utilizado por pessoas com problemas cardíacos pré-existentes?

Os estudos mostram que o alectinib pode causar um abrandamento do ritmo cardíaco (bradicardia). Por este motivo, os documentos oficiais indicam que a monitorização da frequência cardíaca e da pressão arterial por um profissional de saúde faz parte do protocolo de tratamento obrigatório.

P: De que forma é que o alectinib afeta as enzimas hepáticas?

O aumento de enzimas como a ALT e a AST, bem como da bilirrubina, são reações adversas frequentes registadas em estudos. Os documentos regulamentares especificam que a monitorização destas enzimas através de análises ao sangue é uma parte obrigatória do protocolo de segurança.

P: Quais são as principais contraindicações do alectinib?

A única contraindicação absoluta definida nos documentos regulamentares é a hipersensibilidade (reação alérgica grave) à substância ativa, o alectinib, ou a qualquer um dos excipientes do produto.

P: Qual é a duração média da resposta mencionada nos ensaios clínicos?

Para doentes que recebem o medicamento em estádio inicial (adjuvante), a evidência científica indica que a mediana da Sobrevivência Livre de Doença ainda não tinha sido alcançada no momento da análise primária, refletindo o período em que os doentes viveram sem recorrência da doença.

P: O alectinib é uma forma de quimioterapia ou um tipo diferente de tratamento?

A informação oficial descreve o alectinib como um Inibidor da Tirosina Quinase (TKI), que é um tipo de terapia alvo. Este mecanismo ataca seletivamente a proteína de fusão ALK e é distinto da quimioterapia tradicional baseada em platina.

P: Quais são os efeitos secundários mais comuns do alectinib?

Fontes oficiais relatam que os efeitos secundários mais comuns, que afetam mais de 2 em cada 10 pessoas, incluem obstipação, dores musculares, fadiga, inchaço (edema), erupção cutânea e tosse.

P: O alectinib causa queda de cabelo?

Os dados oficiais de segurança reportam que a queda de cabelo (alopécia) não consta entre os efeitos secundários muito comuns ou comuns observados nos ensaios clínicos com alectinib.

P: O alectinib pode afetar a minha visão?

Sim, os documentos regulamentares listam as perturbações visuais como efeitos secundários comuns. Estas podem incluir visão turva, pontos ou moscas volantes, redução da acuidade visual e visão dupla.

P: É normal sentir cansaço ao tomar alectinib?

Sim, a informação oficial do produto indica que a fadiga é um efeito secundário muito comum relatado pelos doentes nos ensaios clínicos.

P: Que tipo de monitorização de rotina é necessária?

As diretrizes oficiais indicam que é necessária a monitorização de vários indicadores de saúde, incluindo análises ao sangue regulares para verificar as enzimas hepáticas e as enzimas musculares, bem como controlos frequentes da frequência cardíaca e da pressão arterial.

P: O alectinib interage com suplementos de ervas como a Erva de S. João?

A informação oficial para o doente estabelece que o médico deve ser informado sobre todos os suplementos de ervas tomados durante o tratamento, incluindo a Erva de S. João.

P: Existem riscos específicos com atividades ou exposição solar?

Sim, a informação de segurança indica que é necessário evitar a luz solar direta e utilizar medidas de proteção, como vestuário protetor, óculos de sol e protetor solar com FPS 50+, durante o tratamento e até 7 dias após a última dose.

P: Mulheres grávidas ou a amamentar podem utilizar o alectinib?

Os documentos regulamentares referem que o medicamento pode causar danos fetais. Mulheres com potencial reprodutivo devem utilizar contraceção eficaz durante o tratamento e até 5 semanas após o seu término. É desaconselhado o aleitamento durante o tratamento e até 1 semana após a última dose.

P: O alectinib tem impacto na fertilidade masculina?

O rótulo regulamentar indica que os homens devem utilizar contraceção eficaz durante o tratamento e até 3 meses após a dose final.

P: O que devo fazer se tiver uma erupção cutânea grave?

A erupção cutânea é um efeito secundário comum. A orientação oficial afirma que é necessária a consulta imediata de um profissional de saúde perante qualquer efeito secundário grave, agravamento de sintomas ou alterações na pele.

P: Onde posso encontrar a informação oficial de prescrição do alectinib?

A informação oficial completa está disponível nos sites de organismos reguladores ou na página oficial do fabricante.

P: O alectinib pode interagir com medicamentos comuns de venda livre?

A informação para o doente indica que o médico deve ser informado sobre todos os medicamentos, incluindo vitaminas, suplementos e fármacos de venda livre.

P: O que acontece se o alectinib deixar de funcionar?

O tratamento continua até que a doença progrida ou até que se desenvolva uma toxicidade inaceitável. O médico assistente avalia estas condições para determinar a interrupção ou ajuste da terapêutica.

P: A tensão arterial baixa é comum durante o tratamento?

A informação regulamentar refere a bradicardia como um efeito secundário frequente. A monitorização da frequência cardíaca e da pressão arterial por um profissional de saúde é uma medida de segurança obrigatória.

P: Como é que o tratamento com alectinib se compara a um grupo placebo em investigação?

Nos estudos principais para doença avançada, o alectinib foi frequentemente comparado com outro inibidor de ALK ou quimioterapia, mas não foi comparado com um placebo.

P: Existem outros nomes comerciais para o alectinib?

Sim, o nome comercial do medicamento alectinib é Alecensa.

P: O alectinib causa dores musculares ou nas articulações?

Sim, os relatórios de segurança listam a dor muscular (mialgia) e a dor nas articulações como reações adversas comuns sentidas pelos doentes.

P: O alectinib pode afetar os meus níveis de açúcar no sangue?

A informação oficial indica que níveis elevados de açúcar no sangue foram relatados como um efeito secundário metabólico comum em ensaios clínicos.

P: É possível ter uma reação alérgica ao alectinib?

Sim, os documentos oficiais afirmam que o medicamento é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao alectinib ou a qualquer um dos seus excipientes.

Como Alectinib deve ser armazenado e descartado?

Os requisitos oficiais para a conservação e eliminação das cápsulas de alectinib centram-se no controlo ambiental e na segurança do doente.

Condições de Conservação

O alectinib deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, definida entre os 20°C e os 25°C, sendo permitidas variações limitadas até aos 30°C. As cápsulas devem ser mantidas na embalagem de origem e protegidas da luz; o frasco deve ser mantido bem fechado para garantir a integridade do medicamento. Por motivos de segurança, o medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O alectinib não utilizado ou fora do prazo de validade, bem como quaisquer materiais residuais associados, devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais em vigor. As diretrizes determinam que a eliminação seja efetuada através de uma unidade de tratamento de resíduos aprovada, especificamente como resíduo farmacêutico. Os resíduos contaminados não devem, em circunstância alguma, ser vertidos nos esgotos ou canais de drenagem.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Alectinib encontrado em:

ÍNDICE A-Z: