Albis

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Albis

O que é o Albis?

O Albis é um medicamento de combinação que associa dois princípios ativos, o sucralfato e o lactato de alumínio, destinado ao tratamento de diversas afeções gastrointestinais. É frequentemente utilizado para aliviar sintomas relacionados com a inflamação da mucosa gástrica e para promover a proteção do revestimento do estômago e do duodeno.

A função principal deste fármaco baseia-se na sua capacidade de formar uma barreira protetora física sobre as áreas lesionadas ou inflamadas do trato digestivo. Ao aderir às proteínas nas superfícies das úlceras ou erosões, o medicamento cria um escudo que protege o tecido contra a ação corrosiva do ácido gástrico, da pepsina e dos sais biliares, permitindo que a mucosa recupere de forma mais eficaz.

Além da sua ação protetora, o Albis contribui para a neutralização moderada da acidez gástrica e auxilia na redução do desconforto abdominal, da sensação de queimadura e da dor epigástrica. É indicado para pacientes com gastrite, duodenite e úlceras pépticas, atuando localmente sem ser significativamente absorvido pela corrente sanguínea, o que limita a sua atividade sistémica no organismo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Albis?

O perfil de segurança do Albis, um medicamento de associação, baseia-se nas reações adversas e nas classificações de segurança documentadas das suas substâncias ativas (Ranitidina, Sucralfato e Dicitrato de Bismuto Tripotássico), conforme reportado em documentos regulatórios oficiais.

Âmbito das Reações Adversas

As reações identificadas são categorizadas de acordo com a sua frequência e as classes de órgãos e sistemas afetados:

Classificação por frequência: As reações comuns documentadas incluem obstipação (frequentemente associada ao sucralfato) e dores de cabeça. Os efeitos pouco comuns incluem diarreia, boca seca, náuseas e erupções cutâneas. Eventos raros incluem a pancreatite aguda e reações hepáticas graves.

Classes de órgãos e sistemas envolvidos: Os sistemas oficialmente afetados incluem doenças gastrointestinais (ex.: flatulência, formação de bezoares), doenças do sistema nervoso (ex.: tonturas, confusão mental reversível), doenças do sistema imunitário (ex.: hipersensibilidade) e doenças hepatobiliares (ex.: hepatite).

Reações adversas graves: Eventos raros e clinicamente significativos documentados incluem choque anafilático, hepatite grave com ou sem icterícia e alterações hematológicas severas (como a agranulocitose). A acumulação de alumínio e a toxicidade relacionada (ex.: encefalopatia) constituem um risco documentado em doentes com insuficiência renal crónica.

Segurança em Populações Específicas e Limitações

A rotulagem oficial define considerações de segurança específicas para certos grupos de doentes. A insuficiência renal exige precaução, uma vez que os componentes ranitidina e alumínio (proveniente do sucralfato) são substancialmente excretados pelos rins, aumentando o risco de acumulação e toxicidade. As notas de segurança indicam também que a resposta sintomática ao componente redutor de acidez não exclui a possibilidade de uma patologia gástrica maligna subjacente. Uma consequência esperada e inofensiva do componente de bismuto é o escurecimento das fezes e/ou da língua.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Âmbito da Sobredosagem

A sobredosagem com Albis pode manifestar-se através de uma variedade de sintomas documentados que afetam o Sistema Nervoso Central (SNC), o sistema cardiovascular, o sistema renal e o sistema gastrointestinal. As apresentações clínicas incluem efeitos no SNC, como confusão, letargia, convulsões e coma, além de sinais cardiovasculares como taquicardia e hipotensão. Existem riscos específicos de toxicidade, incluindo a encefalopatia por bismuto e sinais de acumulação de alumínio, associados a ingestões massivas ou cumulativas.

A suscetibilidade aos efeitos de uma sobredosagem varia consoante o grupo populacional:

Doentes com insuficiência renal pré-existente apresentam um risco acrescido de toxicidade devido à redução da depuração e à consequente acumulação de metais. Doentes idosos demonstram uma maior vulnerabilidade aos efeitos no sistema nervoso central.

As normas de resposta de emergência determinam que se deve procurar assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem. Em caso de sintomas potencialmente letais, como convulsões ou perda de consciência, deve-se contactar imediatamente os serviços de emergência ou um centro de informação antivenenos certificado. A ajuda médica urgente é necessária para qualquer sobredosagem conhecida ou suspeita, particularmente na presença de manifestações neurológicas ou cardiovasculares graves.

Classificações de Sobredosagem

A gravidade de um evento de sobredosagem pode variar desde sintomas transitórios até situações fatais, incluindo coma, convulsões e danos neurológicos severos. Esta classificação baseia-se nas informações oficiais de prescrição e no Resumo das Características do Medicamento das substâncias ativas. Devido à inexistência de um antídoto específico para esta combinação, a gestão clínica foca-se no tratamento sintomático e de suporte, o que pode incluir procedimentos de eliminação reforçada, como lavagem gástrica ou administração de carvão ativado, quando aplicável.

Perfil Oficial de Sobredosagem

As declarações oficiais indicam que a sobredosagem pode apresentar efeitos no SNC, progredindo de confusão e letargia para convulsões ou coma em casos graves, exigindo a monitorização do estado neurológico. O perfil inclui manifestações cardiovasculares que requerem monitorização cardíaca imediata por profissionais de saúde. O risco de toxicidade específica dos componentes, como a encefalopatia por bismuto e a acumulação de alumínio, exige a avaliação da função renal, especialmente em indivíduos com compromisso prévio. O tratamento é estritamente de suporte e sintomático.

Os documentos regulatórios definem o perfil de sobredosagem do Albis como uma combinação de riscos sistémicos, impulsionados principalmente pela toxicidade cardiovascular e neurológica da componente antagonista dos recetores H2, e pelos riscos significativos de acumulação metálica das componentes Sucralfato e Bismuto. Este perfil de risco composto resulta no mandato regulatório universal de procurar atenção médica imediata para qualquer ingestão que exceda a dose prescrita, enfatizando que a gestão requer monitorização profissional e procedimentos específicos de suporte ou eliminação.

Usos terapêuticos de Albis

Para que serve o Albis: principais utilizações e benefícios

O Albis é geralmente utilizado em domínios terapêuticos onde é necessário um suporte sintomático adicional para condições que envolvem manifestações episódicas ou flutuantes causadas por determinadas infeções parasitárias. O medicamento é relevante para aliviar a carga sintomática associada a condições específicas: a neurocisticercose e a equinococose cística.

Esta área terapêutica central é frequentemente utilizada para ajudar em padrões de sintomas agudos ou disruptivos, podendo fazer parte da gestão sintomática de outros tipos de infestações parasitárias intestinais. O componente ativo pode auxiliar na gestão de sintomas que criam um esforço fisiológico percetível e apoia os doentes durante episódios de maior desconforto.

Enquanto tratamento antiparasitário, este medicamento contribui para atenuar a carga global dos sintomas, proporcionando um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras. Apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

“A utilização principal auxilia na gestão de sintomas que criam um esforço funcional percetível.”

Facto Rápido: Contribui para a melhoria do conforto durante períodos de intensificação dos sintomas.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade oficial e restrições de utilização do Albis

O perfil de elegibilidade para o Albis é definido oficialmente por contraindicações específicas e restrições de populações documentadas em fontes regulatórias governamentais. Estas normas estabelecem quem não deve utilizar o medicamento e quem necessita de consideração especial.

Contraindicações Absolutas (Não Deve Utilizar)

Hipersensibilidade: O Albis não deve ser utilizado por doentes com uma alergia grave conhecida ou hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos seus componentes inativos (excipientes).

Estado Fisiológico: A utilização durante a gravidez é formalmente contraindicada, exigindo frequentemente a interrupção da utilização assim que a gravidez seja detetada e a adoção de medidas contracetivas eficazes durante o tratamento.

Populações que Requerem Consideração Especial

A utilização não é recomendada ou exige uma monitorização rigorosa em doentes com condições pré-existentes, tais como insuficiência hepática grave (doença do fígado) ou insuficiência renal grave (doença dos rins). A segurança e eficácia do Albis não estão frequentemente estabelecidas na população pediátrica (crianças), sendo a sua utilização neste grupo tipicamente restrita ou não recomendada com base nas regras de elegibilidade por idade oficiais.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Albis é um medicamento de associação fixa cujo perfil oficial de interações é definido por três domínios farmacocinéticos principais, decorrentes das suas substâncias ativas.

A componente Sucralfato interfere na absorção de outros medicamentos ao ligar-se fisicamente a fármacos administrados por via oral no trato gastrointestinal. Esta interação não sistémica está documentada como redutora da biodisponibilidade de medicamentos como a Digoxina, a Fenitoína, a L-tiroxina e os antibióticos do grupo das Fluoroquinolonas. Para mitigar este efeito, a rotulagem regulatória oficial exige um intervalo obrigatório de duas horas entre a administração do Sucralfato e a toma destes medicamentos orais co-administrados.

A Ranitidina é responsável pelo segundo domínio, relativo à alteração da exposição sistémica. Ao elevar o pH gástrico, a ranitidina pode reduzir a absorção de certos medicamentos sensíveis ao pH. Inversamente, aumenta também a absorção sistémica da própria componente de bismuto, o que leva a um risco oficialmente assinalado de níveis elevados de bismuto no plasma. Além disso, a ranitidina afeta a eliminação de outros fármacos através da inibição dos transportadores renais de catiões orgânicos.

Uma terceira restrição fundamental diz respeito a populações específicas. Em doentes com insuficiência renal crónica, a excreção deficiente do alumínio absorvido da componente Sucralfato representa um risco documentado de acumulação de alumínio e toxicidade. A co-administração com preparações de citrato é restrita, uma vez que estas potenciam a absorção sistémica do alumínio.

Mecanismo de ação

Como funciona o Albis

O Albis é um medicamento composto por uma combinação de substâncias ativas que atuam de forma complementar para o alívio de sintomas gastrointestinais. O mecanismo de ação baseia-se na neutralização da acidez excessiva no estômago e na proteção da mucosa gástrica contra agentes irritantes.

Um dos componentes principais atua como um antiácido direto, reagindo quimicamente com o ácido clorídrico presente no suco gástrico. Esta reação resulta na formação de substâncias neutras, o que eleva o pH do estômago e reduz a agressividade da acidez sobre as paredes do trato digestivo. Este efeito proporciona um alívio rápido da sensação de ardor e desconforto associada à azia.

Adicionalmente, o Albis possui propriedades que auxiliam na formação de uma barreira protetora. Esta barreira física adere à parede do estômago e do esófago, isolando os tecidos sensíveis do contacto com o ácido e com as enzimas digestivas, como a pepsina. Este processo é fundamental para permitir que as áreas irritadas recuperem sem a agressão contínua do conteúdo gástrico.

O medicamento atua localmente no sistema digestivo, o que minimiza a sua absorção sistémica. Ao focar-se na estabilização do ambiente gástrico, o Albis ajuda a restaurar o equilíbrio fisiológico necessário para uma digestão confortável, sem interferir diretamente nos processos biológicos complexos de produção de ácido a longo prazo.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Albis

O Albis é um medicamento de administração oral, apresentado na forma de comprimidos revestidos por película, destinado ao uso sistemático no tratamento de lesões na mucosa gastrointestinal. A sua administração segue protocolos rigorosos definidos pelas autoridades reguladoras para assegurar o correto funcionamento da sua fórmula multicomponente única.

Administração e Horários

Este medicamento deve ser tomado por via oral de acordo com um regime específico, que envolve habitualmente uma dose tomada duas vezes ao dia. Este esquema baseia-se nos padrões de dosagem estabelecidos para a substância Citrato de Bismuto de Ranitidina, que é frequentemente utilizada numa dose de 400 mg em regimes combinados.

Um requisito crítico para a administração é o momento da toma em relação à ingestão de alimentos. O comprimido deve ser tomado com o estômago vazio. Além disso, produtos que contenham antiácidos não devem ser consumidos no período de meia hora antes ou depois da dose. Esta restrição temporal é essencial para evitar interferências com a componente do medicamento responsável pela formação da barreira protetora.

Duração do Tratamento e Regras para Populações Específicas

Os ciclos de tratamento são habitualmente limitados no tempo, seguindo geralmente um período de 28 dias para regimes de erradicação, ou um ciclo mais longo de 4 a 8 semanas até que a cicatrização da úlcera seja alcançada. As normas oficiais fornecem regras de administração específicas para determinados grupos:

  • Insuficiência Renal: A utilização do medicamento não é recomendada quando a depuração da creatinina (CrCl) é inferior a 25 mL/min.
  • Idosos: A seleção da dose exige precaução, refletindo fatores fisiológicos gerais, como a diminuição da função orgânica que pode ocorrer em populações geriátricas.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Panorama dos estudos sobre o Albis

A investigação disponível sobre o Albis, uma combinação de dose fixa, provém de ensaios clínicos e revisões que analisam a forma como foi realizada a avaliação clínica para esta combinação específica de componentes. A evidência ajuda a contextualizar a sua utilização.


Evidência para o uso na cicatrização de úlceras gástricas e duodenais

A investigação que analisa os padrões relacionados com a cicatrização de úlceras baseia-se em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e Revisões Sistemáticas. Estes estudos exploraram a forma como os resultados relativos ao fecho das úlceras foram medidos em úlceras ativas. A investigação examinou a taxa de cicatrização completa da úlcera como um desfecho primário.

Os ensaios monitorizaram os participantes em intervalos específicos, tipicamente entre quatro a oito semanas, o que reflete a duração habitual monitorizada para os resultados iniciais de cicatrização. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com a confirmação endoscópica da cicatrização. A investigação também examinou resultados relatados pelos doentes descrevendo o desconforto percecionado, ajudando a contextualizar a forma como os doentes comunicaram a sua experiência com sintomas como dor e azia.

No entanto, existe uma falta de evidência comparativa em ensaios diretos face a todos os supressores de ácido modernos de agente único. Por conseguinte, os estudos contribuem para o panorama mais amplo da evidência.


Evidência para o uso na prevenção de lesões na mucosa em utilizadores de Aspirina

O uso de Albis foi avaliado em contextos de investigação que exploram padrões relacionados com a prevenção de lesões na mucosa em pessoas que tomam Aspirina (AAS) em doses baixas regularmente. A investigação, que consistiu principalmente em ensaios de curto prazo controlados por placebo, examinou a incidência de lesões na mucosa como um desfecho.

Estes estudos examinaram resultados associados a estados inflamatórios, especificamente através da medição da taxa de incidência de ulceração péptica confirmada por endoscopia. Os resultados descrevem padrões relacionados com a ocorrência relatada de novas úlceras durante o intervalo do estudo. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas e existe informação limitada sobre resultados a longo prazo relativamente à incidência observada de lesões na mucosa após este período inicial.


O que permanece incerto no panorama da investigação

Subsistem várias lacunas e áreas de incerteza. Existe uma falta de evidência comparativa em ensaios de larga escala diretamente contra as classes mais recentes de agentes supressores de ácido. Além disso, as dimensões das amostras foram modestas em alguns dos ensaios específicos do produto de combinação e a qualidade da evidência varia entre os estudos. Consequentemente, as conclusões dos subgrupos são incertas, o que significa que os padrões observados podem ser difíceis de descrever em tipos de doentes muito específicos. Esta evidência destaca o que é conhecido — e o que ainda é incerto.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Albis (FAQ)

Q: Qual é a definição oficial da condição que o Albis se destina a tratar?

A: O Albis está oficialmente classificado como um Agente Anti-úlcera e Agente Gastrointestinal. O seu propósito terapêutico geral é a gestão da irritação e a promoção de um ambiente de cicatrização para a Úlcera Gástrica e lesões relacionadas com a acidez no estômago e no duodeno.

Q: Quanto tempo demora normalmente o Albis a fazer efeito?

A: O medicamento foi concebido para atuar rapidamente em duas frentes. O componente Ranitidina é conhecido por reduzir rapidamente a secreção de ácido. Simultaneamente, o componente Sucralfato está desenhado para formar uma barreira física logo após o contacto com o ácido do estômago.

Q: Quanto tempo permanece o Albis no organismo após a última utilização?

A: As substâncias ativas têm tempos de eliminação distintos. Por exemplo, o componente Ranitidina tem uma semivida média de aproximadamente 2 a 3 horas. Os componentes Sucralfato e Bismuto atuam essencialmente de forma local no trato gastrointestinal antes de serem maioritariamente excretados.

Q: O Albis é considerado viciante ou passível de criar dependência?

A: O Albis não está classificado como uma substância controlada pelas agências reguladoras. Por este motivo, não é considerado viciante nem passível de criar dependência.

Q: O que deve ser feito se houver o esquecimento de uma dose de Albis?

A: As orientações oficiais indicam que, se uma dose for esquecida, esta pode ser tomada assim que o doente se lembrar. No entanto, se a próxima dose agendada estiver próxima, a orientação oficial é geralmente a de saltar a dose esquecida e retomar o horário regular.

Q: O Albis está disponível como medicamento genérico?

A: O Albis é um medicamento de marca que consiste numa combinação de dose fixa. Embora as substâncias ativas isoladas estejam amplamente disponíveis como componentes genéricos, o produto específico da combinação Albis pode ou não ter um equivalente genérico aprovado, dependendo do estado das patentes e exclusividade.

Q: Existe algum "Aviso de Caixa Preta" (Black Box Warning) descrito para o Albis nos documentos regulatórios?

A: Os documentos regulatórios oficiais do Albis, tais como a informação completa de prescrição, não contêm um Aviso de Caixa Preta.

Q: O Albis é uma substância controlada?

A: O Albis não está classificado como uma substância controlada pelas agências reguladoras competentes.

Q: O Albis pode ser tomado com álcool?

A: A rotulagem oficial aborda o consumo de álcool. É assinalado que o componente Ranitidina apresenta uma interação ligeira com o álcool. Deve consultar-se o rótulo completo do produto para orientações detalhadas sobre o consumo de álcool.

Q: O Albis interage com analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno?

A: Estudos oficiais relativos ao componente Ranitidina do Albis indicam que a coadministração com analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno, não tem um efeito substantivo nas concentrações de ibuprofeno no organismo.

Q: O Albis interage com multivitaminas comuns?

A: Sim, o componente Sucralfato no Albis pode ligar-se fisicamente a minerais como o ferro, o zinco e o cálcio presentes em muitas multivitaminas. Esta ligação física pode reduzir a absorção das vitaminas e minerais, e a orientação oficial indica que é necessário um intervalo de tempo entre as tomas.

Q: O Albis pode afetar os resultados de certos exames laboratoriais?

A: Sim, a rotulagem oficial indica que o componente Bismuto pode interferir com certos exames de raio-X do trato gastrointestinal. O componente Ranitidina também pode afetar os resultados de determinados testes laboratoriais.

Q: É aceitável partir ou esmagar os comprimidos de Albis?

A: O Albis é fabricado como um comprimido revestido por película. As orientações oficiais indicam que os comprimidos revestidos por película devem ser engolidos inteiros. Partir, esmagar ou mastigar o comprimido é geralmente desaconselhado, a menos que haja uma indicação explícita, pois esta ação pode afetar a forma como o medicamento funciona ou é absorvido.

Q: Que alimentos, se existirem, são conhecidos por interagir com o Albis?

A: A orientação oficial exige que este comprimido seja tomado com o estômago vazio para garantir que funciona corretamente. As orientações oficiais também exigem que se evitem produtos que contenham antiácidos ou preparações com citrato durante, pelo menos, 30 minutos antes ou depois da dose, uma vez que estas substâncias podem interferir com a absorção do medicamento ou aumentar o risco de absorção de alumínio.

Q: Existem diretrizes específicas para o uso de Albis durante a gravidez ou amamentação?

A: O Albis está formalmente contraindicado durante a gravidez, o que significa que o seu uso é proibido. As orientações oficiais também observam que é frequentemente necessária a utilização de contraceção eficaz durante o tratamento. O texto regulatório específico fornecido não aborda o uso de Albis durante a amamentação.

Q: É comum sentir tonturas ou fadiga ao tomar Albis?

A: De acordo com o perfil de segurança oficial, as tonturas estão documentadas como uma reação adversa pouco frequente associada a este medicamento. No entanto, a fadiga ou o cansaço geral não constam explicitamente entre os efeitos secundários comunicados de forma frequente ou pouco frequente.

Q: Existem efeitos conhecidos do Albis no humor ou nos níveis de ansiedade?

A: O perfil de segurança oficial inclui relatos de doenças do sistema nervoso, mencionando especificamente a confusão mental reversível. Contudo, efeitos específicos na ansiedade generalizada ou alterações globais do humor não estão explicitamente listados na tabela oficial de reações adversas.

Q: O Albis pode causar erupções cutâneas ou aumento da sensibilidade ao sol?

A: A erupção cutânea está documentada como uma reação adversa pouco frequente. Não existe menção explícita na documentação oficial quanto ao aumento da sensibilidade ao sol (fotossensibilidade) como reação adversa.

Q: O Albis causa ganho ou perda de peso?

A: O ganho ou perda de peso não consta entre as reações adversas comunicadas de forma frequente ou pouco frequente no perfil de segurança oficial do medicamento.

Q: O Albis pode afetar a pressão arterial ou a frequência cardíaca?

A: Os efeitos cardiovasculares são geralmente pouco frequentes, de acordo com o perfil de segurança. No entanto, o componente Ranitidina tem sido associado a alterações na frequência cardíaca, como a bradicardia (frequência cardíaca lenta), em casos raros.

Q: Que ingredientes inativos estão contidos no comprimido de Albis?

A: A rotulagem oficial confirma que o comprimido contém componentes inativos, também conhecidos como excipientes. A lista completa de ingredientes inativos pode ser consultada no folheto informativo ou na informação completa de prescrição fornecida pelo fabricante.

Q: São necessários exames antes de uma pessoa começar a tomar Albis?

A: A documentação oficial aconselha precaução e monitorização próxima em doentes com compromisso renal ou hepático pré-existente, indicando a potencial necessidade de testes de função orgânica de base. O rótulo do produto também observa que a resposta sintomática não exclui a malignidade gástrica, o que significa que a avaliação diagnóstica pode fazer parte da avaliação inicial.

Q: Qual é o potencial do Albis para causar efeitos secundários a longo prazo?

A: Os estudos observaram informações limitadas sobre resultados a longo prazo para a população geral após o período inicial do estudo. No entanto, está documentado um risco específico a longo prazo de acumulação de alumínio e toxicidade em doentes com compromisso renal crónico (doença renal grave).

Como Albis deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Albis

A conservação e a eliminação dos comprimidos revestidos por película Albis devem seguir requisitos regulamentares específicos para manter a estabilidade e a segurança do produto.

Armazenamento e Proteção

O medicamento deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, entre os 20°C e os 25°C. São permitidas variações breves entre os 15°C e os 30°C. É fundamental proteger o produto do calor e da humidade excessivos. Não utilize o medicamento se a embalagem original ou o blister estiverem danificados. Estas condições de armazenamento devem ser rigorosamente controladas para mitigar riscos conhecidos de degradação química associados às substâncias ativas. Além disso, o Albis deve ser guardado fora do alcance e da vista das crianças.

Eliminação

O Albis não deve ser eliminado nos esgotos. Os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade devem ser entregues num ponto de recolha autorizado, através de programas comunitários de retoma de medicamentos.

Alternativamente, o medicamento deve ser misturado com uma substância indesejável (por exemplo, borras de café) e colocado num recipiente selado para ser depositado no lixo doméstico. Antes de o descartar, deve rasurar toda a informação identificativa presente no rótulo da embalagem.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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