Aklofep

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Aklofep

Propriedade Descrição
Princípio ativo Aceclofenac
Forma Comprimidos orais (revestidos)
Classe farmacológica Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE)
Objetivo geral Alívio da dor e da inflamação
Origem Sintética (derivado químico)
Estatuto Medicamento sujeito a receita médica

A Identidade Central: Que Tipo de Medicamento é o Aklofep?

O Aklofep é uma preparação farmacêutica apresentada sob a forma de comprimido oral, classificado como um medicamento sujeito a receita médica. O seu único princípio ativo é o Aceclofenac, um derivado sintético do ácido fenilacético que possui uma relação estrutural e funcional com outros compostos analgésicos reconhecidos. Está formalmente classificado como um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE), pertencente ao grupo dos derivados do ácido acético. Esta categorização confirma o seu estatuto farmacológico estabelecido como um agente concebido para gerir respostas inflamatórias. O seu uso é clinicamente reconhecido por proporcionar alívio sistémico em grupos de pacientes adultos.

Forma, Origem e Preparação

Este produto é um medicamento de substância única, apresentado na forma de comprimidos orais revestidos, concebidos para uma ação sistémica após a ingestão. A substância ativa, o Aceclofenac, é um composto sintetizado quimicamente, o que reforça o seu estatuto de entidade farmacológica sintética, sendo estruturalmente derivado do Diclofenac. Esta preparação destina-se especificamente à administração oral, distinguindo-se das formas tópicas ou injetáveis de agentes anti-inflamatórios semelhantes. A formulação utiliza um veículo de formulação oral sólida para garantir a entrega consistente e padronizada da substância ativa dentro de uma dose medida.

Objetivo Terapêutico Geral

O objetivo terapêutico global do Aklofep é proporcionar um alívio sintomático de dupla ação, atuando simultaneamente como um agente analgésico e anti-inflamatório. Estudos farmacológicos sustentam o seu mecanismo de atuação sobre as vias inflamatórias, reduzindo assim os mediadores responsáveis pela dor e pelo inchaço. O seu uso fundamental reside no alívio fiável do desconforto e na redução do inchaço associados a condições inflamatórias sistémicas, um objetivo primário que é devidamente apoiado por perfis clínicos estabelecidos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Aklofep?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

A documentação regulamentar oficial estrutura o perfil de segurança do Aklofep (aceclofenac) com base na frequência e na Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) das reações adversas documentadas.

As reações adversas frequentes (que ocorrem em 1 em cada 100 a 1 em cada 10 pessoas) envolvem principalmente o sistema gastrointestinal e incluem dispepsia, dor abdominal, náuseas e diarreia, a par de tonturas e níveis elevados de enzimas hepáticas. As reações pouco frequentes podem incluir vómitos, obstipação, ulceração da boca, erupção cutânea, prurido e aumento dos níveis de ureia ou creatinina no sangue.

Reações Adversas Graves

Os documentos oficiais de segurança destacam várias reações adversas graves e menos frequentes, incluindo:

  • Risco Gastrointestinal: Eventos raros, mas potencialmente graves, tais como ulceração, hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
  • Risco Cardiovascular: De forma consistente com a classe dos AINEs, existe um risco documentado de eventos trombóticos arteriais, como enfarte do miocárdio (ataque cardíaco) e acidente vascular cerebral (AVC), listados como muito raros.
  • Hipersensibilidade: Reações raras e graves, incluindo choque anafilático e reações cutâneas mucocutâneas severas (Síndrome de Stevens-Johnson/Necrólise Epidérmica Tóxica).

Restrições de Exposição e de População

O perfil regulamentar inclui considerações de segurança específicas para determinados grupos. É referido que os adultos mais velhos apresentam um risco acrescido de reações adversas, particularmente hemorragias gastrointestinais graves. O risco de eventos trombóticos arteriais também está oficialmente declarado como aumentando com doses mais elevadas e uma maior duração de utilização. Além disso, o fármaco está sujeito a limitações de segurança e é restrito em doentes com condições estabelecidas, tais como insuficiência hepática grave, insuficiência renal grave ou insuficiência cardíaca congestiva grave.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda médica

A documentação regulamentar oficial do Aklofep (aceclofenac) descreve quadros de sobredosagem que afetam prioritariamente os sistemas gastrointestinal e nervoso central. As manifestações clínicas documentadas incluem dores de cabeça (cefaleias), náuseas, vómitos e dor epigástrica, a par de efeitos no sistema nervoso central como sonolência, tonturas e, ocasionalmente, convulsões. Sinais sistémicos como hipotensão (tensão arterial baixa) e depressão respiratória são também referidos.

A sobredosagem é classificada pelo potencial de resultar em desfechos graves ou fatais. Estes riscos incluem a possibilidade de insuficiência renal aguda, lesões hepáticas e hemorragia gastrointestinal potencialmente fatal — um risco fundamental observado em todos os AINEs.

Deve procurar-se assistência médica imediata em todos os casos de suspeita de sobredosagem.

As orientações regulamentares enfatizam que a gestão clínica deve ser estritamente sintomática e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico para este medicamento. Os procedimentos de suporte oficialmente documentados incluem a consideração de carvão ativado ou lavagem gástrica, dependendo do tempo decorrido desde a ingestão de uma quantidade potencialmente tóxica ou perigosa para a vida. Além disso, doentes que apresentem convulsões prolongadas requerem tratamento com diazepam intravenoso. É também obrigatória a monitorização rigorosa das funções renal e hepática. É dada uma consideração especial aos idosos e a doentes com compromisso orgânico pré-existente, que são oficialmente reconhecidos como estando em maior risco de desfechos graves ou fatais em caso de sobredosagem.

Usos terapêuticos de Aklofep

Para que é utilizado o Aklofep: principais utilizações e benefícios

O Aklofep, cujo princípio ativo é o aceclofenac, pertence ao grupo dos fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Este medicamento é indicado principalmente para o tratamento de condições inflamatórias e dolorosas crónicas das articulações, bem como para episódios agudos de dor musculoesquelética.

Indicações Clínicas Principais

O uso do Aklofep está consolidado no alívio sintomático de diversas patologias reumáticas, nomeadamente:

  • Osteoartrose: Auxilia na redução da dor e da inflamação nas articulações afetadas pelo desgaste da cartilagem, melhorando a mobilidade do paciente.
  • Artrite Reumatóide: Atua na gestão da inflamação crónica das articulações, ajudando a diminuir a rigidez matinal e o inchaço articular.
  • Espondilite Anquilosante: É utilizado para mitigar a dor e a inflamação na coluna vertebral, características desta doença inflamatória crónica.

Benefícios e Mecanismo de Ação

O benefício primário do Aklofep reside na sua capacidade de inibir a síntese de prostaglandinas, que são substâncias mediadoras do processo inflamatório e da dor. Ao reduzir a produção destes compostos, o medicamento proporciona um alívio eficaz da dor de intensidade ligeira a moderada e reduz a tumefação (inchaço) nas áreas afetadas.

A eficácia do Aklofep permite que muitos pacientes com doenças degenerativas ou inflamatórias articulares mantenham uma melhor qualidade de vida e funcionalidade nas suas atividades diárias. O tratamento deve ser sempre orientado por um profissional de saúde, utilizando a dose mínima eficaz durante o período de tempo mais curto necessário para controlar os sintomas.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Aklofep? — Informação Regulamentar Oficial

A elegibilidade para o Aklofep (Trifaroteno em creme) é estritamente definida por documentos regulamentares, focando-se na idade e em condições pré-existentes específicas.

Populações para as quais a Utilização está Restrita ou Proibida

Classificação Quem Não Deve Utilizar (Contraindicações)
Hipersensibilidade Indivíduos com alergia conhecida ou hipersensibilidade à substância ativa Trifaroteno ou a qualquer um dos componentes inativos (excipientes) do produto.
Estado de Gravidez Mulheres que estejam grávidas ou que planeiem engravidar. O medicamento pode causar danos ao feto e a sua utilização está restrita nesta população.
Restrição de Idade Doentes pediátricos com menos de 9 anos de idade.

Restrições de Elegibilidade e Considerações

Idade Mínima para Utilização:

O rótulo oficial define a população elegível como doentes com 9 ou mais anos de idade. A utilização em crianças abaixo desta idade não está autorizada.

Gravidez e Risco Fetal:

Embora a absorção sistémica seja geralmente baixa com o uso tópico, o perfil de risco da classe dos retinoides exige um aviso e uma restrição rigorosos. Mulheres que estão grávidas, ou que possam vir a estar, encontram-se praticamente excluídas do tratamento, sendo obrigatória a utilização de métodos contracetivos eficazes por mulheres em idade fértil durante a terapia.

Estrutura de Elegibilidade:

Os documentos oficiais definem a elegibilidade através de um intervalo de idade estreito e da exclusão obrigatória de indivíduos com alergia conhecida. O aviso relacionado com a gravidez serve como uma exclusão regulamentar crítica, o que significa que o medicamento está restrito a qualquer doente a quem este risco se aplique.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Aklofep está oficialmente documentado em diversas categorias, com base em informações regulamentares oficiais. A coadministração é formalmente proibida com outros AINEs, incluindo os inibidores seletivos da ciclo-oxigenase-2 (COX-2), devido ao risco acrescido e aditivo de eventos adversos graves, especificamente hemorragia e ulceração gastrointestinal.

O rótulo oficial estabelece a necessidade de um intervalo temporal para a Mifepristona; o Aklofep não deve ser utilizado nos 8 a 12 dias seguintes à sua administração. É também recomendada precaução na administração conjunta de Metotrexato num período de 24 horas, devido ao potencial documentado de aumento dos níveis plasmáticos e toxicidade.

O Aklofep influencia a exposição a certos medicamentos ao reduzir a sua depuração renal. Este efeito está documentado para o Lítio e para os Glicosídeos Cardíacos (como a Digoxina), o que pode resultar num aumento das concentrações séricas do fármaco coadministrado. Relativamente aos antidiabéticos orais, foram registados casos isolados de alteração dos níveis de glicose no sangue.

As interações farmacodinâmicas definem-se por um risco aditivo de complicações graves. O uso combinado com anticoagulantes (ex: varfarina), corticosteroides e ISRS (Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina) pode potenciar o risco de hemorragia ou ulceração gastrointestinal. Está também documentado que o Aklofep reduz a eficácia de diuréticos e anti-hipertensores, aumentando simultaneamente o risco de nefrotoxicidade. Este risco renal está oficialmente aumentado nos idosos e em doentes com função renal comprometida ou desidratação. Adicionalmente, o consumo de álcool em conjunto com este medicamento aumenta o risco de hemorragia gastrointestinal.

Mecanismo de ação

Como funciona o Aklofep

O mecanismo de ação do Aklofep (aceclofenac) define-se pela sua capacidade de influenciar sistemas enzimáticos específicos e vias celulares que medeiam a inflamação e a nocicepção (a perceção da dor).

A ação primária envolve a inibição preferencial da enzima Ciclo-oxigenase-2 (COX-2). Este bloqueio restringe a conversão do ácido araquidónico em mediadores pró-inflamatórios, principalmente a Prostaglandina E2 (PGE2). Ao suprimir a produção de PGE2, o fármaco interfere com a cascata química responsável pela sensibilização dos nocicetores periféricos e pela modulação da permeabilidade capilar.

Para além da inibição da COX, o mecanismo de funcionamento inclui a modulação da sinalização inflamatória sistémica. O fármaco suprime a produção de citocinas pró-inflamatórias fundamentais, como a Interleucina-1 beta, e reduz a expressão de moléculas de adesão leucocitária, como a L-selectina. Esta ação reduz a migração física de células imunitárias para os tecidos inflamados e modifica a continuidade do ciclo de sinalização inflamatória.

Adicionalmente, o metabolito ativo do fármaco, o 4'-hidroxiaceclofenac, contribui para a regulação dos tecidos locais. Esta ação secundária inibe a produção de enzimas destrutivas, tais como as Metaloproteinases, e estimula a síntese de glicosaminoglicanos, influenciando a regulação da matriz do tecido conjuntivo.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Aklofep

O Aklofep é um medicamento de prescrição oral que exige o cumprimento de diretrizes de administração específicas, detalhadas no seu rótulo regulamentar oficial. A administração foca-se em alcançar uma ação sistémica através da formulação aprovada de comprimidos revestidos por película de 100 mg.

Caraterística Diretriz Oficial de Administração
Via de Administração Oral
Esquema Posológico Padrão 100 mg duas vezes por dia. A dose diária total máxima é de 200 mg.
Momento e Toma O comprimido deve ser tomado com alimentos ou imediatamente após uma refeição e engolido inteiro com água. O comprimido não deve ser esmagado nem mastigado.

Padrões Oficiais de Utilização

A instrução oficial para o Aklofep consiste na utilização da duração mínima eficaz necessária para a gestão dos sintomas. Este princípio orienta o seu uso em condições inflamatórias crónicas. Relativamente à frequência da dosagem, o valor total diário é tipicamente dividido em duas doses, administradas com intervalos de aproximadamente 12 horas.

Utilização em Populações Específicas

A dosagem requer ajustes para certos grupos de doentes, conforme especificado na informação de prescrição. Para indivíduos diagnosticados com insuficiência hepática ligeira a moderada, a dose deve ser reduzida para 100 mg uma vez por dia. Embora os adultos mais velhos possam iniciar o tratamento com a dose padrão para adultos, é obrigatória uma supervisão clínica cuidadosa.

Caso ocorra o esquecimento de uma dose, as instruções regulamentares aconselham a tomar a dose seguinte agendada à hora habitual; não deve ser tomada uma dose dupla para compensar a dose esquecida.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Aklofep

Evidência para Uso na Osteoartrose

A investigação sobre a substância ativa do Aklofep, o Aceclofenac, envolve principalmente Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de curto prazo. Estes estudos foram utilizados na investigação que explora a forma como os sintomas evoluem ao longo do tempo em doentes adultos cuja condição é marcada por limitações funcionais e resultados relacionados com o desconforto físico. A base de estudos para esta patologia está, de uma forma geral, bem documentada para o âmbito da investigação.

Os estudos relatam como os sintomas evoluíram nas populações observadas, e os resultados descrevem padrões observados nos ensaios quando comparados tanto com um placebo inativo como com fármacos comparadores ativos. O que permanece incerto é o quadro completo dos efeitos a longo prazo, uma vez que as durações do acompanhamento foram limitadas nos estudos primários, o que significa que a durabilidade dos padrões observados para além das 12 semanas não está totalmente estabelecida.


Evidência para Uso na Artrite Reumatoide e Espondilite Anquilosante

O Aklofep foi estudado pelo seu potencial papel em condições que envolvem períodos de sintomas agravados, tais como a Artrite Reumatoide (AR) e a Espondilite Anquilosante (EA). Para estas indicações, a base de investigação inclui ECCA e revisões clínicas. Estes estudos monitorizaram resultados associados a estados inflamatórios, tais como o inchaço das articulações e a duração da rigidez matinal. A base de investigação para estas indicações está disponível para revisão, mas é menos extensa do que a investigação para a Osteoartrose.

No entanto, a evidência é limitada quando comparada com a investigação disponível para a Osteoartrose. A investigação foca-se principalmente na medição de sintomas e baseia-se em comparações com agentes ativos, o que resulta em achados que descrevem padrões relativos, em vez de absolutos. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e ainda estão a surgir dados relativos à utilização continuada do medicamento além do período de curto prazo.


Evidência em Populações Especiais e Diversas

A maioria dos dados dos ensaios clínicos foi recolhida em populações adultas gerais com condições inflamatórias específicas. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes. Embora os adultos mais velhos sejam observados nos grupos mais amplos de doentes estudados, não está disponível investigação dedicada que explore a utilização em crianças, nem investigação centrada em doentes com condições de comorbilidade específicas tipicamente abordadas na documentação regulatória primária. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas.


O Que Ainda é Incerto Sobre a Base de Investigação

Aplicam-se várias limitações de estrutura de investigação em toda a base de evidência. As durações do acompanhamento foram limitadas nos principais ensaios de eficácia, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. A qualidade da evidência varia entre os estudos e a dimensão das amostras foi modesta em alguns dos ensaios de dor não artrítica, contribuindo para a incerteza nesses achados específicos. A evidência destaca o que é conhecido — e o que ainda é incerto — e os resultados descrevem padrões de grupo, não resultados pessoais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Aklofep (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Aklofep a começar a fazer efeito?

R: O Aklofep é um anti-inflamatório não esteroide (AINE) destinado ao alívio sintomático. Os perfis clínicos sugerem que o alívio pode tornar-se percetível durante a primeira semana para muitos doentes, embora a obtenção do efeito terapêutico total em condições crónicas possa exigir mais tempo. Os tempos de resposta individual podem variar.


P: O Aklofep provoca sonolência ou afeta os níveis de energia?

R: Os documentos regulamentares indicam que o Aklofep pode causar efeitos secundários relacionados com o sistema nervoso central, tais como tonturas e sonolência. A experiência destes efeitos pode exigir precaução em atividades como conduzir ou operar máquinas, uma vez que estas funções podem ser prejudicadas.


P: Existem alimentos ou bebidas específicos que devam ser evitados ao tomar Aklofep?

R: Os documentos regulamentares oficiais advertem explicitamente contra o consumo de álcool durante a toma de Aklofep, uma vez que esta combinação aumenta significativamente o risco de hemorragia gastrointestinal grave. O medicamento tem também a indicação de ser tomado com alimentos ou imediatamente após uma refeição.


P: O Aklofep pode ser tomado a longo prazo?

R: As diretrizes oficiais salientam que, em conformidade com a classe dos AINE, o Aklofep deve ser utilizado na dose mínima eficaz e durante o menor período de tempo possível. A orientação regulamentar indica que os riscos cardiovasculares associados à classe dos AINE podem aumentar com doses mais elevadas e com a duração da exposição.


P: O Aklofep causa problemas de estômago ou náuseas?

R: Sim, os perfis de segurança regulamentares listam as náuseas e a dor abdominal como reações adversas gastrointestinais comuns. O perfil de segurança oficial observa riscos potenciais raros mas graves para a classe dos AINE, incluindo ulceração, hemorragia e perfuração gastrointestinal.


P: Existem estudos sobre a eficácia do Aklofep para o fim a que se destina?

R: Sim, a eficácia do Aklofep é sustentada por investigação clínica controlada. A informação oficial do produto baseia-se em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de curto prazo, demonstrando eficácia na gestão de sintomas associados a condições como a Osteoartrose e a Artrite Reumatoide.


P: O Aklofep pode aumentar a pressão arterial?

R: Os avisos oficiais referem que o fármaco pode reduzir a eficácia de medicamentos para a pressão arterial (anti-hipertensores). A utilização de AINE também pode estar associada ao aparecimento de hipertensão (pressão arterial elevada) ou ao agravamento de uma condição já existente.


P: É verdade que o Aklofep pode causar tonturas?

R: Sim, está correto. As tonturas são uma reação adversa documentada do Aklofep, listada em fontes regulamentares como um efeito secundário comum. Uma vez que as tonturas são um efeito secundário documentado, poderá ser necessária precaução ao realizar tarefas que exijam alerta mental, como conduzir.


P: O Aklofep afeta os testes de função hepática?

R: Dados de segurança oficiais confirmam que o Aklofep pode resultar num aumento dos níveis das enzimas hepáticas, que são medidos através de testes de função hepática. Este efeito é listado como uma reação comum e pode exigir a monitorização da função hepática durante o decurso do tratamento.


P: É normal sentir uma ligeira dor de cabeça ao iniciar o Aklofep?

R: A dor de cabeça é um efeito secundário conhecido, relatado com medicamentos da classe dos AINE, embora nem sempre conste como um efeito secundário "comum" na documentação primária. Se sentir uma dor de cabeça nova ou persistente após iniciar o medicamento, este é um sintoma que deve ser registado.


P: Existe uma versão genérica do Aklofep disponível?

R: Aklofep é um nome comercial para a substância ativa Aceclofenac. O Aceclofenac está disponível sob vários nomes comerciais e como medicamento genérico em muitas regiões a nível global, seguindo as aprovações regulamentares padrão.


P: O Aklofep é seguro se eu tiver problemas nos rins?

R: O Aklofep é contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com insuficiência renal grave. Recomenda-se também forte cautela em doentes com compromisso renal pré-existente de grau ligeiro a moderado, uma vez que o medicamento pode aumentar o risco de problemas relacionados com os rins (nefrotoxicidade).


P: O Aklofep precisa de ser tomado com alimentos?

R: Sim, as instruções oficiais indicam que o comprimido deve ser tomado com alimentos ou imediatamente após uma refeição e deglutido inteiro com água. Este método de administração está especificado na rotulagem regulamentar.


P: O Aklofep pode causar alterações de humor ou ansiedade?

R: Estão documentados efeitos secundários que afetam o Sistema Nervoso Central (SNC), tais como tonturas. Embora as alterações de humor ou ansiedade não sejam geralmente comuns, os documentos regulamentares associaram raramente esta classe de medicamentos a efeitos psicológicos.


P: O Aklofep pode causar dificuldade em dormir?

R: Estão documentados efeitos adversos no sistema nervoso para o Aklofep. Embora pouco frequentes, condições como a insónia (dificuldade em dormir) foram relatadas em documentos regulamentares para esta classe de medicamentos.


P: A utilização de Aklofep afeta o sistema imunitário?

R: O Aklofep é classificado como um AINE e não é um imunossupressor. Atua através da supressão de mediadores inflamatórios essenciais, como as citocinas, que são componentes da resposta inflamatória. Esta ação modifica a forma como o corpo responde à inflamação.


P: O Aklofep causa dependência?

R: Não. O Aklofep é um AINE e não é classificado como uma substância controlada pelas entidades reguladoras. Não está associado ao potencial de abuso ou ao risco de dependência física encontrados em medicamentos viciantes.


P: O Aklofep torna a pessoa mais sensível ao sol?

R: Um aumento da sensibilidade à luz solar, conhecido como fotossensibilidade, foi documentado em fontes regulamentares como um potencial efeito secundário dermatológico. Caso ocorra este efeito secundário, recomenda-se geralmente a limitação da exposição solar.


P: Qual é a duração máxima de utilização citada na investigação clínica do Aklofep?

R: A orientação regulamentar enfatiza que o medicamento deve ser utilizado pelo menor período de tempo possível para obter o alívio dos sintomas. Os ensaios clínicos que sustentam a sua utilização em condições crónicas foram tipicamente limitados a cerca de 12 semanas.


P: Existem diferentes dosagens de Aklofep disponíveis?

R: A dosagem de Aklofep mais comummente disponível e aprovada para o regime posológico padrão em adultos é o comprimido revestido por película de 100 mg.

Como Aklofep deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Aklofep?

A documentação regulamentar oficial define requisitos específicos para a conservação, manuseamento e eliminação do Aklofep, de forma a garantir a sua estabilidade e prevenir riscos ambientais.

Requisito de Conservação e Estabilidade Orientação Oficial
Temperatura Conservar abaixo de 30°C. Não congelar.
Proteção Ambiental Manter na embalagem de cartão exterior original para proteger da luz e da humidade.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.
Estabilidade após abertura Após a primeira abertura, o produto deve ser utilizado no prazo de 28 dias.
Eliminação Não deitar fora através dos resíduos domésticos ou águas residuais. Devolver qualquer medicamento não utilizado ou fora de validade a um farmacêutico ou a um ponto de recolha local para a sua eliminação correta.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Aklofep encontrado em:

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