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Акласта

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Акласта

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Акласта

Esta secção fundamental define a identidade, a composição e o mecanismo geral do medicamento Aclasta (Ácido Zoledrónico), destacando as suas características distintas e fundamentando a sua descrição em factos médicos estabelecidos.

Propriedade Descrição
Substância ativa Ácido Zoledrónico (como monohidratado)
Forma Solução para perfusão
Classe farmacológica Bisfosfonato que contém azoto (Agente antirreabsortivo)
Objetivo geral Reforço da resistência esquelética e conservação da densidade óssea
Origem Sintética (quimicamente sintetizado)

Que tipo de medicamento é o Aclasta e qual a sua substância ativa?

O Aclasta é um medicamento de marca, composto por uma única substância ativa e sujeito a receita médica, que contém a substância ativa ácido zoledrónico, apresentada na sua forma monohidratada. O ácido zoledrónico é classificado como um fármaco bisfosfonato que contém azoto de elevada potência. Este composto é um agente antirreabsortivo de terceira geração que se distingue pela sua forte afinidade de ligação aos componentes minerais do osso, uma característica frequentemente documentada em estudos farmacológicos.

Como funciona o Aclasta de forma geral e qual o seu propósito?

O propósito geral da administração de Aclasta é a conservação a longo prazo da integridade do esqueleto e a manutenção da densidade mineral óssea, um objetivo clinicamente reconhecido na gestão de distúrbios do metabolismo ósseo. A ação central do ácido zoledrónico consiste na inibição seletiva da função das células que degradam o osso, denominadas osteoclastos. Ao suprimir este processo de degradação óssea (reabsorção), o Aclasta ajuda a restaurar o equilíbrio necessário no ciclo de remodelação do osso. Esta intervenção é frequentemente utilizada em cenários onde, por exemplo, os doentes necessitam de assistência para fortalecer os ossos após uma fratura por fragilidade.

Qual é a forma farmacêutica do Aclasta?

O Aclasta é fornecido como uma solução para perfusão estéril e pronta a utilizar, destinada exclusivamente a administração intravenosa (IV). Esta via garante que o potente ácido zoledrónico seja entregue diretamente na circulação, maximizando a sua biodisponibilidade e eliminando as variáveis de absorção associadas às formas comuns de bisfosfonatos orais. A própria solução é formulada numa base aquosa, com excipientes como o manitol e o citrato de sódio adicionados para garantir a estabilidade e a qualidade exigidas para uma entrega venosa segura, apoiando uma administração controlada e fiável da substância ativa.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Акласта?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Aclasta (Ácido Zoledrónico) é definido principalmente por duas categorias de risco: reações pós-perfusão comuns e temporárias, e eventos sistémicos raros, mas graves. Todos os efeitos adversos e declarações de segurança documentados baseiam-se em fontes regulamentares governamentais oficiais.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações mais frequentes e expectáveis são categorizadas como Reações de Fase Aguda (RFA), ocorrendo tipicamente nos primeiros três dias após a primeira perfusão. Estas incluem:

Classificação Exemplos de Reações
Muito Frequentes (≥ 1/10) Febre (Pirexia), Mialgia, Cefaleia, Artralgia, Dor nas extremidades
Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Síndrome gripal, Náuseas, Vómitos, Tonturas, Hipocalcemia, Fibrilhação auricular

Reações Adversas Graves e Riscos Principais

Os documentos regulamentares oficiais identificam várias reações adversas graves e riscos de segurança:

  • Compromisso Renal: Foram documentados casos de insuficiência renal, incluindo situações que exigiram diálise ou com desfecho fatal, particularmente em doentes com problemas renais pré-existentes.
  • Osteonecrose do Maxilar (ONM): Um risco localizado que envolve a deterioração do osso maxilar, frequentemente associado a procedimentos dentários ou infeção local.
  • Fraturas Atípicas: Relatos raros de fraturas subtrocantéricas e diafisárias atípicas do fémur (fraturas do osso da coxa) que ocorrem com trauma mínimo ou inexistente.
  • Dor Musculoesquelética Grave: Documentação de dor severa e, ocasionalmente, incapacitante nos ossos, articulações e/ou músculos.

Restrições de Segurança e Limitações

O medicamento está contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com insuficiência renal grave (Depuração da Creatinina < 35 mL/min), hipocalcemia pré-existente não corrigida, e durante a gravidez ou amamentação. Para garantir a segurança, a dose única não deve exceder os 5 mg, e a perfusão deve ser administrada num período não inferior a 15 minutos.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Esta secção descreve o perfil de sobredosagem oficialmente documentado para o Aclasta (ácido zoledrónico), tal como definido pelas autoridades regulamentares governamentais.


Manifestações de sobredosagem documentadas

A sobredosagem está documentada como resultando primariamente em hipocalcemia (níveis anormalmente baixos de cálcio no sangue). Este efeito metabólico grave pode manifestar-se clinicamente através de parestesia (sensação de formigueiro ou entorpecimento) e tetania (espasmos musculares). O risco de compromisso renal agudo e de uma potencial insuficiência renal é também uma preocupação séria documentada, especialmente perante uma exposição elevada ou em doentes com disfunção renal pré-existente. Os sistemas fisiológicos mais afetados por esta ocorrência são os sistemas metabólico e renal.


Ações de emergência e tratamento

Qualquer suspeita ou confirmação de sobredosagem com Aclasta requer assistência médica imediata. Esta necessidade urgente de auxílio baseia-se no potencial de ocorrência de hipocalcemia grave e de toxicidade renal.

O procedimento oficial de gestão para a hipocalcemia clinicamente significativa consiste na administração intravenosa de cálcio (como o gluconato de cálcio). Este é o tratamento de suporte preconizado pelas normas regulamentares. Os documentos oficiais declaram explicitamente que não se conhece nenhum antídoto específico para o ácido zoledrónico; por conseguinte, o tratamento foca-se inteiramente no suporte sintomático e na correção de distúrbios metabólicos e eletrolíticos.

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Usos terapêuticos de Акласта

O que o Aclasta trata: principais utilizações e benefícios

O Aclasta (ácido zoledrónico) é um bisfosfonato injetável habitualmente utilizado para reforçar a estabilidade esquelética e tratar o enfraquecimento ósseo em condições específicas. Este medicamento é aplicado na abordagem de várias áreas terapêuticas fundamentais, conforme descrito nas informações oficiais de prescrição.

As principais áreas de utilização incluem o auxílio no tratamento da osteoporose pós-menopausa, da osteoporose em homens e da osteoporose induzida por glucocorticoides, bem como o apoio no controlo da Doença de Paget do osso.

O benefício orientado para o doente foca-se no apoio que contribui para atenuar a carga sintomática global. Por exemplo, em doentes com osteoporose pós-menopausa, o Aclasta pode auxiliar na redução da probabilidade de fraturas da coluna e da anca, o que promove a estabilidade funcional a longo prazo.

“O Aclasta é relevante em contextos que envolvem um aumento da carga sistémica e sintomas relacionados com o esforço fisiológico.”


Facto Rápido: Apoio no Desconforto Ósseo

O Aclasta é aplicado na abordagem de conjuntos de sintomas relacionados com o desconforto localizado e o esforço fisiológico em certas condições ósseas.

Domínios de Utilização Terapêutica

O Aclasta é aplicado em cenários onde é necessário um controlo adicional do desconforto, o que contribui para apoiar a densidade mineral óssea e a estabilidade estrutural. É considerado relevante para gerir grupos de sintomas que criam um esforço funcional percetível, sendo frequentemente aplicado durante fases em que os sintomas se tornam mais evidentes.

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Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização de Aclasta (ácido zoledrónico) é rigorosamente definida pelos documentos regulamentares, tendo como base a população de doentes e a existência de condições médicas prévias. O seu uso padrão é permitido apenas a grupos específicos de adultos.

Populações Contraindicadas (Não Devem Utilizar) Restrições Relacionadas com a Elegibilidade
Insuficiência Renal Grave (Depuração da Creatinina < 35 mL/min ou < 30 mL/min em algumas regiões) O uso não é recomendado em crianças e adolescentes (≤ 18 anos), uma vez que a segurança e eficácia não foram estabelecidas.
Hipocalcemia (níveis baixos de cálcio no sangue) A hipocalcemia pré-existente e os distúrbios do metabolismo mineral devem ser corrigidos antes da administração.
Gravidez e Amamentação É necessária precaução em doentes com Insuficiência Renal Ligeira a Moderada (Depuração da Creatinina ≥ 35 mL/min).
Hipersensibilidade ao ácido zoledrónico ou a qualquer outro bisfosfonato O uso é geralmente permitido em Idosos (≥ 65 anos), desde que a função renal seja adequada.

As declarações regulamentares oficiais classificam a utilização de Aclasta em mulheres grávidas, mulheres a amamentar e doentes com insuficiência renal grave como absolutamente contraindicada. A elegibilidade é condicional para doentes com insuficiência renal não grave, o que exige a monitorização da função renal, e para doentes cuja homeostase mineral necessite de correção prévia ao tratamento.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil regulamentar oficial do Aclasta (ácido zoledrónico) é definido por condicionantes relacionadas com o seu efeito potente no metabolismo ósseo e pela sua via exclusiva de eliminação através da excreção renal.

Restrições Relacionadas com Interações

A administração conjunta com outros bisfosfonatos é uma combinação restringida. As informações regulamentares oficiais aconselham estritamente que o Aclasta não seja utilizado simultaneamente com qualquer outro medicamento que contenha um agente bisfosfonato. Esta restrição fundamenta-se na preocupação com a ocorrência de um efeito farmacodinâmico aditivo no tecido ósseo.

Interações que Alteram a Exposição e a Depuração

O fármaco é eliminado exclusivamente por via renal. Consequentemente, o seu perfil de interação inclui medicamentos que afetam a função dos rins. O uso concomitante com agentes nefrotóxicos (como certos antibióticos aminoglicosídeos) ou diuréticos deve ser efetuado com precaução, uma vez que estas substâncias podem aumentar o risco de lesão renal. Está igualmente documentado que esta interação pode reduzir a depuração renal do ácido zoledrónico, resultando num aumento da exposição sistémica (concentração no plasma). Além disso, a utilização conjunta de Aclasta com aminoglicosídeos ou diuréticos de alça pode contribuir para um efeito farmacodinâmico aditivo que reduz os níveis de cálcio no soro sanguíneo.

Condicionantes Metabólicas e de Tempo

A documentação regulamentar confirma que o Aclasta não é metabolizado pelo sistema enzimático do citocromo P450; por conseguinte, o fármaco não apresenta interações farmacocinéticas formais mediadas pelo CYP. Da mesma forma, devido à sua administração por via intravenosa, as informações oficiais não incluem requisitos obrigatórios de intervalo de tempo para a administração de outros medicamentos administrados em conjunto.

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Mecanismo de ação

Mecanismo de Ação Alvo: Supressão da Reabsorção Óssea

O princípio ativo do Aclasta, o ácido zoledrónico, exerce um efeito altamente seletivo através da sua acumulação inicial no sistema esquelético. O fármaco demonstra uma elevada afinidade pela hidroxiapatite, o componente mineral do osso, o que leva à sua localização concentrada em locais de remodelação óssea ativa.

Uma vez concentrado, o fármaco é internalizado pelos osteoclastos, as células responsáveis pela reabsorção óssea. No interior do osteoclasto, o ácido zoledrónico atua como um inibidor da enzima sintase do pirofosfato de farnesilo (FPPS). A inibição da FPPS interrompe a via do mevalonato, que é fundamental para a prenilação de pequenas proteínas de ligação ao GTP, necessárias para a função dos osteoclastos.

Esta cascata molecular resulta no colapso funcional e na subsequente apoptose (morte celular programada) dos osteoclastos. O resultado é uma redução direcionada na população de células que reabsorvem o osso, o que altera o equilíbrio geral da remodelação óssea e diminui a taxa de reabsorção do osso.

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Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Aclasta (Ácido Zoledrónico): Administração

O Aclasta (Ácido Zoledrónico) é fornecido como uma solução para perfusão e deve ser administrado exclusivamente por via intravenosa (IV). O fármaco é aplicado numa dose única de 5 mg para todas as indicações aprovadas relativas ao metabolismo ósseo, incluindo o tratamento da osteoporose e a doença de Paget. Esta quantidade de 5 mg representa a dose única máxima recomendada para estas indicações.

A administração está estruturada num esquema intermitente, exigindo habitualmente uma dose de 5 mg uma vez por ano para o tratamento da osteoporose, ou uma vez a cada dois anos para a prevenção da mesma. Para doentes com doença de Paget, o padrão é uma perfusão única de 5 mg, sendo a necessidade de novo tratamento avaliada com base em marcadores de recaída da doença. Após uma cirurgia por fratura da anca, a perfusão não deve ser administrada antes de decorridas duas semanas sobre a operação.

Requisitos de Administração

O procedimento de perfusão requer que a solução de 5 mg/100 mL seja administrada lentamente, durante um período não inferior a 15 minutos, utilizando uma linha de perfusão com ventilação separada. De forma crítica, a solução não deve ser misturada com quaisquer soluções para perfusão que contenham cálcio ou outros catiões divalentes. Os doentes devem também encontrar-se num estado de hidratação adequado antes do procedimento.

Regras para Populações Específicas e Suplementação

Não é necessário qualquer ajuste posológico para adultos mais velhos (idade igual ou superior a 65 anos) ou doentes com insuficiência hepática. No entanto, a administração não está indicada para doentes cuja depuração da creatinina seja inferior a 35 mL/min. Os doentes que recebem o fármaco para a doença de Paget devem seguir um regime rigoroso de suplementação, recebendo quantidades adequadas de cálcio elementar (igual ou superior a 1500 mg diários) e vitamina D (igual ou superior a 800 UI diárias), particularmente durante as duas semanas seguintes à perfusão.

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Evidência clínica recente

Estudos sobre o Mecanismo de Ação

A investigação tem explorado a ação do ácido zoledrónico (a substância ativa do Aclasta) primordialmente como um inibidor da reabsorção óssea mediada pelos osteoclastos. Este foco baseia-se na sua classificação como um bisfosfonato contendo azoto, que atua no sentido de abrandar a degradação do tecido ósseo.

Resultados de Ensaios Clínicos

Redução do Risco de Fratura

Ensaios clínicos aleatorizados e controlados por placebo de grande escala forneceram dados sobre o efeito das perfusões anuais de ácido zoledrónico no risco de fratura em diversas populações:

Num estudo de três anos com uma amostra alargada de mulheres com osteoporose pós-menopausa, o tratamento foi associado a uma redução do risco de novas fraturas vertebrais (coluna) e de fraturas da anca, quando comparado com o placebo.

Um estudo focou-se em homens e mulheres que tinham sofrido recentemente uma fratura da anca resultante de baixo trauma. Nesta população, a perfusão foi associada a uma menor incidência de fraturas clínicas subsequentes e a uma redução observada no risco de mortalidade por todas as causas.

Densidade Mineral Óssea (DMO)

Os estudos relatam consistentemente que o tratamento com ácido zoledrónico está associado a melhorias significativas na DMO (uma medida da resistência óssea) em locais-chave, incluindo a coluna lombar, a anca total e o colo do fémur, ao longo do tratamento. Estas melhorias foram mantidas durante os períodos de ensaio.

Observações a Longo Prazo

Estudos de extensão a longo prazo, alguns com uma duração de até seis anos, examinaram o efeito sustentado das perfusões anuais. Estes estudos indicam que o tratamento continuado ajuda a manter a densidade mineral óssea e está associado a uma redução sustentada do risco de fraturas vertebrais, quando comparado com a interrupção do tratamento após três anos.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Aclasta (FAQ)

P: Para além da osteoporose, que outras condições são tratadas com Aclasta?

De acordo com as informações oficiais do produto, o ácido zoledrónico está aprovado para várias condições do metabolismo ósseo. Isto inclui o tratamento da doença de Paget do osso e a redução do risco de fraturas subsequentes em homens e mulheres que sofreram recentemente uma fratura da anca por baixo trauma. Também é indicado para o controlo da osteoporose associada à terapia sistémica prolongada com glucocorticoides.

P: Quais são os efeitos secundários mais comuns relatados após receber Aclasta?

Os documentos regulamentares descrevem as reações comunicadas com maior frequência como Reações de Fase Aguda (RFA). Estes sintomas semelhantes aos da gripe podem incluir febre, dor de cabeça, dores nos músculos (mialgia) ou dores nas articulações (artralgia). Estas reações comuns começam frequentemente nos primeiros três dias após a perfusão.

P: É normal sentir sintomas semelhantes aos da gripe após a primeira perfusão de Aclasta?

Sim, é comum sentir sintomas semelhantes aos da gripe após a perfusão. As informações oficiais observam que este grupo de efeitos secundários, designado por Reações de Fase Aguda, é muito comum. Estas reações são geralmente comunicadas com maior frequência e podem ser mais intensas após a primeira administração do medicamento, em comparação com as doses posteriores.

P: O Aclasta pode causar problemas na saúde do osso do maxilar?

Os documentos oficiais listam a Osteonecrose do Maxilar (ONM) como uma reação adversa grave, embora rara, associada aos bisfosfonatos. Este risco é realçado, particularmente em doentes que apresentam problemas de saúde oral pré-existentes ou que se submetem a procedimentos dentários invasivos enquanto recebem a terapia.

P: É necessário tomar suplementos de cálcio e Vitamina D com o Aclasta?

Os documentos regulamentares indicam que a ingestão diária adequada de cálcio e Vitamina D é geralmente considerada necessária para apoiar a saúde óssea durante esta terapia. Para doentes tratados especificamente para a doença de Paget, as informações oficiais especificam um regime de suplementação obrigatório de cálcio elementar e Vitamina D durante, pelo menos, dez dias após a perfusão.

P: Existe algum exame de sangue que mostre se o Aclasta está a funcionar?

As informações oficiais indicam que os ensaios clínicos demonstram melhorias significativas na Densidade Mineral Óssea (DMO) após o tratamento. Embora não seja nomeado um exame de sangue de rotina específico para a eficácia geral, a necessidade de novo tratamento na doença de Paget é monitorizada através da observação de marcadores sanguíneos específicos para a atividade da doença.

P: Posso fazer tratamentos dentários pouco depois de receber Aclasta?

Devido ao risco raro de Osteonecrose do Maxilar (ONM), é aconselhada cautela oficial em relação a procedimentos dentários invasivos durante a terapia com bisfosfonatos. Existe uma advertência regulamentar enfatizando que os doentes devem informar o seu profissional de medicina dentária sobre o seu estado de tratamento.

P: Qual é a relevância da reação à primeira dose em comparação com as doses posteriores?

As informações regulamentares indicam que os efeitos secundários comuns, conhecidos como Reações de Fase Aguda (RFA), são geralmente mais intensos após a primeira perfusão. Estes sintomas ocorrem com maior frequência e maior intensidade na primeira vez que o fármaco é administrado, em comparação com as doses subsequentes administradas nos anos seguintes.

P: Existem efeitos secundários a longo prazo associados ao uso de Aclasta?

Embora os estudos a longo prazo mostrem uma eficácia sustentada, os rótulos regulamentares oficiais incluem avisos sobre riscos raros e graves que têm sido associados ao uso prolongado de bisfosfonatos. Estes incluem Fraturas Atípicas do Fémur e Osteonecrose do Maxilar (ONM).

P: O que devo saber sobre a função renal e a utilização de Aclasta?

O medicamento é estritamente contraindicado em doentes com compromisso renal grave. Para ajudar a reduzir o risco de efeitos secundários renais, a documentação oficial enfatiza a importância de uma hidratação adequada antes da perfusão. Os profissionais de saúde são também obrigados a medir a creatinina sérica do doente antes de cada administração.

P: O Aclasta pode ser utilizado por homens ou é apenas para mulheres?

As informações oficiais do produto confirmam que o ácido zoledrónico está aprovado para utilização em homens adultos. As indicações incluem o tratamento da osteoporose em homens com risco aumentado de fratura, bem como naqueles que sofreram recentemente uma fratura da anca por baixo trauma.

P: Qual é o papel do Aclasta no tratamento do cancro ósseo (descritivo apenas)?

O ácido zoledrónico é a substância ativa utilizada para tratar certas complicações ósseas relacionadas com o cancro, tais como metástases ósseas ou níveis elevados de cálcio no sangue. No entanto, estas indicações utilizam um nome comercial separado e um regime de dosagem distinto da dose anual de 5 mg utilizada para a osteoporose e doença de Paget.

P: A perfusão de Aclasta pode ser administrada em casa?

O rótulo regulamentar especifica que o fármaco deve ser administrado por via intravenosa num ambiente médico controlado. Embora alguns sistemas de saúde possam permitir a administração em ambiente domiciliário, isto requer o envolvimento de um enfermeiro qualificado e o cumprimento dos protocolos de segurança e monitorização.

P: Quanto tempo duram geralmente os efeitos secundários comuns?

As Reações de Fase Aguda que frequentemente se seguem à perfusão são geralmente de intensidade ligeira a moderada e resolvem-se tipicamente num período de 24 a 48 horas. As informações oficiais do produto referem que estes sintomas ocorrem geralmente nos primeiros três dias.

P: O Aclasta é seguro para pessoas com certas alergias alimentares?

O medicamento é contraindicado em doentes com hipersensibilidade ou reação alérgica conhecida à substância ativa, a qualquer outro bisfosfonato ou a qualquer um dos componentes não medicamentosos (excipientes) da solução.

P: Existem restrições alimentares especiais durante a utilização de Aclasta?

Os documentos regulamentares oficiais não especificam quaisquer restrições alimentares especiais, para além da necessidade de manter uma ingestão adequada de cálcio e vitamina D. Pode ser necessária suplementação para satisfazer esta necessidade.

P: É seguro tomar analgésicos anti-inflamatórios na altura da perfusão?

Os cuidados de suporte com analgésicos, como o paracetamol ou anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), são referenciados nas orientações regulamentares para o alívio temporário dos sintomas comuns semelhantes aos da gripe associados à Reação de Fase Aguda.

P: O Aclasta pode afetar os testes de função hepática?

As informações oficiais do produto não listam testes de função hepática anormais como um efeito secundário comum. Embora tenham sido relatados casos raros de lesão hepática, o rótulo regulamentar observa que, tipicamente, não é necessário ajuste da dose para doentes com compromisso hepático.

P: Como é que o Aclasta é armazenado antes de ser administrado?

O produto não aberto deve ser conservado a uma temperatura não superior a 30 C e não deve ser congelado. É também mantido na embalagem de origem para proteger da luz. Se a solução for diluída por um profissional, deve ser utilizada imediatamente ou refrigerada e utilizada no prazo de 24 horas.

P: Posso conduzir imediatamente após receber a perfusão de Aclasta?

O rótulo oficial adverte que certas reações adversas, como tonturas ou visão turva, podem prejudicar a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. O rótulo oficial observa que, se um doente apresentar estes sintomas, a condução ou a utilização de máquinas pode estar comprometida.

P: Que tipo de monitorização é normalmente necessária após iniciar o Aclasta?

É necessária uma monitorização regular para verificar potenciais riscos. Os documentos oficiais estipulam que a creatinina sérica do doente deve ser medida antes de cada dose. A monitorização clínica dos níveis de minerais, incluindo o cálcio, é também recomendada.

P: É possível o Aclasta causar efeitos secundários oculares?

Sim, as listagens oficiais de reações adversas incluem afeções oculares. Os efeitos secundários comuns podem incluir hiperemia ocular (vermelhidão dos olhos). Efeitos inflamatórios raros, como a uveíte e a esclerite, também foram associados a medicamentos bisfosfonatos."

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Como Акласта deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Aclasta (Ácido Zoledrónico)

O armazenamento e a eliminação da solução de Aclasta para perfusão são regidos por requisitos regulamentares específicos, destinados a manter a estabilidade e a segurança do produto.

Condições de Armazenamento

Detalhe Requisito
Temperatura Conservar o frasco fechado a uma temperatura não superior a 30°C. Não congelar.
Proteção Manter no recipiente original para proteger da luz.
Segurança Infantil Manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Eliminação

Após a diluição da solução, esta deve ser utilizada imediatamente. Se for refrigerada a uma temperatura entre 2°C e 8°C, o tempo total de armazenamento não deve exceder as 24 horas. Qualquer solução diluída deve atingir a temperatura ambiente antes da sua administração. A eliminação do Aclasta não utilizado e dos materiais residuais deve ser efetuada de acordo com os requisitos locais. O medicamento não deve ser eliminado através das águas residuais ou do lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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