Aescine

Links rápidos para seções importantes

Aescine

Forma selecionada

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Aescine

Factos Rápidos: Escina (Aescin)

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Escina (Uma mistura padronizada de saponinas triterpénicas)
Formas Preparações orais, preparações tópicas, soluções injetáveis
Classe Farmacológica Agente Venotónico, Vasoprotetor, Agente Estabilizador Capilar
Objetivo Geral Apoia a integridade vascular e reduz a fuga de fluidos (edema)
Origem Produto natural (Derivado das sementes do castanheiro-da-índia, Aesculus hippocastanum)

O que é a Escina e qual a sua origem?

A Escina, identificada pelo seu sinónimo Escin, é um fitoterápico complexo classificado como uma mistura de saponinas triterpénicas. Esta substância é de origem natural, sendo extraída especificamente das sementes do castanheiro-da-índia (Aesculus hippocastanum). O componente mais potente e farmacologicamente ativo dentro deste extrato vegetal padronizado é o estereoisómero eta-escina, uma característica considerada crítica para o seu mecanismo global.

Uma revisão abrangente dos compostos ativos confirma que a Escina é um agente fundamental no suporte à saúde venosa. Isto significa que a investigação tem indicado consistentemente que a função primária da Escina é ajudar a fortalecer os vasos sanguíneos, fundamentando o seu amplo reconhecimento clínico.

A que classe farmacológica pertence a Escina?

A Escina é categorizada principalmente como um Agente Venotónico e um Agente Estabilizador Capilar, inserindo-se no grupo farmacológico mais vasto dos Vasoprotetores. O seu papel farmacológico principal é de natureza estrutural: reforçar a integridade e melhorar a função da vasculatura periférica, incluindo os capilares e as veias.

O mecanismo central envolve o auxílio no reforço das paredes dos vasos sanguíneos mais pequenos, reduzindo a permeabilidade excessiva ou a "fuga" de líquidos, e aumentando o tónus venoso. Esta ação fundamental proporciona o benefício geral de mitigar os sintomas físicos associados a um retorno sanguíneo comprometido. Uma avaliação clínica confirma o seu papel na estabilização das paredes capilares, o que ajuda a reduzir a acumulação excessiva de líquidos nos tecidos (edema). Esta conclusão demonstra que o medicamento é apoiado por estudos farmacológicos pela sua capacidade de aliviar o inchaço relacionado com a função vascular.

Formas da Escina: Preparações Orais, Tópicas e Injetáveis

A mistura ativa de Escina é preparada para diferentes vias de administração, permitindo a sua utilização sistémica ou local. Está habitualmente disponível em formas sólidas orais (comprimidos ou cápsulas), bem como em preparações tópicas (geles ou pomadas) e, em alguns contextos, em soluções injetáveis estéreis. Estas diversas formas farmacêuticas garantem que o agente ativo seja entregue de forma eficiente, quer seja absorvido através do sistema digestivo ou aplicado diretamente no local em questão, proporcionando flexibilidade terapêutica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Aescine?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança da Escina

O perfil de segurança da Escina, derivada do extrato da semente de Aesculus hippocastanum, baseia-se em documentos oficiais. As reações adversas documentadas são tipicamente ligeiras e pouco frequentes.

Reações Adversas Documentadas por Frequência e Sistema

As reações adversas são classificadas por frequência, sendo a maioria dos efeitos categorizada como pouco frequentes ou raros. As principais Classes de Sistemas de Órgãos envolvidas incluem:

Classe de Sistemas de Órgãos (CSO) Exemplos de Reações
Doenças Gastrointestinais Náuseas, desconforto estomacal, indisposição
Afeções dos Tecidos Cutâneos e Subcutâneos Prurido (comichão), erupção cutânea
Doenças do Sistema Nervoso Cefaleias, tonturas
Doenças do Sistema Imunitário Reações de hipersensibilidade

Reações Adversas Graves e Restrições

As reações adversas graves oficialmente documentadas incluem reações de hipersensibilidade severas, tais como o angioedema (inchaço alérgico grave), que requerem atenção imediata.

Restrições e Limitações Relacionadas com a Segurança:

  • Contraindicações: O uso é contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à Escina ou aos seus excipientes. Encontram-se também documentadas contraindicações em casos de insuficiência renal grave.
  • Restrições em Populações Específicas: O uso durante a gravidez e o período de amamentação não é geralmente recomendado devido à insuficiência de dados. A segurança e o uso estão também restringidos em populações pediátricas.

Notas Contextuais de Segurança

É necessária a procura de consulta médica imediata se surgirem ou se agravarem sinais de inflamação, inchaço súbito de uma ou de ambas as pernas, dor severa ou endurecimento da pele, uma vez que estas são condições que exigem uma avaliação médica célere. O risco de hemorragia pode ser amplificado se a Escina for administrada concomitantemente com anticoagulantes ou outros produtos medicinais semelhantes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar relativo à sobredosagem de Escina define-se pelo facto de não terem sido formalmente comunicados casos de sobredosagem para o medicamento em documentos oficiais. Esta ausência de dados de casos documentados significa que as informações oficiais do produto não listam síndromes clínicas específicas ou achados fisiológicos estabelecidos relacionados com a sobredosagem de Escina.

Manifestações e Desfechos Documentados

Devido à inexistência de relatórios de casos específicos, não são detalhados sinais ou sintomas distintos na rotulagem oficial. No entanto, prevê-se que uma dose que exceda o nível recomendado possa resultar num aumento da probabilidade de ocorrência de efeitos indesejáveis. Os documentos oficiais não listam desfechos cardiovasculares ou neurológicos graves ou potencialmente fatais diretamente associados à sobre-exposição à Escina.

Ações de Emergência e Gestão Necessárias

Caso ocorra uma suspeita de sobredosagem e se desenvolvam quaisquer sintomas, a instrução oficial é que deve ser procurada assistência médica. A gestão de qualquer evento adverso deve incluir um tratamento sintomático e de suporte adequado, administrado conforme o estado clínico do doente o exigir. Não é conhecido qualquer antídoto específico para a sobredosagem de Escina nas informações oficiais, não existindo requisitos explícitos documentados para monitorização hospitalar contínua ou considerações especiais para populações específicas nas secções relativas à sobredosagem.

Usos terapêuticos de Aescine

O que a Aescina trata: Principais Utilizações e Benefícios

A principal área terapêutica da Aescina (Escina) reside na sua utilização em situações que envolvem certos sintomas persistentes e desconfortáveis associados ao desequilíbrio hídrico. A sua relevância enquadra-se em condições que envolvem processos inflamatórios ou irritativos, como a Insuficiência Venosa Crónica (IVC), que inclui sintomas como pernas inchadas, dor, peso e cãibras.

Este medicamento é habitualmente utilizado para auxiliar em conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, incluindo sintomas relacionados com a IVC, inchaço (edema) e desconforto dos tecidos moles pós-traumático e pós-operatório. Este papel de suporte é relevante quando a gestão sintomática de apoio é considerada adequada.

A aescina pode fazer parte da gestão sintomática utilizada em condições que envolvam manifestações episódicas ou flutuantes, tais como situações onde a acumulação de líquidos ou o inchaço são proeminentes, e episódios agudos que envolvam inchaço localizado dos tecidos moles e nódoas negras (hematomas). Auxilia na manutenção da estabilidade funcional e contribui para um maior conforto durante os períodos sintomáticos.


Facto Rápido: Alívio para o Desconforto de Origem Vascular

Domínio do Sintoma Benefício Geral
Pernas Pesadas e Dolorosas Oferece um suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas.
Inchaço (Edema) Auxilia na manutenção da estabilidade funcional através da gestão da acumulação de líquidos.
Hematomas/Inchaço Agudos Apoia o doente durante episódios difíceis, aliviando o desconforto localizado.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar a Escina?

A elegibilidade da população para a utilização da Escina está estritamente definida por documentos oficiais, distinguindo entre grupos aprovados, utilização restringida e contraindicações absolutas.

Âmbito de Elegibilidade

Categoria da População Estatuto Regulamentar
Populações para as quais o uso é permitido Adultos e Idosos
Populações para as quais o uso não é recomendado Crianças com menos de 12 anos; Adolescentes com menos de 18 anos; Grávidas; Mulheres a amamentar
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa (Escina) ou a qualquer um dos excipientes

Declarações Oficiais de Elegibilidade

A utilização da Escina é contraindicada em indivíduos com antecedentes de hipersensibilidade aos seus componentes. O medicamento não é recomendado para utilização em crianças e adolescentes com menos de 18 anos devido à ausência de dados estabelecidos sobre a segurança e eficácia, não sendo também recomendado durante a gravidez ou a amamentação pelo mesmo motivo. O uso está estabelecido para Adultos e Idosos sob condições normais.

Regra para Condições Específicas: Doentes com insuficiência cardíaca ou insuficiência renal pré-existente devem procurar aconselhamento médico caso sintam um inchaço súbito ou sintomas graves durante a utilização da Escina.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Mapa de Interações: Informação Regulamentar Oficial da Escina

A posição regulamentar oficial para o extrato padronizado que contém Escina é definida pela monografia oficial para substâncias à base de plantas.


Âmbito das Interações

  • Categorias de medicamentos com interações documentadas: Nenhuma formalmente comunicada.
  • Medicamentos específicos (se explicitamente listados): Nenhum formalmente comunicado.
  • Base mecânica das interações (apenas se indicada no folheto): Não estão formalmente comunicados mecanismos farmacocinéticos ou farmacodinâmicos específicos como base para uma interação.
  • Regras de administração temporal (se aplicável): Nenhum requisito identificado, uma vez que não existem interações formalmente comunicadas.
  • Notas de interação para populações específicas (se aplicável): Nada documentado relativamente a alterações na gravidade das interações medicamentosas em populações específicas.
  • Restrições relacionadas com interações: Nenhumas formalmente documentadas com base no risco de interação.

Classificações de Interação (Nível Geral)

  • Classificação da gravidade das interações: Não aplicável, dado que não existem interações formalmente comunicadas.
  • Base regulamentar: Documentação oficial de substâncias à base de plantas.
  • Limitações no contexto das interações: A ausência de interações comunicadas aplica-se ao produto oficial para a sua utilização pretendida.

Estrutura das Interações Resultantes

Declarações oficiais sobre interações:

  • Os documentos oficiais da Escina referem que não são conhecidas ou não estão documentadas interações com outros medicamentos ou outras formas de interação.
  • Não estão listadas combinações contraindicadas específicas baseadas num risco formal de interação.
  • As informações oficiais não especificam qualquer requisito para o intervalo entre doses em relação a outras substâncias.
  • Não existem relatos formais de interações com alimentos, álcool, suplementos ou produtos à base de plantas.

Ligação ao perfil global de interações:

A estrutura oficial de interações da Escina é estritamente definida pela conclusão regulamentar de que não existem interações formalmente comunicadas na monografia oficial. Este estado significa que a documentação oficial não identifica quaisquer substâncias interferentes ou restrições resultantes que habitualmente definiriam um perfil de interação medicamentosa. Esta base estabelece uma ausência de preocupações documentadas quanto a interações de natureza farmacocinética ou farmacodinâmica.

Mecanismo de ação

Estabilização Capilar e Mecanismo Anti-Extravasamento

A aescina é um composto que atua na barreira microvascular, apresentando uma atividade estabilizadora na membrana das células endoteliais. Este efeito é alcançado através do reforço das membranas lisossomais e da inibição de enzimas, como a hialuronidase, que contribuem para a degradação da matriz perivascular. Esta ação preserva a integridade estrutural da parede dos vasos e das suas junções, estando associada a uma redução na taxa de filtração capilar e do extravasamento de proteínas plasmáticas para os tecidos.


Modulação do Tónus Venoso e Dinâmica de Fluxo

Esta molécula modula a atividade dos iões de cálcio (Ca^2+) na camada muscular lisa das veias periféricas e vénulas. Esta modulação aumenta a sensibilidade do músculo ao Ca^2+, resultando num estado de tónus venoso basal reforçado (venoconstrição). Esta consequência fisiológica cria um mecanismo que se opõe à distensão venosa e promove a resistência a alterações na pressão hidrostática dentro da microcirculação.


Interrupção das Cascatas Inflamatórias Locais

A aescina influencia também a cascata inflamatória ao suprimir a ativação de um fator de transcrição central, o Fator Nuclear-kappa B (NF-kappa B), o que limita a expressão subsequente de moléculas pró-inflamatórias. Esta interrupção da via é um mecanismo que regula a sinalização molecular que afeta a permeabilidade vascular e a função de barreira.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar a Aescina

A utilização da Aescina (Escina) é rigorosamente regida pelas instruções oficiais detalhadas nos documentos regulamentares, que definem as vias de administração, os esquemas posológicos e a duração do uso. O medicamento é empregue por via sistémica, através de formas orais, ou por via local, mediante aplicação cutânea.


Vias de Administração e Esquemas Posológicos

As principais vias aprovadas são a oral e a cutânea (tópica). As formas sólidas orais, tais como comprimidos ou cápsulas gastrorresistentes, destinam-se ao uso sistémico. As preparações semissólidas, incluindo géis e pomadas, são aplicadas diretamente na pele para uma ação local.

Via de Administração Esquema Posológico Padrão para Adultos (Norma EMA) Frequência
Oral (Sistémica) Padronizada em 50 mg de glicosídeos triterpénicos por dose Duas vezes ao dia
Cutânea (Local) Aplicar uma camada fina na área afetada 1 a 3 vezes por dia

Instruções Chave para a Administração

As instruções oficiais estipulam regras precisas quanto ao momento da toma e à população-alvo para garantir o uso correto. As preparações orais devem ser engolidas inteiras e tomadas imediatamente após a ingestão de alimentos. Este momento da toma é uma condição necessária para a administração. Caso ocorra o esquecimento de uma dose, as orientações regulamentares estabelecem que não deve ser tomada uma dose dupla para compensar.

A utilização está geralmente indicada para o curto prazo. No caso da administração oral, se a condição persistir ou se verificar um agravamento após 2 semanas, é necessária a consulta de um profissional de saúde. O uso de Aescina oficialmente não se destina a indivíduos com idade inferior a 18 anos. Não é necessário qualquer ajuste na dosagem prescrita para a população idosa.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos recentes continuam a validar a eficácia da escina, o componente ativo do castanheiro-da-índia, no tratamento da insuficiência venosa crónica e de estados inflamatórios pós-operatórios. A investigação atual destaca a sua capacidade de atuar sobre a resistência capilar e a microcirculação, confirmando o seu papel como uma alternativa terapêutica robusta.

Gestão da Insuficiência Venosa Crónica

Ensaios clínicos realizados entre 2024 e 2025 reforçam que a escina reduz significativamente o edema e a sensação de pernas pesadas em doentes com insuficiência venosa crónica. A evidência demonstra que a administração de escina é comparável em eficácia à terapia de compressão elástica para a redução do volume da perna a curto prazo. Estes estudos indicam que a substância atua reduzindo a permeabilidade vascular e inibindo a libertação de mediadores inflamatórios, o que resulta numa melhoria direta da qualidade de vida dos pacientes.

Aplicações Pós-Operatórias e em Traumatismos

Novas investigações exploraram a utilização da escina na redução do desconforto e do edema após intervenções cirúrgicas, como a extração de dentes sisos ou cirurgias ortopédicas. Os resultados sugerem que a escina pode oferecer um perfil de segurança favorável em comparação com alguns anti-inflamatórios não esteroides tradicionais, demonstrando uma eficácia semelhante na gestão do inchaço pós-operatório com menor incidência de complicações gastrointestinais.

Perfil de Segurança e Tolerabilidade

A monitorização clínica recente confirma que a escina é geralmente bem tolerada. Os dados de farmacovigilância indicam que a incidência de efeitos adversos é baixa, limitando-se maioritariamente a queixas gastrointestinais ligeiras. Adicionalmente, estudos de revisão sistemática destacam a importância de formulações padronizadas para garantir a biodisponibilidade e a consistência dos resultados clínicos observados na prática médica moderna.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões comuns sobre a Escina (FAQ)


P: A escina pode ser tomada ao mesmo tempo que as vitaminas comuns?

De acordo com os documentos regulamentares oficiais, não são conhecidas ou estão formalmente documentadas interações entre a escina e outros medicamentos, suplementos ou alimentos. Este estatuto indica que a escina pode, habitualmente, ser utilizada em conjunto com vitaminas comuns, embora seja importante rever todos os detalhes de administração fornecidos por um profissional de saúde.


P: Quais são os motivos mais comuns para alguém interromper a toma de escina?

As instruções oficiais indicam que o uso de escina é geralmente destinado a períodos de curto prazo. A informação regulamentar refere que é necessária a consulta de um profissional de saúde se a condição persistir ou agravar após um curto período de utilização. Adicionalmente, o uso deve cessar imediatamente se forem observadas reações adversas graves, tais como o inchaço alérgico grave (angioedema).


P: Qual é a diferença entre a escina e outros suplementos semelhantes?

A escina é oficialmente classificada como um Agente Venotónico e um Agente Estabilizador Capilar, derivado do extrato da semente do castanheiro-da-índia. O seu principal papel farmacológico é reforçar a integridade e melhorar a função dos vasos sanguíneos periféricos. Esta classificação insere-a no grupo farmacológico mais abrangente dos Vasoprotetores, o que define a sua ação terapêutica específica.


P: Existem interações conhecidas entre a escina e analgésicos?

Os documentos regulamentares oficiais declaram que não foram reportadas formalmente interações específicas com outros medicamentos. No entanto, uma nota de segurança indica que o risco de hemorragia pode ser ampliado se a escina for utilizada simultaneamente com anticoagulantes ou produtos semelhantes que afetem a coagulação sanguínea. As orientações oficiais referem ser importante discutir todos os medicamentos existentes com um profissional de saúde.


P: A escina está aprovada para utilização em todos os países?

A aprovação de medicamentos é um processo gerido separadamente pelos organismos reguladores de cada país. O estado oficial de autorização e a rotulagem da escina são, portanto, definidos pela autoridade de saúde específica da região onde o produto é comercializado.


P: A escina pode afetar as minhas leituras de pressão arterial?

A escina é classificada oficialmente como um Agente Venotónico porque afeta o tónus venoso (a rigidez das veias e vénulas) e a função capilar. A documentação regulamentar oficial não lista explicitamente alterações na pressão arterial sistémica (pressão arterial comum) como um efeito adverso documentado.


P: A escina é segura para pessoas com problemas renais?

Os documentos regulamentares estabelecem que o uso de escina é contraindicado (não deve ser utilizado) em indivíduos que sofram de insuficiência renal grave. A informação oficial pode indicar que pessoas com condições renais pré-existentes, mesmo que não sejam graves, devem discutir o uso de escina com um profissional de saúde.


P: É seguro tomar escina se eu tiver um problema hepático?

As condições hepáticas não constam como uma contraindicação formal nos textos regulamentares principais. A informação oficial sobre medicamentos sugere frequentemente que indivíduos com condições pré-existentes em órgãos, como é o caso de uma condição hepática, devem discutir o seu uso com um profissional de saúde.


P: A escina interage com medicamentos para a diabetes?

Os documentos regulamentares oficiais afirmam que não são conhecidas ou estão formalmente documentadas interações com outros medicamentos, incluindo aqueles utilizados para condições crónicas como a diabetes.


P: O que dizem as orientações oficiais sobre a escina e a gravidez?

As orientações oficiais referem que a escina não é recomendada para utilização durante a gravidez ou a lactação (amamentação). Esta restrição existe devido à falta de dados suficientes que estabeleçam a segurança e a eficácia nestas populações.


P: Existem diferentes dosagens de escina disponíveis?

Sim, estão documentadas diferentes formulações e concentrações, tais como formas sólidas orais e preparações tópicas (como géis). Para a administração oral, a dose é oficialmente padronizada para uma quantidade precisa do componente ativo, designado por glicosídeos triterpénicos, por cada toma.


P: Quais são os ingredientes presentes no produto de escina?

A escina (Escina) é o ingrediente ativo, tratando-se de uma substância de origem vegetal proveniente da semente do castanheiro-da-índia. A rotulagem oficial do produto fornece detalhes sobre a substância ativa, a Escina, e lista também os ingredientes inativos (conhecidos como excipientes) utilizados para criar a formulação específica, como um comprimido ou um gel.


P: Qual é o nível de pureza exigido para a escina em produtos medicinais?

A escina é classificada como um extrato padronizado. Isto significa que os documentos regulamentares exigem que uma quantidade fixa e mínima do componente ativo — os glicosídeos triterpénicos — esteja presente no produto final para garantir a consistência e a qualidade, em vez de se focarem apenas na pureza global.


P: O uso de escina requer alguma monitorização especial por parte de um médico?

A monitorização rotineira ou obrigatória através de análises ao sangue não é tipicamente especificada nos documentos regulamentares. No entanto, a rotulagem oficial sublinha que deve ser procurada consulta médica se os sintomas piorarem ou se surgirem sinais de inflamação grave ou inchaço súbito e inexplicável.


P: A escina pode causar problemas de estômago?

As reações adversas documentadas mais comuns relacionadas com o estômago incluem náuseas gerais e sensações de desconforto gástrico ou mal-estar. Estes efeitos estão tipicamente documentados nos textos regulamentares como sendo ligeiros e pouco frequentes.


P: Existe uma hora específica do dia em que a escina deva ser tomada?

As instruções oficiais de administração estipulam que as preparações orais devem ser tomadas imediatamente após a alimentação (pós-refeição). Embora este momento de toma seja exigido, nenhum período específico do dia, como de manhã ou à noite, é determinado pelas orientações regulamentares.


P: A escina é considerada um vasodilatador?

Não. A escina é oficialmente classificada como um Agente Venotónico e um Agente Estabilizador Capilar, o que significa que ajuda a aumentar o tónus venoso (a rigidez das veias) e a estabilizar os capilares. Esta ação promove a venoconstrição, que é um mecanismo distinto da vasodilatação (o alargamento dos vasos sanguíneos).


P: A escina é um AINE ou um tipo de esteroide?

Não. A escina é classificada como um Agente Venotónico e um fitofármaco, o que significa que é uma substância medicinal derivada de uma planta (castanheiro-da-índia). Não é classificada como um AINE (anti-inflamatório não esteroide) nem como um esteroide.


P: A escina pode ser comprada sem receita médica?

O estatuto regulamentar da escina varia dependendo do país e da formulação específica (por exemplo, comprimido ou gel). Em algumas jurisdições, produtos contendo o extrato padronizado estão aprovados para venda livre (OTC), enquanto noutras é necessária receita médica.


P: Existem estudos sobre a eficácia da escina em comparação com um placebo?

Sim. As revisões regulamentares oficiais da base de evidência confirmam que foram realizados inúmeros Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECTA). Estes estudos comparam tipicamente os efeitos e resultados da escina com um grupo de controlo, que é frequentemente um placebo.


P: Existem interações conhecidas entre a escina e chás de ervas?

A rotulagem oficial afirma que não são formalmente reportadas interações com alimentos, álcool, suplementos ou produtos à base de plantas em geral nos documentos regulamentares principais.


P: A escina causa cansaço ou sonolência?

A lista oficial de reações adversas para o sistema nervoso inclui efeitos ligeiros como cefaleias e tonturas. No entanto, o cansaço ou a sonolência (somolência) não constam como efeitos secundários comuns documentados nos textos regulamentares.

Como Aescine deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar a Escina

Os documentos oficiais definem regras ambientais e de manuseamento específicas para o armazenamento e a eliminação da Escina.

Requisitos de Armazenamento

Condição Requisito
Ambiente Conservar em local seco, fresco e bem ventilado.
Proteção Manter afastado do calor e da luz solar direta; evitar materiais incompatíveis, tais como agentes oxidantes.
Recipiente O recipiente deve ser mantido hermeticamente fechado.
Acesso O produto deve ser armazenado sob chave para restringir o seu acesso.

Instruções de Eliminação

A eliminação deve ser realizada em conformidade com os regulamentos locais, regionais e nacionais, utilizando um ponto de recolha de resíduos autorizado.

O produto não deve ser deitado em águas superficiais ou na rede de esgotos, devendo ser evitada a sua libertação para o meio ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Aescine encontrado em:

ÍNDICE A-Z: