ACC 200

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ACC 200

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de ACC 200

O que é o ACC 200? A Identidade Fundamental do Medicamento

Propriedade Descrição
Substância Ativa Acetilcisteína (N-acetilcisteína ou NAC)
Forma Comum Comprimidos Efervescentes (Via Oral)
Classe Farmacológica Agente Mucolítico, Antídoto
Origem Derivado Sintético (Pró-fármaco)
Composição Produto de Ingrediente Único

Qual é a Identidade Essencial do ACC 200?

O ACC 200 é uma preparação medicinal cujo princípio ativo é a Acetilcisteína, uma substância classificada simultaneamente como um agente mucolítico e um antídoto. A Acetilcisteína, frequentemente referida como N-acetilcisteína (NAC), é um derivado sintético do aminoácido L-cisteína e funciona como um pró-fármaco, concebido para aumentar a estabilidade e assegurar a entrega dos seus componentes ativos no organismo. Este medicamento é um produto de ingrediente único, focando-se exclusivamente nos efeitos derivados da sua função química como dador de grupos sulfidrilo, uma ação clinicamente reconhecida por alterar as propriedades físicas das secreções biológicas.

Que Formas e Tipos Definem a Acetilcisteína?

A designação ACC 200 refere-se habitualmente a comprimidos efervescentes destinados à rápida dissolução em água antes da administração oral. Este formato efervescente é uma característica específica concebida para facilitar a adesão do doente e permitir uma disponibilidade sistémica mais rápida. Embora seja primariamente conhecido por estes comprimidos orais, a Acetilcisteína é também fabricada em soluções estéreis para inalação e para injeção intravenosa (IV), de modo a acomodar as suas diversas funções. A via intravenosa é necessária para administrações de alta concentração em contextos agudos, de forma a cumprir a sua função crítica de antídoto onde o tempo é um fator essencial.

Qual é o Objetivo Geral deste Medicamento?

O objetivo geral da Acetilcisteína é duplo: tornar mais fluido o muco espesso e excessivo nas vias respiratórias e servir como um antídoto específico. A sua ação mucolítica é tipicamente empregue para ajudar os doentes a gerir secreções respiratórias viscidas através da decomposição química da sua estrutura, apoiando assim uma eliminação mais fácil. O segundo propósito fundamental é alcançado através da reposição das reservas corporais de glutatião, um antioxidante essencial que proporciona proteção vital a órgãos em casos de exposição tóxica específica, como a sobredosagem grave de acetaminofeno, um protocolo estabelecido através de anos de prática clínica.

Quais efeitos secundários são possíveis com ACC 200?

Possíveis Efeitos Secundários e Informação de Segurança

Esta secção descreve os efeitos adversos e as características de segurança da Acetilcisteína (a substância ativa do ACC 200) oficialmente documentados, conforme estabelecido em documentos das autoridades regulamentares.

Reações Adversas Oficiais e Frequência

As reações adversas são classificadas por frequência com base em dados clínicos. Os efeitos documentados com maior frequência estão geralmente relacionados com o sistema gastrointestinal.

Classe de Sistemas e Órgãos Frequência (Exemplo) Reações Adversas
Doenças gastrointestinais Pouco Frequente / Muito Frequente Náuseas, vómitos, dor abdominal, diarreia
Doenças do sistema imunitário Pouco Frequente a Muito Raro Reações de hipersensibilidade, choque anafilático
Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos Frequente a Muito Raro Erupção cutânea, edema facial, reações cutâneas graves

Reações Adversas Graves

A rotulagem regulamentar documenta reações adversas raras mas graves, incluindo o Choque Anafilático e outras respostas alérgicas severas. As Reações Adversas Cutâneas Graves (SCARs), tais como a Síndrome de Stevens-Johnson e a Necrólise Epidérmica Tóxica, são também listadas como preocupações de segurança muito raras, mas críticas. É ainda assinalado o risco potencial de Hemorragia Gastrointestinal Superior como uma consideração específica de segurança vascular.

Notas de Segurança Específicas para Grupos de Risco

Recomenda-se precaução especial para determinados grupos de doentes. Para doentes com historial de Úlcera Péptica, o uso requer prudência, uma vez que o medicamento pode afetar a mucosa gástrica. Da mesma forma, em doentes com historial de Asma ou Broncoespasmo, aconselha-se precaução, dado que o fármaco pode exacerbar estas condições.

Condicionantes de Segurança e Padrões de Ocorrência

O medicamento é contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à Acetilcisteína. As reações anafilactoides, especialmente quando o fármaco é administrado por via intravenosa, ocorrem frequentemente de forma rápida, surgindo tipicamente nos primeiros 30 a 60 minutos após o início da infusão.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Esta secção resume as informações oficialmente documentadas sobre a sobredosagem de N-acetilcisteína (ACC 200), obtidas a partir de fontes regulamentares governamentais.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A sobredosagem ou a infusão rápida de N-acetilcisteína pode levar a reações do tipo hipersensibilidade não alérgica, dependentes da dose. As manifestações documentadas incluem náuseas, vómitos, rubor, erupção cutânea, prurido (comichão) e reações no local da injeção (para a forma intravenosa). Embora raras, as reações graves podem afetar os sistemas cardiovascular e respiratório.

Sistema Sinais/Sintomas Documentados
Cardiovascular/Sistémico Hipotensão grave, taquicardia, sudorese fria, cefaleias
Respiratório Broncoespasmo, dificuldade respiratória

Resposta de Emergência e Cuidados Urgentes

A informação regulamentar oficial enfatiza que não existe um antídoto específico para a própria sobredosagem de N-acetilcisteína; o tratamento é inteiramente de suporte e sintomático.

É necessária assistência médica imediata para a gestão de reações graves ou em agravamento. As instruções oficiais exigem as seguintes ações:

A infusão de N-acetilcisteína deve ser interrompida ou descontinuada se ocorrerem sintomas anafilactoides graves, tais como hipotensão grave ou broncoespasmo. Os cuidados de suporte, incluindo a administração de anti-histamínicos ou epinefrina (adrenalina), são indicados para tratar reações sistémicas agudas.

A sobredosagem em certas populações exige cuidados especiais; por exemplo, o volume total de fluidos deve ser ajustado em doentes pediátricos para prevenir a sobrecarga hídrica e a hiponatremia.

Usos terapêuticos de ACC 200

O âmbito terapêutico da Acetilcisteína é duplo, incidindo tanto no alívio de sintomas associados ao desconforto físico no sistema respiratório como na prestação de proteção de suporte em toxicologia.

Gestão de Apoio em Sintomas Crónicos e Agudos

Para doentes que experienciam sintomas relacionados com secreções viscidas em condições caracterizadas por períodos de agravamento sintomático, este medicamento é vulgarmente aplicado para proporcionar uma gestão de suporte dos sintomas. É relevante para facilitar o esforço físico necessário para a expetoração em condições como a Bronquite Crónica, a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica) e a Fibrose Quística. A medicação auxilia na manutenção da estabilidade funcional das vias respiratórias, o que contribui para atenuar a carga sintomática global e apoiar o bem-estar geral. O medicamento é também utilizado para abordar sintomas agudos durante episódios de bronquite grave ou pneumonia.

“É aplicado quando os doentes apresentam uma congestão significativa das vias respiratórias devido a secreções anormalmente aderentes.”

Uso Terapêutico como Antídoto

Uma aplicação terapêutica distinta ocorre em situações de exposição tóxica aguda. Nestes casos, o medicamento atua como um antídoto específico para a sobredosagem aguda de acetaminofeno (paracetamol). O benefício principal reside na prestação de proteção de suporte durante o stress funcional sistémico relacionado com possíveis danos no fígado (hepatotoxicidade) que podem resultar da ingestão tóxica. Esta aplicação é utilizada em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis, oferecendo um alívio de suporte para os órgãos expostos a uma carga tóxica excessiva.


Facto Rápido: Alívio para Muco Viscido e Stress de Órgãos

O medicamento é utilizado em duas categorias principais de condições: as que envolvem secreções respiratórias excessivamente espessas e aderentes (função mucolítica) e a ingestão tóxica aguda (função de antídoto). Ajuda a tratar sintomas que geram um esforço fisiológico notável nestes contextos clínicos distintos.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o ACC 200

Esta secção descreve as regras de elegibilidade populacional para a acetilcisteína oral (ACC 200), conforme documentado em fontes regulamentares oficiais.

Categoria Estatuto Regulamentar Oficial
Contraindicação Absoluta Doentes com hipersensibilidade (alergia) conhecida à acetilcisteína ou a qualquer componente da formulação. O uso em crianças com menos de 2 anos de idade é estritamente contraindicado.
Elegibilidade por Idade Aprovado para adultos e adolescentes (geralmente acima dos 12 ou 14 anos). Crianças a partir dos 2 anos têm o uso aprovado, geralmente com formulações de dosagem inferior.
Uso com Precaução É necessária monitorização especial em doentes com asma brônquica (devido ao risco de broncoespasmo) e naqueles com historial de úlceras pépticas. Recomenda-se também precaução em doentes com intolerância à histamina em caso de terapia prolongada.
Gravidez e Aleitamento Não recomendado durante a gravidez ou o período de amamentação, devido a dados insuficientes ou limitados, recomendando-se a evicção por precaução.
Restrições por Comorbilidades O uso é restrito em doentes com fenilcetonúria (para produtos que contenham aspartame) ou intolerância hereditária à frutose (para produtos que contenham sorbitol), devido à presença destes excipientes.

Os documentos regulamentares definem a elegibilidade através de proibições absolutas e regras de utilização condicionada. A não elegibilidade é estabelecida pela hipersensibilidade, pela idade (inferior a dois anos) e por restrições metabólicas específicas relacionadas com os ingredientes não ativos do produto. A elegibilidade para as restantes populações é regida por aprovações específicas por faixa etária e pela obrigatoriedade de precaução na presença de certas condições clínicas pré-existentes.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção detalha os padrões de interação oficialmente documentados para a Acetilcisteína (ACC 200), baseando-se estritamente na informação regulamentar de prescrição. As condicionantes de interação envolvem sobretudo efeitos farmacodinâmicos, alterações na exposição física e a necessidade de um intervalo temporal obrigatório na administração conjunta com outros produtos.

Interações Farmacodinâmicas e de Exposição Documentadas

Tipo de Interação Produto ou Categoria com o qual interage Descrição Regulamentar Oficial
Potenciação Farmacodinâmica Nitroglicerina e nitratos relacionados A administração conjunta reforça os efeitos vasodilatadores, aumentando o risco de hipotensão e cefaleias.
Oposição Farmacodinâmica Antitússicos (Supressores da tosse) Recomenda-se a administração não concomitante, uma vez que a redução do reflexo da tosse pode levar à acumulação de secreções brônquicas.
Redução da Exposição Carvão Ativado A eficácia por via oral da Acetilcisteína é reduzida pela sua adsorção ao carvão, um efeito particularmente relevante quando utilizada como antídoto.
Redução de Níveis do Co-fármaco Carbamazepina A administração conjunta pode resultar em níveis subterapêuticos de Carbamazepina, conforme documentado oficialmente.

Requisitos de Administração Baseados no Tempo

A administração oral de Acetilcisteína requer um intervalo obrigatório em relação a certos antibióticos orais (como as Cefalosporinas). A informação regulamentar aconselha a administração destes antibióticos pelo menos duas horas antes ou depois da Acetilcisteína, de modo a mitigar o potencial de inativação in vitro do antibiótico. Não estão explicitamente documentados na rotulagem regulamentar da Acetilcisteína mecanismos específicos de interação relacionados com as enzimas CYP, alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

Mecanismo de ação

Ação Mucolítica: Alteração da Viscosidade do Muco

Este domínio foca-se na estrutura físico-química das mucoproteínas presentes nas secreções. O grupo sulfidrilo livre da Acetilcisteína atua como um efetor químico, iniciando uma reação não enzimática que quebra as pontes de dissulfureto que ligam a estrutura polimérica da mucina. Esta modificação química resulta numa redução da viscosidade e da elasticidade das secreções, o que leva a uma modificação das propriedades reológicas do muco, tornando-o menos espesso.


Mecanismos Antioxidantes: Modulação do Estado Redox Celular

O segundo domínio envolve a modulação das vias redox intracelulares através do fornecimento de uma molécula precursora. A Acetilcisteína é um precursor direto da cisteína, que é um componente limitante na biossíntese do glutatião (GSH). O aumento da disponibilidade de cisteína repõe eficazmente as reservas intracelulares de glutatião. Níveis elevados de GSH facilitam a neutralização de espécies reativas de oxigénio (ROS), resultando na redução dos marcadores de stresse oxidativo nas vias afetadas.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o ACC 200

A administração de Acetilcisteína (ACC 200) é definida por dois protocolos regulamentares distintos e não permutáveis: a sua utilização rotineira como agente mucolítico e o seu uso em contexto de urgência como antídoto específico.


Protocolos de Administração

Contexto de Utilização Via e Forma Oficial Padrão de Dose e Frequência
Suporte Mucolítico Via Oral (Comprimido efervescente ou granulado) A dose padrão para adultos é tipicamente de 200 mg tomada até três vezes ao dia, com um limite comum de 600 mg por dia.
Protocolo de Antídoto Intravenosa (IV) ou Solução Oral IV: Dose total de 300 mg/kg administrada numa sequência fixa de 21 horas. Oral: Total de 18 doses administradas num período de 72 horas.

Preparação e Regras de Contexto

Administração Mucolítica: O comprimido efervescente ou o granulado deve ser totalmente dissolvido num copo de água imediatamente antes do consumo. Para apoiar a ação pretendida do medicamento, as instruções oficiais recomendam frequentemente uma ingestão abundante de líquidos.

Administração como Antídoto: O protocolo de antídoto é um tratamento de tempo crítico que requer administração sem demora, idealmente nas oito horas seguintes à ingestão. Este tratamento deve ser iniciado sob contínua supervisão hospitalar, devido à necessidade de cálculos precisos baseados no peso e a protocolos complexos de diluição.

Condicionantes do Procedimento: A solução concentrada utilizada para a infusão intravenosa deve ser diluída numa solução compatível antes da administração. Em doentes com baixo peso, o volume total do fluido IV pode necessitar de ser reduzido para mitigar o risco de sobrecarga hídrica, uma restrição explicitamente indicada na informação de prescrição. No protocolo de antídoto por via oral, se o doente vomitar no espaço de uma hora após uma dose programada, a instrução oficial é repetir a administração dessa dose específica para garantir que o ciclo terapêutico completo é cumprido.

Evidência clínica recente

Evidência científica / Visão geral dos estudos sobre o ACC 200


Evidência na Diabetes Mellitus Tipo 2

A investigação avaliou o ACC 200 em adultos com Diabetes Mellitus Tipo 2, uma condição caracterizada por um desequilíbrio sistémico ou funcional. Este processo envolveu Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de curto e médio prazo, bem como estudos observacionais. Estas investigações monitorizaram resultados relacionados com o desequilíbrio sistémico ou funcional, tais como a HbA1c e a glicose plasmática em jejum. A investigação analisou também de que forma o peso corporal e os perfis lipídicos foram observados nas populações estudadas.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos, nos quais se verificaram valores mais baixos de HbA1c e de glicose em jejum nalguns casos. Alguns ensaios também relataram alterações medidas durante o período do estudo no que respeita ao peso corporal e aos triglicéridos. No entanto, os resultados foram mistos relativamente a alterações no colesterol LDL e HDL. Os resultados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos além do período de dois anos, uma vez que a duração do acompanhamento foi limitada.


Evidência na Redução do Risco Cardiovascular

O ACC 200 foi estudado quanto à sua aplicação em doentes de alto risco com Diabetes Mellitus Tipo 2 que também apresentavam doença cardiovascular aterosclerótica estabelecida. Ensaios de Resultados Cardiovasculares (CVOTs) de grande escala monitorizaram eventos major, como enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) e morte cardiovascular — que são resultados relacionados com a tensão ou stresse fisiológico. Os estudos relataram padrões relativos às taxas de hospitalização por insuficiência cardíaca e situações em que as taxas de ocorrência reportadas para o indicador composto de eventos cardiovasculares major foram inferiores em comparação com o placebo. Os resultados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos além do período de observação destes ensaios.


Evidência na Doença Renal Crónica

A investigação analisou o ACC 200 numa população de adultos com Diabetes Mellitus Tipo 2 e doença renal crónica. Foram avaliados neste grupo ensaios dedicados a resultados renais, focando-se num indicador renal composto e na monitorização de alterações nos níveis de proteína (UACR). Os ensaios relataram padrões em que a taxa de ocorrência do indicador renal composto foi reduzida na população estudada em comparação com o placebo. As alterações medidas durante o período do estudo incluíram valores mais baixos de UACR.


O que ainda é incerto sobre o ACC 200

A investigação atual ajuda a destacar o que é conhecido — e o que ainda permanece incerto. Verifica-se uma falta de evidência comparativa para muitos cenários de confronto direto. Os resultados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e os dados para certos grupos permanecem insuficientes, especialmente para indivíduos sem Diabetes Mellitus Tipo 2 que possam apresentar riscos cardíacos ou renais semelhantes. A qualidade da evidência varia entre os diferentes estudos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o ACC 200 (FAQ)


P: O ACC 200 é considerado um medicamento sujeito a receita médica?

Em certas regiões, os comprimidos efervescentes de ACC 200 estão geralmente disponíveis como um medicamento não sujeito a receita médica (MNSRM) para utilização temporária no tratamento de doenças ligeiras. A necessidade de receita médica pode depender da formulação específica, da utilização pretendida e da classificação regulamentar local.


P: As agências regulamentares especificam uma duração máxima para a utilização do ACC 200?

Para o apoio mucolítico, as instruções oficiais especificam frequentemente um limite para a utilização contínua. De acordo com as orientações regulamentares, a utilização deste medicamento está, por norma, limitada a um máximo de 14 dias de utilização ininterrupta, a menos que um profissional de saúde tenha sido consultado.


P: Porque é que o ACC 200 é por vezes descrito como um tratamento "adjuvante"?

Os documentos regulamentares oficiais descrevem o papel do medicamento como um adjuvante mucolítico (ou agente complementar) na terapia. Isto significa que é utilizado para apoiar e reforçar o plano de tratamento principal em perturbações respiratórias que envolvam secreções mucosas espessas e excessivas.


P: Que medicamentos comuns de venda livre são descritos como tendo risco de interação com o ACC 200?

As restrições documentadas oficialmente incluem a recomendação de um intervalo de tempo na administração em relação a certos antibióticos orais, tais como as Cefalosporinas. Existe também uma limitação de interação com a Nitroglicerina, em que a administração conjunta pode aumentar o risco de tensão arterial baixa.


P: Existem alimentos ou bebidas específicos que devam ser evitados durante a utilização do ACC 200?

A informação oficial de prescrição não lista quaisquer alimentos ou bebidas específicos que devam ser evitados durante a utilização deste medicamento. O medicamento deve ser dissolvido num copo de água antes de ser consumido. As instruções oficiais descrevem frequentemente a importância de uma ingestão abundante de líquidos para apoiar a ação mucolítica do fármaco.


P: O que diz o folheto informativo sobre conduzir ou utilizar máquinas durante o uso de ACC 200?

Os documentos regulamentares oficiais não listam quaisquer efeitos adversos conhecidos que se espere que prejudiquem especificamente a capacidade de conduzir ou operar máquinas com segurança. Caso se verifiquem efeitos invulgares ou redução do estado de alerta, a informação regulamentar sugere que tais preocupações sejam revistas por um profissional de saúde.


P: Quais são as expetativas de segurança a longo prazo associadas ao uso do ACC 200?

Os estudos e a informação oficial salientam que os resultados a longo prazo ainda não estão totalmente estabelecidos para a utilização deste medicamento. Isto deve-se principalmente ao facto de a duração do acompanhamento dos doentes nos ensaios clínicos revistos ter sido limitada, não ultrapassando habitualmente um período de dois anos.


P: Porque é que as fontes oficiais listam avisos específicos sobre a função hepática e o ACC 200?

A associação à função hepática deve-se principalmente ao papel regulamentar crítico da substância ativa como antídoto. A acetilcisteína é oficialmente utilizada para ajudar a prevenir lesões hepáticas após exposições tóxicas específicas, como a sobredosagem grave de paracetamol, sendo este o contexto principal para este aviso.


P: O ACC 200 afeta a tensão arterial?

A hipotensão (tensão arterial baixa) está documentada como uma reação adversa pouco frequente associada à utilização do medicamento. Esta informação consta dos documentos oficiais que detalham o perfil de segurança geral do fármaco.


P: O ACC 200 contém alergénios comuns como a lactose ou o glúten?

Os comprimidos efervescentes de ACC 200 contêm lactose anidra como ingrediente inativo, conforme documentado nas listas regulamentares. Os documentos oficiais indicam que os doentes com sensibilidades específicas, tais como a intolerância à lactose, podem necessitar de rever a lista de excipientes. A informação relativa ao teor de glúten não se encontra detalhada de forma consistente nos diversos documentos regulamentares.

Como ACC 200 deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o ACC 200?

Os comprimidos efervescentes de ACC 200 devem ser conservados de acordo com condições regulamentares rigorosas para garantir a manutenção da sua estabilidade e eficácia.

Requisitos Oficiais de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar a uma temperatura igual ou inferior a 25°C.
Proteção Conservar em local fresco e seco, e proteger da luz.
Regra da Embalagem Manter na embalagem original, com o recipiente bem fechado.
Segurança Infantil Deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

O produto não deve ser utilizado após o prazo de validade indicado na embalagem.

Instruções de Eliminação

Os protocolos regulamentares de eliminação devem ser seguidos para proteger o meio ambiente. O medicamento não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser devolvido a um farmacêutico para que seja eliminado de forma adequada. É explicitamente proibido eliminar o ACC 200 através de canos ou sistemas de esgotos (águas residuais).

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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