Abriff

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Abriff

Opção de tratamento: Asthma

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Abriff

Que tipo de medicamento é o Abriff e como é classificado?

O Abriff é um medicamento sujeito a receita médica, de associação de dose fixa (FDC), classificado farmacologicamente como uma combinação de um Corticosteroide Inalado (ICS) e um Agonista Beta2 de Longa Ação (LABA). Esta classificação dupla significa que o produto atua como um medicamento de controlo, proporcionando a gestão simultânea da inflamação subjacente das vias respiratórias e uma broncodilatação prolongada. A investigação confirma que a abordagem FDC, combinando um ICS com um LABA, é uma estratégia estabelecida para proporcionar um controlo terapêutico sustentado. Esta abordagem combinada é útil porque aborda simultaneamente a inflamação e o aperto nas vias respiratórias. Os componentes, o glucocorticóide sintético Propionato de Fluticasona e o broncodilatador sintético Fumarato de Formoterol Di-hidratado, são clinicamente reconhecidos pelos seus respetivos papéis na gestão respiratória a longo prazo. O Abriff está posicionado especificamente para o tratamento de manutenção ou profilaxia de condições respiratórias persistentes, distinguindo o seu propósito do alívio de sintomas imediato e de emergência.


Qual é a composição e a forma do Abriff?

O Abriff é uma suspensão para inalação pressurizada administrada através de um inalador pressurizado de dose calibrada (pMDI), um dispositivo de aerossol concebido para administração pulmonar. A composição principal envolve as duas substâncias ativas, o Propionato de Fluticasona e o Fumarato de Formoterol Di-hidratado, suspensas numa mistura inerte. A natureza específica do Propionato de Fluticasona indica que o componente anti-inflamatório é uma entidade química bem definida. Esta suspensão requer a utilização de um propelente de Hidrofluoroalcano (HFA) e inclui uma pequena quantidade de etanol, que serve para garantir a entrega consistente e precisa da dose calibrada diretamente nas vias respiratórias. O Abriff é uma formulação reconhecida na Europa e em partes da Ásia, representando uma variante global específica desta combinação ICS/LABA altamente eficaz. O método de administração escolhido, o pMDI, garante que a dose fixa específica tanto do anti-inflamatório como do dilatador das vias respiratórias de ação prolongada chegue aos pulmões de forma eficiente para um controlo eficaz a longo prazo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Abriff?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança deste medicamento é classificado formalmente com base na frequência e nos sistemas de órgãos afetados. O Abriff contém um corticosteroide inalado (ICS) e um agonista beta2 de longa ação (LABA), e as suas características de segurança documentadas refletem os efeitos associados a ambas as classes de fármacos.


Reações adversas oficialmente documentadas por frequência

  • Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10): Cefaleia, candidíase oral (sapinho), faringite (dor de garganta), disfonia (voz rouca) e, em doentes com DPOC, pneumonia.
  • Pouco frequentes (≥ 1/1000 a < 1/100): Tremores, palpitações, taquicardia, tonturas, ansiedade, hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) e hipocalémia (baixos níveis de potássio).
  • Raras (≥ 1/10.000 a < 1/1000): Broncoespasmo paradoxal, reações de hipersensibilidade imediata (ex.: angioedema) e angina de peito.
  • Muito raras (< 1/10.000): Efeitos sistémicos dos corticosteroides, tais como supressão adrenal, síndrome de Cushing, glaucoma, cataratas e atraso no crescimento em crianças e adolescentes.

Reações adversas graves e restrições regulamentares

As reações adversas graves, embora raras, incluem o broncoespasmo paradoxal, que consiste num agravamento súbito da respiração com potencial risco de vida e que requer uma avaliação imediata. O componente Agonista Beta2 de Longa Ação (LABA) está associado ao risco de classe de eventos graves relacionados com a asma quando utilizado em monoterapia, embora este risco não aumente significativamente quando os LABAs são utilizados em combinação fixa com um ICS.

As informações oficiais estabelecem que o Abriff não deve ser utilizado em combinação com outros Agonistas Beta2 de Longa Ação devido ao risco de sobredosagem. Recomenda-se precaução em doentes com condições preexistentes, tais como doenças cardiovasculares, tirotoxicose e diabetes mellitus.

Duração e segurança específica por população

O componente corticosteroide inalado acarreta riscos associados ao uso a longo prazo, incluindo a possibilidade de glaucoma, cataratas e diminuição da densidade mineral óssea. Em crianças e adolescentes, existe um risco documentado de atraso no crescimento com o uso prolongado de corticosteroides inalados, o que justifica a monitorização do crescimento. Doentes com insuficiência hepática grave podem registar um aumento da exposição sistémica, exigindo uma monitorização regular para manter a dose mínima eficaz.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Deve procurar assistência médica imediata em caso de qualquer suspeita de sobredosagem de Abriff. Conforme documentado em fontes regulamentares, a apresentação clínica é determinada principalmente pela exacerbação dos efeitos do componente Agonista beta2 de Longa Ação (LABA), o Formoterol.

As manifestações de sobredosagem aguda documentadas incluem taquicardia (ritmo cardíaco acelerado), palpitações, tremores e dor de cabeça, acompanhadas por alterações metabólicas como a hipocalémia (baixos níveis de potássio) e a hiperglicemia (elevados níveis de açúcar no sangue).

Os desfechos mais graves documentados envolvem o sistema cardiovascular, existindo o risco de arritmias fatais ou outros efeitos cardíacos severos. O uso excessivo e crónico do componente corticosteroide inalado (ICS), a Fluticasona, pode também levar ao surgimento de características de hipercorticismo ou supressão suprarrenal.

Os procedimentos de gestão estabelecidos nas normas oficiais exigem um tratamento sintomático e de suporte, o qual inclui a monitorização contínua da função cardíaca por ECG e o controlo dos níveis de potássio no soro. Devido à longa duração de ação do componente, é frequentemente necessária a observação hospitalar por um período prolongado, geralmente entre 12 a 24 horas. Não se conhece um antídoto específico para o componente ICS. Em casos de efeitos graves causados pelo agonista beta2, pode ser considerada a administração de bloqueadores beta cardioseletivos, embora esta intervenção seja limitada pelo risco de induzir broncoespasmo. As crianças e os adolescentes apresentam um risco acrescido de supressão do eixo HPA (hipotálamo-hipófise-suprarrenal).

Usos terapêuticos de Abriff

O que trata o Abriff: principais utilizações e benefícios

O Abriff é habitualmente utilizado em condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado relacionado com a asma persistente e a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). A sua aplicação em contexto clínico ocorre em situações que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, tais como sibilos crónicos, aperto no peito e falta de ar, onde é necessário um suporte sintomático adicional. Este medicamento é relevante em cenários clínicos marcados pelo aumento do desconforto ou tensão, podendo fazer parte da gestão sintomática da atividade respiratória crónica. De acordo com informações de referência, as combinações de fluticasona são utilizadas para auxiliar na dificuldade respiratória, sibilos, falta de ar, tosse e aperto no peito causados tanto pela asma como pela DPOC.

Factos Rápidos

Facto Rápido: Proporciona suporte no alívio de sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos.

“É relevante em contextos clínicos marcados pelo aumento do desconforto ou tensão, podendo integrar a gestão sintomática da atividade respiratória crónica.”

O medicamento é relevante para a gestão de sintomas de persistência moderada a grave, desempenhando um papel na estabilização dos sintomas. Esta terapia de combinação é aplicada na abordagem de conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, o que pode auxiliar na mitigação da recorrência de episódios respiratórios difíceis. Este suporte regular auxilia na melhoria do conforto diário durante os períodos sintomáticos e pode ajudar na manutenção da estabilidade funcional.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Abriff?

O Abriff (propionato de fluticasona/fumarato de formoterol di-hidratado) é um medicamento por inalação regido por regras rigorosas de elegibilidade populacional, descritas nos documentos regulamentares.

Populações com Contraindicação

A utilização é absolutamente proibida (contraindicada) em indivíduos com uma hipersensibilidade grave conhecida a qualquer componente da formulação. O Abriff não deve ser utilizado para o tratamento primário do estado asmático nem para o alívio de broncoespasmos agudos e súbitos, dado tratar-se estritamente de uma terapêutica de manutenção. O medicamento também não deve ser iniciado durante um quadro de deterioração rápida da condição respiratória.


Critérios de Elegibilidade e Restrições

A aprovação oficial abrange geralmente adultos e adolescentes (com idade igual ou superior a 12 anos), sendo que a utilização em crianças com menos de 5 anos não é recomendada devido aos dados limitados de segurança estabelecidos. Doentes com insuficiência hepática grave devem utilizar o Abriff com precaução, uma vez que se prevê um aumento da exposição sistémica às substâncias ativas. Os rótulos regulamentares exigem igualmente precaução em populações com condições preexistentes, incluindo certas doenças cardiovasculares, diabetes mellitus e infeções ativas ou latentes. No que respeita à gravidez e lactação, a utilização não é geralmente recomendada, a menos que a avaliação regulamentar determine que o benefício potencial ultrapassa o risco potencial.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil oficial de interações do Abriff, documentado em fontes regulamentares, é definido por combinações que alteram a exposição sistémica ou causam efeitos farmacodinâmicos aditivos.

Restrições Formais e Contraindicações

A administração concomitante de Abriff com outros Agonistas Beta2 de Longa Ação (LABA) é formalmente proibida, constituindo uma contraindicação regulamentar. Esta restrição foi estabelecida devido ao risco acrescido de uma exposição sistémica excessiva ao componente agonista beta2.

Interações Farmacocinéticas

Uma interação fundamental envolve os Inibidores Potentes do Citocromo P450 3A4 (CYP3A4), tais como o ritonavir ou o cetoconazol. Estes agentes reduzem significativamente a depuração metabólica do Propionato de Fluticasona, levando a um aumento da exposição sistémica ao componente corticosteroide, conforme documentado oficialmente. O uso em conjunto com estes inibidores não é, geralmente, recomendado.

Efeitos Farmacodinâmicos

Diversas classes de medicamentos requerem precaução regulamentar:

  • Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) ou Antidepressivos Tricíclicos (ATC): O uso concomitante pode potenciar o efeito do componente Formoterol no sistema vascular.
  • Bloqueadores beta não seletivos: Estes agentes podem antagonizar a ação broncodilatadora do Formoterol e podem produzir broncoespasmo grave.
  • Diuréticos não poupadores de potássio: A coadministração pode exacerbar o risco de hipocalémia e as alterações cardiovasculares associadas.

Não se encontram documentados, nos rótulos regulamentares, requisitos obrigatórios de intervalo de tempo para a coadministração. Relativamente a doentes com Insuficiência Hepática, recomenda-se precaução, uma vez que a redução da função hepática pode prejudicar a eliminação do Propionato de Fluticasona, aumentando potencialmente a exposição sistémica.

Mecanismo de ação

Supressão Genómica da Inflamação das Vias Respiratórias

O mecanismo anti-inflamatório do Abriff envolve a ligação do Propionato de Fluticasona ao Recetor de Glucocorticoides (GR) intracelular. Este complexo atua no núcleo celular para suprimir fatores de transcrição pró-inflamatórios, nomeadamente o NF-κB, inibindo assim a transcrição genética necessária para a síntese de mediadores inflamatórios. Este mecanismo contribui diretamente para a redução do edema da mucosa e para a atenuação da hiper-reatividade das vias respiratórias.


Modulação Sustentada do Tónus Muscular das Vias Respiratórias

A ação broncodilatadora é impulsionada pelo Fumarato de Formoterol Di-hidratado, que atua como um agonista dos recetores adrenérgicos beta2 nas células do músculo liso. Esta ativação estimula a via do AMP cíclico (cAMP), conduzindo a uma cascata molecular que resulta no relaxamento prolongado do músculo liso das vias respiratórias. Este efeito produz uma broncodilatação sustentada e apoia uma condutância estável das vias respiratórias.


Sinergia Mecanística e Regulação Cruzada

Os dois componentes exibem uma sinergia em que a ação anti-inflamatória da Fluticasona auxilia a aumentar a regulação (upregulation) ou a manter a sensibilidade dos recetores beta2, potenciando a broncodilatação mediada pelo Formoterol. Este mecanismo proporciona uma modulação coordenada ao influenciar a regulação do tónus muscular e a modulação simultânea da inflamação e da contração muscular.

Informações sobre dosagem e administração

O Abriff (aripiprazol) é um medicamento antipsicótico atípico, frequentemente prescrito para condições como a esquizofrenia e a perturbação bipolar I. A sua administração é tipicamente realizada uma vez por dia. Pode ser tomado com ou sem alimentos, mas recomenda-se que seja utilizado sensivelmente à mesma hora todos os dias, de modo a manter níveis constantes do fármaco no organismo.

Formas Farmacêuticas Orais

O Abriff está disponível em comprimidos, solução oral e comprimidos orodispersíveis (ODT).

  • Comprimidos: O comprimido deve ser engolido inteiro com água; não o deve esmagar, mastigar ou dividir.
  • Solução Oral: Utilize o dispositivo de medição fornecido (seringa oral ou copo doseador) para garantir uma medição rigorosa da dose. Não deve utilizar colheres ou copos domésticos.
  • Comprimidos Orodispersíveis (ODT): Com as mãos secas, remova o comprimido orodispersível da embalagem (blister) descolando a folha de alumínio. Coloque o comprimido inteiro sobre a língua, onde este se dissolverá rapidamente, podendo ser engolido com ou sem líquidos.

Orientações Importantes sobre a Dosagem

O seu profissional de saúde determinará a dose correta com base na sua condição médica, idade e resposta ao tratamento. As doses são geralmente iniciadas num nível baixo e aumentadas gradualmente. Não deve interromper a toma de Abriff subitamente nem alterar a sua dose sem consultar previamente o seu médico, uma vez que tal poderá levar ao reaparecimento dos sintomas ou a efeitos de privação.

Poderá levar duas semanas ou mais até sentir o benefício total deste medicamento. Continue a seguir o plano prescrito, mesmo que comece a sentir-se melhor. Se se esquecer de uma dose, tome-a assim que se lembrar, a menos que esteja quase na hora da dose seguinte. Nesse caso, ignore a dose esquecida e retome o seu horário regular. Não tome uma dose dupla para compensar a dose que se esqueceu de tomar.

Evidência clínica recente

Abriff: Evidência Clínica Recente

Evidência para o Uso na Asma Persistente

A investigação sobre a associação de propionato de fluticasona e fumarato de formoterol para a asma persistente baseou-se prioritariamente em Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA). Estes estudos foram utilizados para explorar a forma como os sintomas se alteram ao longo do tempo e comparam o produto de associação com um placebo e com o componente corticoide inalado utilizado isoladamente. Os estudos monitorizaram uma variedade de desfechos que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade, incluindo medidas da função pulmonar como o Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo (FEV1), e resultados comunicados pelos doentes que descrevem a perceção de desconforto.

Os estudos registaram medições de FEV1 que foram numericamente superiores nos grupos da associação fixa em comparação com o grupo que recebeu apenas o componente corticoide inalado. Além disso, os ensaios reportaram a evolução dos sintomas nas populações observadas, onde a frequência de desfechos que descrevem alterações episódicas ou agudas — especificamente exacerbações de asma que requerem intervenção adicional — foi examinada face à frequência no grupo de monoterapia.


Evidência para o Uso na Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC)

A investigação que explorou a associação em condições que envolvem períodos de agravamento dos sintomas, como a DPOC, envolveu ensaios clínicos aleatorizados de larga escala e de longa duração. Tipicamente, estes estudos monitorizaram desfechos que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade durante um ano inteiro. A investigação analisou desfechos que captam fases de maior atividade sintomática, principalmente a taxa anualizada de exacerbações de DPOC moderadas a graves, e comparou a associação fixa com o broncodilatador de longa duração (formoterol) utilizado isoladamente.

Os ensaios analisaram episódios em que os sintomas se tornam mais percetíveis. A investigação destaca medições efetuadas durante o período do estudo, em que os valores de FEV1 foram reportados como sendo numericamente superiores no grupo da associação em comparação com o uso do broncodilatador isolado. No entanto, os resultados foram mistos relativamente ao desfecho primário de redução da taxa de exacerbações quando a associação foi comparada diretamente apenas com o componente broncodilatador.


O que Permanece Incerto na Investigação do Abriff

Embora exista investigação substancial, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para além do período típico de acompanhamento de um ano dos ensaios clínicos aleatorizados iniciais. Além disso, a investigação descreve padrões de grupo e não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante; os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas nos ensaios. A evidência derivada de contextos com cargas sintomáticas variáveis para doentes com outras condições de saúde (comorbilidades) é frequentemente insuficiente, uma vez que esses doentes não foram comummente incluídos nos ensaios controlados iniciais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Abriff (FAQ)


P: O Abriff é um tipo de antibiótico ou algo diferente?

R: O Abriff é um medicamento de associação fixa, disponível apenas mediante receita médica. A informação oficial sobre o produto classifica-o como uma associação de um corticoide inalado (ICS) e um agonista beta2 de longa duração (LABA), utilizado como tratamento de manutenção em condições respiratórias persistentes. Não é um antibiótico.


P: É normal sentir um pouco de náuseas ao começar a utilizar Abriff?

R: As náuseas não estão listadas entre os efeitos secundários mais comuns. As fontes regulamentares sobre este tipo de medicamento de associação referem problemas gastrointestinais, incluindo náuseas e vómitos, como reações adversas notificadas. Isto significa que tais efeitos foram observados em alguns doentes.


P: A utilização de Abriff pode afetar os meus padrões de sono?

R: A informação oficial de segurança indica um potencial efeito. Os documentos regulamentares deste medicamento referem que alguns doentes notificaram efeitos secundários que podem afetar o sono, tais como dificuldade em dormir (insónia) e sonhos anormais. Outros efeitos secundários relatados, como ansiedade e agitação, podem estar relacionados com alterações nos padrões de sono.


P: Terei de utilizar Abriff durante muito tempo ou trata-se apenas de um tratamento curto?

R: O Abriff é classificado como uma terapêutica de manutenção. Está oficialmente indicado como um medicamento de controlo para o tratamento de manutenção ou profilaxia de condições respiratórias persistentes. Não foi concebido para ser um tratamento de curta duração para o alívio imediato ou súbito de sintomas.


P: Pessoas com problemas renais podem utilizar Abriff em segurança?

R: A informação regulamentar disponível não especifica uma dose diferente para casos de compromisso renal (rim), ao contrário do que acontece para indivíduos com compromisso hepático. Indivíduos com condições preexistentes necessitam habitualmente de monitorização médica durante o tratamento.


P: O Abriff é conhecido por causar aumento ou perda de peso?

R: As alterações de peso não estão listadas como um efeito secundário comum do Abriff. No entanto, em instâncias muito raras, o uso prolongado do componente corticoide pode levar a efeitos sistémicos, como a síndrome de Cushing, que pode incluir alterações como a retenção de líquidos.


P: Como é que o Abriff afeta a minha função hepática?

R: O Abriff é processado pelo fígado e a informação oficial recomenda precaução para indivíduos com compromisso hepático grave. Uma função hepática reduzida pode atrasar a eliminação dos componentes do fármaco, aumentando potencialmente os seus efeitos no organismo. Para indivíduos com problemas hepáticos graves, é habitualmente necessária uma monitorização médica próxima.


P: Porque é que algumas pessoas dizem que sentiram tonturas ao iniciar o Abriff?

R: As tonturas são um efeito secundário oficialmente documentado deste medicamento. Estão classificadas como um efeito "Pouco comum", o que significa que são reportadas numa pequena percentagem de doentes. Isto indica que se trata de uma possibilidade conhecida ao iniciar o tratamento.


P: Posso conduzir enquanto estiver a utilizar Abriff?

R: As orientações oficiais sugerem precaução ao realizar atividades que exijam concentração. Isto deve-se ao facto de o Abriff poder causar efeitos secundários como tonturas e tremores, que podem prejudicar a capacidade de conduzir em segurança. É importante saber como o medicamento o afeta antes de realizar tarefas que exijam concentração, como operar um veículo.


P: Quanto tempo é que o Abriff permanece no organismo após interromper a utilização?

R: Os dados regulamentares sobre os componentes do fármaco fornecem informações sobre os tempos de eliminação. O componente broncodilatador, formoterol, tem uma semivida de eliminação terminal de aproximadamente 10 horas. O componente anti-inflamatório é eliminado de forma relativamente rápida, principalmente através do fígado.


P: Os efeitos secundários do Abriff são iguais para todos?

R: Não, os efeitos secundários não são iguais para todos os doentes. Os perfis de segurança oficiais classificam os efeitos secundários pela sua frequência estatística — Frequentes, Pouco comuns, Raros — o que significa que afetam uma percentagem variável da população estudada. Os dados clínicos refletem médias populacionais e não preveem a resposta individual de cada pessoa.


P: É necessário utilizar o Abriff com alimentos ou isso não é relevante?

R: Não é relevante. Uma vez que o Abriff é administrado como uma suspensão pressurizada para inalação (inalador), a dose é libertada diretamente nos pulmões. As instruções para esta formulação não exigem que a administração seja feita em relação às refeições.


P: Posso esmagar ou partir o comprimido de Abriff?

R: Esta questão aplica-se a medicamentos orais e não ao Abriff. O Abriff é uma suspensão pressurizada para inalação num inalador doseador. É utilizado através da inalação do aerossol diretamente para os pulmões.


P: Existem problemas conhecidos ao utilizar Abriff durante períodos de stress?

R: Os avisos oficiais referem-se ao componente corticoide, que acarreta um risco de supressão suprarrenal. Durante períodos de stress físico grave (por exemplo, doença grave ou cirurgia de grande porte), a necessidade de corticoides sistémicos suplementares pode ser avaliada para apoiar a resposta do organismo ao stress.


P: O Abriff é uma substância controlada?

R: Não. O Abriff, que é uma associação de um esteroide inalado e um broncodilatador de longa duração, não está classificado como uma substância controlada.


P: Quais são os efeitos secundários menos comuns, mas já relatados, do Abriff?

R: Os efeitos secundários menos comuns oficialmente documentados são os listados como "Pouco comuns" (afetando entre 1 em 100 a 1 em 1000 pessoas). Estes incluem tremores, palpitações, taquicardia (batimento cardíaco acelerado), tonturas, ansiedade, açúcar elevado no sangue (hiperglicemia) e potássio baixo (hipocaliemia).


P: O Abriff está aprovado para utilização em adolescentes?

R: Sim. O Abriff está oficialmente aprovado para utilização em adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos. O seu uso está estabelecido para o tratamento de manutenção de condições respiratórias persistentes neste grupo etário.


P: O Abriff afetará a minha capacidade de engravidar?

R: A informação oficial e as revisões clínicas dos componentes do fármaco indicam geralmente que não existem evidências de que a fluticasona ou o formoterol inalados, quando utilizados em doses terapêuticas, afetem a fertilidade.


P: Existem ensaios clínicos do Abriff a recrutar doentes atualmente?

R: O melhor recurso para verificar a investigação ativa é a base de dados ClinicalTrials.gov do NIH, que acompanha estudos em curso para fármacos e condições específicas. Informações sobre estudos atuais podem ser encontradas consultando este recurso ou um profissional de saúde.


P: O Abriff requer algum tipo de monitorização especial ou análises ao sangue?

R: Sim, certos grupos de doentes requerem monitorização. Isto inclui a monitorização do crescimento em crianças e adolescentes em tratamento prolongado. Pode também ser necessária monitorização em doentes com compromisso hepático grave ou naqueles que tomam medicamentos específicos que interajam com o Abriff, para verificar a existência de efeitos secundários sistémicos.


P: O que significa "contraindicado" no contexto do Abriff?

R: Uma contraindicação descreve uma situação ou condição específica em que o medicamento não deve, geralmente, ser utilizado porque os riscos potenciais superam os benefícios. No caso do Abriff, as contraindicações incluem uma alergia grave conhecida a qualquer componente e a sua utilização para tratar um problema respiratório súbito, grave e agudo.


P: Quanto tempo antes de uma operação devo parar de utilizar Abriff?

R: As orientações oficiais indicam que é geralmente recomendado continuar o tratamento de manutenção com corticoides inalados, como o Abriff, durante todo o período perioperatório, e a interrupção abrupta não é habitualmente recomendada. No entanto, para cirurgias de grande porte, a necessidade de corticoides sistémicos suplementares pode ser avaliada.

Como Abriff deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar Abriff

O Abriff (propionato de fluticasona/fumarato de formoterol di-hidratado) deve ser conservado de acordo com os requisitos regulamentares para manter a sua estabilidade e eficácia.

Requisitos de Conservação

O inalador deve ser conservado num local fresco e seco, a uma temperatura inferior a 25 °C. É obrigatório não refrigerar nem congelar o produto. O recipiente pressurizado deve ser protegido da luz solar direta e do calor extremo, não devendo nunca ser exposto a temperaturas superiores a 50 °C, perfurado ou queimado.

Para a segurança das crianças, o medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das mesmas.

Estabilidade e Eliminação

O inalador deve ser eliminado três meses após a abertura da bolsa de alumínio ou quando o contador de doses indicar zero, consoante o que ocorrer primeiro. Devido à natureza do recipiente pressurizado, a eliminação de unidades de Abriff não utilizadas ou fora do prazo de validade deve seguir os regulamentos ambientais locais, não devendo o produto ser deitado no lixo doméstico ou nas águas residuais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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