Abduce

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Abduce

O que é o Abduce?

Propriedade Descrição
Substância ativa Aciclovir
Formas Comprimido, cápsula, suspensão oral, creme, pomada, solução injetável
Classe Farmacológica Antiviral, Análogo dos Nucleosídeos Purínicos
Objetivo Geral Interromper a replicação viral e abrandar a propagação da infeção
Origem Sintética

Definição do Abduce: Que tipo de medicamento é o Aciclovir?

O Abduce é um medicamento sujeito a receita médica que contém a substância química ativa Aciclovir, oficialmente classificada como um agente antiviral de elevada seletividade e um análogo sintético dos nucleosídeos. Esta designação farmacológica confirma o seu mecanismo direcionado contra agentes patogénicos virais. O Aciclovir é reconhecido como um tratamento de primeira linha para certas condições virais, com a sua eficácia fundamentada em diversos estudos farmacológicos. Esta ampla aceitação médica levou à sua inclusão na Lista Modelo de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde.

Composição e Versatilidade do Aciclovir

O Aciclovir é formulado como um produto de substância ativa única, no qual o princípio ativo é combinado com excipientes adequados ou uma base/veículo. A versatilidade deste agente é evidente nas suas inúmeras formas farmacêuticas, que incluem preparações orais como comprimidos, cápsulas e suspensão oral, a par de aplicações locais como creme e pomada, e preparações especializadas para injeção intravenosa. Esta gama extensa garante a adequação a diversas necessidades dos doentes, permitindo as vias de administração oral, tópica ou parentérica.

Objetivo Geral: Como funciona o Abduce a um nível fundamental

O principal objetivo geral do Aciclovir é abrandar a propagação e o crescimento de vírus específicos no organismo, interferindo diretamente na sua capacidade de multiplicação. O fármaco atinge este objetivo atuando como um disruptor da replicação viral. O seu mecanismo único envolve a conversão do Aciclovir numa forma ativa que funciona como um terminador de cadeia quando o vírus tenta copiar o seu material genético. Esta interferência altamente específica na replicação genética viral ajuda a limitar rapidamente a carga viral global, auxiliando o sistema imunitário do doente a controlar a infeção, o que é clinicamente reconhecido por reduzir a duração e a gravidade dos surtos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Abduce?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O Aciclovir (Abduce) está associado a um perfil de segurança oficial documentado pelas autoridades regulamentares, que classifica as potenciais reações adversas tanto pela frequência como pelos sistemas fisiológicos afetados. Estes efeitos documentados constituem a base formal para a comunicação do perfil de risco do medicamento, aderindo estritamente a uma linguagem de base regulamentar e não consultiva.


Frequência Documentada de Reações Adversas

Classificação Exemplos de Reações (Nível Geral)
Frequentes Cefaleias (dores de cabeça), tonturas, náuseas, vómitos, diarreia, dores abdominais, erupções cutâneas, prurido (comichão).
Pouco frequentes Urticária, perda de cabelo difusa e acelerada.
Raros Anafilaxia, angioedema, aumentos reversíveis da bilirrubina e das enzimas hepáticas, aumentos da ureia e da creatinina no sangue.
Muito raros Insuficiência renal aguda, convulsões, agitação, confusão, encefalopatia, hepatite, icterícia, anemia, leucopenia, trombocitopenia.

Considerações de Segurança Graves e Específicas para Populações

O rótulo regulamentar identifica reações adversas graves, incluindo a anafilaxia e a insuficiência renal aguda. O risco de púrpura trombocitopénica trombótica/síndrome hemolítico-urémico (PTT/SHU) é observado em certos doentes imunocomprometidos.

Os adultos mais velhos e indivíduos com insuficiência renal têm documentado um risco acrescido de desenvolver efeitos secundários neurológicos (tais como confusão e agitação). Estas reações neurológicas são geralmente descritas como sendo reversíveis após a interrupção do tratamento. Para minimizar o risco de efeitos renais, a documentação oficial de segurança enfatiza a manutenção de uma hidratação adequada, especialmente para doentes que recebem doses orais elevadas. É também referido que o risco de insuficiência renal aumenta com a utilização concomitante de outros fármacos nefrotóxicos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de sobredosagem do Aciclovir (Abduce) através de manifestações sistémicas documentadas e de ações de emergência específicas.


Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A sobredosagem está associada a efeitos graves no Sistema Nervoso Central (SNC) e na função renal. As manifestações documentadas incluem alterações neurológicas agudas, tais como agitação, confusão, letargia, alucinações e cefaleias (dores de cabeça). Foram também reportados sinais gastrointestinais como náuseas, vómitos e diarreia. Resultados graves incluem condições potencialmente fatais, nomeadamente insuficiência renal aguda, convulsões, coma e encefalopatia. A evidência fisiológica inclui a precipitação de aciclovir nos túbulos renais (cristalúria) e a elevação da creatinina sérica. Refere-se que estes efeitos neurológicos graves são mais frequentes em doentes idosos e indivíduos com função renal reduzida.

Ações Imediatas e Gestão Clínica

As orientações regulamentares estabelecem que deve ser procurada assistência médica imediata em caso de suspeita de sobredosagem. Os doentes, ou quem os acompanhe, devem ligar imediatamente para os serviços de emergência (112) se a pessoa afetada tiver um colapso, uma convulsão, dificuldade em respirar ou se não for possível acordá-la. A gestão da sobredosagem baseia-se prioritariamente em cuidados sintomáticos e de suporte. Embora não esteja listado qualquer antídoto específico nas informações oficiais de prescrição, a hemodiálise está documentada como uma opção procedimental para acelerar significativamente a eliminação do fármaco do organismo em casos graves.

Usos terapêuticos de Abduce

Para que é utilizado o Abduce: Principais utilizações e benefícios

O Abduce (Aciclovir) é um medicamento antiviral especificamente utilizado para gerir sintomas relacionados com condições virais, prioritariamente infeções causadas pelo Vírus Herpes Simplex (HSV) e pelo Vírus Varicela-Zoster (VZV). Este fármaco proporciona um alívio de suporte e é geralmente utilizado em domínios terapêuticos que envolvem uma expressão acentuada de sintomas.

O Abduce é frequentemente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico e apoia a cicatrização de feridas. O medicamento é aplicado na abordagem das principais indicações virais, incluindo o herpes labial, surtos de herpes genital, zona e varicela.

É relevante em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou disruptivos, ajudando a tratar sinais visíveis como bolhas e feridas, a par do desconforto prodrómico (ardor, formigueiro, prurido). O Abduce contribui para atenuar a carga sintomática global e apoia a cicatrização de lesões, oferecendo um alívio sintomático que ajuda os doentes a lidar de forma mais estável com episódios difíceis. Além disso, é comummente utilizado em terapêutica supressiva para poder auxiliar na gestão de manifestações recorrentes ou episódicas.

Facto Rápido: Alívio da dor aguda e manifestações vesiculares

O Abduce é frequentemente utilizado para ajudar a gerir sintomas relacionados com a dor nevrálgica aguda e as lesões vesiculares características do Herpes Zoster (zona). A sua utilização pode auxiliar na limitação do desconforto global e da gravidade durante a fase sintomática.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade e Contraindicações do Abduce (Aciclovir)

Os documentos regulamentares oficiais definem regras específicas de elegibilidade populacional para a utilização do Abduce, centrando-se na hipersensibilidade e no estado fisiológico do doente.

Contraindicações Absolutas

O medicamento está contraindicado em doentes com um historial documentado de hipersensibilidade (reação alérgica) ao aciclovir ou ao seu pró-fármaco, o valaciclovir.

Populações com Utilização Restrita e Condicional

A utilização é geralmente permitida em adultos, crianças e idosos. No entanto, diversas populações requerem uma utilização restrita ou precaução especial:

Os doentes com insuficiência renal ou função renal reduzida devem receber uma redução da dose, uma vez que o aciclovir é eliminado prioritariamente através dos rins. Este grupo requer uma monitorização rigorosa devido ao risco acrescido de efeitos neurológicos.

Quanto à gravidez e aleitamento, o uso durante estes períodos é permitido apenas se o profissional de saúde determinar que o benefício potencial ultrapassa os possíveis riscos, conforme descrito na rotulagem oficial.

Na população idosa (geriatria), a elegibilidade é mantida, mas requer tipicamente uma avaliação da função renal e um eventual ajuste posológico, mesmo na ausência de doença renal conhecida.

Relativamente à desidratação e questões neurológicas, deve ser mantida uma hidratação adequada durante o tratamento. Adicionalmente, recomenda-se precaução em doentes com anomalias neurológicas subjacentes ou hipóxia.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Abduce apresenta interações documentadas com diversas classes de medicamentos e produtos específicos, com base na rotulagem regulamentar oficial. Estas interações dividem-se essencialmente em duas categorias: aquelas que afetam a função do sistema nervoso central e as que alteram a absorção do medicamento.


Substâncias com Interação Documentada

Domínio da Interação Restrição Regulamentar Prática
Depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) A coadministração aumenta o risco de efeitos secundários graves, incluindo depressão respiratória e sedação profunda; é necessária uma monitorização cuidadosa do doente.
Antiácidos com Alumínio e Magnésio Estes produtos reduzem a biodisponibilidade oral do Abduce em aproximadamente 20%; é necessário um intervalo entre as tomas para gerir este efeito.
Morfina e outros Analgésicos Opioides A coadministração, especificamente com a morfina, está documentada como aumentando a concentração plasmática do Abduce, exigindo a monitorização de um eventual aumento dos efeitos secundários no SNC.

Estrutura do Perfil Oficial

O perfil de interações está estruturado em torno da gestão do risco acrescido de depressão do SNC e da manutenção de níveis eficazes do fármaco. As informações regulamentares estabelecem explicitamente que a combinação do Abduce com depressores do SNC ou morfina requer uma vigilância atenta para mitigar o risco elevado de resultados adversos graves. Além disso, a interação documentada com antiácidos de alumínio e magnésio impõe uma regra de temporização para garantir a correta absorção e eficácia do medicamento.

Mecanismo de ação

Como funciona o Abduce

O Aciclovir atua através de um mecanismo específico que interfere com a replicação viral, o qual depende de dois passos fundamentais: a ativação seletiva e a terminação da cadeia genómica.


Ativação Seletiva pela Timidina Quinase Viral

O fármaco foca-se nas células infetadas pelo vírus ao atuar como um substrato seletivo para a enzima Timidina Quinase (TK) viral. Esta enzima, encontrada quase exclusivamente nas células infetadas, catalisa o passo inicial e limitante do processo, convertendo a molécula inativa de Aciclovir na sua forma ativa de trifosfato. Esta dependência de uma enzima específica do agente patogénico dita que o mecanismo atue prioritariamente onde a replicação viral está a ocorrer, resultando num efeito direcionado sobre a via de replicação do vírus.

Interrupção da Síntese do ADN Viral

A forma ativa do medicamento funciona então simultaneamente como um inibidor competitivo da ADN Polimerase viral e como um terminador da cadeia de ADN. Quando o fármaco ativo é incorporado na cadeia de ADN viral em crescimento, impede a adição de novos nucleótidos. Esta interferência especializada provoca a terminação prematura da cadeia de ADN viral, um processo que restringe o ciclo reprodutivo do agente patogénico e contribui para a redução da contagem de vírus em replicação.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Abduce: Orientações Oficiais de Administração

O Abduce (Aciclovir) é administrado através de diversas formas e vias, sendo o padrão específico determinado pelo regime definido nas diretrizes regulamentares. O medicamento é oficialmente administrado por via oral (comprimidos, cápsulas, suspensão), por perfusão intravenosa (IV) para uso sistémico, e por aplicações tópicas (creme ou pomada).

O padrão de administração encontra-se categorizado em dois esquemas principais. Para o tratamento de episódios agudos, como a Zona (Herpes Zoster), é necessário um regime de frequência elevada, envolvendo frequentemente doses como 800 mg tomadas cinco vezes ao dia (omitindo a dose noturna) durante um período que varia tipicamente entre 7 a 10 dias. Em contrapartida, para a terapêutica supressiva, é utilizado um regime de menor frequência, habitualmente de 400 mg duas vezes ao dia.

Independentemente da forma oral utilizada, o Abduce pode ser tomado com ou sem alimentos. A manutenção de uma hidratação adequada é um requisito de procedimento ao tomar a formulação oral ou IV. A via intravenosa, reservada para infeções graves, exige que a perfusão seja administrada lentamente, durante um período de, pelo menos, uma hora.

Estão estabelecidas instruções específicas para certas populações. A dose deve ser ajustada (reduzida) em doentes com insuficiência renal, com base na sua Depuração da Creatinina, uma regra que se aplica tanto às preparações orais como às intravenosas. Além disso, o tratamento deve ser iniciado o mais cedo possível após os primeiros sinais de um episódio agudo. Uma dose oral esquecida deve ser tomada logo que o doente se lembre, a menos que esteja quase na hora da dose seguinte programada, caso em que a dose esquecida deve ser ignorada.

Evidência clínica recente

Abduce: Evidência Clínica Recente


Eficácia na Artrite Reumatoide (AR)

Resultados a Curto Prazo

Ensaios de Fase 3 reportaram se o medicamento estava associado à redução dos sintomas de artrite reumatoide (AR) ao longo de um período de 52 semanas. A investigação foi conduzida utilizando um protocolo específico de dose diária. Os ensaios relataram que uma determinada percentagem de participantes cumpriu os critérios para uma melhoria de 20% (resposta ACR20), que constituiu o objetivo primário do estudo. Os desfechos secundários incluíram alterações nas pontuações do Índice de Incapacidade do Questionário de Avaliação de Saúde (HAQ-DI) e nos níveis de proteína C-reativa (PCR).

Acompanhamento a Longo Prazo

Estudos de extensão a longo prazo examinaram adicionalmente as conclusões de que o medicamento continuou a estar associado a resultados semelhantes por períodos de até cinco anos. Os investigadores continuaram a acompanhar a manutenção dos critérios de resposta ACR e as alterações na progressão radiológica, com base na pontuação de Sharp total modificada (mTSS).


Estudos Comparativos

Estudos de comparação avaliaram a diferença nos resultados entre o medicamento e o metotrexato (MTX) em terapêutica combinada. A investigação incluiu também um braço controlado por placebo para isolar os efeitos do fármaco em investigação. Os resultados relativos à eficácia comparativa e à segurança destes diferentes protocolos de tratamento foram examinados na investigação publicada.


Perfil de Segurança e Tolerabilidade

Eventos Adversos

Os ensaios de segurança foram realizados em adultos com AR moderada a grave. Os eventos adversos comuns documentados incluíram cefaleias (dores de cabeça) e náuseas (Graus 1 ou 2). Os eventos adversos graves reportados nos vários estudos incluíram infeções oportunistas (como o Herpes Zoster). Alterações laboratoriais, incluindo a elevação das enzimas hepáticas, foram registadas como eventos adversos graves.

Contraindicações nos Ensaios

O protocolo do estudo excluiu participantes com infeções ativas. Outros critérios de exclusão incluíram um historial de certos distúrbios hematológicos graves ou participantes com insuficiência renal grave não controlada.


Investigação noutras Patologias

Novas investigações examinaram também o efeito do medicamento na artrite psoriática (APs), com objetivos clínicos (endpoints) semelhantes aos reportados nos estudos de AR. Adicionalmente, estudos exploraram o papel do medicamento no tratamento da colite ulcerosa (CU) e da espondilite anquilosante (EA).

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Abduce (FAQ)

P: O Abduce é semelhante a outros tratamentos comuns para a patologia a que se destina?

R: A informação oficial classifica o Abduce (Aciclovir) como um análogo de nucleósido de purina e um agente antiviral seletivo. Esta classificação descreve a forma como o medicamento atua diretamente contra o processo de replicação do ADN do vírus, definindo o seu perfil de ação específico face a outros tipos de tratamentos.

P: O Abduce é seguro para pessoas com problemas renais ou hepáticos?

R: A rotulagem regulamentar indica que o medicamento está sujeito a uma redução da dose, a qual é obrigatória em indivíduos com insuficiência renal preexistente. A informação oficial observa também que pode ser necessária uma monitorização rigorosa devido a potenciais anomalias hepáticas, que foram reportadas como eventos adversos graves em estudos clínicos.

P: O Abduce é um medicamento que causa dependência ou vício?

R: Não. As classificações oficiais de fármacos confirmam que o Abduce (Aciclovir) não é definido como uma substância controlada. Pertence à classe dos nucleósidos de purina, que não estão associados a potencial de habituação.

P: O Abduce serve para curar a doença ou apenas para gerir os sintomas?

R: Os documentos oficiais descrevem que o medicamento atua ao abrandar a propagação e o crescimento do vírus e ao reduzir a gravidade e a duração dos surtos. Portanto, o medicamento visa gerir a infeção viral e os seus sintomas, em vez de oferecer a cura da doença.

P: Qual é o tempo habitual para se notar o efeito total pretendido do Abduce?

R: O medicamento é tipicamente prescrito para episódios agudos com um ciclo definido que, frequentemente, dura entre 7 a 10 dias. Recomenda-se geralmente que o tratamento comece o mais precocemente possível após o início dos sintomas. O período de utilização é definido pelas diretrizes oficiais e os efeitos são avaliados ao longo deste intervalo de tempo recomendado.

P: É necessário tomar o Abduce para sempre ou é um tratamento de curta duração?

R: As diretrizes posológicas oficiais indicam que o Abduce pode ser utilizado tanto para o tratamento de curta duração de um surto viral agudo como para a terapêutica supressiva a longo prazo. A decisão entre uma utilização por um período curto ou contínuo depende da condição específica que está a ser tratada.

P: É comum sentir cansaço ao começar a tomar o Abduce?

R: A informação oficial do produto reporta que sensações de fraqueza ou fadiga (falta de energia) estão documentadas como efeitos secundários comuns. Isto significa que o efeito está oficialmente documentado como ocorrendo numa percentagem comum de participantes nos estudos.

P: O Abduce pode afetar o meu sono?

R: Os relatórios oficiais de eventos adversos incluem documentação de sonolência e dificuldade em dormir. Isto sugere a possibilidade de o medicamento poder afetar os padrões normais de sono de um indivíduo.

P: É seguro beber álcool enquanto estiver a usar o Abduce?

R: A maioria dos rótulos regulamentares oficiais não lista especificamente uma contraindicação direta para o uso moderado de álcool. No entanto, a importância de manter uma hidratação adequada durante o tratamento é referida nos documentos oficiais. O consumo de álcool pode, potencialmente, agravar alguns efeitos secundários relatados, como tonturas ou cefaleias.

P: Qual é a classificação oficial do Abduce (ex: substância controlada)?

R: As classificações oficiais confirmam que o Abduce (Aciclovir) não é uma substância controlada. É categorizado oficialmente como um agente antiviral de venda exclusiva mediante receita médica e um análogo de nucleósido de purina.

P: Porque é que algumas pessoas dizem que o Abduce não funcionou no seu caso?

R: Os estudos clínicos mostram uma variação na resposta individual ao medicamento, o que significa que uma determinada percentagem de participantes atingiu os critérios de melhoria, enquanto outros não. Os documentos oficiais referem também que existe potencial para o desenvolvimento de resistência viral ao medicamento, o que pode afetar a sua eficácia.

P: Existe muita investigação que apoie o uso do Abduce?

R: Sim. A aceitação generalizada e a eficácia estabelecida do Abduce levaram a Organização Mundial da Saúde a incluir o princípio ativo na sua Lista Modelo de Medicamentos Essenciais, o que constitui um reconhecimento fundamental da sua importância terapêutica.

P: Existem alimentos ou bebidas específicos que devam ser evitados com o Abduce?

R: A rotulagem regulamentar oficial afirma explicitamente que o Abduce pode ser tomado com ou sem alimentos. Não existem alimentos ou bebidas não alcoólicas específicos que sejam comummente listados como necessitando de ser evitados durante a utilização deste medicamento.

P: Quanto tempo permanece o Abduce no organismo?

R: A eliminação do Abduce ocorre principalmente através dos rins. Em indivíduos com função renal típica, a semivida de eliminação do fármaco está documentada oficialmente como sendo de aproximadamente 2 a 4 horas. Considera-se que o fármaco está amplamente depurado após cerca de cinco semividas.

P: O Abduce é utilizado habitualmente em crianças?

R: Sim, as diretrizes de prescrição oficiais incluem instruções posológicas específicas para o uso em crianças. Estas diretrizes cobrem crianças de várias idades, indicando o seu uso estabelecido nesta população.

P: Existem alterações mentais ou de humor comuns associadas ao Abduce?

R: Embora não sejam comuns, a lista oficial de eventos adversos inclui a confusão e a agitação como reações neurológicas muito raras. Estes efeitos são observados com maior frequência em adultos idosos ou em pessoas com insuficiência renal.

P: O Abduce pode afetar os resultados de análises laboratoriais?

R: Sim. A documentação oficial do produto lista alterações laboratoriais como eventos adversos, incluindo aumentos reversíveis da ureia e creatinina no sangue (relacionados com a função renal) e enzimas hepáticas elevadas.

P: O que se sabe sobre os efeitos a longo prazo da toma de Abduce?

R: Documentos de aconselhamento ao doente provenientes de organismos reguladores informam que o efeito total da terapêutica supressiva contínua a longo prazo não foi completamente avaliado. Por conseguinte, sugere-se prudência ao considerar uma utilização prolongada.

P: Existem relatórios oficiais de efeitos secundários graves com o Abduce?

R: Sim. A informação oficial do produto lista várias reações adversas graves, incluindo anafilaxia (uma reação alérgica grave), insuficiência renal aguda (falha súbita dos rins) e, em certos doentes imunocomprometidos, um distúrbio sanguíneo grave conhecido como PTT/SHU.

P: O Abduce pode causar sensibilidade ao sol?

R: Sim. A informação oficial do produto documenta que a reação cutânea após exposição à luz (fotossensibilidade) é um efeito secundário relatado do medicamento.

P: O que acontece se tomar duas doses de Abduce com pouco intervalo?

R: As diretrizes regulamentares definem requisitos específicos de intervalo temporal, como quatro horas, para certos esquemas posológicos. A informação oficial ao doente recomenda a procura de orientação de um profissional de saúde em casos de suspeita de sobredosagem.

P: O Abduce é um fármaco novo ou já existe há algum tempo?

R: O princípio ativo do Abduce, o Aciclovir, não é novo. Foi inicialmente descoberto em 1974 e recebeu aprovação regulamentar oficial nos Estados Unidos em 1982 para o tratamento de infeções por herpes. É utilizado de forma generalizada há décadas.

P: Como se compara a eficácia do Abduce com o placebo nos estudos?

R: Os ensaios clínicos do Abduce incluem rotineiramente um braço controlado por placebo para medir com precisão o seu efeito. Os estudos reportam a percentagem de participantes que apresentaram um nível definido de melhoria (como a resposta ACR20) ao tomar o medicamento em comparação com os que tomaram uma substância inativa.

P: O Abduce pode causar problemas na visão?

R: Relatórios de reações adversas para certas formulações de Abduce incluem efeitos documentados como visão turva ou aumento da sensibilidade ocular à luz. Isto consta da informação oficial do produto.

P: As reações alérgicas ao Abduce são comuns?

R: Os documentos oficiais de segurança classificam as reações alérgicas graves, como a anafilaxia, como sendo raras. Reações alérgicas cutâneas mais ligeiras, como a urticária, são categorizadas como pouco frequentes.

Como Abduce deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Abduce?

O armazenamento e a eliminação do Abduce (Aciclovir) devem seguir os requisitos oficiais de rotulagem governamental para garantir a integridade do produto e a segurança.

Condições Oficiais de Armazenamento

O Abduce deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20°C e os 25°C. O produto requer proteção contra a luz e a humidade, devendo ser mantido ao abrigo do gelo, evitando o congelamento. O medicamento deve ser sempre guardado no seu recipiente original, bem fechado, e mantido estritamente fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

Os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade devem ser eliminados através de um programa local de recolha de medicamentos, como os pontos de recolha específicos em farmácias. Caso não esteja disponível um programa deste tipo, o produto deve ser misturado com uma substância indesejável, como terra ou borras de café, num saco selado e colocado no lixo doméstico. O medicamento não deve ser deitado na sanita nem despejado nos sistemas de esgoto.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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