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Vitamine K3

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Vitamine K3

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Vitamine K3

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Menadiona (2-metil-1,4-naftoquinona)
Forma Sal hidrossolúvel (complexo de bissulfito sódico de menadiona), Soluções Orais e Parenterais
Classe Farmacológica Derivado da Vitamina K, Provitamina K
Objetivo Geral Apoio à coagulação sanguínea (Hemostase)
Origem Análogo Sintético

Que Tipo de Composto é a Menadiona (Vitamina K3)?

A menadiona, formalmente conhecida pelo seu identificador químico 2-metil-1,4-naftoquinona, é classificada como um análogo sintético e provitamina K, pertencendo à classe farmacológica dos derivados da Vitamina K. Este composto é fundamentalmente um precursor que requer uma conversão metabólica específica no organismo para se tornar na sua forma biologicamente ativa, principalmente a Menaquinona-4 (MK-4). Ao contrário da Filoquinona (Vitamina K1) e da Menaquinona (Vitamina K2), que têm origem natural, a menadiona é exclusivamente sintética. O seu papel como precursor fiável é clinicamente reconhecido por fornecer a estrutura necessária quando outras formas de Vitamina K não podem ser adequadamente absorvidas ou metabolizadas.

Origem e Composição: Análogo Sintético e Formas Disponíveis

A menadiona é um derivado da naftoquinona produzido inteiramente através de síntese química. Para preparações farmacêuticas, é frequentemente utilizada sob a forma de sal hidrossolúvel, o complexo de bissulfito sódico de menadiona. Esta composição específica é crucial porque a natureza hidrossolúvel do complexo facilita a sua formulação estável em soluções adequadas tanto para administração oral como para injeção parenteral (vias intramuscular ou intravenosa), oferecendo uma alternativa fiável às formas naturais da vitamina, que são inerentemente lipossolúveis. A utilização da forma de bissulfito sódico deve-se à sua adequação em preparações injetáveis. Isto indica que o medicamento é utilizado principalmente para assegurar a disponibilização eficaz do precursor vitamínico na circulação sistémica, uma característica frequentemente necessária em contexto hospitalar.

Qual é o Objetivo Geral da Vitamina K3?

O objetivo geral da menadiona é fornecer a base química necessária para que o organismo assegure a produção de fatores de coagulação funcionais. Ao servir como precursor, a sua conversão permite o processo crítico de gama-carboxilação no fígado, que ativa proteínas sanguíneas essenciais, especificamente os fatores de coagulação (II, VII, IX e X). Este mecanismo é fundamentado por estudos farmacológicos que confirmam a sua utilidade na gestão de problemas de coagulação. Consequentemente, a menadiona funciona de forma abrangente no suporte ao mecanismo de hemostase do corpo, que controla a hemorragia, respondendo assim à necessidade fundamental de um composto que corrija insuficiências relacionadas com a atividade da Vitamina K, como a hipoprotrombinemia. Um cenário de utilização típico envolve a sua aplicação para abordar deficiências graves que afetam a coagulação sanguínea.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Vitamine K3?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança regulamentar da menadiona (Vitamina K3) é caracterizado principalmente pelo risco de toxicidade, em vez de uma classificação padrão de efeitos adversos comuns e minor encontrados noutras vitaminas. A documentação oficial de segurança foca-se intensamente em riscos graves de alto nível, particularmente aqueles relacionados com os sistemas sanguíneo e hepático.

Reações Adversas Oficiais e Classificação Sistémica

Os efeitos adversos oficialmente documentados da menadiona são classificados maioritariamente como Doenças do Sangue e do Sistema Linfático e Doenças Hepatobiliares. A principal preocupação observada nas fontes regulamentares é o potencial para anemia hemolítica, que consiste na destruição dos glóbulos vermelhos. As consequências relacionadas incluem a icterícia e a hiperbilirrubinemia (níveis elevados de bilirrubina no sangue).

As reações adversas graves documentadas na literatura regulamentar incluem a anemia hemolítica grave e, especificamente em grupos de doentes vulneráveis, o risco de querníctero (danos cerebrais induzidos pela bilirrubina).

Restrições de Segurança Específicas para Populações

O perfil de segurança inclui restrições explícitas para populações específicas de alto risco. O uso de menadiona é geralmente contraindicado em recém-nascidos e bebés prematuros devido ao risco grave de querníctero. É também restringido ou desaconselhado em indivíduos com condições pré-existentes, tais como insuficiência hepática grave (doença hepática severa) e deficiência de G6PD (uma condição genética), uma vez que estas condições aumentam a suscetibilidade aos efeitos tóxicos documentados.

Além disso, as informações de segurança regulamentares referem que o potencial para efeitos adversos é frequentemente dependente da concentração, o que significa que o risco aumenta com doses elevadas ou exposição prolongada.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A Vitamina K3 (Menadiona/Bissulfito de Sódio de Menadiona) está associada a toxicidade grave, principalmente no contexto de exposição industrial acidental ou ingestão de níveis elevados, e não tanto num contexto de utilização terapêutica típica, a qual foi amplamente descontinuada em seres humanos. Os documentos governamentais definem o perfil de sobredosagem com base nos perigos da substância química na sua forma pura.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A substância é identificada como nociva por ingestão, apresentando potencial para causar lesões sistémicas e danos graves para a saúde, ou até mesmo um desfecho fatal após uma ingestão significativa. A exposição por contacto pode provocar irritação ocular grave e irritação cutânea.

Quando é Necessária Assistência Médica Imediata

A assistência médica urgente é obrigatória após qualquer ingestão conhecida ou suspeita do material. Procure assistência médica imediatamente se a substância for engolida, ou caso ocorram sintomas como irritação ocular persistente, irritação na pele ou dificuldade respiratória após a exposição.

Ações de Emergência Necessárias

O tratamento para a exposição é sintomático, uma vez que não existe um antídoto específico disponível. Em casos de ingestão, a boca deve ser enxaguada e deve ser fornecida água. Para o contacto com os olhos ou a pele, lave imediatamente a área afetada com água em abundância. Se o material for inalado, o indivíduo deve ser retirado imediatamente para uma zona com ar fresco. Todos os indivíduos com sintomas devem receber uma avaliação médica imediata.

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Usos terapêuticos de Vitamine K3

Factos Essenciais: Vitamina K3

  • Área Terapêutica: Aborda certos tipos de deficiência de vitamina K, que podem afetar os processos normais de coagulação sanguínea.
  • Utilização Principal: Utilizada para gerir a hipoprotrombinemia (uma condição que envolve a redução dos fatores de coagulação do sangue) que pode ocorrer devido a certas condições médicas.

A vitamina K3, também conhecida como menadiona, é um precursor sintético de formas ativas de vitamina K. Embora a vitamina K1 (fitonadiona) e a K2 (menaquinona) sejam as formas primariamente utilizadas e recomendadas para a nutrição e terapêutica humana, a vitamina K3 tem um histórico estabelecido de utilização nalguns contextos terapêuticos limitados relacionados com o metabolismo da vitamina K. Especificamente, é utilizada como um agente para abordar casos de deficiência de vitamina K que se podem manifestar como hipoprotrombinemia. A hipoprotrombinemia é uma condição caracterizada por um nível reduzido de protrombina e de outros fatores de coagulação dependentes da vitamina K, o que apoia a manutenção da coagulação sanguínea normal.

Historicamente, as preparações de menadiona foram estudadas e utilizadas para contribuir para a reserva de vitamina K ativa do organismo, particularmente em cenários onde a capacidade do corpo de utilizar ou converter outras formas é afetada. O objetivo é facilitar a produção de fatores de coagulação essenciais no fígado. É importante notar que a utilização da menadiona na medicina humana foi, em grande parte, substituída pelas formas naturais de vitamina K devido a considerações de segurança, e a sua utilização aprovada atual pode estar limitada a indicações específicas e especializadas, frequentemente em concentrações baixas. Para informações sobre o estatuto regulamentar e aplicações específicas da menadiona e dos seus derivados, deve ser consultada a documentação técnica relevante para estes compostos.

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Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Vitamina K3 (Menadiona)

O perfil de elegibilidade para a Menadiona (Vitamina K3) está estritamente definido por documentos regulamentares, enfatizando proibições claras devido aos riscos conhecidos associados a este derivado sintético.


Contraindicações Absolutas

As informações oficiais determinam que a Menadiona não deve ser utilizada nas seguintes populações:

  • Recém-nascidos e Prematuros: Estritamente contraindicada devido ao elevado risco de complicações graves, incluindo anemia hemolítica e querníctero.
  • Deficiência de G6PD: Indivíduos com deficiência de Glicose-6-Fosfato Desidrogenase (G6PD) têm contraindicação devido ao potencial de indução de hemólise.
  • Insuficiência Hepática Grave: Doentes com doença hepática grave pré-existente ou icterícia não devem utilizar este medicamento.
  • Hipersensibilidade: Indivíduos com uma reação alérgica conhecida ou hipersensibilidade à Menadiona ou aos seus derivados relacionados.

Utilização Restrita e Condicional

  • Elegibilidade por Idade: A utilização é geralmente restrita e não recomendada em crianças e adolescentes.
  • Estado Reprodutivo: O medicamento geralmente não é recomendado para utilização em mulheres grávidas ou a amamentar.
  • População Aprovada: O uso está primariamente restrito a adultos para as indicações licenciadas, desde que não existam contraindicações presentes.
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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

A Vitamina K3, também conhecida como menadiona, é uma forma sintética de Vitamina K com considerações clínicas importantes relativas a interações com outros fármacos e suplementos. Está envolvida principalmente na síntese de fatores de coagulação do sangue e a sua utilização deve ser gerida cuidadosamente, especialmente em doentes que tomam anticoagulantes.

Interações Principais

Produto Interagente Efeito da Interação Significância Clínica
Anticoagulantes Orais (ex: Varfarina) A Vitamina K3 opõe-se diretamente ao efeito dos antagonistas da Vitamina K, reduzindo a sua atividade anticoagulante e aumentando o risco de formação de coágulos sanguíneos. Elevada (Requer ajuste de dose e monitorização rigorosa dos testes de coagulação.)

Outras Interações Significativas

  • Vitamina E em Doses Elevadas (Alfa-tocoferol): Doses suplementares elevadas de Vitamina E podem antagonizar a ação da Vitamina K ao interferirem com o seu metabolismo, o que pode levar a um aumento do risco de hemorragia. Este efeito é mais pronunciado em indivíduos com níveis reduzidos de Vitamina K.
  • Agentes Trombolíticos: A Vitamina K3 pode diminuir a eficácia terapêutica de medicamentos utilizados para dissolver coágulos sanguíneos (ex: Alteplase), devido ao seu papel na promoção da coagulação.

Os doentes devem informar sempre o seu profissional de saúde sobre todos os medicamentos, produtos de venda livre e suplementos alimentares que estejam a tomar, para identificar e gerir potenciais interações com a Vitamina K3.

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Mecanismo de ação

A menadiona (Vitamina K3) atua como uma provitamina sintética que requer uma conversão metabólica, realizada principalmente no fígado, para se tornar o cofator ativo, a menaquinona-4 (MK-4). Este mecanismo influencia diretamente a cascata que conduz à coagulação do sangue.

Fornecimento do Cofator Enzimático Essencial

A molécula MK-4 serve como o cofator indispensável para a enzima gama-glutamil carboxilase (GGCX), que tem como função a ativação das proteínas precursoras da coagulação. Ao fornecer este fator com sucesso e ao apoiar o Ciclo da Vitamina K (incluindo a enzima de reciclagem VKORC1), esta contribui para a manutenção da atividade da via de coagulação.

Ativação da Função dos Fatores de Coagulação através da Ligação ao Cálcio

A ação molecular central é a viabilização de uma modificação pós-traducional. A enzima GGCX realiza a gama-carboxilação nos precursores dos fatores de coagulação (II, VII, IX, X). Esta modificação química específica cria resíduos Gla, conferindo às proteínas a capacidade funcional de se ligarem a iões de cálcio (Ca2+). Esta capacidade de ligação dependente de Ca2+ é o pré-requisito absoluto para que os fatores se fixem às superfícies celulares no local de uma lesão, iniciando assim a cascata de coagulação e facilitando a montagem dos complexos de coagulação necessários para a hemostase.

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Informações sobre dosagem e administração

A menadiona, frequentemente utilizada através dos seus derivados hidrossolúveis aprovados, como o difosfato de menadiol, funciona sob diretrizes de prescrição oficiais que definem rigorosamente o seu modo de utilização na prática clínica. Esta estrutura assegura a adesão aos princípios de administração estabelecidos pelas autoridades competentes.

Âmbito da Administração

Entidade Instrução Oficial
Via de Administração A via de administração aprovada é a via oral, utilizando uma formulação em comprimidos, que é o método principal definido nas informações oficiais de prescrição.
Esquema Posológico A dose terapêutica padrão para adultos é tipicamente de 10 mg a 40 mg por dia. Para crianças, a dose diária sugerida varia entre 5 mg e 20 mg do princípio ativo.
Frequência e Horários O medicamento está programado para uma administração de uma vez ao dia. Se uma dose for esquecida, o doente é instruído a ignorá-la e a retomar o esquema normal se a dose seguinte for devida em breve; são estritamente proibidas doses duplas para compensar a administração esquecida.
Regras por Grupo Etário Os documentos regulamentares oficiais indicam que as recomendações de dose para idosos não diferem das estabelecidas para a população adulta em geral.

Estrutura Procedimental e Contexto de Utilização

A estrutura procedimental global determina que o uso terapêutico é designado como um tratamento de curto prazo, destinado a intervenções específicas e limitadas no tempo. Para uma administração correta, as informações oficiais especificam que, nos casos em que os comprimidos são sulcados, estes podem ser divididos em doses iguais para corresponder precisamente à quantidade em miligramas prescrita. Além disso, o produto deve ser protegido da luz e conservado na sua embalagem original para preservar a potência química da substância ativa antes da ingestão.

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Evidência clínica recente

Vitamina K3 (Menadiona): Evidência Clínica Recente

A Vitamina K3, também conhecida como menadiona, é uma forma sintética de vitamina K que não ocorre naturalmente na dieta. Ao contrário das formas naturais, a K1 (filoquinona) e a K2 (menaquinona), a menadiona não está, de uma forma geral, disponível nem é utilizada como suplemento nutricional ou medicamento de prescrição para humanos em muitos países economicamente desenvolvidos.

Segurança e Estatuto Regulamentar

Investigações históricas das décadas de 1980 e 1990 associaram a menadiona a potenciais efeitos tóxicos em seres humanos, mencionando especificamente danos hepáticos e anemia hemolítica (a destruição dos glóbulos vermelhos). Devido a estas preocupações de segurança, a menadiona foi restringida e é atualmente utilizada, sobretudo, em rações para animais como fonte de atividade de vitamina K. Em certas regiões, poderá ainda estar disponível em dosagens farmacêuticas para utilizações clínicas específicas, tais como o tratamento da hipoprotrombinemia (um distúrbio hemorrágico).

Investigação Experimental

Apesar das preocupações com o seu perfil de segurança em humanos, a menadiona tem sido objeto de investigação experimental não clínica devido a certas atividades biológicas:

  • Estudos Oncológicos: Estudos laboratoriais (in vitro) exploraram a capacidade da menadiona para induzir a morte celular programada (apoptose) em várias linhagens de células cancerígenas humanas, incluindo células da mama, da próstata e colorretais.
  • Atividade Adjuvante: A investigação tem analisado a menadiona como um composto que poderá potenciar a atividade de certos antibióticos contra bactérias resistentes a fármacos em contextos laboratoriais.
  • Aplicação Tópica: Estudos clínicos de pequena escala exploraram a menadiona em formulações tópicas para avaliar a sua segurança e o seu potencial para aliviar efeitos secundários cutâneos associados a tratamentos oncológicos específicos (ex.: inibidores de EGFR). Estes estudos focam-se em efeitos locais e não sistémicos.

É importante notar que estes resultados experimentais são preliminares e não constituem recomendações clínicas para o uso em humanos. É necessária investigação adicional para avaliar os potenciais benefícios face aos riscos de segurança documentados.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre a Vitamina K3 (FAQ)

P: Qual é a principal diferença entre a Vitamina K3 e outras formas de Vitamina K, como a K1 e a K2?

R: A Vitamina K3 (menadiona) é classificada como uma provitamina sintética, o que significa que é fabricada quimicamente e requer conversão pelo organismo, principalmente em Menaquinona-4 (MK-4). Isto difere das formas naturais Vitamina K1 (filoquinona) e Vitamina K2 (menaquinona). Ao contrário das formas naturais, a ausência de uma cadeia lateral é referida em documentos oficiais como estando associada a uma menor estabilidade química e a um potencial de toxicidade, o que fundamentou as restrições ao seu uso.

P: A Vitamina K3 é um medicamento de receita médica ou pode ser comprada livremente?

R: A Vitamina K3 está listada em sistemas regulamentares como uma substância farmacêutica, como o bissulfito de sódio de menadiona, adequada para preparações injetáveis e orais. O seu uso está geralmente restrito a indicações licenciadas e está sujeito a prescrição e supervisão médica.

P: Com que rapidez se podem esperar efeitos após iniciar a Vitamina K3?

R: A rotulagem oficial muitas vezes não fornece um cronograma específico para o início do efeito das formulações orais de Vitamina K3. No entanto, para compostos de Vitamina K relacionados administrados por injeção, foram observados efeitos nos fatores de coagulação em poucas horas, e o efeito máximo é frequentemente citado como ocorrendo entre as 6 e as 12 horas.

P: O gosto metálico é um efeito secundário conhecido da Vitamina K3?

R: As listas oficiais de reações adversas para preparações de Vitamina K documentaram ocasionalmente alterações peculiares ou transitórias no paladar, particularmente após a administração não oral. Isto sugere que os efeitos secundários relacionados com o paladar são um efeito documentado, embora menos comum.

P: A Vitamina K3 pode causar problemas digestivos como mal-estar estomacal ou náuseas?

R: As fichas de segurança regulamentares para a substância ativa ou preparações relacionadas mencionam que a ingestão pode causar irritação gastrointestinal. Foram observados efeitos como náuseas, vómitos e diarreia, sugerindo que os problemas digestivos são um efeito potencial referido nas informações de segurança.

P: Existem efeitos secundários a longo prazo associados à toma de Vitamina K3?

R: Os documentos oficiais de segurança focam-se principalmente em riscos agudos, como toxicidade grave (ex.: anemia hemolítica). A informação regulamentar sobre efeitos secundários específicos a longo prazo e não agudos é geralmente limitada, uma vez que o seu uso terapêutico é designado como um tratamento de curta duração.

P: Existem diferentes nomes comerciais para o mesmo produto de Vitamina K3?

R: Os sistemas regulamentares e os sites de referência farmacêutica listam vários nomes comerciais (ex.: HYKINONE, K-THROMBIN, KLOTOGEN) historicamente associados às preparações farmacêuticas do complexo de bissulfito de sódio de menadiona. Estes nomes podem representar várias formas, formulações ou mercados para o mesmo composto base.

P: Qual é a classificação geral da Vitamina K3 (ex.: vitamina, suplemento, fármaco)?

R: A menadiona (Vitamina K3) é formalmente classificada como um análogo sintético e uma provitamina K, pertencendo à classe farmacológica dos derivados da Vitamina K. É utilizada em preparações farmacêuticas pelo seu papel clínico no apoio à coagulação do sangue.

P: Existem avisos sobre conduzir ou utilizar máquinas enquanto se toma Vitamina K3?

R: As listas oficiais de reações adversas para produtos de Vitamina K relacionados incluíram relatos de efeitos como tonturas e fraqueza. As informações regulamentares sobre estes efeitos neurológicos adversos podem ter relevância clínica para atividades como conduzir ou operar máquinas.

P: Como é medida a eficácia da Vitamina K3 nos estudos?

R: A eficácia é avaliada através da análise de testes laboratoriais de coagulação, como o Tempo de Protrombina (TP) e a Relação Internacional Normalizada (INR). Estes testes medem a atividade funcional dos fatores de coagulação que o fármaco ajuda a ativar.

P: Quais são as fontes oficiais de informação de segurança sobre a Vitamina K3?

R: As principais fontes autoritárias para informações de segurança incluem a rotulagem regulamentar oficial de agências governamentais. Exemplos incluem o DailyMed da FDA dos EUA, o MHRA do Reino Unido e várias fichas de dados de segurança de organismos como a OMS, que compilam dados técnicos e regulamentares.

P: Se eu tiver uma alergia alimentar, existe algum risco com a Vitamina K3?

R: A rotulagem oficial aconselha explicitamente contra o uso de menadiona se a pessoa tiver uma hipersensibilidade ou reação alérgica conhecida ao composto ou aos seus derivados. As informações do produto não listam tipicamente avisos relativos a alergias alimentares gerais.

P: Qual é a importância de a Vitamina K3 ser sintética?

R: A sua natureza sintética é significativa porque significa que o composto não ocorre naturalmente na dieta e deve ser convertido para se tornar ativo. A ausência de uma cadeia lateral longa é referida em documentos oficiais como estando associada a uma menor estabilidade química e a um potencial de toxicidade, o que fundamentou as restrições ao seu uso em humanos.

P: A Vitamina K3 é utilizada para tratar distúrbios hemorrágicos em recém-nascidos?

R: Não. Os documentos regulamentares oficiais contraindicam estritamente o uso de menadiona (Vitamina K3) em recém-nascidos e prematuros. Esta restrição é obrigatória devido ao risco grave e documentado de toxicidade, incluindo uma condição chamada querníctero.

P: A Vitamina K3 pode ser utilizada para prevenir uma deficiência de vitamina K?

R: A documentação oficial de procedimentos indica que o uso terapêutico do fármaco é designado como um tratamento de curta duração destinado a tratar problemas de coagulação específicos, como a hipoprotrombinemia. O seu papel principal baseia-se no tratamento e não na prevenção rotineira de uma deficiência de vitamina K.

P: Qual é a diferença na forma como a Vitamina K3 é metabolizada em comparação com a K1?

R: A Vitamina K3 é uma provitamina que requer uma etapa de conversão metabólica específica (alquilação) para ser ativada quimicamente em Menaquinona-4 (MK-4). Em contraste, a Vitamina K1 (filoquinona) é absorvida e pode ser utilizada de forma mais direta pelo organismo. A investigação também sugere que a K1 pode ter um perfil diferente de retenção nos tecidos em comparação com as formas de menadiona.

P: É verdade que a Vitamina K3 é proibida em alguns países?

R: O histórico regulamentar oficial indica que o uso de menadiona (Vitamina K3) foi fortemente restrito ou limitado em certas jurisdições. Devido a preocupações históricas de segurança relacionadas com a toxicidade, o seu uso principal nalgumas regiões está agora restrito a rações animais como fonte de atividade de vitamina K.

P: Qual é a duração recomendada do tratamento para a Vitamina K3?

R: A documentação oficial de procedimentos indica que o uso terapêutico do fármaco é designado como um tratamento de curta duração destinado a intervenções específicas e limitadas no tempo. Não é fornecido uniformemente um número preciso de dias ou semanas para o tratamento no texto base da rotulagem.

P: Como é que a Vitamina K3 afeta a síntese dos fatores de coagulação?

R: A Vitamina K3 é convertida num cofator ativo que permite a uma enzima chave (gama-glutamil carboxilase) ativar as proteínas precursoras da coagulação. Esta ativação visa especificamente os fatores II, VII, IX e X e confere-lhes a capacidade de se ligarem a iões de cálcio, o que é necessário para o processo de coagulação do sangue (hemostase).

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Como Vitamine K3 deve ser armazenado e descartado?

Conservação e Eliminação da Menadiona (Vitamina K3)

As informações oficiais de rotulagem exigem que as preparações de menadiona sejam conservadas a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20 °C e os 25 °C. Para manter a estabilidade, o produto deve ser protegido da luz e mantido no seu recipiente original.

Resumo dos Requisitos

Área Diretriz
Temperatura Temperatura ambiente controlada (20 °C–25 °C com variações térmicas permitidas)
Proteção Proteger da luz; conservar no recipiente original
Segurança Manter fora do alcance e da vista das crianças
Eliminação Eliminar o produto não utilizado ou os resíduos de acordo com os regulamentos locais

Qualquer produto com o prazo de validade expirado ou não utilizado deve ser descartado seguindo os requisitos regulamentares locais para resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Vitamine K3 encontrado em:

ÍNDICE A-Z: