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Serenace 0.2%

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Serenace 0.2%

O que é o Decanoato de Haloperidol e que tipo de medicamento é?

O Serenace 0.2% é um psicofármaco de venda exclusiva mediante receita médica que contém a substância ativa decanoato de haloperidol. É classificado como um antipsicótico de primeira geração (APG), um tipo de fármaco também conhecido como neuroplético. A estrutura química do seu composto de origem, o haloperidol, insere-se na classe química dos derivados da butirofenona.

O decanoato de haloperidol é uma variante sintética de ação prolongada deste medicamento, reconhecida primordialmente pelo seu efeito potente no bloqueio dos recetores D2 da dopamina no cérebro. Esta classificação como APG indica que o fármaco é clinicamente reconhecido pela sua eficácia na estabilização de condições agudas e crónicas caracterizadas por graves perturbações do pensamento e acentuada agitação psicológica.


A forma única de injeção depot em solução oleosa

O Serenace 0.2% é preparado exclusivamente como uma solução oleosa para injeção intramuscular, formulada para funcionar como uma injeção depot. O ingrediente ativo é desenvolvido quimicamente como um éster, formado através da ligação do haloperidol com o ácido decanoico. Esta estrutura química específica torna a substância amplamente insolúvel na água, o que dita a necessidade da sua suspensão num veículo oleoso.

Quando administrada no músculo, esta preparação depot permite que o medicamento seja libertado lentamente na corrente sanguínea ao longo de várias semanas. Este modelo é indicado para o tratamento de manutenção, destacando o valor dos sistemas de libertação controlada a longo prazo na garantia de uma estabilidade consistente do doente e na simplificação da adesão ao tratamento em cuidados de longa duração.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Serenace 0.2%?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Decanoato de Haloperidol (Serenace 0.2%) está oficialmente documentado com base em classificações sistemáticas, detalhando potenciais reações adversas por frequência e pela classe de sistemas de órgãos afetada.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas são agrupadas de acordo com a frequência com que são documentadas na utilização clínica:

  • Muito frequentes: Perturbações extrapiramidais (como acatisia, distonia, parkinsonismo ou tremores) e sedação ou sonolência são efeitos neurológicos frequentemente observados.
  • Frequentes: As reações incluem taquicardia, cefaleias (dores de cabeça), tonturas, obstipação, secura na boca, aumento de peso e dor ou reações no local da injeção.
  • Raros ou de frequência desconhecida: Eventos graves documentados em relatórios pós-comercialização incluem a Síndrome Maligna dos Neurolépticos (SMN), morte súbita, agranulocitose e Torsades de Pointes.

Reações Adversas Sistémicas e Graves

O perfil de segurança do fármaco inclui efeitos potenciais em múltiplos sistemas de órgãos. As doenças do sistema nervoso estão documentadas com destaque, abrangendo sintomas extrapiramidais e a discinesia tardia, que está geralmente associada à exposição de longa duração. As doenças cardíacas são também assinaladas, incluindo o prolongamento do intervalo QTc, uma reação adversa grave que aumenta o risco de arritmias ventriculares.

As alterações sistémicas envolvem doenças endócrinas (como a hiperprolactinemia) e doenças metabólicas (como o aumento de peso).

Restrições de Segurança e Populações Especiais

Existem limitações específicas de utilização para este medicamento. O seu uso é contraindicado em doentes com condições como a doença de Parkinson, depressão tóxica grave do sistema nervoso central ou condições cardíacas descompensadas clinicamente significativas (como a síndrome do QT longo congénito). Além disso, existe um risco acrescido de morte associado à utilização de fármacos antipsicóticos em adultos mais velhos com psicose relacionada com a demência, uma indicação para a qual este medicamento não está aprovado. Os recém-nascidos expostos durante o terceiro trimestre de gestação correm o risco de apresentar sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem de Decanoato de Haloperidol é um evento médico grave documentado nas informações regulamentares que exige atenção imediata. A informação oficial descreve resultados potenciais que afetam os sistemas cardiovascular e nervoso central (SNC). É dada uma consideração especial ao risco acrescido de mortalidade documentado para doentes idosos com psicose relacionada com a demência.

Área de Preocupação Manifestações Documentadas
Neurológica/SNC Depressão grave do SNC, podendo levar a um estado comatoso. Outros sinais incluem Sintomas Extrapiramidais (SEP) graves, tais como rigidez muscular e movimentos incontrolados, convulsões e hiperexpirexia.
Cardiovascular Hipotensão e anomalias elétricas graves, incluindo o prolongamento do intervalo QTc. Este risco específico está associado a uma exposição superior à recomendada e pode levar a arritmias potencialmente fatais como Torsades de Pointes (TdP) e morte súbita.

Ações de Emergência e Monitorização

Deve procurar-se ajuda médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem ou manifestação de toxicidade grave. A documentação oficial determina a interrupção imediata do fármaco e o início de tratamento sintomático intensivo. Complicações específicas, como a Síndrome Maligna dos Neurolépticos (SMN), representam perigo de vida e exigem uma gestão urgente. Os cuidados de suporte delineados incluem a monitorização contínua por ECG para risco cardíaco e a correção de desequilíbrios eletrolíticos. Para a hipotensão, é aconselhada a utilização de vasopressores que não a adrenalina (epinefrina). Não existe um antídoto específico listado.

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Usos terapêuticos de Serenace 0.2%

Para que serve o Serenace 0.2%: Principais utilizações e benefícios

O Serenace 0.2% (Decanoato de Haloperidol) é relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada para a estabilidade funcional a longo prazo em condições crónicas. Esta injeção de ação prolongada é habitualmente utilizada para ajudar a abordar agrupamentos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos em doenças como a esquizofrenia, que se caracteriza por períodos de acentuação de sintomas, tais como delírios persistentes e alucinações angustiantes. É comummente utilizado em situações clínicas associadas a agitação psicomotora grave e descontrolo de comportamento, incluindo episódios de mania, e em casos de tiques motores e vocais graves, involuntários e não controlados (Síndrome de Tourette).

Esta formulação é frequentemente utilizada durante fases em que os sintomas se tornam mais percetíveis, sendo aplicada em domínios onde é necessário apoio sintomático adicional. Auxilia na manutenção da estabilidade funcional, o que contribui para atenuar a carga global dos sintomas durante os períodos sintomáticos.

Facto Rápido: Apoia a gestão de sintomas em perturbações graves do pensamento.

Este suporte contribui para o alívio da carga sintomática global de manifestações desafiantes e disruptivas, ajudando os doentes a lidar de forma mais estável com as flutuações de sintomas associadas à doença crónica.

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Serenace 0.2%? (Decanoato de Haloperidol)

A elegibilidade para a utilização de Serenace 0.2% é determinada com base na idade do doente, nas condições de saúde preexistentes e no estado fisiológico atual.

Populações Excluídas da Utilização (Contraindicações)

O Serenace 0.2% não deve ser utilizado pelos seguintes grupos:

  • Doentes com Doença de Parkinson ou Demência de corpos de Lewy.
  • Indivíduos em estado comatoso ou com depressão tóxica grave do sistema nervoso central (SNC).
  • Doentes com estados depressivos significativos.
  • Doentes com uma hipersensibilidade conhecida ao haloperidol.

Restrições Condicionais e Específicas por Idade

Categoria Estatuto
Uso Pediátrico (Menores de 18 anos) A segurança e a eficácia não foram estabelecidas para a formulação de injeção depot.
Doentes Idosos com Demência Não aprovado para o tratamento de sintomas comportamentais da psicose relacionada com a demência (devido ao risco acrescido de mortalidade).
Gravidez/Lactação Não recomendado; a utilização deve ser evitada durante o período de aleitamento.
Condições Cardiovasculares É obrigatória precaução em doentes com perturbações cardiovasculares graves ou desequilíbrios eletrolíticos não corrigidos (ex.: níveis baixos de potássio).
Compromisso Hepático/Renal Recomenda-se precaução em doentes com compromisso da função hepática ou compromisso renal.
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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As informações oficiais indicam que a administração conjunta de Serenace (Haloperidol) com certos medicamentos e substâncias exige precaução ou deve ser evitada, devido ao potencial de interações clinicamente significativas.


Administração conjunta que altera a exposição ao fármaco

A utilização simultânea com indutores enzimáticos, como a carbamazepina, pode diminuir substancialmente as concentrações plasmáticas de Haloperidol ao aumentar o seu metabolismo hepático, reduzindo potencialmente a sua eficácia. Inversamente, a combinação de Serenace com determinados inibidores pode aumentar a sua concentração, o que requer uma monitorização cuidadosa.


Efeitos Farmacodinâmicos

O Serenace não deve ser utilizado em conjunto com outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QTc (por exemplo, certos antiarrítmicos das Classes IA e III), devido a um risco aditivo grave de arritmia cardíaca. O risco de depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) é potenciado quando o fármaco é tomado com outros depressores do SNC, incluindo álcool, sedativos, hipnóticos e analgésicos opioides, o que requer a abstenção de álcool e cautela com outros depressores. Além disso, o Haloperidol pode antagonizar os efeitos terapêuticos de agonistas da dopamina, como a levodopa, e pode reduzir a ação de determinados anti-hipertensores na diminuição da pressão arterial.


Substâncias a evitar especificamente

O uso concomitante com álcool e certos medicamentos que prolongam o intervalo QT está estritamente restringido. A utilização de Epinefrina (Adrenalina) deve ser evitada, uma vez que existe o potencial de os seus efeitos vasopressores serem bloqueados pelo Haloperidol.

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Mecanismo de ação

O Serenace (haloperidol) é um derivado da butirofenona que funciona essencialmente como um antagonista não seletivo dos recetores dopaminérgicos D2 no sistema nervoso central, concentrando-se particularmente nas vias mesolímbica e mesocortical.

A ligação do haloperidol ao recetor pós-sináptico D2 bloqueia a cascata de sinalização que é normalmente iniciada pela dopamina endógena. A nível intracelular, o antagonismo do recetor D2 inibe a via associada à proteína Gi, impedindo a inibição a jusante da adenilato ciclase e, desta forma, modulando a concentração intracelular de monofosfato de adenosina cíclico (cAMP). Esta modificação altera a excitabilidade celular global e a neurotransmissão nas regiões cerebrais visadas.

O haloperidol também exibe uma interação como antagonista nos recetores alpha1-adrenérgicos e, em menor grau, nos recetores H1 da histamina e nos recetores muscarínicos M1. A consequência fisiológica ao nível do sistema é uma modulação abrangente da neurotransmissão monoaminérgica e colinérgica, caracterizada predominantemente por uma diminuição da atividade dopaminérgica nas vias afetadas.

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Informações sobre dosagem e administração

O Decanoato de Haloperidol está estruturado para ser utilizado como uma terapia parentérica de longa duração para tratamento contínuo. A administração está restrita exclusivamente à injeção intramuscular (IM) profunda, realizada por um profissional de saúde; o medicamento nunca deve ser administrado por via intravenosa. A injeção é geralmente repetida num intervalo fixo de quatro em quatro semanas (mensalmente).

A dose inicial é calculada com base em 10 a 20 vezes a dose oral diária de haloperidol anteriormente estabilizada pelo doente. O intervalo resultante para a dose de manutenção situa-se commumente entre 50 mg e 200 mg por injeção. Os limites de dosagem variam consoante a região: a dose máxima recomendada é de 450 mg a cada quatro semanas, enquanto outros organismos reguladores podem indicar um valor máximo inferior.

Existem restrições procedimentais específicas que regem a administração. O volume máximo permitido em qualquer local de injeção individual é de 3 mL. Se a dose inicial calculada exceder os 100 mg, esta deve ser administrada em duas injeções separadas, sendo o restante aplicado 3 a 7 dias após a primeira injeção. É necessária uma agulha de calibre 21 para uma administração adequada, devendo existir alternância entre os locais de injeção, como a região glútea.

São necessários ajustes de dose para grupos específicos de doentes. Para adultos mais velhos, as orientações recomendam uma dose inicial mais baixa (por exemplo, 12,5 mg a 25 mg) e uma titulação mais lenta do que em adultos mais jovens. Em doentes com compromisso hepático, recomenda-se a redução da dose inicial para metade, devido ao metabolismo do fármaco, procedendo-se ao ajuste das doses subsequentes de forma mais gradual.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos para Serenace 0.2%


Evidência para utilização na Esquizofrenia

A investigação tem avaliado extensivamente o haloperidol (a substância ativa do Serenace) para a esquizofrenia, uma condição que se pode apresentar com manifestações flutuantes ou episódicas. Os estudos foram realizados durante períodos de maior atividade sintomática para monitorizar as respostas ao longo de intervalos de tempo definidos.

Estes estudos relatam geralmente padrões relacionados com os resultados relativos ao desequilíbrio sistémico ou funcional e alterações agudas no pensamento ou na perceção. A investigação comparativa também analisou a forma como os padrões observados nos estudos que utilizam haloperidol se comparam com as conclusões de investigações independentes. Estes resultados ajudam a contextualizar a forma como os doentes relataram a sua experiência quando os sintomas se tornaram mais percetíveis.


Evidência para utilização na Mania e Quadros Psicóticos Agudos

O Serenace 0.2% foi estudado para utilização durante períodos de sintomas intensificados, como os associados à mania (um estado de sobreatividade extrema ou irritabilidade) e outras condições agudas marcadas por limitações funcionais e episódios disruptivos. A investigação explorou os efeitos do medicamento em contextos que envolvem agitação grave ou agressividade.

A evidência sugere que os estudos observaram padrões relacionados com resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas nestes cenários. Os estudos centrados em episódios onde os sintomas se tornam mais visíveis monitorizaram as respostas em intervalos de tempo definidos. Estas conclusões descrevem padrões observados na investigação e contribuem para a compreensão dos padrões de sintomas durante estes períodos urgentes.


O que ainda permanece incerto sobre o Serenace 0.2%

A certeza permanece baixa em diversas áreas, particularmente no que diz respeito aos efeitos a longo prazo e à duração de quaisquer alterações observadas. Existe uma lacuna na evidência comparativa para muitas das novas abordagens terapêuticas e os resultados em subgrupos são incertos — o que significa que os efeitos do medicamento em indivíduos com certas condições coexistentes ou perfis genéticos únicos não são ainda bem compreendidos. Em muitos casos, os períodos de acompanhamento foram limitados, especialmente nos estudos centrados em alterações episódicas ou agudas. Esta secção destaca o que é conhecido — e o que ainda é incerto — sublinhando que a investigação fornece contexto, mas não previsões individuais.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Serenace 0.2% (FAQ)

P: Como devo conservar este medicamento?

R: As informações oficiais do produto indicam como conservar o medicamento em segurança. A condição de conservação típica para este fármaco é manter a temperatura entre os 20°C e os 25°C, de forma a preservar a sua qualidade e eficácia. É importante manter o medicamento afastado da humidade e do calor excessivos, e armazená-lo fora da vista e do alcance das crianças.

P: Posso beber álcool enquanto estiver a tomar este medicamento?

R: De acordo com a rotulagem oficial, existe uma interação potencial entre este medicamento e o álcool. Os documentos regulamentares incluem geralmente a recomendação de que o álcool deve ser evitado ou não deve ser consumido durante a utilização deste medicamento. Isto acontece porque a combinação de álcool com o Serenace 0.2% pode aumentar o risco de certos efeitos secundários, tais como tonturas ou sedação.

P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose?

R: As instruções para doses esquecidas estão descritas na secção oficial de posologia das informações do produto. Estas indicam que, se uma dose for esquecida, a orientação habitual é tomá-la assim que se lembrar, desde que não esteja demasiado próxima da dose seguinte. Se estiver perto da hora da próxima toma agendada, a rotulagem aconselha geralmente a saltar a dose esquecida e a retomar o horário normal. Não se deve tomar duas doses para compensar uma dose em falta.

P: As mulheres grávidas podem tomar este medicamento?

R: Os documentos regulamentares oficiais abordam a segurança e a utilização deste medicamento durante a gravidez. Estes indicam que o fármaco não é habitualmente recomendado ou está contraindicado para utilização durante a gestação. Se a sua utilização for considerada, as orientações oficiais estabelecem que tal só deverá ocorrer se um profissional de saúde determinar que os benefícios justificam o risco potencial para o feto.

P: Este medicamento provoca sonolência ou faz dormir?

R: A informação de prescrição oficial do Serenace 0.2% lista possíveis efeitos indesejáveis notificados em estudos. Tanto os estudos como a informação oficial indicam que foram reportadas reações adversas como sonolência, fadiga ou tonturas. Estes efeitos constam na rotulagem como possíveis efeitos secundários relacionados com o sistema nervoso central.

P: É seguro esmagar ou mastigar o comprimido?

R: As instruções oficiais especificam o método adequado para a toma do comprimido. Segundo os documentos regulamentares, o comprimido de Serenace 0.2% deve ser engolido inteiro. A informação de prescrição indica que o comprimido não deve ser esmagado, partido ou mastigado, a menos que haja uma indicação específica do fabricante, uma vez que estas alterações podem afetar a libertação pretendida do fármaco no organismo.

P: Quanto tempo demora este medicamento a começar a atuar?

R: Os documentos regulamentares oficiais incluem informações sobre a farmacocinética do fármaco, detalhando como o corpo absorve e processa o medicamento. Esta informação abrange o tempo que o fármaco demora a atingir a sua concentração máxima no sangue (Tmax), o que pode fornecer uma ideia geral do período de tempo necessário para a absorção. Dados cinéticos detalhados, incluindo a informação sobre o Tmax, podem ser consultados na informação de prescrição completa.

P: Uma criança de 2 anos pode utilizar este medicamento?

R: A informação oficial do produto especifica os grupos etários para os quais o medicamento foi estudado e aprovado. O Serenace 0.2% está indicado para utilização (ou não estudado/contraindicado) na população pediátrica numa faixa etária específica, como por exemplo a partir dos 12 anos. A utilização fora do intervalo de idade indicado não é abrangida pela rotulagem regulamentar autorizada.

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Como Serenace 0.2% deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar Serenace 0.2%?

As informações regulamentares oficiais detalham requisitos específicos para a conservação, proteção e eliminação deste medicamento, de modo a garantir a sua qualidade e segurança.

Requisitos de Conservação e Manuseamento

Os comprimidos devem ser conservados a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 20°C e os 25°C, sendo permitidas variações até aos 30°C. A solução oral não deve ser conservada acima dos 25°C e deve ser protegida da luz e do congelamento.

Deve manter o medicamento na sua embalagem original, bem fechada. Não utilize o medicamento após o prazo de validade impresso ou se o líquido apresentar alterações na cor. É obrigatório manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças. Se estiver a utilizar a solução oral, esta deve ser rejeitada 30 dias após a primeira abertura do frasco.

Instruções de Eliminação

Para proteger o meio ambiente, os medicamentos não utilizados ou fora do prazo não devem ser eliminados através do lixo doméstico ou das águas residuais. Consulte um farmacêutico para obter instruções sobre como eliminar corretamente os medicamentos de que já não necessita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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