Проспан

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Проспан

Forma selecionada

Método de ação: Antispasmodic, Expectorant, Mucolytic

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Проспан

Que Tipo de Medicamento é o Prospan e Qual a Sua Origem?

O Prospan é oficialmente reconhecido como um medicamento fitoterapêutico — um produto medicinal à base de plantas — cuja atividade deriva das folhas de Hedera helix L., vulgarmente conhecida como hera comum. Esta origem natural posiciona o medicamento na classe farmacológica dos expetorantes e mucolíticos. O produto é aceite para o seu uso médico estabelecido como um expetorante para auxiliar na gestão da tosse produtiva. A marca é reconhecida por oferecer formulações especificamente concebidas para serem adequadas a pacientes pediátricos, com versões habitualmente disponíveis como preparações isentas de álcool.

Composição e Apresentações Disponíveis do Prospan

Todo o efeito terapêutico está concentrado no seu princípio ativo único, o Extrato de Folhas de Hedera helix (extrato seco de folha de hera). Os principais compostos responsáveis pela atividade biológica são as saponinas triterpénicas, como o hederacósido C, que são padronizadas num extrato patenteado como o EA 575 para garantir a consistência entre lotes. Estas saponinas têm uma ação demonstrada sobre as propriedades do muco, reduzindo a sua viscosidade. Para administração oral, o Prospan é preparado em várias formas farmacêuticas para se adaptar às necessidades dos doentes, incluindo xarope líquido, solução de gotas orais concentradas e formatos modernos, tais como saquetas de líquido (stick packs) e comprimidos.

Objetivo Geral da Ação do Prospan

O objetivo geral fundamental do Prospan é utilizar as suas propriedades expetorantes e mucolíticas estabelecidas para apoiar o sistema respiratório durante períodos de congestão. O extrato é clinicamente reconhecido pela sua capacidade de visar os sintomas de uma tosse produtiva. A sua ação primária consiste em facilitar a remoção natural das secreções acumuladas nas passagens brônquicas, ajudando assim a tornar a tosse mais eficaz e aliviando o desconforto associado a inflamações agudas menores que afetam as vias respiratórias.

Quais efeitos secundários são possíveis com Проспан?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança oficial para produtos que contêm Extrato seco de folha de Hedera helix (extrato de folha de hera) deriva de avaliações de segurança regulamentares e foca-se na classificação de reações adversas documentadas e no estabelecimento de limitações à sua utilização.

Classificação de Reações Adversas

As reações adversas são agrupadas primordialmente por Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) e é-lhes atribuída uma classificação regulamentar de frequência:

Classificação Sistema de Órgãos Afetado Efeitos Específicos Documentados
Pouco frequentes Perturbações Gastrointestinais Náuseas, Vómito, Diarreia
Raras / Frequência desconhecida Perturbações do Sistema Imunitário Reações alérgicas (ex.: Exantema, Urticária, Dispneia, Edema de Quincke)

Os eventos adversos comunicados com maior frequência são distúrbios digestivos ligeiros e pouco frequentes. Reações alérgicas graves, como o edema de Quincke ou a falta de ar (dispneia), estão documentadas como resultados graves possíveis associados à hipersensibilidade, embora a sua ocorrência seja categorizada como rara ou de frequência desconhecida.

Restrições Regulamentares de Segurança

A rotulagem oficial define limitações e contraindicações fundamentais para a utilização. O produto é contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a outras plantas da família Araliaceae. Além disso, os documentos regulamentares contraindicam explicitamente a utilização deste extrato em crianças com menos de 2 anos de idade, devido ao risco de agravamento dos sintomas respiratórios. A utilização durante a gravidez e o aleitamento não é geralmente recomendada, devido à ausência oficial de dados de segurança suficientes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares especificam o perfil clínico e a resposta obrigatória em caso de sobredosagem com o Extrato de Folhas de Hedera helix. A documentação oficial estabelece que a administração de doses substancialmente elevadas, tipicamente definidas como mais de três vezes a quantidade diária recomendada, pode levar a manifestações adversas documentadas.

Os principais sinais clínicos de sobredosagem registados estão relacionados com o sistema gastrointestinal e incluem náuseas, vómitos e diarreia. Em casos documentados, foram também observados efeitos no sistema nervoso central, especificamente agitação e agressividade. A sobredosagem acidental numa criança de 4 anos é uma consideração específica documentada nesta população, tendo resultado em sintomas gastrointestinais e comportamentais.

Uma vez que não se conhece um antídoto específico para este extrato, as diretrizes regulamentares enfatizam que o tratamento é estritamente sintomático e de suporte. Isto significa que os cuidados médicos se focam no alívio dos sinais clínicos específicos que surjam, tais como a reposição de líquidos e eletrólitos perdidos devido a vómitos ou diarreia graves.

Ação Obrigatória:

A rotulagem oficial exige que os doentes que tenham administrado uma dose substancialmente elevada consultem um médico ou procurem aconselhamento médico imediato. Esta ação é necessária para garantir o início célere do tratamento sintomático e de suporte, visando gerir os efeitos fisiológicos potencialmente graves das manifestações clínicas documentadas.

Usos terapêuticos de Проспан

O papel terapêutico primordial do Prospan consiste em proporcionar um suporte sintomático direcionado para problemas respiratórios que envolvam a acumulação de muco. É frequentemente utilizado em diversos grupos de doentes que experienciam alterações agudas ou episódicas, onde é geralmente necessária assistência sintomática de curto prazo.

Preparações derivadas da folha de hera são consideradas relevantes para o alívio de sintomas relacionados com a presença de muco. O medicamento é indicado para condições caracterizadas por períodos de exacerbação de sintomas, tais como o catarro agudo do trato respiratório e a irritação brônquica ligeira.

Alívio da Tosse Produtiva (Tosse com Expetoração)

O medicamento é utilizado para abordar um sintoma fundamental: a tosse produtiva, que ocorre quando existe muco espesso e viscoso ou fleuma nas vias respiratórias. A sua aplicação justifica-se quando os sintomas criam um esforço fisiológico percetível, sendo necessário suporte sintomático adicional para ajudar o organismo a eliminar estas secreções. O foco terapêutico reside no alívio dos sintomas associados à retenção de secreções e no apoio a uma tosse mais controlável, o que poderá auxiliar os doentes a gerir de forma mais equilibrada os episódios difíceis.

"O alívio de suporte de sintomas como a congestão e a expectoração difícil contribui para atenuar a carga sintomática global durante períodos de desequilíbrio fisiológico temporário."

Suporte na Congestão Aguda das Vias Respiratórias

O Prospan é relevante em contextos clínicos que envolvem condições com desconforto sistémico ou localizado, como a congestão respiratória aguda. É vulgarmente utilizado para auxiliar num conjunto de sintomas, incluindo a congestão e a expectoração difícil, que se agrupam em padrões que interferem com o conforto diário. Este alívio de suporte contribui para atenuar a carga total dos sintomas durante os períodos sintomáticos e pode auxiliar na gestão de episódios agudos ou perturbadores.

Facto Rápido: Alívio da Tosse Associada ao Muco O medicamento é considerado relevante para o alívio dos sintomas de tosse produtiva e expectoração difícil associados a condições agudas do trato respiratório.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Prospan — Informação Regulamentar Oficial

Os documentos regulamentares oficiais definem a elegibilidade para o Prospan com base na idade, no estado fisiológico e em hipersensibilidades conhecidas. As declarações seguintes resumem quem está impedido ou restrito de utilizar este medicamento.

Classificação de Elegibilidade Detalhes (Conforme a Rotulagem Oficial)
Contraindicações Absolutas Hipersensibilidade (alergia) ao extrato de folha de hera (a substância ativa) ou a qualquer outro componente (excipientes) do medicamento.
Restrições de Idade Contraindicado: O uso em crianças com menos de 2 anos de idade é geralmente proibido nas normas regulamentares devido ao risco de agravamento dos sintomas respiratórios. Uso Recomendado: Geralmente aprovado para adultos, adolescentes e crianças a partir dos 2 anos, embora possam aplicar-se idades mínimas específicas (ex.: 6 ou 12 anos) para certas formulações ou jurisdições.
Restrições Fisiológicas Não Recomendado: O uso durante a gravidez e o aleitamento não é oficialmente recomendado devido à inexistência de dados de segurança suficientes estabelecidos em ensaios clínicos.
Uso Condicional / Precaução Indivíduos com condições como gastrite ou úlcera gástrica devem consultar um profissional de saúde antes da utilização. Do mesmo modo, é necessária precaução em indivíduos com intolerância a certos açúcares, como o sorbitol, que está presente em algumas formas do medicamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Prospan (Extrato de Folhas de Hedera helix) baseia-se na advertência específica contra a administração conjunta com certos medicamentos supressores da tosse e na ausência explícita de dados clínicos sobre interações farmacocinéticas.

Restrição Farmacodinâmica à Coadministração

Aplica-se uma precaução específica relativa aos antitússicos derivados dos opioides, incluindo substâncias como a Codeína e o Dextrometorfano. Estas combinações estão sujeitas a uma restrição regulamentar explícita: a utilização concomitante com este tipo de produtos antitússicos não é recomendada sem a consulta prévia de um profissional de saúde. Esta é classificada como uma restrição farmacodinâmica, que aborda formalmente o potencial de o efeito expetorante do extrato ser anulado pelas propriedades supressoras da tosse do antitússico administrado em simultâneo. Esta é a única categoria de substâncias identificada com uma restrição específica de coadministração na rotulagem regulamentar.

Ausência de Perfil Farmacocinético Documentado

As avaliações regulamentares declaram explicitamente que não foram realizados estudos formais de interação para avaliar os potenciais efeitos do produto nas enzimas metabólicas, tais como os sistemas do citocromo P450 (CYP), ou nos transportadores de fármacos. Consequentemente, a rotulagem oficial não contém interações farmacocinéticas documentadas, o que significa que não existem substâncias oficialmente listadas como modificadoras clínicas da exposição (AUC ou Cmax) ao extrato. Além disso, os documentos regulamentares não contêm regras explícitas relativas à separação obrigatória do intervalo entre as tomas, notas de interação para populações específicas, ou interações documentadas com alimentos, álcool ou outros produtos à base de plantas.

Mecanismo de ação

Modulação da Função dos Recetores beta2-Adrenérgicos

O processo molecular inicia-se com o componente ativo, a alfa-hederina, que atua como um inibidor indireto da enzima GRK2 (quinase 2 dos recetores acoplados à proteína G). Esta interação crítica impede a dessensibilização dos recetores beta2-adrenérgicos (beta2 AR) encontrados na superfície das células pulmonares, conseguindo assim estabilizar e modificar a capacidade de resposta dos recetores aos sinais endógenos.


Cascata Fisiológica Dupla (Espasmólise e Secretólise)

Esta sinalização contínua dos recetores beta2 AR inicia uma cascata fisiológica dupla e coordenada através da via do AMPc. Nas células musculares lisas brônquicas, esta cascata promove o relaxamento, resultando no relaxamento do músculo liso e favorecendo a broncospasmólise. Simultaneamente, a sinalização estimula as células alveolares de tipo II a aumentar a libertação de surfactante pulmonar e de fluidos. Esta ação reduz a viscosidade das secreções, modulando os mecanismos naturais de depuração ciliar das vias respiratórias.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração do Prospan

Âmbito da Administração

A via de administração aprovada para todas as formulações do Prospan, incluindo o xarope, as gotas e os comprimidos, é a via oral, conforme estabelecido na documentação regulamentar para a substância ativa, o Extrato de Folhas de Hedera helix. O esquema posológico é definido de acordo com a idade, sendo que o regime exige habitualmente que a dose seja dividida e administrada três vezes ao dia.

Característica Resumo das Instruções Oficiais
Dose para Adultos e Adolescentes 5 a 7,5 mL (xarope) por dose, três vezes ao dia, para indivíduos com idade igual ou superior a 12 anos.
Dose Pediátrica Crianças dos 6 aos 11 anos: 5 mL três vezes ao dia; Crianças dos 2 aos 5 anos: 2,5 mL três vezes ao dia.
Momento em relação às refeições A administração é geralmente realizada independentemente da ingestão de alimentos.

Preparação e Procedimentos

Devem ser seguidos passos específicos para a administração. As formas líquidas devem ser bem agitadas antes da utilização e o rótulo oficial exige a utilização do dispositivo de medição incluído na embalagem para garantir uma dosagem volumétrica precisa. No caso de omissão de uma dose programada, as orientações regulamentares instruem a que não se tome uma dose dupla; em vez disso, o utilizador deve continuar com a dose seguinte regularmente agendada.

A duração do tratamento é delimitada temporalmente. As instruções oficiais estabelecem que a administração deve continuar por um período mínimo de uma semana e durante 2 a 3 dias após o desaparecimento dos sintomas, seguindo sempre o padrão de frequência definido para cada grupo etário.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Prospan

Evidência na Tosse Aguda e Bronquite Aguda

A investigação científica analisou o extrato específico de folha de hera (EA 575) através de estudos que avaliaram resultados reportados pelos doentes relativos à tosse aguda associada a infeções agudas do trato respiratório e à bronquite aguda. O corpo principal de evidência inclui Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) de curto prazo, nos quais o extrato foi avaliado em contextos de investigação face a um placebo ou a um comparador ativo. Estes estudos focaram-se na medição de resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas em populações adultas e pediátricas.

A investigação explorou várias formas de medir a evolução dos sintomas nas populações estudadas. Os ensaios monitorizaram resultados comunicados pelos doentes, tais como alterações no Bronchitis Severity Score (BSS), que avalia conjuntos de sintomas. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos durante períodos de acompanhamento de curto prazo, que duram habitualmente entre uma semana a dez dias, o que contribui para o panorama mais amplo da evidência científica.

Evidência em Populações Especiais

A investigação avaliou diversos grupos etários, o que significa que os resultados se aplicam apenas às populações que foram especificamente estudadas. Os ensaios clínicos e os estudos observacionais analisaram este extrato tanto em adultos como em doentes pediátricos, incluindo bebés e crianças em idade escolar que apresentavam sintomas respiratórios agudos.

Determinados estudos exploraram resultados comunicados pelos doentes que descrevem o desconforto percecionado numa população mais jovem. Revisões sistemáticas observaram que alguns estudos pediátricos incluíram amostras de dimensão modesta e que a qualidade da evidência varia entre os estudos devido a diferenças no desenho dos mesmos. A investigação centrou-se na tosse aguda não complicada. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, como é o caso de doentes com patologias pulmonares crónicas subjacentes significativas.

Qualidade da Evidência e Principais Limitações da Investigação

A avaliação científica inclui evidência proveniente de ensaios controlados aleatorizados e de numerosos estudos pós-comercialização de grande escala. Contudo, a qualidade da evidência varia entre os estudos, uma vez que as revisões sistemáticas assinalam por vezes uma heterogeneidade metodológica nos desenhos dos ensaios. Uma limitação primordial é a dependência de medidas de resultados subjetivas; muitos dos resultados principais baseiam-se em pontuações de gravidade relatadas pelos próprios doentes, o que contribui para a compreensão dos padrões de sintomas. Existe uma lacuna de evidência comparativa em relação a uma gama completa de terapias alternativas ou convencionais. Os resultados dos estudos refletem as condições específicas em que foram realizados e não fornecem previsões individuais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas Frequentes sobre o Prospan (FAQ)

P: Qual é a principal diferença entre o Prospan e um antitússico comum? R: O Prospan está classificado nos documentos oficiais como um medicamento à base de plantas tradicional utilizado para aliviar a tosse com expetoração. A sua função é essencialmente a de um expetorante, o que significa que a sua atividade estabelecida consiste em apoiar a fluidificação do muco, facilitando assim a limpeza das vias respiratórias. Esta ação é distinta da de um antitússico simples, que atua centralmente para restringir o próprio reflexo da tosse.


P: É comum utilizar o Prospan para uma tosse que dura há várias semanas? R: As orientações oficiais indicam que o tratamento deve continuar por pelo menos uma semana e durante dois a três dias após os sintomas da tosse terem diminuído. No entanto, as advertências regulamentares estabelecem que, se os sintomas persistirem por mais de uma semana, ou se se agravarem, é recomendado procurar aconselhamento junto de um médico ou farmacêutico para uma avaliação adicional.


P: Existe alguma versão do Prospan que não contenha álcool? R: O extrato da substância ativa é frequentemente preparado utilizando um solvente alcoólico. Contudo, as rotulagens de alguns produtos finais específicos declaram que a formulação é "isenta de álcool". Os doentes são instruídos a consultar a rotulagem oficial da sua versão específica para obter a lista exata de componentes.


P: O Prospan contém açúcar ou quaisquer edulcorantes artificiais? R: A rotulagem oficial do produto indica que o medicamento contém frequentemente o substituto do açúcar sorbitol como excipiente (ingrediente inativo). A quantidade precisa de sorbitol está especificada no rótulo oficial. Indivíduos com intolerâncias conhecidas a certos açúcares podem considerar consultar um profissional de saúde antes da utilização.


P: O Prospan é considerado seguro para utilizar durante a gravidez? R: A informação oficial do produto refere que a segurança não foi estabelecida durante a gravidez e o aleitamento devido à falta de dados regulamentares suficientes. Devido a esta ausência oficial de dados, a sua utilização nestes períodos constitui uma precaução regulamentar.


P: O Prospan pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas? R: Os documentos oficiais observam que não foram realizados estudos específicos para avaliar o efeito do produto na capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. Com base nos efeitos secundários documentados, a rotulagem oficial indica tipicamente que não são conhecidos efeitos sobre estas capacidades.


P: Por que razão o Prospan não é recomendado para crianças abaixo de uma certa idade? R: A documentação oficial do produto contraindica (proíbe) expressamente a utilização deste produto em crianças com menos de 2 anos de idade. Esta restrição baseia-se no risco documentado de certos eventos adversos, tais como o agravamento de sintomas respiratórios (dispneia), neste grupo etário.


P: Sabe-se se o Prospan interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno? R: A informação oficial do produto estabelece que não foram realizados estudos formais de interação para avaliar os efeitos do extrato no metabolismo de outros medicamentos. A única restrição específica de coadministração listada nos documentos regulamentares refere-se a certos antitússicos opiáceos.


P: O Prospan pode ser tomado por pessoas com estômago sensível ou historial de gastrite? R: As advertências oficiais recomendam que se tenha precaução ao tomar este produto se o doente tiver um historial de gastrite (inflamação do estômago) ou de uma úlcera gástrica. Esta precaução é dada porque os efeitos secundários comunicados com maior frequência estão relacionados com o sistema gastrointestinal.


P: Como é preparado ou padronizado o extrato no Prospan? R: A substância ativa é preparada como um extrato seco de folha de Hera e a rotulagem oficial especifica detalhes sobre a sua preparação. Isto inclui a Relação Droga-Extrato (DER) e o solvente de extração específico utilizado, que é tipicamente uma percentagem de etanol.


P: Se a minha tosse não melhorar após uma semana de utilização do Prospan, o que recomendam as orientações oficiais? R: As orientações oficiais estabelecem que, se os sintomas da tosse piorarem ou persistirem por mais de uma semana de utilização, o utilizador deve consultar um médico ou um profissional de saúde qualificado para uma avaliação adicional.


P: Existem excipientes específicos no Prospan que causem efeitos secundários comuns? R: A rotulagem oficial lista o sorbitol como excipiente. Estão incluídas advertências indicando que os produtos que contenham sorbitol podem, em alguns doentes, causar um efeito laxante ou levar a diarreia.


P: Posso tomar Prospan se estiver a amamentar? R: À semelhança da gravidez, a segurança regulamentar oficial não foi estabelecida para o uso durante o aleitamento devido à falta de dados suficientes. Por conseguinte, a utilização deste medicamento durante a amamentação constitui uma precaução regulamentar.


P: O Prospan alivia os sintomas da tosse através do relaxamento das vias respiratórias? R: O mecanismo de ação é descrito nos documentos oficiais como promotor da broncoespasmólise. Isto refere-se ao relaxamento dos músculos lisos nas vias respiratórias, o que pode auxiliar no alívio geral dos sintomas da tosse.


P: O Prospan é adequado para ser utilizado por idosos? R: A tabela de dosagem oficial inclui a posologia para Adultos, idosos e crianças a partir dos 12 anos como uma população combinada. Isto indica que o medicamento está incluído na população de uso recomendado para indivíduos idosos.


P: Existem relatos de tosse paradoxal (agravamento da tosse) após a toma de Prospan? R: Os documentos oficiais listam a falta de ar (dispneia) como uma possível reação alérgica grave. Além disso, a restrição para crianças com menos de 2 anos está especificamente relacionada com o risco de agravamento dos sintomas respiratórios.


P: Como posso distinguir entre um efeito secundário ligeiro e uma reação alérgica ao Prospan? R: Os documentos oficiais categorizam os efeitos secundários em dois tipos principais: problemas gastrointestinais geralmente pouco frequentes (como náuseas ou diarreia) e reações alérgicas menos frequentes (como erupção cutânea ou falta de ar). As reações alérgicas são listadas como possíveis desfechos graves e as orientações regulamentares sugerem a procura de assistência médica se ocorrerem sintomas de uma reação alérgica grave, como a falta de ar.


P: O Prospan pode ser utilizado juntamente com antibióticos para uma infeção respiratória? R: A informação oficial especifica uma restrição apenas para certos antitússicos opiáceos. A documentação não contém advertências ou restrições específicas quanto à coadministração com antibióticos. No entanto, nota-se que não são citados estudos formais de interação para qualquer substância além dos antitússicos opiáceos.


P: Existem diferentes formulações de Prospan (ex: xarope, gotas, comprimidos)? R: A substância ativa é disponibilizada em diversas formas farmacêuticas registadas oficialmente para se adaptar às diferentes necessidades dos doentes. Estas formas incluem habitualmente opções líquidas, como xarope e gotas, bem como formas sólidas, como comprimidos.


P: Qual é o significado de 'medicamento à base de plantas tradicional' aplicado ao Prospan? R: Esta é uma classificação regulamentar que indica que a eficácia do produto se baseia exclusivamente na sua utilização tradicional para uma indicação especificada, como o alívio da tosse. Esta designação fundamenta-se na utilização prolongada e estabelecida dos ingredientes do produto ao longo do tempo.


P: O que significa o Prospan ser 'isento de álcool' se algumas versões contêm etanol? R: A informação oficial do produto deve declarar o teor de etanol se este estiver presente no produto final. Se uma versão específica estiver rotulada oficialmente como "isenta de álcool", significa que essa versão não contém o álcool utilizado no processo de extração nem qualquer álcool adicionado.


P: Como é determinada a dose de Prospan na prática clínica? R: O esquema de administração é determinado estritamente pelo grupo etário do doente, de acordo com as diretrizes regulamentares. A idade dita tanto o volume específico (ex: mililitros) como a frequência (ex: três vezes ao dia) da administração.


P: É verdade que o Prospan é utilizado há centenas de anos na medicina tradicional? R: O produto é classificado oficialmente pelos organismos reguladores como um medicamento à base de plantas tradicional. Esta classificação é, por si só, uma designação baseada no seu historial de utilização prolongado e estabelecido para a indicação especificada.

Como Проспан deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Prospan?

Os documentos regulamentares oficiais definem requisitos obrigatórios para a conservação e eliminação do Prospan, de modo a manter a sua estabilidade e garantir a segurança ambiental.

Condições de Conservação

O Prospan (xarope, solução e comprimidos) deve ser conservado a uma temperatura inferior a 25°C e deve ser mantido na embalagem original para ser protegido da luz. Um requisito de segurança fundamental é manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Restrição de Estabilidade Requisito (Formulações Líquidas)
Prazo de Validade Global Não utilizar após a data de validade indicada na embalagem.
Estabilidade Após Abertura Eliminar o conteúdo decorridos 3 meses após a data da primeira abertura do frasco.

Instruções de Eliminação

Para evitar a contaminação ambiental, a rotulagem oficial estabelece que o Prospan não deve ser deitado fora no lixo doméstico nem despejado na rede de esgotos. Os utilizadores devem pedir a um farmacêutico informações sobre o procedimento correto para eliminar de forma segura os medicamentos de que já não necessita ou que se encontram fora do prazo de validade.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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