Gynoconazol 0.8%

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Gynoconazol 0.8%

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Opção de tratamento: Candidiasis,Vaginal

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Visão geral de Gynoconazol 0.8%

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Terconazol (DCI)
Forma Creme Vaginal (0.8%)
Classe farmacológica Antifúngico Azólico, Derivado Triazólico
Indicação comum Tratamento local de infeções fúngicas
Origem Sintética

Que tipo de medicamento é o Gynoconazol 0.8%?

O Gynoconazol 0.8% é um medicamento sujeito a receita médica, de origem sintética, destinado a uma aplicação localizada e classificado como um agente Antifúngico Azólico. O seu princípio ativo, o Terconazol (DCI), é um derivado triazólico específico, o que o insere no grupo mais abrangente dos anti-infeciosos vaginais concebidos para atingir organismos fúngicos. O Terconazol é reconhecido clinicamente pela sua potente atividade fungicida contra espécies comuns de Candida, uma característica sustentada por estudos farmacológicos.

Composição e Tipo de Formulação

A formulação utiliza o Terconazol numa concentração de 0.8%, preparado como um creme vaginal especificamente para administração intravaginal. Esta forma farmacêutica distingue-o de outros antifúngicos azólicos que podem ser formulados como comprimidos ou supositórios, tendo a base do creme o objetivo de maximizar o contacto com o revestimento da mucosa. A baixa absorção sistémica após a administração intravaginal reforça a sua função como um tratamento local eficaz, uma estratégia frequentemente confirmada na prática clínica.

Objetivo Geral e Conceito do Mecanismo de Ação

O objetivo geral do Gynoconazol 0.8% é proporcionar um tratamento local eficaz para infeções causadas por fungos suscetíveis, tais como a candidíase vulvovaginal. O seu mecanismo fundamental envolve a destruição das células fúngicas ao interferir com a síntese do ergosterol, um componente essencial da membrana celular do fungo. Esta ação direta e destrutiva garante que a conceção do medicamento é solidamente baseada na ciência microbiana, visando resolver a patologia causada pelo crescimento fúngico excessivo.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Gynoconazol 0.8%?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

As informações seguintes descrevem os potenciais efeitos secundários e o perfil de segurança do Gynoconazol 0.8% (creme vaginal de Terconazol). Esta lista não é exaustiva e reflete apenas as reações adversas e declarações de segurança formalmente documentadas.

Reações Adversas Reportadas em Ensaios Clínicos

Os efeitos secundários são categorizados por frequência com base nos dados dos ensaios clínicos:

Frequência Reação Adversa Taxa de Incidência
Comum (Incidência 2%) Cefaleia (dor de cabeça) Elevada
Comum (Incidência 2%) Dismenorreia (períodos menstruais dolorosos)
Comum (Incidência 2%) Ardor e Prurido (comichão) Genital
Comum (Incidência 2%) Dor Abdominal

A interrupção da terapia devido a efeitos secundários — sendo o prurido vulvovaginal o mais frequente — ocorreu numa pequena percentagem de pacientes.

Reações Adversas Graves e Pós-comercialização

As reações adversas notificadas após a comercialização do medicamento, que podem ser raras, incluem distúrbios graves da pele e do sistema imunitário:

  • Reações Alérgicas Graves: Anafilaxia e reações de hipersensibilidade grave.
  • Reações Cutâneas Graves: Necrólise Epidérmica Tóxica (NET) e erupção cutânea.
  • Outras Reações: Tonturas, náuseas, vómitos e sintomas semelhantes aos da gripe (febre, calafrios).

Restrições de Segurança Específicas para Certos Grupos

  • Gravidez: O Gynoconazol 0.8% está classificado na Categoria C de Gravidez. O seu uso é geralmente restrito durante o primeiro trimestre, a menos que o benefício potencial justifique o risco potencial para o feto.
  • Mães em Período de Amamentação: Não se sabe se o princípio ativo é excretado no leite humano. Deve ser tomada uma decisão entre interromper a amamentação ou descontinuar o fármaco.
  • Uso Pediátrico: A segurança e a eficácia não foram estabelecidas em crianças.

Restrições e Limitações de Segurança

  • Contraindicação: O medicamento é contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao terconazol ou a qualquer outro componente do creme.
  • Interrupção do Uso: O tratamento deve ser interrompido se surgirem sintomas de irritação, febre, calafrios ou sintomas semelhantes aos da gripe.
  • Monitorização: Se não houver resposta à terapia, as orientações clínicas aconselham a repetição de estudos microbiológicos adequados para confirmar o diagnóstico e excluir outras causas.
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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A documentação oficial do Gynoconazol 0.8% confirma que não foram reportados casos de sobredosagem em seres humanos após a administração intravaginal. O princípio ativo, Terconazol, apresenta uma absorção sistémica mínima quando aplicado topicamente, o que torna improvável a ocorrência de toxicidade sistémica aguda através da utilização pretendida. Consequentemente, as informações oficiais não detalham sintomas específicos resultantes de uma sobredosagem aguda da formulação vaginal.

No entanto, existem orientações claras para ações de emergência em caso de exposição que exceda a via de administração prescrita, como a ingestão oral acidental. Caso ocorra uma suspeita de sobredosagem, as instruções oficiais indicam que se deve contactar imediatamente um centro de informação antivenenos ou procurar assistência médica sem demora. Nestes casos, são aplicadas medidas de suporte e sintomáticas, uma vez que não se conhece um antídoto específico para reverter os efeitos da exposição ao Terconazol.

Além disso, estão registadas reações sistémicas graves que podem ocorrer durante a terapia, incluindo anafilaxia e necrólise epidérmica tóxica. Estes eventos exigem a interrupção imediata da utilização do produto e uma avaliação médica profissional urgente. Este enquadramento assegura uma resposta célere perante qualquer cenário documentado ou suspeito de elevada exposição.

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Usos terapêuticos de Gynoconazol 0.8%

O que o Gynoconazol 0.8% trata: principais utilizações e benefícios


O Gynoconazol 0.8% é aplicado principalmente em áreas terapêuticas que envolvem condições caracterizadas por episódios agudos ou disruptivos causados por espécies suscetíveis de Candida. O medicamento é indicado para o tratamento local da candidíase vulvovaginal, tendo como foco terapêutico primordial abordar a condição marcada pelo crescimento fúngico excessivo.

A utilização deste creme é relevante para a gestão de sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos que criam um esforço fisiológico percetível, incluindo especificamente o prurido (comichão) vaginal e vulvar intenso, uma sensação de ardor significativa e o corrimento anómalo. Este tratamento é aplicado quando os sintomas se tornam mais evidentes, o que contribui para um maior conforto durante os períodos de intensificação sintomática.

“Esta terapia é considerada relevante em diferentes graus de gravidade dos sintomas, desde apresentações padrão a manifestações graves.”

Ao ajudar a abordar a condição, a terapia apoia a paciente durante as fases agudas através do alívio do mal-estar e da assistência na manutenção de uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais visíveis.

Facto Rápido: Alívio de Sintomas Localizados
Indicação Principal Gestão local de episódios de candidíase vulvovaginal (CVV)
Foco nos Sintomas Ajuda na gestão do prurido, da sensação de ardor e do corrimento anómalo
Contexto de Uso Aplicado em situações que requerem assistência sintomática de curta duração para episódios agudos
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Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Gynoconazol 0.8%?

A elegibilidade populacional para o Gynoconazol 0.8% (creme vaginal de Terconazol) é rigorosamente definida pelas autoridades reguladoras, baseando-se em critérios de idade e restrições fisiológicas específicas.

Contraindicações Absolutas

O medicamento está contraindicado e não deve ser utilizado por pacientes com uma hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo, o terconazol, ou a qualquer um dos componentes presentes na formulação do creme.


Elegibilidade por Idade e Estado Reprodutivo

Grupo Populacional Estatuto e Recomendações
Utilização Geral Estabelecida para mulheres adultas para tratamento local.
Pacientes Pediátricas A segurança e a eficácia não foram estabelecidas em crianças.
Pacientes Geriátricas (65+) Os dados são insuficientes para determinar se a resposta ao tratamento difere da observada em adultos mais jovens.
Primeiro Trimestre de Gravidez Não recomendado, exceto se a utilização for considerada essencial por um profissional de saúde.
Segundo e Terceiro Trimestres Uso condicional; o benefício deve superar os possíveis riscos para o feto.
Mães em Período de Amamentação O uso é condicional; deve ser tomada uma decisão entre interromper a amamentação ou descontinuar o medicamento.

Restrições de Função Orgânica

A rotulagem oficial não especifica restrições ou ajustes na dosagem para pacientes com insuficiência renal (doença nos rins) ou insuficiência hepática (doença no fígado).

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Gynoconazol 0.8% com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial do Gynoconazol 0.8% Creme Vaginal caracteriza-se por um baixo potencial de interações medicamentosas sistémicas, devido à sua absorção limitada após a administração intravaginal. O âmbito das interações é específico e baseia-se em testes laboratoriais e clínicos.

Ausência de alteração na exposição farmacocinética

Confirma-se que não existem interações conhecidas entre a utilização concomitante deste produto e contracetivos orais. Esta conclusão é sustentada por estudos clínicos nos quais os níveis plasmáticos de estradiol e progesterona não apresentaram diferenças significativas quando o creme vaginal a 0.8% foi administrado a voluntárias que utilizavam contracetivos orais de baixa dose. Este achado documenta a ausência de um efeito sistémico que altere a eficácia destes fármacos.

Restrições de compatibilidade entre o produto e materiais

A rotulagem oficial para produtos com terconazol inclui uma precaução relativa a artigos não medicinais. Os excipientes contidos na formulação em supositório vaginal (uma forma farmacêutica diferente do creme) podem interagir com certos produtos de borracha ou látex, tais como diafragmas contracetivos vaginais ou preservativos de látex. Devido a esta incompatibilidade de materiais, não é recomendado o uso concomitante da formulação em supositório com estes métodos contracetivos de barreira. Não existem interações formalmente documentadas com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas nas informações oficiais de prescrição.

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Mecanismo de ação

O Gynoconazol 0.8% exerce a sua ação através do princípio ativo Terconazol, que funciona ao iniciar uma cascata destrutiva específica na célula fúngica. O mecanismo é seletivo, garantindo que o seu efeito citotóxico primário seja contido no agente patogénico.

Inibição Seletiva da Síntese de Esteróis Fúngicos

O mecanismo inicia-se ao nível molecular, onde o Terconazol atua como um inibidor funcional da enzima, bloqueando a enzima fúngica citocromo P450 14alfa-desmetilase. Este alvo é essencial na via de biossíntese do ergosterol, interrompendo a síntese do esterol necessário para a estrutura da sua membrana celular.

Colapso Estrutural e Ação Fungicida

O bloqueio enzimático conduz a um duplo desfecho patológico: o ergosterol essencial é esgotado e ocorre a acumulação de precursores de esteróis tóxicos. Esta falha estrutural profunda compromete a integridade e a permeabilidade da membrana celular fúngica, causando o extravasamento do conteúdo da célula e resultando em atividade fungicida direta. A consequência funcional é a eliminação local da população de agentes patogénicos através de efeitos citotóxicos diretos.

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Informações sobre dosagem e administração

Orientações Oficiais de Administração do Gynoconazol 0.8%

O Gynoconazol 0.8% é um medicamento antifúngico sujeito a receita médica destinado estritamente à administração intravaginal, com recurso ao aplicador de dose medida fornecido; não está aprovado para utilização por via oral, sistémica ou oftálmica. O ciclo completo de terapia está rigorosamente definido e fixado em três (3) dias consecutivos de aplicação.

Âmbito da Administração (Uso Oficial Registado) Parâmetro
Esquema Posológico A dose padrão é de um aplicador cheio do creme a 0.8%, uma vez ao dia, o que fornece 5 gramas de creme contendo 40 mg do princípio ativo, terconazol.
Momento da Aplicação A aplicação é necessária especificamente ao deitar, em cada dia, para maximizar a retenção local do medicamento.
Regras por Faixa Etária O uso está indicado exclusivamente para mulheres adultas; a segurança e eficácia não foram estabelecidas em pacientes pediátricas.
Esquecimento de uma dose Se uma dose for omitida, as orientações oficiais sugerem a sua utilização o mais rapidamente possível, continuando depois com o esquema regular noturno.
Condições e Restrições do Procedimento Requisito
Requisito de Posicionamento A paciente deve posicionar-se deitada de costas com os joelhos fletidos em direção ao peito durante a administração, para uma aplicação adequada.
Restrição de Manuseamento As pacientes são instruídas a não utilizar tampões durante o ciclo de três dias, uma vez que o material pode absorver o medicamento e interferir com o curso do tratamento.

Estrutura do Procedimento Resultante

O protocolo oficial de utilização estrutura-se em torno de um regime preciso de curta duração, que exige a aplicação diária de uma quantidade fixa de creme a 0.8%, ao deitar, durante três noites consecutivas. Este protocolo requer o uso correto do aplicador de medida e a adesão a requisitos posicionais específicos para facilitar a entrega local. O protocolo de tratamento é também definido por restrições, exigindo que se evite temporariamente o uso de tampões para impedir interferências com o efeito localizado do medicamento.

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Evidência clínica recente

Gynoconazol 0.8%: Evidência Clínica Recente

Evidência para utilização na Candidíase Vulvovaginal (CVV)

A investigação principal realizada com o creme de Gynoconazol 0.8% para a candidíase vulvovaginal (CVV) baseou-se em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA). Estes estudos de curta duração compararam o creme com um placebo ou com um produto ativo e analisaram mulheres adultas (com idade igual ou superior a 18 anos) com diagnóstico confirmado de CVV. Os resultados principais foram definidos por objetivos (endpoints) relacionados com a cura terapêutica, exigindo avaliações de sintomas de desconforto físico (medidas clínicas) e do estado do organismo fúngico (medidas micológicas) em períodos de acompanhamento designados. Os estudos reportam a evolução dos sintomas nas populações observadas, servindo os resultados para fundamentar a aplicação local do medicamento para a CVV.


Investigação em Espécies Não-Albicans e Outras Espécies Fúngicas

A investigação que analisou a CVV causada por espécies Não-Albicans envolveu o estudo do Gynoconazol 0.8% em contextos onde a condição era originada por espécies de Candida que não a C. albicans. Estes estudos limitam-se a dados observacionais de pequena escala e a análises retrospetivas de casos. Os resultados foram mistos e altamente dependentes da estirpe específica do fungo. Devido às dimensões reduzidas das amostras e aos desenhos não aleatorizados, a qualidade da evidência varia entre os estudos e o nível de certeza permanece baixo.


Duração do Acompanhamento e Dados de Resultados a Longo Prazo

Os ensaios clínicos fundamentais focaram-se principalmente em alterações de sintomas a curto prazo, sendo o estado terapêutico inicial avaliado, na maioria das vezes, num período de acompanhamento de aproximadamente 21 a 30 dias. Existe informação limitada sobre resultados a longo prazo relacionados com a prevenção de recorrências futuras. A base de evidência não é prioritariamente dedicada a avaliar a durabilidade do resultado inicial ao longo de vários meses ou anos, e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos.


Evidência em Populações Específicas e Lacunas na Investigação

A investigação primária focou-se no estudo de mulheres adultas com CVV confirmada. Os dados para jovens em idade pré-menárquica e pacientes com idade igual ou superior a 65 anos são igualmente limitados, e os resultados em subgrupos especializados permanecem incertos. Uma limitação fundamental da investigação é a falta de dados consistentes e de larga escala para a CVV não-C. albicans. Além disso, embora os ensaios tenham monitorizado avaliações de desconforto físico, o panorama atual da evidência não inclui dados extensos sobre resultados reportados pelas próprias pacientes (PROs) que descrevam o desconforto percebido ou métricas abrangentes sobre o funcionamento diário ou a qualidade de vida após o tratamento.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Gynoconazol 0.8% (FAQ)

P: Existe uma versão genérica do Gynoconazol 0.8% disponível? A substância ativa deste medicamento é o terconazol. De acordo com os registos oficiais de medicamentos, este componente possui a designação de estar disponível em formulações genéricas.

P: Existem outras dosagens de Gynoconazol além da formulação a 0.8%? Sim, a substância ativa terconazol está disponível em várias formas e dosagens oficiais. Os documentos regulamentares listam tanto o creme vaginal a 0.8% como um creme vaginal a 0.4%, de menor dosagem. Também se encontra disponível na formulação de supositório vaginal de 80 mg.

P: O princípio ativo do Gynoconazol 0.8% pode ser encontrado noutros medicamentos? Sim, a substância ativa é o Terconazol, o componente essencial em todas as apresentações deste fármaco. O terconazol é também utilizado noutras concentrações de creme vaginal, como o creme a 0.4%, e na formulação em supositório para tratamentos locais semelhantes.

P: Qual é a consistência ou textura do produto Gynoconazol 0.8%? A informação oficial do produto descreve o Gynoconazol 0.8% como um creme de cor branca a esbranquiçada. Esta formulação é lavável com água e foi composta especificamente para administração intravaginal.

P: O Gynoconazol 0.8% contém alergénios comuns, como parabenos ou corantes? A formulação em creme está oficialmente documentada como um produto branco a esbranquiçado. A análise da composição específica da base do creme indica que esta não inclui ingredientes inativos comuns, tais como parabenos ou corantes.

P: O Gynoconazol 0.8% é habitualmente utilizado como tratamento único ou integrado numa combinação? O Gynoconazol 0.8% é indicado para o tratamento local da candidíase vulvovaginal. É prescrito como um regime isolado, consistindo num ciclo de terapia fixo de três dias.

P: O Gynoconazol 0.8% pode ser utilizado durante a menstruação? Sim, as instruções oficiais para a paciente referem que o medicamento pode continuar a ser utilizado mesmo que o período menstrual comece durante o ciclo de três dias. Contudo, as orientações oficiais recomendam que se evite o uso de tampões durante o período de tratamento, uma vez que estes podem absorver o medicamento e interferir com o efeito localizado pretendido.

P: O que deve ser feito se o Gynoconazol 0.8% verter ou escorrer? As orientações para a paciente sobre a utilização do produto referem que o medicamento vaginal pode escorrer do corpo. As instruções mencionam esta possibilidade e sugerem o uso de um penso higiénico como método de gestão. O próprio aplicador deve ser lavado com água e sabão após cada utilização.

P: O que acontece se o Gynoconazol 0.8% entrar em contacto com uma área indesejada, como os olhos? Os documentos regulamentares especificam que o Gynoconazol 0.8% se destina exclusivamente a uso vulvovaginal. É explicitamente declarado que o produto não está aprovado para uso oftálmico (olhos), nem se destina a administração oral ou sistémica.

P: O Gynoconazol 0.8% interage com analgésicos comuns, como o ibuprofeno? O perfil regulamentar oficial deste medicamento indica um baixo potencial de interações medicamentosas sistémicas. Isto deve-se principalmente à absorção limitada do fármaco na corrente sanguínea após a aplicação intravaginal.

P: O Gynoconazol 0.8% é seguro para pessoas com certas condições médicas, como a diabetes? Embora a rotulagem oficial não liste condições crónicas como a diabetes como uma contraindicação específica, o aconselhamento à paciente recomenda que esta informe o seu profissional de saúde caso sofra de tais condições. A informação oficial refere que informar o profissional de saúde sobre condições existentes é uma precaução geral de aconselhamento.

P: O Gynoconazol 0.8% pode causar fadiga ou outros efeitos secundários sistémicos? Dados de pós-marketing reportaram alguns efeitos secundários sistémicos (efeitos além da área de aplicação). Estas reações incluíram tonturas e sintomas semelhantes aos da gripe, como febre e calafrios. Embora estes efeitos tenham sido reportados, a fadiga não consta explicitamente entre as reações adversas formalmente notificadas nas categorias comuns ou graves.

P: É normal ter algum corrimento após utilizar o Gynoconazol 0.8%? As instruções para a paciente reconhecem que o creme vaginal pode escorrer do corpo e mencionam a utilização de um penso higiénico para gerir a situação. A aparência do creme ao escorrer é esperada. No entanto, as orientações oficiais referem que um corrimento com odor fétido é um fator que pode justificar a consulta de um profissional de saúde.

P: O Gynoconazol 0.8% faz os sintomas piorarem antes de melhorarem? Algumas fontes regulamentares mencionam a possibilidade de certas reações que podem ocorrer devido à resposta do organismo à eliminação das células fúngicas. Estas reações podem incluir sintomas sistémicos como febre, calafrios ou dor de cabeça, assemelhando-se a uma síndrome gripal. Os documentos oficiais descrevem uma condição para a qual se aconselha a interrupção do tratamento: o aparecimento de sintomas como irritação, febre, calafrios ou sintomas gripais.

P: É possível ser-se resistente aos efeitos do Gynoconazol 0.8%? As orientações oficiais abordam situações em que a paciente experiencia uma falta de resposta ao medicamento. Nestes casos, refere-se que a ausência de resposta pode levar à recomendação de repetir os estudos microbiológicos apropriados, servindo para confirmar o diagnóstico original.

P: Como é que a concentração de 0.8% se relaciona com a eficácia do fármaco? As diretrizes posológicas indicam uma relação entre a concentração e a duração da terapia. A concentração de 0.8% está associada a um ciclo de tratamento mais curto, de três dias. O creme a 0.4% está tipicamente associado a um regime mais longo, de sete dias.

P: Com que rapidez é que o Gynoconazol 0.8% começa normalmente a atuar? De acordo com os dados farmacológicos oficiais, a absorção da substância ativa pelo organismo é limitada. Após a aplicação intravaginal, o tempo médio para o medicamento atingir a sua concentração máxima no plasma sanguíneo é de aproximadamente 6,6 horas. Esta informação refere-se à exposição sistémica do fármaco e não propriamente ao início do alívio dos sintomas.

P: Qual é a duração de ação pretendida para uma única aplicação de Gynoconazol 0.8%? O medicamento é prescrito para aplicação uma vez por dia, ao deitar, para maximizar o efeito local. Os dados farmacológicos indicam que a semivida média de eliminação da substância ativa inalterada na corrente sanguínea, após a aplicação, é de aproximadamente 6,4 a 8,5 horas.

P: Quanto tempo após terminar o tratamento deverão os sintomas originais desaparecer completamente? Os resultados dos ensaios clínicos estabeleceram o período utilizado pelas autoridades reguladoras para confirmar a eficácia após a conclusão do ciclo. A resolução dos sintomas foi medida através da avaliação do estado terapêutico em períodos de acompanhamento de aproximadamente 21 a 30 dias após o término do tratamento completo.

P: Quanto tempo após terminar o tratamento com Gynoconazol 0.8% podem os sintomas reaparecer? Os ensaios regulamentares principais focaram-se sobretudo em alterações de sintomas a curto prazo após o tratamento. Os documentos oficiais de investigação referem que os dados para resultados a longo prazo, como a recorrência ao longo de muitos meses ou anos, são limitados. O estado terapêutico inicial foi, na maioria das vezes, avaliado em períodos de acompanhamento de cerca de 21 a 30 dias pós-tratamento.

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Como Gynoconazol 0.8% deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Eliminação

As condições necessárias para a conservação e eliminação do Gynoconazol 0.8% (creme vaginal de Terconazol a 0.8%) são estabelecidas para garantir a manutenção da qualidade do produto durante todo o seu período de validade.

Item Requisito de Conservação
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada (20°C a 25°C).
Proteção Ambiental Proteger o produto do congelamento e evitar a exposição ao calor excessivo, à humidade e à luz direta.
Segurança O medicamento deve ser mantido fora do alcance e da vista das crianças.
Eliminação Eliminar o creme não utilizado ou fora do prazo de validade através de um ponto de recolha de medicamentos ou seguindo as diretrizes para a eliminação segura de resíduos domésticos.

Estas instruções definem que o creme deve ser armazenado sob controlo de temperatura e protegido de extremos ambientais, como o congelamento. A embalagem deve ser mantida devidamente fechada e o produto não deve ser utilizado após a data de validade indicada. A eliminação deve cumprir os métodos oficiais previstos para a gestão de medicamentos não utilizados ou expirados.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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