Cellufluid

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Cellufluid

Forma selecionada

Método de ação: Ophthalmologicals

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Cellufluid

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Carmelose sódica (Carboximetilcelulose)
Forma Solução de gotas oculares (frequentemente sem conservantes)
Classe farmacológica Lubrificante oftálmico / Lágrimas artificiais
Utilização comum Alívio sintomático do desconforto do olho seco
Origem Derivado sintético (éter de celulose)

Que tipo de medicamento é o Cellufluid?

O Cellufluid é um lubrificante oftálmico reconhecido clinicamente, integrando-se na classe farmacológica de nível superior das lágrimas artificiais, também conhecidas como substitutos lacrimais. Este produto está classificado sob o código ATC (Sistema de Classificação Anatómica Terapêutica Química) S01XA20 (Outros oftalmológicos). O seu propósito fundamental é proporcionar um alívio sintomático imediato através do reforço do filme lacrimal natural do olho. Este fármaco, que não é metabolicamente ativo, está posicionado para uma utilização frequente por adultos que experienciem secura ocular persistente, servindo como uma preparação estabelecida para estabilizar a humidade na superfície ocular.


Carmelose: Composição, Forma e Origem

A substância ativa do Cellufluid é a Carmelose, oficialmente conhecida pela sua Denominação Comum Internacional (DCI) como carmelose sódica, ou carboximetilcelulose (CMC). Esta substância é um éter de celulose aniónico de elevado peso molecular, fabricado como um derivado sintético através da modificação química da celulose natural. Na sua forma farmacêutica, o fármaco apresenta-se como uma solução de gotas oculares estéril e é administrado por via ocular. O Cellufluid é frequentemente fabricado em opções sem conservantes, sendo tipicamente acondicionado em recipientes monodose, uma escolha de formulação concebida para promover o conforto do doente e reduzir o potencial de irritação.


Benefício Geral: Como o Cellufluid estabiliza o filme lacrimal

O principal benefício do Cellufluid deriva da sua ação inteiramente mecânica: é clinicamente reconhecido por criar uma camada protetora e lubrificante na superfície ocular que reduz significativamente a fricção. Como modificador de viscosidade, o ingrediente Carmelose é formulado para ajudar a solução a aderir ao olho por um período prolongado, abrandando eficazmente a evaporação da camada lacrimal. Ao formar esta camada contínua, protetora e mucoadesiva, o produto mitiga os fatores que induzem sintomas comuns de olho seco, tais como irritação, ardor e a sensação de corpo estranho (areia). A função destes substitutos lacrimais é tratar a secura ocular através da lubrificação e reidratação da superfície do olho.

Quais efeitos secundários são possíveis com Cellufluid?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança oficial do Cellufluid (carmelose sódica) é consistente nos diversos documentos regulamentares, refletindo a sua ação mecânica e não sistémica. As reações adversas localizam-se primordialmente no olho, sendo classificadas maioritariamente na Classe de Sistemas e Órgãos das Doenças oculares.

Reações Adversas Documentadas por Frequência

A maioria dos efeitos é classificada como frequente (afetando até 1 em cada 10 indivíduos), com base em dados de ensaios clínicos. Estas reações oculares comuns incluem irritação ocular (como ardor e desconforto), dor ocular, prurido ocular (comichão nos olhos) e perturbações visuais.

As reações adversas menos frequentes são classificadas como pouco frequentes ou de frequência desconhecida (a frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis). Estas podem incluir hipersensibilidade (reações alérgicas) e condições como a hiperemia ocular (vermelhidão do olho).

Restrições de Segurança e Populações Especiais

Reações Adversas Graves: Está documentado o potencial para uma reação alérgica grave (hipersensibilidade), a qual se enquadra na classe das Doenças do sistema imunitário.

Contraindicações: O uso de Cellufluid está formalmente contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à carmelose sódica ou a qualquer um dos excipientes do produto.

Notas de Segurança: O ato da instilação pode resultar numa visão turva transitória, que é uma característica de segurança assinalada nas informações oficiais. Devido à exposição sistémica insignificante da substância ativa, o medicamento pode ser utilizado com segurança durante a gravidez e o aleitamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial do Cellufluid (solução oftálmica de carmelose sódica) é definido essencialmente pelas suas propriedades físicas e pela via de administração não sistémica. Sendo uma lágrima artificial, a sua substância ativa consiste num polímero de elevado peso molecular que é farmacologicamente inerte. Adicionalmente, apresenta uma exposição sistémica insignificante quando administrado no olho. Como resultado, as autoridades regulamentares documentam a ausência de um risco de sobredosagem sistémica grave.

Cenários de Sobredosagem Documentados

Cenário Declaração Regulamentar Oficial
Sobredosagem Ocular Uma sobredosagem acidental não apresenta perigo. Não se encontram documentados sintomas clínicos sistémicos após o uso tópico.
Toxicidade Sistémica Não é esperada, devido à ausência de atividade farmacológica do fármaco e à sua absorção mínima.

Quando procurar assistência médica urgente

A única circunstância que exige uma ação de emergência obrigatória é a ingestão acidental (engolir) da solução das gotas oculares. Se o produto for ingerido, as orientações governamentais oficiais determinam que se deve obter ajuda médica ou contactar imediatamente um Centro de Informação Antivenenos (CIAV).

A gestão clínica nestes casos limita-se a tratamento sintomático e de suporte geral, uma vez que não existe nem se encontra documentado qualquer antídoto específico nas informações de prescrição. A necessidade de monitorização será determinada pelo profissional de saúde após o contacto com os serviços de emergência.

Usos terapêuticos de Cellufluid

O que o Cellufluid trata: principais utilizações e benefícios

O Cellufluid, que contém carmelose sódica (carboximetilcelulose), é utilizado em situações onde é necessário um apoio sintomático adicional para a secura ocular. É aplicado em condições onde a estabilidade funcional da superfície ocular é afetada, ajudando a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos. De acordo com as descrições clínicas gerais para este lubrificante oftálmico, o seu uso é comum para auxiliar no alívio temporário do ardor, da irritação e do desconforto.

Domínios Terapêuticos Relevantes

Este medicamento é geralmente relevante para atenuar sintomas que interferem com o conforto diário, incluindo a sensação persistente de areia, as picadas, o ardor e a dor ocular geral. É habitualmente utilizado em condições caracterizadas por períodos de agravamento dos sintomas, tais como a Síndrome do Olho Seco Crónica, e em cenários clínicos que envolvem o esforço temporário resultante da utilização de ecrãs de computador ou da exposição a fatores ambientais. Isto ajuda, de uma forma geral, a melhorar o conforto quotidiano, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas são mais percetíveis.

Facto Rápido: Alívio do Desconforto Ocular
Indicação Principal: Apoio no alívio de sintomas de secura ocular.
Sintomas Abrangidos: Sensação de areia, ardor, picadas e irritação geral.
Benefício Chave: Proporciona um alívio de suporte, podendo contribuir para a melhoria do conforto.
Contextos Relevantes: Olho Seco Crónico e esforço ocular ambiental.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade Oficial: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Cellufluid?

A elegibilidade para o uso de Cellufluid (carmelose sódica) é definida pelo seu estatuto regulamentar como um lubrificante oftálmico de ação local, resultando numa única restrição absoluta.

Âmbito da Elegibilidade Estatuto Regulamentar Oficial
Contraindicação Absoluta Contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à carmelose sódica ou a qualquer um dos excipientes do produto.
Adultos e Adultos de Idade Avançada O uso é permitido de acordo com as condições padrão descritas na rotulagem.
Gravidez e Aleitamento O uso é permitido devido à exposição sistémica insignificante do fármaco.
Insuficiência Renal/Hepática O uso é permitido; não é necessário qualquer ajuste na dosagem.
Crianças e Adolescentes O uso é geralmente permitido, embora a rotulagem oficial indique que a segurança e a eficácia foram estabelecidas pela experiência clínica, dado que não existem dados de ensaios clínicos disponíveis para estes grupos etários.

Todos os grupos populacionais estão autorizados a utilizar o medicamento, a menos que exista uma alergia documentada aos seus componentes. Os documentos regulamentares confirmam que, devido à sua ausência de atividade sistémica, a utilização é apropriada numa vasta gama de condições fisiológicas, incluindo a gravidez e a função orgânica comprometida.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de interações do Cellufluid, que contém carmelose sódica, tendo em conta a sua administração localizada e a sua absorção sistémica insignificante.

Perfil de Interação Documentado

Âmbito da Interação Conclusão Regulamentar Oficial
Interações Medicamentosas Sistémicas Desconhecidas. As informações oficiais confirmam a ausência de interações sistémicas conhecidas, o que é consistente com a exposição sistémica mínima e a falta de atividade farmacológica sistémica do fármaco.
Interações Farmacocinéticas Nenhuma documentada. O fármaco não participa em interações metabólicas sistémicas (ex.: efeitos mediados pelas enzimas CYP) ou interações mediadas por transportadores sistémicos (ex.: P-gp).
Alimentos, Álcool e Produtos Herbais Nenhuma documentada. A rotulagem oficial não especifica quaisquer padrões de interação ou restrições relativamente a alimentos, álcool ou suplementos à base de plantas.
Requisitos de Tempo / Separação Intervalo mínimo obrigatório de 15 minutos entre administrações. Esta regra aplica-se à coadministração com outros medicamentos de aplicação ocular.

Condicionalismos na Administração Local

A única interação oficialmente reconhecida é um condicionalismo na administração local com outros medicamentos de aplicação ocular. Não se trata de uma interação farmacológica, mas sim física, estabelecida para prevenir o deslocamento físico do medicamento coadministrado da superfície ocular.

A exigência regulamentar consiste em aguardar um mínimo de 15 minutos entre a aplicação de Cellufluid e qualquer outra preparação oftálmica. Não existem combinações de fármacos formalmente listadas como contraindicadas devido a risco de interação.

Mecanismo de ação

Como funciona o Cellufluid: Mecanismo de Ação

Inibição do Sistema Enzimático PLD

O Cellufluid atua primordialmente como um inibidor alostérico das isoformas da enzima Fosfolipase D (PLD). Esta ação limita a capacidade da PLD de produzir Ácido Fosfatídico (PA), que é um lípido de sinalização fundamental. A interação com este domínio constitui o passo molecular inicial do mecanismo de ação, modificando diretamente a etapa enzimática basal e primária.

Regulação Negativa da Via Akt/mTOR

A supressão dos níveis de PA provoca, subsequentemente, a regulação negativa da cascata de sinalização Akt/mTOR. Uma vez que o PA é essencial para a ativação da Akt e da mTOR, a sua redução causa uma alteração no equilíbrio celular, favorecendo o catabolismo (degradação e reciclagem) em detrimento do anabolismo (crescimento e síntese). Este efeito central resulta numa alteração do ambiente celular local, privilegiando o processamento do material celular existente.

Modulação do Metabolismo e Proliferação Celular

A influência sobre o eixo Akt/mTOR ativa mecanismos que modulam o metabolismo e a proliferação celular. Isto resulta numa alteração fisiológica estrutural que reduz o efeito da sinalização na síntese de lípidos e proteínas, resultando numa modificação da dinâmica de sinalização em vias periféricas específicas.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Cellufluid é utilizado: Diretrizes Oficiais de Administração

O Cellufluid, um lubrificante oftálmico que contém carmelose sódica, é administrado exclusivamente por via oftálmica tópica, recorrendo a uma solução estéril em gotas para instilação no olho ou olhos afetados. A documentação define a posologia como a aplicação de uma ou duas gotas em cada olho afetado. Este medicamento está classificado para uma utilização consoante a necessidade (PRN), o que significa que a frequência de administração não é programada, sendo determinada pela necessidade temporária de alívio. Embora o padrão principal de utilização seja intermitente, reconhece-se a administração até quatro vezes por dia ou com a frequência necessária, dependendo da formulação específica do produto e do contexto clínico.


Contexto de Utilização e Manuseamento

As orientações oficiais estabelecem condicionalismos procedimentais fundamentais para uma utilização correta. Ao utilizar o produto acondicionado em recipientes monodose, a solução deve ser utilizada imediatamente após a abertura, devendo toda a porção não utilizada ser rejeitada para evitar o risco de contaminação. Além disso, para assegurar o efeito adequado de quaisquer tratamentos sequenciais, deve respeitar-se uma separação temporal obrigatória. Especificamente, deve decorrer um intervalo mínimo de, pelo menos, 15 minutos entre a instilação de Cellufluid e a administração de qualquer outra preparação oftálmica tópica.

No que respeita a populações específicas, o regime posológico padrão para adultos de uma a duas gotas, conforme necessário, é também aplicado à população pediátrica, sendo esta uma prática estabelecida através da experiência clínica com a substância ativa. Este modelo de utilização, que é habitualmente continuado ou de longo prazo com base na persistência dos sintomas, encontra-se definido de forma consistente em documentos regulamentares.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Cellufluid


Evidência na Síndrome do Olho Seco (DOS) Crónica

O Cellufluid, que contém carmelose sódica, foi avaliado em investigação centrada nos sintomas relacionados com a Síndrome do Olho Seco (DOS) Crónica. A maioria da evidência provém de Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA) — investigação onde os participantes são distribuídos aleatoriamente por grupos para testar diferentes soluções. Este modelo de estudo é frequentemente utilizado na investigação que explora a evolução dos sintomas ao longo do tempo em indivíduos com DOS.

Nestes estudos, a investigação analisou o modo como os doentes reportaram os seus sintomas de desconforto, tais como ardor, irritação e a sensação de areia no olho, utilizando frequentemente questionários padronizados como o OSDI. Os estudos também monitorizaram sinais clínicos objetivos, como o Tempo de Rutura do Filme Lacrimal (TBUT), que mede a rapidez com que a camada de lágrima na superfície do olho se evapora. Os resultados descrevem os padrões observados nos estudos, onde os investigadores acompanharam as medições tanto das pontuações de sintomas como dos sinais clínicos durante o período de estudo.

A investigação realizada ao longo dos anos contribui para o panorama de evidência disponível sobre o Cellufluid. É importante compreender que os resultados ajudam a contextualizar como os doentes reportaram a sua experiência dentro das condições específicas dos ensaios. Certos estudos observaram padrões nos resultados relacionados com o desconforto físico quando o Cellufluid foi avaliado face a soluções comparadoras.


Evidência para Uso Após Cirurgia Oftálmica

O Cellufluid foi estudado para utilização num grupo específico de doentes: adultos que apresentaram sintomas de olho seco após procedimentos oftálmicos, como a cirurgia de cataratas (facoemulsificação). Estes estudos envolveram a monitorização da fase de recuperação aguda, tipicamente durante um período de curto prazo de algumas semanas ou um mês.

Nestes ensaios, os estudos monitorizaram o esforço fisiológico e os resultados relatados pelos doentes descrevendo o desconforto percebido nas semanas imediatamente após a operação. A investigação explorou as alterações de sintomas a curto prazo nos doentes. Os achados ajudam a contextualizar os padrões de sintomas observados durante este período específico de recuperação, utilizando as mesmas medições — como as pontuações TBUT e OSDI — que os ensaios gerais de DOS.


O Que Ainda é Incerto na Investigação sobre o Cellufluid

Embora a base de evidência global esteja disponível devido aos inúmeros estudos realizados, permanecem várias lacunas e incertezas.

O panorama da evidência inclui estudos que avaliaram o Cellufluid face a outros tipos de lágrimas artificiais (como as que contêm ácido hialurónico). Ao longo destes trabalhos de investigação, os resultados foram mistos e a qualidade da evidência varia.

Outra área onde a investigação é contínua é o estudo detalhado de marcadores biológicos. A investigação explorou os efeitos na superfície ocular, mas o impacto em fatores complexos como o microbioma da superfície ocular (a comunidade de microrganismos no olho) ainda é considerado uma área onde os dados estão a emergir, requerendo uma investigação mais dedicada. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas e não determinam se um indivíduo responderá de forma semelhante.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Cellufluid (FAQ)

P: Qual é a rapidez com que o Cellufluid começa a atuar após a aplicação?

R: O Cellufluid é um lubrificante oftálmico concebido para tratar os sintomas de olho seco através de uma ação mecânica. A sua ação lubrificante é imediata após a aplicação. As informações oficiais do produto referem que este se destina a proporcionar um alívio sintomático imediato.


P: Qual é a duração habitual de um tratamento com Cellufluid?

R: Sendo um substituto de lágrimas artificiais, o Cellufluid é frequentemente indicado para a gestão prolongada ou crónica dos sintomas de olho seco. Como se trata de um tratamento para utilizar conforme necessário, a duração da utilização é geralmente contínua, dependendo da necessidade individual de alívio dos sintomas.


P: Como é que o Cellufluid é metabolizado pelo organismo?

R: O Cellufluid apresenta uma exposição sistémica insignificante porque, devido ao seu elevado peso molecular, não é absorvido de forma significativa para a corrente sanguínea a partir do olho. Não é considerado metabolicamente ativo e não passa pelo metabolismo sistémico tradicional no corpo.


P: O que acontece se me esquecer de uma aplicação de Cellufluid?

R: O Cellufluid é aplicado conforme necessário para o alívio dos sintomas, e não segundo um horário rígido. Caso se esqueça de uma aplicação, a recomendação regulamentar é aplicá-lo quando necessitar novamente de alívio sintomático. As orientações oficiais indicam que não se deve aplicar uma dose dupla.


P: O que acontece se aplicar acidentalmente duas doses de Cellufluid com pouco intervalo?

R: As informações regulamentares indicam que uma sobredosagem acidental, como a aplicação de gotas extra, não apresenta perigo significativo e é improvável que cause problemas graves. No entanto, a utilização de quantidades excessivas pode provocar temporariamente visão turva.


P: É normal sentir tonturas após começar a utilizar Cellufluid?

R: As tonturas não constam como uma reação adversa documentada (comum ou pouco comum) nos documentos oficiais de segurança do Cellufluid. Os efeitos secundários comunicados localizam-se essencialmente no olho, o que é consistente com a absorção sistémica limitada do fármaco.


P: É habitual sentir perturbações gástricas com o Cellufluid?

R: O perfil de segurança do Cellufluid demonstra que as reações adversas são quase exclusivamente localizadas no olho. Como o medicamento tem uma exposição sistémica insignificante (muito pouco chega ao interior do corpo), não se esperam perturbações gástricas ou problemas sistémicos semelhantes, não estando estes listados como efeitos secundários documentados.


P: Existem avisos sobre conduzir ou utilizar máquinas enquanto se usa Cellufluid?

R: Os avisos oficiais referem que o Cellufluid pode causar visão turva transitória (temporária) imediatamente após a aplicação. Recomenda-se aos doentes que aguardem até que a visão esteja totalmente nítida antes de conduzirem, utilizarem máquinas ou realizarem tarefas que exijam uma visão clara.


P: Como é que o organismo elimina o Cellufluid após a aplicação?

R: Uma vez que apenas uma quantidade mínima do fármaco entra na corrente sanguínea, este não é eliminado pelos processos metabólicos tradicionais do organismo. A solução é removida naturalmente da superfície do olho ao longo do tempo através do fluxo lacrimal, devido à sua absorção sistémica mínima.


P: O Cellufluid é um tipo de antibiótico ou um anti-inflamatório?

R: Não. O Cellufluid está classificado oficialmente como um substituto de lágrimas ou lubrificante oftálmico. Atua criando uma camada protetora e lubrificante na superfície do olho, o que constitui uma ação física e mecânica. Não é um antibiótico nem um anti-inflamatório.


P: O Cellufluid pode ser utilizado com analgésicos comuns como o ibuprofeno?

R: Os documentos regulamentares confirmam que o Cellufluid não tem interações medicamentosas sistémicas conhecidas, dada a sua exposição sistémica insignificante. Por isso, não se espera que interfira com medicamentos orais como o ibuprofeno ou outros analgésicos comuns.


P: É necessário interromper o Cellufluid gradualmente ou posso simplesmente parar?

R: Uma vez que o Cellufluid é utilizado para o alívio de sintomas, as informações oficiais indicam que não existem instruções para uma interrupção gradual. Caso a necessidade de gestão dos sintomas termine, a utilização do produto pode ser interrompida.


P: O Cellufluid pode afetar os resultados das análises à função hepática?

R: Não se espera que o Cellufluid afete os testes de função hepática. As informações regulamentares oficiais confirmam que o produto tem uma exposição sistémica insignificante e carece de atividade farmacológica sistémica, o que significa que não interfere com os sistemas de órgãos internos do corpo.


P: O Cellufluid foi testado em crianças ou adolescentes?

R: A segurança e eficácia da utilização em crianças e adolescentes foram estabelecidas com base na experiência clínica com a substância ativa. A rotulagem oficial nota que não estão disponíveis dados específicos de ensaios clínicos para estes grupos etários.


P: Existe uma versão genérica do Cellufluid disponível?

R: Sim. O Cellufluid contém a substância ativa carmelose sódica (também conhecida como carboximetilcelulose sódica), que é o nome genérico. Este ingrediente é amplamente utilizado em produtos de lágrimas artificiais disponíveis sob vários nomes genéricos e comerciais.


P: O Cellufluid causa sonolência ou fadiga?

R: A sonolência e a fadiga não estão listadas entre os efeitos secundários documentados nas informações oficiais de segurança. O produto atua localmente no olho e o seu mecanismo não está associado a reações do sistema nervoso central, como o sono.


P: É melhor aplicar o Cellufluid de manhã ou à noite?

R: Não é necessário um horário específico. O Cellufluid é administrado estritamente conforme necessário para aliviar os sintomas de desconforto do olho seco, não havendo orientações oficiais que favoreçam a utilização matinal ou noturna.


P: O Cellufluid interage com a toranja?

R: Não estão documentadas interações com alimentos ou bebidas, incluindo a toranja. Isto deve-se ao facto de o fármaco ter uma exposição sistémica insignificante e, portanto, não participar no tipo de interações metabólicas frequentemente associadas à toranja.


P: Qual é o composto ativo do Cellufluid e como funciona quimicamente?

R: O composto ativo é a carmelose sódica. Quimicamente, é descrito como um éter de celulose aniónico de elevado peso molecular. Funciona aumentando fisicamente a viscosidade da solução lacrimal, permitindo que esta adira à superfície do olho para uma lubrificação prolongada.


P: O Cellufluid está aprovado em países fora dos Estados Unidos?

R: Os produtos que contêm carmelose sódica estão aprovados para utilização em países fora dos Estados Unidos. Isto é confirmado por informações regulamentares de autoridades globais e europeias.

Como Cellufluid deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Cellufluid

Os requisitos de conservação e eliminação do Cellufluid (carmelose sódica) são rigorosamente regulamentados para garantir a estabilidade e a esterilidade do produto.

Requisitos Oficiais de Conservação

Detalhes da Conservação Requisito
Temperatura Conservar entre 15 °C e 25 °C (temperatura ambiente).
Proteção Não congelar e conservar na cartonagem original para proteger da luz.
Recipiente Manter o recipiente bem fechado quando não estiver a ser utilizado.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Regras de Eliminação

O recipiente monodose deve ser rejeitado imediatamente após a primeira utilização, mesmo que ainda reste solução no seu interior. Não elimine o medicamento na canalização (águas residuais) ou no lixo doméstico. Para ajudar a proteger o ambiente, consulte um farmacêutico sobre como eliminar de forma segura o produto de que já não necessita ou que se encontra fora do prazo de validade.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Cellufluid encontrado em:

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