Amoxilite

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Amoxilite

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Amoxilite

Propriedade Descrição
Substância ativa Amoxicilina (frequentemente sob a forma de sal tri-hidratado)
Forma farmacêutica Cápsula, comprimido, suspensão oral, preparação parentérica
Classe farmacológica Antibiótico Beta-Lactâmico (Aminopenicilina)
Uso comum Tratamento de infeções bacterianas suscetíveis
Origem Semissintética

O Amoxilite é um medicamento que contém o princípio ativo Amoxicilina, clinicamente reconhecido em estudos farmacológicos como um antibiótico beta-lactâmico essencial pertencente à classe das aminopenicilinas. A sua função fundamental consiste na eliminação de infeções bacterianas no organismo, combatendo os agentes patogénicos suscetíveis que as provocam. A amoxicilina é um fármaco amplamente utilizado, disponível apenas mediante receita médica, sendo considerada um medicamento essencial pela Organização Mundial da Saúde. Esta classificação destaca a sua eficácia estabelecida na prática médica geral, como, por exemplo, no tratamento de otites médias agudas.

Amoxicilina: Origem Semissintética e Composição

A substância ativa, Amoxicilina, é um composto de natureza semissintética. É derivada da estrutura da penicilina natural, mas quimicamente modificada para otimizar o seu desempenho, o que lhe confere uma maior estabilidade na presença do ácido gástrico e uma absorção sistémica reforçada quando administrada por via oral. O Amoxilite é habitualmente disponibilizado como um medicamento de substância única, o que o distingue estruturalmente de formulações combinadas. O fármaco encontra-se disponível em diversas formas farmacêuticas orais de fácil administração, incluindo cápsulas, comprimidos e pó para suspensão oral, adequados tanto para adultos como para a população pediátrica, existindo também preparações concebidas para administração parentérica (injetável).

Como funciona a Amoxicilina?

A amoxicilina atua como um agente bactericida, o que significa que a sua ação principal é a destruição direta das células bacterianas suscetíveis, um princípio confirmado pela literatura médica de referência. O seu mecanismo central envolve a interrupção da capacidade das bactérias de construir e manter a estrutura da sua parede celular, a qual é vital para a sua sobrevivência. Ao causar esta falha estrutural e a subsequente morte celular, o medicamento reduz eficazmente a carga infeciosa, cumprindo o seu propósito terapêutico geral de eliminar a fonte da doença.

Quais efeitos secundários são possíveis com Amoxilite?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Amoxilite (Amoxicilina) detalha os potenciais efeitos adversos documentados nos rótulos regulamentares oficiais, definindo os sistemas de órgãos que podem ser afetados e a frequência formal destes eventos.

Frequência e Classes de Sistemas de Órgãos

As reações adversas reportadas com maior frequência em dados de ensaios clínicos e na vigilância pós-comercialização são classificadas como frequentes, envolvendo principalmente o sistema Gastrointestinal (diarreia, náuseas, vómitos) e afeções cutâneas (erupção cutânea). As reações classificadas como muito raras incluem eventos mais graves que afetam o sistema sanguíneo e linfático (como leucopenia e trombocitopenia reversíveis), o sistema Hepatobiliar (incluindo hepatite e icterícia colestática) e o Sistema Nervoso (como convulsões e hiperatividade).

Reações Adversas Graves e Restrições

As informações oficiais de prescrição destacam preocupações de segurança específicas devido à sua potencial gravidade. Estas reações adversas graves incluem condições potencialmente fatais, tais como reações anafiláticas e reações cutâneas adversas graves (por exemplo, Síndrome de Stevens-Johnson ou Necrólise Epidérmica Tóxica). Além disso, o desenvolvimento de diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD) é um risco documentado que pode ocorrer durante ou após o tratamento.

As restrições regulamentares limitam formalmente o uso de Amoxilite. O medicamento é contraindicado em qualquer doente com historial conhecido de hipersensibilidade a qualquer penicilina, devido ao risco de reações alérgicas graves. Recomenda-se também precaução em indivíduos com mononucleose infeciosa, a qual está associada a uma elevada incidência de erupções cutâneas não alérgicas após a administração.

Notas Relativas ao Tempo e a Populações Específicas

Aplicam-se considerações de segurança específicas a certas populações e períodos de exposição. Para doentes com compromisso renal, é frequentemente necessário o ajuste da dose para mitigar o risco acrescido de efeitos secundários resultantes da eliminação retardada do fármaco. Em doentes pediátricos, foi reportada a descoloração superficial dos dentes. As convulsões e certos eventos hepáticos são assinalados em documentos regulamentares como estando potencialmente relacionados com doses elevadas ou tratamento prolongado.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A documentação oficial relativa à sobredosagem de Amoxilite (Amoxicilina) descreve manifestações em diversos sistemas fisiológicos. Os sinais comuns incluem efeitos gastrointestinais como náuseas, vómitos e diarreia. Quadros mais graves envolvem o Sistema Nervoso Central (SNC), com relatos de confusão e potencial de ocorrência de convulsões, particularmente em doentes com compromisso pré-existente da função renal.

O sistema renal é um foco crítico em caso de sobredosagem, uma vez que se reportam casos de nefrite intersticial que levam a insuficiência renal oligúrica (diminuição da produção de urina). Estes resultados graves reforçam a obrigatoriedade de procurar assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem. O risco de desenvolvimento de convulsões é superior em indivíduos com compromisso renal existente ou naqueles que recebem doses invulgarmente elevadas.

Quando é necessária ajuda médica urgente, o tratamento deve ser sintomático e consistir em medidas de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico. Em casos graves, a Amoxicilina pode ser removida da circulação através de hemodiálise.

Sobredosagens abaixo de um determinado limiar (ex.: 250 mg/kg) não estão geralmente associadas a sintomas clínicos significativos, mas é necessária uma monitorização rigorosa devido ao risco de complicações graves.

Usos terapêuticos de Amoxilite

O Amoxilite (Amoxicilina) é um antibiótico amplamente utilizado em contextos clínicos caracterizados por desequilíbrios fisiológicos temporários, nos quais uma infeção bacteriana suscetível é a causa de sintomas relacionados com desconforto físico e mal-estar do doente. O seu propósito fundamental reside no apoio ao organismo para abordar a causa bacteriana da doença, proporcionando, de uma forma geral, um suporte terapêutico em diversos domínios. A amoxicilina é habitualmente utilizada para ajudar no tratamento de certas infeções provocadas por bactérias em múltiplos sistemas do corpo.

O medicamento é frequentemente utilizado em patologias que se apresentam com episódios agudos, incluindo infeções bacterianas do trato respiratório (tais como otite média, amigdalite, faringite e certos tipos de pneumonia), do trato geniturinário (como infeções urinárias não complicadas) e da pele ou tecidos moles.

“O Amoxilite é geralmente aplicado quando os sintomas se agrupam em padrões de dor localizada, inflamação e febre, apoiando frequentemente os doentes durante episódios difíceis ao atenuar o mal-estar associado ao desconforto agudo.”

Domínios de Gestão e Suporte

Este medicamento é aplicado em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional. No caso de doenças respiratórias, ajuda a abordar sintomas que criam um esforço fisiológico percetível, tais como a tosse e a dor de ouvidos. Nas infeções urinárias, a sua utilização contribui para uma melhoria do conforto durante os períodos sintomáticos, particularmente no que diz respeito à dor ao urinar e à urgência urinária. Além disso, o Amoxilite pode fazer parte de protocolos terapêuticos complexos, como os destinados à erradicação da Helicobacter pylori, sendo comummente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas ligados a úlceras duodenais crónicas.

Facto Rápido: Alívio do Desconforto Agudo
O Amoxilite apoia o doente na abordagem à infeção, o que, por sua vez, auxilia na manutenção do conforto e ajuda genericamente a aliviar a carga total de sintomas durante episódios bacterianos agudos, sendo habitualmente utilizado quando é necessário auxílio sintomático a curto prazo.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Não Pode Utilizar Amoxilite?

Esta secção detalha as normas oficiais de elegibilidade populacional para o Amoxilite (Amoxicilina), conforme definido nos documentos regulamentares.


Exclusões Absolutas e Contraindicações

A utilização de Amoxilite é estritamente contraindicada em doentes com antecedentes documentados de hipersensibilidade ou reação alérgica grave à amoxicilina ou a qualquer outro medicamento da classe dos antibióticos beta-lactâmicos (tais como penicilinas ou cefalosporinas). O uso é também, geralmente, não recomendado ou proibido em doentes com diagnóstico ou suspeita de Mononucleose Infeciosa, devido ao elevado risco de desenvolvimento de um exantema (erupção na pele) de natureza não alérgica.

Utilização Condicional e Restrições

  • Função Orgânica: O uso está condicionado e requer um ajuste posológico obrigatório em doentes com compromisso renal grave (disfunção dos rins). A dosagem padrão aplica-se a indivíduos com função renal normal ou com compromisso de grau ligeiro a moderado.
  • Grupos Etários: O medicamento está geralmente estabelecido para utilização nas populações pediátrica e adulta. No entanto, o uso em lactentes e idosos exige precaução e monitorização, uma vez que a redução da função renal nestes grupos pode atrasar a eliminação do fármaco do organismo.
  • Estado Reprodutivo: A utilização durante a gravidez e a lactação é, de modo geral, considerada condicional, sendo permitida apenas se claramente necessária, com a advertência de que a substância é excretada no leite materno.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar do Amoxilite (Amoxicilina) identifica vários padrões de interação fundamentais, definidos pelo seu efeito na exposição ao fármaco, na atividade combinada de medicamentos ou em testes de diagnóstico.

Propriedade Valor
Medicamentos Específicos com Interação Probenecida, Alopurinol, Metotrexato, Anticoagulantes orais, Contracetivos orais.
Base Mecanística (se declarada) Inibição da secreção tubular renal (com Probenecida). Alteração da flora intestinal (potencial com Contracetivos orais).
Restrições Relacionadas com Interações Uso obrigatório de métodos sem sulfato de cobre para testes de glicose na urina, de forma a evitar resultados falsos-positivos.

Declarações oficiais de interação:

  • Está documentado que a administração conjunta com Probenecida aumenta e prolonga as concentrações plasmáticas de Amoxilite, devido à inibição da secreção tubular renal.
  • Observa-se que o uso de Amoxilite com Anticoagulantes Orais pode aumentar o prolongamento do tempo de protrombina (INR).
  • O Amoxilite pode reduzir a eficácia dos contracetivos orais.
  • O uso concomitante com Alopurinol aumenta a incidência documentada de erupções cutâneas.
  • O Amoxilite pode aumentar a exposição sistémica ao Metotrexato através da redução da sua depuração renal.
  • Poderá ocorrer interferência com o efeito bactericida do Amoxilite se este for administrado em conjunto com agentes antibacterianos bacteriostáticos (por exemplo, Cloranfenicol ou Tetraciclinas).

O perfil regulamentar documenta que a estrutura de interação do Amoxilite envolve principalmente a competição pelas vias de depuração renal, afetando a exposição tanto do Amoxilite como de certos fármacos coadministrados. Este perfil especifica também advertências para efeitos farmacodinâmicos, tais como o aumento da incidência de erupções cutâneas com o Alopurinol, e assinala interferências específicas com produtos de testes de diagnóstico.

Mecanismo de ação

O Amoxilite atua através da inibição altamente específica da Sintase do Pirofosfato de Farnesilo (FPPS), uma enzima essencial que integra a via do mevalonato. Esta ação ocorre primordialmente em células com elevada atividade metabólica, verificando-se uma acumulação seletiva nos osteoclastos. Ao ligar-se à FPPS, o Amoxilite impede a prenilação de pequenas proteínas sinalizadoras denominadas GTPases, que incluem a Ras, a Rac e a Rho.

Esta ausência de prenilação interrompe a correta localização membranar e a função subsequente destas GTPases, resultando numa profunda desorganização da estrutura do citoesqueleto do osteoclasto. A consequência celular direta é a interrupção da capacidade de reabsorção óssea do osteoclasto, o que acaba por desencadear a inativação e a apoptose destas células. Este mecanismo celular fundamental traduz-se na ação fisiológica de inibir a reabsorção óssea mediada pelos osteoclastos, reduzindo assim a taxa global de renovação da matriz óssea.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

O Amoxilite (amoxicilina) destina-se à administração por via oral e é geralmente tomado a cada 8 ou 12 horas, dependendo do regime prescrito. Para manter um nível antibacteriano constante, as doses devem ser tomadas em intervalos regularmente espaçados e o ciclo total da terapia deve ser concluído, mesmo que os sintomas apresentem melhorias.

Grupo de Doentes Padrão de Frequência Dose Padrão para Adultos (≥ 40 kg)
Infeção Ligeira/Moderada A cada 12 horas (Duas vezes ao dia) 500 mg
Infeção Grave A cada 12 horas (Duas vezes ao dia) 875 mg
Terapia Dupla para H. pylori A cada 8 horas (Três vezes ao dia) 1 grama

Dosagens Especiais e Cronologia:

  • Recém-nascidos (≤ 3 meses): A dose máxima recomendada é de 30 mg/kg/dia, dividida e administrada a cada 12 horas, devido ao desenvolvimento incompleto da função renal.
  • Dosagem Pediátrica (≤ 40 kg): A dose é calculada com base no peso corporal (mg/kg/dia) e dividida em duas ou três tomas diárias.
  • Relação com a Alimentação: O Amoxilite pode geralmente ser tomado com ou sem alimentos. No entanto, o comprimido de 875 mg e certas formas de suspensão foram especificamente estudados quando administrados ao início de uma refeição ligeira, o que pode ajudar a minimizar a intolerância gastrointestinal.
  • Compromisso Renal: Doentes com uma taxa de filtração glomerular (TFG) inferior a 30 mL/min não devem receber a dose de 875 mg, sendo necessárias doses mais baixas em casos de compromisso grave.

Preparação e Omissão de Doses:

No caso da suspensão oral, o pó deve ser reconstituído adicionando a quantidade de água especificada em duas etapas e agitando vigorosamente após cada adição. As doses líquidas devem ser medidas utilizando um dispositivo devidamente graduado. Se houver esquecimento de uma dose, esta deve ser tomada assim que for lembrada. Se estiver quase na hora da dose seguinte, deve saltar a dose esquecida e retomar o horário regular; não duplique as doses.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre Amoxilite (Amoxicilina)


Evidência Científica em Infeções Agudas de Ouvidos, Nariz e Garganta

A investigação analisou a utilização do Amoxilite em condições caracterizadas por sintomas flutuantes ou episódicos, tais como a otite média aguda (OMA, ou infeção do ouvido) e a faringite estreptocócica (infeção da garganta), quando a doença envolve bactérias suscetíveis. Estes estudos, maioritariamente Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) em populações pediátricas, examinaram alterações dos sintomas a curto prazo durante a duração definida do estudo.

No caso da OMA, a investigação explorou a forma como sintomas como a febre e a dor de ouvidos evoluíram nas populações observadas. Para a faringite devido a espécies de Streptococcus, os estudos monitorizaram as taxas de erradicação do patógeno. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relativos à alteração dos sinais clínicos agudos, mas a evidência para resultados a longo prazo, tais como padrões de recorrência que se estendam muito além do período imediato pós-tratamento, é limitada.


Evidência Científica em Infeções do Trato Respiratório

A investigação examinou o papel do Amoxilite na abordagem de infeções do trato respiratório inferior, como a pneumonia adquirida na comunidade (PAC), através de diversos ensaios clínicos. Estes estudos foram realizados em grupos de doentes adultos e pediátricos, frequentemente categorizados pela gravidade da doença. Os principais resultados monitorizados incluíram o acompanhamento de alterações em sintomas como a tosse e a dificuldade respiratória, a par do registo das taxas de hospitalização. O período típico de observação correspondeu à duração do tratamento, com a medição de indicadores do estudo a curto prazo.

Uma limitação fundamental assinalada é a dificuldade em distinguir, de forma fiável, entre causas bacterianas e virais nas infeções respiratórias. Além disso, os dados para certos grupos de alto risco ou para indivíduos com condições de saúde complexas pré-existentes permanecem insuficientes, o que conduz a variações nos resultados reportados.


Evidência em Populações Especiais e Lacunas de Investigação

A investigação tem explorado o uso do Amoxilite em diferentes grupos de doentes, mais notavelmente em populações pediátricas. A evidência é limitada para adultos mais velhos e indivíduos com certas comorbilidades, uma vez que estes foram frequentemente sub-representados nos ensaios clínicos iniciais. Os achados em subgrupos baseiam-se, muitas vezes, em amostras de pequena dimensão.

Em todas as indicações, um desafio de relevo assinalado é a questão crescente da resistência antimicrobiana (RAM). À medida que os padrões de resistência evoluem, a relevância de estudos mais antigos torna-se cada vez mais incerta, estando em curso investigação para monitorizar esta tendência. Os dados para resultados de longo prazo não estão totalmente estabelecidos e a evidência comparativa face a algumas classes de antibióticos mais recentes é, por vezes, inexistente.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Amoxilite (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Amoxilite a começar a fazer efeito?

De acordo com a informação farmacocinética oficial, o Amoxilite é absorvido rapidamente. Geralmente, atinge a sua concentração máxima no sangue entre uma a duas horas após a ingestão de uma dose. Esta concentração indica o momento em que o fármaco está totalmente disponível no organismo.


P: O Amoxilite é considerado seguro para idosos?

A informação oficial de prescrição refere que o seu uso em adultos mais velhos pode exigir precaução e uma monitorização mais próxima. Isto deve-se à possibilidade de redução da função renal, o que pode atrasar a eliminação do medicamento. Os documentos regulamentares indicam que a dosagem adequada requer uma consideração especial para este grupo de doentes.


P: As crianças podem utilizar Amoxilite? A partir de que idade?

O medicamento está estabelecido para utilização tanto em populações pediátricas como adultas. Para crianças com peso inferior a 40 kg e lactentes, a dose necessária é calculada rigorosamente com base no peso corporal e na idade. Esta determinação precisa é consistente com as diretrizes regulamentares e a supervisão médica.


P: Porque é que o Amoxilite é prescrito para algumas condições e não para outras?

O Amoxilite é classificado oficialmente como um agente bactericida, o que significa que o seu objetivo é destruir células bacterianas suscetíveis. Devido a este mecanismo específico, os documentos regulamentares indicam que o medicamento não é eficaz contra infeções virais, tais como a constipação comum ou a gripe.


P: O Amoxilite é igual à sua versão genérica?

Os rótulos oficiais dos medicamentos confirmam que a substância ativa contida no Amoxilite de marca é a amoxicilina. Portanto, o Amoxilite é a versão de marca do fármaco genérico amoxicilina.


P: Como é que a eficácia do Amoxilite se altera ao longo do tempo?

Os avisos oficiais destacam que a resistência antimicrobiana (RAM) é um desafio documentado de saúde pública. À medida que os padrões de resistência nas bactérias evoluem globalmente, a eficácia do medicamento para algumas infeções pode tornar-se progressivamente incerta com o passar do tempo.


P: Quais são os sinais de uma reação alérgica grave ao Amoxilite?

A informação de segurança regulamentar lista as reações alérgicas graves como um risco potencial. Os sinais podem incluir dificuldade em respirar, inchaço da face, língua ou garganta, urticária ou uma erupção cutânea grave com formação de bolhas.


P: Como é que o Amoxilite é normalmente eliminado do organismo?

Segundo estudos farmacocinéticos, o medicamento é eliminado do corpo principalmente através da excreção pelos rins e pela urina. Este processo é a via natural pela qual o fármaco é removido da corrente sanguínea.


P: Os documentos oficiais mencionam o uso de Amoxilite em combinação com outros tratamentos específicos?

Sim, os documentos regulamentares oficiais especificam a sua utilização em terapias combinadas. Por exemplo, a secção da dosagem detalha a sua inclusão como parte de regimes de terapia dupla ou tripla para a erradicação da bactéria H. pylori.


P: O Amoxilite pode causar sonolência ou afetar a condução?

Embora a informação oficial do produto não tenha observado efeitos adversos diretos na capacidade de conduzir, foram registados certos efeitos secundários como tonturas ou confusão. As advertências oficiais referem que estes efeitos podem ter impacto na capacidade do doente para conduzir ou utilizar máquinas.


P: É normal sentir uma dor de cabeça ligeira ao iniciar o Amoxilite?

A dor de cabeça foi reportada nos resumos oficiais de reações adversas como um possível efeito secundário. No entanto, os efeitos secundários comunicados com maior frequência envolvem geralmente o sistema gastrointestinal, tais como náuseas, vómitos ou diarreia.


P: O Amoxilite interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno?

Os resumos oficiais de interações não costumam listar interações significativas entre a amoxicilina e analgésicos amplamente utilizados, como o ibuprofeno. Os documentos regulamentares sublinham a importância de discutir todos os medicamentos coadministrados, incluindo os de venda livre, com o médico prescritor.


P: Quanto tempo permanece o Amoxilite no corpo após a última utilização?

O fármaco é eliminado de forma relativamente rápida. Com base em dados farmacocinéticos oficiais, em indivíduos com função renal normal, o Amoxilite torna-se geralmente indetetável na corrente sanguínea nas 12 horas seguintes à última dose.


P: O álcool interage com o Amoxilite?

Os materiais oficiais para o doente recomendam frequentemente que os indivíduos discutam o consumo de álcool com um profissional de saúde durante o uso do medicamento. Isto é geralmente aconselhado porque a ingestão de álcool pode aumentar o risco de experienciar certos efeitos secundários reportados, como tonturas e perturbações gastrointestinais.


P: O que devo fazer se utilizar acidentalmente mais Amoxilite do que o indicado?

A informação de segurança regulamentar documenta que quantidades superiores à dose prescrita estão associadas principalmente a sintomas gastrointestinais, incluindo dor de estômago, vómitos e diarreia. Eventos raramente reportados incluem hiperatividade ou alterações na micção.


P: Pessoas com diabetes podem utilizar Amoxilite em segurança?

Os rótulos oficiais mencionam que o medicamento pode interferir com certos testes de glicose na urina baseados em sulfato de cobre (como o Clinitest), o que pode levar a resultados falsos positivos. Devido a esta interferência, os documentos regulamentares indicam que os doentes diabéticos devem utilizar métodos de teste baseados em enzimas para a monitorização do açúcar na urina.

Como Amoxilite deve ser armazenado e descartado?

Instruções de Conservação e Eliminação do Amoxilite

O Amoxilite (Amoxicilina) deve ser conservado e manuseado de acordo com as especificações regulamentares oficiais, de forma a manter a sua estabilidade e garantir a segurança.


Condições de Conservação

Forma Farmacêutica Condições de Conservação Necessárias Estabilidade Após Reconstituição
Cápsulas, Comprimidos, Pó Seco Conservar à temperatura ambiente (20 °C a 25 °C), longe do calor excessivo e da humidade. Não Aplicável
Suspensão Oral (Líquido) Conservar no frigorífico (2 °C a 8 °C). Não congelar. Deve ser eliminada após 14 dias.

Todas as formas farmacêuticas devem ser mantidas na embalagem original, com a tampa de segurança fechada e armazenadas fora da vista e do alcance das crianças.


Requisitos de Eliminação

A eliminação de Amoxilite não utilizado ou fora do prazo de validade deve seguir os regulamentos locais. O método preferencial consiste, habitualmente, num programa de retoma de medicamentos (como a entrega em pontos de recolha autorizados). Caso não esteja disponível nenhum programa deste tipo, o medicamento deve ser misturado com uma substância indesejável (por exemplo, terra) num recipiente selado e colocado no lixo doméstico, garantindo que qualquer informação pessoal no rótulo foi rasurada.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Amoxilite encontrado em:

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