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Ambroxolo Hexal

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Ambroxolo Hexal

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Ambroxolo Hexal

O Ambroxolo Hexal é um medicamento definido pelo seu princípio ativo, o cloridrato de ambroxol, o qual é classificado primariamente como um agente mucolítico e secretolítico. A sua função principal consiste em ajudar a abordar questões relacionadas com a consistência anómala e a eliminação do muco nas vias respiratórias.

Propriedade Descrição
Princípio ativo Cloridrato de ambroxol (Ambroxol)
Formas Comprimidos, Xarope, Solução oral, Solução para inalação
Classe farmacológica Agente Mucolítico, Secretolítico
Uso comum Facilitar o transporte e a expulsão do muco respiratório
Origem Metabolito sintético (derivado da Bromexina)

Definição do Ambroxolo Hexal: Classe e Composição

O Ambroxolo Hexal contém a substância ativa única cloridrato de ambroxol (Ambroxol), que é categorizada como um agente mucolítico e secretolítico. Esta substância é uma pequena molécula sintética, quimicamente definida como um metabolito ativo de um fármaco anterior, a Bromexina. A classe farmacológica dos mucolíticos, à qual o Ambroxol pertence, está oficialmente designada pelo Sistema de Classificação Anatómica Terapêutica Química (ATC) da Organização Mundial da Saúde sob o código R05CB06. Esta classificação confirma a sua ação definida na modificação das propriedades físicas das secreções respiratórias e é clinicamente reconhecida pelo seu perfil de segurança e eficácia na liquefação do muco.


Formas Disponíveis e Tipo de Administração Geral

Este medicamento está disponível como um produto de substância ativa única em várias formas farmacêuticas comuns, incluindo comprimidos, xarope e solução oral, bem como em preparações especializadas como gotas e solução para inalação. Esta variedade adapta-se a diferentes necessidades dos doentes e métodos de administração, suportando principalmente as vias de administração oral e inalatória. Revisões clínicas referem frequentemente a eficácia estabelecida do fármaco em vários formatos e para diferentes grupos de doentes. Estes dados sugerem que o medicamento cumpre de forma fiável a sua função pretendida de auxiliar na remoção do muco, sendo frequentemente posicionado tanto para adultos como para a população pediátrica.


Objetivo Geral: O que o Ambroxol ajuda a alcançar

O objetivo geral do Ambroxolo Hexal é abordar o desconforto associado a secreções excessivas ou excessivamente espessas nas vias respiratórias, um problema comum em várias doenças respiratórias. O fármaco combina uma ação mucolítica (tornando o muco viscoso mais fluido) com uma ação secretolítica (aumentando a produção de um fluido mais fluido). Este mecanismo duplo visa diretamente a depuração mucociliar comprometida, o que significa que o medicamento ajuda a soltar e a facilitar o transporte natural e a expulsão do muco acumulado, auxiliando diretamente no alívio da congestão torácica. Este papel torna-o um componente padrão na gestão sintomática de condições onde a limpeza das secreções das vias aéreas é primordial.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Ambroxolo Hexal?

Perfil de Segurança Oficial do Cloridrato de Ambroxol

Os documentos regulamentares classificam os possíveis efeitos secundários do cloridrato de ambroxol (a substância ativa do Ambroxolo Hexal) de acordo com o sistema do organismo afetado e a frequência de ocorrência. As informações de segurança são definidas com base em dados clínicos revistos por autoridades de saúde oficiais.


Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os eventos adversos documentados com maior frequência referem-se ao sistema gastrointestinal e ao sistema nervoso. Os efeitos secundários estão formalmente agrupados por categorias regulamentares de frequência:

  • Frequentes (podem afetar até 1 em cada 10 pessoas): Náuseas, hipoestesia oral (sensibilidade reduzida na boca) e alterações do paladar.
  • Pouco frequentes (podem afetar até 1 em cada 100 pessoas): Vómitos, diarreia, dispepsia (indigestão), dor abdominal, boca seca e febre.
  • Raros (podem afetar até 1 em cada 1.000 pessoas): Reações de hipersensibilidade, erupção cutânea e urticária.

Reações Adversas Graves

Os documentos oficiais identificam reações graves, potencialmente fatais, que envolvem principalmente o sistema imunitário e a pele. Estas incluem reações anafiláticas (classificadas com frequência desconhecida) e Reações Adversas Cutâneas Graves (SCARs). As SCARs explicitamente documentadas incluem o eritema multiforme, a síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), a necrólise epidérmica tóxica (NET) e a pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA).

Considerações de Segurança e Restrições para Populações Específicas

As restrições de segurança exigem uma atenção especial para grupos de doentes específicos e condições subjacentes. O medicamento está formalmente contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao ambroxol ou ao seu metabolito, a bromexina. É também especificada precaução para doentes com antecedentes de úlcera péptica e para aqueles com insuficiência hepática ou renal grave conhecida.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar oficial do cloridrato de ambroxol define as manifestações de sobredosagem e os requisitos de gestão clínica com base estrita em documentação oficial.


Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A substância está classificada como tendo uma baixa toxicidade aguda. As apresentações documentadas são, essencialmente, extensões dos efeitos indesejáveis conhecidos. Estes sinais incluem náuseas, vómitos, diarreia, pirose (azia) e, ocasionalmente, agitação a curto prazo.

Em casos de sobredosagem extrema, os documentos técnicos referem o potencial para efeitos de intoxicação grave, incluindo hipotensão (pressão arterial baixa), o que dita a necessidade de monitorização circulatória.

Ações de Emergência e Gestão Clínica

  • Quando procurar ajuda: É explicitamente exigido consultar um médico ou procurar aconselhamento médico imediato caso seja consumida uma quantidade superior à dose recomendada.
  • Gestão: O tratamento é estritamente sintomático e de suporte. Confirma-se que não se conhece um antídoto específico para o ambroxol.
  • Nota sobre procedimentos: Medidas como a lavagem gástrica não são indicadas por rotina e apenas devem ser consideradas por profissionais de saúde após a ingestão de quantidades muito elevadas.

Relação com o Perfil de Sobredosagem

As informações oficiais determinam que se deve procurar ajuda médica imediatamente após qualquer ingestão excessiva. Este requisito baseia-se no potencial raro, mas documentado, de hipotensão em casos de sobredosagem maciça, ainda que a estratégia global de gestão permaneça limitada aos cuidados de suporte, devido à ausência oficialmente declarada de um antídoto farmacológico específico.

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Usos terapêuticos de Ambroxolo Hexal

O Ambroxolo Hexal é um medicamento oral geralmente utilizado para auxiliar no alívio de sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico e o desconforto físico decorrentes de condições respiratórias. O domínio terapêutico primário aplica-se na abordagem de condições caracterizadas por períodos de sintomas intensificados que envolvem processos inflamatórios ou irritativos nas vias respiratórias. É considerado relevante para o alívio de grupos de sintomas que se podem tornar intensos ou disruptivos, especificamente quando associados à secreção de muco anómalo ou viscoso.

De acordo com as normas farmacológicas estabelecidas, o medicamento é aplicado na abordagem de condições associadas a episódios agudos ou disruptivos, tais como distúrbios inflamatórios agudos e crónicos do sistema respiratório. O seu uso é comum em diversas condições que apresentam episódios agudos.

Esta assistência sintomática de suporte ajuda a manter a estabilidade funcional ao atenuar as dificuldades associadas aos sintomas respiratórios, o que pode incluir a gestão da tosse produtiva, rinite aguda e asma brônquica onde esteja presente expetoração espessa. Ajuda a melhorar o conforto diário durante os períodos sintomáticos, contribuindo para aliviar a carga global dos sintomas. A utilização é comum em condições que se manifestam através de episódios agudos.

Facto Rápido: Alívio para sintomas que interferem com o funcionamento diário.

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Critérios de utilização e restrições

Perfil de Elegibilidade Oficial: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Ambroxolo Hexal?

Os documentos regulamentares estabelecem critérios claros para a elegibilidade da população, baseando-se estritamente na idade, em patologias subjacentes e no estado fisiológico.

Contraindicações (Não deve utilizar)

A utilização está contraindicada em doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa, o Ambroxol, ao seu precursor Bromexina, ou a qualquer um dos excipientes. O medicamento é também proibido para indivíduos com Intolerância Hereditária à Frutose (IHF), devido à presença de Sorbitol nas formulações orais.

Restrições Etárias e Fisiológicas

O medicamento não é recomendado, de uma forma geral, para lactentes e crianças com menos de 2 anos de idade. Para as mulheres, a utilização não é recomendada durante o primeiro trimestre de gravidez e é geralmente desaconselhada durante a amamentação, uma vez que a substância ativa é excretada no leite materno.

Utilização Condicional (Utilizar com precaução)

A elegibilidade é restrita para doentes com insuficiência hepática grave ou insuficiência renal grave; a utilização nestes grupos requer precaução e um eventual ajuste da dose. É também necessária uma utilização cautelosa em indivíduos com antecedentes de úlceras pépticas ou duodenais, ou condições que envolvam motilidade brônquica comprometida, como a discinesia ciliar primária.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Ambroxolo Hexal com outros medicamentos e produtos

É essencial informar o seu médico ou farmacêutico sobre todos os medicamentos, suplementos e medicamentos à base de plantas que esteja a tomar ou planeie tomar, uma vez que estes podem interagir com o Ambroxolo Hexal (cloridrato de ambroxol).


Interações Medicamentosas

Embora não se conheçam, de uma forma geral, contraindicações graves ou significativas com o Ambroxolo Hexal, devem ser consideradas algumas interações relevantes:

Categoria Detalhe da Interação Relevância Clínica
Antitússicos Deve evitar-se o uso concomitante de supressores da tosse (antitússicos). O ambroxol atua fluidificando e soltando o muco, promovendo a sua expulsão. Os antitússicos inibem este reflexo essencial da tosse, o que pode levar a uma acumulação de secreções nas vias respiratórias.
Antibióticos O ambroxol pode aumentar a concentração de certos antibióticos (ex.: amoxicilina, cefuroxima, doxiciclina, eritromicina) no tecido pulmonar. Este efeito é, geralmente, considerado benéfico, pois pode potenciar a eficácia do antibiótico no tratamento de infeções respiratórias. Contudo, o uso de antibióticos deve ser feito sempre sob orientação médica.

Outras Interações Potenciais

  • Outros Mucolíticos: O uso simultâneo com outros agentes mucolíticos pode aumentar o risco de uma acumulação excessiva de fluidos nas vias respiratórias. Consulte o seu profissional de saúde se estiver a tomar outros medicamentos para a tosse ou constipações.
  • Álcool: Existem dados limitados sobre a interação entre o ambroxol e o álcool. Como precaução geral, consulte o seu médico relativamente ao consumo de álcool enquanto estiver a tomar este medicamento.
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Mecanismo de ação

A substância ativa Ambroxol exerce uma ação multifacetada, atuando principalmente através da modulação das propriedades biofísicas das secreções do trato respiratório e causando uma dessensibilização nervosa sensorial localizada, envolvendo múltiplos domínios mecânicos complementares.

Modulação da Dinâmica e Viscosidade das Secreções

O mecanismo envolve a atuação como agente secretolítico e mucolítico. O Ambroxol acumula-se em células pulmonares especializadas (pneumócitos do Tipo II) para estimular a libertação de surfactante pulmonar. Este surfactante reduz a tensão superficial, influenciando a produção de um muco mais fluido (seroso). Simultaneamente, a molécula decompõe diretamente a estrutura das fibras complexas de mucopolissacarídeos, reduzindo a viscosidade e a elasticidade globais da camada de gel do muco.

Melhoria do Transporte Mucociliar

A alteração na reologia do muco facilita a operação do sistema de depuração mucociliar. Ao criar uma camada de fluido idealmente fina e uma camada de gel superior menos adesiva, o Ambroxol influencia a função dos cílios (efeito secretomotor) e facilita o transporte físico e o fluxo mais fácil das secreções para fora das vias respiratórias. Este processo influencia a regulação da acumulação de secreções respiratórias.

Dessensibilização Sensorial Localizada

Um mecanismo distinto e de início rápido envolve a inibição temporária dos Canais de Sódio Dependentes de Voltagem (Nav) nas terminações nervosas sensoriais do trato respiratório superior. Ao bloquear a corrente de sódio necessária para a propagação dos sinais nervosos, o fármaco causa uma dessensibilização sensorial localizada da mucosa faríngea e laríngea. Esta atividade representa um mecanismo distinto e independente da influência na reologia do muco.

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Informações sobre dosagem e administração

O cloridrato de ambroxol é administrado através de várias vias, sendo as mais comuns a via oral (comprimidos, xaropes e soluções) para uso sistémico e a via bucal ou oromucosa (pastilhas) para uma ação localizada. Estão também aprovadas formulações especializadas para entrega por inalação e para utilização intravenosa (IV), sendo esta última geralmente reservada para ambiente hospitalar sob supervisão.

O regime oral padrão para adultos segue um esquema estruturado em duas fases. As formas de libertação imediata começam tipicamente com uma dose diária inicial mais elevada de 90 mg (por exemplo, 30 mg três vezes ao dia) durante os primeiros dois a três dias. A dose é depois, geralmente, reduzida para uma dose de manutenção de 60 mg por dia (por exemplo, 30 mg duas vezes ao dia). A dose diária máxima por via oral é geralmente citada como sendo de 120 mg.

Existem instruções específicas que regem o contexto da ingestão. As formas orais devem ser consumidas com ou após as refeições e devem ser tomadas com uma quantidade adequada de líquidos. As cápsulas de libertação prolongada (75 mg) são administradas uma vez ao dia e devem ser engolidas inteiras, sem qualquer modificação. Para o tratamento a curto prazo de episódios agudos, a utilização não deve exceder os 4 a 5 dias, a menos que sob orientação médica contínua.

É dada uma consideração especial a populações específicas. A dosagem para doentes pediátricos é determinada estritamente pela idade e pelo peso corporal. Além disso, doentes com insuficiência hepática ou renal grave podem necessitar de uma redução da dose ou de um prolongamento dos intervalos de tempo entre as doses.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos para o Ambroxolo Hexal

Evidência Científica sobre a Libertação de Muco em Condições Respiratórias

A investigação tem analisado a forma como a utilização do ambroxol foi estudada em condições onde os sintomas podem variar de intensidade e envolver períodos de maior atividade sintomática. Os estudos foram realizados durante períodos de aumento da atividade dos sintomas e focaram-se em resultados relacionados com o desconforto físico decorrente de problemas respiratórios. Esta investigação inclui ensaios de curto prazo, com duração de alguns dias a uma semana, bem como estudos observacionais de longo prazo que se estendem até um ano ou mais.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com as características da expetoração e a dificuldade em expetorar. Para doentes com condições que apresentam ciclos de estabilidade e agudizações, a investigação de longo prazo examinou a frequência de episódios respiratórios agudos. Os dados mostram padrões sobre a forma como os resultados medidos evoluíram nas populações observadas. No entanto, os resultados foram mistos no conjunto total dos estudos, particularmente no que diz respeito aos padrões de longo prazo observados em certas condições obstrutivas crónicas.

Investigação sobre o Alívio Local dos Sintomas na Dor de Garganta Aguda

A base de evidência para a monitorização local dos sintomas foi avaliada em estudos focados em episódios agudos onde os sintomas se tornam mais percetíveis. Esta investigação compreende principalmente revisões sistemáticas e dados combinados de múltiplos ensaios controlados por placebo. Os estudos exploraram alterações sintomáticas a curto prazo, com resultados que capturaram fases de maior atividade sintomática relacionadas com o desconforto físico.

Estes estudos monitorizaram o desconforto percebido relatado pelos doentes, medindo especificamente a alteração na intensidade da dor em intervalos de tempo muito curtos e definidos, como as primeiras horas após a administração. Os resultados indicam que as alterações observadas nas pontuações de dor, em comparação com o placebo, foram geralmente ligeiras durante o período de medição primário. A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo, mas não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.

Incertezas Científicas e Lacunas de Evidência

A evidência destaca o que é conhecido — e o que ainda é incerto. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos em todas as indicações crónicas, especialmente no que diz respeito às medições da função respiratória basal e às métricas de qualidade de vida relatadas pelos doentes. A investigação continua em curso para clarificar estes resultados a longo prazo.

A consistência dos resultados foi mista em algumas áreas. Além disso, a base de evidência para o uso de secretolíticos em crianças com menos de seis anos é reconhecida como insuficiente por alguns organismos reguladores, e os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Ambroxolo Hexal (FAQ)


P: É necessária receita médica para o Ambroxolo Hexal?

O estatuto regulamentar do Ambroxolo Hexal varia consoante a região e a forma específica do produto, como pastilhas, xarope ou comprimidos. Algumas formas de dosagem mais baixa podem ser classificadas como medicamentos não sujeitos a receita médica em certos países. Preparações mais fortes, como soluções ou formas intravenosas, requerem normalmente receita médica. Recomenda-se que os doentes verifiquem a classificação regulamentar do produto na sua área local.


P: O que acontece se eu me esquecer de tomar uma dose de Ambroxolo Hexal?

As orientações oficiais indicam que, se uma dose for esquecida, deve ser tomada assim que o doente se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte prevista, a dose esquecida deve, geralmente, ser ignorada. Está oficialmente estabelecido que não se devem tomar duas doses ao mesmo tempo para compensar uma dose em falta.


P: A dor de cabeça é um efeito secundário comum do Ambroxolo Hexal?

De acordo com a documentação regulamentar oficial, a dor de cabeça está listada como um efeito secundário possível, mas a sua frequência é classificada como Rara. Isto significa que a dor de cabeça pode afetar até 1 em cada 1.000 pessoas, o que indica que não é considerada uma reação comum deste medicamento.


P: Posso tomar Ambroxolo Hexal com os meus suplementos vitamínicos diários?

Os documentos regulamentares primários geralmente não listam interações específicas entre o Ambroxolo Hexal e suplementos vitamínicos diários comuns. As informações oficiais do medicamento aconselham a informar o profissional de saúde sobre todas as vitaminas e suplementos utilizados pelo doente. Este passo serve para garantir que todos os aspetos do regime do doente sejam revistos.


P: O Ambroxolo Hexal interage com anticoagulantes?

Interações medicamentosas específicas com anticoagulantes (medicamentos para "finar o sangue") não constam habitualmente na documentação regulamentar central do ambroxol. Os folhetos oficiais indicam que os doentes devem informar o seu profissional de saúde sobre quaisquer anticoagulantes que estejam a tomar atualmente. Esta é uma orientação padrão para qualquer regime medicamentoso.


P: Qual é a diferença entre Ambroxolo e 'Hexal'?

O Ambroxol (ou Ambroxolo) é a substância ativa (cloridrato de ambroxol) que confere ao medicamento o seu efeito terapêutico como mucolítico. Hexal é um nome comercial ou a designação do fabricante sob a qual o produto é comercializado. Portanto, Ambroxol refere-se à substância, enquanto Hexal refere-se ao produto de marca específico.


P: O Ambroxolo Hexal causa sonolência?

A sonolência não está classificada como um efeito secundário comum ou pouco comum do Ambroxolo Hexal nos documentos regulamentares. Contudo, relatórios de segurança oficiais registaram estes efeitos como uma preocupação potencial em instâncias isoladas, tais como em casos de exposição aguda elevada ou sobredosagem.


P: Posso conduzir ou utilizar máquinas após tomar Ambroxolo Hexal?

A informação oficial do produto inclui uma secção dedicada à capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. A conclusão geral é que o medicamento tem uma influência negligenciável ou mínima nestas capacidades. No entanto, os doentes são aconselhados a estar atentos a possíveis efeitos secundários raros, como dores de cabeça ou tonturas, e a observar a sua resposta individual ao medicamento.


P: Posso tomar Ambroxolo Hexal se tiver asma?

As informações oficiais de segurança do medicamento recomendam que se deve ter precaução quando o ambroxol é administrado a doentes com asma. Isto é salientado porque, em circunstâncias raras, os medicamentos que visam a eliminação do muco (mucolíticos) podem representar fatores de risco para a obstrução brônquica (estreitamento das vias respiratórias).


P: O Ambroxolo Hexal contém açúcar ou álcool?

A presença de açúcares depende da formulação: formas líquidas como o xarope contêm frequentemente sucrose (sacarose/açúcar) ou sorbitol (um substituto do açúcar). O álcool de consumo não é, geralmente, um ingrediente, embora o produto possa conter excipientes como o propilenoglicol, que é quimicamente um tipo de álcool utilizado como solvente. A lista completa de ingredientes pode ser consultada por doentes que tenham esta preocupação.


P: O Ambroxolo Hexal é adequado para pessoas com intolerância à lactose?

Algumas formas sólidas do medicamento, tais como certos comprimidos ou pastilhas, contêm lactose como ingrediente inativo (excipiente). Os avisos regulamentares indicam que indivíduos com condições hereditárias raras, tais como intolerância grave à lactose ou má absorção de galactose, podem necessitar de evitar estas formulações específicas.


P: Este medicamento é utilizado noutros países para as mesmas condições?

Sim, a substância ativa deste medicamento, o Ambroxol, está aprovada e é amplamente utilizada para as mesmas condições respiratórias centrais em muitos países a nível mundial. É comercializado globalmente sob vários nomes comerciais, mas mantém a mesma função de auxiliar na eliminação do muco.


P: Existem interações conhecidas com medicamentos à base de plantas ou chás?

Os documentos regulamentares geralmente não listam interações específicas com chás ou medicamentos à base de plantas individuais. A orientação geral das informações oficiais do medicamento é informar o seu médico ou farmacêutico sobre todos os produtos à base de plantas e suplementos que estejam a ser utilizados. Esta precaução permite ao profissional de saúde rever potenciais riscos de interação.


P: É descrito como seguro tomar Ambroxolo Hexal com analgésicos como o ibuprofeno?

Interações medicamentosas específicas entre o Ambroxolo Hexal e analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno, não são habitualmente destacadas nos avisos regulamentares primários. A rotulagem oficial indica que os doentes devem consultar o seu profissional de saúde sobre todos os medicamentos concomitantes que estejam a tomar.

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Como Ambroxolo Hexal deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Eliminação

A conservação do Ambroxolo Hexal deve seguir rigorosamente as condições estabelecidas na rotulagem regulamentar oficial, de modo a garantir a estabilidade e a segurança do produto.

Categoria de Condição Requisito de acordo com a Rotulagem
Limite de Temperatura Conservar a uma temperatura não superior a 30°C (ou conservar abaixo de 30°C).
Proteção Ambiental Proteger o medicamento da luz e conservar em local fresco e seco.
Segurança Infantil Instrução obrigatória de manter o produto fora da vista e do alcance das crianças.
Estabilidade após Abertura As formulações líquidas (xarope/solução oral) devem ser eliminadas 6 meses após a abertura ou na data de validade, consoante o que ocorrer primeiro.

Relativamente à eliminação, a embalagem e qualquer produto não utilizado devem ser descartados em conformidade com os regulamentos locais, regionais e nacionais. Para proteger o ambiente, o medicamento não deve ser libertado em fontes de água, águas subterrâneas ou redes de esgotos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Ambroxolo Hexal encontrado em:

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