Vagistin

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Vagistin

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Método de ação: Antiprotozoal

Opção de tratamento:

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Visão geral de Vagistin

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Metronidazol, Nistatina
Forma Farmacêutica Comprimidos vaginais ou óvulos
Classe Farmacológica Agente Antimicrobiano Antifúngico e Antiprotozoário
Utilização Comum Direcionado a infeções vaginais mistas
Origem Combinação de Sintético (Metronidazol) e Macrólido Poliénico (Nistatina)

O Vagistin é estruturalmente definido como um produto de combinação de dose fixa (FDC), que associa de forma eficiente as substâncias antimicrobianas ativas Metronidazol e Nistatina numa única forma farmacêutica de comprimido vaginal ou óvulo. Está oficialmente categorizado como um Agente Antimicrobiano Antifúngico e Antiprotozoário, refletindo a sua dupla capacidade de tratar diferentes tipos de agentes patogénicos localizados (Classificação ATC da OMS G01). Estudos farmacológicos confirmaram amplamente a eficácia desta abordagem combinada no tratamento de condições onde estão envolvidos múltiplos agentes patogénicos (Journal of Clinical Microbiology Review).

Composição e Princípio de Dupla Ação (Metronidazol e Nistatina)

A eficácia da formulação do Vagistin baseia-se na ação direcionada dos seus dois componentes. O Metronidazol é um derivado sintético do 5-nitroimidazole, conhecido principalmente pelos seus efeitos antiprotozoários e bactericidas, enquanto a Nistatina é um macrólido poliénico que funciona como um agente antifúngico específico contra leveduras, como as espécies de Candida. Esta combinação específica de um agente sintético e de um macrólido poliénico é clinicamente reconhecida pela sua capacidade de visar tanto as componentes parasitárias como as fúngicas, frequentemente presentes em casos de vaginite complicada.

Esta combinação assegura a entrega de dois mecanismos de ação complementares diretamente no local da infeção por via local, permitindo que o produto exerça simultaneamente um efeito especializado antiprotozoário/bactericida e um efeito fungicida.

Objetivo Geral: Direcionado a Infeções Vaginais Mistas

O objetivo terapêutico global da combinação Vagistin é fornecer um apoio anti-infecioso local abrangente, abordando o espetro específico de agentes patogénicos commumente envolvidos na vaginite. O produto foi desenvolvido para gerir infeções onde se suspeita que tanto organismos fúngicos como protozoários ou bactérias anaeróbias específicas contribuam para a condição. Esta abordagem estratégica de alvo duplo visa resolver as diversas causas microbianas de forma eficaz, o que é essencial para a restauração de um microambiente vaginal saudável.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Vagistin?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O Vagistin possui um perfil de segurança estabelecido que inclui tanto reações locais como advertências sistémicas, estas últimas associadas principalmente às formas de maior exposição do princípio ativo, como o metronidazol oral ou intravenoso.

Reações Adversas Comuns

As reações adversas notificadas em 1% das doentes durante estudos clínicos do gel vaginal incluem candidíase vulvovaginal (uma infeção fúngica), cefaleias (dores de cabeça), prurido vulvovaginal (comichão), náuseas, diarreia e dismenorreia (dor menstrual). As classes de sistemas de órgãos mais frequentemente envolvidas nestas reações comuns são os sintomas gastrointestinais e geniturinários.

Advertências Graves e Limitações

Devido ao facto de o princípio ativo ser absorvido sistemicamente, os documentos regulatórios destacam advertências associadas ao metronidazol administrado por via oral ou intravenosa, incluindo crises convulsivas e neuropatia periférica (danos nos nervos, frequentemente sentidos como dormência ou formigueiro). O aparecimento de sinais neurológicos anormais requer a interrupção imediata da terapia. O medicamento é administrado com precaução em doentes com doenças do sistema nervoso central.

Restrições de Segurança:

  • Contraindicações: Incluem historial de hipersensibilidade ao metronidazol, a parabenos ou a outros derivados do nitroimidazole.
  • Interação com Álcool: Deve evitar-se o consumo de etanol (álcool) ou propilenoglicol durante o tratamento e, pelo menos, nas 24 horas seguintes (algumas fontes indicam 3 dias) à dose final, devido ao risco de uma reação tipo dissulfiram (ex.: rubor facial, vómitos, cefaleias).
  • Dissulfiram: O medicamento é contraindicado em utilização concomitante com o dissulfiram ou num intervalo de duas semanas após a sua utilização.

Notas para Populações Específicas

O gel deve ser utilizado na gravidez apenas se for claramente necessário. É do conhecimento médico que o metronidazol atravessa a barreira placentária. Embora a absorção sistémica através do gel vaginal seja inferior à das formas orais, o perfil de segurança global exige precaução e a adesão rigorosa a todas as limitações declaradas.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Os documentos regulatórios oficiais definem o perfil de sobredosagem do Vagistin baseando-se, sobretudo, no potencial de exposição sistémica da sua componente de Metronidazol. A ingestão acidental massiva da componente de Nistatina resulta tipicamente em sintomas gastrointestinais de natureza não sistémica.

Manifestações Documentadas de Sobredosagem

As manifestações de sobredosagem citadas nas informações oficiais para a componente de Metronidazol podem incluir ataxia (perda de coordenação), ligeira desorientação e vómitos. No caso de ingestão oral massiva da componente de Nistatina, estão documentados sinais como náuseas e diarreia.

Desfechos Graves e Resposta de Emergência

Os desfechos mais graves relatados na documentação oficial estão ligados aos efeitos sistémicos do Metronidazol e podem envolver os sistemas neurológico e hepático, incluindo crises convulsivas, o desenvolvimento de neuropatia periférica e hepatotoxicidade grave. Este risco elevado é particularmente assinalado em doentes com síndrome de Cockayne, que apresentam um risco acrescido de insuficiência hepática aguda.

As diretrizes regulatórias determinam que os indivíduos devem procurar assistência médica imediata em caso de suspeita de sobredosagem. Uma vez que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por Metronidazol, a gestão clínica consiste em cuidados de suporte e pode incluir procedimentos como a utilização de carbão ativado. Os serviços de emergência devem ser contactados imediatamente se ocorrerem sintomas graves, tais como colapso ou uma convulsão. O aparecimento súbito de sinais neurológicos, como a ataxia, exige a interrupção da terapia.

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Usos terapêuticos de Vagistin

O que o Vagistin trata: principais utilizações e benefícios

O Vagistin é habitualmente utilizado em situações que apresentam episódios agudos de vaginite, especificamente quando o quadro clínico sugere o envolvimento simultâneo de fungos do tipo Candida e de agentes patogénicos protozoários ou bactérias anaeróbias suscetíveis. Esta abordagem é aplicada em domínios onde é necessário um suporte sintomático adicional para tipos de infeção mista, conforme evidenciado por revisões clínicas sobre a gestão da vaginite, como as indexadas pelos National Institutes of Health.

A abordagem terapêutica auxilia geralmente na gestão global dos sintomas ao tratar múltiplos agentes causadores de forma concomitante. Esta combinação é considerada relevante para a gestão de condições que apresentam manifestações sintomáticas perturbadoras, tais como as associadas à vaginite mista, candidíase vaginal e tricomoníase vaginal.

“Esta formulação é frequentemente aplicada em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto em situações que envolvem determinados sintomas angustiantes.”

O medicamento é aplicado na abordagem de conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores, particularmente sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos, como o ardor vulvovaginal, o prurido (comichão) persistente e a irritação localizada. Esta utilização contribui para a melhoria do conforto durante períodos de exacerbação dos sintomas e auxilia na gestão de síndromes de dor relacionadas, incluindo o desconforto durante a relação sexual (dispareunia).


Facto Rápido: Alívio do Desconforto Localizado

O Vagistin proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras, contribuindo para atenuar a carga sintomática global durante um episódio sintomático.


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Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização do Vagistin (combinação de dose fixa de Metronidazol e Nistatina por via vaginal) é rigorosamente definida pelas autoridades reguladoras e está geralmente limitada a mulheres adultas.

Contraindicações (Não deve utilizar)

A utilização deste medicamento é absolutamente contraindicada em doentes com hipersensibilidade conhecida aos princípios ativos (Metronidazol, Nistatina), a derivados do nitroimidazole ou a qualquer outro componente da formulação. Não deve ser administrado a doentes que tenham tomado Dissulfiram nas últimas duas semanas ou que consumam álcool durante o tratamento e durante, pelo menos, 24 horas após a última dose.

Utilização na Gravidez e Aleitamento

Relativamente à gravidez, a utilização deve ser evitada durante o primeiro trimestre. No segundo e terceiro trimestres, o uso é restrito a casos em que o benefício supere os riscos potenciais, sendo que o uso do aplicador não é recomendado após o sétimo mês de gestação. No que diz respeito ao aleitamento, o Metronidazol é excretado no leite materno; por este motivo, deve ser evitada a exposição em mulheres a amamentar, podendo ser recomendada a interrupção temporária do aleitamento materno.

Uso Condicional e Restrições de Idade

É necessária precaução em doentes com doença hepática grave ou com distúrbios ativos ou crónicos do sistema nervoso central. A segurança e eficácia deste produto específico em combinação de dose fixa não estão estabelecidas em crianças e adolescentes, pertencentes à população pediátrica.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interações do Vagistin é determinado pelo seu princípio ativo, o Metronidazol, uma vez que a componente de Nistatina apresenta uma absorção sistémica mínima quando administrada por via vaginal. As informações regulatórias oficiais destacam várias restrições importantes, requisitos de monitorização e proibições.


Combinações Contraindicadas e Restrições Temporais

Classificação Substância Interativa Restrição
Proibição Absoluta Dissulfiram A coadministração é proibida; não utilize Vagistin se o Dissulfiram tiver sido tomado nas últimas duas semanas.
Proibição Absoluta Álcool (Etanol) Proibido durante a terapia e durante, pelo menos, 24 a 48 horas após a interrupção, devido à reação tipo dissulfiram documentada (ex.: rubor facial, vómitos, cefaleias).
Proibição Absoluta Propilenoglicol Produtos que contenham este ingrediente estão proibidos pelo mesmo período e motivo que o álcool.

Interações Clinicamente Significativas que Alteram a Exposição

As informações oficiais de prescrição documentam interações que exigem vigilância clínica e, frequentemente, monitorização laboratorial:

O Metronidazol pode potenciar o efeito da Varfarina e de outros anticoagulantes cumarínicos, exigindo uma monitorização rigorosa do Tempo de Protrombina (TP) e do Índice Internacional Normalizado (INR). A coadministração com Lítio pode resultar em concentrações elevadas deste no soro, necessitando de monitorização dos níveis séricos de lítio e de creatinina.

Relativamente ao Bussulfano, o Metronidazol reduz a sua depuração (clearance), o que aumenta o risco documentado de toxicidade, recomendando-se a monitorização das concentrações plasmáticas de Bussulfano. Por outro lado, a Fenitoína e o Fenobarbital, enquanto indutores enzimáticos, podem acelerar a eliminação do Metronidazol, reduzindo as suas concentrações plasmáticas. Inversamente, a Cimetidina pode prolongar a semivida do Metronidazol, aumentando as suas concentrações plasmáticas através da inibição das enzimas hepáticas CYP450.

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Mecanismo de ação

Destruição de Células Microbianas por Dupla Ação

Este mecanismo envolve a redução direcionada da viabilidade dos microrganismos através de duas vias citotóxicas distintas: a disrupção do ADN e a perda de integridade da membrana celular. Um dos componentes é ativado seletivamente dentro de organismos anaeróbios suscetíveis (bactérias e parasitas) por proteínas de baixo potencial redox, levando à formação de radicais intermediários altamente reativos. Estes radicais ligam-se à estrutura do ADN do organismo e provocam a sua fragmentação, o que resulta na perda da integridade genética. Um segundo componente atua como um disruptor ao ligar-se ao ergosterol nas membranas das células fúngicas, criando poros que comprometem a estrutura celular e levam à fuga de conteúdos intracelulares. Esta estratégia dupla facilita a redução das populações microbianas suscetíveis no ambiente tecidual local.


Modulação Local de Sinais Inflamatórios

Um terceiro componente contribui para a ação farmacodinâmica ao influenciar as vias de sinalização pró-inflamatórias locais no local de administração. Isto envolve a inibição de mediadores inflamatórios específicos e de citocinas libertadas pelas células do hospedeiro em resposta a desafios biológicos. Este mecanismo limita o agravamento da cascata inflamatória, modulando, assim, a dinâmica do estado microbiano e inflamatório local.

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Informações sobre dosagem e administração

Guia de Instruções: Como utilizar o Vagistin — Diretrizes Oficiais de Administração

O Vagistin é administrado exclusivamente por via vaginal, utilizando uma unidade de dose única, como um óvulo ou supositório vaginal. Este método assegura a entrega direcionada da combinação de dose fixa, que contém Metronidazol 500 mg e Nistatina 100.000 UI por unidade.

Âmbito da Administração

Parâmetro Instrução
Via de administração Via Vaginal Local
Esquema posológico Uma (1) unidade vaginal por dia, durante um ciclo total de 10 dias consecutivos.
Momento da aplicação A dose é habitualmente agendada para o momento de deitar, de modo a maximizar a retenção local.
Requisitos de preparação Não é necessária preparação, diluição ou reconstituição; a unidade é utilizada inteira.
Regras por grupo etário A unidade de dose padrão é o regime para doentes adultos. Não está especificada uma redução por rotina na dosagem para idosos.
Esquecimento de dose Caso se esqueça de uma dose, deve administrá-la quando se lembrar, a menos que a dose seguinte seja devida em breve.

Classificação das Instruções

O método de administração é do tipo tópico ou vaginal local, seguindo um padrão de frequência de uma vez ao dia durante uma duração fixa. É uma restrição de contexto essencial que o ciclo completo de 10 dias seja concluído, independentemente de os sintomas desaparecerem precocemente.

Estrutura do Procedimento

Sequência oficial de passos:

O processo consiste em inserir um óvulo ou supositório de Vagistin profundamente na vagina no horário definido. A administração da dose deve ser feita uma vez por dia, habitualmente antes de deitar, continuando a aplicação durante um total de 10 dias consecutivos.

Ligação ao protocolo global de utilização:

Este protocolo oficial determina um ciclo rigoroso de 10 dias, com uma aplicação diária, definindo a quantidade total de medicamento a aplicar e a duração mínima exigida pelas entidades reguladoras. O enquadramento estabelece todo o cronograma de administração e a técnica física (inserção profunda ao deitar) para a utilização do medicamento, conforme documentado na informação oficial de prescrição.

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Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Vagistin

Evidência de Utilização em Infeções Vaginais Mistas

A investigação analisou este produto combinado através de Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e estudos clínicos comparativos para explorar o seu perfil perante diferentes tipos de agentes patogénicos vaginais. Esta combinação foi estudada em condições caracterizadas por desequilíbrios funcionais, como as infeções vaginais mistas, em que podem estar presentes em simultâneo organismos fúngicos e certos agentes bacterianos ou protozoários.

Os estudos monitorizaram duas categorias principais de resultados: medições do estado clínico, que avaliaram a forma como os sintomas se alteraram, e a monitorização do estado microbiológico, que avaliou a presença ou ausência de agentes patogénicos nas populações observadas. A investigação explorou como os sintomas evoluíram nas populações observadas, focando-se em resultados relacionados com o desconforto físico, como o prurido (comichão) e o ardor, que estão associados a estados inflamatórios ou irritativos. Os achados descrevem padrões observados nestes estudos quando o produto de dose fixa foi comparado com outras formulações registadas.

Evidência na Gestão de Agentes Patogénicos Vaginais Específicos

A combinação foi avaliada em ECCA comparativos especificamente para a vaginose bacteriana (VB), uma condição marcada por limitações funcionais e períodos de agravamento dos sintomas. Estes estudos focaram-se essencialmente em mulheres adultas sintomáticas e monitorizaram parâmetros relacionados com o microambiente vaginal utilizando critérios de diagnóstico padronizados.

A investigação comparativa analisou o produto em paralelo com a monoterapia de metronidazol em gel, com estudos a relatar como os sintomas evoluíram ao longo de intervalos de tempo definidos a curto prazo. Os estudos monitorizaram as taxas de persistência ou de recorrência da VB em pontos temporais intermédios após o ciclo de tratamento inicial.

Estudos sobre Resultados a Longo Prazo e Recorrência

Diversos estudos monitorizaram os resultados ao longo de intervalos de tempo definidos para explorar padrões de recorrência relacionados com a VB. A investigação acompanhou a persistência ou recorrência do microambiente da VB durante aproximadamente três meses e meio em alguns ensaios comparativos.

Investigação em Populações Especiais

A investigação científica avaliou a combinação em certas populações específicas de doentes. Esta formulação foi avaliada em estudos que envolveram mulheres grávidas com vaginite mista como parte da base de evidência para este tipo de combinação. Além disso, um ensaio em dupla ocultação avaliou a combinação em mulheres utilizadoras de um Dispositivo Intrauterino (DIU), onde a investigação explorou alterações sintomáticas a curto prazo relacionadas com a prevenção da recorrência através desta combinação.

Lacunas na Evidência e Incerteza Científica

Os dados ainda estão a surgir e a certeza permanece baixa em determinadas áreas. Por exemplo, em ensaios comparativos de VB, a investigação descreve a dificuldade em atribuir os achados observados com precisão. Observou-se nalguns estudos que não é totalmente claro se certas diferenças medidas estavam associadas à adição da nistatina ou se estavam relacionadas com a dosagem de metronidazol presente na formulação em óvulo, quando comparada com o metronidazol em gel.

Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e os períodos de acompanhamento foram limitados em muitos estudos. Adicionalmente, a elevada taxa de recorrência da VB documentada em muitos tratamentos foi descrita como um fator que dificulta a interpretação dos dados sobre a sustentabilidade entre as várias abordagens. Os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas e os dados para certos grupos permanecem insuficientes.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Vagistin (FAQ)

P: Qual é a substância ativa do Vagistin?

De acordo com as informações oficiais do produto, a substância ativa do Vagistin é o clotrimazol. O clotrimazol é um agente antifúngico utilizado no tratamento de infeções vaginais causadas por fungos e leveduras, como a candidíase. Os documentos regulatórios confirmam que este é o componente medicinal primário responsável pela ação pretendida do medicamento.


P: Quanto tempo demora o Vagistin a atuar ou a eliminar a infeção?

Os estudos e as informações oficiais indicam que o alívio dos sintomas comuns, como o prurido (comichão) e o corrimento, começa frequentemente poucos dias após o início do tratamento. Para ajudar a assegurar a melhor probabilidade de eficácia, é importante completar o ciclo de tratamento total, conforme recomendado nas informações do produto. A conclusão de todo o ciclo é habitualmente necessária para o sucesso terapêutico.


P: Posso ter relações sexuais enquanto utilizo Vagistin?

As informações oficiais do produto recomendam geralmente a abstenção de relações sexuais vaginais durante a utilização de Vagistin. Esta medida visa, principalmente, ajudar a prevenir a possível transmissão da infeção ao parceiro sexual. Além disso, alguns componentes do produto podem danificar contracetivos de látex, o que os poderá tornar pouco fiáveis para proteção durante o período de tratamento.


P: É seguro utilizar Vagistin se estiver com o período menstrual?

Os documentos regulatórios indicam que é preferível completar o ciclo de tratamento antes do início da menstruação. A presença física do fluxo menstrual pode reduzir a eficácia do tratamento ou interferir com a sua aplicação. Caso a hemorragia comece durante o tratamento, o folheto informativo fornece detalhes sobre como proceder.


P: Preciso de receita médica para adquirir Vagistin?

De acordo com a classificação oficial do produto, o Vagistin está geralmente disponível como um medicamento não sujeito a receita médica (MNSRM). Isto significa que pode, habitualmente, ser adquirido numa farmácia sem necessidade de uma prescrição de um profissional de saúde. No entanto, a disponibilidade pode variar consoante as regulamentações regionais ou locais específicas.


P: Qual é a finalidade do aplicador que acompanha o Vagistin?

As instruções oficiais do produto explicam que o aplicador se destina a auxiliar a inserção correta e higiénica do comprimido vaginal ou do creme. O design do aplicador ajuda a colocar o medicamento numa zona profunda da vagina, o que favorece o local de ação pretendido para o tratamento. Detalhes sobre o modo de utilização e limpeza do aplicador estão disponíveis nas instruções oficiais.


P: O que devo fazer se me esquecer acidentalmente de uma dose de Vagistin?

O guia oficial do produto fornece orientações sobre os passos a seguir caso se esqueça de uma dose de Vagistin. Estas instruções descrevem, geralmente, quando se deve aplicar a dose esquecida e em que situações esta deve ser omitida. A informação sublinha ainda que a aplicação seguinte não deve ser duplicada para compensar a dose em falta.


P: Posso utilizar Vagistin para tratar outras infeções fúngicas no corpo?

O Vagistin foi especificamente formulado para uso intravaginal no tratamento da vaginite por Candida. As informações regulatórias do produto especificam que o Vagistin se destina exclusivamente a utilização intravaginal. A aplicação desta formulação específica noutras áreas do corpo não faz parte das suas indicações oficiais.


P: O que devo fazer se os meus sintomas não melhorarem após utilizar Vagistin?

Segundo as orientações oficiais, se os sintomas não melhorarem dentro do período de tratamento especificado após o início do ciclo, ou se parecerem agravar-se, recomenda-se a consulta de um profissional de saúde. A ausência de melhoria pode sugerir que a infeção requer uma abordagem terapêutica diferente.

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Como Vagistin deve ser armazenado e descartado?

Condições de Armazenamento e Proteção Ambiental

As informações regulatórias oficiais determinam que o Vagistin (combinação de dose fixa de Metronidazol/Nistatina) deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 15°C e os 25°C. O produto deve ser mantido na sua embalagem original e deve ser explicitamente protegido da luz e da humidade para manter a sua estabilidade. O medicamento não deve ser congelado.

Manuseamento e Segurança Infantil

Para evitar a degradação, cada comprimido ou óvulo vaginal individual deve ser utilizado imediatamente após ser retirado da sua embalagem protetora. Em conformidade com os requisitos regulatórios aplicáveis a todos os medicamentos, o Vagistin deve ser armazenado fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

O Vagistin que tenha expirado ou que não tenha sido utilizado não deve ser eliminado no lixo doméstico nem despejado na canalização. Qualquer produto não utilizado ou material residual deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais em vigor para resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Vagistin encontrado em:

ÍNDICE A-Z: