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Ursocol 300

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Ursocol 300

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Ursocol 300

O que é o Ursocol 300?

Propriedade Descrição
Princípio ativo Ácido Ursodesoxicólico (AUDC)
Forma farmacêutica Sólida oral (Comprimido/Cápsula)
Classe farmacológica Agente hepatobiliar / Agente litolítico
Uso comum Modulação da composição da bílis; Proteção das células hepáticas
Origem Sintética (grau farmacêutico)

Definição do Ursocol 300: Substância e Classificação

O Ursocol 300 é uma preparação farmacêutica especializada, de receita médica obrigatória, que contém o princípio ativo Ácido Ursodesoxicólico (AUDC). Este composto é amplamente classificado como um agente hepatobiliar. O Ácido Ursodesoxicólico é reconhecido como um medicamento com efeitos no trato biliar, o que fundamenta a sua utilização clínica na saúde relacionada com a bílis.

O núcleo do medicamento é o AUDC sintético de elevada pureza, um ácido biliar 7-beta-hidroxilado. Este composto é administrado sob uma forma sólida oral (comprimido ou cápsula). A sua designação terapêutica como agente colerético e litolítico é sustentada por propriedades farmacológicas que confirmam a sua capacidade de influenciar a produção biliar e a composição dos cálculos.

Origem, Tipo e Função Geral do Ácido Ursodesoxicólico

Embora o Ácido Ursodesoxicólico seja uma substância endógena, encontrada naturalmente em quantidades vestigiais na bílis humana, o produto farmacêutico utiliza uma forma sintética fabricada de modo a garantir uma dosagem consistente. A característica distintiva do AUDC é o seu elevado grau de solubilidade em água, classificando-o como um ácido biliar hidrofílico.

Esta estrutura química única é essencial para a sua função como agente citoprotetor, um mecanismo reconhecido pela sua capacidade de proteger as células do fígado (membranas dos hepatócitos) contra lesões causadas por ácidos biliares mais tóxicos, que podem acumular-se durante períodos de função hepática comprometida. Existem efeitos protetores estabelecidos do AUDC nas células hepáticas em diversos contextos de lesão colestática.

Objetivo Principal: Que Tipo de Condições Aborda?

O medicamento tem geralmente como objetivo corrigir desequilíbrios na composição da bílis e proteger as estruturas celulares do fígado e dos ductos biliares. Isto é alcançado porque o composto funciona como um agente regulador de lípidos, alterando a química biliar através da supressão da secreção hepática de colesterol.

Este mecanismo primário permite que o fármaco sirva o objetivo terapêutico geral de abordar condições relacionadas com o excesso de colesterol na bílis. Ao atuar como um agente litolítico, o medicamento facilita um ambiente onde os cálculos biliares de colesterol têm menor probabilidade de se formar ou estão propensos à dissolução. É também reconhecido por fornecer um suporte protetor ao fígado, sendo um elemento importante na gestão de doenças hepáticas colestáticas.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Ursocol 300?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O perfil de segurança do Ácido Ursodesoxicólico (UDCA) é definido por categorias de reações adversas documentadas em fontes regulamentares oficiais, afetando primordialmente os sistemas gastrointestinal e hepatobiliar.


Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas observadas com maior frequência, classificadas como Frequentes (1/100 a < 1/10), consistem em distúrbios gastrointestinais, especificamente diarreia e fezes pastosas. As reações classificadas como Muito Raras (< 1/10.000) incluem dor abdominal grave no quadrante superior direito, a calcificação de cálculos biliares e urticária.

Outras classes de sistemas e órgãos associadas a reações adversas documentadas englobam as afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos e, em relatórios pós-comercialização, perturbações do sistema imunitário (por exemplo, reações de hipersensibilidade ao fármaco, como o angioedema).


Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Uma reação adversa grave referida nos documentos regulamentares oficiais é a descompensação da cirrose hepática, que foi observada em casos muito raros durante o tratamento de estádios avançados de Colangite Biliar Primária (CBP).

Os documentos regulamentares determinam que os parâmetros da função hepática (ASAT, ALAT, gama-GT) devem ser monitorizados regularmente durante o tratamento. A utilização do medicamento está restringida (contraindicada) na presença de certas condições, incluindo a obstrução biliar completa (oclusão do colédoco ou do ducto cístico), inflamação aguda da vesícula biliar e a presença de cálculos biliares calcificados radiopacos.


Segurança Específica por Tempo e População

As notas de segurança especificam que pode ocorrer um agravamento dos sintomas clínicos, como o aumento do prurido (comichão), em instâncias raras no início do tratamento em doentes com CBP. Além disso, para mulheres em idade fértil que recebem o medicamento para a dissolução de cálculos biliares, é referida a necessidade de utilização de contraceção não hormonal eficaz para evitar contrariar o efeito do tratamento.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais relativos ao Ácido Ursodesoxicólico, a substância ativa do Ursocol 300, definem o perfil de sobredosagem aguda primordialmente através dos seus efeitos imediatos no sistema gastrointestinal. A manifestação clínica mais frequentemente documentada de uma sobredosagem aguda é a diarreia grave. Este sintoma específico ocorre porque doses elevadas do medicamento são mal absorvidas pelo organismo, levando a uma maior concentração e a um efeito de retenção de líquidos no trato digestivo. Devido a esta absorção sistémica limitada, a ocorrência de outras complicações graves, fatais ou de natureza cardiovascular é habitualmente considerada improvável, segundo os dados regulamentares.

Perante a suspeita de uma sobredosagem, as orientações governamentais oficiais determinam que se deve procurar assistência médica imediata e contactar os serviços de emergência ou um centro de informação antivenenos. Esta ação é necessária para garantir uma avaliação profissional adequada e a gestão de quaisquer consequências adversas. As autoridades regulamentares referem especificamente que não existe nem está disponível um antídoto específico para o Ácido Ursodesoxicólico, o que significa que a gestão clínica é de suporte.

A abordagem padrão numa situação de sobredosagem foca-se inteiramente na prestação de tratamento sintomático. O passo procedimental fundamental envolve a correção do equilíbrio hídrico e eletrolítico, que é crucial para gerir o défice de líquidos causado pela diarreia grave. Além disso, se ocorrer diarreia grave ou persistente durante ou após a exposição, a instrução regulamentar documentada é a redução da dosagem ou a interrupção total da terapia sob supervisão profissional.

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Usos terapêuticos de Ursocol 300

Para que serve o Ursocol 300: principais utilizações e benefícios

O Ursocol 300, que contém a substância ativa ácido ursodesoxicólico, é um medicamento utilizado principalmente para tratar diversas condições que afetam o fígado e o sistema biliar. A sua função principal é promover a saúde hepática, facilitando o fluxo biliar e ajudando a dissolver ou prevenir a formação de cálculos biliares de colesterol.

Dissolução de cálculos biliares

Uma das utilizações mais comuns do Ursocol 300 é o tratamento de cálculos biliares radiolúcidos em pacientes que apresentam uma vesícula biliar funcional. O medicamento atua reduzindo a quantidade de colesterol que o fígado liberta na bílis e diminuindo a absorção de colesterol no intestino. Com o tempo, esta alteração na composição da bílis permite a dissolução gradual de cálculos compostos predominantemente por colesterol.

Tratamento de doenças hepáticas crónicas

O Ursocol 300 é frequentemente indicado para o tratamento da cirrose biliar primária (CBP), uma doença autoimune crónica em que os canais biliares no fígado são progressivamente destruídos. Ao melhorar o fluxo da bílis e proteger as células hepáticas dos efeitos tóxicos de outros ácidos biliares mais agressivos, o medicamento ajuda a retardar a progressão da doença e a melhorar os marcadores da função hepática.

Benefícios na função biliar e digestiva

Além de tratar condições específicas, o Ursocol 300 pode ser utilizado para prevenir a formação de cálculos biliares em pacientes que sofrem uma perda de peso rápida, uma situação que aumenta significativamente o risco de desenvolvimento de pedras na vesícula. O seu efeito terapêutico baseia-se na manutenção de um equilíbrio saudável na bílis, o que contribui para a redução da inflamação nos canais biliares e melhora a eficiência do sistema digestivo no processamento de gorduras.

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Ursocol 300?

A elegibilidade oficial da população para o Ursocol 300 (Ácido Ursodesoxicólico) é rigorosamente definida pelas autoridades regulamentares com base nas características do doente e em condições médicas pré-existentes.

Populações para as quais a utilização está autorizada

A utilização está aprovada para adultos nas indicações licenciadas. Para as populações pediátricas, o uso está habitualmente restrito a crianças e adolescentes entre os 6 e os 18 anos que apresentem um distúrbio hepatobiliar associado à Fibrose Quística; a utilização pediátrica geral é frequentemente listada como não estando estabelecida.

Contraindicações Absolutas (Não utilizar)

O medicamento não pode ser utilizado por indivíduos com as seguintes condições, conforme estabelecido nos rótulos regulamentares:

  • Obstrução completa do colédoco ou do ducto cístico.
  • Inflamação aguda da vesícula biliar ou do trato biliar.
  • Comprometimento da contratilidade da vesícula biliar ou cólicas biliares frequentes.
  • Cálculos biliares calcificados radiopacos, uma vez que o medicamento é ineficaz nestes tipos de cálculos.
  • Hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou aos componentes da formulação.
  • Determinadas doenças inflamatórias do intestino (por exemplo, Doença de Crohn) ou distúrbios metabólicos hereditários raros.

Estado de Gravidez e Lactação

O uso está contraindicado durante a gravidez e a lactação. As mulheres com potencial em idade fértil estão restritas à utilização de contraceção não hormonal eficaz ou métodos de controlo de natalidade com baixo teor de estrogénios durante o tratamento.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Ursocol 300 com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Ácido Ursodesoxicólico (UDCA) é definido por condicionantes farmacocinéticas e farmacodinâmicas documentadas na rotulagem regulamentar oficial.

Padrões de Interação Documentados

  • Anulação do Efeito Farmacodinâmico: Certos medicamentos podem anular oficialmente o efeito terapêutico pretendido do UDCA. Está documentado que os estrogénios, os contracetivos orais (que contenham estrogénios) e alguns agentes hipolipemiantes, como o clofibrato, aumentam a secreção de colesterol no fígado, o que pode reduzir a eficácia da ação principal do UDCA.

  • Redução da Absorção do UDCA: A administração conjunta de sequestradores de ácidos biliares (por exemplo, a colestiramina) e de antiácidos à base de alumínio interfere com a atividade do UDCA, reduzindo a sua absorção através do trato digestivo.

  • Intervalo Obrigatório na Administração: Devido ao risco de redução da absorção, estes agentes sequestradores e os antiácidos que contêm alumínio não devem ser tomados simultaneamente com o Ácido Ursodesoxicólico. A administração destes medicamentos deve ser separada por um intervalo de, pelo menos, duas horas em relação à toma de UDCA.

  • Alteração da Exposição a Fármacos Coadministrados: O UDCA pode aumentar a absorção intestinal da ciclosporina. Este efeito requer a monitorização terapêutica das concentrações sanguíneas de ciclosporina. Inversamente, demonstrou-se que o UDCA reduz a absorção de agentes como a ciprofloxacina, a dapsona e a nitrendipina.

  • Interação Enzimática: Os resultados regulamentares indicam que o Ácido Ursodesoxicólico não possui um efeito indutor relevante sobre as enzimas do citocromo P450 3A.

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Mecanismo de ação

Como funciona o Ursocol 300

O mecanismo do Ácido Ursodesoxicólico (UDCA) centra-se na modulação físico-química do ambiente biliar e na citoproteção celular dentro do sistema hepatobiliar. O UDCA, um ácido biliar altamente hidrofílico, desloca os ácidos biliares hidrofóbicos tóxicos, o que altera fundamentalmente a composição do conjunto de ácidos biliares em circulação. Simultaneamente, o UDCA atua na redução da saturação da bílis através da inibição da síntese e da secreção de colesterol por parte do fígado. Esta cascata faz com que a bílis se torne um ambiente onde o colesterol é solubilizado em fases cristalinas líquidas, reduzindo o potencial de precipitação de massa sólida.

O UDCA proporciona citoproteção direta ao integrar-se nas membranas plasmáticas e mitocondriais dos hepatócitos e colangiócitos. Esta ação inibe a formação do poro de transição de permeabilidade mitocondrial, bloqueando assim o passo molecular fundamental que inicia a via apoptótica intrínseca da célula. Além disso, o UDCA atua como um modulador molecular, estimulando a expressão e a função de transportadores canaliculares essenciais, como a Bomba de Exportação de Sais Biliares (BSEP). Este aumento na capacidade de transporte eleva o volume e o fluxo da bílis, facilitando o transporte e a remoção melhorada de solutos acumulados.

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Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Ursocol 300

O Ursocol 300 contém Ácido Ursodesoxicólico (UDCA), e a sua administração está estritamente definida pelas diretrizes regulamentares para garantir uma utilização adequada.

Diretrizes Oficiais de Administração

Campo Instrução
Via de Administração O medicamento destina-se estritamente ao uso oral, estando disponível em formas como cápsulas, comprimidos e suspensão oral.
Dosagem Padrão A dosagem é tipicamente baseada no peso. Para a Colangite Biliar Primária (CBP), a dose recomendada para adultos é de 13–15 mg/kg de peso corporal por dia.
Frequência e Horário A dose diária total é administrada em duas a quatro doses divididas. Para uma absorção ideal, o medicamento deve ser tomado com alimentos ou imediatamente após uma refeição. Para algumas patologias, a dose total pode ser consolidada numa dose única à noite após a terapia inicial.

Instruções de Procedimento e Ajustes

Todos os comprimidos e cápsulas devem ser engolidos inteiros com água e não devem ser esmagados nem mastigados. Os comprimidos ranhurados podem ser divididos ao meio para permitir uma dosagem precisa baseada no peso.

Dose Esquecida: Se uma dose for esquecida, deve ser tomada assim que houver recordação. Se estiver quase na hora da próxima dose agendada, a dose esquecida deve ser ignorada e o esquema regular continuado; não deve ser tomada uma dose dupla.

Duração: Para condições crónicas como a CBP, o tratamento pode ser continuado indefinidamente, enquanto o tratamento para a dissolução de cálculos biliares é geralmente continuado por uma duração fixa (até dois anos), e durante três meses após a confirmação da dissolução.

Regras por Grupo Etário: A dosagem para doentes pediátricos é geralmente relacionada com o peso corporal. É fornecida uma dosagem específica para crianças com doença hepática relacionada com a fibrose quística, começando em 20 mg/kg/dia em doses divididas.

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Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos recentes reforçaram o papel do ácido ursodesoxicólico, o princípio ativo do Ursocol 300, no tratamento de diversas patologias hepatobiliares. A investigação contemporânea tem-se focado particularmente na sua eficácia a longo prazo e no impacto que possui na progressão de doenças hepáticas crónicas.

Na Cirrose Biliar Primária, atualmente designada por Colangite Biliar Primária (CBP), os dados clínicos indicam que a administração precoce e contínua deste composto está associada a uma melhoria significativa nos parâmetros bioquímicos hepáticos. A evidência demonstra que a normalização dos níveis de fosfatase alcalina e de bilirrubina nos primeiros meses de tratamento é um indicador prognóstico positivo para a sobrevivência a longo prazo sem necessidade de transplante hepático.

Relativamente à colelitíase, a evidência recente confirma a utilidade do Ursocol 300 na dissolução de cálculos biliares de colesterol radiolucentes, desde que a vesícula biliar mantenha a sua funcionalidade. Estudos observacionais destacam também o benefício profilático da substância em pacientes submetidos a uma perda de peso rápida, como após cirurgia bariátrica, reduzindo significativamente a incidência de formação de novos cálculos.

No contexto da fibrose quística em idade pediátrica, investigações recentes sugerem que a intervenção com este fármaco pode auxiliar na gestão das complicações hepatobiliares associadas, embora os resultados variem consoante o estádio da doença. Globalmente, o perfil de segurança mantém-se favorável, com uma baixa incidência de efeitos adversos graves, o que sustenta a sua utilização prolongada em diversas populações de pacientes.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Ursocol 300 (FAQ)

P: Posso esmagar ou mastigar os comprimidos ou cápsulas de Ursocol 300?

De acordo com as informações oficiais do produto, os comprimidos devem ser deglutidos inteiros com líquido e não devem ser esmagados nem mastigados. No entanto, os comprimidos ranhurados podem ser divididos ao meio para permitir a obtenção de uma dose precisa. Caso o medicamento se apresente em forma de cápsula, é necessário consultar as informações oficiais do produto para confirmar as regras de manuseamento específicas dessa formulação.

P: Que medicamentos de venda livre devo evitar enquanto tomar Ursocol 300?

O rótulo regulamentar especifica que deve ser evitada a toma simultânea de antácidos que contenham alumínio ou de sequestradores de ácidos biliares (como a colestiramina). Estes agentes podem interferir com a absorção do Ácido Ursodesoxicólico pelo organismo, levando potencialmente a uma redução da eficácia. Para minimizar este risco, recomenda-se que a administração destes medicamentos seja separada por um intervalo de, pelo menos, duas horas.

P: Qual é a utilização geral aprovada ou o objetivo principal do Ursocol 300?

Os objetivos principais deste medicamento, de acordo com as indicações regulamentares, são facilitar a dissolução de certos tipos de cálculos biliares de colesterol. Está também aprovado para o tratamento da Colangite Biliar Primária (CBP), que é uma doença hepática crónica que afeta as vias biliares.

P: Existem restrições quanto a quem não pode tomar Ursocol 300?

Sim, as informações oficiais do produto listam várias condições em que o medicamento é contraindicado (não deve ser utilizado). Isto inclui ter uma obstrução completa do ducto biliar, inflamação aguda da vesícula biliar ou episódios frequentes de cólica biliar. O seu uso é contraindicado nestes pacientes porque o medicamento é ineficaz contra cálculos biliares que já se encontrem calcificados (radio-opacos).

P: O Ursocol 300 causará aumento ou perda de peso?

Estudos e informações oficiais indicam que tanto o aumento como a perda de peso foram relatados como reações adversas. Estes efeitos são considerados raros e a frequência exata com que ocorrem não é precisamente conhecida com base nos dados regulamentares disponíveis.

P: Qual é a dose de Ursocol 300 para dissolver cálculos biliares?

A dose recomendada para a dissolução de cálculos biliares é determinada pelo peso corporal, conforme citado nos documentos regulamentares. A informação relativa à dose correta e à frequência é altamente individualizada e deve ser confirmada com um profissional de saúde, uma vez que instruções de dosagem específicas não são adequadas para um FAQ geral.

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Como Ursocol 300 deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Ursocol 300

Os documentos regulamentares oficiais definem condições específicas para o armazenamento e a eliminação deste medicamento, as quais devem ser seguidas para garantir a manutenção da sua estabilidade.


Requisitos de Armazenamento

O Ursocol 300 deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, definida entre os 20°C e os 25°C, sendo permitidas variações temporárias entre os 15°C e os 30°C. O medicamento tem de ser mantido num recipiente bem fechado e deve ser protegido da humidade. Todos os medicamentos devem ser armazenados fora da vista e do alcance das crianças.

Manuseamento e Eliminação

Caso seja utilizado um comprimido ranhurado dividido ao meio para a dosagem, o segmento do comprimido não utilizado deve ser guardado separadamente dos comprimidos inteiros. O medicamento não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais para resíduos farmacêuticos, frequentemente através de programas de recolha de medicamentos autorizados.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Ursocol 300 encontrado em:

ÍNDICE A-Z: