Tussis OM

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Tussis OM

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Opção de tratamento: Cough

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Visão geral de Tussis OM

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Bromidrato de Dextrometorfano, Guaifenesina
Forma Solução Oral (Líquido)
Classe farmacológica Combinação de Antitússico e Expetorante
Utilização comum Alívio sintomático da tosse e da congestão do peito
Origem Combinação de compostos sintéticos ou derivados

O que é o Tussis OM e que tipo de medicamento é?

O Tussis OM é uma preparação oral classificada como um fármaco de combinação para as vias respiratórias superiores, concebido para tratar os sintomas duplos de tosse e congestão. É identificado como um medicamento de associação que contém duas substâncias ativas distintas: o antitússico Bromidrato de Dextrometorfano e o expetorante Guaifenesina. A combinação destas duas classes farmacológicas é amplamente aceite para utilização em produtos Não Sujeitos a Receita Médica (MNSRM), confirmando o seu papel estabelecido no alívio sintomático.


Composição e Origem: Dextrometorfano e Guaifenesina

Os componentes terapêuticos centrais da preparação são de origem sintética. O Bromidrato de Dextrometorfano é um análogo sintético utilizado para suprimir o reflexo da tosse. O seu mecanismo não é narcótico, classificando-o como um antitússico não opioide. A Guaifenesina é o segundo ingrediente principal, aprovado como expetorante. Dados verificáveis demonstram que a Guaifenesina atua reduzindo a viscosidade das secreções para ajudar a desobstruir as vias respiratórias. Esta combinação serve de base para vários líquidos conhecidos para a tosse e constipações.


Objetivo Geral: O Benefício de uma Fórmula de Dupla Ação

O objetivo geral da fórmula de dupla ação do Tussis OM é proporcionar um alívio abrangente para a tosse irritativa e não produtiva e para a congestão torácica associada. O medicamento foi desenhado para potenciar a supressão central do reflexo da tosse pelo Bromidrato de Dextrometorfano em conjunto com o efeito periférico de fluidificação do muco da Guaifenesina. Esta abordagem dupla garante que o medicamento atue tanto na vontade de tossir como no problema subjacente da expetoração espessa e das secreções brônquicas, proporcionando uma abordagem mais completa ao desconforto respiratório.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Tussis OM?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Tussis OM, sintetizado a partir de documentos regulamentares governamentais oficiais para produtos semelhantes relacionados com a tosse convulsa, descreve as reações adversas documentadas e as limitações de utilização.

Reações Adversas

As reações adversas reportadas com maior frequência são tipicamente localizadas no local da injeção e incluem dor, vermelhidão e inchaço. As reações sistémicas comuns documentadas em fontes regulamentares incluem cefaleias (dores de cabeça), fadiga, febre baixa e perturbações gastrointestinais, tais como náuseas ou diarreia.

Categoria da Reação Exemplos de Reações Adversas Documentadas
Mais Frequentes / Comuns Dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção, cefaleias, fadiga, febre
Raras / Graves Anafilaxia, Encefalopatia, Síndrome de Guillain-Barré (SGB), Episódio Hipotónico-Hiporesponsivo (EHH)

Restrições de Segurança e Limitações

Reações Adversas Graves: Eventos raros, tais como a anafilaxia (reação alérgica grave) e a encefalopatia (evento cerebral grave) que ocorram num período de tempo específico após uma dose anterior, estão documentados como graves. Estes eventos fundamentam as contraindicações oficiais de utilização.

Contraindicações: As contraindicações restringem oficialmente a utilização do medicamento em indivíduos com historial conhecido de reação alérgica grave a qualquer componente ou historial de encefalopatia não atribuível a outra causa após uma dose anterior de um medicamento que contenha antigénios da tosse convulsa. A utilização em doentes com distúrbios neurológicos progressivos também está restringida até que a condição esteja estável.

Considerações para Populações Específicas: A documentação de segurança apoia a recomendação para a sua utilização durante a gravidez. Certas populações, tais como bebés prematuros, podem necessitar de monitorização específica, uma vez que foi observada apneia após a administração.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem desta combinação de medicamentos está documentada como manifestando-se através de efeitos no Sistema Nervoso Central (SNC), tais como sonolência, confusão, excitação, alucinações, tonturas e instabilidade (ataxia). Os sinais físicos podem incluir rigidez muscular, pupilas dilatadas (midríase) e batimento cardíaco acelerado (taquicardia). Os sintomas gastrointestinais envolvem tipicamente náuseas e vómitos.


Necessidade de atenção médica imediata

Deve-se procurar atenção médica imediata ou contactar os serviços de emergência imediatamente se houver suspeita de sobre-exposição. Os desfechos graves e potencialmente fatais incluem depressão respiratória, convulsões e coma. A reação conhecida como Síndrome Serotoninérgica é um risco potencial, particularmente com a co-ingestão de outros medicamentos serotonérgicos. Existe o risco de sobredosagem fatal em crianças pequenas.

O tratamento é sintomático e de suporte. Não se conhece um antídoto específico para a combinação; no entanto, a Naloxona pode ser considerada para a depressão grave do SNC e respiratória relacionada com um dos componentes. É necessária monitorização hospitalar, incluindo avaliação por ECG e avaliação contínua dos sinais vitais, para doentes sintomáticos. Os doentes assintomáticos também podem necessitar de um período de observação.

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Usos terapêuticos de Tussis OM

O que o Tussis OM trata: principais utilizações e benefícios

O Tussis OM é habitualmente utilizado para o alívio sintomático em domínios terapêuticos que envolvam sintomas que causem um esforço fisiológico percetível no sistema respiratório. A utilização deste medicamento é considerada relevante em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis, onde é necessário um auxílio sintomático de curta duração para gerir manifestações respiratórias angustiantes. Esta combinação é utilizada para aliviar a tosse e a congestão do peito.

O medicamento ajuda a abordar grupos de sintomas relacionados com a presença simultânea de uma tosse irritativa e não produtiva e de congestão do peito associada, que podem ocorrer durante episódios agudos de condições como a constipação comum e a gripe. O fármaco apoia o doente durante episódios difíceis ao auxiliar na limpeza do muco respiratório e ao suavizar o reflexo da tosse.

“Proporciona um alívio de suporte que pode ajudar os doentes a lidar de forma mais estável com episódios difíceis, especialmente quando as manifestações agudas interferem com a capacidade de repouso ou de sono.”

Esta abordagem de dupla ação contribui para um maior conforto durante períodos de exacerbação de sintomas.


Facto Rápido: Alívio de Sintomas Respiratórios Duplos

Categoria de Sintoma Benefício Terapêutico
Tosse Não Produtiva Apoia a suavização do reflexo da tosse e a redução da sua frequência
Muco Espesso / Expetoração Auxilia na fluidificação das secreções e no suporte à sua eliminação
Congestão do Peito Contribui para uma sensação de maior conforto torácico
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Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Tussis OM?

Esta secção descreve os critérios oficiais de elegibilidade populacional e as restrições para o Tussis OM (combinação de Dextrometorfano/Guaifenesina), baseando-se estritamente na rotulagem regulamentar.


Populações com Utilização Proibida (Contraindicações)

A rotulagem oficial proíbe estritamente a utilização de Tussis OM nos seguintes grupos de doentes:

  • Doentes que estejam a tomar ou que tenham tomado um Inibidor da Monoamina Oxidase (IMAO) nos últimos 14 dias. Esta restrição deve-se ao risco de uma interação medicamentosa grave (Síndrome Serotoninérgica).
  • Indivíduos com hipersensibilidade ou alergia conhecida ao Dextrometorfano, à Guaifenesina ou a qualquer outro componente da formulação.

Regras de Elegibilidade Baseadas na Idade

As restrições baseadas na idade definem a população mínima elegível:

  • Crianças com menos de 4 anos de idade: O medicamento, de um modo geral, não é recomendado ou a sua utilização é desaconselhada nesta faixa etária.
  • Crianças a partir dos 12 anos de idade: Este grupo está geralmente aprovado para utilização com níveis de dosagem de adultos na maioria das formulações de venda livre.

Populações de Utilização Condicionada

A documentação regulamentar determina a consulta de um profissional de saúde antes da utilização se a tosse for persistente ou crónica (como a resultante de tabagismo, asma ou enfisema) ou se a tosse for acompanhada por excesso de expetoração (muco). A utilização durante a gravidez e o aleitamento também exige a consulta de um profissional de saúde, devido aos dados limitados sobre a segurança humana.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações do Tussis OM é definido primordialmente pelas propriedades do componente Dextrometorfano. A coadministração com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAOs) está formalmente contraindicada devido ao elevado risco de síndrome serotoninérgica, uma condição grave e possivelmente fatal. É exigido um período de segurança (washout) obrigatório de 14 dias ao iniciar ou interromper um IMAO em relação à administração de Tussis OM.

Tipo de Interação Substâncias Interagentes / Resultado
Farmacocinética (CYP2D6) Inibidores potentes da CYP2D6 (ex: Quinidina, Fluoxetina) resultam oficialmente na inibição do metabolismo do Dextrometorfano e num aumento da exposição plasmática (AUC e Cmax).
Farmacodinâmica (Serotonina) Agentes Serotoninérgicos (ex: ISRS, IRSN, Antidepressivos Tricíclicos) criam um efeito serotoninérgico aditivo que aumenta o risco documentado de síndrome serotoninérgica.
Farmacodinâmica (SNC) O Álcool (Etanol) e outros depressores do SNC causam uma depressão aditiva do sistema nervoso central oficialmente documentada.
Específica da População É assinalado que os Metabolizadores Lentos da CYP2D6 apresentam uma exposição basal elevada ao Dextrometorfano, o que aumenta a sua suscetibilidade às consequências das interações.

A base regulamentar estrutura as restrições do produto em torno da proibição estrita de IMAOs e dos riscos documentados associados à modificação metabólica e aos efeitos de acumulação farmacodinâmica.

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Mecanismo de ação

A ação do Tussis OM é definida por dois domínios mecânicos complementares, que envolvem a modulação tanto da via central do reflexo da tosse como da dinâmica periférica das secreções das vias respiratórias.

Supressão Central do Limiar do Reflexo da Tosse

Este mecanismo envolve o Dextrometorfano, que atua diretamente no bolbo raquidiano (medulla oblongata), a região do tronco cerebral onde se localiza o Centro da Tosse. Funciona como um antagonista não competitivo nos recetores NMDA centrais, atenuando a sinalização neural que transmite os estímulos irritativos. Esta ação resulta num efeito fisiológico primário de um limiar de tosse elevado, resultando na modulação do sinal eferente da tosse.


Modulação Periférica da Viscosidade das Secreções das Vias Respiratórias

O segundo domínio envolve a Guaifenesina, que atua perifericamente no epitélio do trato respiratório e nas glândulas mucosas. O seu mecanismo altera a composição das secreções respiratórias, levando à hidratação e à diminuição da viscosidade do muco retido. Esta alteração fisiológica facilita a via de depuração mucociliar, resultando na expulsão das secreções devido à sua viscosidade reduzida.

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Informações sobre dosagem e administração

Como o Tussis OM é utilizado: Orientações Oficiais de Administração

O Tussis OM, uma solução oral que contém Bromidrato de Dextrometorfano e Guaifenesina, é administrado de acordo com as instruções padronizadas estabelecidas para medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM). A sua utilização segue procedimentos rigorosos, abrangendo a via de administração, a dosagem, a frequência e a duração do tratamento.

Administração e Dose

A única via de administração aprovada é a via oral. O medicamento é tomado sob a forma de uma solução líquida, sendo obrigatória uma medição rigorosa para a sua utilização correta.

Categoria da Instrução Orientação Oficial
Via de Administração Oral (apenas por via oral)
Dose Padrão para Adultos 10 mL (para indivíduos com 12 ou mais anos)
Frequência da Dose A cada 4 horas, conforme a necessidade para os sintomas
Doses Máximas Não exceder 6 doses em qualquer período de 24 horas

Requisitos Procedimentais

Para garantir a utilização correta, as informações regulamentares enfatizam etapas específicas. A dose total deve ser medida utilizando um dispositivo de medição especializado (copo ou colher de medida) e não uma colher de cozinha comum. Embora o medicamento possa ser tomado com ou sem alimentos, as instruções constantes na rotulagem recomendam a ingestão de bastantes líquidos durante a utilização do produto.

Duração do Tratamento e Regras por Idade

O Tussis OM destina-se apenas a utilização temporária. Os indivíduos não devem utilizar o medicamento por mais de sete dias sem consultar um profissional de saúde. A dose padrão de 10 mL é aplicável apenas a adultos e crianças com 12 ou mais anos de idade. Aplicam-se instruções de dosagem específicas a crianças com menos de 12 anos, e a utilização em crianças com menos de 2 anos de idade requer a consulta de um médico.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Panorama Geral de Estudos sobre Tussis OM


Evidência para o Alívio Sintomático da Tosse Não Produtiva

A investigação que explora o componente antitússico (Dextrometorfano) envolveu principalmente Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA) de curta duração. Estes estudos foram utilizados na investigação da forma como os sintomas se alteram num curto período de tempo, comparando frequentemente o ingrediente ativo com um placebo inativo. Os investigadores analisaram resultados relacionados com o desconforto físico, focando-se em medições objetivas e subjetivas, tais como a frequência da tosse, as pontuações de gravidade da tosse reportadas pelos doentes e o número medido de episódios de tosse.

Revisões sistemáticas que compilam as conclusões de múltiplos ensaios indicam que a evidência global permanece limitada e altamente heterogénea para a obtenção de conclusões claras relativamente aos resultados na tosse aguda em adultos. Os estudos relatam como os sintomas evoluíram nas populações observadas, mas os resultados foram frequentemente mistos em ensaios individuais. Isto realça que a certeza permanece baixa quanto a uma descoberta consistente em todo o panorama da evidência.


Evidência para Sintomas Relacionados com Expetoração Espessa e Congestão Peitoral

Os estudos que exploram o componente expetorante (Guaifenesina) envolveram Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados de curta duração e revisões sistemáticas subsequentes. Estes estudos exploraram padrões de sintomas relacionados com desequilíbrios sistémicos ou funcionais, monitorizando o esforço fisiológico ou o stress associado à congestão. A investigação examinou resultados reportados pelos doentes que descrevem o desconforto percebido, tais como a facilidade de expetoração percebida e alterações na espessura ou viscosidade da expetoração. Estes ensaios foram aplicados em estudos que examinaram padrões de sintomas episódicos ou de curto prazo, envolvendo principalmente Adultos e jovens a partir dos 12 anos.

A investigação disponível destaca as alterações medidas durante o período do estudo; os resultados basearam-se principalmente em desfechos reportados pelos doentes descrevendo o desconforto percebido, de forma consistente com o desenho do estudo. No entanto, os dados mostram padrões relacionados com resultados variáveis; estudos que exploram alterações de sintomas a curto prazo relataram descobertas mistas em ensaios individuais quando comparados com o placebo. O número limitado de ECA de qualidade contribui para o panorama geral da evidência, mas também significa que a certeza permanece baixa em relação a descobertas consistentes.


O que a Investigação Descreve como Incerto ou Inconsistente

Este segmento sintetiza as principais lacunas de evidência, as descobertas inconsistentes e as áreas onde é necessária mais investigação. A investigação que explora tanto o componente antitússico como o expetorante incluiu estudos com resultados mistos na literatura sistemática principal. A qualidade da evidência varia entre os estudos e muitas revisões sistemáticas concluem que a certeza permanece baixa quanto à relevância clínica dos resultados medidos a curto prazo.

As principais estruturas de limitação da investigação incluem o facto de o tamanho das amostras ter sido modesto em alguns estudos e as durações de acompanhamento terem sido limitadas ao curto período agudo da infeção. A evidência disponível contribui para a compreensão dos padrões de sintomas e os resultados dos estudos refletem as condições específicas sob as quais foram realizados.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Tussis OM (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Tussis OM a fazer efeito?

As informações oficiais indicam que as substâncias ativas atingem habitualmente a sua concentração máxima na corrente sanguínea poucas horas após a toma de formas líquidas, como o Tussis OM. Este intervalo de tempo serve como um indicador de quando os componentes estão geralmente disponíveis no organismo para começarem a exercer os efeitos pretendidos.


P: Qual é a duração habitual do efeito do Tussis OM?

A frequência de toma recomendada pelo fabricante para este tipo de medicação é, geralmente, de quatro em quatro horas. Esta frequência é consistente com a duração de ação estimada para este tipo de combinação de medicamentos.


P: Posso tomar Tussis OM se tiver tensão arterial alta?

Os documentos regulamentares para medicamentos destinados à tosse e constipações recomendam precaução em indivíduos com condições médicas pré-existentes. Embora os ingredientes do Tussis OM não sejam simpaticomiméticos, a rotulagem oficial estipula que é necessária a consulta de um profissional de saúde antes de utilizar este produto se tiver tensão arterial alta ou outras doenças crónicas.


P: É normal sentir tonturas após tomar Tussis OM?

Os dados oficiais de segurança dos princípios ativos do Tussis OM listam efeitos secundários como tonturas ou sonolência. A sensação de desfalecimento pode estar relacionada com estes efeitos no sistema nervoso central. Se alguma sensação for preocupante ou persistir, é apropriado procurar orientação junto de um profissional de saúde.


P: O Tussis OM pode causar desconforto gástrico?

Sim, os relatos de reações adversas comuns para este tipo de medicação incluem perturbações gastrointestinais. Segundo as informações de segurança, estas podem envolver náuseas, diarreia ou uma sensação geral de desconforto no estômago.


P: O que acontece se me esquecer de uma dose de Tussis OM?

As instruções gerais para produtos combinados aconselham a saltar a dose esquecida se a hora da próxima toma agendada estiver próxima. Adverte-se que não se deve duplicar a dose seguinte para compensar a que foi esquecida.


P: O Tussis OM foi estudado para a tosse crónica?

A indicação oficial do Tussis OM é para o alívio temporário da tosse aguda devido a irritações ligeiras. Este produto não se destina, nem está rotulado, para o tratamento de tosses crónicas. Para tosses crónicas, é necessária a consulta de um profissional de saúde para determinar a causa subjacente e a gestão adequada.


P: O Tussis OM é de venda livre ou necessita de receita médica?

O Tussis OM, que contém uma combinação de Dextrometorfano e Guaifenesina, é habitualmente classificado pelos organismos reguladores como um Medicamento Não Sujeito a Receita Médica (MNSRM). Esta classificação significa que está amplamente disponível para o alívio de sintomas sem necessidade de prescrição.


P: O Tussis OM pode ser triturado ou misturado com alimentos?

O Tussis OM é uma solução oral (líquida) e não deve ser triturado. As instruções de administração indicam que o medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos; no entanto, é necessária uma medição precisa, utilizando um dispositivo especializado, para uma utilização correta.


P: O que devo fazer se o Tussis OM não parecer estar a ajudar na minha tosse?

Os avisos regulamentares indicam que, se a tosse durar mais de sete dias, se reaparecer ou se for acompanhada de febre, erupção cutânea ou dor de cabeça persistente, é necessário interromper a utilização e procurar aconselhamento médico, pois estes podem ser sinais de um problema mais grave.


P: Posso tomar Tussis OM se estiver a tomar um antidepressivo?

Os avisos oficiais proíbem a utilização deste medicamento com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO). Os avisos aplicam-se também a outros agentes serotonérgicos, incluindo certos tipos comuns de antidepressivos (como os SSRI ou SNRI), uma vez que a sua combinação pode aumentar o risco de uma interação medicamentosa grave denominada Síndrome Serotoninérgica.


P: É seguro tomar Tussis OM antes de conduzir?

Uma vez que o Tussis OM pode causar efeitos secundários como tonturas ou sonolência, a rotulagem regulamentar inclui uma advertência. Recomenda-se evitar conduzir ou utilizar máquinas pesadas até saber como o produto o afeta.


P: O Tussis OM pode causar insónias ou perturbações do sono?

Sim, as informações de segurança regulamentares para combinações de fármacos semelhantes incluem por vezes a insónia ou outros problemas relacionados com o sono como potenciais reações adversas. Se ocorrer uma perturbação significativa do sono, é apropriado procurar orientação junto de um profissional de saúde.


P: O Tussis OM é metabolizado pelo fígado?

Sim, o componente Dextrometorfano do Tussis OM é processado no organismo por uma enzima hepática específica chamada CYP2D6. De acordo com as informações farmacocinéticas oficiais, é desta forma que o corpo decompõe o medicamento.


P: O Tussis OM é seguro para pessoas com diabetes?

As informações oficiais do produto recomendam precaução a indivíduos com diabetes ou que sigam restrições alimentares, uma vez que os medicamentos líquidos contêm frequentemente açúcares. Se tem diabetes, é necessária a consulta de um profissional de saúde para rever a formulação específica do produto e garantir a sua adequação.


P: Qual é a diferença de efeito entre as formas em xarope e em comprimidos do Tussis OM?

A combinação de ingredientes está disponível em várias formas, incluindo soluções e comprimidos de libertação prolongada. A principal diferença reside frequentemente na duração da ação: as soluções líquidas requerem normalmente tomas mais frequentes, enquanto alguns comprimidos são concebidos para proporcionar alívio por um período mais longo (ex.: 12 horas).


P: O Tussis OM pode ser tomado com suplementos à base de plantas?

Os avisos regulamentares destacam o risco de interação entre os ingredientes do medicamento e certas substâncias serotonérgicas, incluindo alguns suplementos à base de plantas, como a Erva de São João (Hipericão). É necessária a consulta de um profissional de saúde antes de combinar o Tussis OM com quaisquer produtos fitoterápicos.


P: Para que tipo específico de tosse é o Tussis OM mais eficaz?

O produto é oficialmente indicado para o alívio sintomático da tosse não produtiva (uma tosse seca e irritativa) devido a irritação ligeira. Destina-se também a ajudar a soltar a expetoração e a tornar a tosse mais produtiva.


P: Existem diferentes dosagens ou formulações de Tussis OM?

Sim, as bases de dados regulamentares confirmam a existência de várias dosagens e formulações que utilizam os mesmos princípios ativos, Dextrometorfano e Guaifenesina. Estas incluem soluções, xaropes e comprimidos, que podem diferir na concentração ou na duração do efeito.


P: Existem avisos específicos para crianças abaixo de uma certa idade relativamente ao Tussis OM?

Sim, a rotulagem oficial contém restrições específicas, referindo que o medicamento, de um modo geral, não é recomendado para crianças com menos de 4 anos. Para todas as crianças com menos de 12 anos, o rótulo exige a consulta de um profissional de saúde antes da utilização.


P: O Tussis OM causa desidratação?

O rótulo do produto recomenda vivamente o reforço da ingestão de líquidos durante a utilização do Tussis OM. Isto serve para ajudar o componente Guaifenesina a atuar eficazmente na redução da espessura do muco e para apoiar a hidratação geral.


P: O Tussis OM tem algum efeito na frequência cardíaca?

Os avisos oficiais recomendam por vezes que doentes com doença cardíaca ou outros problemas cardiovasculares consultem um médico antes de utilizarem produtos combinados semelhantes. Isto indica uma necessidade geral de precaução e revisão relativa a efeitos cardiovasculares.

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Como Tussis OM deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento e Eliminação do Tussis OM

Esta secção descreve os requisitos regulamentares oficiais para o armazenamento e eliminação do Tussis OM (Dextrometorfano/Guaifenesina em solução oral).


Condições de Armazenamento

A solução deve ser guardada a uma temperatura ambiente controlada, mantida entre os 15 °C e os 30 °C. O frasco deve ser mantido bem fechado e guardado num local seco, protegido da luz. O produto não deve ser submetido a congelamento e não deve ser guardado na casa de banho. Todos os medicamentos devem ser mantidos fora da vista e do alcance de crianças e animais de estimação, num local seguro.


Instruções para Eliminação

Os medicamentos com prazo de validade expirado ou não utilizados devem ser eliminados adequadamente. Deve consultar-se um farmacêutico ou uma empresa local de gestão de resíduos para obter a orientação apropriada. Não deite o medicamento na sanita nem o despeje num ralo. A eliminação deve ser realizada em conformidade com as regulamentações locais e nacionais aplicáveis.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Tussis OM encontrado em:

ÍNDICE A-Z: