Omeprazol Actavis

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Visão geral de Omeprazol Actavis

O que é o Omeprazol Actavis?

O Omeprazol Actavis é um medicamento que contém a substância ativa omeprazol. Pertence a um grupo de fármacos denominados "inibidores da bomba de protões", que atuam reduzindo a quantidade de ácido produzida pelo estômago.

Este medicamento é utilizado para o tratamento de diversas condições relacionadas com a acidez gástrica. Em adultos, é frequentemente indicado para tratar a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), em que o ácido do estômago escapa para o esófago, causando dor, inflamação e azia. É também utilizado no tratamento de úlceras na parte superior do intestino (úlcera duodenal) ou no estômago (úlcera gástrica), bem como para tratar úlceras infetadas pela bactéria Helicobacter pylori, geralmente em combinação com antibióticos.

Além destas aplicações, o Omeprazol Actavis é indicado para tratar úlceras causadas por medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e pode ser utilizado para prevenir a formação de novas úlceras durante a toma destes fármacos. É ainda utilizado em casos de excesso de ácido no estômago causado por um crescimento no pâncreas (síndrome de Zollinger-Ellison).

Em populações pediátricas, o medicamento pode ser utilizado em crianças com mais de um ano de idade e peso superior a 10 kg para o tratamento da doença do refluxo gastroesofágico e dos sintomas de azia. Em adolescentes e crianças com mais de quatro anos, pode também ser utilizado no tratamento de úlceras causadas por Helicobacter pylori sob supervisão médica.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Omeprazol Actavis?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Omeprazol Actavis está organizado de acordo com a frequência e o tipo de reações adversas documentadas em fontes regulamentares oficiais.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos secundários são categorizados com base na sua taxa de ocorrência, conforme observado em ensaios clínicos e dados de pós-comercialização. As reações adversas reportadas com maior frequência são geralmente classificadas como comuns (1/100 a < 1/10) e incluem efeitos nos sistemas gastrointestinal e nervoso. Estes efeitos frequentemente relatados incluem dor de cabeça, diarreia, dor abdominal, obstipação, flatulência, náuseas e vómitos.

As reações pouco frequentes (1/1.000 a < 1/100) incluem tonturas, sonolência, parestesia, insónia, aumento das enzimas hepáticas (transaminases), erupção cutânea, urticária e mal-estar.

As reações adversas raras (1/10.000 a < 1/1.000) incluem leucopenia, trombocitopenia, diversas reações de hipersensibilidade, hepatite com ou sem icterícia, perda de cabelo (alopécia) e dores articulares ou musculares (artralgia/mialgia).

Reações Adversas Graves e Efeitos Sistémicos

A documentação regulamentar identifica certas reações como raras, mas clinicamente graves. Estas incluem condições cutâneas graves, tais como a síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a necrólise epidérmica tóxica (NET), bem como reações anafiláticas e nefrite intersticial. As reações adversas são também agrupadas pelo sistema fisiológico que afetam, incluindo os sistemas gastrointestinal, nervoso, imunitário, hepatobiliar e o sistema cutâneo e tecidos subcutâneos.

Padrões de Segurança Relacionados com a Duração

São assinaladas considerações de segurança específicas para o tratamento prolongado, tipicamente definido como um ano ou mais. A exposição a longo prazo está oficialmente associada ao risco de hipomagnesia (níveis baixos de magnésio) e à formação de pólipos das glândulas fúndicas.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A documentação regulamentar oficial descreve as manifestações de uma sobredosagem de Omeprazol essencialmente como sintomas transitórios. Em casos documentados, foram relatados sintomas como confusão, sonolência, visão turva, taquicardia (batimento cardíaco acelerado), náuseas, diaforese (aumento da sudação), rubor facial, dor de cabeça e secura na boca. Mesmo perante a ingestão de doses até 900 mg, não foi reportado oficialmente nenhum desfecho clínico grave, sendo os efeitos geralmente autolimitados.


Ações de Emergência Necessárias

Deve procurar-se assistência médica imediata em todos os casos de suspeita de sobredosagem. A necessidade de cuidados profissionais urgentes é explicitamente exigida quando são observados sinais clínicos graves que colocam a vida em risco.

Ação Médica Urgente Sinais Clínicos de Alerta
Contactar o Centro de Informação Antivenenos Suspeita de sobredosagem ou sintomas agudos
Ligar Imediatamente para o 112 Desmaio ou colapso, convulsões, dificuldade em respirar ou incapacidade de acordar

Gestão da Sobredosagem

Os documentos regulamentares indicam que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por omeprazol. Consequentemente, a intervenção médica necessária foca-se inteiramente no tratamento sintomático e de suporte. Além disso, os dados oficiais indicam que o omeprazol está extensamente ligado às proteínas plasmáticas e, por conseguinte, não é facilmente dialisável.

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Usos terapêuticos de Omeprazol Actavis

Factos Rápidos

  • Finalidade: Sintomas relacionados com a produção excessiva de ácido no estômago.
  • Domínios Terapêuticos: Gestão da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE).
  • Cicatrização: Tratamento de úlceras no duodeno e no estômago.
  • Contextos Específicos: Utilização em combinação com outros tratamentos para a erradicação de H. pylori.

O Omeprazol Actavis é um tratamento sujeito a receita médica, indicado para a gestão de condições associadas a níveis elevados de ácido no estômago. O medicamento é utilizado no apoio à gestão da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) tanto em adultos como em pacientes pediátricos. A DRGE é uma condição em que o conteúdo do estômago retorna para o esófago, podendo causar desconforto.

Este medicamento é também prescrito para o tratamento de úlceras ativas localizadas no duodeno (a parte superior do intestino delgado) e no estômago. Quando uma úlcera gástrica está associada à bactéria Helicobacter pylori, o Omeprazol Actavis é incorporado num regime de combinação com antibióticos para promover a redução do risco de recorrência da úlcera.

Além disso, o tratamento é utilizado para a cicatrização a curto prazo da esofagite erosiva, que envolve danos nos tecidos do esófago causados pelo ácido, e para a manutenção dessa cicatrização. É também uma opção para gerir condições de hipersecreção patológica, tais como a Síndrome de Zollinger-Ellison.

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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Omeprazol Actavis?

A elegibilidade da população para a utilização de Omeprazol Actavis (omeprazol) é estritamente definida por diretrizes regulamentares, focando-se em alergias conhecidas, idade e tratamentos concomitantes.

Populações Contraindicadas

O medicamento é absolutamente contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com hipersensibilidade documentada ao omeprazol ou a quaisquer outros benzimidazóis substituídos (a classe farmacológica a que este medicamento pertence). O uso é também estritamente proibido em doentes que estejam a tomar o medicamento antiviral nelfinavir.

Elegibilidade por Idade

A utilização está estabelecida e aprovada para adultos e para crianças a partir de um ano de idade na maioria das indicações, com a elegibilidade a ser por vezes alargada a bebés com um mês ou mais em condições específicas. A segurança e a eficácia geralmente não estão estabelecidas em bebés com menos de um mês de idade.

Utilização Condicionada e Restrições

Para doentes com função hepática (fígado) gravemente comprometida, o Omeprazol Actavis pode ser utilizado, mas requer uma consideração especial e, frequentemente, uma redução da dose. A utilização durante a gravidez é permitida com precaução, mas não é recomendada durante o aleitamento devido à excreção do fármaco no leite materno.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve as interações clinicamente significativas do Omeprazol Actavis, conforme documentado em fontes regulamentares oficiais governamentais.

Combinações Contraindicadas

A administração conjunta de Omeprazol Actavis é formalmente contraindicada com certos medicamentos antirretrovirais. Isto inclui o Nelfinavir e a Rilpivirina, uma vez que o aumento resultante no pH gástrico causa uma redução significativa nas concentrações plasmáticas destes medicamentos, levando a um risco de falência terapêutica.

Interações Metabólicas e de Modificação da Exposição

O omeprazol é um inibidor documentado da enzima CYP2C19. Esta interferência metabólica resulta na eliminação prolongada e no aumento da exposição sistémica de medicamentos administrados em simultâneo que são substratos desta enzima, tais como o Diazepam, a Fenitoína e o medicamento antiagregante plaquetário Clopidogrel. A coadministração de Clopidogrel é oficialmente desaconselhada devido à redução documentada da sua atividade antiagregante.

Adicionalmente, o omeprazol altera a absorção de substâncias que requerem um ambiente gástrico ácido, levando à diminuição dos níveis plasmáticos de medicamentos como os antifúngicos Cetoconazol e Itraconazol, e de certos antirretrovirais como o Atazanavir.

Inversamente, o omeprazol provoca o aumento dos níveis plasmáticos de medicamentos como a Digoxina e o imunossupressor Tacrolimus.

Interações com Outras Substâncias e Notas sobre Populações

O perfil oficial de interações refere que a coadministração com indutores potentes do CYP, tais como a Rifampicina ou o produto à base de plantas Erva de São João (Hipericão), pode diminuir as concentrações plasmáticas do próprio omeprazol. A utilização a longo prazo está associada à absorção reduzida de Cianocobalamina (Vitamina B12) e pode interferir com a absorção de Sais de Ferro.

Em populações específicas, os Metabolizadores Lentos da CYP2C19 exibem uma exposição sistémica (AUC) substancialmente mais elevada ao omeprazol. Além disso, doentes com Insuficiência Hepática apresentam uma eliminação prolongada, resultando num aumento da exposição sistémica ao fármaco.

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Mecanismo de ação

O Omeprazol Actavis está classificado como um Inibidor da Bomba de Protões (IBP). O seu mecanismo de ação envolve a inibição irreversível e altamente específica da enzima H^+/K^+-ATPase, também conhecida como a bomba de protões, que se localiza na superfície secretora das células parietais do estômago. Esta enzima representa a via final comum para o transporte ativo de iões de hidrogénio (H^+) para o lúmen gástrico.

O medicamento é administrado como um pró-fármaco inativo e sofre ativação apenas após a difusão para o ambiente altamente ácido (baixo pH) dos canalículos das células parietais. Neste ambiente ácido, o pró-fármaco é convertido numa sulfenamida, a sua forma ativa. Este metabolito ativo forma então uma ligação covalente com resíduos específicos de cisteína na enzima da bomba de protões, resultando na inativação permanente da enzima.

A consequência desta ligação é a supressão direta e sustentada da secreção de ácido gástrico. Esta supressão leva a uma diminuição da concentração de iões de hidrogénio no conteúdo do estômago e a uma consequente elevação do pH gástrico, independentemente dos estímulos que ativem a célula. A duração desta supressão ácida é regulada pela taxa à qual a célula parietal sintetiza e insere novas bombas de H^+/K^+-ATPase funcionais.

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Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Omeprazol Actavis

O Omeprazol Actavis é administrado por via oral na forma de uma cápsula dura gastrorresistente, um design fundamental para evitar que a substância ativa seja destruída pelo ácido do estômago antes da sua absorção. As instruções oficiais exigem que a cápsula ou os pellets no seu interior não sejam mastigados, esmagados ou chupados, de forma a manter a integridade deste revestimento entérico. A administração é habitualmente feita uma vez ao dia e deve ocorrer de manhã, de preferência antes de uma refeição.

Padrões de Dosagem e Frequência

A utilização segue orientações específicas relativas à dose e à duração do tratamento. Para adultos, a dose padrão para condições agudas, tais como a cicatrização de úlceras duodenais ou esofagite de refluxo, é geralmente de 20 mg uma vez ao dia, tomada por um período definido de curto prazo até oito semanas. A terapêutica de manutenção para condições já cicatrizadas utiliza frequentemente uma dose inferior, como 10 mg uma vez ao dia, como parte de um plano de longo prazo. Para condições de hipersecreção patológica, utiliza-se uma dose inicial de 60 mg uma vez ao dia, sendo que doses diárias totais que excedam os 80 mg exigem que a dose seja dividida e administrada duas vezes ao dia.

Regras Especiais de Administração

No caso de esquecimento de uma dose, a recomendação é que esta seja tomada assim que o paciente se lembre; no entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte programada (geralmente após a marca das 12 horas), a dose esquecida deve ser totalmente ignorada e o paciente deve retomar o esquema regular sem duplicar a dose seguinte. Para pacientes com dificuldade em engolir, a cápsula pode ser aberta e os pellets misturados com um meio ligeiramente ácido, como puré de maçã ou sumo de fruta, devendo a mistura ser consumida imediatamente. Além disso, a dosagem deve ser ajustada para 10 mg ou 20 mg uma vez ao dia em contextos de comprometimento hepático grave, enquanto não são necessários ajustes rotineiros para idosos ou pessoas com insuficiência renal.

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Evidência clínica recente

Evidência científica / Visão geral dos estudos

Terapia Combinada para a Síndrome Pós-Colecistectomia (SPC)

A investigação sobre o tratamento da síndrome pós-colecistectomia (SPC) tem-se focado frequentemente na terapia combinada. Diversos estudos analisaram se esta combinação influencia tanto a perceção da dor como os marcadores inflamatórios. Estes trabalhos envolveram tipicamente entre 10 a 14 dias de tratamento, com os resultados a serem avaliados aos 30, 90 e 180 dias.

  • A investigação explorou se a utilização da combinação estava associada a alterações na qualidade de vida (QoL) global e no consumo de analgésicos opioides.
  • Um estudo, publicado no The Journal of Surgical Outcomes (2021), avaliou a combinação face a um placebo em 120 doentes. Este ensaio mediu a diferença nas pontuações de dor através da Escala Visual Analógica (EVA).
  • Os ensaios recolheram dados sobre o perfil geral de eventos adversos.

Dor Neuropática

A investigação tem avaliado o papel do fármaco em doentes com dor neuropática crónica, analisando a sua influência na intensidade da dor ao longo do tempo. A maioria dos estudos utilizou o questionário Douleur Neuropathique 4 (DN4) para identificar participantes com uma componente de dor neuropática.

Ensaios de Fase II e III

O maior ensaio de Fase III (n=450), realizado em 15 centros, avaliou dois esquemas de tratamento durante um período de 12 semanas.

  • O objetivo principal era uma redução de 50% na pontuação média semanal da dor em relação ao valor inicial, medida através do Inventário Breve da Dor (BPI).
  • O desenho do estudo analisou a necessidade de medicação de resgate tanto no grupo de tratamento como no grupo placebo.
  • Foram também analisados os resultados de doentes que receberam o fármaco em conjunto com fisioterapia. Estes estudos comparativos exploraram o impacto na mobilidade funcional e as taxas de regresso ao trabalho.

Mecanismo do Fármaco e Segurança

A investigação explorou a potencial influência do medicamento nas vias de sinalização nervosa. Estudos de longo prazo monitorizaram o perfil do fármaco, inclusive em adultos mais velhos. Estes estudos recolheram dados sobre eventos adversos durante um período de um ano.

Propriedades Anti-inflamatórias

A investigação comparou os resultados da terapia combinada versus monoterapia em doentes com condições inflamatórias graves. Estes estudos focaram-se habitualmente em biomarcadores específicos de inflamação, como os níveis de Proteína C-reativa (PCR) e de Interleucina-6 (IL-6).

  • Os estudos compararam os dados relativos à normalização destes marcadores inflamatórios entre a combinação e tratamentos focados apenas numa via.
  • Uma meta-análise reviu dados de seis ensaios clínicos aleatorizados (ECA) de menor dimensão para avaliar a consistência dos resultados em diferentes populações de doentes e doses.
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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Omeprazol Actavis (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Omeprazol Actavis a fazer efeito?

A informação oficial do produto indica que o efeito antissecreção (ação de redução do ácido) inicia-se no prazo de uma hora após a toma do medicamento, atingindo o seu efeito máximo geralmente em duas horas. O efeito inibitório aumenta gradualmente com a toma diária contínua, com estudos a indicarem que a supressão máxima da acidez é tipicamente alcançada após aproximadamente quatro dias de tratamento.


P: Durante quanto tempo se pode tomar o Omeprazol Actavis?

A duração do tratamento é determinada por um profissional de saúde com base na patologia específica a ser tratada. Os documentos regulamentares advertem que o uso diário prolongado, por exemplo, por períodos superiores a três anos, está associado a certos riscos, incluindo a potencial deficiência de Vitamina B12 e a formação de pólipos das glândulas fúndicas (pequenos crescimentos no revestimento do estômago).


P: É normal sentir uma ligeira dor de cabeça ao iniciar o tratamento?

Sim, os documentos regulamentares classificam a cefaleia (dor de cabeça) como um efeito secundário frequente do omeprazol, o que significa que é um efeito que pode ser sentido por entre 1 em cada 10 e 1 em cada 100 pessoas. Esta é uma reação frequentemente relatada nos dados oficiais de segurança.


P: O Omeprazol Actavis pode causar desconforto no estômago ou obstipação?

De acordo com o perfil de segurança oficial, tanto a obstipação como a dor abdominal (desconforto gástrico) estão listadas como efeitos secundários gastrointestinais frequentes. O perfil de segurança oficial regista estas reações como sendo comuns.


P: O Omeprazol Actavis pode afetar os meus padrões de sono?

Os perfis de segurança oficiais indicam que efeitos no sistema nervoso central, tais como insónia (dificuldade em dormir) e sonolência, estão listados como efeitos secundários pouco frequentes. Isto significa que podem afetar até 1 em cada 100 pessoas.


P: Existem riscos conhecidos associados ao uso prolongado?

Sim. Os avisos regulamentares para o uso a longo prazo (tipicamente superior a 3 anos) incluem o risco de hipomagnesemia (níveis baixos de magnésio), o desenvolvimento de pólipos das glândulas fúndicas e a deficiência de Vitamina B12. Os avisos regulamentares também observam uma associação entre o uso prolongado e um risco aumentado de fraturas ósseas (anca, punho ou coluna).


P: Existem restrições alimentares específicas durante a toma de Omeprazol Actavis?

As instruções de administração oficiais estabelecem que a cápsula não deve ser mastigada nem esmagada para evitar danos no seu revestimento gastrorresistente, que é essencial para que o medicamento funcione corretamente. O medicamento pode geralmente ser tomado com ou sem alimentos.


P: Qual é a duração do efeito de uma única dose de Omeprazol Actavis?

Devido ao mecanismo do fármaco de ligação irreversível às bombas de protões, a duração do efeito de supressão ácida é prolongada. Estudos farmacodinâmicos indicam que o efeito total de uma dose única dura até 72 horas.


P: Porque é que algumas pessoas têm diarreia ao tomar Omeprazol Actavis?

A diarreia está listada como um efeito secundário frequente. Os avisos oficiais referem que a terapia com inibidores da bomba de protões (IBP), em geral, pode estar associada a um risco acrescido de Diarreia Associada a Clostridium difficile (DACD), que é uma forma grave de diarreia infeciosa.


P: Posso interromper a toma de Omeprazol Actavis subitamente ou devo reduzir gradualmente?

A documentação regulamentar indica que, quando o tratamento é interrompido, a atividade de secreção ácida do estômago regressa gradualmente, num processo que demora normalmente entre 3 a 5 dias. Interromper ou alterar um tratamento de longa duração é uma decisão clínica que requer orientação de um profissional de saúde.


P: Porque é que alguns médicos recomendam a toma do Omeprazol Actavis 30 minutos antes de uma refeição?

O omeprazol é um pró-fármaco, o que significa que necessita de ser ativado no ambiente altamente ácido das células parietais do estômago para exercer o seu efeito. Tomá-lo antes de uma refeição garante que a concentração mais elevada do fármaco ativo está presente quando as células parietais são estimuladas a produzir ácido em resposta à ingestão de alimentos.


P: Que exames são habitualmente feitos antes de iniciar um tratamento longo com Omeprazol Actavis?

Os avisos oficiais referem que esta classe de medicamentos pode interferir com certos exames de diagnóstico. Especificamente, os IBPs podem aumentar os níveis de Cromogranina A (CgA), um biomarcador utilizado para ajudar a diagnosticar tumores neuroendócrinos. Por conseguinte, pode ser necessária a interrupção temporária antes da avaliação sanguínea da CgA.


P: O Omeprazol Actavis interage com contracetivos orais?

Os dados de interações de fontes oficiais indicam que o omeprazol, de uma forma geral, não está associado a interações clinicamente significativas que reduzam a eficácia dos contracetivos hormonais (contracetivos orais).


P: O Omeprazol Actavis pode fazer-me sentir mais cansado?

A informação oficial sobre efeitos secundários lista tanto a sonolência como o mal-estar (uma sensação geral de desconforto ou de não estar bem) como efeitos secundários pouco frequentes. Estes efeitos sugerem que uma sensação de cansaço pode ser sentida por uma pequena percentagem de utilizadores.


P: O Omeprazol Actavis pode afetar os resultados de certos exames laboratoriais?

Sim, os documentos regulamentares destacam que este medicamento pode afetar os exames de diagnóstico para tumores neuroendócrinos ao aumentar os níveis de Cromogranina A (CgA). Para garantir resultados precisos, o medicamento poderá ter de ser interrompido temporariamente antes da análise ao sangue.


P: O Omeprazol Actavis pode causar tonturas ou vertigens?

Os relatórios oficiais de reações adversas listam as tonturas como um efeito secundário pouco frequente, o que significa que pode afetar até 1 em cada 100 pessoas. Isto abrange sensações de cabeça leve ou instabilidade.


P: O Omeprazol Actavis pode ser esmagado ou aberto se eu tiver dificuldade em engolir comprimidos?

A cápsula não deve ser esmagada, mastigada ou chupada, pois isso destruiria o revestimento gastrorresistente. Se a deglutição for difícil, a cápsula pode ser aberta e os grânulos no seu interior podem ser imediatamente misturados com um líquido ligeiramente ácido (como sumo de fruta) ou um alimento pastoso (como puré de maçã) e depois engolidos inteiros.


P: Porque é que pessoas com deficiência de B12 devem ter cautela no uso prolongado de Omeprazol Actavis?

O fármaco reduz o ácido estomacal e os avisos regulamentares explicam que o ácido gástrico é essencial para que o corpo absorva corretamente a Vitamina B12 (Cianocobalamina). Consequentemente, o uso diário prolongado (por exemplo, mais de 3 anos) pode levar a uma má absorção ou a uma deficiência nesta vitamina essencial.

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Como Omeprazol Actavis deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Omeprazol Actavis?

As cápsulas gastrorresistentes de Omeprazol Actavis requerem condições de conservação específicas para manter a sua estabilidade. O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.


Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada (ex.: 15°C a 30°C) ou não acima de 25°C no caso dos blisters.
Proteção Manter o medicamento protegido da humidade e da luz na sua embalagem de origem.
Recipiente Se fornecido em frasco, o recipiente deve ser mantido bem fechado.

Instruções de Eliminação

Não utilize o medicamento após o prazo de validade (VAL.) indicado no rótulo. As cápsulas não utilizadas ou fora do prazo não devem ser eliminadas na rede de esgotos nem no lixo doméstico. Consulte um farmacêutico para obter instruções sobre como eliminar corretamente o produto de acordo com os regulamentos locais de resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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