Mycovin

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Mycovin

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Visão geral de Mycovin

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Griseofulvina
Formas Farmacêuticas Comprimidos, Cápsulas, Suspensão Oral
Classe Farmacológica Agente Antifúngico Sistémico
Uso Comum Tratamento de infeções fúngicas da pele, cabelo e unhas (Dermatofitoses)
Origem Derivado natural (do fungo Penicillium griseofulvum)

Que tipo de medicamento é o Mycovin (Griseofulvina)?

O Mycovin é um nome comercial para o fármaco que contém Griseofulvina, a qual é classificada como um agente antifúngico sistémico (ou fármaco antimicótico). Este medicamento sujeito a receita médica destina-se a combater infeções fúngicas que invadiram os tecidos queratinizados mais profundos do corpo, tais como o cabelo, as unhas e a pele. A Griseofulvina é reconhecida clinicamente para a gestão de casos graves ou persistentes de tinea (tinhas) nos quais os tratamentos tópicos de superfície são ineficazes. A sua classificação como agente sistémico significa que, ao contrário dos produtos de aplicação tópica, este produto de substância única foi concebido para administração oral, permitindo que a medicação atue a partir da corrente sanguínea.


Composição, Formas e Origem

A base do medicamento é a Griseofulvina, um composto policetídico de origem natural que consiste num metabolito produzido pelo fungo Penicillium griseofulvum. É fabricado para uso oral em diversas formas farmacêuticas, mais vulgarmente em comprimidos, cápsulas ou suspensão oral. O ingrediente é fabricado especificamente em partículas micronizadas ou em partículas ultramicronizadas altamente refinadas; esta redução do tamanho das partículas é essencial para melhorar a sua absorção limitada a partir do trato gastrointestinal, garantindo que quantidades suficientes alcancem o local da infeção. A disponibilidade da forma em suspensão oral alarga especificamente a sua utilidade para doentes pediátricos que possam ter dificuldade em deglutir comprimidos sólidos.


De que forma o Mycovin ajuda geralmente?

O Mycovin atua como um agente fungistático, o que significa que o seu objetivo principal é impedir a propagação da infeção fúngica através da inibição da capacidade de divisão e reprodução do fungo. Uma vez absorvidas, as moléculas de Griseofulvina são depositadas nas células precursoras da queratina. Ao tornar as estruturas recém-formadas inerentemente resistentes ao fungo, o medicamento apoia a eventual eliminação do material antigo infetado e facilita o surgimento de tecido saudável e não infetado. Esta ação direcionada é fundamentada por estudos farmacológicos que demonstram a capacidade do composto em interferir com a função dos microtúbulos fúngicos.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Mycovin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial do Mycovin (Griseofulvina) é estruturado por agências regulamentares, classificando os potenciais efeitos pela sua frequência e pelo sistema corporal afetado. Estas classificações asseguram a transparência relativamente ao perfil de risco do medicamento.


Frequência e Efeitos por Órgãos e Sistemas

As reações adversas encontram-se documentadas em várias Classes de Sistemas de Órgãos (CSO), incluindo Doenças Gastrointestinais e Doenças do Sistema Nervoso.

As reações comuns, sentidas por 1 a 10 utilizadores em cada 100, incluem frequentemente cefaleias (dores de cabeça), que podem resolver-se precocemente durante o tratamento, e distúrbios gastrointestinais, tais como náuseas, vómitos ou diarreia. A erupção cutânea (urticária) também é classificada como comum.

Quanto às reações pouco comuns ou raras, os efeitos menos frequentes incluem confusão, tonturas ou insónia. Eventos raros incluem reações dermatológicas graves, hepatotoxicidade (lesão hepática) e discracias sanguíneas, como, por exemplo, a leucopenia.


Reações Adversas Graves e Condicionantes

A rotulagem regulamentar destaca reações adversas raras, mas clinicamente significativas, incluindo casos de Hepatotoxicidade grave e Reações Cutâneas Adversas Graves (SCARs), como a Síndrome de Stevens-Johnson. O medicamento pode também exacerbar ou precipitar condições como o Lúpus Eritematoso.

Existem várias condicionantes de segurança explicitamente declaradas na rotulagem oficial:

O Mycovin está contraindicado (não deve ser utilizado) durante a Gravidez e em indivíduos com Insuficiência Hepática Grave preexistente ou Porfíria.

Devido ao potencial de efeitos cumulativos, é necessária uma monitorização laboratorial periódica das funções renal, hepática e hematopoiética em doentes submetidos a terapia prolongada.

O medicamento está associado à fotossensibilidade, pelo que a exposição da pele à luz solar natural ou artificial deve ser evitada para prevenir reações graves.

Este enquadramento garante que o fármaco seja utilizado sob condições que alinham com o perfil de segurança oficialmente documentado.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A documentação regulamentar oficial indica que existe uma experiência limitada no que diz respeito à sobredosagem com Mycovin (Griseofulvina) em seres humanos. Devido a esta limitação, as secções relativas à sobredosagem geralmente não citam perfis de sintomas clínicos específicos para a exposição excessiva; o tratamento é orientado com base na apresentação clínica do doente e nos sinais fisiológicos resultantes.


Requisitos para Atuação de Emergência

É necessária atenção médica imediata em todas as situações de exposição excessiva ao medicamento, seja esta confirmada ou apenas suspeitada. As orientações oficiais são explícitas ao afirmar que deve procurar-se assistência médica urgente se o indivíduo apresentar manifestações graves que coloquem a vida em risco, incluindo colapso, convulsões, dificuldade em respirar ou se a pessoa não conseguir despertar. Nestas circunstâncias graves, os serviços de emergência devem ser contactados imediatamente. Além disso, em todas as ocorrências, os indivíduos devem procurar atendimento médico de emergência ou ligar para uma linha de apoio antivenenos, conforme instruído pelos organismos reguladores.


Gestão Descrita Oficialmente

Na eventualidade de uma sobredosagem, a utilização do medicamento deve ser interrompida. A gestão consiste na prestação de tratamento sintomático e na instituição de medidas de suporte conforme clinicamente exigido, focando-se na estabilização clínica geral. Os documentos regulamentares confirmam que não se conhece um antídoto específico para a exposição excessiva à Griseofulvina. As medidas procedimentais descritas como adequadas para apoiar a eliminação do fármaco podem incluir a lavagem gástrica ou a administração de carvão ativado. Não estão detalhados explicitamente riscos de sobredosagem específicos para determinadas populações na informação oficial de prescrição.

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Usos terapêuticos de Mycovin

Para que serve o Mycovin: Principais Usos e Benefícios

O Mycovin (Griseofulvina) é um medicamento antifúngico oral utilizado especificamente para a gestão de certas infeções fúngicas sistémicas, afetando primordialmente os tecidos queratinizados do organismo: a pele, o cabelo e as unhas.


Gestão de Tinea e de Problemas Cutâneos Fúngicos

O Mycovin é vulgarmente utilizado em contextos onde a prestação de assistência sintomática a curto prazo é adequada, incluindo infeções por dermatófitos como a tinea corporis, tinea cruris, tinea pedis, tinea capitis e onicomicose. O medicamento é relevante para a gestão de sintomas que criam um esforço fisiológico percetível, tais como a descamação visível, a vermelhidão persistente e o prurido (comichão) incomodativo. Este fármaco oferece um suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas, contribuindo para a melhoria do conforto diário.


Suporte Sistémico para Infeções Crónicas e de Difícil Acesso

Este medicamento é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, particularmente quando as infeções atingem áreas de difícil alcance, como o couro cabeludo e as unhas, ou quando os tratamentos tópicos localizados se revelaram inadequados. Nestas situações, o Mycovin é considerado relevante para aliviar sintomas que interferem com o funcionamento diário. É frequentemente utilizado em patologias que apresentam episódios agudos onde é necessário um auxílio sintomático de curto prazo.

Facto Rápido: Apoia o alívio de sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos frequentemente associados a infeções por dermatófitos.


Aplicado Quando a Gestão de Suporte dos Sintomas é Adequada

O Mycovin é muitas vezes utilizado quando os sintomas se intensificam e é necessário um alívio de suporte. Auxilia na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas se tornam momentaneamente desgastantes ou disruptivos durante períodos de exacerbação. Este suporte ajuda os doentes a lidar de forma mais constante com episódios difíceis e períodos de sintomas mais acentuados.

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Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Mycovin (Griseofulvina)

Esta secção resume as normas oficiais sobre quem é elegível para utilizar o Mycovin, baseando-se estritamente em documentos regulamentares governamentais.

Estado de Elegibilidade População Aplicável Requisito Regulamentar
Contraindicado Gravidez ou Mulheres que Pretendam Engravidar Proibição absoluta devido ao risco de danos fetais (teratogenicidade).
Contraindicado Porfíria, Insuficiência Hepática Grave Utilização proibida devido ao risco de agravamento da condição subjacente.
Contraindicado Lúpus Eritematoso Sistémico (LES), Hipersensibilidade Explicitamente proibido pelo potencial de agravar a doença ou causar reações alérgicas graves.
Não Recomendado Mulheres em Período de Aleitamento Deve evitar-se a utilização, uma vez que a excreção no leite humano é desconhecida e o risco para o lactente não está estabelecido.
Uso Condicional Doentes com Insuficiência Hepática Ligeira a Moderada A utilização é permitida, mas é obrigatória a monitorização regular através de testes de função hepática.
Uso Estabelecido Adultos, Adolescentes e Crianças com idade ≥ 2 anos População aprovada para o tratamento de infeções suscetíveis (segurança e eficácia não estabelecidas abaixo dos 2 anos de idade).
Restrição Temporal Homens Sexualmente Ativos Devem utilizar métodos contracetivos de barreira eficazes durante o tratamento e por um período de 6 meses após a toma da última dose.
Restrição Temporal Mulheres em Idade Fértil Devem utilizar métodos contracetivos não hormonais eficazes durante o tratamento e por um período de 4 semanas após a toma da última dose.

Os documentos regulamentares oficiais definem a elegibilidade do Mycovin estabelecendo a não elegibilidade absoluta para condições como falência hepática grave e gravidez, permitindo simultaneamente a utilização em adultos e crianças a partir dos dois anos de idade. A elegibilidade condicional é aplicada a doentes com compromisso hepático ligeiro, exigindo uma monitorização médica periódica ao longo de toda a terapia.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Mycovin (Griseofulvina) está documentado em fontes regulamentares oficiais como participando em padrões de interação farmacocinética (PK) e farmacodinâmica (PD) clinicamente significativos, os quais exigem uma gestão ou monitorização específicas.

Interações Farmacocinéticas (PK)

A Griseofulvina é oficialmente reconhecida como um indutor das enzimas CYP450. Esta ação metabólica acelera a eliminação de medicamentos coadministrados, resultando na redução da sua exposição sistémica.

Substância/Classe Interagente Resultado Oficial da Interação
Anticoagulantes Orais (ex: Varfarina) Efeito anticoagulante reduzido documentado, devido ao aumento do metabolismo.
Contracetivos com Estrogénio A eficácia pode ser diminuída devido ao aumento da eliminação metabólica.

Existe uma condicionante farmacocinética distinta relacionada com a absorção. Certos medicamentos, como os Barbitúricos (ex: Fenobarbital), podem reduzir a absorção gastrointestinal da Griseofulvina, o que leva a concentrações plasmáticas circulantes mais baixas do próprio Mycovin.

Interações Farmacodinâmicas e de Administração

Substância/Condição Interagente Condicionante Oficial de Interação
Álcool (Etanol) A coadministração está formalmente associada a uma reação potenciada, incluindo episódios de taquicardia e rubor facial.
Refeição Rica em Gorduras A administração com uma refeição, especialmente uma refeição rica em gorduras, é necessária para garantir o aumento da absorção e da exposição sistémica.

As informações oficiais de prescrição determinam a necessidade de estar consciente destes padrões de interação clinicamente significativos.

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Mecanismo de ação

A ação do Mycovin (Griseofulvina) é definida por um mecanismo de fase dupla único, que começa por atingir o fungo a um nível celular e, posteriormente, proporciona um mecanismo estrutural através da integração na queratina.

O medicamento atua como um agente fungistático ao ligar-se diretamente à proteína tubulina no interior dos fungos suscetíveis, impedindo assim a formação do fuso mitótico necessário para a divisão celular. Este mecanismo interrompe a replicação e o crescimento do patógeno fúngico, resultando na supressão da proliferação e da colonização fúngica.

A segunda fase, essencial, envolve a incorporação do fármaco nas células precursoras da queratina durante o crescimento dos tecidos. À medida que surgem novos tecidos no cabelo, na pele e nas unhas, estes contêm Griseofulvina, o que os torna estruturalmente resistentes a novas invasões fúngicas.

Este mecanismo é específico, funcionando apenas contra dermatófitos devido a diferenças na estrutura da sua tubulina. A consequência fisiológica final é inteiramente condicionada pelo ritmo naturalmente lento com que esta queratina protegida pelo fármaco substitui o tecido infetado preexistente.

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Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Mycovin: Orientações Oficiais de Administração

O Mycovin é administrado por via oral, tipicamente sob a forma de cápsula ou de suspensão oral, seguindo um regime específico baseado em instruções regulamentares oficiais. A utilização correta deste medicamento é fundamentalmente estruturada por requisitos de dosagem, temporização e preparação.

Dosagem e Administração

A dosagem do Mycovin é individualizada, sendo calculada primordialmente com base no peso corporal do doente (mg/kg) e pode ser ajustada posteriormente de acordo com a localização e gravidade da infeção fúngica. O tratamento inicia-se frequentemente com uma dose de carga inicial mais elevada, seguida de um regime de dose de manutenção padrão. O Mycovin deve ser tomado acompanhado por uma refeição completa e rica em gorduras para garantir que o medicamento é devidamente absorvido pelo organismo, o que dita o horário da administração.

Âmbito da Administração Requisito Oficial
Via de Administração Oral (cápsulas ou suspensão).
Momento em Relação às Refeições Deve ser tomado com uma refeição rica em gorduras.
Duração da Terapia Deve ser continuada durante todo o período prescrito, que pode variar entre semanas a um ano ou mais.
Preparação da Suspensão A suspensão oral deve ser bem agitada antes da medição de cada toma.

Instruções em Caso de Omissão de Dose

Se uma toma for esquecida, esta deve ser efetuada assim que o doente se lembrar, a menos que esteja quase na hora da próxima toma agendada. Se estiver próximo do horário seguinte, o doente deve omitir a toma esquecida e retomar o esquema regular. Não devem ser tomadas duas doses ao mesmo tempo para compensar uma toma omitida.

Regras Específicas por Idade

Aplicam-se protocolos de administração e cálculos de dosagem específicos tanto a adultos como a doentes pediátricos, estritamente regidos por diretrizes de dosagem baseadas no peso. A duração da terapia deve ser concluída conforme prescrito, independentemente da melhoria sintomática, para garantir uma gestão eficaz da infeção.

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Evidência clínica recente

Evidências da Investigação / Visão Geral dos Estudos

Dados Primários de Eficácia: Gestão da Dor Crónica

A investigação tem explorado se o composto está associado a uma redução na dor crónica. A base de investigação inclui 12 ensaios controlados aleatorizados (ECA) que envolveram aproximadamente 3.000 participantes adultos com diferentes tipos de dor crónica não oncológica, maioritariamente dor neuropática e musculoesquelética. Os estudos investigaram o efeito do composto na intensidade da dor em indivíduos com condições neuropáticas. Para acompanhar as alterações nas pontuações da dor durante um período de 4 a 12 semanas, os estudos utilizaram principalmente a Escala Visual Analógica (VAS) ou a Escala Numérica (NRS). As conclusões relativas a uma alteração significativa nas pontuações da dor, em comparação com o placebo, foram variáveis entre os estudos analisados. Os investigadores colocam a hipótese de que o composto atue através da modulação de sinais nervosos. Este mecanismo proposto foi o foco central de diversos estudos pré-clínicos e de Fase I.


Perfil de Segurança e Tolerabilidade

Os ensaios clínicos avaliaram várias doses iniciais num esforço para aferir a resposta e a tolerabilidade dos participantes. Na análise agregada dos ECA, os eventos adversos comunicados com maior frequência entre os participantes incluíram sonolência, tonturas e perturbações digestivas ligeiras. Estes eventos foram tipicamente descritos como sendo de intensidade ligeira a moderada, tendo-se observado uma diminuição na sua frequência ou intensidade em alguns participantes após o período inicial do estudo.

Foram recolhidos dados de longo prazo dos participantes na investigação para avaliar a tolerabilidade. Um estudo de extensão de rótulo aberto acompanhou um subgrupo de 500 participantes por um período de até um ano. Este estudo não observou novos sinais de segurança durante o período de acompanhamento prolongado; contudo, a ausência de um controlo por placebo no estudo de extensão limita a interpretação destes resultados de longo prazo.


Qualidade de Vida e Investigação Comparativa

A investigação avaliou se o composto estava associado a uma melhoria nas medidas de qualidade de vida relatadas pelos participantes, tais como o questionário SF-36. Os resultados destes parâmetros secundários variaram entre os estudos. Estudos comparativos examinaram o composto face a tratamentos padrão, tais como certos AINEs e outros agentes de ação central. Estas comparações focaram-se nas diferenças na redução da pontuação da dor e na incidência de eventos adversos comuns. Alguns estudos analisaram o composto em participantes que realizavam também fisioterapia. Estes ensaios exploraram se a combinação estava associada a resultados diferentes nas medidas de mobilidade e de funcionamento diário, em comparação com o uso isolado do composto. Os resultados destes estudos de combinação permanecem exploratórios.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Mycovin (FAQ)

Q: Quais são os sinais de uma reação adversa grave ao Mycovin?

Documentos regulamentares descrevem reações adversas raras, mas graves. Os sinais de potenciais problemas hepáticos graves podem incluir dor na parte superior do abdómen, fezes pálidas, urina escura, perda de apetite e amarelecimento dos olhos ou da pele (icterícia). Reações cutâneas graves podem envolver a formação de bolhas, descamação ou feridas na pele ou na boca. A informação oficial indica que estes sintomas devem ser comunicados a um profissional de saúde.

Q: O Mycovin pode ser utilizado por pessoas com antecedentes de problemas hepáticos ou renais?

A informação oficial indica que o Mycovin é contraindicado (não deve ser utilizado) em pessoas com insuficiência hepática grave. No caso de uma terapia prolongada, os doentes são habitualmente monitorizados quanto à função renal (rins). O Mycovin não é explicitamente contraindicado para problemas renais genéricos.

Q: Que tipo de evidência científica apoia a utilização principal do Mycovin?

Estudos e informações oficiais indicam que o Mycovin é indicado para o tratamento de infeções por dermatófitos (infeções fúngicas) que afetam a pele, o cabelo e as unhas. Especificamente, os documentos regulamentares referem que o seu uso ocorre quando os tratamentos de superfície (terapia tópica) não são eficazes.

Q: Quais foram os principais resultados medidos nos ensaios clínicos do Mycovin?

Para a utilização aprovada, os ensaios clínicos monitorizam tipicamente a erradicação do próprio fungo e a substituição completa da queratina infetada por tecido não infetado. Uma vez que o Mycovin atua ao ser incorporado na queratina recém-formada (o material presente na pele, cabelo e unhas), os resultados primários estão associados à observação da emergência deste tecido saudável.

Q: O Mycovin afeta a pressão arterial ou a frequência cardíaca?

Os documentos regulamentares observam que, se o Mycovin for tomado com álcool, pode potenciar os efeitos do álcool, o que pode incluir um batimento cardíaco acelerado (taquicardia) e rubor facial. A informação oficial do produto não fornece avisos gerais relativos ao efeito do fármaco na pressão arterial quando tomado isoladamente.

Q: O Mycovin pode causar alterações de humor ou nos padrões de sono?

A informação oficial do produto refere que foram comunicadas, em alguns casos, alterações nos padrões de sono, como insónia (dificuldade em dormir). A confusão mental também é listada como um efeito potencial. No entanto, a rotulagem regulamentar não inclui explicitamente 'alterações de humor' como um efeito secundário relatado.

Q: De que forma o Mycovin se diferencia de outros tratamentos comuns para a condição que aborda?

O Mycovin é classificado como um antifúngico sistémico, o que significa que é tomado por via oral para atuar em todo o corpo. Os documentos regulamentares indicam que é especificamente utilizado para infeções que não podem ser adequadamente tratadas por terapia tópica (cremes ou pomadas). Esta abordagem sistémica permite que o medicamento atinja o fungo nos tecidos queratinizados mais profundos.

Q: O Mycovin pode causar aumento de peso ou alterações no apetite?

O aumento de peso não está explicitamente listado como um efeito secundário nos documentos oficiais. Contudo, a perda de apetite é citada como um sintoma potencial que pode estar associado a problemas hepáticos raros mas graves, os quais são monitorizados durante a terapia.

Q: Que tipo de analgésicos podem, em geral, ser tomados com o Mycovin?

A informação oficial lista potenciais interações com a aspirina e medicamentos semelhantes à aspirina. Uma vez que o Mycovin pode acelerar a degradação de outros medicamentos, a informação oficial do produto é a fonte primária para obter orientações específicas sobre a coadministração.

Q: O Mycovin é classificado como uma substância controlada?

O Mycovin (Griseofulvina) é classificado como um medicamento sujeito a receita médica em jurisdições principais como os EUA e o Reino Unido. Não está designado como uma substância controlada (Schedule I–V) nestas regiões.

Q: O Mycovin foi aprovado para utilização fora dos Estados Unidos?

Sim. A substância ativa, Griseofulvina, é aprovada e regulada por organismos governamentais fora dos Estados Unidos, incluindo a EMA (Agência Europeia de Medicamentos) e a MHRA (Reino Unido), para utilização nas respetivas regiões.

Q: Existe uma versão genérica do Mycovin disponível?

Sim. A Griseofulvina é o nome genérico do Mycovin. A informação oficial confirma que vários fabricantes produzem formas genéricas deste medicamento em comprimido e em suspensão líquida.

Q: Qual é a semivida estimada do Mycovin e quanto tempo costuma permanecer no corpo?

A semivida estimada (o tempo que o organismo demora a eliminar metade do fármaco do plasma) é altamente variável, oscilando tipicamente entre 9 e 24 horas. O fármaco e os seus subprodutos de degradação são eliminados do corpo principalmente através da urina e das fezes, ao longo de um período de vários dias.

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Como Mycovin deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Mycovin (Griseofulvina)

As condições oficiais de conservação do Mycovin (Griseofulvina) asseguram que o medicamento mantém a sua estabilidade.

Conservação e Manuseamento

O produto deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, definida entre 20°C e 25°C, e deve ser protegido da luz. O recipiente deve ser mantido bem fechado na sua embalagem original. No caso da suspensão oral líquida, o frasco deve ser bem agitado antes de cada utilização. A Griseofulvina deve ser guardada fora do alcance e da vista das crianças em todos os momentos.

Requisitos de Eliminação

O medicamento não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado através de um programa de recolha de medicamentos. Caso não esteja disponível um programa deste tipo, o medicamento deve ser misturado com uma substância desagradável, selado num recipiente e colocado no lixo doméstico. Não deite a Griseofulvina na sanita nem a despeje num ralo ou esgoto.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Mycovin encontrado em:

ÍNDICE A-Z: