Atorvastatin Teva

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Atorvastatin Teva

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Visão geral de Atorvastatin Teva

O medicamento Atorvastatina Teva é um produto farmacêutico definido rigorosamente pela sua classificação farmacológica e estrutura química, estabelecendo o seu papel fundamental como um agente regulador de lípidos. Trata-se de um fármaco de pequena molécula sintética, apresentado sob a forma de comprimido revestido por película para administração oral, uma forma padrão para administração sistémica.

Propriedade Descrição
Substância ativa Atorvastatina (sob a forma de sal de cálcio)
Forma farmacêutica Comprimido revestido por película (Oral)
Classe farmacológica Inibidor da redutase da HMG-CoA (Estatina)
Objetivo comum Controlo de níveis elevados de lípidos no sangue (Dislipidemia)
Origem Sintética

Que Tipo de Medicamento é a Atorvastatina Teva?

A Atorvastatina Teva pertence à classe de medicamentos sujeitos a receita médica conhecidos como Estatinas, formalmente categorizados como inibidores da redutase da HMG-CoA. Esta classificação indica que o fármaco atua especificamente através do impedimento da enzima limitante na síntese interna de colesterol no fígado. O produto é uma formulação de medicamento genérico fabricada pela Teva Pharmaceutical Industries, um fator que garante a sua bioequivalência em relação ao produto original de marca, sendo este um requisito rigorosamente avaliado pelas agências reguladoras.

Substância Ativa e Benefícios Gerais

A substância ativa é a Atorvastatina, um composto reconhecido clinicamente pela sua capacidade de proporcionar uma redução de elevada intensidade do colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL) e dos triglicéridos. A Atorvastatina distingue-se quimicamente de estatinas mais antigas devido à sua elevada lipofilia e longa semivida, o que sustenta o objetivo geral principal do medicamento no controlo da dislipidemia, mantendo concentrações controladas de gorduras prejudiciais no sangue.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Atorvastatin Teva?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Esta secção detalha as reações adversas e restrições de segurança da Atorvastatina oficialmente documentadas, baseando-se estritamente nas informações de prescrição regulamentares das autoridades governamentais.


Reações Adversas Documentadas

Os efeitos secundários mais frequentes são classificados como Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) e envolvem frequentemente problemas sistémicos e musculoesqueléticos. Estes incluem mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações), nasofaringite, cefaleias (dores de cabeça) e efeitos gastrointestinais, como diarreia e náuseas.

Os efeitos Raros (≥ 1/10.000 a < 1/1.000) e Muito Raros (< 1/10.000) abrangem condições significativas, tais como a trombocitopenia, a neuropatia periférica e a insuficiência hepática.


Considerações de Segurança Graves

O rótulo oficial destaca reações adversas raras mas graves que requerem atenção, afetando principalmente o fígado e o tecido muscular. Estas incluem a Rabdomiólise, uma condição muscular grave que pode levar a danos renais, e a Insuficiência Hepática, uma complicação hepática rara mas documentada. Sabe-se que o risco de miopatia aumenta com a coadministração de determinados medicamentos.


Restrições de Segurança Específicas para Populações

A Atorvastatina está formalmente contraindicada em várias populações e condições específicas, conforme definido pelas agências reguladoras. Isto inclui indivíduos com doença hepática ativa ou elevações persistentes e inexplicáveis das enzimas hepáticas. Está também contraindicada durante a gravidez e a amamentação devido a potenciais danos fetais, devendo as mulheres com potencial reprodutivo utilizar métodos contracetivos adequados. O risco de problemas musculares é também assinalado como sendo superior em adultos mais velhos (≥ 65 anos).

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A documentação regulamentar oficial descreve a sobredosagem de Atorvastatina como um evento de elevada exposição que pode aumentar o risco de efeitos adversos graves que envolvem os músculos e o fígado. Os fatores de risco que aumentam o potencial para desfechos severos incluem a idade avançada (mais de 65 anos), a insuficiência renal e o hipotiroidismo não controlado.

Manifestações Documentadas de Sobredosagem

A sobredosagem pode conduzir a sinais e sintomas compatíveis com toxicidade muscular ou hepática. Os sinais clínicos oficialmente documentados incluem dores, sensibilidade ou fraqueza muscular inexplicáveis, que podem ser acompanhadas por mal-estar ou febre. Os sinais de lesão hepática incluem icterícia (coloração amarelada da pele ou dos olhos) e hiperbilirrubinemia. Os achados laboratoriais associados à toxicidade incluem níveis marcadamente elevados de Creatina Quinase (CK) (superiores a 10 vezes o limite superior do normal) e aumentos nas transaminases séricas.

Desfechos Graves e Ação de Emergência

Os desfechos potenciais mais graves documentados são a rabdomiólise, uma lesão muscular severa que pode levar a uma lesão renal aguda, e relatos raros de insuficiência hepática fatal e não fatal.

Na eventualidade de uma suspeita de sobredosagem, as orientações regulamentares determinam que os doentes ou cuidadores devem contactar imediatamente um médico ou o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) ou dirigir-se de imediato ao serviço de urgência mais próximo. O medicamento deve ser prontamente interrompido se houver suspeita de lesão grave.

Gestão de Suporte e Antídoto

As informações oficiais de rotulagem indicam que não se conhece um tratamento específico ou antídoto para a sobredosagem de Atorvastatina. A gestão deve ser sintomática e consistir em medidas de suporte instituídas conforme necessário. Devido à elevada ligação às proteínas plasmáticas, não se espera que a hemodiálise aumente significativamente a depuração do fármaco.

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Usos terapêuticos de Atorvastatin Teva

O que a Atorvastatina Teva trata: principais utilizações e benefícios

A Atorvastatina Teva é utilizada para a gestão de condições caracterizadas por níveis elevados de gordura (lípidos) no sangue, sendo considerada relevante para atenuar a carga sistémica global associada a fatores de risco cardiovascular.

Este medicamento é aplicado em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional, auxiliando na gestão de níveis elevados de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL) e de triglicéridos.


Gestão de Lípidos Sanguíneos Anormais

Este domínio terapêutico é frequentemente utilizado em diversas condições que apresentam desconforto sistémico ou localizado relacionado com níveis lipídicos pouco saudáveis, tais como a hipercolesterolemia primária e a dislipidemia mista, que são condições que envolvem um desequilíbrio sistémico. A Atorvastatina ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, auxiliando na gestão de parâmetros lipídicos elevados. Isto contribui para aliviar a carga geral de sintomas e auxilia na manutenção da estabilidade funcional.


Proteção Cardiovascular de Suporte

A Atorvastatina é aplicada em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, especialmente em doentes com um risco aumentado de problemas cardíacos e dos vasos sanguíneos, incluindo aqueles com doença cardíaca coronária ou diabetes tipo 2 que apresentam múltiplos fatores de risco. O medicamento proporciona um alívio de suporte e é relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada em contextos que envolvem uma carga sistémica acrescida.

Facto Rápido: Pode auxiliar com sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico.

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Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Atorvastatina Teva — Informação Regulamentar Oficial

A elegibilidade para a Atorvastatina Teva é determinada por critérios regulamentares oficiais relacionados com o estado fisiológico, a idade e a função orgânica, estabelecendo quem está autorizado a utilizar o medicamento e quem apresenta restrições absolutas.


Populações Contraindicadas (Não Devem Utilizar)

Estado de Elegibilidade População / Condição Oficial
Contraindicado Doença Hepática Ativa ou elevações persistentes e inexplicáveis das transaminases.
Contraindicado Gravidez (devido a potenciais danos fetais).
Contraindicado Amamentação (Lactação).
Contraindicado Hipersensibilidade à atorvastatina ou a qualquer um dos excipientes.

Elegibilidade por Idade e Condição

Regras Relacionadas com a Idade Regras Específicas por Condição
Adultos (≥ 18 anos) e Idosos (utilização permitida). Insuficiência Renal (utilização permitida, sem necessidade de ajuste de dose).
Pediátrica (≥ 10 anos): Permitida para condições específicas (ex: HeFH). Histórico de Doença Hepática/Alcoolismo (utilizar com precaução).
Crianças (< 10 anos): Utilização não estabelecida. Fatores predisponentes para Miopatia (utilizar com precaução).
Mulheres com Potencial Reprodutivo devem utilizar contraceção adequada.

Ligação ao Perfil Geral de Elegibilidade

Os documentos regulamentares definem a elegibilidade através de proibições rigorosas, incidindo principalmente na doença hepática ativa e em estados fisiológicos como a gravidez e a amamentação. A utilização é permitida em adultos, enquanto o uso pediátrico está limitado a indivíduos com 10 ou mais anos para indicações específicas. Para todas as populações elegíveis, o rótulo oficial impõe restrições condicionais, tais como a utilização do medicamento com precaução na presença de fatores de risco para miopatia ou perante um histórico não ativo de doença hepática.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações da Atorvastatina Teva é regido principalmente por medicamentos e substâncias que alteram a sua concentração plasmática ou que aumentam o risco documentado de efeitos adversos específicos, conforme declarado nos documentos regulamentares oficiais.

Combinações Contraindicadas e Restrições

Classificação Agente de Interação Restrição Oficial / Resultado
Contraindicado Glecaprevir/Pibrentasvir A combinação é proibida.
Risco Adicional Fibratos (ex: Gemfibrozil), Colchicina, Niacina (≥ 1 g/dia) Aumenta o risco documentado de miopatia/rabdomiólise.
Aumento da Exposição Ciclosporina, Tipranavir mais Ritonavir Evitar a coadministração devido ao aumento das concentrações plasmáticas.

Interações Farmacocinéticas e com Substâncias

A coadministração de inibidores potentes do CYP3A4 (ex: Claritromicina, Itraconazol, certos inibidores da protease do VIH/VHC) ou de inibidores dos transportadores OATP aumenta significativamente a exposição sistémica à Atorvastatina, necessitando de limites de dose documentados para a Atorvastatina. Os indutores do CYP3A4, como a Rifampicina ou a Erva de São João, podem potencialmente reduzir as concentrações plasmáticas de Atorvastatina. No caso da Rifampicina, esta requer especificamente uma coadministração simultânea para evitar a redução da sua concentração.

O consumo de sumo de toranja em grandes quantidades (superior a 1,2 litros por dia) está oficialmente restringido, uma vez que aumenta as concentrações plasmáticas de Atorvastatina. Além disso, a combinação pode aumentar os níveis plasmáticos de contracetivos orais e de digoxina, e o consumo elevado de álcool está associado a lesões hepáticas. As concentrações plasmáticas de Atorvastatina aumentam acentuadamente em doentes com doença hepática alcoólica crónica.

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Mecanismo de ação

Como Funciona a Atorvastatina Teva

O mecanismo da Atorvastatina é altamente específico, visando principalmente processos bioquímicos internos para alcançar efeitos sistémicos na modulação da concentração de lípidos e na função endotelial vascular.


Inibição da Síntese Interna de Colesterol

O fármaco atua como um inibidor competitivo da enzima redutase da HMG-CoA no fígado, que controla a etapa limitante da velocidade da via do mevalonato (a rota para a produção interna de colesterol). Esta ação limita os precursores necessários para a síntese de colesterol, o que reduz a concentração de colesterol no interior do hepatócito.

Aumento da Eliminação de LDL via Regulação Positiva de Recetores

Como consequência direta da redução da síntese interna, o hepatócito desencadeia um mecanismo de retroalimentação compensatório, aumentando a expressão na superfície de recetores de lipoproteínas de baixa densidade (LDL). Esta resposta fisiológica acelera a depuração e a remoção das partículas de colesterol LDL da corrente sanguínea circulante.

Modulação da Parede Vascular Não Relacionada com Lípidos

Para além da redução lipídica, o mecanismo de inibição afeta indiretamente as vias dos isoprenoides não-esteróis, alterando pequenas proteínas reguladoras essenciais para a função vascular. Isto resulta na modulação da inflamação e na alteração da função do revestimento endotelial dos vasos sanguíneos, contribuindo para efeitos vasculares sistémicos que são independentes da redução do colesterol.

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Informações sobre dosagem e administração

A Atorvastatina Teva é prescrita como um comprimido revestido por película para administração oral prolongada, destinado a uma única toma diária. A utilização do medicamento é estruturada por normas regulamentares que privilegiam a conveniência e a consistência. O protocolo padrão de administração estabelece um esquema de ingestão flexível: os comprimidos podem ser tomados em qualquer altura do dia, sendo a administração permitida com ou sem alimentos. O medicamento é oficialmente utilizado como um complemento a uma dieta redutora do colesterol, o que constitui um pré-requisito para o início do tratamento.


Esquema Posológico e Ajuste

A dose inicial habitual para adultos é de 10 mg ou 20 mg, tomada uma vez ao dia. A dose de manutenção padrão varia entre os 10 mg e o limite máximo diário permitido de 80 mg. O ajuste da dose (titulação) é um processo metódico orientado pela resposta terapêutica. Eventuais ajustes só devem ser considerados após, pelo menos, quatro semanas de tratamento com a dosagem atual, permitindo tempo suficiente para avaliar o efeito nos parâmetros lipídicos.

População Dose Inicial Habitual Dose Diária Máxima
Adultos (Geral) 10 mg ou 20 mg (uma vez ao dia) 80 mg
Pediátrica (≥ 10 anos, HeFH) 10 mg (uma vez ao dia) 20 mg

Regras de Administração

As instruções oficiais abordam circunstâncias específicas de utilização. As orientações regulamentares aconselham que, em caso de esquecimento de uma dose, o doente deve ignorar a dose esquecida e retomar o esquema com a dose diária seguinte agendada; não está prescrita a duplicação da dose para compensar a dose em falta. As informações do rótulo confirmam também que não é necessário qualquer ajuste da dose em doentes com insuficiência renal.

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Evidência clínica recente

Visão Geral da Investigação Clínica

A atorvastatina tem sido amplamente estudada em grandes ensaios clínicos aleatorizados e controlados de âmbito global para avaliar o seu impacto na redução dos níveis lipídicos e na diminuição do risco de eventos cardiovasculares. A evidência clínica apoia a sua utilização tanto na prevenção primária (doentes com fatores de risco, mas sem doença coronária estabelecida) como na prevenção secundária (doentes com doença coronária diagnosticada).

Principais Conclusões dos Estudos

A investigação demonstra de forma consistente que a atorvastatina reduz os níveis de colesterol de lipoproteínas de baixa densidade (LDL-C), frequentemente designado como "colesterol mau", o qual constitui o principal objetivo terapêutico. Estudos de referência, como o ensaio TNT (Treating to New Targets), examinaram a redução intensiva de lípidos e observaram uma incidência reduzida de eventos cardiovasculares major, incluindo enfarte do miocárdio não fatal, acidente vascular cerebral (AVC) e procedimentos de revascularização.

Área Principal de Investigação Efeito Observado nos Ensaios
Redução do Risco Cardiovascular Associação com uma redução do risco de enfarte do miocárdio e AVC em doentes de alto risco.
Dislipidemia Redução do LDL-C e dos triglicéridos; aumento do colesterol de lipoproteínas de alta densidade (HDL-C).

Observações sobre o Perfil de Segurança

Ao longo do programa de ensaios clínicos, a atorvastatina foi geralmente bem tolerada. O perfil de segurança é semelhante ao de outros medicamentos da classe das estatinas. Os eventos adversos comunicados com maior frequência incluíram cefaleias (dores de cabeça), sintomas gastrointestinais e mialgia (dores musculares).

Os resultados dos ensaios clínicos mostram que o risco de problemas musculares graves, como a rabdomiólise, é baixo. Além disso, a investigação demonstrou que as elevações das enzimas hepáticas, embora monitorizadas, são geralmente transitórias e raramente levam à necessidade de interromper o tratamento.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Atorvastatina Teva (FAQ)


P: A Atorvastatina Teva contém outros ingredientes além do fármaco ativo?

Sim. De acordo com as informações oficiais do produto, os comprimidos de Atorvastatina Teva contêm a substância ativa (atorvastatina) juntamente com vários ingredientes inativos, ou excipientes. Estes excipientes podem incluir substâncias como o carbonato de cálcio, celulose microcristalina e estearato de magnésio, que são adicionados para conferir estabilidade e dar forma ao comprimido.


P: A Atorvastatina Teva é considerada uma estatina de alta intensidade?

Segundo as orientações médicas estabelecidas, a atorvastatina é classificada com base na dose administrada. As doses de maior dosagem de atorvastatina são geralmente classificadas como terapêutica de alta intensidade. Esta classificação significa que estas doses estão associadas a uma maior capacidade de reduzir os níveis de colesterol LDL.


P: Qual é a diferença entre a Atorvastatina Teva e o medicamento padrão de Atorvastatina?

A Atorvastatina Teva é uma versão genérica do medicamento atorvastatina. As autoridades consideram que as versões genéricas são bioequivalentes ao medicamento original de marca, o que significa que contêm a mesma substância ativa e são consideradas terapeuticamente equivalentes.


P: A Atorvastatina Teva afeta os níveis de açúcar no sangue?

As estatinas, incluindo a atorvastatina, podem levar a aumentos tanto na glicose sérica em jejum (açúcar no sangue) como nos níveis de HbA1c. Existe a possibilidade de aumento do açúcar no sangue e o aparecimento de diabetes mellitus em alguns indivíduos, conforme observado em dados de monitorização.


P: A Atorvastatina Teva pode causar problemas de sono ou insónia?

Foram comunicadas perturbações relacionadas com o sono com o uso de atorvastatina. A insónia (dificuldade em dormir) está listada como um efeito secundário pouco frequente nas informações oficiais do produto.


P: A Atorvastatina Teva pode causar queda de cabelo?

A alopecia (queda de cabelo) tem sido comunicada na vigilância após a comercialização da atorvastatina. Os documentos oficiais classificam a queda de cabelo como um efeito secundário muito raro do medicamento.


P: A Atorvastatina Teva é um medicamento para a vida toda ou pode ser interrompido?

A atorvastatina é descrita como um medicamento de longo prazo. A evidência clínica demonstra que os benefícios terapêuticos são mantidos através de uma utilização prolongada e consistente.


P: Que tipo de monitorização é descrita para doentes que tomam Atorvastatina Teva?

A realização de testes de enzimas hepáticas deve ser considerada antes de iniciar o tratamento com atorvastatina. Estes testes podem ser repetidos periodicamente após o início, ou conforme indicação clínica.


P: Existem efeitos secundários sexuais conhecidos associados à Atorvastatina Teva?

A disfunção sexual, que pode incluir a diminuição da libido ou problemas com a função erétil, é listada como um efeito secundário pouco frequente em relatórios associados ao uso de estatinas.


P: A Atorvastatina Teva pode interagir com analgésicos de venda livre?

O medicamento pode interagir com certos fármacos que aumentam o risco de efeitos secundários musculares. Existe um risco aumentado de miopatia quando a atorvastatina é administrada em conjunto com a Colchicina.


P: A marca Teva de atorvastatina é considerada a mesma que o medicamento original?

Sim. Os medicamentos genéricos como a Atorvastatina Teva são aprovados apenas após a confirmação de que são bioequivalentes ao produto original. Isto significa que a marca Teva é considerada bioequivalente e terapeuticamente equivalente ao medicamento de referência.


P: Existem avisos sobre o uso de Atorvastatina Teva antes ou depois de uma cirurgia?

É importante comunicar o uso de atorvastatina à equipa de saúde quando se planeia um procedimento cirúrgico de grande porte. A decisão sobre interromper ou continuar a terapêutica durante esse período é tomada por um profissional de saúde.


P: A Atorvastatina Teva interage com medicamentos para a pressão arterial?

Sim. A atorvastatina interage com medicamentos que inibem a enzima CYP3A4, o que inclui alguns bloqueadores dos canais de cálcio utilizados para a pressão arterial, como o diltiazem e o verapamil. A coadministração pode aumentar a concentração plasmática de atorvastatina.


P: Está descrito que a Atorvastatina Teva pode causar problemas de memória?

Raros relatórios de compromisso cognitivo têm sido associados ao uso de estatinas. Estes efeitos, como perda de memória e confusão, geralmente não são graves e são reversíveis após a interrupção do medicamento.


P: O que deve ser feito se houver suspeita de uma reação grave à Atorvastatina Teva?

É fundamental comunicar prontamente sintomas graves a um profissional de saúde. Sintomas como dor muscular inexplicável, sensibilidade ou fraqueza, particularmente se acompanhados por mal-estar ou febre, necessitam de atenção imediata.


P: Quais são as expectativas gerais para o uso a longo prazo da Atorvastatina Teva?

Os principais benefícios da atorvastatina, especialmente a redução do risco cardiovascular, são sustentados ao longo do tempo. A proteção é mantida através de uma terapêutica consistente e de longo prazo.


P: A Atorvastatina Teva pode ser partida ou esmagada se houver dificuldade em engolir?

As dosagens de 20 mg, 40 mg e 80 mg podem ser divididas em doses iguais. No entanto, as partes divididas devem ser engolidas inteiras com água.


P: A Atorvastatina Teva interage com antiácidos ou medicamentos para o estômago?

O uso simultâneo de atorvastatina com suspensões antiácidas orais contendo hidróxidos de magnésio e alumínio pode diminuir a concentração plasmática de atorvastatina. Esta interação deve ser discutida com um médico ou farmacêutico.


P: Existe alguma ligação conhecida entre a Atorvastatina Teva e erupções cutâneas?

Sim. A erupção cutânea está listada como uma reação adversa pouco frequente associada à atorvastatina, baseada em observações de ensaios clínicos e experiência pós-comercialização.


P: Existem grupos étnicos ou populações específicas descritas como tendo respostas diferentes?

Certas populações podem ter potencialmente um risco aumentado de efeitos secundários relacionados com os músculos. Este fator é considerado pelos profissionais de saúde ao determinar a dose apropriada.


P: Que níveis de colesterol são tipicamente mencionados nos estudos da Atorvastatina Teva?

Os estudos focam-se tipicamente na capacidade de causar uma redução percentual significativa no LDL-C (colesterol mau). O intervalo de redução esperado varia consoante a dose administrada.


P: Existem diferentes classificações de estatinas e onde se enquadra a Atorvastatina Teva?

A Atorvastatina Teva é um inibidor da HMG-CoA redutase, o nome formal da classe das estatinas. Estes medicamentos funcionam bloqueando a enzima no fígado responsável pela produção de colesterol.


P: É comum as pessoas pararem de tomar Atorvastatina Teva devido a efeitos secundários?

Nos ensaios clínicos, apenas um pequeno número de doentes interrompeu a toma. As razões mais comuns para a interrupção foram a diarreia e a mialgia (dor muscular).

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Como Atorvastatin Teva deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar a Atorvastatina Teva

Os documentos regulamentares oficiais determinam condições específicas para proteger a estabilidade do medicamento:

Requisito de Conservação Condição Oficial
Temperatura Conservar abaixo de 30 °C e não congelar.
Proteção Conservar afastado do calor excessivo, da humidade e da luz direta.
Embalagem Manter o medicamento no recipiente original, bem fechado e dentro da embalagem exterior.
Segurança Infantil Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções para Eliminação

A Atorvastatina Teva não deve ser utilizada após o prazo de validade (EXP) indicado na embalagem. Para eliminar de forma segura quaisquer comprimidos não utilizados ou fora do prazo, não elimine o medicamento no lixo doméstico nem o coloque no esgoto ou no lavatório, uma vez que estas ações podem afetar o ambiente. A instrução oficial é devolver o produto não utilizado a um farmacêutico ou a um ponto de recolha autorizado para a gestão adequada de resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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