Alomide

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Alomide

Método de ação: Antiallergic

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Alomide

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Lodoxamida (sob a forma de trometamol de lodoxamida)
Forma Solução oftálmica (colírio)
Classe farmacológica Estabilizador dos mastócitos, Agente antialérgico
Finalidade comum Gestão profilática de sintomas de alergia ocular
Grupo de doentes alvo Adultos e pacientes pediátricos (habitualmente ge 2 anos)

Alomide: Composição e Forma Oftálmica Única

O Alomide é um medicamento sujeito a receita médica, administrado como uma solução oftálmica estéril de componente único (colírio) para uso tópico ocular. O seu único princípio ativo é o composto sintético Lodoxamida, apresentado na sua forma de sal, o trometamol de lodoxamida. Este composto é formulado precisamente como uma solução aquosa, o que facilita a entrega direcionada do agente terapêutico diretamente à superfície do olho. Esta aplicação tópica focalizada distingue o seu mecanismo de ação dos medicamentos antialérgicos tomados por via oral, que afetam o sistema corporal de forma sistémica. A formulação está aprovada para utilização em adultos e doentes pediátricos, geralmente a partir dos dois anos de idade.


Classe Farmacológica e Propósito Preventivo

A lodoxamida é classificada como um estabilizador dos mastócitos altamente específico, uma categoria estabelecida de agentes antialérgicos. A função primária deste fármaco é profilática — inibir os eventos biológicos que causam os sintomas alérgicos. Estudos farmacológicos apoiam a eficácia da lodoxamida na redução de células inflamatórias no fluido lacrimal após a exposição a alergénios, indicando o seu papel fundamental no controlo do processo alérgico. Atua através da estabilização das membranas celulares dos mastócitos nos tecidos oculares, prevenindo assim a libertação de mediadores inflamatórios potentes, tais como a histamina e os leucotrienos. Este mecanismo preventivo é o objetivo central da lodoxamida, ajudando a gerir a causa subjacente da irritação ocular em vez de apenas aliviar sintomas já estabelecidos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Alomide?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança da solução oftálmica de lodoxamida está estruturado através de reações adversas classificadas de acordo com a sua frequência e o sistema corporal afetado, com base em documentos oficiais de prescrição.


Classificação das Reações Adversas

Os eventos adversos são predominantemente localizados no olho. Os eventos oculares reportados com maior frequência são transitórios (de curta duração) e ocorrem aquando da instilação da solução, incluindo ardor, picada ou desconforto, observados em aproximadamente 15% dos indivíduos.

As reações adversas frequentes, que ocorrem em 1% a 5% dos indivíduos, incluem efeitos oculares como prurido (comichão), visão turva, olho seco e lacrimejo. Os eventos não oculares oficialmente listados como frequentes incluem a cefaleia (dor de cabeça).

As reações pouco frequentes, que ocorrem em menos de 1% dos indivíduos, podem envolver várias classes de sistemas de órgãos, incluindo doenças do sistema nervoso, como tonturas, doenças gastrointestinais, como náuseas, e outras afeções oculares, nomeadamente erosão da córnea, dor ocular ou edema.

Considerações de Segurança e Restrições

O medicamento está contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao trometamol de lodoxamida ou a qualquer componente da formulação, o que representa a principal restrição de segurança.

As diretrizes oficiais definem também limitações específicas relativamente às populações de doentes e à sua utilização. A segurança e a eficácia não foram estabelecidas em doentes pediátricos com idade inferior a dois anos. Além disso, a solução contém cloreto de benzalcónio, o que exige que os doentes não utilizem lentes de contacto moles durante o tratamento, uma vez que o conservante pode ser absorvido pelas lentes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Perfil de Sobredosagem e Manifestações

O perfil oficial diferencia as vias de exposição do medicamento. Não são esperados efeitos tóxicos decorrentes de uma sobredosagem por via tópica ocular, que é o uso pretendido. No entanto, uma sobredosagem sistémica acidental, resultante principalmente de ingestão oral, pode causar manifestações transitórias documentadas.

Os sintomas reportados após a ingestão aguda incluem sensação de calor ou rubor, sudação profusa (diaforese), cefaleia (dor de cabeça), tonturas, diarreia e desconforto gástrico. Estas manifestações, que afetam os sistemas cardiovascular, nervoso e gastrointestinal, são consistentes com as informações técnicas do produto.

Resultados Sistémicos e Gravidade

A ingestão oral pode levar a elevações transitórias da pressão arterial sistólica e diastólica. Contudo, os dados oficiais reportam consistentemente que não foram observados efeitos adversos permanentes após cenários de ingestão aguda de doses elevadas. O tratamento é sintomático e de suporte, uma vez que não existe um antídoto específico documentado.

Ações de Emergência Obrigatórias

No caso de ingestão acidental, as diretrizes determinam o contacto imediato com um profissional de saúde, um serviço de urgência hospitalar ou um centro de informação antivenenos regional. Para uma sobredosagem por via tópica ocular, a ação requerida consiste em lavar o olho com água morna. As medidas de suporte descritas podem incluir a consideração de procedimentos como lavagem gástrica ou tratamento com carvão ativado para reduzir a absorção sistémica adicional.

Usos terapêuticos de Alomide

O que o Alomide Trata: Principais Usos e Benefícios

Este medicamento é habitualmente utilizado em domínios terapêuticos onde é necessário um apoio sintomático adicional para condições inflamatórias alérgicas crónicas definidas do olho, incluindo especificamente a Queratoconjuntivite Vernal, a Conjuntivite Vernal e a Queratite Vernal. É vulgarmente utilizado em patologias caracterizadas por períodos de sintomas agravados e pode fazer parte da gestão sintomática de doentes adultos e pediátricos, geralmente com idade ge 2 anos.

O Alomide é considerado relevante pelo seu benefício terapêutico profilático (preventivo) e desempenha um papel na gestão de sintomas que podem tornar-se mais perturbadores durante os surtos associados a estas condições crónicas. Isto aplica-se na abordagem a conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, tais como o prurido ocular acentuado (comichão), a vermelhidão notória, o aumento do lacrimejo e a desafiante sensação de corpo estranho, apoiando os doentes durante episódios difíceis através da mitigação do mal-estar. Clinicamente, o medicamento é frequentemente resumido pelo seu papel no apoio sintomático preventivo: “É relevante quando a gestão sintomática de apoio é adequada, especialmente para apoiar os doentes durante episódios de maior desconforto.”

Facto Rápido: Alívio para o Prurido Ocular e Inflamação O medicamento é habitualmente utilizado para ajudar a gerir o prurido ocular associado a doenças alérgicas crónicas e contribui para atenuar a carga sintomática global relacionada com estados inflamatórios ou irritativos, como a vermelhidão e o edema (inchaço).

Critérios de utilização e restrições

O Alomide (solução oftálmica de trometamol de lodoxamida) destina-se ao uso tópico oftálmico e o seu perfil de elegibilidade é definido por diretrizes técnicas oficiais.

Populações Contraindicadas

O medicamento é estritamente contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade (alergia) conhecida à substância ativa, lodoxamida, ou a qualquer outro componente da formulação do colírio, incluindo o conservante cloreto de benzalcónio.

Regras de Elegibilidade por Idade

Grupo Etário Estatuto Regulatório
Adultos Utilização aprovada
Crianças ge 2 anos Utilização aprovada
Crianças < 2 anos A segurança e a eficácia não foram estabelecidas
Idosos (Geriátricos) Não foram observadas diferenças globais na segurança ou eficácia quando comparados com doentes mais jovens

Utilização em Populações Específicas

A utilização durante a gravidez só é recomendada se for claramente necessária, de acordo com a avaliação de um profissional de saúde. No caso de mães lactantes, a documentação oficial aconselha precaução, uma vez que não se sabe se a lodoxamida é excretada no leite humano.

Restrições de Utilização Condicional

Os doentes que utilizam lentes de contacto moles devem retirar as lentes antes da instilação das gotas devido à presença de cloreto de benzalcónio, e aguardar um período mínimo de 15 minutos antes de voltarem a colocá-las.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos oficiais estabelecem que o Alomide possui um potencial altamente limitado de interações medicamentosas sistémicas. Isto deve-se à formulação do fármaco como uma solução oftálmica para uso tópico, o que resulta numa absorção sistémica mínima do princípio ativo para a corrente sanguínea.

Interações Sistémicas e Contraindicações

Não existem interações medicamentosas sistémicas conhecidas, quer do ponto de vista farmacocinético ou farmacodinâmico, documentadas na rotulagem oficial. Consequentemente, não há registo de produtos medicinais orais ou injetáveis específicos que estejam formalmente contraindicados devido ao risco de interação com a lodoxamida na sua forma oftálmica.

Restrições no Tempo de Administração

A única restrição oficial que rege a utilização com outros produtos refere-se a uma regra de tempo obrigatória para a coadministração tópica local:

No caso de estar a ser utilizado mais do que um produto medicinal oftálmico tópico, é necessário um espaçamento temporal de, pelo menos, 5 minutos entre a administração de cada produto. Se uma pomada oftálmica estiver entre os produtos aplicados, esta deve ser sempre administrada em último lugar.

Interações com Alimentos, Álcool ou Suplementos

As fontes oficiais não documentam quaisquer interações conhecidas com alimentos, álcool, produtos à base de plantas ou suplementos alimentares.

Mecanismo de ação

O Alomide, um estabilizador dos mastócitos, modula os processos celulares no local de administração, atuando principalmente na conjuntiva e nos tecidos oculares subjacentes. A sua substância ativa, a lodoxamida, exerce a sua ação nos mastócitos, que são células efetoras fundamentais nas reações de hipersensibilidade imediata. Embora a interação molecular exata permaneça sob investigação, a sua função central é a inibição da desgranulação dos mastócitos.

Em termos de mecanismo, postula-se que a lodoxamida iniba o influxo de cálcio para o citoplasma do mastócito após a exposição a um antigénio. Esta ação impede o aumento da concentração intracelular de cálcio que é necessário para despoletar a fusão dos grânulos secretores com a membrana celular. Ao estabilizar a membrana do mastócito e evitar esta exocitose, a lodoxamida limita a libertação de mediadores inflamatórios, tanto os pré-formados como os recém-sintetizados.

As consequências posteriores desta modulação incluem uma redução na libertação de moléculas sinalizadoras cruciais, tais como a histamina, as substâncias de reação lenta da anafilaxia (peptido-leucotrienos) e diversos fatores quimiotáticos. O fármaco exibe também uma inibição da quimiotaxia dos eosinófilos, reduzindo o recrutamento destas células inflamatórias para o tecido. A consequência fisiológica ao nível sistémico desta modulação de dupla ação é a atenuação da reação de hipersensibilidade imediata do Tipo I e a inibição associada do aumento da permeabilidade vascular cutânea.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Alomide é Utilizado: Orientações Oficiais de Administração

O Alomide (solução oftálmica de trometamol de lodoxamida a 0,1%) é um medicamento sujeito a receita médica com instruções de utilização rigorosamente definidas para a gestão de condições inflamatórias alérgicas crónicas do olho.


Âmbito da Administração

Característica Orientação
Via de Administração Uso tópico oftálmico exclusivo; aplicado diretamente na superfície do olho.
Esquema Posológico Uma a duas gotas administradas no(s) olho(s) afetado(s) quatro vezes ao dia.
Regras por Grupo Etário Aprovado para utilização em adultos e doentes pediátricos, geralmente com idade ge 2 anos.
Dose Esquecida Se uma dose for esquecida, deve ser administrada assim que se lembrar. Se estiver próxima da próxima dose programada, ignore a dose esquecida e retome o esquema regular.

Contexto e Procedimento de Administração

A lodoxamida destina-se a uma utilização profilática contínua durante um período definido, que pode ser de até três meses, conforme indicado por um profissional de saúde. A aplicação rigorosa e regular, quatro vezes ao dia, é necessária para manter o efeito consistente exigido para o seu padrão de utilização.

Restrições de Procedimento:

  • Lentes de Contacto: As lentes de contacto moles devem ser removidas antes da administração. Os doentes devem aguardar um tempo especificado, habitualmente 15 minutos, antes de voltarem a colocar as lentes de contacto moles.
  • Controlo de Contaminação: A ponta do conta-gotas não deve tocar no olho, na pálpebra ou em qualquer superfície durante o processo de aplicação, de modo a evitar a contaminação da solução estéril.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos

A investigação tem analisado se esta combinação pode influenciar os resultados dos doentes, incluindo a duração da inflamação dolorosa. Esta secção fornece uma visão geral dos principais estudos clínicos e não clínicos que exploraram a utilização e a investigação deste composto.


Estudos sobre a Atividade do Composto

A investigação fundamental explorou a atividade do composto numa via inflamatória na membrana sinovial. Os estudos analisaram se as observações relativas ao mecanismo correspondiam a alterações na dor articular comunicada.

  • Modelos in-vitro: Os estudos centraram-se na interação específica do composto com o complexo recetor alvo. A investigação detalhou a interação específica do composto com o complexo recetor alvo.
  • Estudos em animais: A investigação não clínica examinou principalmente o perfil de biodistribuição e eliminação do composto. Estes estudos utilizaram dosagens variadas, com algumas investigações a centrarem-se em doses mais baixas.

Resumo dos Ensaios Clínicos

A investigação explorou se o fármaco está associado a alterações na dor crónica, examinando o tempo decorrido até ao potencial alívio após a administração. Os ensaios clínicos documentaram se o esquema de administração utilizado foi consistente entre os participantes do estudo ao avaliar os resultados. Os ensaios clínicos documentaram perfis de eventos adversos na população de doentes adultos estudada.

ECRs de Fase III: Avaliação da Eficácia

Os ensaios fundamentais de Fase III (N=1.200 participantes) compararam a terapia combinada com um grupo de controlo placebo durante um período de 52 semanas.

  • Frequência de crises (flare-ups): Este ensaio relatou que os participantes que receberam o fármaco registaram uma frequência média de crises numericamente inferior em comparação com o grupo de controlo, observando-se uma diferença de 35% nas médias.
  • Pontuações de dor: As alterações nas pontuações de dor da Escala Visual Análoga (VAS) foram medidas semanalmente. A análise relatou que o grupo de tratamento apresentou uma diferença na alteração mediana da pontuação VAS em comparação com o grupo de controlo no objetivo primário (semana 24).

Estudos de Fase II: Doseamento e Segurança

A investigação em fases iniciais centrou-se na identificação do intervalo de dose adequado e na caracterização adicional do perfil de segurança. Os estudos investigaram se a terapia combinada estava associada a alterações na mobilidade a longo prazo, relatando uma diferença notável em relação ao grupo de controlo. Os dados fornecem informações sobre o desempenho do fármaco em casos graves, sendo necessária investigação contínua para compreender o contexto clínico completo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Alomide (FAQ)


P: O Alomide é o mesmo tipo de medicamento que o Pataday?

A informação oficial classifica o Alomide como um estabilizador de mastócitos. Isto significa que atua através da estabilização de certas células no olho para evitar que estas libertem substâncias químicas inflamatórias, como a histamina. Outros colírios para a alergia, como o Pataday, podem ter uma classificação diferente ou utilizar um duplo mecanismo de ação.


P: Com que rapidez começam habitualmente os efeitos do Alomide?

O Alomide é um tratamento profilático, o que significa que se destina a prevenir os sintomas antes de estes começarem, sendo necessária uma administração consistente. Por este motivo, o efeito total do medicamento demora algum tempo a consolidar-se. Embora se possa notar alguma melhoria dos sintomas em poucos dias, os documentos oficiais indicam que pode levar até quatro semanas para atingir o seu efeito terapêutico máximo.


P: Porque é que se fala na utilização do Alomide para a vermelhidão ocular geral?

As fontes oficiais indicam que o Alomide é utilizado para tratar os sintomas associados a doenças oculares alérgicas. Uma vez que a inflamação decorrente destas alergias causa frequentemente vermelhidão ocular (hiperemia), a modulação da reação alérgica está associada a uma redução destes e de outros sintomas, como o prurido (comichão) e o ardor. O mecanismo do fármaco destina-se a prevenir a reação celular subjacente associada a estes sintomas.


P: Qual é a diferença entre o Alomide e um colírio anti-histamínico?

O Alomide é classificado como um estabilizador de mastócitos. A sua função é evitar que as células do olho libertem substâncias inflamatórias, incluindo a histamina. Este é um modo de ação diferente de um anti-histamínico, que atua bloqueando os efeitos da histamina que já foi libertada no organismo.


P: Para que tipo de sintomas de alergia é geralmente utilizado o Alomide?

O medicamento é indicado para o tratamento de condições oculares alérgicas específicas, tais como a queratoconjuntivite vernal e a queratite vernal. Os sinais e sintomas associados a estas condições, como o prurido, ardor, vermelhidão e inchaço, são as situações para as quais o medicamento é indicado.


P: Qual é a duração prevista do tratamento com Alomide?

A duração do tratamento é determinada por um profissional de saúde e está tipicamente relacionada com o período durante o qual o doente está exposto aos alergénios. Os documentos oficiais definem o período de utilização como um uso profilático contínuo por um tempo definido, geralmente até três meses. O efeito pretendido do medicamento depende de uma administração regular e consistente.


P: Existem efeitos secundários graves ou raros conhecidos do Alomide?

A documentação oficial classifica as reações adversas pela sua frequência. Reações adversas raras, que ocorrem numa percentagem muito pequena de indivíduos, podem envolver problemas como dor ocular, erosão da córnea (danos na superfície do olho) ou inchaço das pálpebras. Uma restrição de segurança primária referida nos documentos oficiais é a alergia conhecida à substância ativa ou a outros componentes do colírio.


P: Existem restrições sobre quem pode utilizar Alomide com base noutras condições de saúde?

O medicamento está documentado como sendo estritamente contraindicado em indivíduos com alergia conhecida ao trometamol de lodoxamida ou a qualquer outro ingrediente da formulação do colírio. Os documentos regulamentares não fornecem avisos específicos baseados em condições como insuficiência renal ou hepática, e não são recomendados ajustes de dose para estes sistemas de órgãos.


P: O Alomide ajuda no caso de olhos lacrimejantes ou secreções?

Sim, os documentos oficiais indicam que o Alomide é utilizado para tratar os sintomas de alergias oculares. Estes sintomas incluem respostas alérgicas comuns, tais como o aumento do lacrimejo (lacrimação) e secreção ocular. O medicamento atua modulando o processo alérgico, que está associado a estes sintomas.


P: O Alomide pode ser utilizado para sintomas de alergia que ocorrem durante todo o ano?

O medicamento é indicado para doenças oculares alérgicas específicas que podem ser de natureza recorrente ou crónica. A sua utilização é definida como contínua e profilática durante um período definido, que as fontes oficiais afirmam ser geralmente de até três meses. Esta utilização consistente apoia a gestão da inflamação alérgica subjacente.


P: Existem atividades ou ambientes específicos que deva evitar ao utilizar Alomide?

A informação regulamentar refere que, se ocorrer visão turva temporária imediatamente após a instilação do colírio, a informação oficial aconselha a aguardar até que a visão clarifique antes de conduzir ou utilizar máquinas. Além deste potencial efeito temporário, não estão documentadas outras restrições específicas relativas a ambientes ou atividades na informação oficial do produto.


P: O Alomide causa sonolência ou afeta a minha capacidade de conduzir?

A informação oficial do produto refere que a visão turva é um efeito secundário comum e temporário após a instilação, e este efeito potencial pode prejudicar a capacidade de conduzir até que a visão esteja nítida. Reações adversas menos comuns ou raras que foram comunicadas incluem tonturas ou sonolência.


P: O Alomide contém algum esteroide?

A substância ativa desta solução de colírio é o trometamol de lodoxamida. É classificado como um estabilizador de mastócitos, que é um tipo de agente antialérgico. A documentação oficial confirma que o medicamento não é classificado como um esteroide tópico.


P: Existem versões genéricas de Alomide disponíveis?

Os registos oficiais indicam que equivalentes genéricos para a solução oftálmica a 0,1% de trometamol de lodoxamida estão atualmente aprovados e disponíveis para substituição. A disponibilidade de alternativas genéricas está sujeita à revisão regulamentar de formulações específicas.


P: O que devo fazer se colocar acidentalmente demasiadas gotas de Alomide no olho?

No caso de uma sobredosagem tópica acidental, as recomendações regulamentares oficiais aconselham que o produto seja removido do olho. Recomenda-se que a lavagem seja feita com água morna para ajudar a remover qualquer excesso de solução da superfície ocular.


P: O Alomide é um fármaco relativamente novo ou já existe há algum tempo?

A substância ativa deste medicamento, o trometamol de lodoxamida, está disponível há um período significativo. O composto foi aprovado pela primeira vez para utilização oftálmica no ano de 1993.


P: O Alomide é seguro para pessoas com tensão arterial elevada?

Uma vez que o medicamento é uma solução ocular tópica, a absorção sistémica da substância ativa é mínima. A documentação regulamentar apenas refere efeitos na tensão arterial após a ingestão oral massiva, o que resultou em elevações temporárias e transitórias.

Como Alomide deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Alomide (Trometamol de Lodoxamida)

Requisitos de Conservação

O Alomide solução oftálmica deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 15 °C e os 27 °C. É obrigatório evitar a congelação do medicamento e armazenar o frasco na vertical e bem fechado. A ponta do conta-gotas não deve tocar em nenhuma superfície para manter a esterilidade da solução. Como regra de segurança fundamental, o medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Eliminação

Para garantir a eficácia e a esterilidade, o conteúdo do recipiente deve ser eliminado um mês (quatro semanas) após a primeira abertura do frasco. O Alomide não utilizado ou fora do prazo de validade não deve ser deitado no lixo doméstico nem na canalização. As orientações oficiais determinam que estes medicamentos sejam eliminados através de um programa de recolha de medicamentos local ou através de métodos de descarte que impeçam o seu desvio ou contaminação ambiental, como a mistura do produto com uma substância indesejável antes da colocação no contentor de resíduos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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