Sincom

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Sincom

Esta secção fundamental apresenta uma definição precisa do medicamento Sincom, focando-se exclusivamente na sua identidade, composição, classificação e objetivo terapêutico geral.

Propriedade Descrição
Substância ativa Pitavastatina cálcica
Forma farmacêutica Comprimido oral
Classe farmacológica Inibidor da redutase HMG-CoA (Estatina)
Uso geral Controlo de níveis elevados de lípidos no sangue
Origem Composto sintético
Estatuto Medicamento sujeito a receita médica

Que Tipo de Medicamento é o Sincom?

O Sincom é um produto medicinal sujeito a receita médica que se classifica fundamentalmente como um agente anti-hiperlipidémico. O fármaco pertence à classe farmacológica dos inibidores da redutase HMG-CoA, comummente designados como estatinas. Esta classificação define-se pela sua ação sistémica, que visa a gestão de níveis excessivos de gordura na corrente sanguínea. O componente ativo, a Pitavastatina, é um composto sintético, o que confirma a sua origem laboratorial. A Pitavastatina é clinicamente reconhecida pela sua elevada potência em comparação com algumas estatinas mais antigas, um fator sustentado por estudos farmacológicos.

Composição e Substância Ativa do Sincom

A substância responsável pelo efeito terapêutico do Sincom é a sua substância ativa, a Pitavastatina, composta sob a forma de sal de cálcio, a Pitavastatina cálcica. Este composto é formulado num comprimido oral e foi concebido exclusivamente para absorção por via oral, utilizando excipientes farmacêuticos padrão como base ou veículo não ativo. Esta formulação é tipicamente produzida como uma terapia de substância única, contendo apenas a substância reguladora do colesterol.

Qual é o Objetivo Geral da Toma de Sincom?

O objetivo geral do Sincom é funcionar como um agente modificador de lípidos utilizado para gerir condições definidas por um excesso de gorduras no sangue, tais como a hiperlipidemia e a dislipidemia. Ao inibir uma enzima chave no fígado responsável pela produção de colesterol, o medicamento ajuda a reequilibrar o perfil lipídico global. O resultado pretendido é alcançar um nível mais saudável de gorduras na corrente sanguínea, principalmente através da redução da concentração circulante de Colesterol de Lipoproteína de Baixa Densidade (LDL-C), frequentemente descrito como “mau colesterol”. Dados clínicos demonstram consistentemente que a Pitavastatina é altamente eficaz na redução dos níveis de LDL-C, confirmando o papel fundamental do medicamento no apoio à gestão a longo prazo do risco cardiovascular através da regulação lipídica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Sincom?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Sincom (Pitavastatina), documentado oficialmente, está estruturado através da classificação das reações adversas com base na sua frequência e nos sistemas fisiológicos afetados, de acordo com as normas regulamentares.


Categorias de Reações Adversas

Reações Adversas Comuns

As reações adversas observadas com maior frequência nos ensaios clínicos (ocorrendo em 2% ou mais dos casos) centram-se principalmente nos sistemas musculoesquelético e gastrointestinal. Estas incluem mialgia (dor muscular), dor nas costas, dor nas extremidades, obstipação (prisão de ventre) e diarreia.

Reações Adversas Graves

Os documentos regulamentares detalham também preocupações de segurança raras, mas graves, que requerem atenção específica. Estas incluem o potencial para rabdomiólise (degradação muscular grave que pode levar a insuficiência renal aguda) e relatos pós-comercialização de insuficiência hepática fatal e não fatal. Foram também comunicados casos raros de Miopatia Necrosante Imunomediada.


Considerações de Segurança Regulamentares

Restrições de Segurança e Contraindicações

A rotulagem oficial determina que a Pitavastatina é contraindicada em doentes com doença hepática ativa, o que inclui elevações persistentes e inexplicáveis das transaminases hepáticas. O medicamento está também estritamente proibido durante a gravidez e a amamentação devido ao potencial de danos fetais. O uso concomitante com Ciclosporina é igualmente proibido.

Fatores de Risco Específicos por População

Certas características dos doentes são formalmente identificadas como fatores de risco para problemas musculares graves. Estas incluem a idade avançada (65 anos ou mais) e a existência prévia de insuficiência renal. Os doentes com insuficiência renal moderada a grave têm uma restrição específica quanto à dose máxima permitida. Adicionalmente, o risco de miopatia e rabdomiólise está explicitamente documentado como aumentando com doses mais elevadas.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

As informações oficiais para o Sincom (Pitavastatina) descrevem as potenciais manifestações e as ações necessárias em caso de sobredosagem ou sobre-exposição, focando-se estritamente nos resultados documentados nos protocolos de segurança.

Característica Declaração Oficial
Manifestações de Sobredosagem Documentadas A sobre-exposição pode ser confirmada por alterações laboratoriais, incluindo níveis elevados de Creatina Quinase (CK) e aumento das transaminases hepáticas (AST/ALT), consistentes com toxicidade muscular e potencial toxicidade hepática.
Sistemas Fisiológicos Afetados Os protocolos destacam o potencial de toxicidade para o sistema musculoesquelético (risco de miopatia/rabdomiólise) e para o sistema hepático.
Classificação de Gravidade A sobredosagem acarreta o risco de desfechos graves e potencialmente fatais, tais como a Rabdomiólise e a subsequente Insuficiência Renal Aguda, que se encontram explicitamente documentadas.
Resposta de Emergência A gestão da sobredosagem requer um tratamento sintomático e de suporte geral; não se conhece a existência de um antídoto específico. Devido à elevada taxa de ligação às proteínas plasmáticas, é improvável que a hemodiálise seja uma medida de remoção eficaz.

Quando é Necessária Ajuda Médica Imediata

Os indivíduos devem procurar assistência médica imediata se sentirem dores musculares inexplicáveis, sensibilidade muscular dolorosa ou fraqueza, particularmente se acompanhadas de mal-estar ou febre, uma vez que estes podem ser sinais de miopatia. Além disso, as orientações obrigatórias aconselham o contacto imediato com os serviços de emergência ou com um centro de informação antivenenos se uma pessoa desmaiar, tiver uma convulsão ou não conseguir despertar. A monitorização da CK e da função hepática é um passo processual obrigatório na gestão clínica da sobredosagem.

Usos terapêuticos de Sincom

O Que o Sincom Trata: Principais Utilizações e Benefícios

Este medicamento é considerado relevante para proporcionar um alívio de suporte em situações que envolvam sintomas de desconforto físico associados ao excesso de gases no sistema digestivo. A sua aplicação pode verificar-se em contextos clínicos que apresentem padrões de sintomas agudos ou perturbadores.

Alívio do Desconforto e Promoção da Estabilidade

Este tratamento é aplicado na abordagem de sensações físicas agudas de desconforto e dor associadas à retenção de ar e gases. Pode ser habitualmente utilizado em diversas condições caracterizadas por padrões de sintomas episódicos ou flutuantes, particularmente para ajudar a gerir sintomas como a flatulência, a distensão abdominal, a pressão e a sensação de plenitude gástrica.

É frequentemente utilizado quando o apoio sintomático adicional é útil durante fases de maior mal-estar. O medicamento pode oferecer um alívio sintomático que ajuda a abordar conjuntos de sintomas que se tornam intensos ou perturbadores, auxiliando na estabilidade funcional e fornecendo um suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas.

Facto Rápido: Alívio de Sintomas Agudos de Gases

Critérios de utilização e restrições

Quem pode utilizar Sincom

O Sincom é geralmente indicado para adultos que necessitam de tratamento para as condições clínicas específicas para as quais o medicamento foi aprovado. A elegibilidade para o tratamento depende de uma avaliação médica completa, que considera o diagnóstico confirmado, o estado geral de saúde do paciente e a gravidade dos sintomas. Em determinados casos, o medicamento pode ser prescrito a grupos específicos, desde que não existam contraindicações documentadas e que a monitorização clínica adequada possa ser garantida.

Quem não deve utilizar Sincom

Existem circunstâncias e condições em que a utilização de Sincom é contraindicada ou deve ser evitada para garantir a segurança do paciente:

  • Hipersensibilidade: O medicamento não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes presentes na formulação. Reações alérgicas podem variar de manifestações leves a quadros graves.
  • Condições Médicas Preexistentes: Doentes com insuficiência hepática ou renal grave podem não ser candidatos ao tratamento, uma vez que estas condições podem afetar a forma como o organismo processa e elimina o medicamento.
  • Gravidez e Amamentação: Salvo indicação médica em contrário baseada numa análise rigorosa de benefício-risco, o Sincom não é recomendado durante a gravidez ou o período de aleitamento, devido à ausência de dados suficientes sobre a segurança para o feto ou para o lactente.
  • Interações Medicamentosas: Indivíduos que estejam a tomar outros fármacos que possam interagir negativamente com o Sincom devem evitar a sua utilização ou proceder a um ajuste terapêutico sob supervisão profissional.

A decisão final sobre a utilização deste medicamento deve ser sempre tomada por um profissional de saúde, após a análise do histórico clínico individual do paciente.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Combinações Contraindicadas e Restritas

O perfil de interações do Sincom (Pitavastatina) é caracterizado por restrições e advertências obrigatórias na coadministração com produtos medicinais específicos. A combinação com Ciclosporina está contraindicada devido a um aumento significativo e documentado na exposição sistémica à Pitavastatina. Esta proibição está estritamente definida na rotulagem regulamentar.

O risco de efeitos adversos no músculo esquelético, incluindo a miopatia, aumenta quando o Sincom é administrado em conjunto com outros produtos modificadores de lípidos, tais como os Fibratos (por exemplo, o Genfibrozilo) e a Niacina em doses de modificação lipídica (iguais ou superiores a 1 grama por dia). A utilização com Genfibrozilo é explicitamente não recomendada. A coadministração de Colquicina pode também aumentar o risco de miopatia.

Interações que Alteram a Concentração do Fármaco

As interações com agentes que inibem o transportador de captação hepática OATP1B provocam uma elevação da concentração de Pitavastatina na corrente sanguínea. Devido a este aumento documentado da exposição, as normas regulamentares impõem limitações de dose específicas para o Sincom quando coadministrado com certos fármacos: para a Rifampicina, a dose diária não deve exceder 2 mg, e para a Eritromicina, a dose diária não deve exceder 1 mg.

Considerações sobre Produtos e Populações

O consumo de quantidades substanciais de álcool é assinalado como podendo aumentar potencialmente o risco de desenvolver problemas hepáticos associados ao tratamento. Além disso, o risco de desenvolvimento de efeitos adversos no músculo esquelético decorrentes destas interações é acentuado em populações com fatores de predisposição, incluindo a idade avançada (65 anos ou mais), a existência de insuficiência renal e casos de hipotiroidismo não controlado.

Mecanismo de ação

Inibição Enzimática Central no Fígado

O mecanismo de ação fundamental do Sincom é exercido através da sua atuação como um inibidor competitivo da enzima Redutase HMG-CoA nas células do fígado. Esta enzima controla a etapa limitante da via do mevalonato, o processo responsável pela síntese natural de colesterol no organismo. Ao ligar-se a esta enzima, o fármaco suprime diretamente a capacidade do fígado para sintetizar o seu próprio colesterol (endógeno).

Ativação de uma Cascata de Depuração Compensatória

A redução no fornecimento interno de colesterol no fígado desencadeia um mecanismo de autorregulação homeostática. Este processo faz com que a superfície das células exiba significativamente mais recetores de Lipoproteínas de Baixa Densidade (LDL). O aumento destes recetores promove a capacidade do fígado para capturar e remover ativamente o LDL-C circulante e outras lipoproteínas aterogénicas da corrente sanguínea.

Modulação não Lipídica da Função Vascular

Para além da regulação dos lípidos, o mecanismo do Sincom também modula outros sistemas através de efeitos pleiotrópicos, que resultam da inibição da via do mevalonato. Esta ação limita a produção de certos intermediários isoprenoides que são cruciais para vias específicas de sinalização celular nas paredes dos vasos sanguíneos. Este mecanismo secundário pode modular a sinalização endotelial e contribui para a consequência fisiológica global do mecanismo do fármaco no sistema circulatório.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Sincom é Utilizado: Diretrizes Oficiais de Administração

O Sincom (Pitavastatina) é um agente modificador de lípidos administrado de acordo com instruções específicas e padronizadas. O medicamento é disponibilizado sob a forma de comprimido revestido por película para uso exclusivo por via oral.


Dosagem Padrão e Frequência

O Sincom é tomado uma vez por dia. Pode ser ingerido em qualquer altura do dia, mas as diretrizes oficiais aconselham o estabelecimento de um horário consistente para a administração em cada dia. O comprimido pode ser consumido com ou sem alimentos.

Parâmetro de Utilização Instrução
Dose Inicial (Adultos) 2 mg uma vez por dia (podendo variar consoante a região para 1 mg)
Dose Diária Máxima 4 mg uma vez por dia
Ingestão do Comprimido Deve ser engolido inteiro
Ajuste de Dose Normalmente reavaliado após 4 semanas do início ou da titulação

Regras de Dosagem em Populações Específicas e Contextuais

Existem restrições de dosagem obrigatórias para certas populações de doentes e quando o medicamento é utilizado em conjunto com fármacos específicos:

  • Para doentes com insuficiência renal moderada a grave ou doença renal em fase terminal sob hemodiálise, a dose não deve exceder os 2 mg uma vez por dia.
  • Para crianças com idade igual ou superior a 8 anos com Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica, o intervalo posológico é de 2 mg a 4 mg uma vez por dia.
  • Quando coadministrado com Rifampicina, a dose de Pitavastatina não deve exceder os 2 mg uma vez por dia. Se uma dose for esquecida, a dose seguinte deve ser tomada à hora habitual no dia seguinte; não deve ser tomada uma dose dupla para compensar a dose em falta.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Sincom

Evidência para Uso na Gestão de Níveis Elevados de Lípidos no Sangue

A base de investigação para a pitavastatina (Sincom) consiste principalmente em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA). Estes estudos de curta duração foram concebidos para analisar as alterações medidas nos níveis de lípidos no sangue em adultos com diagnóstico de hiperlipidemia primária ou dislipidemia mista. Os investigadores monitorizaram resultados fundamentais relacionados com o desequilíbrio sistémico, focando-se na medição de alterações em biomarcadores específicos, como o Colesterol de Lipoproteínas de Baixa Densidade (LDL-C), bem como o Colesterol Total e os triglicéridos.

Os estudos compararam frequentemente a pitavastatina com um placebo ou com outros medicamentos da classe das estatinas já estabelecidos (Ensaios com Comparador Ativo). Os resultados descrevem as alterações medidas nos marcadores lipídicos ao longo dos períodos de tratamento definidos, que duram tipicamente entre três e quatro meses. O que permanece incerto para a população geral que recebe este medicamento é a relação a longo prazo entre o fármaco e eventos clínicos major (relevantes).

Evidência para Uso na Gestão do Colesterol Elevado Familiar em Crianças

A investigação também explorou a utilização da pitavastatina numa população pediátrica específica: crianças e adolescentes diagnosticados com Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica (HeFH). A evidência neste grupo etário provém de Ensaios Aleatorizados, em Dupla Ocultação e Controlados por Placebo.

Estes ensaios focaram-se principalmente na medição de alterações em biomarcadores lipídicos essenciais e monitorizaram também sistematicamente as crianças quanto a desfechos relacionados com o crescimento físico e o desenvolvimento pubertário. Os períodos de acompanhamento foram limitados. Não existem dados de longo prazo provenientes de ensaios dedicados para avaliar a influência no risco futuro de eventos cardiovasculares à medida que as crianças transitam para a idade adulta.

Evidência para Avaliação do Risco Cardiovascular em Grupos Específicos

Um corpo distinto de investigação, incluindo ensaios de larga escala, plurianuais, Aleatorizados e Controlados por Placebo, estudou a pitavastatina no contexto da prevenção do risco cardiovascular, mas esta investigação concentrou-se num grupo de risco muito específico e elevado: adultos com infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH).

Nestes ensaios específicos, os investigadores monitorizaram a taxa de ocorrência de Eventos Cardiovasculares Adversos Major (MACE) durante um período de acompanhamento prolongado. Os resultados descrevem padrões observados apenas nas populações estudadas. Estes não são diretamente generalizáveis para a população mais vasta de indivíduos sem VIH que também apresentam um risco cardiovascular de baixo a moderado.

O que Permanece Indefinido ou Sob Investigação

Embora a pitavastatina tenha sido amplamente estudada em investigações que examinam marcadores lipídicos, a limitação mais significativa é que a relação a longo prazo entre o medicamento e eventos clínicos major na população geral não está totalmente estabelecida por ensaios dedicados. Além disso, a evidência comparativa é por vezes escassa, uma vez que a maioria dos ensaios compara a pitavastatina com uma seleção limitada de outras estatinas, e os dados para certos grupos permanecem insuficientes; por exemplo, faltam geralmente ensaios específicos focados exclusivamente em populações muito idosas ou em grávidas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Sincom (FAQ)

Q: O Sincom é o nome comercial ou o nome genérico do medicamento?

O Sincom é o nome comercial designado para este medicamento sujeito a receita médica. A substância ativa presente nos comprimidos é a pitavastatina (pitavastatina cálcica), que é o nome genérico utilizado para identificar a substância farmacológica a nível internacional.

Q: Com que rapidez é que o Sincom começa normalmente a atuar após a primeira utilização?

As informações regulamentares oficiais sobre a atividade do medicamento indicam que as reduções iniciais nos níveis de colesterol são habitualmente observadas no prazo de cerca de duas semanas após o início do tratamento. De acordo com estudos clínicos, o efeito máximo do Sincom é geralmente alcançado após aproximadamente quatro semanas de utilização consistente.

Q: É seguro conduzir ou utilizar máquinas enquanto estiver a tomar Sincom?

A informação oficial do produto sugere que, de uma forma geral, não se espera que o Sincom interfira com a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. No entanto, a ocorrência de efeitos secundários como tonturas ou sonolência pode afetar a capacidade de conduzir ou operar maquinaria complexa.

Q: Que tipo de monitorização ou análises ao sangue são geralmente recomendados ao tomar Sincom?

Os profissionais de saúde podem considerar a verificação das enzimas hepáticas (transaminases hepáticas) antes de iniciar o Sincom e, novamente, se necessário, conforme indicado clinicamente. A monitorização de rotina não é tipicamente recomendada, a menos que ocorram sintomas de lesão hepática.

Q: O Sincom pode afetar o meu humor, concentração ou padrões de sono?

Relatos raros de pós-comercialização relativos a estatinas, incluindo a pitavastatina, registaram casos de efeitos secundários cognitivos, como perda de memória ou confusão. Além disso, foram comunicados efeitos psiquiátricos como insónia (dificuldade em dormir) ou depressão. Estes efeitos são geralmente descritos como reversíveis após a interrupção do medicamento.

Q: O Sincom pode interagir com analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno ou o paracetamol?

Os documentos regulamentares listam avisos obrigatórios e restrições de dose para medicamentos específicos que interagem com o fármaco, como a Ciclosporina ou a Eritromicina. No entanto, avisos específicos relativos a analgésicos comuns não sujeitos a receita médica, como o ibuprofeno ou o paracetamol, não estão explicitamente detalhados nas principais secções de interações medicamentosas dos rótulos oficiais.

Q: O Sincom afeta a fertilidade ou a saúde sexual?

Relatos de pós-comercialização relacionados com a utilização de pitavastatina registaram potenciais efeitos na saúde sexual. Estes eventos comunicados incluem casos de disfunção erétil e uma diminuição da líbido (desejo sexual).

Q: É normal sentir-me ligeiramente tonto ao iniciar o Sincom?

Tonturas foram registadas em relatórios de pós-comercialização como uma reação adversa associada à utilização de pitavastatina. Se sentir tonturas, o profissional de saúde responsável deve ser informado.

Q: Existe alguma diferença de eficácia entre o Sincom de marca e a sua versão genérica?

Todas as versões genéricas do Sincom contêm a mesma substância ativa, a pitavastatina. As agências regulamentares exigem que os produtos genéricos cumpram padrões de bioequivalência para garantir que atuam no organismo da mesma forma que o produto de marca. Este requisito regulamentar visa assegurar um desempenho consistente.

Q: Há quanto tempo é que o Sincom está no mercado, de acordo com os dados regulamentares oficiais?

A substância ativa, a pitavastatina, recebeu a sua aprovação inicial pela U.S. Food and Drug Administration (FDA) em agosto de 2009. Os dados regulamentares oficiais acompanham o perfil de utilização e segurança do fármaco a partir desse momento.

Q: O Sincom é considerado uma substância viciante ou controlada?

O Sincom (pitavastatina) está classificado como um medicamento de receita médica obrigatória. Os sistemas oficiais de classificação de fármacos não o listam como uma substância controlada com potencial para dependência ou abuso.

Q: Se eu tiver uma alergia conhecida a outros medicamentos, o Sincom é seguro?

A rotulagem oficial afirma que o Sincom é contraindicado (não deve ser utilizado) em doentes com hipersensibilidade conhecida à pitavastatina ou a qualquer componente da formulação. A existência de antecedentes de alergia a outros medicamentos é um fator que deve ser considerado por um profissional de saúde.

Q: Qual é o período máximo de tempo que as orientações oficiais sugerem para a toma de Sincom?

O Sincom é indicado como complemento à dieta para a redução a longo prazo do LDL-C e gestão de níveis elevados de lípidos no sangue. As orientações oficiais dos organismos reguladores não estabelecem nem definem uma duração máxima específica de tratamento.

Q: O Sincom requer uma receita especial ou monitorização por um especialista?

O Sincom é categorizado como um medicamento geral de receita médica obrigatória, o que significa que pode ser prescrito por profissionais de saúde licenciados. Embora não exija uma prescrição especial de um especialista, a monitorização das enzimas hepáticas pode ser efetuada com base nas necessidades clínicas do doente.

Q: O Sincom pode afetar os resultados de análises laboratoriais comuns?

Sim, a informação oficial de segurança indica que o Sincom pode afetar certos valores laboratoriais. Estas alterações documentadas incluem elevações nas transaminases séricas (relacionadas com a função hepática) e na creatina quinase (uma enzima muscular). Também foram registados aumentos nos marcadores de açúcar no sangue, como a HbA1c e os níveis de glicémia em jejum.

Q: Que avisos oficiais existem sobre o Sincom relativamente a saúde mental ou alterações de comportamento?

A FDA comunicou que as estatinas, enquanto classe, podem causar compromisso cognitivo, tal como relatos de confusão ou perda de memória. Adicionalmente, relatos raros de pós-comercialização especificamente para a pitavastatina incluem notas sobre insónia e depressão.

Q: O Sincom possui um "boxed warning" e o que é que isso significa?

Atualmente, o Sincom não possui um Boxed Warning (por vezes designado por aviso de caixa preta) da FDA. Este tipo de aviso é reservado para eventos adversos graves que podem levar à morte ou a lesões severas.

Q: O Sincom é conhecido por causar dores de cabeça ou enxaquecas?

De acordo com os dados da experiência pós-comercialização, a dor de cabeça foi reportada como um evento adverso associado à pitavastatina. Esta é uma informação recolhida fora do âmbito de ensaios clínicos controlados.

Como Sincom deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar Sincom

Para manter a eficácia do seu medicamento, os comprimidos de Sincom (varfarina) devem ser conservados corretamente. Mantenha o recipiente bem fechado na sua embalagem original, a uma temperatura ambiente que deve ser inferior a 25 °C (77 °F). O local de armazenamento deve ser seco, protegido do calor excessivo, da humidade e da luz direta. É essencial manter o Sincom sempre fora da visão e do alcance de crianças e de animais de estimação, de modo a prevenir ingestões acidentais.

Relativamente à eliminação, não deve deitar o Sincom não utilizado ou fora de validade na sanita nem no lixo doméstico, uma vez que é considerado uma substância perigosa que pode contaminar os sistemas hídricos e prejudicar o meio ambiente. O método mais seguro e recomendado para a eliminação é devolver qualquer medicamento não utilizado ou indesejado a uma farmácia comunitária ou recorrer a um programa autorizado de recolha de resíduos de medicamentos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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