Scandonest

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Scandonest

Método de ação: Anesthetic

Opção de tratamento: Anesthesia, Peripheral Nerve Block

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Scandonest

Que tipo de medicamento é o Scandonest?

O Scandonest é um medicamento de prescrição sintético, classificado como anestésico local, que contém a substância ativa cloridrato de mepivacaína. Este fármaco é categorizado como um anestésico local do tipo amida, uma designação que o distingue química e metabolicamente dos agentes mais antigos do tipo éster. Esta classe de medicação impede temporariamente a condução dos impulsos nervosos, atuando através da interrupção da via de comunicação dos sinais de dor. Esta ação é amplamente reconhecida a nível clínico por proporcionar uma anestesia eficaz, de duração curta a intermédia, durante procedimentos como intervenções dentárias de rotina.

Composição e forma do Scandonest

O medicamento é preparado como uma solução aquosa injetável, um líquido límpido administrado com precisão na área pretendida. O componente essencial é o cloridrato de mepivacaína, que se encontra dissolvido na base aquosa. O Scandonest destaca-se por oferecer formulações especificamente adaptadas à medicina dentária, sendo frequentemente apresentado em cartuchos dentários especializados para uma administração controlada. As formulações variam: algumas são fornecidas como um produto de substância ativa única, enquanto outras são produtos combinados que incluem também um vasoconstritor, como a adrenalina ou a levonordefrina. Esta variação permite que os profissionais de saúde selecionem o tipo específico necessário, gerindo a dormência localizada com base nas sensibilidades do paciente ou nas necessidades fisiológicas.

Qual é o objetivo geral do Scandonest?

O principal objetivo geral do Scandonest é permitir a realização de intervenções seguras e confortáveis, através da obtenção de uma insensibilidade local imediata por via do bloqueio da condução dos impulsos nervosos. O benefício fundamental deste fármaco é a sua capacidade de tornar dormente uma área específica do corpo, assegurando que o paciente não perceba a dor durante o procedimento. A eficácia estabelecida da mepivacaína na anestesia loco-regional confirma que o medicamento é uma ferramenta central para a eliminação temporária dos sinais dolorosos no local do tratamento.

Quais efeitos secundários são possíveis com Scandonest?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do cloridrato de mepivacaína, o princípio ativo do Scandonest, é definido com base em categorias estabelecidas de potenciais reações adversas. Estas reações são habitualmente dependentes da dose e estão relacionadas com a absorção sistémica do fármaco.

Os efeitos secundários documentados são categorizados de acordo com o sistema fisiológico afetado e a frequência da sua ocorrência, de forma consistente com os modelos de avaliação clínica.

Classificação de Reações Adversas

As reações adversas estão agrupadas por Classes de Sistemas de Órgãos, sendo as mais proeminentes as Perturbações do Sistema Nervoso e as Cardiopatias. Os efeitos secundários comuns podem incluir sintomas como tonturas, náuseas, vómitos e nervosismo. Eventos mais significativos, embora raros, incluem reações de hipersensibilidade graves (como a anafilaxia) e toxicidade sistémica que pode conduzir a convulsões ou paragem cardíaca, as quais são reconhecidas como Reações Adversas Graves.

Nível de Classificação Exemplos de Efeitos Documentados
Frequentes Tonturas, nervosismo, náuseas, vómitos
Raros Anafilaxia, paragem cardíaca, convulsões

Considerações de Segurança e Limitações

Existem restrições específicas para a utilização deste medicamento. A mepivacaína está contraindicada em indivíduos com hipersensibilidade conhecida a qualquer anestésico local do tipo amida. Além disso, recomenda-se precaução em pacientes com condições pré-existentes que possam afetar a eliminação do fármaco. É necessário um cuidado acrescido em pacientes com insuficiência hepática (disfunção do fígado) ou insuficiência renal (disfunção dos rins), uma vez que estas condições podem aumentar o potencial de acumulação sistémica e subsequente toxicidade, uma limitação também aplicável aos idosos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A toxicidade sistémica pela mepivacaína apresenta-se como uma emergência médica com risco de vida, afetando o Sistema Nervoso Central (SNC) e o sistema cardiovascular. Os efeitos no SNC são bifásicos: uma estimulação inicial (por exemplo, tremores, agitação, desorientação) que progride para um estado de depressão, resultando em desfechos graves como convulsões, coma e paragem respiratória. A toxicidade cardiovascular inclui a depressão da contratilidade e da condução do miocárdio, o que pode levar a hipotensão, arritmias ventriculares e, em última instância, paragem cardíaca.

Um risco grave e distinto é a metemoglobinemia, uma condição identificada por sinais como a cianose (pele, lábios ou leitos ungueais com coloração pálida, cinzenta ou azulada), fadiga e dor de cabeça. Deve procurar-se assistência médica imediata se estes sintomas forem observados. A gestão de todas as situações de sobredosagem exige atenção imediata à manutenção da permeabilidade das vias aéreas, fornecimento de oxigénio a 100% e controlo de convulsões.

Os equipamentos e fármacos de reanimação devem estar imediatamente disponíveis, sendo necessária a monitorização contínua dos sinais vitais. Os pacientes com insuficiência hepática ou renal, bebés com menos de seis meses e idosos são oficialmente considerados como estando em risco acrescido de desenvolver concentrações plasmáticas tóxicas. O azul de metileno está descrito para o tratamento da metemoglobinemia que não responda à administração de oxigénio.

Usos terapêuticos de Scandonest

O que o Scandonest trata: principais utilizações e benefícios

O Scandonest é aplicado em âmbitos onde é necessário suporte sintomático adicional, destinando-se principalmente à anestesia local e loco-regional em cirurgia dentária. O produto é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico e a dor aguda associados a procedimentos clínicos invasivos. O medicamento é relevante para atenuar a dor procedimental aguda em cenários clínicos comuns, incluindo extrações, procedimentos restauradores e diversas intervenções cirúrgicas orais.

Gestão de suporte e utilização especializada

O Scandonest é geralmente utilizado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, ajudando a abordar conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou disruptivos. O benefício primário é proporcionar um alívio de suporte quando os sintomas se tornam temporariamente desgastantes e interferem com as atividades rotineiras. O medicamento desempenha um papel na gestão de sintomas para grupos específicos de pacientes, incluindo crianças (acima de um determinado peso) e pacientes clinicamente vulneráveis, ao oferecer formulações sem adição de vasoconstritores. Isto pode contribuir para uma melhoria do conforto diário durante o período pós-procedimento.


Facto rápido: alívio da dor procedimental aguda
Contexto terapêutico: Anestesia loco-regional durante procedimentos dentários e orais.
Gestão de sintomas: Ajuda a gerir a dor aguda intensa e o desconforto sensorial.
Benefício para o paciente: Contribui para um melhor conforto, apoiando a capacidade do paciente em lidar de forma mais estável com episódios sintomáticos.

Critérios de utilização e restrições

Contraindicações e Regras de Elegibilidade

O Scandonest (cloridrato de mepivacaína) está restrito a populações específicas de pacientes, conforme definido pelas normas de segurança farmacêutica. A sua utilização é contraindicada, devendo ser totalmente evitada, em pessoas com hipersensibilidade ou alergia conhecida à mepivacaína ou a qualquer outro anestésico local do tipo amida.

A não elegibilidade absoluta aplica-se também a pacientes com distúrbios graves da condução auriculoventricular que não sejam compensados por um estimulador cardíaco (pacemaker), bem como a indivíduos com epilepsia mal controlada.

Restrições Etárias e Fisiológicas

O uso é geralmente permitido em adultos, adolescentes e crianças com mais de 4 anos de idade (aproximadamente 20 kg). No entanto, o medicamento é contraindicado em crianças abaixo deste limiar de quatro anos. É ainda referido que bebés com menos de seis meses de idade são mais suscetíveis a certos riscos, exigindo precaução acrescida.

Existem considerações especiais para pacientes com insuficiência hepática (fígado) ou renal (rim), que podem necessitar de uma monitorização rigorosa e de uma redução da dose. Da mesma forma, deve ser administrada uma dosagem reduzida a idosos e a doentes em estado crítico ou agudo, de acordo com o seu estado físico geral.

No caso das mulheres, o medicamento deve ser preferencialmente evitado durante a gravidez, a menos que seja considerado medicamente necessário. As mães que amamentam são aconselhadas a não amamentar durante as 10 horas seguintes à administração de Scandonest.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil oficial de interações do cloridrato de mepivacaína é definido pelo seu potencial de reforço farmacodinâmico e de interferência farmacocinética.

Combinações Contraindicadas e Restrições

A coadministração com Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO), Antidepressivos Tricíclicos ou Ocitocinas do tipo Ergot é geralmente evitada se a formulação de Scandonest contiver um vasopressor, uma vez que esta combinação acarreta o risco de hipertensão grave e prolongada. Existe também uma restrição explícita quanto ao consumo de álcool imediatamente antes ou após a administração, devido ao risco documentado de uma descida da tensão arterial.

Modificação da Exposição e Efeitos Aditivos

A eliminação (clearance) da mepivacaína pode ser reduzida por produtos que afetem o seu metabolismo, primordialmente através da enzima CYP1A2. Os inibidores da CYP1A2 (por exemplo, a cimetidina) e certos antagonistas dos recetores beta-adrenérgicos estão identificados como substâncias que podem aumentar as concentrações séricas de mepivacaína. Adicionalmente, o uso de fármacos antiarrítmicos e de outros anestésicos locais pode levar a uma acumulação de efeitos secundários, devido a efeitos tóxicos aditivos nos sistemas cardiovascular e nervoso.

Restrições Temporais e Populacionais

Existe uma restrição temporal documentada para a utilização de anestésicos locais adicionais (que não a bupivacaína), sendo aconselhado evitar a sua utilização nas 96 horas seguintes à administração de uma injeção de bupivacaína lipossomal. Observa-se ainda que os pacientes com insuficiência hepática apresentam um risco acrescido de concentrações plasmáticas elevadas, devido à redução do metabolismo no fígado.

Mecanismo de ação

O Mecanismo Central: Bloqueio da Condução do Impulso Nervoso

A substância ativa, a mepivacaína, atua diretamente nos canais de sódio dependentes de voltagem (canais Na^+) localizados nas células nervosas periféricas. Na sua forma ionizada ativa, a mepivacaína liga-se ao poro do canal a partir do interior da célula, funcionando como um bloqueador não competitivo. Esta obstrução física impede a entrada de iões Na^+, que é o evento elétrico necessário para a despolarização da célula nervosa e a consequente geração de um potencial de ação. A interrupção deste sinal elétrico trava a transmissão de todas as sensações ao longo da via nervosa, resultando na suspensão temporária e localizada da transmissão de sinais sensoriais.


Sinergia com o Tónus Vascular Local

A mepivacaína possui uma propriedade característica de vasoconstrição intrínseca ligeira. Em produtos combinados, um vasoconstritor adicional (como a adrenalina) atua nos recetores adrenérgicos locais (subtipos alfa) para estreitar os vasos sanguíneos. Esta modulação intencional do tónus vascular local reduz o fluxo sanguíneo e abranda o ritmo a que a mepivacaína é transportada e eliminada do local da injeção. Este mecanismo mantém a elevada concentração local do fármaco necessária para prolongar a duração do bloqueio nervoso estabelecido e sustentar o período de inibição do sinal sensorial.


Limitações Mecanísticas em Tecidos Ácidos

A função do fármaco está intrinsecamente condicionada pelo pH do tecido circundante. A mepivacaína precisa de se converter na sua forma não carregada para conseguir atravessar com sucesso a membrana nervosa e atingir os canais Na^+ intracelularmente. Em ambientes altamente ácidos (como tecidos infecionados ou inflamados), o equilíbrio químico altera-se, favorecendo a forma carregada que não consegue penetrar adequadamente no nervo. Esta condicionante fisiológica limita a capacidade da molécula de permear a membrana nervosa, levando a uma atenuação do bloqueio nervoso e a uma redução correspondente do bloqueio neurofisiológico resultante.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes de Administração Oficial

O Scandonest (cloridrato de mepivacaína) é administrado exclusivamente por via injetável, de forma local ou loco-regional, para anestesia durante procedimentos dentários. A utilização correta deste medicamento é determinada por normas rigorosas de dosagem baseada no peso e por uma técnica de injeção específica.

Dosagem e Administração

Característica de Utilização Instrução Oficial
Via de Administração Injeção (Infiltração ou Bloqueio Nervoso).
Dose Padrão para Adultos Deve ser utilizada a menor dose que permita atingir uma anestesia eficaz. A dose máxima é de 4,4 mg/kg de peso corporal, não devendo exceder um total absoluto de 400 mg numa única sessão dentária.
Técnica de Injeção A injeção deve ser sempre realizada lentamente, com aspiração frequente para evitar a entrada num vaso sanguíneo. A velocidade de injeção não deve exceder 1 mL por minuto.
Duração do Efeito A formulação simples a 3% proporciona habitualmente 20 a 40 minutos de anestesia operatória; a formulação a 2% com vasoconstritor oferece um tempo de trabalho mais prolongado.

Utilização em Populações Específicas

São necessários ajustes na dosagem para grupos específicos de pacientes, de modo a considerar as diferentes taxas metabólicas e pesos corporais:

  • Uso Pediátrico: O Scandonest está contraindicado em crianças com menos de 4 anos de idade. Para crianças acima desta idade, a dose máxima recomendada é de 3 mg/kg de peso corporal.
  • Idosos: São recomendadas doses reduzidas para pacientes idosos ou debilitados, de forma proporcional ao seu estado físico.

Antes da administração, a solução deve ser inspecionada visualmente para garantir que está límpida e incolor, e qualquer porção não utilizada do cartucho deve ser eliminada após a sessão única.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos recentes continuam a validar a eficácia da mepivacaína em diversos contextos odontológicos, destacando a sua utilidade em procedimentos que exigem um início de ação rápido e uma duração controlada. Ensaios clínicos realizados entre 2024 e 2025 reforçam que a mepivacaína a 2% com epinefrina apresenta um desempenho comparável ao de outros anestésicos padrão em termos de tempo de início e taxa de sucesso em bloqueios do nervo alveolar inferior. Estes dados sugerem que a solução proporciona uma anestesia previsível e estável para intervenções de rotina em adultos saudáveis.

Investigações focadas na segurança hemodinâmica demonstraram que a mepivacaína é bem tolerada, com impactos mínimos na frequência cardíaca e na pressão arterial, mesmo quando utilizada em pacientes com condições médicas controladas. Em procedimentos de extração de terceiros molares, a utilização de um único cartucho de mepivacaína mostrou-se eficaz na maioria dos casos, sem a ocorrência de complicações pós-operatórias significativas. Esta eficiência dose-dependente sublinha a capacidade do fármaco em fornecer analgesia adequada com um volume reduzido de solução.

Além disso, evidências recentes exploraram o uso da mepivacaína a 3% sem vasoconstritor, particularmente em odontopediatria e em pacientes com contraindicações a agentes adrenérgicos. Os resultados indicam que esta formulação oferece uma vantagem clínica ao evitar a dormência prolongada dos tecidos moles, reduzindo o risco de traumatismos acidentais por mordedura no período pós-tratamento. Em situações de inflamação ou infecção local, as propriedades físico-químicas da mepivacaína parecem favorecer uma difusão mais eficiente através das membranas nervosas em ambientes com pH ácido, resultando numa profundidade anestésica superior em comparação com outras alternativas da mesma classe.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Scandonest (FAQ)


P: O Scandonest contém epinefrina ou um vasoconstritor?

O Scandonest está disponível em diferentes formulações. De acordo com os documentos regulamentares, algumas versões são simples e não contêm um vasoconstritor, enquanto outras contêm epinefrina (um vasoconstritor) para ajudar a prolongar o efeito anestésico. A formulação específica a ser utilizada é determinada pelo profissional de saúde.

P: As crianças podem receber Scandonest?

As diretrizes oficiais indicam que o Scandonest é geralmente contraindicado em crianças pequenas, especificamente aquelas com menos de 4 anos de idade ou com um peso corporal inferior a um determinado limite (aproximadamente 20 kg). Para crianças que cumpram os critérios mínimos, os documentos oficiais descrevem que a dosagem é determinada cuidadosamente com base no peso corporal.

P: O Scandonest é seguro para utilização durante a gravidez?

A informação regulamentar descreve que os anestésicos locais atravessam a placenta. A utilização durante a gravidez é considerada apenas se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto em desenvolvimento, conforme determinado por um profissional de saúde.

P: Posso utilizar Scandonest se estiver a tomar medicamentos para a ansiedade?

As advertências regulamentares indicam que é recomendada precaução se forem utilizados sedativos, tais como certos medicamentos para a ansiedade, em combinação com o Scandonest. Tanto os anestésicos locais como os sedativos são classificados como depressores do sistema nervoso central, o que significa que o seu efeito combinado pode ser aditivo (mais forte em conjunto).

P: O Scandonest pode causar um ritmo cardíaco acelerado ou palpitações?

Um ritmo cardíaco acelerado (taquicardia) está listado nos documentos oficiais como um potencial efeito adverso sistémico. Isto pode acontecer se o medicamento for absorvido demasiado rapidamente ou em concentrações elevadas. Se forem notados sintomas como um ritmo cardíaco acelerado ou palpitações, as informações oficiais ao paciente aconselham que estes sejam comunicados ao profissional que está a administrar o medicamento.

P: Um pequeno alto no local da injeção é uma reação comum ao Scandonest?

Reações localizadas, tais como inchaço temporário, edema ou dor no local da injeção, encontram-se entre os eventos adversos relatados após a utilização de anestésicos locais. Estes eventos localizados são reportados em documentos oficiais como reações associadas ao local da injeção.

P: O que torna o Scandonest diferente de um anestésico geral?

O Scandonest é classificado como um anestésico local. Isto significa que apenas interrompe os impulsos nervosos na pequena área localizada da injeção, provocando dormência mas permitindo que o paciente permaneça acordado e consciente. Um anestésico geral afeta todo o corpo, levando à perda de consciência.

P: O Scandonest é considerado seguro para a maioria das pessoas?

Os documentos oficiais descrevem contraindicações específicas (razões para evitar a utilização), tais como hipersensibilidade conhecida a anestésicos do tipo amida e certas condições pré-existentes do paciente, como distúrbios cardíacos graves. Isto indica que a utilização de Scandonest está dependente de uma avaliação médica face às contraindicações e advertências estabelecidas.

P: O que acontece se o Scandonest for injetado demasiado depressa?

Os documentos regulamentares alertam que a injeção rápida inadvertida num vaso sanguíneo pode levar a níveis elevados do fármaco na corrente sanguínea. Este aumento rápido pode potencialmente causar efeitos adversos graves, incluindo efeitos no sistema nervoso central, tais como convulsões.

P: Porque é que uma pessoa se pode sentir tonta após receber Scandonest?

As tonturas são um possível efeito secundário do sistema nervoso central (SNC) relatado nas listagens oficiais de reações adversas. Podem dever-se à absorção sistémica do fármaco ou podem estar relacionadas com uma reação ao próprio procedimento, como uma resposta vasovagal (uma resposta de desmaio).

P: O que devo dizer ao meu dentista antes de receber Scandonest?

Os pacientes são geralmente aconselhados a informar o seu profissional de saúde sobre alergias medicamentosas conhecidas (especialmente a anestésicos semelhantes), histórico de doença cardíaca ou problemas de ritmo cardíaco, qualquer insuficiência hepática conhecida e todos os medicamentos atuais. Isto permite ao profissional avaliar a elegibilidade com base nas diretrizes oficiais.

P: Qual é a classificação de segurança do Scandonest para mães que amamentam?

As informações oficiais ao paciente em algumas regiões descrevem uma recomendação para interromper a amamentação por um período específico (como 10 a 48 horas) após a administração de mepivacaína, devido ao potencial do medicamento passar para o leite materno.

P: O Scandonest afeta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas após a consulta?

As informações oficiais ao paciente aconselham precaução ao conduzir ou utilizar máquinas até que a pessoa saiba como o medicamento a afeta. Uma vez que o medicamento pode potencialmente causar sonolência ou reflexos lentos, os pacientes são aconselhados a não retomar estas atividades demasiado depressa.

P: Como é que o corpo decompõe o Scandonest?

De acordo com a informação de farmacocinética, a mepivacaína é metabolizada (decomposta) principalmente por enzimas no fígado. O fármaco e os seus produtos de decomposição são então tipicamente excretados (removidos) do corpo, principalmente através dos rins.

P: O que deve ser feito se o efeito de dormência durar muito mais tempo do que o esperado?

A dormência ou formigueiro persistente, conhecida como parestesia, que dura significativamente mais do que a duração esperada do bloqueio, foi relatada como um evento pós-comercialização. A documentação oficial refere que os pacientes que experienciem isto são aconselhados a procurar uma avaliação.

P: Porque é que o Scandonest é frequentemente utilizado para procedimentos curtos?

Os documentos oficiais descrevem a duração esperada da anestesia local proporcionada pelo Scandonest. As formulações sem um vasoconstritor podem ser utilizadas para procedimentos onde uma duração de efeito mais breve é aceitável, tornando-o uma escolha comum para consultas mais curtas.

P: Que tipo de rótulos de advertência são exigidos para o Scandonest pelas entidades reguladoras?

As advertências exigidas ao paciente incluem a possibilidade de metemoglobinemia (uma condição sanguínea grave), o risco de traumatismo acidental, como morder o lábio ou a língua até que a sensibilidade regresse, e sinais de toxicidade sistémica que requerem atenção médica imediata.

P: O Scandonest pode causar inchaço na área tratada?

Sim, reações localizadas, incluindo edema e inchaço, são relatadas na secção de reações adversas dos documentos oficiais. Estas são geralmente consideradas uma forma de hipersensibilidade local ou reação no local da injeção.

P: O que devo saber sobre o Scandonest e a função hepática?

Uma vez que a mepivacaína é decomposta principalmente pelo fígado, a informação oficial de prescrição aconselha que esta deve ser utilizada com precaução em pacientes com insuficiência hepática (má função hepática). A função hepática reduzida pode levar potencialmente a um aumento dos níveis do fármaco no sangue.

P: O Scandonest pode causar problemas nervosos temporários?

Problemas nervosos temporários, tais como parestesia prolongada (dormência ou formigueiro extensos) dos lábios ou da língua, foram relatados como eventos adversos, mais comummente após injeções de bloqueio nervoso na área do maxilar.

P: O Scandonest pode ser utilizado por pacientes com asma grave?

As formulações de Scandonest que contêm um vasoconstritor, como a epinefrina, também podem conter sulfitos (um conservante). As advertências oficiais referem que os sulfitos podem desencadear reações de tipo alérgico, incluindo episódios asmáticos, em indivíduos suscetíveis, particularmente naqueles com asma grave.

Como Scandonest deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Scandonest (Cloridrato de Mepivacaína)

Requisitos Oficiais de Conservação

Os cartuchos de Scandonest devem ser conservados a uma temperatura ambiente controlada, habitualmente até aos 25 °C. É essencial proteger o produto da luz, mantendo os cartuchos dentro da embalagem exterior original. A congelação é estritamente proibida, uma vez que compromete a integridade do produto.

Estabilidade e Manuseamento

Os cartuchos de Scandonest destinam-se exclusivamente a uma utilização única. Uma vez aberto o cartucho, o medicamento deve ser administrado imediatamente e qualquer solução não utilizada deve ser eliminada. Não utilize o medicamento após o prazo de validade ou se a solução apresentar uma alteração na cor ou se encontrar turva.

Eliminação e Proteção

Para proteger o ambiente e evitar a utilização indevida, o Scandonest não deve ser deitado fora no lixo doméstico nem eliminado através das águas residuais (por exemplo, não deve ser colocado na sanita ou no ralo). O medicamento não utilizado ou fora de validade deve ser devolvido a um farmacêutico ou entregue num programa de recolha designado. Garanta sempre que o Scandonest é conservado fora da vista e do alcance das crianças.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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