Perdix

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Perdix

Método de ação: Hypotensive

Opção de tratamento: Hypertension

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Perdix

O que é o Perdix? Visão Geral

Propriedade Descrição
Substância Ativa Cloridrato de Moexipril
Forma Farmacêutica Comprimido Oral
Classe Farmacológica Inibidor da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECA)
Objetivo Geral Suporte Cardiovascular
Estatuto Medicamento Sujeito a Receita Médica (MSRM)

O que é o Perdix e qual é a sua Classificação?

O Perdix era o nome comercial do medicamento moexipril, um agente clinicamente reconhecido pelo seu papel no suporte do sistema cardiovascular. Pertence à classe terapêutica dos Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECA).

Esta classe farmacológica é apoiada por extensa literatura médica, que estabelece os IECAs como um pilar da terapia cardiovascular. Isto significa que o medicamento atua de uma forma bem compreendida e que tem sido amplamente estudada pelos médicos. O Perdix era fornecido exclusivamente sob a forma de comprimido oral e era um medicamento sujeito a receita médica, exigindo a supervisão de um profissional de saúde.

Características Distintivas e Composição do Perdix (Moexipril)

A substância ativa dos comprimidos de Perdix é o cloridrato de moexipril, um composto totalmente sintético concebido para uma rápida absorção oral. Uma característica única do moexipril é o facto de funcionar como um pró-fármaco — o que significa que apenas é convertido na sua forma ativa, o moexiprilato, após ser metabolizado pelo organismo.

Esta origem sintética garante um controlo preciso sobre a estrutura, pureza e estabilidade da substância, o que é essencial para obter efeitos consistentes na preparação oral final.

Qual é o Objetivo Terapêutico do Perdix?

O objetivo terapêutico geral do Perdix (moexipril) é reduzir a pressão exercida sobre o coração e os vasos sanguíneos. O fármaco consegue-o ao promover o relaxamento e a dilatação dos vasos sanguíneos, uma função que é sustentada por estudos farmacológicos publicados a nível global. O papel do medicamento é puramente de suporte do sistema circulatório; não é utilizado para tratar infeções agudas ou doenças de aparecimento súbito.

Quais efeitos secundários são possíveis com Perdix?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

As características de segurança do Perdix (moexipril) estão descritas de acordo com as normas de classificação estabelecidas, baseadas na frequência e no sistema corporal afetado. Os eventos adversos são agrupados em categorias como Frequentes (1% a 10%), Pouco frequentes (0,1% a 1%) e Raros (menos de 0,1%).

Reações Adversas Documentadas

As reações adversas comunicadas com maior frequência, classificadas como Frequentes, incluem a tosse seca persistente, característica da classe dos inibidores da ECA, juntamente com cefaleias, tonturas e fadiga. As reações categorizadas no sistema de Doenças Gastrointestinais incluem náuseas e diarreia. Estão também documentadas Cardiopatias/Vasculopatias, tais como rubor e hipotensão.

Considerações de Segurança Graves

A informação oficial destaca várias reações adversas graves. A mais crítica é o Angioedema, que envolve o inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta, podendo ocorrer em qualquer momento durante o tratamento. A Toxicidade Fetal está também documentada: o moexipril é geralmente contraindicado no segundo e terceiro trimestres da gravidez devido ao risco de lesão ou morte fetal. Outros eventos graves incluem casos raros de Hepatotoxicidade (lesão hepática) e Hipercaliemia (níveis elevados de potássio).

Restrições de Segurança e Populações Especiais

Estão definidas restrições específicas para determinados grupos de doentes e contextos de utilização. O risco de Angioedema é assinalado como sendo potencialmente superior em doentes de raça negra. A utilização em doentes com comprometimento renal requer consideração devido ao aumento dos níveis do metabolito ativo. O moexipril é contraindicado em doentes com antecedentes de Angioedema relacionado com a utilização prévia de inibidores da ECA e a sua utilização é restrita com outros medicamentos específicos, como o Aliscireno em doentes diabéticos, devido ao risco acrescido de eventos adversos graves.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil de sobredosagem do Perdix (moexipril), um Inibidor da Enzima de Conversão da Angiotensina (ECA), está estritamente definido pela documentação oficial através de efeitos fisiológicos extremos. A principal manifestação de sobredosagem é a hipotensão profunda (tensão arterial perigosamente baixa), uma extensão direta da ação pretendida do medicamento. Este efeito pode ser acompanhado por tonturas graves, síncope (desmaio) ou um ritmo cardíaco irregular, como a bradicardia.

As situações de sobredosagem podem evoluir para desfechos graves e potencialmente fatais. As complicações documentadas incluem a insuficiência renal aguda e a hipercaliemia significativa (potássio elevado), que exigem uma monitorização laboratorial rigorosa de substâncias como a ureia (BUN) e a creatinina. Um risco crítico documentado é o angioedema, que pode potencialmente levar à obstrução das vias respiratórias. As orientações regulamentares referem também que a exposição durante o segundo ou terceiro trimestres da gravidez está associada a lesões e morte fetal e neonatal.

No caso de suspeita de sobredosagem, é necessária assistência médica imediata. As orientações oficiais determinam o contacto imediato com os serviços de emergência (112 ou 911) se um indivíduo tiver um colapso, sofrer uma convulsão ou apresentar dificuldade em respirar. A gestão é estritamente sintomática e de suporte, uma vez que não se conhece nenhum antídoto específico. Os procedimentos de tratamento descritos nos documentos regulamentares incluem a infusão intravenosa de líquidos para estabilizar a hipotensão e a observação próxima durante um período prolongado até que a condição do doente estabilize.

Usos terapêuticos de Perdix

Para que é utilizado o Perdix: Principais Usos e Benefícios

O Perdix (moexipril) é habitualmente utilizado para gerir a hipertensão essencial (pressão arterial elevada crónica), uma condição caracterizada pelo aumento do stress fisiológico em todo o sistema circulatório. Este medicamento é relevante em contextos clínicos que requerem suporte adicional para o coração e para os vasos sanguíneos. É aplicado principalmente em três domínios terapêuticos fundamentais: o controlo da pressão arterial crónica, a prestação de terapia de suporte para a sobrecarga do músculo cardíaco em condições como a insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e o contributo para a redução do risco cardiovascular major.

O benefício primário consiste em ajudar a controlar os níveis de pressão arterial, o que proporciona um alívio de suporte que auxilia na redução da carga sintomática geral relacionada com o desequilíbrio sistémico e a pressão crónica. É também utilizado quando a gestão sintomática de suporte é adequada para doentes com condições como a insuficiência cardíaca, auxiliando na estabilidade funcional do sistema circulatório e contribuindo para um melhor conforto durante os períodos sintomáticos.


Facto Rápido: Alívio da Sobrecarga Vascular

O Perdix é utilizado principalmente quando os sintomas estão associados ao stress funcional de órgãos específicos, aplicando-se a condições marcadas por um aumento do stress fisiológico. Ajuda a abordar os desafios associados a condições onde os sintomas podem intensificar-se temporariamente.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar Perdix (Moexipril) — Informação Regulamentar Oficial

Âmbito de Elegibilidade Classificação
Populações para as quais a utilização é permitida Os doentes adultos constituem a população estabelecida e aprovada para o tratamento da hipertensão.
Populações para as quais a utilização é contraindicada Aplica-se uma proibição absoluta a doentes com antecedentes de angioedema relacionado com qualquer inibidor da ECA. O medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas durante o segundo e terceiro trimestres, sendo obrigatória a interrupção imediata assim que a gravidez seja detetada. A utilização é também contraindicada em doentes diabéticos a receber aliscireno e em doentes que tenham utilizado sacubitril/valsartan nas últimas 36 horas.
Regras de elegibilidade por idade Doentes Pediátricos: A segurança e eficácia não foram estabelecidas neste grupo etário, o que resulta numa exclusão formal. Idosos: Recomenda-se precaução devido à maior probabilidade de alterações na função dos órgãos relacionadas com a idade, como o compromisso renal.
Regras de elegibilidade por patologia Doentes com comprometimento renal grave ou redução da função hepática estão sujeitos a uma utilização restrita e requerem consideração especial, conforme detalhado nas informações oficiais. Recomenda-se também cautela em doentes com depleção de volume ou doenças vasculares do colagénio específicas associadas a patologia renal.

Ligação ao perfil global de elegibilidade:

Os documentos regulamentares definem limites rigorosos para o uso de Perdix, estabelecendo contraindicações absolutas baseadas na hipersensibilidade, risco fetal e combinações medicamentosas específicas. O perfil determina uma elegibilidade condicional para adultos com compromisso orgânico existente e exclui formalmente a população pediátrica, para a qual a utilização não foi estabelecida.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Perdix (moexipril) detalha interações específicas baseadas em efeitos farmacodinâmicos e farmacocinéticos.

A coadministração com Aliscireno é uma combinação formalmente contraindicada em doentes com diabetes mellitus. Esta restrição estende-se a todos os doentes com comprometimento renal (TFG estimada < 60 mL/min), independentemente de serem ou não diabéticos. O risco de hipercaliemia (níveis elevados de potássio) é aumentado com a utilização de Diuréticos Poupadores de Potássio (ex.: espironolactona) e Suplementos de Potássio, devido a efeitos aditivos nos níveis sistémicos de potássio. O bloqueio duplo do Sistema Renina-Angiotensina (SRA) com Antagonistas dos Recetores da Angiotensina II (ARAs) também aumenta o risco de hipotensão. Adicionalmente, os Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) podem resultar numa deterioração da função renal quando tomados concomitantemente.

Existe uma interação farmacocinética com os alimentos, que reduz acentuadamente a biodisponibilidade e a exposição global (Cmax e AUC) do metabolito ativo. As informações oficiais de prescrição determinam que o medicamento deve ser administrado em jejum, aproximadamente uma hora antes de uma refeição, para garantir uma absorção adequada. O medicamento também reduz a depuração do Lítio, resultando num aumento das concentrações séricas e no potencial de toxicidade. Estudos formais não encontraram interações farmacocinéticas clinicamente importantes com a Hidroclorotiazida, Digoxina ou Cimetidina.

Mecanismo de ação

Modulação de Sinais Centrais

A ação primária do Perdix envolve o seu papel como agonista que se liga aos recetores opioides mu no sistema nervoso central, particularmente no cérebro e na medula espinhal. Esta interação modifica as vias neurais envolvidas na transmissão de sinais aferentes, ativando mecanismos que levam a uma redução na taxa de atividade neural central.

Inibição dos Canais de Iões Periféricos

O fármaco exerce um mecanismo secundário e distinto, funcionando como um bloqueador dos canais de Na^+ dependentes da voltagem nas membranas das células nervosas, tanto a nível central como periférico. Este efeito impede o fluxo necessário de iões, estabilizando assim a membrana celular e interrompendo a cascata eletroquímica necessária para que um nervo propague um impulso, resultando na incapacidade localizada de os neurónios transmitirem sinais.

Modulação das Vias Termorreguladoras

O Perdix também atua nos recetores opioides kappa no centro termorregulador do cérebro, modulando a atividade dentro destes circuitos neurais distintos. Este envolvimento altera os mecanismos de controlo central que regulam a temperatura corporal. Este processo modifica a atividade nas vias que medeiam as contrações musculares involuntárias.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Perdix (Moexipril): Orientações Oficiais de Administração

O Perdix, que contém a substância ativa cloridrato de moexipril, é utilizado de acordo com as instruções específicas constantes do rótulo e delineadas pelas autoridades reguladoras. Todo o protocolo de administração foi desenhado para maximizar a biodisponibilidade do composto ativo e baseia-se na observância rigorosa das regras de horário e de dosagem.

Método de Administração e Momento da Toma

O Perdix é administrado exclusivamente por via oral, sob a forma de comprimido. Um requisito crítico para a sua utilização é que o comprimido deve ser tomado com o estômago vazio, especificamente uma hora antes de uma refeição. Este momento da toma é essencial porque a alimentação reduz significativamente a absorção do metabolito ativo, o moexiprilato.


Regimes de Dosagem Oficiais e Frequência

A frequência de dosagem padrão para o Perdix é de uma vez por dia. Embora este seja o esquema primário, a dose diária total pode ser dividida em duas doses separadas, se for necessário, para manter um controlo consistente da pressão arterial ao longo do período de 24 horas.

A dose inicial padrão para doentes adultos que não estejam atualmente a tomar um diurético é de 7,5 mg, uma vez por dia. No entanto, é necessária uma dose inicial mais baixa de 3,75 mg, uma vez por dia, para doentes com depleção de volume, tais como aqueles que já se encontram a receber terapia com diuréticos, ou doentes com determinados níveis de insuficiência renal (depuração da creatinina le 40 mL/min).

O intervalo habitual da dose de manutenção é de 7,5 mg a 30 mg por dia, sendo que a dose diária máxima recomendada não deve exceder os 60 mg. Os ajustes posológicos baseiam-se na resposta do doente e são tipicamente efetuados após quatro semanas de terapia continuada.


Instruções em Caso de Esquecimento de uma Dose

Se uma dose for esquecida, as orientações reguladoras indicam que o utilizador deve tomar a dose assim que se lembrar, a menos que esteja quase na hora da próxima dose agendada; nesse caso, a dose esquecida deve ser saltada. Os doentes são explicitamente instruídos a não tomar uma dose dupla para compensar a que esqueceram.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Perdix (Moexipril)

Esta secção resume a investigação publicada utilizada para avaliar o Perdix (moexipril), focando-se no que foi estudado, nos tipos de grupos de doentes envolvidos e nos aspetos dos efeitos do medicamento que ainda são emergentes ou incertos, de acordo com fontes regulamentares e científicas oficiais.


Evidência no Controlo da Hipertensão Essencial (Pressão Arterial Elevada Crónica)

O Perdix foi estudado quanto ao seu efeito na hipertensão essencial, que consiste na pressão arterial elevada crónica. A base de evidência provém principalmente de Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECA), que são considerados um modelo de estudo altamente fiável. Estes ensaios compararam o moexipril com um placebo ou com outros medicamentos para a pressão arterial já estabelecidos, durante períodos definidos, tipicamente de 8 a 12 semanas.

Nestes estudos, os investigadores monitorizaram principalmente parâmetros clínicos fundamentais: a alteração, desde o início do estudo, da Pressão Arterial Sistólica (PAS) e da Pressão Arterial Diastólica (PAD). Os resultados nestes ECA descreveram medições de alterações na pressão arterial que foram consistentes com os padrões observados para a classe dos inibidores da ECA. Estudos realizados durante períodos de maior atividade dos sintomas registaram padrões específicos de pressão arterial quando comparados com as medições observadas em doentes a tomar placebo.

Parâmetros Primários Estudados nos Ensaios de Hipertensão

O foco central dos estudos regulamentares foi a medição da alteração dos valores da pressão arterial ao nível do grupo. Além dos valores imediatos da pressão arterial, alguma investigação analisou os efeitos na Hipertrofia Ventricular Esquerda (HVE), uma condição em que o músculo cardíaco se torna mais espesso. A evidência de alguns ensaios descreveu padrões em que as medições da HVE evoluíram durante o período do estudo, o que faz parte da evidência que explora as alterações fisiológicas relacionadas com a pressão arterial elevada de longa duração.


Investigação sobre Terapia de Suporte no Esforço do Músculo Cardíaco

A investigação explorou as propriedades do fármaco relacionadas com a terapia de suporte para o esforço do músculo cardíaco, particularmente ao focar-se na sua classificação como um inibidor da ECA, uma classe de fármacos relevante na abordagem de condições como a insuficiência cardíaca. No entanto, a evidência específica para o Perdix nesta área está menos centrada em ensaios de resultados clínicos de grande escala e baseia-se mais fortemente em estudos de marcadores fisiológicos. O papel nestas situações complexas é compreendido, em grande parte, através da extrapolação de evidência a partir da base de evidência estabelecida de outros fármacos da classe dos inibidores da ECA.


Lacunas na Investigação e Aspetos Ainda Incertos sobre o Perdix

A principal limitação da investigação é o facto de os efeitos a longo prazo do Perdix na redução de desfechos cardiovasculares major não terem sido totalmente estabelecidos por ensaios clínicos dedicados de grande escala, especificamente desenhados para esse fim. Existe uma certeza limitada relativamente aos resultados diretos nestas áreas. Adicionalmente, os dados para certos grupos permanecem insuficientes. Por exemplo, não foram realizados estudos adequados para estabelecer os efeitos do Perdix na população pediátrica. Os resultados descrevem padrões de grupo, não resultados pessoais, e a investigação fornece um contexto, mas não previsões individuais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Perdix (FAQ)

P: Quanto tempo demora o Perdix a começar a fazer efeito?

R: As informações oficiais indicam que o moexipril pode começar a reduzir a pressão arterial no prazo de uma hora após a toma de uma dose, ocorrendo o efeito máximo tipicamente num período de 6 horas. No entanto, pode levar várias semanas de utilização contínua até que o efeito terapêutico completo seja observado, altura em que o profissional de saúde avalia normalmente a resposta ao tratamento.

P: Qual a duração do efeito de uma dose de Perdix?

R: O esquema posológico padrão para o moexipril é de uma toma única diária, o que é consistente com a manutenção de um efeito terapêutico durante um período de 24 horas. A forma ativa do fármaco tem uma semivida de eliminação funcional de aproximadamente 12 horas.

P: O Perdix pode afetar os padrões de sono?

R: As perturbações do sono estão incluídas na informação oficial de segurança do Perdix, embora estejam categorizadas como uma reação adversa rara. Caso sinta alterações nos padrões de sono, recomenda-se que discuta o assunto com um profissional de saúde.

P: O álcool interage negativamente com o Perdix?

R: A informação regulamentar refere que se justifica cautela relativamente ao consumo de álcool durante a toma de Perdix. As bebidas alcoólicas podem aumentar o risco ou a gravidade de tonturas ou sensação de cabeça leve, que são possíveis efeitos secundários deste medicamento.

P: Existem medicamentos de venda livre que interajam com o Perdix?

R: É importante que os doentes informem o seu profissional de saúde sobre todos os produtos sem receita médica e suplementos que utilizam, uma vez que certos analgésicos de venda livre (AINEs) e suplementos de potássio podem interagir com o fármaco. Deve discutir este assunto com o seu médico.

P: Posso tomar Perdix com analgésicos comuns como o ibuprofeno ou o paracetamol?

R: O ibuprofeno é um AINE e pode interagir com o Perdix, causando potencialmente uma deterioração da função renal. O uso de AINEs deve ser discutido com um profissional de saúde. O paracetamol não está especificamente listado como uma interação nos documentos regulamentares oficiais.

P: Quais são as preocupações sobre a toma de Perdix durante a gravidez ou amamentação?

R: A preocupação mais grave refere-se à utilização durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez, períodos em que o Perdix é formalmente contraindicado devido ao risco de lesão ou morte do feto em desenvolvimento. A informação oficial de segurança refere que a utilização durante a amamentação não foi estabelecida em estudos.

P: O Perdix é seguro para alguém com historial de problemas cardíacos?

R: As orientações oficiais aconselham precaução em doentes que sofram de certas condições cardíacas, como a cardiopatia isquémica ou a insuficiência cardíaca congestiva. Isto deve-se ao potencial de a pressão arterial descer excessivamente ao tomar um inibidor da ECA.

P: Quais são as contraindicações do Perdix?

R: Os documentos regulamentares oficiais listam várias proibições absolutas para a utilização de Perdix. Estas incluem antecedentes de angioedema (inchaço grave) relacionado com qualquer inibidor da ECA ou a toma de aliscireno em doentes com diabetes mellitus. O medicamento é também contraindicado para utilização nas 36 horas seguintes à toma de sacubitril/valsartan.

P: Porque é que algumas pessoas dizem que não podem tomar Perdix?

R: Alguns indivíduos podem estar impedidos de utilizar o Perdix devido às contraindicações absolutas descritas no folheto informativo oficial. Estas restrições devem-se ao potencial de reações graves ou fatais, como o angioedema, ou a interações medicamentosas severas com outros fármacos específicos.

P: Existem efeitos a longo prazo ao tomar Perdix?

R: O Perdix destina-se tipicamente a uma utilização prolongada no controlo da pressão arterial elevada. Os estudos regulamentares oficiais não estabeleceram totalmente os efeitos do fármaco na redução de desfechos cardiovasculares major a longo prazo.

P: O Perdix é habitualmente tomado a curto ou a longo prazo?

R: De acordo com a informação oficial para o doente, o tratamento com moexipril (Perdix) para condições como a hipertensão é habitualmente de longa duração.

P: O Perdix afeta os níveis de açúcar no sangue?

R: O folheto informativo oficial refere que o Perdix é contraindicado em coadministração com aliscireno em doentes com diabetes mellitus. Esta restrição sugere que é necessária ponderação em doentes com níveis elevados de açúcar no sangue, embora os documentos regulamentares não especifiquem um efeito direto do fármaco nos níveis de glicémia.

P: O Perdix interage com suplementos à base de ervas, como a Erva de S. João?

R: Recomenda-se que os doentes informem o seu profissional de saúde sobre todos os produtos naturais e medicamentos sem receita médica, pois é necessário verificar potenciais interações. A informação oficial do produto lista interações medicamentosas específicas, mas aconselha cautela geral com suplementos.

P: Há horas específicas do dia para tomar o Perdix?

R: A instrução de tempo mais importante é que o Perdix deve ser tomado com o estômago vazio, uma hora antes de uma refeição. Para manter a consistência, as orientações oficiais recomendam que a toma seja feita por volta da mesma hora todos os dias. Algumas fontes sugerem a toma da primeira dose ao deitar.

P: Faz diferença tomar o Perdix com alimentos?

R: Sim, tomar Perdix com alimentos faz uma diferença significativa. O folheto informativo oficial indica que o medicamento deve ser tomado com o estômago vazio porque os alimentos reduzem a absorção da substância ativa, tornando o tratamento menos eficaz.

P: O Perdix pode ser utilizado para outras condições além da sua indicação principal?

R: O Perdix é indicado principalmente para a pressão arterial elevada (hipertensão). Os documentos oficiais referem a relevância da sua classe farmacológica para o uso na gestão da insuficiência cardíaca e da doença renal diabética, embora a sua indicação principal continue a ser a hipertensão.

P: São necessárias análises ao sangue específicas durante a toma de Perdix?

R: Sim, são habitualmente necessárias análises ao sangue de rotina para monitorizar a função renal e os níveis de potássio. Estes exames são importantes porque o Perdix tem o potencial de afetar os níveis de potássio (hipercaliemia) e a função renal.

P: O Perdix precisa de ser refrigerado ou armazenado de forma especial?

R: O Perdix deve ser guardado à Temperatura Ambiente Controlada, entre os 20 °C e os 25 °C. Deve ser mantido na embalagem original, bem fechado e protegido do calor e da humidade excessivos.

P: O Perdix pode causar alterações de humor ou depressão?

R: Os dados oficiais de segurança incluem alterações de humor e depressão na lista de possíveis reações adversas. Contudo, estes efeitos são classificados como efeitos secundários raros para o Perdix.

P: Como é que o Perdix é eliminado do corpo?

R: O Perdix é convertido na sua forma ativa, o moexiprilato, que é eliminado do corpo principalmente através dos rins (excreção renal). Aproximadamente 40% do metabolito ativo é recuperado na urina.

P: É comum sentir uma ligeira dor de cabeça ao iniciar o Perdix?

R: Sim, a cefaleia (dor de cabeça) está listada nos documentos regulamentares como um efeito secundário frequente do moexipril. Caso a dor de cabeça seja grave ou persistente, recomenda-se a consulta com um profissional de saúde.

Como Perdix deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Perdix (Cloridrato de Moexipril)

Requisitos de Armazenamento

Os comprimidos de Perdix (cloridrato de moexipril) devem ser conservados a uma Temperatura Ambiente Controlada, definida entre os 20 °C e os 25 °C. O medicamento deve ser mantido na sua embalagem de origem, com a tampa bem fechada, para o proteger da humidade excessiva e do calor. Todos os medicamentos devem ser guardados fora da vista e do alcance das crianças e de animais de estimação.

Instruções de Eliminação

O Perdix não utilizado ou fora do prazo de validade não deve ser deitado na sanita nem no lava-loiça. O método preferencial para a sua eliminação é através de um programa de retoma de medicamentos autorizado. Caso não esteja disponível um programa de retoma, os comprimidos devem ser misturados com uma substância indesejável (como borras de café usadas ou terra), colocados num saco de plástico selado e, posteriormente, eliminados no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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