Lasolvan

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Lasolvan

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Lasolvan

Propriedade Descrição
Substância ativa Cloridrato de ambroxol
Forma Comprimidos, xarope, solução para inalação
Classe farmacológica Agente Mucolítico e Secretolítico
Uso comum Facilitação da limpeza das secreções das vias respiratórias
Origem Derivado sintético

Identidade, Classificação e Composição do Lasolvan

O Lasolvan é um produto farmacêutico de síntese cujo efeito terapêutico principal deriva do seu único ingrediente ativo, o cloridrato de ambroxol. Está formalmente classificado como um agente secretolítico e mucolítico, definindo-se a sua ação central pela alteração das propriedades do muco no sistema respiratório. O ambroxol, que é um derivado sintético da bromexina, é consistentemente reconhecido como um agente estabelecido para modificar a viscosidade das secreções brônquicas, facto confirmado pelo Formulário Modelo da Organização Mundial da Saúde. Esta classificação assegura efeitos previsíveis e padronizados nas vias respiratórias, sendo clinicamente reconhecido pelo seu papel no suporte respiratório.


Formas Físicas e Vias de Administração

O medicamento é fabricado em diversas preparações farmacêuticas especializadas para permitir diferentes vias de administração. Estas formas incluem preparações sólidas, tais como comprimidos e pastilhas para ingestão, bem como formatos líquidos, como xarope e soluções aquosas específicas para administração oral. Notavelmente, está também disponível como solução para inalação, uma característica distintiva que permite a entrega direta nas passagens brônquicas, otimizando a sua eficácia nos pulmões. Esta ampla gama de formas permite a utilização adequada em vários grupos etários, desde pacientes pediátricos a adultos, de acordo com a orientação profissional.


Função Geral e Benefício Principal

O propósito geral do Lasolvan é promover a evacuação eficiente das secreções do trato respiratório inferior. A sua ação como agente secretolítico visa gerir condições que envolvam a produção de muco patologicamente viscoso, que de outra forma seria difícil de tossir. A investigação confirma que o ambroxol é eficaz na diminuição da viscosidade e da adesividade do muco, levando a uma melhoria do fluxo e transporte nos brônquios, conforme detalhado em relatórios internacionais de referência. Para o paciente, este mecanismo auxilia geralmente na fluidificação e mobilização de secreções persistentes, proporcionando alívio do desconforto associado a uma tosse obstrutiva e persistente.

Quais efeitos secundários são possíveis com Lasolvan?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

As reações adversas associadas ao cloridrato de ambroxol (Lasolvan) são categorizadas de acordo com a frequência e o sistema corporal afetado, em conformidade com as normas de classificação utilizadas pelas autoridades reguladoras. Esta categorização estabelece o perfil de segurança do medicamento.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos secundários são categorizados com base na frequência com que são oficialmente reportados:

  • Frequentes (afetam 1 a 10 utilizadores em 100): Efeitos gastrointestinais, como náuseas, e efeitos no sistema nervoso, incluindo alteração do paladar (disgeusia), hipoestesia oral e hipoestesia faríngea.
  • Pouco frequentes (afetam 1 a 10 utilizadores em 1.000): Outras perturbações gastrointestinais, incluindo vómitos, diarreia, dispepsia, dor abdominal e secura da boca.
  • Raros (afetam 1 a 10 utilizadores em 10.000): Reações de hipersensibilidade, erupção cutânea e urticária.

Reações Adversas Graves

As reações mais graves relatadas, embora muitas vezes categorizadas com uma frequência desconhecida, envolvem o sistema imunitário e a pele. Estas incluem respostas alérgicas graves, especificamente reações anafiláticas (incluindo choque) e angioedema (inchaço). Adicionalmente, existem relatos raros de reações cutâneas graves (Reações Adversas Cutâneas Graves ou SCARs), tais como a síndrome de Stevens-Johnson e a necrólise epidérmica tóxica.

Considerações de Segurança para a Função de Órgãos

As informações de segurança incluem restrições relacionadas com o estado de saúde subjacente. O medicamento requer uma administração cautelosa em doentes com compromisso renal grave ou compromisso hepático grave, uma vez que as vias de metabolismo e eliminação do fármaco podem estar comprometidas nestas condições, o que representa um fator essencial na avaliação de segurança.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial para uma sobredosagem de cloridrato de ambroxol (Lasolvan) baseia-se principalmente em manifestações que são consistentes com os seus efeitos adversos conhecidos. Não têm sido registados frequentemente sintomas graves em seres humanos, embora se notem efeitos de intoxicação severa em casos de exposição extrema, incluindo a expetativa de hipotensão (tensão arterial baixa) com base em dados pré-clínicos.


Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Tipo de Manifestação Exemplos Documentados na Rotulagem Oficial
Efeitos Gastrointestinais Náuseas, vómitos, diarreia, dor abdominal, dispepsia (indigestão) e pirose (azia).
Efeitos Sistémicos Ansiedade ou agitação transitória e secreção excessiva de saliva (sialorreia).

Ações de Emergência e Gestão Necessárias

A principal ação necessária em caso de suspeita de sobredosagem ou de ingestão excessiva acidental é consultar imediatamente um médico ou farmacêutico para avaliação. A documentação regulamentar confirma que não se conhece um antídoto específico para este medicamento.

Consequentemente, a gestão é definida como tratamento sintomático e de suporte. Procedimentos específicos, como a lavagem gástrica ou a administração de um antiemético, podem ser considerados, mas estes são tipicamente reservados para casos documentados de sobredosagem muito elevada. Além disso, a expetativa de acumulação de metabolitos hepáticos em doentes com compromisso renal grave é uma consideração específica para a gestão da sobredosagem nesta população. A rotulagem exige também que o tratamento seja interrompido imediatamente e que se procure aconselhamento médico se surgirem sinais de uma erupção cutânea progressiva.

Usos terapêuticos de Lasolvan

Indicações do Lasolvan: Principais Usos e Benefícios

O Lasolvan é habitualmente utilizado em áreas terapêuticas onde a função respiratória é desafiada pela presença de muco anormal ou excessivo. A relevância terapêutica na terapia secretolítica e no alívio da dor na dor de garganta aguda é geralmente apoiada pelo entendimento clínico, incluindo documentação proveniente de relatórios de avaliação de autoridades do medicamento.

O medicamento é considerado pertinente para a gestão de sintomas relacionados com doenças broncopulmonares agudas e crónicas, tais como a bronquite aguda, a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e situações que requerem alívio de suporte, como a profilaxia perioperatória. Ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores, especificamente a dificuldade de expetoração, secreções viscosas e tosse obstrutiva. Além disso, é utilizado para proporcionar um alívio sintomático localizado para a dor de garganta aguda.

“Esta terapia de suporte auxilia na manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas interferem com as atividades quotidianas.”

Ao atenuar as manifestações de secreções persistentes, este medicamento auxilia o paciente durante episódios difíceis, reduzindo o mal-estar e apoiando o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Facto Rápido: Suporte sintomático para a Dificuldade de Expetoração

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização de Lasolvan (cloridrato de ambroxol) é estritamente definida por documentos regulamentares, excluindo certas populações e exigindo precaução noutras, com base na idade, estado fisiológico e condições de saúde existentes.

Âmbito de Elegibilidade

Área de Abrangência Estatuto Regulamentar Oficial
Populações para as quais o uso é contraindicado Indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao ambroxol ou a qualquer um dos excipientes; doentes com doenças hereditárias raras de intolerância a açúcares (ex.: intolerância à frutose, devido à presença de excipientes).
Regras de elegibilidade por idade Contraindicado em crianças com menos de 2 anos de idade para a maioria das soluções orais e xaropes; não recomendado para crianças com menos de 12 anos em certas formas sólidas (ex.: pastilhas).
Elegibilidade na gravidez e aleitamento Não recomendado durante o primeiro trimestre de gravidez; não recomendado para utilização por mulheres a amamentar (lactação).

Restrições Relacionadas com a Elegibilidade

A utilização requer precaução ou consideração médica especial em doentes com:

  • Compromisso Renal ou Hepático Grave: A depuração de metabolitos pode estar reduzida, o que potencialmente requer doses mais baixas ou intervalos de administração mais longos.
  • Úlceras Pépticas ou Duodenais: É aconselhada precaução devido ao efeito potencial dos mucolíticos na barreira da mucosa gástrica.
  • Motilidade das Vias Respiratórias Comprometida: Utilizar com precaução (ex.: em casos de discinesia ciliar primária) devido ao risco de obstrução por muco.

Estrutura Oficial de Elegibilidade

O perfil regulamentar determina a exclusão absoluta em caso de hipersensibilidade e de certas condições metabólicas hereditárias. Define a utilização condicionada e restrições baseadas na capacidade do doente para metabolizar e eliminar o fármaco, bem como na necessidade de evitar o uso em estados fisiológicos vulneráveis, como o início da gravidez.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção resume os padrões de interação oficialmente documentados para o cloridrato de ambroxol, com base em informações regulamentares governamentais. O perfil de interação destaca restrições farmacodinâmicas específicas e modificações farmacocinéticas.

Restrição de Interação Farmacodinâmica

A administração conjunta com supressores da tosse (antitússicos) não é recomendada. Esta restrição está documentada devido a uma interação farmacodinâmica em que a inibição do reflexo da tosse impede a expetoração. Este processo pode causar a acumulação de secreções fluidificadas e acarreta o risco potencial de levar a uma obstrução grave das vias respiratórias.

Modificação da Exposição a Outros Medicamentos

A coadministração de ambroxol resulta numa modificação documentada da exposição a certos antibióticos. Observou-se que a concentração de antibióticos específicos, incluindo a amoxicilina, a cefuroxima, a eritromicina e a doxiciclina, aumenta nas secreções broncopulmonares (muco e expetoração). Relativamente a todos os outros medicamentos não listados explicitamente, os resumos regulamentares oficiais indicam que não foram reportadas interações desfavoráveis com relevância clínica.

Precaução Específica para Certas Populações

Está documentada uma consideração farmacocinética específica para doentes com compromisso orgânico grave. Prevê-se a acumulação de metabolitos de ambroxol em indivíduos com compromisso hepático ou compromisso renal grave, devido à capacidade reduzida de eliminação destas substâncias.

Mecanismo de ação

Estimulação da Fluidificação e do Transporte do Muco

Este mecanismo de ação foca-se nos pneumócitos de tipo II presentes nas vias respiratórias, atuando como um secretagogo para induzir a libertação de surfactante pulmonar. Este aumento de surfactante reduz a tensão superficial e a viscosidade do muco brônquico, o que facilita o seu transporte através dos cílios. Este efeito fisiológico aumenta a taxa de transporte mucociliar a partir do trato respiratório e contribui para a componente secretomotora do mecanismo do fármaco.


Controlo da Sensibilidade Localizada e Ação Anti-inflamatória

Adicionalmente, o medicamento atua como um inibidor dos canais de sódio (Na^+) dependentes da voltagem nos nervos sensoriais das membranas mucosas. Ao bloquear os sinais elétricos, esta ação periférica impede a transmissão de sinais de irritação, produzindo um efeito anestésico local rápido que conduz a uma hipoestesia local (sensibilidade reduzida). Um mecanismo distinto envolve a modulação de vias celulares, como o NF-kappa B, e a eliminação direta de Espécies Reativas de Oxigénio (ERO), resultando numa redução dos processos inflamatórios locais e do dano oxidativo no tecido respiratório.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração

O Lasolvan (cloridrato de ambroxol) está aprovado para administração através de múltiplas vias, incluindo a ingestão oral (sob a forma de comprimidos, xarope, pastilhas ou cápsulas de libertação prolongada), a utilização por inalação através de uma solução para nebulização e a perfusão intravenosa.

O esquema posológico padrão para adultos, no que respeita às formas de libertação imediata, inicia-se com uma frequência mais elevada, habitualmente 30 mg tomados três vezes por dia durante um período inicial de 2 a 3 dias. Este cronograma inicial é seguido por uma fase de manutenção de 30 mg administrados duas vezes por dia. O total diário não deve, geralmente, exceder os 120 mg, e o tratamento para condições agudas é tipicamente de curta duração. Em contraste, a cápsula de libertação prolongada de 75 mg é administrada uma vez por dia.

As instruções oficiais determinam que as formas líquidas devem ser medidas utilizando o dispositivo fornecido para garantir o rigor da dose. Adicionalmente, as cápsulas de libertação prolongada devem ser engolidas inteiras e não podem ser esmagadas ou mastigadas, independentemente de o medicamento ser tomado durante ou após as refeições. A utilização padronizada requer a modificação da dose para determinadas populações de pacientes; especificamente, indivíduos com insuficiência renal ou hepática grave necessitam de uma dose reduzida ou de um intervalo alargado entre as administrações, conforme delineado nos documentos regulamentares oficiais.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Lasolvan


Evidência para a Terapia Secretolítica em Doenças Respiratórias

O Lasolvan foi estudado para o uso em doentes com patologias onde a intensidade dos sintomas pode variar, tais como a bronquite aguda e a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). A base de evidência inclui um elevado número de ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECCA) e revisões sistemáticas, que foram avaliados em investigações que analisaram o padrão dos sintomas nestas condições. Estes estudos foram realizados durante períodos de maior atividade sintomática, tendo a investigação analisado sintomas como a dificuldade de expetoração e a gravidade da tosse ao longo de intervalos de tempo definidos. A investigação explorou se o medicamento, em alguns estudos, demonstrou uma correlação com alterações nas características da expetoração e nos resultados relacionados com o desconforto físico (limpeza das secreções). Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com as características da expetoração e o fluxo do muco.

Apesar da amplitude da investigação, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. A evidência é limitada no que diz respeito a resultados sustentados que reflitam o funcionamento diário ou o nível de atividade. Adicionalmente, alguns estudos mais antigos utilizados para avaliações históricas podem não cumprir os mesmos padrões rigorosos, uma vez que a qualidade da evidência varia entre os estudos em comparação com os ensaios clínicos modernos.


Evidência para o Alívio Sintomático da Dor de Garganta Aguda

O Lasolvan foi avaliado em estudos relevantes em ensaios que analisam padrões de sintomas de curto prazo ou episódicos, relacionados com o desconforto físico associado à dor de garganta aguda e não complicada. A base de evidência foi avaliada em ECCA de curta duração, controlados por placebo, e em meta-análises. Estes ensaios investigaram a medição de resultados relacionados com o desconforto físico (intensidade da dor) ao longo de intervalos de tempo definidos nas populações observadas.

A síntese da investigação para esta evidência descreveu padrões que pareceram ser consistentes em múltiplos estudos, observando as respostas ao longo de intervalos de tempo definidos. No entanto, uma limitação fundamental é o facto de a duração do acompanhamento ter sido limitada. A investigação que explora as alterações dos sintomas a curto prazo focou-se principalmente nas primeiras três horas após a administração, o que significa que existe informação limitada sobre resultados a longo prazo ou alívio sustentado para além dessa fase aguda breve.


Lacunas na Evidência e Áreas de Incerteza

A investigação explorou o medicamento em grupos específicos, incluindo crianças (desde lactentes até grupos pediátricos de mais idade) e idosos hospitalizados. Estes estudos contribuem para o panorama mais amplo de evidência para o uso em diversas faixas etárias. No entanto, os dados para certos grupos permanecem insuficientes quando se consideram comorbilidades específicas. O cenário da investigação apresenta várias áreas onde a certeza permanece baixa ou onde a evidência é incompleta, particularmente no que diz respeito a resultados a longo prazo.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Lasolvan (FAQ)

P: Quanto tempo demora o Lasolvan a fazer efeito após a toma?

De acordo com a informação oficial do produto, o início da ação após a administração oral está geralmente documentado como começando após cerca de 30 minutos. É neste momento que o medicamento inicia o processo de modificação do muco para facilitar a sua eliminação.

P: Existe um número máximo de dias ou uma duração recomendada para o uso de Lasolvan?

As orientações regulamentares sugerem que, para medicamentos não sujeitos a receita médica, os períodos de tratamento são tipicamente limitados a 7 a 10 dias. A continuação do uso para além deste período deve ser determinada por um profissional de saúde.

P: Existem diferentes apresentações de Lasolvan, como comprimidos, xarope ou gotas? Funcionam de forma diferente?

O Lasolvan está disponível em várias formas farmacêuticas, incluindo comprimidos, xaropes e cápsulas de libertação prolongada, o que permite diferentes vias de administração. Embora o método de toma varie consoante a forma (ex.: deglutição vs. medição de líquido), o mecanismo mucolítico e secretolítico central da substância ativa permanece consistente em todas as apresentações.

P: Por que razão os documentos oficiais mencionam a possibilidade de reações cutâneas graves com o Lasolvan?

Os dados de segurança regulamentares indicam que foram reportadas reações cutâneas raras, mas graves, como a síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e a Necrólise Epidérmica Tóxica (NET). A documentação oficial aconselha que qualquer sinal de erupção ou reação na pele deve ser imediatamente comunicado a um profissional de saúde.

P: O Lasolvan pode ser tomado em simultâneo com medicamentos para a gripe e constipação que tratam vários sintomas?

A informação oficial desaconselha a coadministração de Lasolvan com antitússicos (medicamentos que inibem a tosse), pois isto pode levar à acumulação de secreções. Para a maioria dos outros medicamentos, não foram reportadas interações desfavoráveis clinicamente relevantes; contudo, deve-se verificar sempre o folheto informativo específico para obter informações detalhadas sobre interações.

P: O Lasolvan contém açúcar ou edulcorantes? É adequado para diabéticos?

Algumas formulações contêm excipientes como o Sorbitol, estando oficialmente contraindicadas para indivíduos com a condição rara de intolerância hereditária à frutose. No entanto, existem formulações específicas de ambroxol sem açúcar que são fabricadas e comercializadas como adequadas para diabéticos. É necessário rever a lista de excipientes na embalagem do produto específico que está a ser utilizado.

P: Quais são os sinais precoces comuns de uma reação alérgica ao Lasolvan que os doentes devem conhecer?

A informação regulamentar descreve sinais de alergia medicamentosa que devem ser comunicados de imediato. Estes podem incluir inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta (angioedema), dificuldade em respirar ou o aparecimento de erupções cutâneas generalizadas com comichão. Este tipo de reações indica a necessidade de uma avaliação imediata por um profissional de saúde.

P: O Lasolvan deve ser tomado com alimentos ou em jejum?

A informação oficial do produto recomenda geralmente que os comprimidos e xaropes sejam tomados após as refeições, para ajudar a minimizar um potencial desconforto gastrointestinal. As cápsulas de libertação prolongada são tipicamente flexíveis, podendo ser tomadas com ou sem alimentos.

P: Os efeitos positivos do Lasolvan podem durar o dia todo com poucas doses?

O efeito de uma dose oral única está documentado nos resumos farmacológicos como persistindo durante 6 a 12 horas. Esta duração serve de guia para a frequência de dosagem recomendada, de forma a manter níveis terapêuticos consistentes ao longo do dia.

P: A formulação do Lasolvan contém ingredientes comuns como lactose ou glúten?

Algumas formulações em comprimido listam a lactose como excipiente. A revisão da lista completa de ingredientes é necessária para indivíduos com alergias conhecidas ou intolerâncias a excipientes como a lactose ou o glúten.

P: É seguro esmagar os comprimidos de Lasolvan ou misturar o líquido com outras bebidas se houver dificuldade em engolir?

As instruções oficiais determinam que as cápsulas de libertação prolongada devem ser engolidas inteiras, não devendo ser esmagadas nem mastigadas. Para comprimidos de libertação imediata ou formulações líquidas, devem seguir-se as instruções fornecidas pelo fabricante ou pelo farmacêutico.

P: O Lasolvan ajuda na tosse seca ou apenas na tosse com expetoração?

O Lasolvan é classificado como um agente secretolítico e mucolítico, sendo indicado para condições associadas à secreção de muco anormal, espesso ou excessivo. Por conseguinte, destina-se geralmente à utilização em situações de tosse com expetoração (produtiva), para ajudar a facilitar a eliminação do muco.

P: É necessário beber água ou líquidos extra ao utilizar Lasolvan?

Os doentes são geralmente aconselhados, nas orientações oficiais, a tomar o medicamento com bastante água ou líquidos. Considera-se que esta prática complementa a ação do fármaco na fluidificação eficaz do muco.

P: O Lasolvan costuma causar sonolência?

Os dados farmacológicos indicam que a substância ativa, o ambroxol, não possui efeitos diretos significativos no sistema nervoso central. A sonolência não é tipicamente listada como uma reação adversa comum nos perfis de segurança oficiais para a formulação de ingrediente único.

P: Existem alimentos, vitaminas ou bebidas específicas que devam ser evitados ao tomar Lasolvan?

As orientações regulamentares aconselham evitar a toma do medicamento com bebidas alcoólicas ou sumos de fruta. Estes são desaconselhados porque podem potencialmente reduzir a eficácia do fármaco na modificação do muco.

P: O Lasolvan pode fazer com que a tosse piore antes de começar a melhorar?

Alguns perfis de segurança referem que alguns utilizadores podem sentir um aumento temporário na produção de muco ou um agravamento passageiro dos sintomas. Isto pode ocorrer à medida que o fármaco inicia a sua ação de tornar o muco mais fluido para preparar a sua eliminação.

P: Qual é a semivida aproximada do Lasolvan no organismo?

Os dados farmacocinéticos disponíveis em documentos oficiais indicam que a semivida de eliminação terminal do ambroxol no plasma está documentada como sendo de aproximadamente 7 a 12 horas. Este período descreve o tempo que o corpo demora a reduzir a quantidade do fármaco para metade.

P: O Lasolvan pode ser tomado por alguém com historial de asma ou hiperreatividade das vias respiratórias?

Os documentos regulamentares indicam que o uso requer precaução e consideração especial em doentes com asma pré-existente, especialmente asma grave não controlada. Isto deve-se ao risco potencial, embora raro, de obstrução.

P: Por que razão algumas pessoas em fóruns online se queixam de que o Lasolvan lhes causa dor de cabeça?

Embora não esteja consistentemente classificada como um efeito adverso comum em todas as listas regulamentares, a dor de cabeça tem sido reportada como uma reação adversa por alguns utilizadores. Estes relatos contribuem para os dados de segurança mantidos pelos organismos reguladores.

P: O Lasolvan causa alterações percetíveis no ritmo cardíaco ou na pressão arterial?

Alterações no ritmo cardíaco, tais como batimento cardíaco acelerado ou palpitações, e alterações na pressão arterial foram observadas como efeitos secundários raros no perfil de segurança oficial. Os doentes são aconselhados a estar atentos a quaisquer sinais destes efeitos pouco comuns.

P: Qual é o procedimento recomendado se uma dose de Lasolvan for esquecida acidentalmente?

A informação oficial para o doente estabelece que, se uma dose for esquecida, deve ser tomada assim que o doente se lembre. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose agendada, a dose esquecida deve ser ignorada. A dose nunca deve ser dobrada.

Como Lasolvan deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento e Eliminação do Lasolvan

O armazenamento e a eliminação de Lasolvan (cloridrato de ambroxol) devem seguir rigorosamente as instruções regulamentares oficiais para manter a qualidade e a segurança do produto.

Condições de Armazenamento

Requisito Instrução Oficial
Temperatura Conservar, geralmente, abaixo de 30 °C e afastado do calor. Certas formulações líquidas não devem ser refrigeradas.
Proteção Proteger da luz e da humidade.
Recipiente Manter o produto na sua embalagem original e garantir que o recipiente se encontra bem fechado.
Estabilidade Utilizar as formulações líquidas dentro do prazo de validade após a primeira abertura (por exemplo, 6 meses após a primeira abertura).
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Eliminação

O Lasolvan não utilizado ou fora do prazo de validade não deve ser colocado no lixo doméstico nem vertido na canalização ou nos esgotos.

A eliminação deve ser efetuada de acordo com os regulamentos locais, frequentemente através da entrega do medicamento numa farmácia para um manuseamento seguro como resíduo farmacêutico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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