Lasma

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Lasma

Propriedade Descrição
Princípio ativo Teofilinato de Colina (Oxtrifilina)
Forma Oral Sistémica (Comprimido, Xarope, Elixir)
Classe farmacológica Broncodilatador; Derivado da Xantina
Objetivo comum Manter a abertura sustentada das vias respiratórias
Origem Derivado sintético (Forma de sal da Teofilina)

Que tipo de medicamento é o Lasma?

O medicamento conhecido comercialmente como Lasma é fundamentalmente classificado como um broncodilatador de administração sistémica. A sua função principal é desempenhada através da substância ativa Teofilinato de Colina (Oxtrifilina), que é um derivado da xantina utilizado pelos seus efeitos no sistema respiratório. O Lasma pertence ao grupo farmacológico das Xantinas, estando formalmente categorizado no Sistema de Classificação Anatómica Terapêutica Química (ATC) como R03D (Fármacos sistémicos para doenças obstrutivas das vias respiratórias). Esta classificação significa que o fármaco atua nos mecanismos celulares de base do pulmão, posicionando-o como um agente essencial no suporte da função das vias aéreas a longo prazo. O Teofilinato de Colina é clinicamente reconhecido pela sua eficácia no relaxamento dos tecidos do músculo liso dos brônquios.

Teofilinato de Colina: Composição e Forma de Sal

O Teofilinato de Colina é o princípio ativo preciso, categorizado como um derivado sintético e formulado especificamente como um sal farmacêutico. A molécula é sintetizada através da combinação da metilxantina clássica Teofilina com a Colina, uma estratégia química que visa melhorar a absorção e a solubilidade do composto em comparação com o fármaco de origem, a Teofilina. Esta formulação em sal ajuda a tornar o medicamento mais prontamente disponível para ser utilizado pelo organismo, uma característica fundamentada em estudos farmacológicos. Sendo um produto monocomponente, o Lasma exerce o seu efeito terapêutico exclusivamente através da atividade da fração de xantina. O Lasma é habitualmente disponibilizado para administração oral sistémica em várias formas farmacêuticas comuns, incluindo comprimidos (frequentemente disponíveis em variantes de libertação imediata e de libertação prolongada) e preparações líquidas como xarope ou elixir, oferecendo flexibilidade para a utilização em diferentes grupos de doentes.

Objetivo Geral: Como é que o Lasma auxilia a respiração?

O objetivo geral do Lasma é proporcionar uma assistência prolongada e sustentada a indivíduos que apresentam constrição das passagens aéreas. O fármaco alcança este resultado ao promover o relaxamento do músculo liso dentro dos tubos bronquiais, levando ao alargamento das vias respiratórias (broncodilatação). Este mecanismo subjacente é crucial num cenário típico onde é necessária a manutenção de uma via aérea aberta durante o dia e a noite. Em última análise, o benefício do medicamento consiste em apoiar uma respiração mais fácil e consistente, através da redução da resistência crónica nas passagens de ar, oferecendo assim um alívio sustentado dos sintomas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Lasma?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Lasma (Teofilinato de Colina), um derivado da xantina, está estritamente relacionado com as características oficialmente documentadas para o seu composto de origem, a Teofilina.

As reações adversas encontram-se documentadas principalmente de acordo com o sistema de órgãos afetado:

Classe de Sistemas de Órgãos Exemplos de Reações Adversas Documentadas
Gastrointestinal Náuseas, Vómitos, Diarreia, Cólicas abdominais
Sistema Nervoso Cefaleias, Tonturas, Insónia, Irritabilidade, Tremores
Cardíaco Taquicardia, Palpitações, Arritmia ventricular

Efeitos de menor gravidade, como náuseas e inquietude, podem ocorrer de forma frequente e transitória ao iniciar a terapia. O risco global de eventos adversos aumenta com concentrações mais elevadas da substância no organismo, tendendo os efeitos a tornar-se mais graves.


Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Os documentos oficiais identificam explicitamente o potencial para reações adversas graves, que podem constituir a primeira indicação de toxicidade do fármaco:

  • Convulsões
  • Arritmias Ventriculares
  • Colapso Vascular Periférico

A utilização deste medicamento é contraindicada em indivíduos com historial de hipersensibilidade a derivados da xantina ou na presença de úlcera péptica ativa.

Notas de Segurança para Populações Específicas

Existem advertências específicas para determinadas populações devido a alterações documentadas na forma como o fármaco é eliminado do organismo, o que aumenta o risco de toxicidade:

  • Crianças: A utilização não é recomendada para crianças com menos de 10 anos de idade em algumas formulações, devido à maior sensibilidade às xantinas.
  • Idosos e Insuficiências: Recomenda-se precaução em doentes com mais de 55 anos de idade e naqueles com função hepática comprometida ou insuficiência cardíaca, uma vez que a depuração (clearance) do fármaco pode estar reduzida.

Estas informações de segurança estruturam a compreensão oficial dos riscos do medicamento ao delinear os sistemas corporais afetados, identificar riscos críticos e impor limitações específicas baseadas na idade e em condições preexistentes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil oficial de sobredosagem do Lasma (Teofilinato de Colina) é definido por sinais de sobre-estimulação sistémica grave, sendo classificado pelas autoridades reguladoras como uma ingestão aguda com potencial risco de vida.

Manifestações e Gravidade da Sobredosagem Documentadas

As manifestações de sobredosagem começam frequentemente com perturbações gastrointestinais pronunciadas, incluindo náuseas graves, vómitos e dor abdominal, a par de sinais de estimulação do sistema nervoso central e cardíaca, tais como tremores, inquietude e taquicardia sinusal. A toxicidade grave evolui para eventos neurológicos e cardiovasculares major, incluindo convulsões e arritmias ventriculares com risco de vida, que podem levar à paragem cardíaca. Complicações metabólicas significativas, como hipocalémia grave e acidose metabólica, são também complicações oficialmente documentadas.

Quando Procurar Ajuda Médica Imediata

Deve procurar-se assistência médica imediata perante a suspeita de uma sobredosagem ou quando ocorre qualquer manifestação grave. Devido à estreita margem terapêutica e ao risco de toxicidade neurocardíaca grave, as orientações regulamentares oficiais determinam que a gestão seja feita numa unidade capaz de prestar cuidados intensivos de suporte e procedimentos de eliminação potenciada. A toxicidade de formulações de libertação prolongada pode ser consideravelmente tardia, necessitando de uma observação prolongada.

Medidas Regulamentares de Suporte

Não se conhece qualquer antídoto específico para esta toxicidade. A gestão foca-se em medidas de suporte, incluindo a administração de carvão ativado e o tratamento de complicações. A hemodiálise está listada nas diretrizes alinhadas com a regulamentação como um procedimento definitivo para a eliminação potenciada do fármaco em casos de concentrações séricas elevadas ou sintomas graves refratários. Os documentos regulamentares referem que os doentes em idades extremas ou com insuficiência hepática apresentam um risco acrescido de toxicidade, mesmo a concentrações mais baixas.

Usos terapêuticos de Lasma

O que o Lasma trata: principais utilizações e benefícios

O Lasma é relevante para a utilização na gestão do suporte continuado em doenças crónicas das vias respiratórias. Conforme detalhado nas informações gerais sobre o fármaco, este é habitualmente aplicado na gestão a longo prazo de condições como a Asma e a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), incluindo as componentes de Bronquite Crónica e Enfisema. Esta abordagem terapêutica fundamental é pertinente em condições caracterizadas pela restrição persistente das passagens bronquiais.

Alívio de dificuldades respiratórias persistentes

O medicamento é comummente utilizado para atenuar conjuntos de sintomas que interferem com o funcionamento diário, abordando especificamente o desconforto persistente de sibilos, aperto no peito e falta de ar. Através do seu foco terapêutico nas vias aéreas, o Lasma pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional. Esta ação sustentada proporciona um alívio de suporte que ajuda os doentes a lidar de forma mais constante com estas manifestações sintomáticas difíceis.

Base para o controlo de sintomas a longo prazo

É utilizado primariamente como um tratamento profilático e de manutenção para condições crónicas estáveis. A sua utilização pode contribuir para gerir a frequência e a intensidade de episódios respiratórios recorrentes, apoiando o bem-estar geral e ajudando a manter uma sensação de estabilidade na gestão da doença crónica.


“Esta abordagem terapêutica é relevante por oferecer um suporte contínuo que pode ajudar a manter a estabilidade e a atenuar a carga global de sintomas associada a problemas pulmonares crónicos.”

Contexto Terapêutico: Gestão de Dificuldades Respiratórias Persistentes O Lasma é habitualmente utilizado como terapia de manutenção para aliviar o desconforto e o esforço de sibilos recorrentes, aperto no peito e falta de ar associados à restrição crónica das vias respiratórias.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Lasma?

Os documentos regulamentares oficiais definem rigorosamente as populações elegíveis para utilizar o Lasma (Teofilinato de Colina), com base em proibições absolutas e em condições que exigem precaução ou restrição.

Contraindicações Absolutas

O Lasma é oficialmente contraindicado e não deve ser utilizado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida a quaisquer derivados da xantina ou em doentes com condições cardíacas agudas, tais como o Enfarte Agudo do Miocárdio ou Doença Arterial Coronária grave.

Utilização Restrita e Condicional

A utilização é restrita em diversas populações devido ao perfil de eliminação do fármaco. Os doentes com doença hepática grave (ex.: cirrose) ou Insuficiência Cardíaca Congestiva requerem uma precaução extrema, uma vez que os rótulos oficiais documentam uma redução significativa da depuração (clearance) do fármaco. É também necessária precaução em doentes com historial de doenças convulsivas ou Úlcera Péptica Ativa, dado que o medicamento pode exacerbar estas condições preexistentes.

Idade e Estado Reprodutivo

O medicamento está aprovado para utilização em adultos e crianças, mas a rotulagem oficial exige precaução em adultos mais velhos (com mais de 60 anos) e lactentes (crianças com menos de um ano), devido a alterações documentadas no metabolismo do fármaco. Relativamente à gravidez, o fármaco está classificado na Categoria C, restringindo a sua utilização a situações em que o benefício materno supere o risco potencial. Está também documentado que o medicamento é excretado no leite materno.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais classificam as interações com o Lasma com base no seu potencial para alterar significativamente a exposição ao fármaco ou o seu efeito clínico.

Classificação
Medicamentos modificadores da exposição (PK)
Medicamentos modificadores do efeito (PD)
Interações não medicinais
Restrições de administração

Medicamentos modificadores da exposição (PK): A utilização concomitante com inibidores ou indutores fortes dos sistemas enzimáticos do citocromo P450 (CYP) — tais como a rifampicina e a fenitoína — está documentada como alterando significativamente as concentrações plasmáticas do Lasma, o que requer uma monitorização rigorosa. A rotulagem regulamentar identifica explicitamente as substâncias que inibem ou induzem o metabolismo do Lasma, levando a um aumento ou diminuição da exposição sistémica, respetivamente. Por exemplo, o gemfibrozil está especificamente listado como uma substância que pode aumentar os níveis de Lasma.

Medicamentos modificadores do efeito (PD): O perfil oficial assinala a possibilidade de ocorrerem efeitos aditivos quando o Lasma é coadministrado com outros fármacos, especialmente aqueles que afetam vias biológicas semelhantes. Existem requisitos específicos documentados relativamente ao tempo e à separação da administração de certos agentes para gerir os riscos de interação.

Interações não medicinais: A informação sobre interações abrange também substâncias não sujeitas a receita médica. Os documentos oficiais aconselham sobre a necessidade de evitar ou monitorizar a ingestão de certos produtos à base de plantas ou alimentos específicos conhecidos por interferirem com o metabolismo ou a absorção do fármaco, uma vez que estes podem afetar a concentração global do Lasma no organismo.

A estrutura regulamentar de interações define rigorosamente estas combinações para assegurar a manutenção da atividade terapêutica do Lasma e mitigar os riscos associados à alteração dos níveis do fármaco.

Mecanismo de ação

As ações fisiológicas do Lasma (Teofilinato de Colina) são executadas através de múltiplas vias moleculares distintas no sistema respiratório e no sistema nervoso central. A componente ativa, a Teofilina, ativa mecanismos que modulam a contratilidade do músculo liso, a sinalização inflamatória e o impulso respiratório central.

Inibição Enzimática e Relaxamento do Músculo Liso

Este mecanismo central envolve a inibição das enzimas Fosfodiesterase (PDE) (especificamente a PDE3 e a PDE4), levando a um aumento das moléculas de sinalização intracelular, como o cAMP. A cascata resultante reduz os níveis internos de cálcio no músculo liso bronquial, o que resulta numa redução do tónus do músculo liso dos brônquios. Esta ação estende-se também à modulação da contratilidade do diafragma.

Antagonismo dos Recetores de Adenosina e Modulação do Impulso

O fármaco atua como um antagonista dos Recetores de Adenosina (A1, A2A, A2B), bloqueando a ação da adenosina nos seus recetores e reduzindo a libertação de mediadores pró-constritores. Nas vias centrais, este antagonismo de recetores serve para estimular o centro respiratório bolbar.

Regulação da Expressão Genética Inflamatória

Um mecanismo independente envolve a ativação indireta da enzima nuclear Histona Desacetilase 2 (HDAC2) através da supressão da via PI3K-delta. Esta restauração da HDAC2 permite que a enzima consiga desligar a transcrição de genes que produzem mediadores pró-inflamatórios, suprimindo assim a síntese de citocinas e de mediadores pró-inflamatórios no sistema respiratório.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Lasma: Orientações Oficiais de Administração

Esta secção descreve as instruções oficiais de utilização para o Lasma (Montelucaste), conforme detalhado nos documentos regulamentares, focando-se exclusivamente nos requisitos procedimentais para uma administração adequada.

Âmbito da Administração

A via de administração aprovada para todas as formas farmacêuticas do Lasma é a via oral. Para o tratamento de manutenção, a dose é geralmente tomada uma vez por dia, ao final do dia.

Grupo Etário Dose Diária Padrão Disponibilidade da Forma Farmacêutica
Adultos (15 anos ou mais) 10 mg Comprimidos revestidos por película
Pediátrico (6 aos 14 anos) 5 mg Comprimidos mastigáveis
Pediátrico (2 aos 5 anos) 4 mg Comprimidos mastigáveis ou granulado oral
Pediátrico (6 aos 23 meses) 4 mg Granulado oral

Instruções Específicas de Administração

Momento da toma e refeições: O Lasma pode geralmente ser tomado com ou sem alimentos. Na terapia de manutenção, a dose é habitualmente tomada no período da noite.

Para prevenção da Bronconstrição Induzida pelo Exercício (BIE): Uma dose única é tomada pelo menos 2 horas antes do exercício físico. Os doentes que já tomam uma dose diária de manutenção não devem tomar uma dose adicional para a BIE, e não deve ser tomada mais do que uma dose para a BIE num período de 24 horas.

Requisitos de Preparação (Granulado Oral): O conteúdo do pacote de granulado oral deve ser administrado num período de 15 minutos após a sua abertura. O granulado pode ser colocado diretamente na boca ou misturado com uma colher de alimentos moles, frios ou à temperatura ambiente (tais como puré de maçã, arroz ou leite materno/leite de fórmula). A mistura preparada deve ser consumida imediatamente e não deve ser guardada para utilização posterior.

Dose Esquecida: Caso uma dose seja esquecida, a dose seguinte deve ser tomada no horário regular agendado. Não devem ser tomadas duas doses ao mesmo tempo.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação e Visão Geral dos Estudos sobre o Lasma

A investigação científica sobre o Lasma (Teofilinato de Colina) provém de diversas fontes, incluindo ensaios clínicos aleatorizados (ECA), revisões sistemáticas e estudos observacionais de coorte a longo prazo. Esta evidência foi avaliada quanto ao seu papel como terapia de manutenção em doenças crónicas caracterizadas por limitações funcionais na respiração. Os resultados descrevem padrões observados em grupos e contribuem para o panorama científico geral, mas a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.


Evidência na Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC)

A investigação examinou amplamente o uso deste fármaco em adultos com DPOC estável, de gravidade moderada a grave. Os estudos focaram-se em alterações medidas durante o período experimental, aplicadas em análises sobre as experiências reportadas pelos doentes. Os ensaios clínicos aleatorizados exploraram respostas fisiológicas, centrando-se em medidas funcionais como o Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo (VEMS).

Os estudos reportaram consistentemente padrões de alteração nestes marcadores primários da função pulmonar quando comparados com um placebo. A investigação também explorou resultados relacionados com alterações episódicas ou agudas, tais como a taxa de exacerbações da doença. Os resultados para estes desfechos a longo prazo foram mistos, com alguns ensaios a monitorizarem padrões onde as taxas de exacerbação não registaram alterações quando o fármaco foi adicionado aos tratamentos inalatórios padrão.

Evidência na Gestão da Asma Crónica

O fármaco foi também avaliado em doentes com asma crónica, particularmente naqueles que apresentam manifestações flutuantes. Estudos de curto a médio prazo exploraram resultados relacionados com a constrição noturna das vias respiratórias.

Os resultados descrevem padrões observados onde os sintomas evoluíram nas populações em estudo, conforme reportado pelos doentes. No entanto, os estudos também reportaram padrões onde a qualidade objetiva do sono foi observada a par de medidas de estado de alerta e sonolência, indicando potenciais alterações na arquitetura do sono.


Principais Limitações, Lacunas e Incertezas no Registo Científico

A base de evidência destaca várias limitações que restringem a certeza dos resultados. Muita da evidência fundamental precede a adoção generalizada de novos medicamentos inalatórios de manutenção que constituem o padrão de cuidados atual, o que significa que a sua evidência comparativa atual não está totalmente estabelecida por ensaios mais antigos. Além disso, o impacto a longo prazo em desfechos como a mortalidade por todas as causas não foi suficientemente avaliado, e os dados para certos grupos, como doentes com doença grave, permanecem insuficientes em contextos aleatorizados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Lasma (FAQ)


P: O que acontece se me esquecer de tomar uma dose de Lasma?

De acordo com as instruções oficiais nas diretrizes de administração, o procedimento para uma dose esquecida consiste em tomar a dose seguinte agendada à hora habitual. É importante evitar a toma de duas doses ao mesmo tempo para compensar a dose esquecida.


P: O Lasma interage com anticoagulantes?

Os documentos regulamentares oficiais classificam as interações medicamentosas que podem alterar a concentração ou o efeito do Lasma no organismo. A rotulagem regulamentar indica que, quando o Lasma é tomado em conjunto com anticoagulantes, a combinação pode exigir uma monitorização rigorosa.


P: O Lasma interage com medicamentos comuns para a azia ou refluxo ácido?

Os documentos oficiais descrevem que a exposição sistémica ao Lasma, ou seja, a quantidade de fármaco no organismo, pode ser afetada por certos medicamentos utilizados para a azia ou refluxo ácido. O potencial de alteração dos níveis de Lasma significa que a combinação pode exigir monitorização, conforme delineado na documentação oficial.


P: O Lasma interage com contracetivos orais?

A informação regulamentar refere que certos componentes encontrados nos contracetivos orais podem aumentar a concentração de Lasma no organismo. O potencial para o aumento da concentração de Lasma significa que a combinação pode exigir a monitorização dos níveis sanguíneos.


P: Que suplementos ou vitaminas comuns são conhecidos por interagir com o Lasma?

Os documentos oficiais de interação descrevem a necessidade de monitorizar ou evitar a ingestão de certos produtos à base de plantas ou alimentos específicos. Isto deve-se ao facto de serem conhecidos por interferirem na forma como o fármaco é processado pelo organismo.


P: O Lasma pode afetar as leituras da tensão arterial?

A informação oficial de segurança inclui efeitos cardíacos documentados, tais como batimento cardíaco acelerado (taquicardia) e palpitações. Estes efeitos, conforme descrito nos documentos regulamentares, podem por vezes estar relacionados com alterações na tensão arterial.


P: Quanto tempo dura normalmente o efeito de uma única dose de Lasma?

A semivida do componente ativo do Lasma, que descreve o tempo necessário para que metade da dose seja eliminada do organismo, varia tipicamente entre 3 e 12,8 horas em adultos saudáveis e não fumadores. Os dados de semivida são referenciados em documentos regulamentares para caracterizar o comportamento do fármaco na terapia de manutenção.


P: O Lasma interage com medicamentos antidepressivos?

Os documentos oficiais de interação observam que certos medicamentos antidepressivos podem interagir com o Lasma. Esta interação pode alterar a concentração ou o efeito do fármaco no organismo e pode exigir monitorização de acordo com as diretrizes oficiais.


P: Com que rapidez se pode esperar que o Lasma comece a atuar?

O Lasma é indicado para terapia de manutenção contínua e não para o alívio imediato e rápido dos sintomas. O componente ativo é rapidamente absorvido, atingindo a concentração máxima no sangue aproximadamente 1 a 2 horas após uma dose de uma forma de libertação imediata.


P: Qual é a diferença entre o Lasma e outros medicamentos para condições semelhantes?

O Lasma é classificado como um derivado da xantina e broncodilatador. Isto distingue-o de outros tipos de medicamentos respiratórios com base na sua classe farmacológica específica e nos seus mecanismos de ação centrais nas vias respiratórias.


P: O Lasma causa sonolência ou afeta o estado de alerta?

A informação oficial de segurança para o componente ativo do Lasma inclui efeitos no sistema nervoso central (SNC). Os efeitos secundários documentados incluem tonturas e sonolência, bem como efeitos estimulantes como insónia e irritabilidade.


P: O Lasma é adequado para utilização a longo prazo?

Os documentos regulamentares indicam que o Lasma se destina oficialmente a ser uma terapia de manutenção. O fármaco é indicado para condições pulmonares crónicas, o que apoia a sua utilização a longo prazo como terapia de manutenção.


P: O Lasma é considerado uma substância controlada?

O Lasma, que contém Teofilinato de Colina, não é classificado como uma substância controlada pelas agências governamentais oficiais responsáveis pela classificação de estupefacientes e substâncias psicotrópicas.


P: O que deve ser feito se alguém sofrer uma reação alérgica grave ao Lasma?

Uma reação alérgica grave está documentada como uma emergência médica. Se surgirem sinais de uma reação alérgica grave (hipersensibilidade), deve procurar-se assistência médica de emergência imediata.


P: É verdade que o Lasma pode causar boca seca?

Embora a boca seca nem sempre seja listada como uma reação adversa comum, os documentos oficiais de informação de segurança referem que a boca seca foi observada no contexto de certas concentrações do componente ativo do fármaco.


P: O Lasma é utilizado para alívio imediato ou para gestão contínua?

O Lasma é indicado para terapia de manutenção contínua e não se destina a ser utilizado como um medicamento de alívio imediato e de ação rápida para problemas respiratórios súbitos ou crises.


P: O Lasma é recomendado para adultos mais velhos?

Os avisos oficiais indicam que é recomendada precaução em adultos mais velhos, particularmente naqueles com mais de 55 ou 60 anos. Isto deve-se a alterações documentadas na forma como o fármaco é processado nesta população.


P: O Lasma pode ser utilizado durante a gravidez ou existem limitações?

O Lasma está classificado na Categoria C de risco na gravidez. Esta classificação significa que a utilização oficial durante a gravidez está restrita a situações em que o benefício materno documentado supere o risco potencial para o feto.


P: Existe alguma informação sobre a utilização de Lasma durante a amamentação?

A documentação regulamentar oficial confirma que o componente ativo do Lasma é excretado no leite materno. A sua presença no leite materno pode estar associada a toxicidades ligeiras, como irritabilidade, em lactentes.


P: Onde posso encontrar o folheto informativo oficial do Lasma?

O folheto informativo oficial ou a informação de prescrição do Lasma podem ser consultados através de bases de dados governamentais de informação sobre medicamentos.


P: O Lasma está aprovado em países fora dos EUA?

A substância ativa do Lasma está documentada em farmacopeias internacionais e foi avaliada por organismos reguladores em múltiplos países. Esta revisão regulamentar apoia a sua disponibilidade e utilização fora dos Estados Unidos.


P: Qual é o papel do Lasma no plano de tratamento global da condição que trata?

O Lasma está oficialmente indicado para ser utilizado como um tratamento de manutenção. Isto significa que o seu papel é apoiar a função contínua das vias respiratórias como parte de um plano de gestão a longo prazo, frequentemente utilizado em conjunto com outros tratamentos padrão.


P: As crianças podem utilizar o Lasma?

Os documentos oficiais referem que o Lasma está aprovado para utilização em certos grupos etários pediátricos e as tabelas de dosagem fornecem detalhes de administração para crianças. No entanto, a informação de segurança também inclui precauções específicas relativas à sua utilização em crianças com menos de 10 anos de idade para certas formulações.

Como Lasma deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Lasma

A conservação e a eliminação do Lasma (Teofilinato de Colina) devem cumprir rigorosamente os requisitos oficiais para manter a estabilidade e a segurança do produto. O medicamento exige a conservação a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 15 °C e os 30 °C. O produto não deve ser conservado acima dos 30 °C e deve ser protegido tanto do calor excessivo como da humidade.

A rotulagem oficial determina que o Lasma deve ser mantido no seu recipiente original, o qual deve estar bem fechado. Por motivos de segurança, é um requisito obrigatório conservar o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

A eliminação de qualquer produto não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser efetuada de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos e não deve ser descartado através do lixo doméstico ou das redes de esgotos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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