Glazidim

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Glazidim

Glazidim, que contém a substância ativa Ceftazidima, é um medicamento anti-infecioso potente, classificado como um antibiótico beta-lactâmico semissintético pertencente à classe das cefalosporinas de terceira geração. Esta formulação específica é clinicamente reconhecida pela sua eficácia contra um amplo aspeto de bactérias e é tipicamente reservada para utilização em doentes que necessitem de cuidados institucionais.


Glazidim: Definição e Classe Farmacológica

O Glazidim é um antibiótico cujo componente central é a Ceftazidima, quimicamente reconhecida como uma cefalosporina de terceira geração. Esta substância é um composto semissintético, o que significa que a sua estrutura é derivada de materiais antibióticos naturais, mas modificada quimicamente para aumentar a sua estabilidade e eficácia contra uma vasta gama de ameaças microbianas. A classificação como cefalosporina indica que pertence a uma importante família de fármacos antibacterianos. O consenso clínico dita que esta classe é frequentemente utilizada perante organismos resistentes a gerações anteriores de antibióticos.


Composição, Origem e Forma Farmacêutica

O medicamento é fornecido como um pó estéril para preparação de solução injetável, confirmando que foi concebido para ser reconstituído numa solução injetável. O Glazidim é um produto de substância única, contendo apenas a Ceftazidima (frequentemente utilizada sob a forma de sal pentahidratado) como o seu componente terapêutico. Esta formulação exige uma administração parentérica — aplicada diretamente no sistema do doente através da via intravenosa (IV) ou intramuscular (IM). Este método de administração é essencial porque garante a obtenção rápida e fiável de concentrações elevadas do fármaco no organismo, o que é crítico no combate a infeções bacterianas sistémicas graves.


O Propósito Geral da Ceftazidima

A função primária da Ceftazidima é atuar como um agente bactericida — um composto que mata ativamente as bactérias, em vez de apenas interromper o seu crescimento. Alcança este objetivo ao atuar como um inibidor das Proteínas de Ligação à Penicilina (PBP), o que resulta na inibição da síntese da parede celular bacteriana. A natureza robusta desta cefalosporina de terceira geração, particularmente a sua resistência estrutural às beta-lactamases, garante que esta pode superar com sucesso muitos mecanismos de defesa bacterianos comuns. Esta ação bactericida fiável significa que o fármaco é eficaz na eliminação da ameaça microbiana e na resolução da infeção bacteriana subjacente, posicionando o medicamento como um antimicrobiano robusto.

Quais efeitos secundários são possíveis com Glazidim?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Glazidim (ceftazidima) está oficialmente documentado através de classificações baseadas na frequência, que refletem os relatos de ensaios clínicos e da vigilância pós-comercialização. As reações adversas estão agrupadas pelo sistema fisiológico afetado, garantindo uma comunicação estruturada dos riscos potenciais.

As reações adversas Frequentes (ocorrendo em 1 a 10 em cada 100 doentes) envolvem geralmente o sistema Gastrointestinal, como a Diarreia, e alterações temporárias em exames laboratoriais, incluindo Eosinofilia e elevações transitórias das Enzimas Hepáticas. Efeitos localizados no local de administração, tais como Flebite ou Tromboflebite após o uso intravenoso, também são classificados como Frequentes.

Os efeitos secundários Pouco Frequentes (ocorrendo em 1 a 10 em cada 1.000 doentes) incluem Náuseas, Vómitos, Dores de cabeça (cefaleias) e reações cutâneas ligeiras na Pele, como Prurido (comichão) ou Urticária.

As Reações Adversas Graves estão explicitamente documentadas na rotulagem regulamentar. Estas incluem a Anafilaxia e outras Reações de Hipersensibilidade graves. Outro risco crítico documentado é a Diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD), que pode tornar-se grave. A rotulagem também refere potenciais Sequelas Neurológicas, tais como Convulsões ou Encefalopatia, associadas principalmente a uma exposição sistémica muito elevada ao fármaco.

Foram definidas Considerações de Segurança Específicas para Determinadas Populações, sendo a mais importante para doentes com Insuficiência Renal. Neste grupo, a dosagem deve ser especificamente ajustada para evitar a acumulação do medicamento, o que pode levar aos eventos neurológicos graves documentados nas informações de prescrição.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais do Glazidim (ceftazidima) descrevem um perfil de sobredosagem associado primordialmente à acumulação de concentrações elevadas do fármaco no organismo. Esta é uma preocupação particular em doentes com função renal comprometida ou insuficiência renal, uma vez que os rins são responsáveis pela eliminação do medicamento. As manifestações de sobredosagem caracterizam-se por reações adversas neurológicas graves, que exigem atenção médica imediata.

Manifestações documentadas de sobredosagem

As manifestações oficialmente listadas na rotulagem regulamentar incluem:

  • Atividade convulsiva
  • Encefalopatia (disfunção cerebral)
  • Asterixis (tremor em batida)
  • Excitabilidade neuromuscular
  • Coma

Estes desfechos neurológicos graves podem colocar a vida em risco ou ser fatais, particularmente em indivíduos com compromisso renal pré-existente, sendo o motivo principal pelo qual deve ser procurada ajuda médica urgente.

Ações de emergência oficialmente preconizadas

Na ocorrência de uma sobredosagem aguda, as orientações regulamentares oficiais determinam que os doentes devem ser cuidadosamente observados e submetidos a um tratamento sintomático e de suporte. Uma vez que não existe um antídoto específico oficialmente documentado, os procedimentos para remover o fármaco são relevantes no contexto da insuficiência renal. A hemodiálise ou a diálise peritoneal podem ser utilizadas como medidas oficialmente documentadas para auxiliar na remoção da ceftazidima do corpo quando existe suspeita de sobredosagem.

Usos terapêuticos de Glazidim

O Glazidim (Ceftazidima) é um agente anti-infecioso geralmente utilizado para a gestão de infeções bacterianas graves, sistémicas e complexas em meio hospitalar.

De acordo com as informações de prescrição de referência, o Glazidim é habitualmente utilizado em condições caracterizadas por períodos de agravamento de sintomas associados a doenças bacterianas. Este suporte terapêutico é aplicado em áreas onde é necessário apoio sintomático adicional, particularmente quando as infeções afetam órgãos vitais ou se espalham por todo o corpo.

O medicamento é frequentemente utilizado para condições que se apresentam com desconforto sistémico ou localizado, incluindo pneumonia bacteriana grave, meningite, septicemia e infeções complicadas do trato urinário, da área intra-abdominal e da pele e tecidos moles. Contribui para a abordagem de grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores, sendo relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é apropriada.

“O Glazidim pode auxiliar na abordagem da propagação sistémica de sintomas que criam uma tensão fisiológica percetível, apoiando o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.”

Em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, este agente é relevante para a gestão de sintomas que criam um esforço fisiológico notório em grupos sensíveis, como indivíduos com neutropenia febril ou infeções broncopulmonares graves em casos de fibrose quística. Este apoio proporciona alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras e contribui para atenuar a carga sintomática global em indivíduos altamente vulneráveis.


Facto Rápido: Alívio do Desconforto Sistémico
O Glazidim pode auxiliar na gestão de sintomas graves relacionados com o desequilíbrio sistémico, tais como a febre alta e persistente, o que ajuda na manutenção da estabilidade funcional durante o episódio infecioso agudo.

Critérios de utilização e restrições

Status de Elegibilidade e Contraindicação

A utilização do Glazidim (ceftazidima) é estritamente proibida (contraindicada) em indivíduos com alergia grave ou hipersensibilidade conhecida à substância ativa, a ceftazidima, ou a qualquer antibiótico pertencente à classe das cefalosporinas. O uso é igualmente restrito em doentes com antecedentes de alergia à penicilina, devido ao potencial documentado de reações de hipersensibilidade cruzada.

Âmbito de Elegibilidade Classificação Regulamentar Oficial
Grupos Etários Aprovado para utilização em adultos e em doentes pediátricos, incluindo bebés com mais de 2 meses de idade. É aconselhado um limite na dose diária para adultos mais velhos (com mais de 80 anos) devido à diminuição da eliminação (depuração) relacionada com a idade.
Função Orgânica O uso condicional é obrigatório para doentes com função renal comprometida (doença renal), exigindo uma redução específica da dose para evitar a acumulação do fármaco e potenciais efeitos neurológicos. Geralmente, não é necessário ajuste de dose no compromisso hepático, a menos que a função renal também esteja afetada; no entanto, recomenda-se uma monitorização estreita em casos de compromisso hepático grave.
Estado Reprodutivo Deve ser exercida cautela na prescrição durante a gravidez devido aos dados limitados. No caso de mulheres em período de aleitamento, o medicamento é excretado no leite materno, e os documentos regulamentares exigem uma ponderação clínica entre os riscos e os benefícios antes da sua utilização.

Os documentos regulamentares oficiais definem estes requisitos de não elegibilidade e restrições, garantindo que o medicamento seja apenas utilizado em populações onde a segurança e a gestão adequada estão documentadas. A segurança e eficácia da perfusão intravenosa contínua não foram estabelecidas em bebés com idade igual ou inferior a dois meses.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Glazidim com outros medicamentos e produtos

O Glazidim (ceftazidima) apresenta interações com classes específicas de produtos medicinais, as quais estão descritas nas informações oficiais de prescrição.

Categoria do Produto Interativo Declaração Oficial de Interação
Agentes Nefrotóxicos A administração conjunta com doses elevadas de medicamentos nefrotóxicos, tais como Aminoglicosídeos ou diuréticos potentes como a Furosemida, pode afetar negativamente a função renal. Isto pode resultar em concentrações séricas elevadas e prolongadas de ceftazidima.
Outros Anti-infeciosos Foram observados efeitos antagónicos in vitro quando a ceftazidima é combinada com o Cloranfenicol.
Contracetivos Orais A coadministração de ceftazidima pode reduzir a eficácia dos contracetivos orais combinados.
Anticoagulantes Os medicamentos da classe das cefalosporinas podem estar associados a uma diminuição da atividade da protrombina, potenciando possivelmente os efeitos de anticoagulantes orais, como a Varfarina.

Restrições de Interação e Informações Específicas

O Glazidim é eliminado quase exclusivamente pelos rins. Por conseguinte, o risco de desenvolvimento de sequelas neurológicas devido a níveis elevados do fármaco é assinalado em doentes com função renal comprometida. A rotulagem oficial observa que a administração de Probenecida não teve efeito na cinética de eliminação da ceftazidima.

Além disso, o teor de sódio da formulação deve ser considerado em doentes com restrições de sódio prescritas por motivos médicos. Não existem interações conhecidas com alimentos ou bebidas. A ceftazidima pode causar uma reação falso-positiva na determinação da glicose na urina através de métodos de redução do cobre, podendo também originar um resultado positivo no teste de Coombs.

Mecanismo de ação

O Glazidim (ceftazidima) é um antibiótico beta-lactâmico que atua como um inibidor da biossíntese da parede celular bacteriana. O fármaco penetra a membrana externa das bactérias Gram-negativas para atingir o espaço periplasmático, onde se localizam os seus alvos moleculares, as proteínas de ligação à penicilina (PBPs).

O anel beta-lactâmico do Glazidim é estruturalmente análogo ao terminal D-Ala-D-Ala do precursor do peptidoglicano. Esta característica permite que o fármaco estabeleça uma ligação covalente irreversível com o local ativo das PBPs, principalmente a PBP3 em organismos Gram-negativos. Esta interação inativa de forma competitiva a função enzimática da transpeptidase, que é essencial para a etapa final de reticulação da síntese do peptidoglicano.

A inibição da transpeptidação compromete a integridade estrutural da parede celular. Isto conduz a uma falha na homeostasia da parede celular, à perda de rigidez celular e à incapacidade da bactéria de completar a formação do septo durante a divisão. Esta cascata mecanística resulta, em última análise, na lise e dissolução da célula bacteriana, o que constitui uma consequência fisiológica a nível sistémico.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Glazidim

O Glazidim (ceftazidima) é utilizado através de administração parentérica — uma via que contorna o trato digestivo — uma vez que é fornecido como um pó estéril para injeção. As vias aprovadas são principalmente a injeção ou perfusão intravenosa (IV), embora a via intramuscular (IM) também seja permitida. Para doentes submetidos a diálise, o fármaco pode ser administrado por via intraperitoneal.

Dosagem Oficial e Esquema Posológico

O Glazidim é administrado segundo um esquema fixo, normalmente a cada 8 horas ou a cada 12 horas, durante um período que geralmente varia entre 7 a 14 dias.

Padrão de Administração Dose Padrão para Adultos (Função Renal Normal)
Dose Intermitente (Maioria das Infeções) 1 grama a cada 8 horas ou 2 gramas a cada 12 horas
Infeções Graves ou Risco de Vida 2 gramas a cada 8 horas (A dose diária máxima é tipicamente de 6 g/dia)
Perfusão Contínua Dose de carga de 2 g, seguida de 4 a 6 g infundidos ao longo de 24 horas

Preparação e Condições Especiais de Administração

Antes da administração, o pó estéril deve ser reconstituído com um diluente adequado, um processo acompanhado pela libertação visível de dióxido de carbono (efervescência). A administração intravenosa é realizada lentamente, seja como uma injeção direta (bolus) de 3 a 5 minutos ou como uma perfusão durante aproximadamente 30 minutos.

Ajustes para Populações Específicas

A dosagem deve ser reduzida em doentes com função renal comprometida (insuficiência renal), sendo a dose de manutenção calculada com base na depuração da creatinina medida no doente, após uma dose de carga inicial de 1 grama. Para adultos mais velhos, particularmente aqueles com mais de 80 anos, a dosagem diária é geralmente restringida e, normalmente, não deve exceder as 3 gramas.

Evidência clínica recente

Panorama das Provas de Investigação sobre o Glazidim

O Glazidim, que contém a substância ativa ceftazidima, foi estudado para utilização em diversos tipos de infeções bacterianas graves. A base de investigação inclui Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) originais e estudos comparativos, que foram posteriormente reunidos e analisados em Revisões Sistemáticas e Meta-análises. Este conjunto de evidências ajuda a contextualizar a forma como o medicamento foi estudado e as áreas que a investigação explorou.


Evidência em Infeções Sistémicas Graves e Hospitalares

A investigação analisou a utilização do Glazidim em condições graves, tais como a septicémia (infeção da corrente sanguínea) e a pneumonia adquirida durante o internamento hospitalar. O foco incidiu no desenho dos estudos e nos desfechos clínicos e microbiológicos monitorizados pelos investigadores nestes contextos de gravidade. Os estudos relatam como o estado clínico e o estado microbiológico foram acompanhados nas populações observadas. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com o estado microbiológico (verificando se as bactérias estavam ausentes no acompanhamento) e o rastreio das taxas de mortalidade por todas as causas.

Evidência em Infeções Localizadas Complicadas

A investigação examinou o Glazidim em infeções localizadas complicadas, incluindo infeções do trato urinário (ITUc) e da área intra-abdominal (IAIc). Estas infeções estão frequentemente associadas a episódios agudos ou disruptivos. O Glazidim foi estudado para estas condições, muitas vezes em ensaios comparativos face a regimes de tratamento padrão. A investigação descreve que o Glazidim foi utilizado em combinação com outro medicamento quando os estudos avaliaram infeções intra-abdominais complicadas, de modo a abranger bactérias anaeróbias coexistentes.

O que permanece incerto na investigação sobre o Glazidim

Embora o volume de evidência para as utilizações originalmente aprovadas do Glazidim seja notável, persistem várias áreas de incerteza. Os períodos de acompanhamento foram limitados em muitos dos ensaios fundamentais, o que significa que a manutenção do estado microbiológico a longo prazo não está totalmente caracterizada. Uma lacuna significativa é a escassez de evidência comparativa contemporânea e extensa para a monoterapia com Glazidim face às mais recentes estirpes bacterianas resistentes aos medicamentos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Glazidim (FAQ)

P: As reações alérgicas ao Glazidim são comuns? As informações oficiais do produto indicam que o Glazidim pode estar associado a reações de hipersensibilidade (respostas de tipo alérgico). Embora as reações alérgicas graves sejam raras, efeitos secundários específicos como erupção cutânea, comichão e reações no local da injeção são reportados no grupo de frequência "frequente" em diversos documentos regulamentares. Isto significa que estas reações são observadas numa proporção relativamente elevada de indivíduos tratados.

P: Quais são os sinais reconhecidos de uma reação adversa grave ao Glazidim? Os avisos regulamentares oficiais listam reações adversas graves que podem incluir inchaço do rosto, da língua ou da garganta, ou dificuldade em respirar, que são sinais de hipersensibilidade severa. Outros sinais graves observados são a formação de bolhas ou descamação da pele, convulsões ou diarreia grave e com sangue — um risco documentado designado por diarreia associada a Clostridioides difficile (DACD).

P: Qual é a taxa de sucesso mencionada nos estudos clínicos para as utilizações aprovadas do Glazidim? Os estudos clínicos que fundamentaram a aprovação do Glazidim contêm dados de eficácia que reportam taxas específicas de resposta clínica ou microbiológica favorável para as suas indicações aprovadas. Estes relatórios resumem os achados clínicos, demonstrando frequentemente medidas como a não-inferioridade em relação a tratamentos comparadores ou percentagens específicas de sucesso clínico em vários grupos de doentes.

P: Onde posso encontrar informações oficiais sobre os ensaios clínicos e estudos do Glazidim? A informação sobre estudos clínicos relativos à substância ativa, ceftazidima, pode ser consultada através de registos de ensaios clínicos governamentais. Estes incluem plataformas como o ClinicalTrials.gov nos EUA ou o Registo de Ensaios Clínicos da UE (EudraCT) na Europa.

P: Por que razão algumas comunidades de doentes referem o Glazidim como um antibiótico de reserva ou de último recurso? De acordo com os documentos oficiais, o Glazidim é indicado para o tratamento de infeções sistémicas graves, incluindo aquelas que afetam a corrente sanguínea e os pulmões. A sua eficácia específica contra organismos difíceis de tratar, como a Pseudomonas aeruginosa, é a razão pela qual o seu uso é frequentemente reservado para contextos hospitalares e para a gestão de ameaças microbianas complexas e específicas.

P: Se me esquecer da hora de tomar o Glazidim, qual é a orientação geral? Uma vez que o Glazidim é um medicamento injetável administrado em contexto clínico, a orientação oficial aconselha que, se uma dose for esquecida, os doentes devem contactar o seu profissional de saúde o mais rapidamente possível. Isto permite que seja fornecida orientação imediata relativamente ao esquema de tratamento necessário.

P: O Glazidim é conhecido por causar alterações no humor ou no sono? Os relatórios oficiais de eventos adversos mencionam o potencial de efeitos no Sistema Nervoso Central (SNC). Estes efeitos, como confusão, convulsões e tonturas, podem raramente incluir alterações comportamentais como agitação, o que pode influenciar indiretamente o humor ou os padrões de sono de um doente.

P: Quanto tempo duram habitualmente os efeitos secundários do Glazidim? A duração dos efeitos secundários comuns e ligeiros geralmente não é especificada na documentação regulamentar. No entanto, em relatórios de neurotoxicidade grave (um tipo de efeito no SNC), observa-se frequentemente que os sintomas se resolvem poucos dias após a interrupção da medicação ou o ajuste da dose, motivo pelo qual a monitorização profissional destes eventos é ressalvada.

P: É normal sentir um pouco de cansaço durante o tratamento com Glazidim? Sim, a informação oficial para o doente lista relatos de cansaço ou fraqueza invulgares como um efeito secundário menos frequente. Este é um achado reportado em documentos regulamentares.

P: Posso consumir álcool enquanto estiver a utilizar Glazidim? Alguns recursos regulamentares indicam que foi observada uma interação moderada com o álcool para este medicamento. Perante isto, a consulta com um profissional de saúde ou farmacêutico é referida na informação regulamentar relativamente ao consumo de álcool durante o período de tratamento.

P: Existem suplementos de vitaminas ou minerais que interagem frequentemente com o Glazidim? Embora não existam vitaminas específicas amplamente listadas como interações diretas, os avisos oficiais para a classe das cefalosporinas referem um potencial raro de afetar os fatores de coagulação sanguínea (atividade da protrombina). Para certas populações de alto risco, a administração de Vitamina K tem sido discutida na documentação regulamentar devido a estes efeitos.

P: É seguro tomar Glazidim com medicamentos comuns para a tensão arterial elevada? As referências de interação medicamentosa regulamentares indicam que foi observada uma interação moderada com medicamentos para a tensão arterial elevada. A informação regulamentar sugere que a coadministração de Glazidim com qualquer medicamento para a tensão arterial justifica monitorização profissional.

P: Com que rapidez pode uma pessoa esperar ver melhorias com o Glazidim? A informação oficial para o doente indica que um doente pode, geralmente, começar a notar uma melhoria nos seus sintomas durante os primeiros dias de tratamento.

P: O que acontece se o Glazidim parecer não estar a funcionar após alguns dias? A orientação oficial estabelece que, se os sintomas não melhorarem em poucos dias após o início do tratamento, ou se os sintomas piorarem, é necessária uma consulta profissional.

P: O Glazidim deve fazer com que uma pessoa se sinta melhor instantaneamente? Não, geralmente não se espera que o medicamento faça com que a pessoa se sinta melhor instantaneamente. A informação oficial para o doente observa que a melhoria deverá ser gradual, começando a ocorrer ao longo dos primeiros dias de tratamento.

P: Há quanto tempo está o Glazidim disponível no mercado farmacêutico? A substância ativa do Glazidim, a ceftazidima, é um medicamento estabelecido que foi inicialmente aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA em 19 de julho de 1985, sob um nome comercial.

P: O Glazidim pode levar à resistência a antibióticos se for utilizado com demasiada frequência? Os avisos oficiais afirmam que a utilização de qualquer fármaco antibacteriano, incluindo o Glazidim, pode aumentar o risco de desenvolvimento de bactérias resistentes aos medicamentos. A orientação regulamentar enfatiza que, devido a este risco, o medicamento se destina apenas a infeções bacterianas comprovadas ou com forte suspeita.

P: É necessário terminar todo o ciclo de Glazidim, mesmo que a pessoa se sinta melhor rapidamente? Sim. A orientação oficial para o doente indica que o medicamento deve ser administrado até que todo o ciclo prescrito seja concluído, mesmo que o doente note uma melhoria nos sintomas mais cedo.

Como Glazidim deve ser armazenado e descartado?

O armazenamento e a eliminação do Glazidim (ceftazidima) para injeção são regidos por requisitos regulamentares rigorosos para manter a eficácia do produto e garantir a segurança.

Condições de Armazenamento

Formulação Intervalo de Temperatura Exigido Requisito de Proteção
Pó Seco 15 °C a 30 °C (59 °F a 86 °F) Deve ser protegido da luz
Solução Congelada Não superior a -20 °C Descongelar à temperatura ambiente antes de usar

A eficácia do produto armazenado não é afetada negativamente pelo eventual escurecimento da cor do pó quando mantido dentro das condições indicadas na rotulagem. Todos os medicamentos devem ser armazenados de forma a garantir que sejam mantidos fora do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

As diretrizes oficiais de eliminação proíbem o descarte deste medicamento na sanita ou no esgoto. O método principal para descartar o produto não utilizado ou fora do prazo de validade é através de um programa de retoma de medicamentos (como os pontos de recolha em farmácias). Se não estiver disponível um programa de retoma, o fármaco deve ser preparado misturando-o com uma substância indesejável e selado antes da eliminação no lixo doméstico, aderindo aos requisitos locais para resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Glazidim encontrado em:

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