Erdostin

Links rápidos para seções importantes

Erdostin

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Erdostin

O que é o Erdostin? Definição do Agente Mucolítico

Propriedade Descrição
Princípio ativo Erdosteína
Formas Cápsula, Comprimido, Xarope
Classe farmacológica Agente Mucolítico
Objetivo comum Fluidifica o muco e auxilia a expetoração
Origem Composto Sintético (Derivado de tiol)

O Erdostin é um medicamento cujo princípio ativo é a Erdosteína, um composto sintético classificado essencialmente como um agente mucolítico e um derivado de tiol. Esta classificação, que é consistente com o sistema Anatomical Therapeutic Chemical (ATC) da OMS (R05CB15), significa que o seu propósito farmacológico fundamental é atuar sobre a consistência física do muco no trato respiratório. Uma característica fundamental da Erdosteína é o facto de funcionar como um pró-fármaco, uma substância que requer metabolismo no organismo para produzir os três componentes farmacologicamente ativos. Este mecanismo de base tiólica é clinicamente reconhecido pela sua eficácia na modificação de secreções de difícil eliminação.

Erdosteína: Composição, Origem e Formas

Este produto medicinal é um fármaco de substância única que contém apenas a substância ativa Erdosteína, a qual é um derivado de tiol sintético obtido a partir da homocisteína. Para administração por via oral, o Erdostin é habitualmente fornecido em diversas preparações farmacêuticas, incluindo a forma de cápsula sólida, a forma de comprimido ou como uma solução em xarope oral. A disponibilidade nestas diversas formas farmacêuticas é um fator diferenciador, facilitando uma ingestão flexível por vários grupos de doentes, desde adultos que necessitam de cápsulas até indivíduos que beneficiam do formato de xarope líquido.

O Propósito Geral do Erdostin

O propósito geral do Erdostin é auxiliar o sistema respiratório através da redução da espessura e da viscosidade do muco patológico, facilitando assim a sua remoção. Como um agente mucoativo reconhecido, a sua ação primária consiste em modificar as propriedades das secreções respiratórias para apoiar o sistema natural de transporte mucociliar do corpo e promover uma expetoração melhorada. Além deste efeito de fluidificação, os metabolitos ativos exibem um perfil multifacetado, incluindo atividade antioxidante, que ajuda a atenuar os efeitos do stresse oxidativo associado à inflamação das vias aéreas. Este composto é tipicamente utilizado quando um indivíduo necessita de assistência no alívio da congestão resultante da acumulação de muco viscoso e de difícil eliminação.

Quais efeitos secundários são possíveis com Erdostin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança da Erdosteína está oficialmente classificado de acordo com as categorias regulamentares padrão, descrevendo a possibilidade de reações adversas em vários sistemas fisiológicos. A ocorrência de determinados efeitos secundários está documentada oficialmente como sendo observada com maior frequência durante a fase inicial do tratamento.

Reações Adversas por Frequência e Sistema de Órgãos

As reações adversas documentadas encontram-se agrupadas pelo sistema de órgãos afetado e pela sua respetiva frequência, alinhando-se habitualmente com as definições presentes nos documentos reguladores oficiais.

Classificação Sistema de Órgãos Exemplos de Reações
Pouco Frequentes Doenças do Sistema Nervoso Cefaleias, Tonturas, Alterações do paladar
Pouco Frequentes Doenças Gastrointestinais Náuseas, Dor epigástrica
Raros Doenças Gastrointestinais Vómitos, Diarreia
Muito Raros Doenças do Sistema Imunitário Choque anafilático, Angioedema

As reações adversas graves documentadas na rotulagem oficial relacionam-se principalmente com eventos de hipersensibilidade grave. O choque anafilático e as reações cutâneas graves, como a toxicodermia e a eritrodermia, estão classificados na categoria de Muito Raros nos relatórios de segurança disponibilizados.

Restrições Regulamentares de Segurança

Existem restrições de segurança específicas que estão explicitamente documentadas. A Erdosteína está formalmente contraindicada em indivíduos com compromisso grave da função renal (depuração da creatinina inferior a 25 mL/min) e naqueles com insuficiência hepática grave (cirrose). O medicamento está também contraindicado em doentes com úlcera péptica ativa ou com deficiência da enzima cistationina-sintetase (homocistinúria). A sua utilização não é recomendada durante a gravidez ou lactação devido à ausência de dados de segurança definitivos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais relativos ao princípio ativo Erdosteína descrevem o perfil clínico documentado e os requisitos de gestão para situações de sobredosagem. Perante a ingestão de uma quantidade superior à prescrita, a instrução regulamentar obrigatória consiste em procurar assistência médica imediata.

As manifestações clínicas específicas formalmente documentadas na informação de prescrição, observadas em doses que excedem o limite terapêutico diário máximo (como 1200 mg/dia), incluem sudorese, vertigens (ou tonturas) e rubor. Estes sinais estão relacionados com os sistemas nervoso central e autonómico. A informação oficial indica que não existe experiência formal disponível relativa a sobredosagens agudas e graves.

O protocolo de gestão para uma ingestão excessiva está estritamente definido como a prestação de tratamento sintomático e medidas de suporte gerais. Esta abordagem é necessária devido ao facto de não se conhecer um antídoto farmacológico específico para a Erdosteína. Os procedimentos regulamentares recomendam que o doente seja monitorizado de perto e que a observação seja mantida, particularmente após intervenções como a lavagem gástrica. O perfil geral de sobredosagem estrutura-se, portanto, em torno de um conjunto restrito de sintomas documentados, da instrução explícita para procurar cuidados profissionais urgentes e de um protocolo de cuidados de suporte padrão, conforme definido pelas autoridades de saúde.

Usos terapêuticos de Erdostin

Para que é Utilizado o Erdostin: Principais Usos e Benefícios

Este medicamento é habitualmente utilizado para auxiliar no controlo dos sintomas associados à Bronquite Crónica, sendo aplicado quando ocorrem episódios que envolvem um maior stresse fisiológico.

O Erdostin é geralmente utilizado como um tratamento de suporte na gestão a longo prazo de condições crónicas, incluindo a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica) e a Bronquite Crónica, sendo também relevante em infeções do trato respiratório caracterizadas por secreções espessas.

O uso sintomático central pode auxiliar no controlo de sintomas relacionados com a expetoração viscosa e com a dificuldade na eliminação do muco. É indicado para lidar com conjuntos de sintomas que podem tornar-se disruptivos, como a tosse produtiva ineficaz. O medicamento oferece um suporte que ajuda a aliviar a carga sintomática global, o que apoia os doentes durante episódios de maior desconforto.

Este medicamento pode auxiliar na gestão de exacerbações agudas (agravamento súbito de sintomas crónicos) em doentes suscetíveis, contribuindo para a estabilização dos sintomas. Utilizado como uma medida de longo prazo, apoia o doente durante episódios difíceis, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional.

“A medicação é aplicada na abordagem de sintomas que interferem com o conforto diário, particularmente aqueles relacionados com secreções excessivas.”


Facto Rápido: Alívio para a Expetoração Viscosa
O Erdostin é vulgarmente utilizado para ajudar a controlar a dificuldade de expetoração, a qual envolve sintomas de secreções respiratórias altamente adesivas

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade para o Erdostin: Enquadramento Regulamentar Oficial

Os documentos regulamentares oficiais definem as populações autorizadas, restritas ou proibidas de utilizar o Erdostin (erdosteína). A utilização está estabelecida para adultos e adultos mais velhos com idade superior a 18 anos.

Categoria Enquadramento Regulamentar
Populações para as quais o uso é autorizado Adultos e adultos mais velhos com idade superior a 18 anos.
Populações para as quais o uso é contraindicado Hipersensibilidade à substância ativa ou aos excipientes.
Condições em que o uso é proibido Úlcera péptica ativa.
Populações Específicas e Restrições Enquadramento Regulamentar
Compromisso Orgânico Grave O uso não é recomendado em casos de insuficiência hepática grave ou compromisso renal grave (depuração da creatinina < 25 ml/min).
Elegibilidade por Idade O uso em crianças e jovens com menos de 18 anos não é recomendado (a indicação destina-se a adultos).
Gravidez e Amamentação O uso não é recomendado em mulheres grávidas ou a amamentar devido à falta de experiência ou dados clínicos.
Uso Condicional Doentes com compromisso hepático ligeiro não devem exceder a dose de 300 mg por dia (restrição de dose aplicada como medida de precaução).

O perfil regulamentar define rigorosamente a não elegibilidade para indivíduos com condições específicas, tais como a existência de uma úlcera péptica ativa. Além disso, devido à insuficiência de dados relativos ao seu metabolismo, o medicamento não é formalmente recomendado para a população pediátrica nem para indivíduos com compromisso grave da função hepática ou renal.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Erdostin caracteriza-se pela indicação geral de que não foram formalmente reportadas interações adversas com outros produtos medicinais na informação oficial do medicamento. Consequentemente, não existem combinações específicas de fármacos designadas como contraindicadas devido a um risco de interação.

Padrões de Interação Documentados

Embora não existam relatos de interações adversas, os dados regulamentares confirmam padrões de interação específicos que não exigem restrições:

Quanto aos efeitos farmacodinâmicos medicamentosos, a coadministração com certos antibióticos (incluindo a amoxicilina) está associada a um efeito farmacodinâmico documentado. Este padrão não é considerado adverso e resulta num aumento da concentração do antibiótico na expetoração, conforme registado em avaliações clínicas de suporte.

No que diz respeito ao estado metabólico e de exposição, o perfil regulamentar confirma que não existe interação farmacocinética com fármacos como a teofilina. Além disso, não estão formalmente documentadas substâncias que exijam o ajuste da dose devido a uma alteração significativa na exposição à erdosteína.

Relativamente à interação com alimentos, a absorção sistémica do fármaco é independente da ingestão de alimentos, eliminando qualquer necessidade de estabelecer um intervalo específico em relação às refeições.

Restrições e Requisitos

Não são especificados requisitos obrigatórios de tempo ou de intervalo para a administração com outros medicamentos nos documentos regulamentares oficiais. Da mesma forma, não são registadas formalmente na informação do medicamento precauções de interação específicas para grupos populacionais determinados.

Mecanismo de ação

O mecanismo de ação do Erdostin é mediado pelo seu metabolito ativo, o Metabolito I (Met I), que possui um grupo sulfidrilo (-SH) livre responsável pela sua atividade em três domínios fisiológicos principais. A atividade do fármaco é fundamentalmente periférica, dependendo da sua conversão hepática inicial a partir da forma inativa de pró-fármaco, antes de exercer o seu efeito nas vias respiratórias.

Despolimerização Química do Muco Patológico

O domínio mecânico central envolve a atuação do Met I ao visar quimicamente e clivar as pontes de dissulfureto (ligações S-S) que unem as grandes glicoproteínas da mucina, levando à sua despolimerização. Esta ação reduz diretamente a viscosidade e a adesividade das secreções respiratórias patológicas. A consequência fisiológica resultante é o aumento da eficiência do transporte mucociliar e a mobilização das secreções para fora das vias respiratórias.

Eliminação de Radicais Livres e Modulação do Stresse Oxidativo

O metabolito ativo funciona como um agente de eliminação direta de Espécies Reativas de Oxigénio (ERO), tais como os radicais livres, resultando na neutralização química de agentes oxidantes envolvidos na inflamação. Esta ação de eliminação de ERO modula indiretamente a cascata inflamatória e apoia a restauração de antioxidantes endógenos, como o Glutatião (GSH). Ao limitar o impacto dos danos químicos no epitélio respiratório, o mecanismo contribui para a modulação da atividade hipersecretora e dos reflexos de tosse associados.

Interferência com a Aderência Bacteriana

O Metabolito I exerce um efeito anti-aderência ao causar uma interferência estrutural com as moléculas de superfície (pilinas) utilizadas por certas bactérias patogénicas para se fixarem ao revestimento epitelial. Este mecanismo, combinado com a ação de depuração do muco, altera o ambiente do epitélio respiratório, uma mudança que é conhecida por influenciar as propriedades funcionais locais de agentes anti-infeciosos administrados em simultâneo.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Erdostin: Diretrizes Oficiais de Administração

O Erdostin (Erdosteína) é administrado exclusivamente por via oral, o que define o método adequado de toma para todas as formulações aprovadas, incluindo as cápsulas e o pó para suspensão oral. As instruções de uso são formalizadas por agências reguladoras e devem ser seguidas para garantir a administração correta do medicamento.

Dose Padrão e Frequência

O regime padrão para adultos (com idade igual ou superior a 18 anos) é de 300 mg de Erdostin administrados duas vezes ao dia. Este padrão de toma estabelece uma ingestão total diária de 600 mg. A duração máxima de utilização para a gestão de exacerbações agudas está, habitualmente, limitada a 10 dias, conforme especificado na informação oficial de prescrição.

Condição de Administração Requisito de Procedimento
Momento em relação às refeições Pode ser tomado com ou sem alimentos, uma vez que a absorção não é afetada pelas refeições.
Manuseamento das cápsulas As cápsulas devem ser engolidas inteiras com água e não devem ser esmagadas nem abertas, de modo a manter o perfil de libertação pretendido.
Preparação do líquido O pó para suspensão oral requer reconstituição prévia com uma quantidade medida de água e deve ser bem agitado antes de cada utilização.

Regras para Populações Específicas e Doses Esquecidas

Aplicam-se regras específicas a certas populações de doentes para orientar a utilização adequada. Os adultos mais velhos habitualmente não necessitam de ajuste posológico em relação ao regime padrão de 600 mg diários. Contudo, em casos de insuficiência hepática ligeira, a dose diária máxima deve ser reduzida para 300 mg (uma toma única diária). Se uma administração for esquecida, recomenda-se que o doente ignore a dose esquecida caso esteja quase na hora da próxima toma agendada, e que não tome uma dose dupla para compensar o esquecimento.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre a Erdosteína


Evidência para Uso na Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e Bronquite Crónica

A investigação avaliou a erdosteína como um potencial tratamento de suporte a longo prazo para adultos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e Bronquite Crónica, que são condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas e limitações funcionais. A investigação realizada incluiu ensaios clínicos controlados, aleatorizados (RCTs), em dupla ocultação e controlados por placebo, que monitorizaram os resultados dos doentes durante períodos prolongados, por vezes durante um ano inteiro.

Os principais resultados estudados focaram-se na frequência e na taxa com que os doentes registaram uma exacerbação aguda — um agravamento súbito dos sintomas respiratórios. Outros fatores examinados incluíram o número de dias que os doentes passaram no hospital e a necessidade de medicação de resgate adicional. As conclusões descreveram padrões observados nos estudos relacionados com medições de um menor número de exacerbações agudas ao longo do período de estudo de 12 meses, quando comparado com um placebo inativo. Os resultados comunicados estiveram particularmente relacionados com uma medição da taxa de exacerbações ligeiras.


Evidência para Uso de Suporte a Curto Prazo Durante Exacerbações Agudas

A erdosteína foi estudada para o seu uso como tratamento de suporte adicional durante períodos de sintomas acentuados, conhecidos como exacerbações agudas. A investigação nesta área consiste principalmente em ensaios controlados, aleatorizados, de curto prazo e meta-análises realizados durante períodos de 5 a 10 dias.

Os resultados específicos examinados incluíram avaliações comunicadas pelos doentes sobre a frequência e intensidade da tosse, falta de ar (dispneia) e dificuldade em expetorar (limpar muco espesso). Os estudos também incluíram medições objetivas das características físicas das secreções respiratórias, tais como a viscosidade da expetoração (espessura). As conclusões de curto prazo incluíram padrões que descrevem resultados relacionados com o desconforto físico e as propriedades do muco durante a fase de tratamento agudo. Os estudos descreveram também padrões observados relacionados com a duração dos sintomas mais agudos em comparação com doentes que receberam apenas os cuidados padrão e placebo.


Consistência da Evidência e Lacunas na Investigação

A maior parte da base de evidência e os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, que foram predominantemente adultos com DPOC moderada a grave. As conclusões para subgrupos específicos, tais como aqueles com doença moderada versus grave, foram inconsistentes em diferentes análises. Relativamente a outras populações, a evidência é limitada para o seu uso em crianças ou em adultos com outras condições respiratórias específicas associadas a episódios agudos ou disruptivos, como a bronquiectasia não-fibrose quística.

As principais limitações da investigação incluem o facto de a duração do acompanhamento ter sido limitada a um ano nos ensaios de maior dimensão, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Além disso, o facto de os resultados terem sido mistos em relação às avaliações padrão da Qualidade de Vida Relacionada com a Saúde (QoL) sugere que o significado clínico de algumas observações requer contexto adicional.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Erdostin (FAQ)

P: O Erdostin é habitualmente prescrito para outras condições além da bronquite crónica?

A indicação regulamentar oficial do Erdostin é o tratamento sintomático das exacerbações (agudizações) agudas da bronquite crónica em adultos. Esta é a condição para a qual o fármaco obteve a sua aprovação primária. A lista completa de utilizações aprovadas está detalhada na informação oficial de prescrição.

P: Que evidência existe sobre a utilização do Erdostin em doentes idosos?

Estudos resumidos na informação oficial do produto sugerem que a idade não altera significativamente a farmacocinética da substância ativa. Isto significa que o fármaco é processado (absorvido, distribuído, metabolizado e eliminado) de forma semelhante em adultos mais velhos e em adultos mais jovens.

P: O Erdostin interage com analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno?

O perfil regulamentar do Erdostin não reporta formalmente quaisquer interações adversas com outros produtos medicinais, incluindo analgésicos comuns. O perfil regulamentar indica a ausência de interações adversas formalmente registadas. A informação do rótulo oficial e a consulta de um profissional de saúde continuam a ser as fontes primárias de orientação personalizada.

P: Mulheres que planeiam engravidar podem utilizar Erdostin?

Devido à falta de dados de segurança e de experiência clínica disponíveis, os documentos oficiais estabelecem que o Erdostin não é recomendado para mulheres grávidas ou que estejam atualmente a amamentar. A informação relativa à utilização de Erdostin durante a fase de pré-conceção não está disponível nos documentos oficiais.

P: Qual é o perfil de segurança a longo prazo esperado do Erdostin com base em estudos?

Relativamente ao potencial uso a longo prazo, os dados de segurança pré-clínicos (estudos realizados antes dos ensaios em humanos) indicaram não haver perigos especiais para os seres humanos. Estudos convencionais de toxicidade, danos genéticos (genotoxicidade) e efeitos reprodutivos não revelaram preocupações. Os estudos oficiais em doentes focaram-se principalmente na utilização por períodos de até um ano.

P: O Erdostin é geralmente considerado compatível com medicamentos para o coração?

A informação oficial de prescrição afirma que não foram reportadas formalmente interações adversas com outros produtos medicinais. A declaração regulamentar aplica-se a todo o perfil do fármaco, indicando uma ausência de interações adversas documentadas.

P: O Erdostin pode causar sonolência ou cansaço?

A lista oficial de possíveis reações adversas agrupa os efeitos pela frequência com que são reportados. Sintomas comuns de sonolência ou fadiga geral não estão explicitamente listados nos efeitos secundários pouco frequentes ou raros documentados. No entanto, foram registados efeitos secundários pouco frequentes como tonturas e dores de cabeça.

P: Que documentos oficiais descrevem as propriedades do fármaco?

O documento mais autoritário e abrangente que descreve as propriedades do fármaco é frequentemente o Resumo das Características do Produto (RCP), emitido por agências regulamentares oficiais como a EMA ou a MHRA. Este documento é escrito para profissionais de saúde e contém detalhes sobre o mecanismo, segurança, utilização e dados de investigação.

P: Em quanto tempo se pode esperar notar quaisquer efeitos após iniciar o Erdostin?

O fármaco é absorvido rapidamente após ser tomado por via oral. A concentração máxima do componente ativo (Metabolito I) na corrente sanguínea, conhecida como o pico de concentração plasmática (Tmax), é atingida em aproximadamente 1,5 horas.

P: O que acontece se alguém tomar acidentalmente uma quantidade superior à prescrita de Erdostin?

A documentação regulamentar sobre o Erdostin afirma que não existe experiência clínica formal disponível relativa a sobredosagem aguda. Na eventualidade de uma pessoa tomar acidentalmente uma dose excessiva, a abordagem documentada é que o tratamento consiste em medidas de suporte e sintomáticas.

P: Existem limitações ao conduzir ou operar máquinas enquanto se toma Erdostin?

A informação oficial do produto afirma que o Erdostin está documentado como tendo uma influência mínima ou desprezável na capacidade de uma pessoa conduzir veículos ou operar máquinas com segurança.

P: Quanto tempo permanece normalmente o Erdostin no corpo após a última dose?

O tempo que o organismo demora a eliminar metade do componente ativo é designado por semivida de eliminação. Para o metabolito ativo do Erdostin, a semivida está documentada como sendo de aproximadamente 1,62 horas.

P: Existe alguma interação conhecida entre o Erdostin e o álcool?

De acordo com a informação oficial ao doente, o consumo de alimentos e bebidas em geral não tem influência na forma como o fármaco é absorvido ou processado. O perfil regulamentar não lista uma interação específica com o álcool.

P: O Erdostin é conhecido por causar quaisquer interações com suplementos à base de plantas?

O perfil regulamentar afirma que não foram reportadas formalmente interações adversas com outros produtos medicinais. A declaração geral sobre interações não aborda especificamente suplementos à base de plantas, mas confirma que não foram reportadas formalmente interações adversas com outros produtos medicinais.

P: O Erdostin pode ser tomado ao mesmo tempo que outros medicamentos comuns para constipações?

Os dados clínicos resumidos em documentos oficiais mostram compatibilidade quando o Erdostin é coadministrado com outros tratamentos frequentemente utilizados para problemas respiratórios, tais como antibióticos e broncodilatadores. Não foram reportadas formalmente interações adversas com outros medicamentos.

P: São necessários exames laboratoriais específicos antes ou durante o tratamento com Erdostin?

Embora a realização de exames de rotina não seja geralmente exigida para todos os doentes, os avisos oficiais indicam que o fármaco não é recomendado para indivíduos com problemas graves de fígado ou rins. Esta necessidade de avaliação prévia prende-se com a análise da elegibilidade da pessoa em relação a estas contraindicações.

P: Qual é a compatibilidade conhecida do Erdostin com anticoagulantes?

O perfil regulamentar afirma claramente que não foram reportadas formalmente interações adversas com outros produtos medicinais. A afirmação aplica-se a todo o perfil do fármaco, indicando uma ausência de interações adversas documentadas.

Como Erdostin deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Erdostin

A rotulagem regulamentar oficial do Erdostin especifica as condições de conservação e eliminação necessárias para manter a qualidade do produto e garantir a segurança ambiental. O medicamento deve ser guardado num local seco, mantido na embalagem original e o recipiente deve estar bem fechado para proteger o conteúdo da humidade. Dependendo da formulação, a temperatura máxima de conservação é de 25°C ou 30°C.

No caso dos produtos comercializados como pó para suspensão oral, o líquido reconstituído requer refrigeração (entre 2°C e 8°C) e deve ser eliminado após um período específico, habitualmente de 10 dias. Esta forma líquida não deve ser congelada.

Todos os medicamentos devem ser armazenados fora da vista e do alcance das crianças. O Erdostin não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado de acordo com a regulamentação local. É oficialmente obrigatório não eliminar o medicamento através das águas residuais ou do lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Erdostin encontrado em:

ÍNDICE A-Z: